Vous êtes sur la page 1sur 38

169

ARTIGO

Seleção de testes para o jogador de voleibol

Nelson Kautzner Marques Junior

Mestre em Ciência da Motricidade Humana pela UCB do RJ – Brasil

RESUMO

O objetivo da revisão foi de determinar os testes para o jogador de voleibol. Foram selecionados os seguintes testes: hemisfericidade, metacognição, testes antropométricos, testes neuromusculares e metabólicos. Em conclusão, o artigo apresentou os testes para o atleta de voleibol

Palavras-chave: Teste; Esporte; Voleibol.

ABSTRACT

The objective of the review was of determines the tests for the volleyball player. The study determined the tests: hemisphericity, metacognition, anthropometric tests, neuromuscular tests and metabolic tests. In conclusion, the article determined the tests for the volleyball player.

Key-words: Test; Sport; Volleyball.

Introdução Em 1895 o voleibol foi criado pelo norte-americano William Morgan da ACM com o nome de Minonette. No início esse esporte ficou restrito a ACM de Holyoke no qual Morgan era diretor de Educação Física. Mas numa conferência na Universidade de Springfield ocorreu uma demonstração desse jogo, onde o Dr. Halsted sugeriu que o nome dessa modalidade coletiva fosse alterada para voleibol porque as batidas na bola caracterizam o nome do jogo. Volley em inglês significa salva de tiros, descarga e rebatida. No Brasil o voleibol chegou em 1915, onde começou a ser praticado no Colégio Marista de Pernambuco. Mas só a partir dos anos 50 que o voleibol começou a se popularizar no Brasil, devido os bons resultados dos brasileiros no Sul-Americano e a criação das federações, inclusive da CBV (DALSIN & GOELLNER, 2006). Neste período, o voleibol na areia era praticado apenas como lazer, geralmente pela elite carioca de Copacabana e Ipanema (AFONSO, 2004). Inicialmente o treino do voleibol brasileiro era exercitar através dos fundamentos e em seguida era realizado o jogo. Este tipo de treino foi conduzido até os anos 60. A partir da década de 70, o voleibol no Brasil começou a realizar a preparação física (GUIMARÃES & MATTA, 2004), um

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

170

dos pioneiros nessa atividade foi o Professor Tubino, com seu trabalho de excelência no Fluminense ele passou a fazer parte da seleção brasileira masculina de voleibol. Neste momento, os testes antropométricos e físicos passaram ter destaque no voleibol para controle da carga e evidenciar as adaptações fisiológicas do treino físico. Atualmente, qualquer equipe ou dupla de voleibol realiza teste físico e antropométrico (REGAL et alii, 2006; D´ALESSANDRO et alii, 2005). O avanço da tecnologia permitiu aos pesquisadores estabelecer os esforços do voleibol durante a partida (MARQUES JUNIOR, 2006) e estudar as ações táticas (AFONSO et alii, 2008). O estudo tático do voleibol teve avanço na Olimpíada de 84, através da seleção norte-americana (UGRINOWITSCH & UEHARA, 2006), após esse período qualquer equipe faz uso da análise do jogo (GOUVÊA & LOPES, 2008). Sabe- se que o voleibol é um esporte acíclico e intermitente, na fase ativa do jogo acontece na via dos fosfagênios e na pausa no sistema aeróbio (MARQUES JUNIOR, 2008). Os maiores esforços desse esporte são os saltos, depois os deslocamentos defensivos (MARQUES JUNIOR, 2009). Como é um esporte coletivo, depende muito do pensamento tático e da técnica para realizar a ação com maestria (FILGUEIRA & GRECO, 2008). Através desse estudo minucioso sobre os esforços do voleibol e da tática desse esporte, hoje é fácil determinar as capacidades físicas condicionantes importantes para realizar os testes físicos e as capacidades coordenativas, cognitivas e táticas para praticar os testes referentes a essas variáveis. Segundo Tubino e Moreira (2003), as capacidades físicas condicionantes que o professor deve fazer testes físicos são a flexibilidade, a força (rápida e de resistência), a velocidade, a agilidade, a potência anaeróbia e a potência aeróbia. Também testes antropométricos que estabeleçam a estatura, a massa corporal total e outros são importantes para esse esporte (RIGOLIN DA SILVA et alii, 2003). Já os testes que mensuram o jogar, a atividade é pela análise do jogo, com uso do scout ou vídeo-computador (GARGANTA, 2001). A inteligência de jogo também pode ser estabelecida pela metacognição (VIANA DA SILVA, 2000). Porém, o ideal que a maioria dos testes aconteçam no ambiente da disputa do atleta, de preferência no momento da competição porque é mais preciso para o professor medir e avaliar (MOREIRA et alii, 2006). Outra exigência é sobre o custo dos testes, de preferência de baixo custo financeiro porque permite o uso de vários treinadores e durante as viagens a comissão técnica pode praticar com pouco material, fato que não ocorre no teste de laboratório (COTTA et alii, 2009). Entretanto, são escassas na literatura estudos que determinam os testes antropométricos, físicos e de jogo para o atleta de voleibol (RAMOS et alii, 2009;

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

171

VIEIRA et alii, 2008). Sabendo desse problema, o objetivo da revisão foi de determinar os testes para o jogador de voleibol.

Recomendações Importantes para a Prática dos Testes Os testes antropométricos e os testes físicos devem ser praticados no mínimo 1 vez por mês ou no máximo a cada 6 meses. Devendo ser realizado no mínimo duas vezes no ano, geralmente acontece no início do ano e no fim da temporada. Já o teste que estabelece a inteligência de jogo, a cada 15 dias costuma ocorrer modificação, merecendo avaliação durante esse tempo (COSTA et alii, 2007) ou no máximo 1 vez por mês. Para os voleibolistas o indicado é o uso da metacognição (OLIVEIRA et alii, 2003). O horário de todas essas avaliações deve ser no mesmo período porque acontecem alterações no resultado dos testes ao longo do dia (LIMA et alii, 2008). O teste que estabelece a evolução e involução técnica e tática de um voleibolista ou da equipe, sendo praticado pela análise de jogo, merece ser realizado no mínimo entre 9 a 30 dias e no máximo, a cada 2 meses, porque as alterações na memória acontecem nesse período e refletem na atividade com bola do atleta de voleibol (MARQUES JUNIOR, 2009). Consulte Marques Junior (2005) para saber sobre esse teste. Marques Junior (2007) informou que determinadas variáveis podem influenciar no resultado dos testes antropométricos, físicos e da análise do jogo, elas são:

periodização (conforme o modelo pode melhorar ou piorar determinadas capacidades físicas), idade biológica, estação do ano e tipo de treinamento. A idade biológica do jovem atleta serve para o treinador entender porque jogadores da mesma idade possuem excelentes resultados e outros não, tendo estímulo similar de treino (ULBRICH et alii, 2007). Geralmente os adiantados biologicamente são melhores principalmente, nos testes físicos (VITOR et alii, 2008). Porém, atletas com mais tempo de treino e com pequeno atraso biológico do que os iguais costumam ser melhores nos testes físicos (MALINA et alii, 2004). Para o professor estabelecer a idade biológica basta utilizar as “Pranchas de Tanner Adaptada”, tendo desenhos para não constranger os avaliados (MASSA & RÉ, 2006). Mas como atualmente vem sendo comum os casos de pedofilia, indica-se outras avaliações para determinar a idade biológica. O teste de Matsudo (1998) que estabelece a idade biológica do sexo masculino pelos pêlos das axilas ou o cálculo matemático de Escalona e Abreu (2008) para ambos os sexos. A estações do ano podem otimizar ou deteriorar os testes antropométricos, físicos e da análise do jogo. Os testes antropométricos como o percentual de gordura (%G) podem reduzir no verão e possuírem valores maiores no inverno por causa da

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

172

manutenção da taxa matabólica basal. O verão é benéfico para o teste de flexibilidade porque o motoneurônio gama é inibido, acarretando um relaxamento muscular e conseqüentemente aumenta a flexibilidade (DANTAS, 1991). Já no inverno, ocorre o contrário, o motoneurônio gama excita as fibras intrafusais e permite uma flexibilidade discreta devido o aumento do tônus muscular. Para Pompeu (2004), a agilidade e a velocidade são beneficiadas no verão e na primavera porque rapidamente se eleva a temperatura corporal e ocorre diminuição da viscosidade do tecido muscular. No inverno, ocorre o contrário, prejudicando a performance. Os testes de força a literatura não informa nada quanto o efeito da estação do ano (FEITOZA & SILVA, 2005). Mas no teste aeróbio, o verão ocasiona rápida queda do glicogênio muscular induzindo em rápida fadiga central e periférica (HARGREAVES, 2008). Enquanto que no outono, essa avaliação é beneficiada porque o glicogênio muscular demora a ser depletado. Em relação a análise do jogo que determina a qualidade tática e técnica da equipe ou da dupla, o verão e o inverno costumam prejudicar o rendimento na partida. Enquanto que o outono, tende otimizar o jogar porque a temperatura é agradável para a prática esportiva. O tipo de treino influencia no resultado dos testes porque cada sessão possui um período de evolução e involução, sendo manifestado na avaliação. Mais detalhes o leitor pode encontrar em Marques Junior (2005) na internet. Antes de começar a bateria de testes, o voleibolista merece estar descansado por no mínimo 2 a 3 dias porque os estoques de glicogênio muscular vão estar no seu máximo e o atleta poderá realizar as avaliações com demasiado empenho (BURKE et alii, 2004). Essas recomendações são para os testes físicos e também para a análise do jogo. Porém, conforme o treino que o atleta fez antes de praticar os testes o descanso pode ser de 6 horas (para o treino técnico e sessão de agilidade), 48 horas (2 dias – musculação, salto em profundidade, treino de corrida aeróbia e treino de corrida anaeróbia), 24 horas (1 dia - flexibilidade) e 72 horas (3 dias – jogo) (BOMPA, 2004; MONTEIRO, 2002). Outras recomendações são efetuadas por Tricoli et alii (2006) antes da prática dos testes, e são: o avaliado deve realizar uma refeição de fácil digestão 2 a 3 horas antes do teste e deve-se evitar o uso de bebida alcoólica ou com cafeína (ex. refrigerante) antes da avaliação. Por questões de segurança, principalmente no teste de potência aeróbia, o professor deve ter como auxiliar na avaliação um médico, caso o avaliado tenha uma lesão ou passe mal. No teste aeróbio o treinador deve visualizar a face do avaliado a fim de verificar se o voleibolista está pálido ou com excesso de sudorese. Caso o testado apresente esses sintomas o teste merece ser interrompido. A temperatura e a

