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FATORES AMBIENTAIS

Profa. Franciane Falcão |1

Uma definição de Ergonomia


• “A Ergonomia é o estudo do relacionamento entre
o homem e o seu trabalho, equipamentos e
ambiente, e e particularmente a aplicação dos
conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia
na solução dos problemas surgidos desse
relacionamento.”
(Ergonomics Research Society , Inglaterra).

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Ambiente
• “Que cerca ou envolve os seres vivos ou as
coisas” (Aurélio Ferreira, 1993, p.27).

• Vale lembrar que um ambiente de trabalho é o


resultado de um complexo de fatores, materiais ou
subjetivos, todos importantes e que, tantas vezes
são tão fáceis de serem atendidos.

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Ambiente
• “Um local de trabalho, um escritório,
uma oficina ou um quarto, deve ser
sadio e agradável. O usuário precisa
encontrar aí condições capazes de lhe
proporcionar um máximo de proteção
e, ao mesmo tempo, satisfação no
trabalho. Mais ainda, o ambiente deve
poder cumprir uma finalidade social de
educar, criando no homem e na
mulher hábitos de higiene e de ordem
que venham a estender ao seu lar”
(VERDUSSEN, 1978, p.49.).

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Ambiente: por que preocupar-se?

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Ambiente: por que


preocupar-se?
• As características de um ambiente de trabalho
refletem de maneira expressiva sobre seu usuário.

• “Uma grande fonte de tensão no trabalho são as


condições ambientais desfavoráveis, como
excesso de calor, ruídos e vibrações. Esses
fatores causam desconforto, aumento o risco de
acidentes e podem provocar danos consideráveis
a saúde” (IIDA, 1997).

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Ambiente: porque
preocupar-se?
• As condições de um ambiente
mal planejado podem gerar:
– Riscos de acidentes e
danos à saúde (doenças
ocupacionais, mutilações);
– Desconforto;
– Monotonia e atrofia de
raciocínio.

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Ambiente: vantagens
de sua melhoria
• O custo de qualquer melhoria ambiental é
investimento altamente rentável, podendo resultar
em aumento de produtividade, redução dos
acidentes, doenças ocupacionais e
abstencionismo, proporcionando ainda, melhor
relacionamento empresa-empregado.

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Ambiente de Trabalho Ideal
• Para se ter um ambiente de trabalho ideal, é
necessário que se crie condições ideais,
considerando os limites e recomendações para os
fatores ambientais e aplicar conhecimentos de
anatomia (A), fisiologia (B) e psicologia (C).

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Ambiente de Trabalho Ideal


• anatomia (A), fisiologia (B) e psicologia (C).

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Ambiente de Trabalho Ideal
• anatomia (A), fisiologia (B) e psicologia (C).

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Fatores Atuantes no
Ambiente
• Um ambiente é na verdade produto da contribuição
de todos os fatores atuantes. Considerando o
imediatismo de influência Verdussen temos
estabelecida uma classificação destes fatores em:
Principais e Secundários (1978, p.49).

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Fatores Atuantes no
Ambiente

• Fatores Ambientais
Principais:
– Temperatura
(clima);
• Fatores Ambientais Secundários: – Iluminação;
– Arquitetura; – Ruídos;
– Relações humanas; – Vibrações;
– Remuneração; – Odores;
– Estabilidade e apoio social. – Cores;
– Layout
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Fatores Ambientais
• “Para cada uma das variáveis ambientais há certas
características que são mais prejudiciais ao
trabalho. Cabe ao projetista, conhecer essas
limitações e, na medida do possível, tomar as
providencias necessárias para deixar os
trabalhadores fora dessas faixas de risco”
(IIDA, 1997, p.232),

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Clima
• Velocidade do Ar
– Em climas frios deve-se diminuir as
velocidades de ar, para evitar que retirem calor
do corpo.
– Em climas quentes, o aumento da velocidade
do ar ajuda a retirar o calor do corpo.

