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REGULAMENTO DOS CURSOS PROFISSIONAIS

REGULAMENTO

DOS

CURSOS PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DOS

CURSOS PROFISSIONAIS

Índice

Página

1. Definição

2

2. Destinatários

2

3. Objectivos

2

4. Estrutura curricular

3

5. Componentes de Formação

3

6. Matriz curricular dos cursos profissionais

3

7. Áreas de formação

4

8. Certificação

4

9. Prosseguimento de estudos / formação

4

10. Referenciais de formação

5

11. Prova de aptidão profissional (PAP)

5

12. Formação em contexto de trabalho (FCT)

5

13. Condições de admissão

6

14. Avaliação

6

15. Recuperação de módulos em atraso

7

16. Regime de precedências

8

17. Regime de assiduidade

8

18. Mecanismos de promoção do cumprimento dos planos de formação

8

19. Mecanismos de reposição de horas de formação

9

20. Transferências e equivalências entre disciplinas

10

21. Visitas de estudo

11

22. Funcionamentos das equipas pedagógicas

11

23. Dossier pedagógico

12

24. Parcerias e protocolos cooperação

12

25. Interpretação e integração

12

O presente regulamento define a organização, desenvolvimento e acompanhamento dos Cursos Profissionais.

1. Definição

Os

Cursos

Profissionais são

uma

modalidade

do nível

secundário

de

educação,

caracterizada por uma forte ligação com o mundo profissional.

Tendo em conta os interesses do aluno, a aprendizagem realizada nestes cursos valoriza o desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão, em articulação com o sector empresarial local.

2. Destinatários

Os Cursos Profissionais destinam-se aos alunos que:

a) concluíram o 9º ano de escolaridade ou formação equivalente;

b) procuram um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabalho;

c) não excluem a hipótese de, mais tarde, prosseguir os estudos.

3. Objectivos

Os principais objectivos desta oferta educativa e formativa são:

a) contribuir para que o estudante desenvolva competências pessoais e profissionais para o exercício de uma profissão;

b) privilegiar as ofertas formativas que correspondem às necessidades de trabalho locais e regionais;

c) preparar o estudante para aceder a formações pós-secundárias ou ao ensino superior, se for essa a sua vontade.

4.

Estrutura curricular

Estes cursos têm uma estrutura curricular organizada por módulos, o que permite maior flexibilidade e respeito pelos ritmos de aprendizagem de cada aluno.

5. Componentes de Formação

O plano de estudos inclui três componentes de formação:

- Sociocultural;

- Científica;

- Técnica.

6. Matriz curricular dos cursos profissionais

COMPONENTES DE FORMAÇÃO

DISCIPLINAS

TOTAL DE HORAS (a) / CICLO DE FORMAÇÃO

Sociocultural

Português

320h

Língua Estrangeira I, II ou III (b)

220h

Área de Integração

220h

Tecnologias da Informação e Comunicação

100h

Educação Física

140h

Científica

2 a 3 disciplinas (c)

500h

Técnica

3 a 4 disciplinas (d)

1180h

 

Formação em Contexto de Trabalho (e)

420h

Carga horária total/ Curso

3100h

(a) Carga horária global não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola, no âmbito da sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga horária anual, de forma a optimizar a gestão global modular e a formação em contexto de trabalho. (b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário.

(c) Disciplinas científicas de base a fixar em regulamentação própria, em função das qualificações profissionais a adquirir.

(d) Disciplinas

profissional visada.

de

natureza

tecnológica,

técnica

e

prática

estruturantes

da

qualificação

(e) A formação em contexto de trabalho visa a aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para a qualificação profissional a adquirir.

7. Áreas de formação

Estes cursos estão organizados em harmonia com referenciais de formação aprovados para as diferentes famílias profissionais:

8. Certificação

8.1. A conclusão, com aproveitamento, de um Curso Profissional confere:

um diploma de nível secundário de educação;

um certificado de qualificação profissional de nível 3

8.1.1. A conclusão com aproveitamento de um curso profissional obtém-se pela aprovação em todas as disciplinas do curso, na FCT e na PAP.

8.1.2 A classificação final de cada disciplina obtém-se pela média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações obtidas em cada módulo.