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

173

umidade relativa do ar também merecem ser determinadas com o intuito do atleta fazer o teste com segurança (MARQUES JUNIOR, 2008b). No 1º dia de avaliação o professor deve realizar uma anamnese para conhecer melhor o seu esportista antes de iniciar os testes e os futuros treinamentos. No início da anamnese deve possuir o PAR-Q para o professor identificar o risco cardiovascular do esportista (POWERS & HOWLEY, 2000). Tal iniciativa permite mais segurança na avaliação e prescrição do treino para o jogador de voleibol. As perguntas na anamnese devem estar relacionadas com a saúde do atleta e dos seus familiares, histórico esportivo, lesão e outros também devem estar inseridos no texto. Para o atleta responder com velocidade as questões desse instrumento elas devem ser subjetivas. O uso da anamnese merece ser uma vez por anos, de preferência no início da temporada. Após a anamnese, é estabelecida a idade biológica do atleta. Em seguida, o técnico de voleibol identifica a pressão arterial (PA) pelo esfignomamômetro e com auxílio do estetoscópio. A PA ótima se encontra entre 120 mmHg (sistólica) e 80 mmHg (diastólica) (TAVARES & RIBEIRO, 2006). Uma PA alta é quando atinge o valor de 140 mmHg e 90 mmHg ou mais. Caso o atleta esteja com PA alta, durante o teste potência aeróbia máxima o professor merece ter atenção na avaliação, de preferência merece monitorar a PA no decorrer do teste. Porém, um atleta com pressão arterial diastólica de 120 a 140 mmHg não deverá fazer essa avaliação. O teste de potência aeróbia máxima é interrompido por causa da pressão arterial quando o resultado está acima de 240 mmHg (sistólica) e/ou superior a 140 mmHg (diastólica) (KISS et alii, 2003). Após as duas avaliações (anamnese e PA), indica-se a execução da avaliação postural conforme as normas de Marques Junior (2005). É ideal que o voleibolista faça essa avaliação antes dos demais testes para o professor ter segurança nas futuras avaliações e treinos que irá prescrever para o jogador. Essa avaliação postural o leitor pode adquirir no site http://educacaofisica.seed.pr.gov.br/. No 2º, os atletas devem praticar o teste que determina a hemisfericidade e depois a metacognição. O 3º dia é indicado apenas os testes antropométricos porque eles consomem muito tempo durante sua execução. O 4º o professor merece realizar somente o teste de flexibilidade porque essa avaliação compromete a força por causa do afastamento da actina e miosina, interferindo na próxima avaliação (MAGNUSSON & RENSTRÖM, 2006; RAMOS et alii, 2007). O 5º dia é indicado as avaliações de força de resistência, mas no 5º dia o professor deverá prescrever somente os testes de força rápida porque essa tarefa exige máximo empenho, merecendo um bom descanso a cada avaliação. O 6º dia é indicado o teste de agilidade e depois o de

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

174

velocidade, eles podem ser feitos no mesmo dia porque essas avaliações são no mesmo sistema energético, a ATP-CP. Após a execução de todos os testes, os atletas deverão descansar por no mínimo 2 dias (7º e 8º dia) para restaurar o glicogênio muscular e reduzir as dores musculares provenientes dos testes anteriores. O penúltimo dia de avaliação (9º dia), os voleibolistas deverão praticar o teste de potência aeróbia máxima. Quanto o teste da análise do jogo, o professor poderá fazer após cada 10 a 15 dias de treino ou realizar durante ou após jogos amistosos ou do campeonato. Antes do atleta realizar os testes físicos, exceto o de flexibilidade, o esportista deverá fazer um bom aquecimento porque beneficia no resultado da avaliação (VAZ et alii, 2007). De preferência, o aquecimento merece ser no teste com o intuito do jogador de voleibol se familiarizar com a avaliação e preparar o corpo para o futuro teste. Outra iniciativa que o treinador precisa realizar para ocasionar uma melhora nos resultados dos testes é através do estabelecimento de metas (BRAZ et alii, 2007). Por exemplo, os atletas de voleibol atingiram um consumo máximo de oxigênio (VO 2máx ) no pré-teste de 40 ml/kg/min. Para os atletas se empenharem mais, o preparador físico estabeleceu uma meta para o pós-teste, visando um incremento no VO 2máx para 50 ml/kg/min. Também, o piso influência no resultado da avaliação. Hespanhol et alii (2006) evidenciaram que a velocidade e a altura do salto vertical é inferior na areia quando comparada com a quadra. Contudo, esse tipo de avaliação é específica para jogadores de voleibol na areia. Entretanto, o professor precisa de atenção em relação o tipo de areia que foi efetuado o teste. Conforme o lugar existe areia mais fofa e mais dura, por exemplo, no Leme, praia do Rio de Janeiro, a areia é muito fofa, mas no posto 6 em Copacabana, a areia é mais dura. Outro fator que merece atenção é se a areia está molhada por causa da chuva ou seca, isso pode interferir na avaliação. No estudo de Moreira (2001), os testes físicos tiveram resultados inferiores no gramado molhado quando comparado com o seco. Portanto, caso o treinador não consiga realizar o teste físico com a areia nas mesmas condições, o ideal é efetuar a avaliação numa quadra ou similar. Testes em locais abertos, como quadras em praças públicas, o preparador físico deve estar atento com a velocidade do vento porque pode melhorar (vento a favor) ou piorar (vento contra) a avaliação de agilidade, de velocidade e da potência aeróbia máxima. Então, para esse problema não ocorrer, o ideal que o teste seja num recinto fechado para não sofrer a interferência do vento. Durante os testes o professor precisa estar munido de uma ficha para coleta de dados dos testes a fim de agilizar a avaliação e permitir organização para futuro tratamento estatístico (TRITSCHLER,

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

175

2003). Nessa ficha deve conter um espaço para o avaliador preencher a marca do relógio utilizado (pode influenciar no resultado do teste), o piso que ocorreu a avaliação, a temperatura e umidade relativa do ar que aconteceu o teste, a estação do ano e outros. Todos os testes selecionados nessa revisão são de baixo custo financeiro, sendo indicados para todas as categorias do voleibol e conforme a especificidade da modalidade. Seguindo a Federação Mineira de Voleibol (2009), os testes vão ser direcionados para as seguintes categorias: iniciante até 12 anos, pré-mirim até 13 anos, mirim até 14 anos, infantil até 16 anos, infanto-juvenil até 18 anos, juvenil até 20 anos e adulto. Em relação à especificidade, Resende e Soares (2003) encontraram na sua pesquisa que jogadores de voleibol possuem metragens percorridas durante a partida entre 2 a 6 m, podendo em alguns casos chegar a 10 m, mas é muito raro. Logo, os testes de agilidade, velocidade e potência aeróbia máxima merecem estar nessa metragem e de preferência, simulando uma ação do jogo de voleibol. Outro quesito muito importante para o professor saber identificar a evolução ou piora dos testes, é saber utilizar a estatística descritiva e inferencial nos resultados das avaliações (MADUREIRA, 2008). Atualmente existem bons livros que podem orientar os treinadores que não dominam esse conteúdo da Educação Física (DANCEY & REIDY, 2006).

Hemisfericidade e Metacognição A hemisfericidade significa que o indivíduo possui um maior processamento mental em um dos hemisférios. Atletas de voleibol com hemisfério esquerdo (HE) de processamento mental tem mais facilidade para o processamento intelectual, racional, verbal e analítico. O treinamento precisa ser conduzido pela instrução verbal e analítica (analítica – fazer o treino cognitivo). Enquanto os esportistas com hemisfério direito (HD) de processamento mental são aptos para tarefas motrizes, informação não verbal, percepção espacial e processamento holístico. O treino merece ser ministrado pela orientação não verbal (demonstrando a atividade para o atleta) e holística (treino cognitivo). A hemisfericidade ajuda o professor do voleibol a ter um prognóstico sobre o desempenho da tarefa, na velocidade do aprendizado ou do aperfeiçoamento neuromotor e permite o técnico entender o motivo que certos atletas são excelentes em atividades motrizes (hemisfério direito) e outros em intelectuais (esquerdo). Para estabelecer a hemisfericidade basta praticar o teste de CLEM (abreviatura do nome do teste em inglês, conjugate lateral eye movement, traduzido para o

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

176

português essa avaliação chama-se teste de movimento lateral conjugado dos olhos) de acordo com as informações de Marques Junior (2008b). Inicialmente, pergunta-se aos atletas se eles estavam sem problemas físicos, emocionais e outros que interfiram na avaliação. Em seguida é explicado o motivo do teste. Um jogador senta na cadeira situada numa distância de 2 m da cortina de cor preta que tem um orifício para a lente da filmadora captar a ação dos olhos do atleta. O corpo da câmera fica fixado no tripé que ficam atrás da cortina, o mesmo ocorre com o professor e o gravador. Abaixo da lente da filmadora é fixada com durex uma cartolina branca de 5 cm de altura por 10 cm de largura, local de referência para o esportista direcionar a visão. A figura 1 ilustra essas explicações:

a visão. A figura 1 ilustra essas explicações: Figura 1 - Atleta fazendo o teste de

Figura 1 - Atleta fazendo o teste de CLEM.