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Clima
• Umidade Relativa do Ar
– Ar muito úmido (umidade relativa acima de
70%) afeta o conforto térmico. Ex.: o ar
saturado (100%) dificulta a evaporação do
suor, sendo desagradável para os trabalhos
pesados.
– Ar muito seco (abaixo de 30%) pode provocar
irritação nos olhos e nas mucosas, alem de
produzir riscos de incêndios, choques e
interferências em equipamentos.
– Pode ser controlada adicionando-se ou
retirando água do ar.
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Clima
• Tipo de Atividade Física
– Em trabalhos pesados, as pessoas se sentem
melhor em climas mais frios.
– Em trabalhos leves, as pessoas se sentem
melhor em climas não muito frios.
• Tipo de Vestuário
– Para combater o frio, deve-se usar roupas
isolantes.
– No calor, devem ser usadas roupas mais leves,
que favoreçam a transpiração.
– Para calor externo devem ser usadas roupas
especiais, como dos bombeiros.

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Temperatura

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998)

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Iluminação
• “A intensidade de luz que incide sobre a superfície
de trabalho deve ser suficiente para garantir uma
boa visibilidade.” (Dul & Weerdmeester, 1998)

• “A intensidade de iluminação da a medida do fluxo


luminosos que incide em uma superfície. A
unidade de medida e o Lux.” (Grandjean, 1998)

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Iluminação

Fonte: Iida (1997)


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Iluminação

Fonte: Iida (1997)


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Iluminação

Fonte: Iida (1997)


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Iluminação

Fonte: Iida (1997)

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Iluminação

Fonte: Iida (1997)


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Iluminação

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998)

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Ruído
• O primeiro sinal de ruído elevado num ambiente e
a dificuldade para entender a fala de outra pessoa.
• As perturbações nas comunicações e no trabalho
intelectual ocorrem a partir dos 80 dB (dB=
decibéis – unidade de medida do nível de ruído).
• Um ruído que ultrapassa 80 dB em oito horas de
exposição, pode provocar surdez.

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Ruído

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998) Profa. Franciane Falcão | 27

Ruído

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998)

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Ruído

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998)


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Ruído
• Reduza os ruídos
– Use maquinas silenciosas.
– Faça manutenção regular das maquinas.
– Confine as maquinas ruidosas.
– Separe o trabalho barulhento do silencioso.
– Mantenha uma distancia de 5 a 10 m da fonte
de ruído.
– Use barreiras acústicas.
– Use protetores auriculares.

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Ruído

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998)


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Ruído

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998)

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Vibração
• A vibração pode afetar:
– o corpo inteiro _ quando ocorre uma vibração:
nos pés na posição em pe ou no assento na
posição sentada);
– partes do corpo _ nos braços e mãos, quando
utilizamos ferramentas elétricas ou
pneumáticas, como furadeira).

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Vibração

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998)


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Vibração

Fonte: Dul e Weerdmeester (1998) Profa. Franciane Falcão | 35

Vibração
• Vibrações e suas conseqüências:
– Com freqüência menor que 1 Hz, pode produzir
enjôo.
– Entre 1 a 100 Hz, e entre 4 e 8 Hz, pode
produzir dores no peito, dificuldades
respiratórias, dores nas costas e visão
embaralhada.
– Na mão e braço entre 8 e 1000 hz produz
alterações na sensibilidade, redução da
destreza dos dedos, distúrbios dos músculos,
ossos e articulações.

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Cores
Cores Ambientação da Casa
Tons avermelhados são ideais para salas de estar e
Vermelho
jantar.
Todos os ambientes em que se pretende estimular a
Amarelo comunicação e as atividades mentais. Na cozinha,
favorece reuniões familiares.
Salas de estudo, de reuniões ou locais onde a família
Laranja se encontra para conversar, como sala e cozinha.
Aconselhável para quartos de crianças.
Indicada para todos os ambientes. No banheiro, em
especial, é aconselhável ter toalhas, plantas ou
Verde
detalhes de acabamento em verde vivo, pois é ali que
se purifica o corpo e se renova as energias.
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Cores Ambientação da Casa

Azul Cores
Nos tons suaves, acalma a energia dos quartos de
crianças e adultos hiperativos. Ideal também para
banheiros e lavabos.

