Vous êtes sur la page 1sur 16

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo 1 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia
ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo 1 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia
ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo 1 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia
ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo 1 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia
ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo 1 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia

1 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia ElétricaEdson Antonio de Araujo 1 Sérgio Ferreira de Paula Silva ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

DEFINIÇÃO

Motor elétrico é a máquina rotativa que converte a energia elétrica em energia mecânica.

que converte a ener gia elétrica em energia mecânica. 2 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET

2 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia Elétricaé a máquina rotativa que converte a ener gia elétrica em energia mecânica. 2 Sérgio Ferreira

3 ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo Prof. Edson Antonio de Araujo UNIVERSOUNIVERSO

3

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

Prof. Edson Antonio de Araujo

Edson Antonio de Araujo Prof. Edson Antonio de Araujo UNIVERSOUNIVERSO TECNOLÓGICOTECNOLÓGICO EMEM

UNIVERSOUNIVERSO TECNOLÓGICOTECNOLÓGICO EMEM MOTORESMOTORES ELÉTRICOSELÉTRICOS

GAIOLA DE
GAIOLA DE
SPLIT - PHASE
SPLIT - PHASE
ESQUILO CAP. PARTIDA ASSÍNCRONO CAP. PERMANENTE ROTOR CAP. 2 VALORES MONOFÁSICO BOBINADO PÓLOS SOMBREADOS
ESQUILO
CAP. PARTIDA
ASSÍNCRONO
CAP. PERMANENTE
ROTOR
CAP. 2 VALORES
MONOFÁSICO
BOBINADO
PÓLOS SOMBREADOS
SÍNCRONO
REPULSÃO
MOTOR C.A.
UNIVERSAL
ASSÍNCRONO
RELUTÂNCIA
HISTERESE
TRIFÁSICO
SÍNCRONO
DE GAIOLA
DE ANÉIS
EXCITAÇÃO SÉRIE
MOTOR C.C.
EXCITAÇÃO INDEPENDENTE
IMÃ PERMANENTE
EXCITAÇÃO COMPOUND
PÓLOS SALIENTES
IMÃ PERMANENTE
PÓLOS LISOS

Sérgio Ferreira de Paula Silva

11--88

FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

Os motores CA são aqueles acionados através de uma fonte de corrente alternada. São utilizados na maioria das aplicações industriais e residenciais.

A grande vantagem da sua aplicação na área industrial, são as virtudes da sua simplicidade de construção, da vida útil longa, do custo reduzido de aquisição e baixa manutenção.

A maioria das aplicações tem sua configuração mais econômica com a utilização de motores de indução de gaiola. Estima-se que 90% dos motores fabricados são deste tipos.

4 Sérgio Ferreira de Paula Silva

que 90% dos motores fabricados são deste tipos. 4 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET -

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)C

MOTORES TIPO UNIVERSAL

 

São aqueles capazes de operar tanto em corrente contínua como em corrente alternada.

 

São amplamente utilizados em eletrodomésticos, tais como enceradeiras, liquidificadores, batedeiras

A rigor trata-se de um motor CC série

Para operação

. em CA, o estator e o rotor devem ser de chapas laminadas, para evitar perdas por histerese e correntes parasitas.

,

 

5 Sérgio Ferreira de Paula Silva

5 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

 

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES TIPO UNIVERSAL

 

Trata-se de um motor de velocidade variável, com baixas velocidades para grandes conjugados e altas velocidades para pequenas cargas. O conjugado de partida também é elevada.

 

São constituídos de uma bobina de campo em série com

a bobina de armadura

e de uma bobina de

 

,

 

compensação que pode estar ligada em série ou em paralelo com a bobina de campo.

 

6 Sérgio Ferreira de Paula Silva

 
6 Sérgio Ferreira de Paula Silva   FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo MOTOR UNIVERSAL Ligação série Ligação paralelo Motor em
ACIONAMENTO ELÉTRICO
Prof. Edson Antonio de Araujo
MOTOR
UNIVERSAL
Ligação série
Ligação paralelo
Motor em corte
7 Sérgio Ferreira de Paula Silva
FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES TIPO UNIVERSAL

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES TIPO UNIVERSAL 8 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET -

8 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia ElétricaEdson Antonio de Araujo MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES TIPO UNIVERSAL 8 Sérgio Ferreira de

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES DE INDUÇÃO

O motor de indução converteu-se no tipo mais usado,

porque a maioria dos sistemas atuais de distribuição de energia elétrica é de corrente alternada. Comparado com o motor de corrente contínua, o motor de indução tem como vantagem a sua simplicidade, que se traduz em baixo custo e máxima

eficiência com manutenção mínima O rendimento é elevado para médias e máximas cargas, e pode-se assegurar um bom fator de potência com uma seleção correta.