O local da avaliação para a prática do teste merece ser tranqüilo. O professor deve orientar ao atleta que não existem respostas certas e erradas, alertando ao jogador que a resposta será dada mentalmente. As perguntas são feitas através de uma gravação. Após essas explicações é acionada a filmadora que estava fixada no tripé e, logo depois, o gravador. As primeiras perguntas gravadas são para descontrair o avaliado, depois é praticado um bloco de cinco perguntas analíticas e outro bloco de cinco perguntas espaciais. Entre cada pergunta há uma pausa de cinco segundos. As perguntas foram as seguintes:

Perguntas para Descontrair: 1) Qual o seu nome?, 2) Quantos anos tem?, 3) Qual modalidade pratica?, 4) Qual sua posição? Perguntas Analíticas: 1) Tenho 26 balas para dividir com 2 amigos. Com quantas balas ficará cada um?, 2) Em um jogo de futebol, uma equipe está vencendo por 5 a 2. Quantos gols a equipe que está perdendo deverá fazer para conseguir empatar o jogo?, 3) No céu, havia 18 pipas. Um vento forte levou 3 delas. Quantas pipas continuaram voando no céu?, 4) Com 1 (um) real consigo comprar 5 balas. Quanto custa cada

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

177

bala?, 5) Serão distribuídos 12 picolés entre 3 crianças. Quantos picolés receberá cada criança?

Perguntas ou Problemas Espaciais: 1) Uma pipa vermelha está voando no céu azul. De repente surge uma nuvem cinza e esconde a pipa., 2) Você está passeando numa floresta e encontra uma árvore caída. Por onde você passa? Por cima ou por baixo dela?, 3) Mentalmente, desenhe devagar um pequeno círculo. Ao finalizar o círculo, desenhe um quadrado e coloque uma figura dentro da outra. Quando tiver concluído levante suas mãos., 4) Imagine que um animal bem grande e feroz aparece de repente à sua frente e pode atacá-lo. Construa mentalmente e bem rápido uma barreira capaz de impedir que ele lhe ataque., 5) Você está participando de um jogo de futebol. Você vê que um atleta adversário vai em direção ao seu gol com a bola dominada. Corra até ele para interceptá-lo. No término da avaliação aconteceu a seguinte gravação: Fim do teste de CLEM! Muito obrigado!!! Essa avaliação possui duração de 3 minutos e 30 segundos. Após a coleta de dados pela filmadora, a câmera é ligada ao televisor pelo fio ouro. O avaliador senta numa boa distância da televisão e fica munido do scout sistema numérico face do relógio que fica fixado em uma prancheta, tendo uma lapiseira, uma borracha e com o controle remoto da filmadora para utilizar o avançar ou voltar. Durante cada pergunta do teste de CLEM, o atleta faz um tipo movimentação ocular onde é marcado pelo pesquisador no olho do desenho do scout sistema numérico face do relógio. A figura 2 apresenta esse scout:

face do relógio. A figura 2 apresenta esse scout : Figura 2 - Scout sistema numérico

Figura 2 - Scout sistema numérico face do relógio (D – olho direito, E – olho esquerdo). Após as anotações no scout sistema numérico face do relógio é quantificado os valores referentes ao mono-hemisfério (esquerdo ou direito) e/ou bi-hemisfério (esquerdo ou direito). A maior aparição de um tipo de hemisfério de processamento mental é estabelecida a hemisfericidade do atleta. A ação dos olhos mais para esquerda significa que o indivíduo possui hemisfério de processamento mental direito (mono-hemisfério direito), mas se a movimentação visual for predominantemente

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

178

para direita, a pessoa tem uma preferência de informação com o hemisfério esquerdo (mono-hemisfério esquerdo). Caso venha ser bi-hemisfério, os olhos oscilam, porém sempre um dos hemisférios tende a ser mais forte no processamento mental, o esquerdo ou o direito. O bi-hemisfério esquerdo os olhos oscilam mais para a direita (um ou dois desvios) e o bi-hemisfério direito os olhos oscilam mais para a esquerda (um ou dois desvios). Caso o professor que trabalha com o voleibol tenha dificuldade para comprar a filmadora, basta estabelecer a hemisfericidade com o uso de um questionário que se encontra no site www.scs.sk.ca/cyber/present/brain.htm. A metacognição é a capacidade de regulação e orquestração de várias atividades cognitivas para solucionar problemas. Quanto mais tempo de prática no esporte mais alta é a metacognição (VIANA DA SILVA, 2000), atletas com melhor desempenho possuem uma melhor metacognição (MORALES et alii, 2009). A ficha de observação do conhecimento metacognitivo (FOCM) é um meio de estabelecer a metacognição do atleta (OLIVEIRA, 2004). Numa sala tranqüila, testado e avaliador observam cenas filmadas de situações vivenciadas pelo atleta na partida. Em seguida, as imagens fornecidas pelo DVD são “congeladas” e o avaliador interroga o atleta com 5 perguntas relacionadas ao momento da partida assistido pelo jogador. Após a resposta do atleta, o professor atribuí uma pontuação de 1 (apenas se aproxima da melhor resposta), 2 (aproxima bastante da melhor resposta) ou 3 (é a melhor resposta). O total de pontos das respostas do atleta informará seu nível de metacognição sobre o voleibol. A soma máxima de pontos são 60. As perguntas da FOCM são as seguintes:

Tabela 5 - FOCM.

Nível de análise

 

Questões

 

Pontuação 1 a 3

Conhecimento da tarefa (melhor resposta cognitiva)

1) Em que momento(s) do jogo (vídeo), na sua opinião foi (foram) o mais apropriado(s) para fazer o ataque?

(

)

(

)

 

2) Que jogada, passe, levantamento ou ataque você acha que deveria ter feito e não fez durante o jogo (vídeo)?

(

)

3) O que você acha que não deveria ter feito durante o jogo (vídeo)?

 

(

)

4) Porque você atacou na situação X durante o jogo (vídeo)?

 

(

)

5) Porque você não atacou na situação X durante o jogo (vídeo)?

 

Auto-conhecimento

1) Em que outra posição, além da que você atua, poderia jogar? Por quê?

(

)

2) Em que posição você nunca poderia jogar? Por quê?

 

(

)

3) Dentro do esporte que você pratica, qual é a sua melhor habilidade para joga? E a pior?

(

)

(

)

4)

No

jogo

em

análise

(vídeo),

o

que

caracteriza

sua

melhor

 

habilidade/performance?

 

(

)

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

179

 

5) No jogo (vídeo) em análise o que caracteriza sua pior performance?

   

Conhecimento

de

1)

Desde o início

da sua prática esportiva, o que, em relação

a

sua

(

)

interação

performance, você acha que melhorou? Por quê?

   
 

(

)

2) Como você jogava na categoria anterior?

   
 

(

)

3) E na categoria atual, o que mudou? Por quê?

   
 

(

)

4) Que habilidade você usou no jogo (vídeo) em análise que você já tinha utilizado antes? Porque utilizou novamente?

(

)

5) Em relação a sua performance, qual prática você considerava errada e passou a não mais utilizar? Por quê?

 

Conhecimento

de

1) O que você poderia ter feito na situação X (do vídeo), diferente do que fez?

(

)

estratégia

 
 

(

)

2) Qual seria a outra forma de marcar ponto na situação X?

   
 

(

)

3) Que outra resposta você daria à situação X?

   
 

(

)

4) Que outra resposta você daria à situação Y?

   
 

(

)

5) Que outra resposta você daria à situação W?

   

Resumindo, determina-se a metacognição através de um teste barato e fácil de ser aplicado por qualquer professor do voleibol. Porém, esse teste de metacognição precisa de aperfeiçoamento, pois apresenta algumas deficiências como não ocorre durante uma situação de jogo de voleibol e um atleta com maior facilidade de expressão pode ser o melhor FOCM, mas apresentar um desempenho medíocre nessa atividade durante o jogo. Enquanto um jogador com uma eloqüência ruim pode obter baixo resultado no FOCM e ser excelente na partida. Logo, o resultado dessa avaliação não se impõe como um dado isolado, mas como mais um auxiliar do técnico.

