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Matéria do teste de ciências 2.1

Os fósseis

Fósseis são os restos, marcas ou vestígios de seres vivos que viveram há muito tempo e que ficaram conservados até a atualidade.

Amonite

tempo e que ficaram conservados até a atualidade. Amonite Trilobite Os quatro fósseis mais importantes: Gingkobiloba

Trilobite

que ficaram conservados até a atualidade. Amonite Trilobite Os quatro fósseis mais importantes: Gingkobiloba Nautilus

Os quatro fósseis mais importantes:

Gingkobiloba

até a atualidade. Amonite Trilobite Os quatro fósseis mais importantes: Gingkobiloba Nautilus Caranguejo-Ferradura

Nautilus

até a atualidade. Amonite Trilobite Os quatro fósseis mais importantes: Gingkobiloba Nautilus Caranguejo-Ferradura

Caranguejo-Ferradura

até a atualidade. Amonite Trilobite Os quatro fósseis mais importantes: Gingkobiloba Nautilus Caranguejo-Ferradura

Selacanto

Selacanto Processos de fossilização 1- Morte do ser vivo. 2- Deposição de sedimentos sobre os seus

Processos de fossilização

1- Morte do ser vivo.

2- Deposição de sedimentos sobre os seus restos mortais.

3- Substituição da matéria orgânica por matéria mineral.

4- Após milhões de anos, e através do desgaste das rochas, o fóssil fica

exposto novamente à superfície.

Datação Relativa: Determina-se a idade do fóssil num laboratório.

Datação Absoluta: A idade do fóssil é determinada através de fósseis de idade.

Fósseis de Idade: Formas que viveram durante curtos intervalos de tempo, e se encontravam nas vastas áreas da Terra. As Amonites e as Trilobites são bons fósseis de idade.

Fósseis Fáceis: Designado também por fóssil de paleoambientes, constitui um fóssil de um ser que viveu em condições ambientais muito restritas. Os fósseis de fácies são muito importantes por permitirem reconstruir os ambientes em que, no passado, as rochas onde se encontram foram geradas. Informam sobre as condições ambientais e as variações

climáticas do meio através dos tempos geológicos. Os antigos mares, como os atuais, tiveram lagunas litorais, recifes de coral, grandes fossas, da mesma maneira que no continente existiram cursos de água, lagos, desertos, etc. Todos os acidentes geológicos originaram depósitos diferentes que hoje são identificados por fósseis específicos em cada fácies.

Principais Processos de Fossilização

Mumificação ou Conservação

Este processo de fossilização, que é o mais raro, implica a preservação total do indivíduo ou parte dele, Para ocorrer a mumificação, é necessário que o ser vivo, ou parte dele, seja envolvido por uma substância impermeável, como, por exemplo âmbar. Um outro exemplo de mumificação, também muito raro, é o dos mamutes encontrados na Sibéria totalmente preservados pelo gelo.

Moldagem

A moldagem é um tipo de fossilização em que as partes moles do ser vivo

desaparecem totalmente, deixando gravado na rocha um molde geralmente das suas partes duras, como conchas, dentes e ossos. Um bom

ambiente para a sua formação e conservação são os sedimentos depositados em meio marinho.

Mineralização

A mineralização é um processo de fossilização em que a matéria orgânica

que constitui o ser vivo é substituída por minerais.

As partes duras dos seres vivos, as mais resistentes, são as que mais facilmente fossilizam. Quando os sedimentos que envolvem o ser vivo sofrem a pressão dos depósitos que se vão acumulando sobre eles, alguns compostos minerais substituem a matéria orgânica.

As Eras geológicas

A datação das rochas associada à presença de fósseis permitiu a elaboração de um calendário, que divide a história da Terra, em função de acontecimentos, como por exemplo, o aparecimento e a extinção de espécies. Assim, o tempo geológico encontra-se dividido em Eras, as Eras em Períodos e estes em épocas. O quadro seguinte representa a distribuição de alguns seres vivos ao longo do tempo geológico.

e estes em épocas . O quadro seguinte representa a distribuição de alguns seres vivos ao

Pré-Câmbrico (De 4600 a 542 M.A)

Deste tempo geológico, a que pertencem as rochas mais antigas da crusta terrestre, existem muito poucos fósseis; alguns exemplos são os estromatólitos e os fósseis de Edicara.

Há cerca de 3800 M.a., os mares seriam povoados por animais de corpo mole e sem concha.

Era Paleozóica (De 542 a 251 M.A)

É considerada a Era das Trilobites. Animais com concha e peixes evoluíram no mar, enquanto que anfíbios e répteis começaram a ocupar os continentes onde os fetos arbóreos e as coníferas abundavam. No final desta Era, deu-se a maior extinção conhecida da história do planeta. Extinguiram-se cerca de 60% do total das espécies existente, incluindo as Trilobites, que desapareceram para sempre.

Era Mesozóica(De 251 a 65 M.A)

Esta foi a Era das amonites e dos dinossauros. Existiam répteis de todos os tamanhos que povoavam os vários ambientes (aquático, aéreo e terrestre). Nesta Era, já existiam pequenos mamíferos de hábitos noturnos. A flora caraterizava-se pela abundância das gimnospérmicas; as plantas com flor surgiram no final desta Era.

Era Cenozóica (De 65 M.A. até a atualidade)

Esta foi a Era dos mamíferos e das aves. A flora dominante era constituída por plantas com flor as angiospérmicas.

Nos últimos 2 M.A. desta Era, no Quarternário, também denominado Antropozóida, surge finalmente o Homem (do grego Anthrhõpos =Homem). É muito importante refletirmos coletivamente sobre a atividade humana e o seu impate nos ecossistemas, pois estudos recentes mostram que a sua ação pode ser responsável pela extinção de inúmeras espécies: a caça desenfreada, a destruição e a alteração do ambiente pelas mais diversas formas, destacando-se a poluição, foram responsáveis pelo desaparecimento de inúmeras espécies, principalmente, nos últimos 200 anos.

Princípio da Sobreposição dos Estratos

No século XVII, Steno, um geólogo da época, concluiu que os sedimentos se dispõem em estratos (ou camadas) horizontais e que os mais recentes se depositam sobre os mais antigos - Princípio da Sobreposição dos Estratos.

Na Natureza, encontramos frequentemente estratos horizontais, estratos inclinados, estratos dobrados e estratos com falhas.

Atualmente, o Princípio da Sobreposição dos Estratos estabelece que, numa sequência não deformada de estratos de rochas sedimentares, uma camada de sedimentos é mais recente do que a que esta por baixo e mais antiga do que a que se situa por cima.

No entanto, este princípio só é válido para estratos não deformados, já que, como podes observar na figura 3, estratos de formação mais recente podem encontrar-se abaixo dos mais antigos.

As alterações nos estratos rochosos são uma consequência de movimento e forças da crusta terrestre.

No estudo de estratos deformados, os geólogos aplicam ainda o seguinte princípio: qualquer estrutura geológica que corte outra é de formação posterior.