.

9 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia Elétricaseleção correta. . 9 Sérgio Ferreira de Paula Silva   ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

 

Os motores monofásicos são assim chamados devido os seus enrolamentos de campo são ligados diretamente a uma fonte monofásica.

 

São motores de pequeno uso em instalações industriais, sendo mais utilizados em pequenos estabelecimentos e residências. São construídos para pequenas potências (até 15CV).

Podem ser encontrados em inúmeras aplicações, principalmente em eletrodomésticos.

10 Sérgio Ferreira de Paula Silva

1 0 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

 

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

 

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

 

O

emprego

de

motores

monofásicos

possui

alguns

inconvenientes:

 

•Levando-se em consideração o custo, tem um custo mais elevado que um motor trifásico de mesma potência;

 

•Sofre desgaste mecânico do platinado (contato centrífugo necessário à partida do motor);

•Alcança apenas 60 a 70% da potência do motor trifásico do mesmo tamanho;

•Apresenta rendimento e fator de potência menores;

 

•Não é possível inverter diretamente o sentido de rotação.

 

11 Sérgio Ferreira de Paula Silva

 
1 1 Sérgio Ferreira de Paula Silva   FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

 

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

Constituição

Estator Parte fixa, composto de chapas ferromagnéticas empilhadas e isoladas entre si, onde são instaladas os enrolamentos e alimentadas pela rede de corrente alternada.

empilhadas e isoladas entre si, onde são instaladas os enrolamentos e alimentadas pela rede de corrente

Rotor Parte móvel, formado por um núcleo ferromagnético, também laminados, sobre o qual se encontra em enrolamento ou um conjunto de condutores paralelos, nos quais são induzidas correntes provocadas pela corrente alternada das bobinas do estator.

de condutores paralelos, nos quais são induzidas correntes provocadas pela corrente alternada das bobinas do estator.
 

12 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

Por terem somente uma fase de alimentação, o campo magnético é pulsante. Isso impede que tenham torque de partida, tendo um conta que no rotor se induzem campos magnéticos alinhados ao campo do estator.

13 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia Elétricacampo do estator. 1 3 Sérgio Ferreira de Paula Silva ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

Para solucionar o problema de partida, utilizam-se enrolamentos auxiliares, que são dimensionados e posicionados de forma a criar uma segunda fase fictícia, permitindo a formação do campo girante necessário para a partida. Assim, teremos um enrolamento de armadura com duas partes: um enrolamento principal, que é conectado diretamente à rede de alimentação. A outra parte é o enrolamento secundário ligado em série com um capacitor e esse circuito é ligado em paralelo com o circuito principal. Desta maneira, a corrente elétrica que circula pelo enrolamento auxiliar está adiantada em aproximadamente 90° da corrente de enrolamento principal.

aproximadamente 90° da corrente de enrolamento principal. 1 4 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET -

14 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Princípio de funcionamento

Estator

 
Estator  

Consideremos um estator com dois enrolamentos ligados

à

rede de alimentação L1 e N.

A

corrente gera no rotor um campo alternado simples

 

H

que é sobreposição de dois campos girantes H1 e

H2, de igual valor e sentidos contrários. Na parada, com o estator alimentado, estes campos apresentam o mesmo escorregamento em relação ao rotor e produzem, por conseguinte, dois conjugados iguais e opostos. O motor não pode partir.

15 Sérgio Ferreira de Paula Silva

 
1 5 Sérgio Ferreira de Paula Silva   FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

 

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Princípio de funcionamento

 

Rotor Um impulso mecânico no rotor provoca uma

 

desigualdade dos escorregamentos. Um dos conjugados diminui enquanto o outro aumenta.

 

O conjugado resultante provoca

 

a partida do motor no sentido

a partida do motor no sentido

em que tiver sido impulsionado.

16 Sérgio Ferreira de Paula Silva

 
1 6 Sérgio Ferreira de Paula Silva   FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES MONOFÁSICOS DE
ACIONAMENTO ELÉTRICO
Prof. Edson Antonio de Araujo
MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)
MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO
Processos de Partida
Dado que um motor monofásico não pode
partir por si só, utilizam-se diferentes artifícios
para movimentá-lo.
O estator tem dois enrolamentos geometricamente defasados de 90°.
No momento da colocação em funcionamento, devido à diferença de
construção dos enrolamentos, uma corrente I1 atravessa a fase
principal e a corrente mais reduzida I2, defasada no tempo
relativamente à I1, circula na fase auxiliar. Uma vez que os campos
gerados são produzidos por duas correntes defasadas em relação à
outra, o campo girante resultante é suficiente para provocar a partida
em vazio do motor.
17 Sérgio Ferreira de Paula Silva
FACET - Engenharia Elétrica
 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICO

 

Categorias

•Motor de pólos sombreados

 

•Motor de fase dividida

•Motor de capacitor de partida

•Motor de capacitor permanente

•Motor com dois capacitores

18

Sérgio Ferreira de Paula Silva

1 8 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

Motor de pólos sombreados

Também denominado motor de campo distorcido, graças ao seu processo de partida, é o mais simples, confiável e econômico. Cada pólo tem uma parte abraçada por um espira de cobre em curto-circuito.

parte abraçada por um espira de cobre em curto-circuito. 1 9 Sérgio Ferreira de Paula Silva

19 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia Elétricaem curto-circuito. 1 9 Sérgio Ferreira de Paula Silva   ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor de pólos sombreados

A corrente induzida nessa espira faz com que o fluxo que atravessa sofra um atraso em relação ao fluxo da parte não abraçada por ela. O resultado disso é semelhante a um campo girante que se move da direção da parte não abraçada para a parte abraçada do pólo. Isso produz o torque que terá o motor partir e atingir a rotação nominal.

O sentido de rotação é único.

O sentido de rotação é único.

20 Sérgio Ferreira de Paula Silva

2 0 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES MONOFÁSICOS DE
ACIONAMENTO ELÉTRICO
Prof. Edson Antonio de Araujo
MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)
MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO
Motor de pólos sombreados
Quanto ao desempenho,
apresentam baixo torque de
partida (15% a 50% do nominal).
Devido este fato, eles são
normalmente fabricados para
pequenas potências .
Curva torque X rotação
21 Sérgio Ferreira de Paula Silva
FACET - Engenharia Elétrica
 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor de fase dividida

Este motor possui um enrolamento principal e um auxiliar (para a partida), ambos defasados em 90°. O enrolamento auxiliar cria um deslocamento de fase que produz o torque necessário para a rotação inicial e a aceleração.Quando o motor atinge uma rotação predeterminada (geralmente 80% da rotação síncrona), o enrolamento auxiliar é desligado da rede por meio de uma chave que normalmente atua por uma força centrífuga.

o enrolament o auxiliar é desligado da rede por meio de uma chave que normalmente atua

22

Sérgio Ferreira de Paula Silva

2 2 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

Motor de fase dividida

O ângulo de defasagem que se pode obter entre as correntes de enrolamento principal e do enrolamento auxiliar é pequeno, assim o conjugado de partida é proporcional ao seno do ângulo entre as correntes nos enrolamentos principal e auxiliar, no instante da partida. Conseqüentemente, o torque de partida é igual ou pouco superior ao nominal. Devido a este torque, tem-se limitação na sua aplicação a potência fracionada. Portanto a potência dos motores limita-se até a 1 CV. Curva torque X rotação

Portanto a potência dos motores limita-se até a 1 CV. C u r v a t

23 Sérgio Ferreira de Paula Silva

FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor de fase dividida

A chave centrífuga mantém em união um bloco de contatos com os contatos do enrolamento auxiliar através de molas, de modo que o circuito está fechado na partida. À medida que aumenta a velocidade do motor, pesos são deslocados para fora, superam a tensão das molas e afastam o bloco de contatos, abrindo o circuito do enrolamento auxiliar, o qual permanece aberto enquanto o motor estiver funcionando.

 

Para inverter o sentido de rotação do motor, basta inverter as polaridades dos terminais de ligação da rede a um dos enrolamentos.

o sentido de rotação do motor, basta inverter as polaridades dos terminais de ligação da rede

24 Sérgio Ferreira de Paula Silva

2 4 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES MONOFÁSICOS DE
ACIONAMENTO ELÉTRICO
Prof. Edson Antonio de Araujo
MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)
MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO
Motor de capacitor de partida
É um motor semelhante ao de fase dividida. A principal diferença
reside na inclusão de um capacitor eletrolítico em série com o
enrolamento auxiliar de partida. O capacitor permite maior ângulo
de defasagem entre as correntes dos enrolamentos principal e
auxiliar, proporcionando elevados torques de partida.
25 Sérgio Ferreira de Paula Silva
FACET - Engenharia Elétrica
 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor de capacitor de partida

Com o seu elevado torque de partida (entre 200% e 350% do torque nominal) o motor de capacitor de partida pode ser utilizado em uma grande variedade de aplicações e fabricado para potências que vão de ¼ CV a 15 CV.