8.1.3 – A classificação final do curso obtém-se mediante a aplicação da seguinte fórmula:

CF= [2MCD+ (0,3FCT+0,7PAP)] /3

Sendo: CF= classificação final do curso, arredondada às unidades; MCD= média aritmética simples das classificações finais de todas as disciplinas que integram o plano de estudos do curso, arredondado às décimas; FCT= classificação da formação em contexto de trabalho, arredondado às décimas; PAP= classificação da prova de aptidão profissional, arredondada às décimas.

9. Prosseguimento de estudos/formação

A conclusão de um Curso Profissional permite o prosseguimento de estudos/formação num Curso de Especialização Tecnológica ou o acesso ao ensino superior, mediante o cumprimento dos requisitos previstos no regulamento de acesso ao ensino superior.

10.

Referenciais de formação

Os referenciais de formação e os programas das disciplinas aprovadas pelo Ministério da Educação encontram-se publicitados nos seus sítios oficiais, nomeadamente na Agência Nacional para a Qualificação (http://www.anq.gov.pt/).

11. Prova de aptidão profissional (PAP)

Estes cursos culminam com a apresentação de um projecto, designado por Prova de Aptidão Profissional (PAP), no qual o aluno demonstrará as competências e os saberes que desenvolveu ao longo da formação e objecto de regulamentação própria.

Para o exercício das suas funções, os professores orientadores e acompanhantes do projecto conducente à PAP têm direito, durante o período de acompanhamento do projecto, a uma redução da componente lectiva, um tempo de 45 minutos por cada 4 formando.

A PAP é objecto de um regulamento próprio.

A sua calendarização, anualmente, será definida em função do calendário dos exames

nacionais

12. Formação em contexto de trabalho (FCT)

A FCT é um conjunto de actividades profissionais desenvolvidas sob coordenação e

acompanhamento da escola, que visam a aquisição ou o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para o perfil de desempenho à saída do curso frequentado pelo aluno.

A FCT realiza-se em posto de trabalho em empresas ou noutras organizações, sob a

forma de experiências de trabalho por períodos de duração variável ao longo da formação, ou sob a forma de estágio em etapas intermédias ou na fase final do curso.

A FCT pode assumir, parcialmente, a forma de simulação de um conjunto de actividades profissionais relevantes para o perfil de saída do curso a desenvolver em condições similares à do contexto real de trabalho.

A classificação da FCT é autónoma e integra o cálculo da média final do curso.

A FCT tem regulamento próprio

13. Condições de admissão

Os candidatos são seleccionados nos termos do nº10 do despacho 14758/2004 de 23 de

Julho.

14. Avaliação

A avaliação incide:

a) Sobre as aprendizagens previstas no programa das disciplinas de todas as componentes de formação, sobre a formação em Contexto de Trabalho (FCT) e ainda integra no final do 3ºano uma Prova de Aptidão Profissional (PAP);

b) Sobre as competências identificadas no perfil de desempenho à saída do Curso.

14.1. Avaliação formativa

A avaliação formativa é contínua e sistemática e tem função diagnóstica, permitindo ao

professor, ao aluno, ao encarregado de educação e a outras pessoas ou entidades legalmente autorizadas obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias

14.2. Avaliação sumativa

14.2.1.– A avaliação sumativa tem como principais funções a classificação e a certificação, traduzindo-se na formulação de um juízo globalizante sobre as aprendizagens realizadas e as competências adquiridas pelos alunos.

14.2.2.

– A avaliação sumativa tem por objecto:

a)

Grau de consecução dos objectivos gerais do curso e do programa da disciplina, nomeadamente, no que respeita à aquisição e aplicação de conhecimentos;

b)

O grau de desenvolvimento das competências transversais ao plano de estudo, nomeadamente, a capacidade de comunicação, de iniciativa, trabalho em equipa e de cooperação com os outros, de articulação com o meio envolvente e de concretização de projectos.

14.2.3.

– A avaliação sumativa ocorre em cada módulo, com a intervenção do professor e o

aluno. O professor deve informar os alunos, no início de cada módulo, dos conteúdos programáticos e dos critérios de avaliação mediante a entrega / disponibilização de uma Ficha Informativa de Módulo do modelo adoptado pela escola.