Testes Antropométricos Os testes antropométricos são importantes para o professor avaliar o voleibolista porque estas variáveis estão relacionadas com a performance do jogador. Outro fator que é atraente na antropometria é o baixo custo e a facilidade de manuseio dos seus equipamentos. Os testes antropométricos que são recomendados para o jogador de voleibol são compostos pela medida linear vertical (estatura), a circunferência e os de massa (massa corporal total, índice cintura quadril, %G e somatótipo). Para determinar a estatura do voleibolista recomenda-se que ele faça uma inspiração máxima com o intuito de compensar o achatamento interdiscal ocorrido durante o dia. Esse esportista deve encostar-se na parede onde se encontra uma fita métrica, o avaliador para ter precisão, coloca um pedaço de madeira em cima da cabeça do jogador de voleibol que se encontra no plano de Frankfurt para estabelecer

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

180

a altura do jogador. Nesta avaliação o atleta deve estar descalço. Atletas das

categorias de iniciação do sexo feminino e masculino costumam ter um pico de

crescimento com idade diferente (FARINATTI, 1995). Isso o treinador deve estar

atento, principalmente na idade biológica porque jogadores com maior idade biológica

costumam atingir estatura mais cedo do que os atrasados biologicamente. Em

contrapartida, os atrasados biologicamente costumam atingir estatura mais elevada

do que os avançados biologicamente (MASSA & RÉ, 2006). Noronha (1992) sugeriu

um cálculo para o técnico ter um prognóstico da estatura dos atletas de voleibol, a

conta é o seguinte:

Provável Estatura para Jovens = estatura atual em cm : porcentagem da tabela x

100

Tabela 1 - Valores para o cálculo da possível estatura.

Idade

% do masculino

% do feminino

8 72,4

77,8

9 75,4

81,1

10 78,2

84,5

11 80,9

88,4

12 83,9

92,5

13 87,5

95,5

14 91,5

97,6

15 95,2

98,8

16 98,1

99,8

17 99,5

99,9

18 99,8

100,0

O segundo teste antropométrico o atleta de voleibol deverá estar de short e camisa. O avaliador calibra a balança, o jogador sobe na plataforma e o professor destrava o sinalizador da massa corporal total, imediatamente espera esse instrumento se equilibrar para travar novamente e estabelecer o valor em kg. Terminada a pesagem, o professor mensura as circunferências com intuito de saber o nível de hipertrofia dos atletas, em qual perímetro o voleibolista atinge o ápice da forma atlética e outros. Os pontos anatômicos das circunferências são estabelecidos por Marins e Giannichi (1998):

Tórax meso-esternal: Utilizando no sexo masculino, a fita deve passar em cima dos mamilos e abaixo das axilas. Tórax xifoidal: Mais utilizado no sexo feminino, mas pode ser praticado em ambos os sexos. A fita deve passar no processo xifóide e no nível das axilas. Braço: Com o cotovelo flexionado em 90° e o antebraço em supinação, mede-se a àrea de maior circunferência muscular. Antebraço: Com o cotovelo estendido e o antebraço em supinação, mede-se a região de maior circunferência muscular.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

181

Abdômen: Passe a fita no nível da cicatriz umbilical. Quadril: Com os joelhos estendidos e as pernas unidas, passe a fita métrica em torno do quadril, à nível do trocânter. Coxa: Os pés devem ficar um pouco afastados, para o avaliador passar a fita métrica no ponto de maior circunferência muscular do quadríceps. Perna: Passar a fita métrica no ponto de maior circunferência do gastrocnêmio. Conforme o indivíduo envelhece a gordura abdominal aumenta nessa região (KANEHISA et alii, 2004). O limite de normalidade da circunferência do abdômen é de 80 cm ou menos para mulheres e 90 cm ou menos para homens (LOPES & GUIMARÃES, 2006). Mas conforme aumenta a circunferência abdominal, a pressão arterial tende se elevar, proporcionando mais chances de problemas cardiovasculares para o indivíduo (TAVARES & RIBEIRO, 2006). O jogador de voleibol com elevada circunferência abdominal tem probabilidade de desenvolver diabete tipo II, hipertensão arterial, colesterol elevado e outros. Outro meio de determinar o risco cardiovascular é através da relação cintura-quadril, ou seja, basta dividir a circunferência da cintura pela do quadril. Pompeu (2004) forneceu o índice cintura-quadril conforme a idade de homens e mulheres, sendo exposto na tabela 2 e 3:

Tabela 2 Avaliação do risco cardiovascular de homens baseado no índice cintura-quadril.

Idade

Baixo

Moderado

Alto

Muito Alto

20-29

< 0,83

0,83 0,88

0,89 0,94

> 0,94

30-39

< 0,84

0,84 0,91

0,92 0,96

> 0,96

40-49

< 0,88

0,88 0,95

0,96 1,00

> 1,00

50-59

< 0,90

0,90 0,96

0,97 1,02

> 1,02

60-69

< 0,91

0,91 0,98

0,99 1,03

> 1,03

Tabela 3 - Avaliação do risco cardiovascular de mulheres baseado no índice cintura-quadril.

Idade

Baixo

Moderado

Alto

Muito Alto

20-29

< 0,71

0,71 0,77

0,78 0,82

> 0,82

30-39

< 0,72

0,72 0,78

0,79 0,84

> 0,84

40-49

< 0,73

0,73 0,79

0,80 0,87

> 0,87

50-59

< 0,74

0,74 0,81

0,82 0,88

> 0,88

60-69

< 0,76

0,76 0,83

0,84 0,90

> 0,90

O terceiro teste antropométrico é a composição corporal. Para Marques Junior

(2005b) atletas devem possuir %G entre 5 a 13%, enquanto que esportistas do sexo

feminino merecem ter %G entre 12 a 20%. O %G acima dos valores ideais se

encontra acima de 15% para homens e 20% superior para moças (DINTIMAN et alii,

1999). Uma das maneiras de estabelecer o %G é através das equações de densidade

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

182

corporal (DC) e depois aplicar no cálculo de Siri (FONSECA et alii, 2008). Alguns

procedimentos são fundamentais para estabelecer a dobra cutânea que é utilizada na equação de DC, elas são:

a) Todas as medidas são no lado direito.

b) A dobra cutânea deve ser destacada com o polegar e o indicador, ambos da mão

esquerda.

c) O compasso entra perpendicular à dobra, e espera-se 2 segundos para fazer a

leitura.

d) As medidas das dobras cutâneas devem ser realizadas em ordem rotativa, ao invés

de consecutivas leituras num mesmo ponto. f) A prática das medidas das dobras cutâneas merece que o testado esteja com a pele

seca ou sem creme. Até o momento não foram elaboradas equações de DC para jogadores de voleibol (SALEM et alii, 2007), nem foram validadas equações para essa modalidade

(FONSECA et alii, 2007). Consultando Heyward e Stolarczyk (2000), as equações de

DC indicadas para atletas do sexo feminino e masculino são as equações de Pollock.

Para o professor aferir a dobra cutânea da equação de Pollock, precisa realizar a medida com o mesmo compasso que foi elaborada a equação (OKANO et alii, 2008). Caso o avaliador não faça esse procedimento poderá estar errando na medida

(CYRINO et alii, 2003). A equação de Pollock foi validada com o compasso de dobras cutâneas Lange (MARQUES JUNIOR, 2002). Guedes (2000) informou que o compasso Lange é o mais preciso na medida da DC, ao lado do Harpenden. Perini et alii (2005) indicaram o uso dos cálculos do seu artigo para o professor certificar se suas medidas

de dobras cutâneas estão adequadas. Mas para medir as dobras cutâneas, é

importante o professor saber os pontos anatômicos que foram mensurados por Pollock para o sexo feminino e masculino. Pollock e Wilmore (1993) apresentaram para o leitor:

- Sexo Masculino

a) Peitoral: Dobra diagonal localizada entre a linha axilar anterior e o mamilo.

b) Abdômen: Dobra vertical localizada ao lado da cicatriz umbilical com distância de 2

cm.

c) Coxa: Dobra vertical localizada entre a prega inguinal e a patela, ou seja, na região

central.

- Sexo Feminino

a) Tríceps: Dobra vertical localizada entre o acrômio e o olecrânio, ou seja, na região

central. O cotovelo deve estar relaxado e em extensão.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

183

c) Supra-ilíaca: Dobra diagonal localizada acima da crista ilíaca, no ponto que coincide

com a linha axilar anterior imaginária.

b) Abdômen: Dobra vertical localizada ao lado da cicatriz umbilical com distância de 2

cm.

d) Coxa: Dobra vertical localizada entre a prega inguinal e a patela, ou seja, na região

central.

Após a leitura das dobras cutâneas, são somados todos os valores e o avaliador aplica o resultado na equação de DC para o sexo masculino ou feminino. A equação de Pollock mais indicada para o sexo masculino possui um r = 0,90 e um EPE = 3,4% (JACKSON & POLLOCK, 1978) e para o feminino o r = 0,84 e o EPE = 3,8% (JACKSON et alii, 1980), elas são as seguintes:

DC para o Sexo Masculino = 1,1093800 - 0,0008267 (X1) + 0, 0000016 (X1)² - 0,0002574 (idade) X1 - peitoral + abdômen + coxa DC para o Sexo Feminino = 1,0960950 – 0,0006952 (X1) + 0,0000011 (X1)² - 0,0000714 (idade) X1 - tríceps + supra-ilíaca + abdômen + coxa Após o cálculo da DC, o professor do voleibol deve utilizar a equação de Siri para estabelecer o %G. O cálculo é o seguinte: %G = [(4,95 : DC) 4,5] x 100 = ?% Identificando o %G, o professor pode calcular as seguintes equações:

Massa de Gordura (MG) = [(massa corporal total (MCT) x %G) : 100] = ?kg Massa Corporal Magra = MCT MG = ?kKg Rowlands e Downey (2003) recomendaram o uso de uma equação para determinar o peso ideal (PI), ela é efetuada da seguinte maneira:

Massa corporal esperada para (MCE) Homens = 08 x (altura em cm) 69,6 = ?kg MCE para Mulheres = 0,6 x (h em cm) 39,2 = ? kg Massa corporal relativa (MCR) = massa atual : MCE = ?kg PI = MCE x MCR = ?kg O somatótipo é o último teste antropométrico. Avaliação indicada para atletas porque determina as características físicas do esportista (MARQUES JUNIOR, 2003). O somatótipo do voleibolista pode ser endomorfo, mesomorfo e ectomorfo. O somatótipo possui escala de 1 a 7, podendo ser identificado pelos cálculos a seguir:

Endomorfo (E): Predomina a obesidade. E = (tríceps + subescapular + supra-ilíaca x 170, 18) : altura em cm

Subescapular: Dobra diagonal localizada 1 a 2 cm abaixo do ângulo inferior da

escápula.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

184

Agora aplica-se o resultado de E na fórmula a seguir:

End. = - 0,7182 + 0,1451 (E) - 0,00068 (E)² + 0,0000014 (E)³ = ?