 

Igualmente aos motores de fase dividida, para inverter o sentido de rotação do motor, basta inverter as polaridades dos terminais de ligação da rede a um dos enrolamentos.

o sentido de rotação do motor, basta inverter as polaridades dos terminais de ligação da rede
 

Curva torque X rotação

26 Sérgio Ferreira de Paula Silva

2 6 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor de capacitor permanente

Este tipo de motor, o enrolamento auxiliar e o capacitor ficam permanentemente ligados, sendo o capacitor do tipo eletrostático. O efeito desse capacitor é criar condições de fluxo muito semelhantes às encontradas nos motores polifásicos, aumentando, com isso, o torque máximo, o rendimento e fator de potência, além de diminuir o ruído.

 
e fator de potência, além de diminuir o ruído.   2 7 Sérgio Ferreira de Paula
e fator de potência, além de diminuir o ruído.   2 7 Sérgio Ferreira de Paula

27 Sérgio Ferreira de Paula Silva

2 7 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor de capacitor permanente

Construtivamente, requer pouca manutenção, devido a ausência de contatos e partes móveis. O seu torque de partida é inferior ao do motor de fase dividida (50% a 100% do conjugado nominal), limitando assim sua aplicação. São fabricados para potências até 1,5 CV.

 
 
 
 

Curva torque X rotação

28 Sérgio Ferreira de Paula Silva

2 8 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor com dois capacitores

É um motor que utiliza as vantagens dos dois anteriores: partida como o motor de capacitor de partida e funcionamento em regime idêntico ao do motor de capacitor permanente. Devido ao seu alto custo, normalmente é fabricado apenas para potências superiores a 1 CV.

 
apenas para potências superiores a 1 CV.     Curva torque X rotação 2 9 Sérgio
apenas para potências superiores a 1 CV.     Curva torque X rotação 2 9 Sérgio
 

Curva torque X rotação

29 Sérgio Ferreira de Paula Silva

2 9 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica

 

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

 

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

 

Motor com dois capacitores

o utilizados dois capacitores durante o período de partida. Um deles é um capacitor eletrolítico de partida, de capacidade elevada, cerca de 10 a 15 vezes maior do capacitor de funcionamento, que é desligado do circuito por meio de uma chave centrífuga quando a velocidade do motor atinge 75% a 80% da velocidade síncrona.

 

Ele pode reverter o seu sentido de rotação , pois quando em funcionamento, se a polaridade dos terminais de ligação da rede é invertida em relação a um dos enrolamentos de ligação da rede é invertida em relação a

de ligação da rede é invertida em relação a um dos enrolamentos de ligação da rede

um dos enrolamento, o seu sentido de giro também se inverte.

30 Sérgio Ferreira de Paula Silva

o seu sentido de giro também se inverte. 3 0 Sérgio Ferreira de Paula Silva FACET

FACET - Engenharia Elétrica

3 1 ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES

31

ACIONAMENTO ELÉTRICO

Prof. Edson Antonio de Araujo

3 1 ACIONAMENTO ELÉTRICO Prof. Edson Antonio de Araujo MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA) MOTORES MONOFÁSICOS

MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA (CA)

MOTORES MONOFÁSICOS DE INDUÇÃO

ARRANQUE DE MOTORES MONOFÁSICOS

FASE DIVIDIDA

CONDENSADOR

ARRANQUE DE MOTORES MONOFÁSICOS FASE DIVIDIDA CONDENSADOR PÓLOS SOMBREADOS T a r r a n q
ARRANQUE DE MOTORES MONOFÁSICOS FASE DIVIDIDA CONDENSADOR PÓLOS SOMBREADOS T a r r a n q
ARRANQUE DE MOTORES MONOFÁSICOS FASE DIVIDIDA CONDENSADOR PÓLOS SOMBREADOS T a r r a n q
ARRANQUE DE MOTORES MONOFÁSICOS FASE DIVIDIDA CONDENSADOR PÓLOS SOMBREADOS T a r r a n q

PÓLOS SOMBREADOS

MONOFÁSICOS FASE DIVIDIDA CONDENSADOR PÓLOS SOMBREADOS T a r r a n q u e I

T arranque

I baixo Potência até 1 Cv Baratos

baixo

Ex: Liquidificadores

Sérgio Ferreira de Paula Silva

T arranque mais elevado (até x T n ) cosθ mais elevado

T arranque < anteriores escorregamento maior Pot. subfracionárias

Potência até 15 Cv

(<1/2Cv)

Mais caros que divisão fase

mais baratos que anteriores

Ex: Bombas monofásicas

Ex: Ventiladores, projetores de slides

que anteriores Ex: Bombas monofásicas Ex: Ventiladores, projetores de slides FACET - Engenharia Elétrica

FACET - Engenharia Elétrica