14.2.4. – Os momentos de realização da avaliação sumativa de cada módulo resultam do acordo

entre cada aluno ou grupo de alunos e o professor. A avaliação de cada módulo exprime a conjugação da auto e hetero – avaliação dos alunos e da avaliação realizada pelo professor, em função da qual este e os alunos ajustam as estratégias de ensino – aprendizagem e acordam novos processos e tempos para a avaliação do módulo. Os testes de avaliação, corrigidos, são entregues aos alunos a fim de que estes possam conhecer os seus resultados sendo o intervalo, entre o acontecimento (realização do teste) e a retroacção, no máximo, de 15 dias.

14.2.5. – Na avaliação sumativa no final de cada módulo o professor segue os critérios específicos definidos na planificação modular e aprovados pelo Conselho Pedagógico.

14.2.6. – Na definição dos critérios de avaliação específicos de cada módulo deve constar a

exigência da assistência a pelo menos 80% das aulas previstas para o referido módulo.

14.2.7 – Expressa-se na escala de 0 a 20 valores e, atendendo à lógica modular, a notação formal de cada módulo, a publicar em pauta, só terá lugar quando o aluno atingir a classificação mínima de 10 valores, isto é, a classificação negativa não é publicitada.

14.2.8. – A pauta é validada pelo Director de Curso. O professor procede à sua impressão e

efectua as démarches necessárias para esta ser assinada pelo Director de Turma, pelo Director

de Curso e pelo Presidente do Conselho Executivo, ou por quem aquele delegar funções. A pauta deve ser entregue nos Serviços Administrativos para posterior afixação. O processo termina com a elaboração dos termos de cada módulo.

15. Recuperação de módulos em atraso

15.1. Efectua-se uma negociação directa entre o aluno e professor para a recuperação do módulo. Nesta situação, o professor e o aluno negoceiam o momento e o tipo de actividades a realizar, como a elaboração de trabalhos, de testes e/ou exposição oral para a conclusão do módulo em causa. Caso seja necessário, agendam também aulas de apoio.

15.2 Para além disso, existem ainda épocas especiais, em que o aluno pode, mediante a prévia

inscrição nos Serviços Administrativos e pagamento de uma propina, efectuar uma prova por cada módulo em atraso, do ano anterior. Essas épocas decorrem em Setembro e nos períodos de

interrupção de actividade lectivas.

15.3 No caso da realização das provas em época especial, o resultado tem um peso de 100% na

avaliação final de módulo

16. Regime de precedências

16.1 – Salvaguardando-se o respeito pelas precedências definidas nas orientações gerais de cada

programa, é permitido que o aluno frequente módulos mais avançados sem a capitalização de

módulos anteriores.

16.2. – Quando o aluno obtiver avaliação positiva num módulo que seja objecto de precedência curricular referida anteriormente (tendo o anterior por capitalizar), a avaliação desse módulo ficará “congelada” durante o ano lectivo em que ocorrer a situação, até à capitalização do módulo anterior.

17. Regime de assiduidade

17.1 – Para efeitos de conclusão de um curso com aproveitamento os alunos têm de cumprir

90% da carga horária do conjunto dos módulos de cada disciplina e 95% da carga horária da FCT.

17.2 – Para efeitos de contabilização, registo ou justificação das faltas será considerado o segmento lectivo de 45 minutos.

17.3 – Os motivos que os alunos podem indicar para justificar as suas faltas são os descritos no

artigo 19.º da Lei n.º 30/2002 de 20 de Dezembro com a redacção dada pela Lei 3/2008, de 18 de Janeiro. A justificação das faltas deve ser assinada pelo encarregado de educação sempre que o aluno seja menor.

17.4 – Em situações excepcionais quando um aluno ultrapasse o limite de faltas previsto, sendo elas justificadas, a escola desencadeará o prolongamento das actividades até ao cumprimento da totalidade das horas de formação, ou desenvolverá mecanismos da recuperação, tendo em conta o cumprimento dos objectivos de aprendizagem (artigo 35.º da Portaria 550-C/2004).