Mesomorfo (M): Predomina a musculatura.

PcB = perímetro do braço dominante - (Dobra cutânea do Tríceps : 10) PcP = perímetro da perna dominante - (Dobra cutânea da Perna : 10) Perna: Dobra vertical localizada na região medial do gastrocnêmio, de maior volume muscular. O testado deverá estar com o joelho a 90°. Agora o professor aplica os resultados de PcB e PcP na fórmula abaixo:

M

= 0, 858 (U) + 0, 601 (F) + 0, 188 (PcB) + 0, 161 (PcP) - 0, 131 (H) + 4, 50

U

(diâmetro biepicondiliano do úmero em cm): Medir o epicôndilo lateral e medial com

o paquímetro. O testado deverá estar com o cotovelo flexionado a 90°. Faça a medida

no lado dominante do testado.

F (diâmetro bicondiliano do fêmur em cm): Medir o côndilo lateral e medial com o

paquímetro. O testado deverá estar com o joelho flexionado, formando um ângulo de 90°. Faça a medida no lado dominante do aluno.

H: altura em cm

Ectomorfo (E): Predomina a magreza.

IP = Altura em cm

3 Peso (kg)
3 Peso (kg)

IP > 40, 75

a magreza. IP = Altura em cm 3 Peso (kg) IP > 40, 75 E =

E = (IP x 0,732) - 28,58

/

IP = ou < 40,75

E = (IP x 0,463) - 17,63

- 28,58 / IP = ou < 40,75 E = (IP x 0,463) - 17,63 Depois

Depois de calcular, determina-se o somatótipo do jogador de voleibol:

Endomorfo: Predomina o endomorfo, e os outros dois componentes são iguais. Mesomorfo: Predomina o mesomorfo, e os outros dois componentes são iguais. Ectomorfo: Predomina o ectomorfo, e os outros dois componentes são iguais. Endomorfo-Ectomorfo: Predomina o endomorfo, seguido do ectomorfo e com menor quantidade do mesomorfo. Endomorfo-Mesomorfo: Predomina o endomorfo, seguido do mesomorfo e com menor quantidade do ectomorfo. Mesomorfo-Endomorfo: Predomina o mesomorfo, seguido do endomorfo e com menor quantidade do ectomorfo. Mesomorfo-Ectomorfo: Predomina o mesomorfo, seguido do ectomorfo e com menor quantidade do endomorfo. Ectomorfo-Endomorfo: Predomina o ectomorfo, seguido do endomorfo e com menor quantidade do mesomorfo.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

185

Ectomorfo-Mesomorfo: Predomina o ectomorfo, seguido do mesomorfo e com menor quantidade do endomorfo. MesoEndomorfo: Predomina o mesomorfo e o endomorfo, com menor quantidade do ectomorfo. EndoEctomorfo: Predomina o endomorfo e o ectomorfo, com menor quantidade do mesomorfo. MesoEctomorfo: Predomina o mesomorfo e o ectomorfo, com menor quantidade do endomorfo. Central: Predomina o endomorfo, o mesomorfo e o ectomorfo.

Testes Neuromusculares Farinatti (2000) revelou que é difícil determinar o quanto a flexibilidade contribui para a performance de voleibolistas. Mas Marey et alii (1991) evidenciaram que as melhores jogadoras de voleibol possuem mais flexibilidade no ombro, talvez facilite na momento da atleta efetuar o ataque. Porém, durante um teste de flexibilidade o avaliador do voleibol deve estar ciente que pessoas com mais fibra rápida são mais flexíveis (SILVA et alii, 2003) e que o envelhecimento piora essa capacidade física (GAJDOSIK et alii, 2004). Realizar avaliação da flexibilidade em atletas de voleibol é uma tarefa difícil por causa do pouco tempo que esses esportistas possuem ao longo da temporada, mas o uso do Flexiteste é recomendado para atletas dessa modalidade (ARAÚJO, 2005). O Flexiteste visa avaliar a flexibilidade máxima passiva, tendo valores de classificação para cada movimento de 0 a 4 (ARAÚJO, 2002). O avaliador consegue classificar os movimentos com a observação nos mapas de flexibilidade que ficam ampliados e fixos na parede. Conforme o grau atingido em um movimento (0 ­ muito fraco, 1 - fraco, 2 - médio, 3 - bom e 4 é excelente) é estabelecida uma pontuação. A soma dos graus dos movimentos do flexiteste é estabelecida a qualidade da flexibilidade do avaliado pelo flexiíndice. Uma avaliação do Flexiteste tem a duração de 3 a 4 minutos (ARAÚJO & ARAÚJO, 2004), possuindo 20 movimentos que são avaliados na articulação determinada ou no lado direito porque não existe diferença significativa com a esquerda. Em caso de dúvida, nunca repita o mesmo movimento consecutivamente, faça os outros movimentos e depois faça a medida que tinha dúvida (no mínimo 30 segundos de espera). Para a avaliação ser mais ágil no teste de flexibilidade, recomenda-se o Flexiteste Adaptado de Farinatti e Monteiro (1992), possuindo 8 movimentos. Como a escolha dos movimentos é baseada nas ações do voleibolista, foi chamado por Marques Junior (2005) de Flexiteste Específico para Voleibolistas. Os movimentos selecionados devem ser praticados na seguinte

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

186

ordem: 1) flexão do quadril (escolhido porque acontece na corrida e no salto), 2) extensão do quadril (ocorre na corrida e no salto), 3) abdução do quadril (ocorre no deslocamento lateral), 4) extensão do tronco (movimento presente na cortada e no saque), 5) flexão do tronco (movimento presente na cortada e no saque), 6) rotação externa do ombro (presente na cortada e no saque), 7) rotação interna do ombro (presente na cortada e no saque) e 8) adução posterior do ombro (presente em vários fundamentos). O Flexíndice do Flexiteste Específico para Voleibolistas possui a seguinte pontuação para determinar a qualidade da flexibilidade: ≤ 8 – Muito pequena, 9 a 12 – Pequena, 13 a 16 – Média (-), 17 a 20 – Média (+), 21 a 24 – Grande e ≥ 25 – Muito grande.

O próximo teste visa avaliar a força de resistência muscular localizada, é a flexão

até a exaustão (POLLOCK & WILMORE, 1993). Os jogadores de voleibol iniciam a atividade com os cotovelos estendidos e as mãos apoiadas no solo. Para o sexo

masculino, os membros inferiores ficam acima do solo com os pés apoiados no chão;

já as mulheres, apóiam um pouco das coxas, das pernas e o dorso dos pés no solo. O

testado deverá realizar o maior número de flexões possíveis numa velocidade média,

e só serão computadas as repetições que o praticante tocar o tórax no solo.

Terminado o teste de flexão, o jogador deve descansar por alguns minutos para realizar a próxima avaliação. O outro teste avalia a força rápida de resistência muscular localizada, sendo praticado o abdominal supra. O jogador de voleibol inicia o teste de abdominal com as mãos entrelaçadas na cabeça e na altura da orelha, com os cotovelos flexionados e os ombros em abdução horizontal. Os joelhos se posicionam com uma flexão de 90° e com o atleta em decúbito dorsal. Para não haver implicações na coluna, o testado precisa realizar flexão da coluna até o ponto que a escápula sai do colchonete (RIBEIRO et alii, 2002), ou seja, o abdominal supra que é prescrito na atualidade. O teste de abdominal tem duração de 1 minuto e o jogador deverá fazer o maior número de repetições possíveis com o professor contando em

voz alta.