Não é aconselhável pintar um ambiente inteiro de lilás


forte, pois ele tem o dom da dispersão. O melhor é diluir
Lilás a cor com branco, até chegar a um tom quase azulado.
Ideal para locais de meditação e quartos de quem está
convalescendo.

Ótimo para qualquer ambiente, principalmente cozinhas


e banheiros. Porém, numa casa onde paredes, móveis
Branco
e tapetes sejam 100% brancos, o resultado pode estar
em ambientes frios e hostis.

A predominância do preto em paredes ou pisos pode


tornar o ambiente escuro, opressivo e deprimente. Por
Preto
isso, a cor é indicada apenas para objetos ou detalhes
de acabamento.
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Cores

• VIOLETA
– Está associada à intuição e à espiritualidade.
Em tonalidades muito fortes, pode agravar o
estado depressivo. Em tons claros, acalma e
aconchega. É próprio para locais de meditação.

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Cores

• VERDE
– Situada na fronteira entre o quente e o frio (o
amarelo e o azul), representa a esperança e a
abundância. É a cor do equilíbrio: não agita
nem relaxa demais. Estimula o silêncio e pode
ajudar a amenizar o stress.
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Cores

• AZUL
– Encabeça o rol das cores frias. Tranqüiliza os ânimos
e favorece a amabilidade, a paciência e a serenidade.
Em tons suaves, acalma. Mas cuidado com os azuis
muito intensos e com os ambientes monocromáticos,
que levam à introspecção - situação nada
recomendável para pessoas depressivas.
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Cores
• AMARELO
– Alegre, espontâneo e
divertido, o amarelo está
ligado à criatividade. Ativa o
raciocínio e a comunicação, o
que o torna uma boa opção
em espaços onde se
depende de atividades mais
cerebrais: escritórios, cantos
de estudo, bibliotecas. No
estar, deixa as pessoas mais
relaxadas e extrovertidas.

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Cores
• LARANJA
– Aconchegante, estimula o
otimismo, a generosidade
e o entusiasmo, ajudando
a levantar o astral. Age
sobre o sistema digestivo,
despertando o apetite.
Uma boa cor para as salas
de refeição - isso, é claro,
se os moradores não
estiverem de dieta.

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Cores
• VERMELHO
– A cor do fogo é também o
tom das emoções. Desperta
a sexualidade e, em alguns
casos, pode fazer aflorar a
agressividade. Em casa, o
ideal são as pequenas
doses: um objeto, um móvel,
uma única parede. Em
excesso, torna-se irritante.
Por isso, se fizer questão de
usá-lo, faça-o com um conta-
gotas.
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Cores
• PRETO
– Expressa um sentido
universal de agressividade,
sinalizando sensações de
distância e isolamento. Por
sua sobriedade, não é raro
encontrá-lo em ambientes
masculinos. O ideal é que
ele esteja presente mais em
detalhes do que em grandes
áreas - aí, sim, pode ficar
sofisticado.
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Cores
• BRANCO
– No Ocidente, simboliza a
paz e a pureza. No
Oriente, o luto. Produz
uma sensação de limpeza,
frescor e claridade. Um
espaço totalmente branco,
porém, torna-se monótono
e hostil, levando à
dispersão.

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Cores
• Dicas:
– Em grandes superfícies ou grandes objetos, não
devem ser usadas cores luminosas (cores puras) ou
tinta fluorescente.
– A vizinhança imediata de um corpo de maquina ou
de uma mesa de trabalho deve ser pintada de cores
neutras e clamantes, do verde claro ao azul pastel.
– Uma grande discrição e necessária no uso de
cores, uma limitação a três ou no maximo cinco
atrativos visuais e o mais importante pré-requisito
da fisiologia do trabalho para dinâmica de cores de
um ambiente de trabalho