17.5 – Em situações excepcionais, quando a falta de assiduidade do aluno for devidamente

justificada, o período da FCT poderá ser prolongado, a fim de permitir o cumprimento do número de horas estabelecido.

17.6 – O director de turma manterá os encarregados de educação, pais ou tutores, informados

quanto à assiduidade dos alunos.

18. Mecanismos de promoção do cumprimento dos planos de formação

A escola considera importante a instituição de mecanismos de promoção da participação dos alunos nas actividades tendo em conta também os deveres de assiduidade, de pontualidade e de empenhamento no cumprimento das actividades escolares. Para este efeito promove:

a) A informação clara, no início do ano lectivo, a alunos e encarregados de educação sobre o regime de assiduidade e o dever de o cumprirem para conclusão do curso.

b) A colaboração dos pais/encarregados de educação pode ser pedida em reuniões, através de contactos presenciais ou telefónicos ou por e-mail, no sentido de evitar situações de risco de excesso de faltas que comprometam a conclusão do percurso formativo;

c) A criação de condições de estudo e de trabalho que levem os alunos a permanecer na escola. Assim, deverão ser colocados, sempre que possível, à disposição do grupo turma:

Cacifos ou armários em número suficiente para guardar todo o material que usam nas aulas;

Uma sala de aula para cada turma onde sejam colocados os armários com os respectivos materiais;

d) A escola desenvolve ainda outras estratégias de promoção do cumprimento integral dos planos de formação mediante:

Realização de trabalhos práticos que correspondem à compensação das horas de formação em falta;

Recuperação

das

aulas

em

falta

num

dia

da

semana,

quando

não

ocorrem

actividades lectivas;

 

Organização de aulas individualizadas de compensação;

 

Realização de trabalhos de natureza interdisciplinar mediante planificação da equipa pedagógica

19. Mecanismos de reposição de horas de formação

19.1 - Face à exigência de leccionação da totalidade das horas previstas para cada disciplina, de

forma a assegurar a certificação, torna-se necessária a reposição das aulas não leccionadas.

19.2 - As horas lectivas previstas e não leccionadas por colocação tardia dos professores ou por

falta de assiduidade destes, devem ser recuperadas através do prolongamento da actividade lectiva diária ou semanal e/ou da diminuição do tempo de paragem lectiva no Natal e/ou Páscoa

19.3 – A gestão da compensação das horas em falta, deve ser planeada em reunião da Equipa

Pedagógica, e posteriormente comunicada pelo Director do Curso ao Órgão de Gestão da escola.

19.4 - As aulas previstas e não leccionadas são recuperadas através de:

a) Prolongamento da actividade lectiva diária, desde que não ultrapasse as 7 horas

b) Diminuição do tempo de interrupção das actividades lectivas relativas ao Natal e/ ou Páscoa;

c) Permuta entre docentes resultante do recurso à Bolsa de Substituições elaborada pela Equipa Pedagógica e com a autorização do Órgão de Gestão.

19.5 - Se a reposição for efectuada de acordo com o previsto nas alíneas a) e b) do número

anterior, deverá ser comunicado ao encarregado de educação do aluno ou ao próprio, quando este for maior.

19.6 – Quanto a reposição é feita nos termos da alínea c) do número 4, não deve ser marcada

falta ao docente.

19.7 - Mensalmente o Coordenador de Curso procederá ao registo das horas de formação já

ministradas e dará conhecimento ao Conselho de Turma da data previsível para a conclusão das actividades lectivas. O Director de Curso comunicará estes dados ao Órgão de Gestão em documento apropriado.

20. Transferências e equivalências entre disciplinas

20.1- Nos termos do Despacho Normativo n.º 36/2007, de 8 de Outubro, os alunos têm a possibilidade de requerer a reorientação do seu percurso formativo, através da mudança de cursos, recorrendo ao regime de equivalência entre disciplinas, através de requerimento dirigido ao Presidente do Conselho Executivo / Director.

20.2 – Este pedido deve ser apresentado pelo Encarregado de Educação ou pelo aluno, quando

maior, até ao dia 31 de Dezembro do ano lectivo seguinte.

20.3 – No requerimento deve constar, de forma clara, a identificação completa do interessado e

as habilitações académicas de que é detentor.