O 4º teste neuromuscular é constituído pelo salto vertical (SV). O treinador deve

estar atento nessa avaliação porque conforme o indivíduo envelhece, a partir dos 31 anos, o SV tende a piorar (BOSCO & KOMI, 1980), por causa do decréscimo da força (BEMBEN & McCALIP, 1999). Inicialmente o professor determina a envergadura do jogador com o atleta de lado para a fita métrica e com os dois braços erguidos acima da cabeça, um dos membros superiores se encontra encostado na fita métrica que

está fixada na parede. Essa envergadura lateral é para estabelecer a impulsão do jogador no teste de SV com contramovimento e sem contramovimento, relacionado

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

187

com o treino físico. A próxima envergadura é para determinar a impulsão na cortada, o voleibolista fica de frente para a fita métrica com um dos braços erguidos. A última envergadura é para o avaliador determinar a impulsão no bloqueio, tendo o esportista situado de frente para a fita métrica com os dois braços erguidos. Quando o avaliador determina a envergadura frontal da cortada e do bloqueio, geralmente a fita métrica fica fixada na parede ou pode estar presa na tabela de basquete porque é um material de madeira, o mesmo utilizado em obra. São realizadas 3 tipos de envergadura porque elas podem diferir no tamanho (PEREIRA & D`ANGELO, 1986). Sabendo a envergadura, o atleta faz um máximo SV e toca o dedo sujo de giz na fita métrica, após cada salto deve ocorrer um intervalo que restaure a ATP-CP. Arruda e Hespanhol (2008b) informaram que o teste de SV merece ser o mais parecido com as ações do jogo. Baseado nessas informações foi consultado Oliveira (2004), ele determinou um intervalado variado para simular o momento da partida entre rali e pausa do voleibol. Chamari et alii (2001) informaram que o SV piora significativamente se o voleibolista realizar vários saltos para se exercitar no metabolismo glicolítico, fato que não ocorre no testes de SV. Então, Marques Junior (2001), Tubino e Moreira (2003) estabeleceram os seguintes valores de pausa para ressíntese da ATP-CP: 30`` = 50%, 1` = 80%, 1` e 30`` = 88%, 2 a 3` = 90% e 4 a 5` = 100%. Após o intervalo do 1º salto, o jogador faz o 2º SV, efetua a pausa e depois finaliza a avaliação com o 3º SV. É considerado o SV em cm e o alcance em cm (para a cortada e para o bloqueio) o melhor resultado do esportista (MATSUDO, 1998). Esse procedimento economiza tempo porque o avaliador só precisa mensurar uma medida, a mais alta atingida. Para o treinador saber os resultados dos testes de SV é necessário praticar os cálculos a seguir:

SV sem contramovimento que Avalia a Força: Impulsão = Envergadura do SV Envergadura Lateral = ? cm SV com contramovimento que Avalia o Componente Elástico: Impulsão = Envergadura do SV Envergadura Lateral = ? cm Cortada: Alcance da cortada, determinado durante a aferição do toque da mão. / Impulsão = Envergadura do SV Envergadura Frontal de Um Braço = ? cm Bloqueio: Alcance do bloqueio, determinado durante a aferição do toque das mãos./Impulsão = Envergadura do SV Envergadura Frontal dos Dois Braços = ? cm Esses 4 tipos de testes de SV possuem as seguintes maneiras de execução: 1º) SV sem contramovimento: Esse teste avalia a força, o testado fica de lado para a parede e faz flexão dos ombros com os cotovelos estendidos, a mão próxima da parede fica suja de giz, e com os membros inferiores flexionados em 90º. Após o

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

188

posicionamento adequado, o jogador faz extensão do quadril, extensão do joelho e flexão plantar, vindo proporcionar o salto vertical e tocando os dedos sujo de giz na parede. 2º) SV com contramovimento: Esse teste avalia o componente elástico, o testado fica de lado para a parede e faz flexão dos ombros com os cotovelos estendidos, a mão próxima da parede fica suja de giz e com os membros inferiores estendidos. Após o posicionamento adequado, o atleta faz em máxima velocidade a flexão do quadril, a flexão do joelho e a dorsiflexão (o contramovimento, ou seja, a ação contrária do salto) e imediatamente realiza com rapidez a extensão do quadril e do joelho, acompanhada da flexão plantar, proporcionando o salto vertical e tocando os dedos sujo de giz na parede. 3º) Alcance na cortada e SV na cortada: O jogador de voleibol se posiciona próximo da parede, realizando uma corrida de aproximação com duas a três passadas, oblíqua a parede. Após a impulsão nos dois membros inferiores, o atleta realiza o SV buscando a maior impulsão e maior alcance do braço de golpe na bola que é tocado na parede com o dedo sujo de giz (RIZOLA NETO, 2008). 4º) Alcance no bloqueio e SV no bloqueio: O atleta de voleibol se posiciona de frente para a parede com os cotovelos semiflexionados, os membros inferiores permanecem esticados e os pés no solo, ou seja, na posição inicial de bloqueio (ALTINI NETO et alii, 2006). A partir de um contramovimento com flexão de várias articulações (quadril, joelho e tornozelo) realiza imediatamente extensão das mesmas articulações onde ocorre o SV, vindo tocar com os dedos sujos de giz na parede. O teste de SV que avalia a força (F) geralmente é inferior do que o SV que avalia o componente elástico (CE) (BROWN & WEIR, 2003), costuma ter diferença de 5 a 7 O SVCE costuma ser mais alto do que o SVF porque recruta mais unidades motoras e tem alta participação dos componentes elásticos (GALDI, 2000). Porém, se o SVF for próximo do SVCE, o preparador físico deve dar ênfase na sessão de salto em profundidade. Caso o SVF tenha valores muito inferiores do que a tabela 4, o professor merece dar mais atenção ao treino de musculação. O SV do bloqueio costuma ser superior apenas do que SVF, em alguns casos pode ter impulsão mais elevada do que o SVCE, mas é mais difícil porque a envergadura lateral do SVCE costuma atingir maior alcance do que a envergadura frontal com os dois braços do SV do bloqueio. Em relação ao SV da cortada, ele costuma ser muito superior do que o SVF, ao SVCE e ao SV do bloqueio. Valores inferiores e próximos do SV da cortada em relação ao SVF, ao SVCE e ao SV do bloqueio, o técnico precisa exercitar a coordenação da cortada do voleibolista.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

189

Caso o orientador físico queira saber o % de componente elástico (%CE), basta

efetuar o cálculo de Walshe et alii (1996): %CE = [(SVCE SVF) : SVF] x 100. Após

o cálculo, o professor pode classificar %CE (BADILLO & AYESTARÁN, 2001): 13 a

20% - Excelente, 10 a 12% - Bom, 7 a 9% - Médio +, 4 a 6% - Médio e 0 a 3% - Ruim. Ferragut et alii (2003) desenvolveram uma interessante equação para predizer o SV de atletas, ela pode ser resolvida com os cálculos a seguir:

Predizer o SVF = [(0,0327 x última Impulsão no SVF+) (0,03082 x Circunferência da coxa)] + [(0,0214) x (Circunferência da coxa x massa corporal total) : 100] Predizer o SVCE = [(0,0315 x última Impulsão no SVCE+) (0,02808 x Circunferência da coxa)] + [(0,019) x (Circunferência da coxa x massa corporal total) : 100] O último teste neuromuscular para o jogador de voleibol é o de agilidade. As distâncias percorridas mais comuns no jogo de voleibol são de 2 a 6 m (RESENDE & SOARES, 2003), em alguns casos pode chegar até 10 m. O início do teste de agilidade, o atleta se posiciona atrás da linha de partida, soada a voz de comando o cronômetro é acionado, o esportista deverá correr em direção ao 1º bloco de madeira que possui 5 cm por 5 cm por 10 cm (MATSUDO, 1998). Com velocidade elevada o

avaliado pega o primeiro bloco, retorna a região de saída e coloca o objeto na região marcada no solo. Imediatamente o testado retorna em busca do segundo bloco e faz

o mesmo procedimento praticado com o 1º bloco. O cronômetro é interrompido

quando o executante coloca o bloco no solo e passa um dos membros inferiores da

linha final. Esses blocos de madeira ficam 10 cm de distância da linha de saída e da de chagada e ambos os blocos ficam afastados por 30 cm. Recomenda-se que o teste de corrida de agilidade vai-e-vem seja realizado duas vezes, e após a primeira avaliação,

o intervalo deve recuperar o metabolismo ATP-CP (30`` a 5`). Indica-se que o

melhor tempo seja considerado o valor do teste, merecendo uma adaptação no resultado dessa avaliação, o tempo deve ser expresso em metros por segundo (m/s). Outra adaptação nesse teste de agilidade é a distância, no de Matsudo (1998) a metragem é de 9,14 m. Sugeri-se a mudança na distância do teste de agilidade pelo seguinte motivo: a quadra de voleibol de duplas na areia possui uma metragem de 8 por 8 m. Resende (1996) informou que a corrida rápida ocorre numa distância de quase 6 m. Baseado nessa evidência científica considera-se mais adequado o valor de

6 m para jogadores de dupla porque é uma metragem que ocorre no jogo.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

190

Testes Metabólicos Indiretos Uma avaliação indireta da potência anaeróbia aláctica (velocidade) deve ter uma distância de 30 m porque é nessa distância que uma pessoa atinge a velocidade máxima (ELENO et alii, 2002). Caso o teste tenha metragem inferior a 30 m, o teste

avalia a velocidade sub-máxima do atleta. Apesar dessas informações, atualmente alguns cientistas vem determinando a potência anaeróbia aláctica simulando o jogo, no estudo de Dos Santos et alii (2007) o voleibolista efetuava diversas cortadas numa pequena distância (4 m), ou seja, cortava (4 m), voltava a posição inicial (4,5 + 15,5)

e retornava fazer o remate, mas sem bola. Contudo, esse teste possui alta tecnologia