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Cores
• Dicas:
– De maneira muito genérica, podemos dizer que
cores escuras são abafantes, sufocantes e
desestimulantes; alem disso dificultam a
limpeza e absorvem a luz. Todas as cores
claras parecem ser leves, amistosas e
estimulantes; elas difundem mais luz, clareiam
o ambiente e obrigam a uma limpeza maior.
– Em trabalhos monótonos, o uso de alguns
elementos coloridos estimulantes e
recomendado (uma coluna, uma porta, uma
superfície de separação ente dois ambientes).
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Cores
• Dicas:
– Em ambiente cuja atividade exige uma grande
concentração, deve-se fazer a coloração da
sala mais discreta (cores claras, em tons pouco
definidos), para evitar distrações e cores
intranqüilizastes.
– Em salas que são usadas por pouco tempo,
como entradas, corredores, banheiros ou
depósitos, pode-se colocar paredes e teto em
cores intensas (amarelos, vermelho ou azuis).
– Salas com cores delicadas e tranqüilizantes
criam uma atmosfera agradável e amistosa.
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Layout
• “O arranjo físico (...) (plant lay-out) significa a
disposição física do equipamento industrial. Este
arranjo, quer instalado, quer em projeto, inclui o
espaço necessário para movimentação de
material, armazenamento, mão-de-obra indireta e
todas as outras atividades e serviços
dependentes, além do equipamento de operação e
o pessoal que o opera.”
(Marcio Pugliesi & Walter Wag, 1989)

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Layout
• Vantagens básicas do lay-out são:
– Economia
– Segurança
– Satisfação

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Layout
• Princípios do Layout:
– Integração: os diversos elementos são como elos de
uma corrente, que para não perder a harmonia do
conjunto deve ter todos os elementos funcionando a
contento.
ƒ Devemos nos atentar para saídas de pessoal
independentes da entrada de público, o
abastecimento fácil de dispositivos especiais da
fabricação, o almoxarifado bem colocado,
bebedouros em lugares adequados, a orientação
do prédio, etc, pontos que favorecem a integração
de todos os elementos num conjunto harmonioso
e eficiente.

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Layout
• Princípios do Layout:
– Mínima distancia: os movimentos do produto pelo
ambiente (transporte) podem ser inteligentemente
aproveitados, porem só os indispensáveis devem ser
mantidos e procurada a maneira de reduzir ao mínimo
as distâncias entre operações.
– Obediência ao fluxo de operações: a disposição das
áreas e locais de trabalho deve obedecer as
exigências do processo tanto quanto possível, deve
coincidir com a seqüência das operações, e evitar
cruzamento ou retornos que causam interferências e
congestionamento.

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Layout
• Princípios do Layout:
– Uso do espaço: as três dimensões devem ser
aproveitadas. Muitas vezes, o subsolo ou os
espaços superiores são valiosos. O abastecimento
por transportadores elevados podem cruzar
seções inteira sem interferir com a produção e
seguindo as trajetórias mais curtas.
– Satisfação e segurança: o trabalhador satisfeito
produz mais e melhor. Torna-se amigo e
propagandista da firma. Com bom layout temos
custos humanos reduzidos e acidentes eliminados.

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Layout
• Princípios do Layout:
– Flexibilidade: a produção moderna e em geral
competitiva. A cada produto novo ou renovado
deve corresponder um esquema adequado. A
fábrica deve ser fácil de mudar e adaptar-se a
novas condições e também deve ser mantido
um alto valor venal para possíveis negócios.
Flexibilidade é um princípio que deve ser
seguido.

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Layout
• Fatores que influenciam o layout:
– Material
– Máquinas
– Homem
– Movimento
– Espera
– Serviços
– Edifícios

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Layout
• Dicas para Home Office:
– Coloque a mesa de trabalho em posição
perpendicular a janela. O mesmo vale para o
computador. Se ele estiver voltado para a
janela, a tela ficara cheia de reflexos.

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• Atente-se a todas a
regras para monitor,
cadeira, iluminação,
apoio para os pés,
documentos, posturas
desconfortáveis (zonas
de alcance), teclado e
mouse...

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