20.4 – As habilitações académicas declaradas devem ser acompanhadas por documentos

comprovativos dos módulos realizados, tais como plano(s) curricular(es) de disciplina(s) ou descrição sumária dos conteúdos dos módulos que constituem a(s) disciplina(s) que o aluno

realizou.

20.5 – Para cálculo da classificação final das disciplinas a que forem dadas as equivalências

aplicar-se-á o disposto na legislação e regulamentação respectiva

21. Visitas de estudo

21.1 – As visitas de estudo e os respectivos objectivos fazem parte do projecto curricular de

turma, tendo, portanto, de ser aprovadas e constar do plano anual de actividades.

Estas actividades constituem estratégias pedagógicas/didácticas que, dado o seu carácter mais prático podem contribuir para a preparação e sensibilização a conteúdos a leccionar, ou para o aprofundamento e reforço de unidades curriculares já leccionadas e como tal correspondem a horas de formação.

21.2 – As horas efectivas destas actividades convertem-se em tempos lectivos até ao máximo de

9 tempos diários (45 minutos).

21.3 – Os tempos lectivos devem ser divididos pelos professores organizadores/acompanhantes,

desde que os objectivos da visita se enquadrem nas respectivas disciplinas.

21.4 – Para o acompanhamento dos alunos, têm prioridade os professores das disciplinas

envolvidas.

21.5 – Dadas as características práticas destes cursos, a participação dos alunos é fundamental,

pelo que deve ser promovida.

21.6 – As visitas de estudo fazem parte do plano de formação e como tal é obrigatória a

presença do aluno. No caso do aluno não poder comparecer à visita, por razões bem fundamentadas e com conhecimento do Encarregado de Educação, deverá ser encaminhado para a sala de estudo com a indicação de uma actividade para realizar, a definir pelo professor responsável pela visita, durante o período em que estaria a ter aulas.

22. Funcionamento das equipas pedagógicas

22.1 – A equipa pedagógica é constituída pelos professores das disciplinas, pelo director de

turma, pelo director de curso e pelo orientador da Formação em Contexto de Trabalho.

22.2 – O Conselho de Turma de Avaliação ocorrerá, pelo menos, três vezes ao longo do ano

lectivo, sendo entregue ao encarregado de educação um relatório qualitativo que inclua informação global sobre o seu percurso formativo nos termos do artigo 16.º da Portaria 550-

C/2004.

22.3 – Para além das reuniões previstas no ponto anterior, deve a equipa reunir uma vez por mês

para articulação e coordenação pedagógica. Assim deverá ser efectuada uma previsão, aquando

da elaboração dos horários, de um período de tempo – uma manhã ou uma tarde – em que não

decorra qualquer actividade lectiva, de modo a facilitar a planificação de reuniões com a periodicidade mensal;

23. Dossier pedagógico

23.1 – O Director de Curso organizará um dossier técnico pedagógico onde devem constar os

seguintes elementos:

a) Cronograma por disciplina.

b) Planificação modular por disciplina.

c) Ficha Informativa de módulo

d) Guias de aprendizagem e textos de apoio (Reprografia)

e) Relatórios de acompanhamento de estágios

f) Planificações e relatórios de visitas de estudo. (Dossier do PAAE)

g) Provas, testes (sumativos e formativos), fichas de trabalho e relatórios de trabalho organizados. (Reprografia)

h) Pautas de classificação modular, relatórios trimestrais ou outros registos de classificação dos alunos. (Serviços Administrativos e Dossier D.T.)

23.2

Todo

o

material

deve

também

constar

do

“Departamentos”

.

24.

Parcerias e protocolos de cooperação

Dossier

Digital

existente

na

pasta

24.1 - Para garantir o bom funcionamento dos cursos é imprescindível o estabelecimento de

parcerias e protocolos de colaboração com entidades dos sectores empresarial, económico, cultural científico ou artístico.

24.2 - O âmbito e duração das parcerias/protocolos é definido caso a caso e tem em conta as

áreas de actividade e objectivos a atingir.

25. Interpretação e integração

A interpretação e integração dos casos omissos no presente regulamento são da competência do

Director.