(sensor, microcomputador e outros), dificultando a maioria dos profissionais desse esporte em utilizar essa avaliação. O teste mais prescrito em voleibolistas brasileiros é

o de 50 m (FIGUEIRA JÚNIOR, 1994). Sendo uma avaliação indireta da potência

anaeróbia aláctica. O teste de 50 m consiste do jogador de voleibol correr a metragem

o mais rápido possível numa superfície plana. Porém, o voleibolista de duplas na areia

não corre esta distância de 50 m em máxima velocidade numa partida. Resende (1996) mostrou em sua investigação que o sprint é numa metragem de 4,3±2,0 m, sendo à ação mais rápida do rali, 2,0±0m8 segundos. As maiores velocidades no voleibol acontecem no sprint, no saque e na corrida rápida (RESENDE & SOARES, 2003). A média coberta dessas três ações motoras é de 4,2 m. Então, recomenda-se que o teste de potência anaeróbia aláctica seja na distância de 4 m, por no mínimo duas vezes, sendo o resultado o melhor valor. O intervalo após o 1º estímulo precisa estar entre 30 segundos a 5 minutos para restaurar a ATP-CP. A partir dos 20 anos o consumo máximo de oxigênio (VO 2máx ) reduz cerca de 0,5 ml/kg/min por ano, mas com um treino adequado o VO 2máx pode apresentar um declínio mínimo (MARQUES JUNIOR, 2005b). O VO 2máx é uma capacidade física importante para o jogador de voleibol porque permite a recuperação após o rali (NUNES et alii, 2000), mas mesmo os jogadores que possuem baixo VO 2máx , conseguem bom rendimento no jogo de voleibol (McGOWN et alii, 1990). Atletas com alto VO 2máx sofrem influência dos fatores genéticos, o tipo de treino, o sexo (DENADAI, 1999) e o tipo de fibra muscular (PORTAL et alii, 2004). Como a potência aeróbia máxima é importante para diversas modalidades, existem vários protocolos para mensurar essa capacidade física (COOPER, 1968; MAHSEREDJIAN et alii, 1999). Recentemente, Pellegrinotti e Souza (2000) validaram a instrumentação e o percurso para um teste aeróbio que simula o jogo de voleibol, o teste W 20 m. Posteriormente foram conduzidos outros estudos do teste W 20 m, um para predizer o VO 2máx (PELLEGRINOTTI, 2003) e outro para avaliar o deslocamento dos voleibolistas no

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

191

teste W 20 m (PELLEGRINOTTI & SOUZA, 2007). Apesar da especificidade desse teste que simula o jogar, a instrumentação é cara para a maioria dos envolvidos no voleibol brasileiro. Portanto, uma avaliação indireta do VO 2máx muito utilizada em esportes coletivos é o teste vai-e-vem de 20 m por caracterizar nos seus deslocamentos a aceleração e desaceleração ocorrida em jogos de equipe com bola (KISS, 2000). Entretanto, a distância de 20 m é praticamente impossível de acontecer num momento da partida do voleibol, sendo interessante alterar para 10 m porque pode ocorrer num jogo de voleibol, mas é raro. Então, Marques Junior (2007b) sugeriu a alteração do teste vai-e-vem para 10 m porque é uma metragem que pode acontecer nos jogos esportivos coletivos, nesse estudo o voleibol. O teste aeróbio de vai-e-vem foi elaborado por Léger e Lambert (1982), ele é progressivo, começa com uma velocidade de 8,5 Km/h e apresenta um aumento na velocidade de 0,5 km/h a cada minuto. O ritmo do vai-e-vem de cada estágio é determinado por bips de um gravador, ou seja, para cada repetição de ir e voltar no estágio ocorre um bip que merece ser acompanhado pelo atleta, terminado o estágio, a fita emite dois bips. Cada estágio possui um número de idas e voltas (DUARTE & DUARTE, 2001), mas como a metragem foi reduzida para 10 m, indica-se o dobro de idas e voltas para cada estágio. O voleibolista deverá correr conforme os bips emitidos pelo gravador, caso o atleta não agüente continuar a avaliação ou se atrase duas vezes em relação ao sincronismo do sinal sonoro por distância maior que dois metros, o teste é encerrado (SOUZA et alii, 2006). O consumo máximo de oxigênio (VO 2máx ) será calculado a partir do último estágio que se encontra o esportista. Sabendo o estágio que o jogador de dupla parou, determina-se o VO 2máx pela tabela 4 para voleibolistas com 18 a mais idade:

Tabela 4 – Variáveis do teste vai-e-vem de 10 m.

Minutos dos Estágios

Velocidade

Tempo entre os bips por segundo

Nº de idas e voltas

VO 2máx para 18 anos a mais idade

1 8,5 km/h

9,000

14

26,6 ml/kg/min

2 9,0

8,000

16

29,6

3 9,5

7,579

16

32,6

4 10,0

7,200

16

35,6

5 10,5

6,858

18

38,6

6 11,0

6,545

18

41,6

7 11,5

6,261

20

44,6

8 12,0

6,000

20

47,6

9 12,5

5,760

20

50,6

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

192

10 13,0

5,538

22

53,6

11 13,5

5,333

22

56,6

12 14,0

5,143

24

59,6

13 14,5

4,966

24

62,6

14 15,0

4,800

26

65,6

15 15,5

4,645

26

68,6

16 16,0

4,500

26

71,6

17 16,5

4,364

28

74,6

18 17,0

4,235

28

77,6

19 17,5

4,114

30

80,6

20 18,0

4,000

30

83,6

21 18,5

3,892

30

86,6

Para estabelecer o VO 2máx de atletas com 6 a 17 anos, basta fazer a seguinte conta:

VO 2máx (6 a 17) = [31,025 + (3,238 x veloc. do estágio)] – [(3,248 x idade) + (0,1536 x idade x veloc. do estágio)] = ? ml/kg/min

Referência para os Resultados dos Testes

A tabela a seguir apresenta uma referência para os resultados do teste, ou seja,

o treinador pode identificar se os valores dos testes dos seus atletas se encontram

dentro dos padrões do voleibol ou não. Entretanto, alguns jogadores conseguiram

atingir poucos resultados nos testes conforme as exigências do voleibol atual, mas os

níveis de performance podem ser elevados durante a partida, denominado de

fenômeno da compensação (RIGOLIN DA SILVA, 2006). Talvez isso ocorra porque o

atleta possui elevada inteligência tática e compensa com essa variável os baixos

resultados nos testes durante a partida. Então, torna-se um absurdo um técnico

excluir um atleta de baixa estatura da sua equipe e não analisar outros quesitos,

como o talento motor do jogador e altura do salto vertical, ambos componentes

podem suprir o valor não ideal da estatura. O leitor pode observar a tabela 5 e 6 com

os resultados dos testes antropométricos e físicos de cada categoria baseado em

diversas referências (ALTINI NETO et alii, 2006; ANFILO & SHIGUNOV, 2004; ARAÚJO

et alii, 2008; ARAÚJO NETTO & FERNANDES FILHO, 2008; ARRUDA & HESPANHOL,

2008; BITTENCOURT et alii, 2005; BIZZOCCHI, 2004; BOJIKIAN & BÖHME, 2008;

CBV, 2009; COMETTI, 2004; DOURADO, 2007; FIGUEIRA JÚNIOR et alii, 1996; FIVB,

2008; FRANCELINO & ALVES, 2007; GARGANTA et alii, 1993; GUERRERO & LÓPEZ,

2003; HESPANHOL et alii, 2006b; HESPANHOL et alii, 2008; HOYO et alii, 2008; KISS

et alii, 1988; LORA et alii, 2008; MARQUES JUNIOR, 2005b; MASSA et alii, 2003;

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

193

MEDINA & FERNANDES, 2002; OLIVEIRA & DA SILVA, 2001; PRADO et alii, 2008; RIGOLIN DA SILVA, 2006; RIZOLA NETO, 2003; SALEM & ZARY, 2004; SILVA & MAIA, 2003; SEIXO & MAIA, 2003; SMITH et alii, 1992; RODRIGUES et alii, 2008; SPENCE et alii, 1980; THISSEN-MILDER & MAYHEW, 1991; TRIANDAFILIDE & FERNANDES FILHO, 2008; ZARY et alii, 2004; WALSHE & WILSON, 1997):

Tabela 5 - Resultados mínimos e máximos de cada teste do sexo masculino.

Variável

Iniciante até

Pré-Mirim até

Mirim até

Infantil até

Infanto-Juvenil

Juvenil até

 

Adulto

12 anos

13 anos

14 anos

16 anos

até 18 anos

20 anos

21 anos ou +

Estatura (cm)

150 a 170

171 a 186

187 a 194

188 a 195

 

Dupla

Dupla, igual ao adulto

180 a 191 defensor da dupla

194 a 196 levantador

184

a 198

 

190

a 205

levantador

bloqueador da

180

a 190 líbero

 

dupla

 

180

a 187

 

194

a 200 ponta

líbero

 

180

a 191

 

levantador

198

a 201 oposto

193

a 203

 

ponta

180

a 190 líbero

200 a 206 central

 

198

a 205

190

a 200 ponta

oposto

 

195

a 211 oposto

200

a 210

 

central

197

a 215 central

Massa corporal total (kg)

45

a 53

55 a 63,7

52

a 64

76

a 78

 

76

a 94

76

a 99

76 a 104

%G

10

a 23

10 a 24

10

a 22

11

a 20

 

4

a 12

4 a 14

 

6 a 15

Somatótipo

Ectomorfo­

Ectomorfo­

Ectomorfo­

Ectomorfo­

Ectomorfo­

Ectomorfo­

Ectomorfo­

mesomorfo

mesomorfo

mesomorfo

mesomorfo

mesomorfo

mesomorfo

mesomorfo

 

ou

 

ou Mesomorfo­

 

ou

ou Mesomorfo­

ou Mesomorfo­

ou Mesomorfo­

Mesomorfo­

ectomorfo

Mesomorfo­

ectomorfo

ectomorfo

ectomorfo

endomorfo

ectomorfo

ou Mesomorfo

Salto Vertical (cm) que Avalia

             

a Força

29 a 34

32 a 40

33 a 41

38 a 42

 

41 a 45

41 a 46

 

41 a 49

o Componente Elástico

39 a 42

40 a 45

41 a 49

42 a 54

43 a 56

44 a 57

45 a 61

a Cortada (alcance da mão em cm)

289 a 305

300 a 307

303 a 310

312 a 315

317 a 320

321 a 376

321 a 376

o Bloqueio (alcance da mão em cm)

 

-

-

 

-

 

-

259 a 302

302 a 345

302 a 345

Agilidade de 9,14 m (m/s metros por segundo)

0,91 a 1,01

1,01

 

1,01

1,01

1,01 a 1,14

1,01 a 1,14

1,01 a 1,14

Velocidade de 50 m (m/s)

7,14

7,14

7,14

7,14

7,14 a 8,33

7,14 a 8,33

7,14 a 8,33

Velocidade de 30 m (m/s)

 

-

- -

 

-

 

-

6,89 a 6,62

6,89 a 6,62

Velocidade de 20 m (m/s)

-

- -

-

-

6,80 a 7,11

6,80 a 7,11

Velocidade de 15 m (m/s)

-

 

-

5 a 6

 

5 a 6

 

- -

 

-

   

VO 2máx (ml/kg/min)

 

-

- -

   

-

 

40

a 60

46

a 65

 

46 a 65

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

194

Tabela 6 Resultados mínimos e máximos de cada teste do sexo feminino.

