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Potencialidades e Limitações das Redes

STC

SMG
Global System for Mobile Communications, ou Sistema Global para
Comunicações Móveis (GSM: originalmente, Groupe Special Mobile) é
uma tecnologia móvel e o padrão mais popular para telefones celulares
(telemóveis) do mundo. Telefones GSM são usados por mais de mil
milhões de pessoas em mais de 200 países. A omnipresença do sistema
GSM faz com que o roaming internacional seja muito comum através
de "acordos de roaming" entre operadoras de telefonia móvel. O GSM
diferencia-se muito de seus antecessores sendo que o sinal e os canais
de voz são digitais, o que significa que o GSM é visto como um sistema
de telefone celular de segunda geração (2G). Este facto também
significa que a comunicação de dados foi acoplada ao sistema logo no
início. O GSM é um padrão aberto desenvolvido pela 3GPP
Como Funciona
O sistema GSM 900 utiliza dois conjuntos de frequências na banda
dos 900 MHz: o primeiro nos 890-915MHz, utilizado para as
transmissões do terminal, e o segundo nos 935-960MHZ, para as
transmissões da rede.

O método utilizado pelo GSM para gerir as frequências é uma


combinação de duas tecnologias: o TDMA (Time Division Multiple
Access) e o FDMA (Frequency Division Multiple Access). O FDMA
divide os 25 MHz disponíveis de frequência em 124 canais com uma
largura de 200 kHz e uma capacidade de transmissão de dados na
ordem dos 270 Kbps. Uma ou mais destas frequências é atribuída a
cada estação-base e dividida novamente, em termos de tempo,
utilizando o TDMA, em oito espaços de tempo (timeslots). O terminal
utiliza um timeslot para recepção e outro para emissão. Eles
encontram-se separados temporalmente para que o telemóvel não se
encontre a receber e transmitir ao mesmo tempo. Esta divisão de
tempo também é chamada de full rate. As redes também podem
dividir as frequências em 16 espaços, processo designado como half-
rate, mas a qualidade da transmissão é inferior.
A voz é codificada de uma forma complexa, de forma que erros na
transmissão possam ser detectados e corrigidos. Em seguida, a
codificação digital da voz é enviada nos timeslots, cada um com uma
duração de 577 milisegundos e uma capacidade de 116 bits
codificados. Cada terminal deve possuir uma agilidade de frequência,
podendo deslocar-se entre os timeslots utilizados para envio,
recepção e controle dentro de um frame completo. Ao mesmo tempo,
um telemóvel verifica outros canais para determinar se o sinal é mais
forte e mandar a transmissão para eles, caso a resposta seja
afirmativa.

GPRS
GPRS - Serviço de Rádio de Pacote Geral é uma tecnologia que
aumenta as taxas de transferência de dados nas redes GSM
existentes. Esta permite o transporte de dados por pacotes
(Comutação por pacotes). Sendo assim, o GPRS oferece uma taxa de
transferência de dados muito mais elevada que as taxas de
transferência das tecnologias anteriores, que usavam comutação por
circuito, que eram em torno de 12kbps. Já o GPRS, em situações
ideais, pode ultrapassar a marca dos 170kbps. No entanto na prática,
essa taxa está em torno dos 40 kbps.

Principais vantagens do GPRS


• Utilização de voz e dados no mesmo canal ao mesmo tempo;
• Ampla cobertura em todas as unidades;
• Acesso imediato e permanente para dados. Para se conectar à
rede, utilizando GSM, são necessários de 15 a 30 segundos,
sendo que esse tempo é consumido a cada reconexão. Com o
GPRS, uma vez estabelecida a conexão, a mesma estará
permanentemente activa;
• Aumento significativo na velocidade de transmissão de dados
(através da rede GSM é possível alcançar uma velocidade máxima
de 9,6 kbps; com o GPRS a velocidade varia de 40 kbps até 144
kbps);
• Utilização de protocolos X.25 e IP amplamente divulgados;
• Possibilidade de utilização de várias operadoras de rede e
modelos diferentes de modems, havendo assim uma maior
flexibilidade e independência em relação ao mercado;
• Redução de custos. Com o GSM a tarifação é efectuada por
tempo de conexão. Com o GPRS, a tarifação é efectuada com
base na quantidade de dados transmitidos;
• Os modems utilizados em GPRS podem ser classificados em três
tipos diferentes, conforme abaixo:
• Classe A: Para uso simultâneo de voz e dados.
• Classe B: Para uso de voz e dados, porém não simultâneo.
• Classe C: Para uso apenas de dados.

3G
O mercado está a orientar- se para a 3G, que oferece uma largura de
banda muito superior, permitindo novos serviços. As redes 2G são
baseadas na comutação de Circuitos, permitindo apenas lidar com
serviços de dados tais como o e-mail, enquanto que a 3G é baseada na
comutação de pacotes e, como tal, é do tipo “sempre activa”
(característica não possível na 2G). Isto permite aos utilizadores
finais aceder directa e rapidamente às aplicações, estimulando a
transmissão de dados. Com esta característica, a 3G expande
significativamente a utilidade do dispositivo móvel.
Existem várias razões pelas quais a 3G terá um grande impacto nos
utilizadores finais e que se traduzem pelas suas principais
características:

• Capacidade de suportar a transmissão de dados a elevadas


velocidades: o igual ou superior a 144 kilobits/segundo para
situações de grande mobilidade (por exemplo, num veículo
automóvel) o 384 kilobits/segundo para situações de passeio
pedestre o igual ou superior a 2 megabits/segundo para situações
de baixa interoperabilidade e roaming;
• Capacidade para determinar a localização geográfica dos
aparelhos e reporta-la tanto para a rede como para o terminal
móvel suporte de serviços multimédia o largura de banda variável
ou fixa, mediante o pedido;
• O armazenamento e encaminhamento de mensagens multimédia o
acesso em banda larga até 2 megabits/segundo;
• Melhor gestão da largura de banda que as novas tecnologias
permitem Os sistemas dos telefones celulares (telemóveis) da 2G
funciona essencialmente com base em circuitos comutados, com
conexões sempre dependentes da disponibilidade dos Circuitos. A
3G funciona com base em comutação de pacotes, usando o
Internet Protocolo (IP) o que significa ter uma ligação virtual
sempre disponível;
• Possibilidade de pagar o serviço não em unidades de tempo
(segundos ou minutos) mas por quantidade de informação trocada
(pagar ao bit, pagar por sessão e valor fixo – flat rate, entre
outros);
• Elevado grau de compatibilidade de serviços, uso de pequenos
terminais de bolso com capacidade de roaming a nível mundial,
aplicações de multimédia e Internet e um grande leque de
serviços e terminais;
• Enviar e receber e-mail com documentos embebidos ou imagens
(attachments);
• Efectuar chamadas de videoconferência, isto é, além da
transmissão habitual da voz, também há a possibilidade de ambos
os interlocutores fazerem vídeo-conferências;
• Uso de mapas e serviços de posicionamento para determinar a
posição do terminal e encaminhar o utilizador para o destino
desejado, GPS;
• Acesso à Internet através do terminal com a mesma
potencialidade dos computadores pessoais (por exemplo, fazer
upload e download de ficheiros);
• Pagamento de bens e serviços de forma bancária ou incluídos na
conta telefónica.
Filipe Barreto 28/10/08