 

Variável

 

Iniciante

Pré-Mirim

Mirim até

Infantil até

Infanto-

Juvenil até

 

Adulto

 

até

até

Juvenil

 

14 anos

16 anos

20 anos

21 anos ou +

12 anos

13 anos

até 18 anos

 

Estatura (cm)

 

147 a 163

161 a 170

162 a 175

167 a 177

Dupla -

Dupla, igual

172

a 188

 

ao adulto

defensor da

176

a 184

 

dupla

levantador

178

a 185

 

levantador

176

a 190

168

a 170

bloqueador da

líbero

160

a 166

 

dupla

líbero

 

175

a 185

173

a 182

ponta

176

a 188

levantador

ponta

180

a 187

169

a 180 libero

oposto

182

a 189

 

oposto

179

a 188 ponta

185

a 190

 

central

186

a 193

185

a 190

central

 

oposto

187

a 200

 

central

Massa corporal total (kg)

40

a 57

54

a 65

56

a 70

59

a 75

60

a 82

55

a 83

 

62

a 90

 

%G

16

a 25

17

a 22

12

a 18

17

a 20

10

a 20

10

a 20

 

10

a 20

 

Somatótipo

 

Endomorfo­

Mesomorfo­

Endomorfo­

Endomorfo­

Mesomorfo­

Mesomorfo­

Mesomorfo­

 

mesomorfo

ectomorfo ou

mesomorfo

mesomorfo

endomorfo

endomorfo

endomorfo

 

Mesomorfo­

 

ou

 

ou

ou Ectomorfo­

endomorfo

Ectomorfo­

Ectomorfo­

mesomorfo

endomorfo

endomorfo

Salto

Vertical

(cm)

que

             

Avalia

25 a 32

26 a 33

27 a 34

30 a 35

31 a 36

31 a 41

 

31 a 41

 

a Força

 
 

30 a 37

31 a 38

33 a 39

36 a 40

37 a 41

38 a 53

 

38 a 53

o Componente Elástico

 
 

-

- 259 a 264

260 a 265

265 a 320

301 a 335

301 a 335

a Cortada (alcance da mão em cm)

 

o Bloqueio (alcance da mão em cm)

 

-

- 228 a 249

250 a 292

255 a 300

264 a 325

264 a 325

Agilidade de 9,14 m (m/s metros por segundo)

0,76 a 0,91

0,83 a 0,91

0,83 a 0,91

0,83 a 0,91

0,83 a 0,91

0,83 a 0,91

0,83 a 0,92

Velocidade de 50 m (m/s)

5,55

4,62 a 5,55

4,62 a 5,55

4,62 a 5,55

5,55 a 6,25

5,55 a 6,92

5,55 a 6,92

Velocidade de 30 m (m/s)

 

-

 

-

 

-

 

-

 

-

3,44 a 3,93

3,44 a 3,93

Velocidade de 20 m (m/s)

-

-

5,73

5,73

-

6,49

 

6,49

VO 2máx (ml/kg/min)

   

-

30

a 44

38

a 46

39

a 49

40

a 55

38

a 63

 

38

a 63

Conclusão

O artigo apresentou os testes para o atleta de voleibol, espera-se que essa revisão facilite o trabalho dos treinadores.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

Referências

195

AFONSO, G. Voleibol de praia: uma análise sociológica da história da modalidade (85-03). 225 f. Dissertação (Mestrado), UFPR, 2004.

ALTINI NETO, A.; PELLEGRINOTTI, L.; MONTEBELO, M. Efeitos de um programa de treinamento neuromuscular sobre o consumo máximo de oxigênio e salto vertical em atletas iniciantes de voleibol. Rev Bras Med Esporte. v. 12, n. 1, p. 33-8, 2006. Disponível em: www.rbme.org.br/ Acesso em: 11 de dezembro de 2007.

ANFILO, M.; SHIGUNOV, V. Reflexão sobre o processo de seleção e preparação de equipes. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum. v. 6, n. 1, p. 17-25, 2006.

Disponível em: www.periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh Acesso em: 4 de maio de

2009.

ARAÚJO, C. Flexiteste: proposição de cinco índices de variabilidade da mobilidade articular. Rev Bras Med Esporte. v. 8, n. 1, p. 13-19, 2002. Disponível em:

www.rbme.org.br/ Acesso em: 11 de dezembro de 2006.

ARAÚJO, C.; ARAÚJO, D. Flexiteste: utilização inapropriada de versões condensadas. Rev Bras Med Esporte. v. 10, n. 5, p. 381-388, 2004. Disponível em:

www.rbme.org.br/ Acesso em: 11 de dezembro de 2006.

ARAÚJO, C. Flexiteste. São Paulo: Manole, 2005. p. 143-7.

ARAÚJO, M.; SCREMIN, D.; COSTA, L.; CASIMIRO-LOPES, G.; OLIVEIRA-JÚNIOR, A. Provável influência de aspectos maturacionais nas variáveis cineantropométricas de jovens atletas de voleibol. Rev Educ Fís. v. -, n. 143, p. 57, 2008.

ARAÚJO NETTO, J.; FERNANDES FILHO, J. Treinamento de diferentes alturas do salto em profundidade. Rev Dig. v. 12, n. 116, p. 1-13, 2008. Disponível em:

www.efdeportes.com/ Acesso em: 13 de janeiro de 2008.

ARRUDA, M.; HESPANHOL, J. Fisiologia do voleibol. São Paulo: Phorte, 2008. p. 41­ 71, 77-81.

ARRUDA, M.; HESPANHOL, J. Saltos verticais. São Paulo: Phorte, 2008b. p. 16-18.

BADILLO, J. J. G.; AYESTARÁN, E. G. Fundamentos do treinamento de força. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. p. 254-7.

BEMBEN, M.; McCALIP, G. Strength and power relationship as a function of age. J Strength Cond Res. v. 13, n. 4, p. 330-8, 1999.

BITTENCOURT, N.; AMARAL, G.; ANJOS, M.; D`ALESSANDRO, R.; SILVA, A.; FONSECA, S. Avaliação muscular isocinética. Rev Bras Med Esporte. v. 11, n. 6, p. 331-5, 2005. Disponível em: www.rbme.org.br/ Acesso em: 11 de dezembro de 2006.

BIZZOCCHI, C. O voleibol de alto nível. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2004. p. 36.

BOJIKIAN, L.; BÖHME, M. Crescimento e composição corporal no voleibol. Rev Bras Educ Fís Esp. v. 22, n. 2, p. 91-102, 2008. Disponível em: www.usp.br/eef/ Acesso em: 10 de maio de 2009.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

196

BOMPA, T. Treinamento de potência para o esporte. São Paulo: Phorte, 2004. p. 16-35, 58-62.

BOSCO, C.; KOMI, P. Influence of aging on the mechanical behavior of leg extensor muscles. Eur J Appl Physiol. v. 45, n. 2-3, p. 209-19, 1980.

BRAZ, T.; UGRINOWITSCH, H.; FLAUSINO, N.; FREITAS, W.; PIZA, E. O efeito da motivação no desempenho do teste de Cooper em jovens futebolistas. Rev Trein Desp. v. 8, n. 1, p. 53-9, 2007. Disponível em: www.treinamentodesportivo.com.br Acesso em: 8 de maio de 2009.

BROWN, L.; WEIR, J. Recomendación de procedimientos de la ASEP. PubliCE. v. -, n. -, p. 1-21, 2003. Disponível: www.sobreentrenamiento.com/PubliCE/Home.asp Acesso em: 24 de fevereiro de 2003

BURKE, L.; KIENS, B.; IVY, J. Carbohydrates and fat for training and recovery. In:

MAUGHAN, R.; BURKE, L.; COYLE, E. (Edits). Food, nutrition and sports performance II. London: Routledge, 2004. p. 24-49. CBV. Seleções brasileiras. 2009. Disponível em www.cbv.com.br Acesso: 2 de maio de 2009.

CHAMARI, K.; ALMAIDI, S.; BLUM, J.; HUE, O.; TEMFEMO, A.; HERTOGH, C.;

MERCIER, B.; PRÉFAUT, C.; MERCIER, J. Eur J Appl Physiol. v. 85, n. 1-2, p. 191-4,

2001.

COMETTI, G. La détente et la pliometria. Centre d`Expertise de la Performance. p. 1-9. 2004. Disponível em: www.u-bourgogne.fr/EXPERTISE-PERFORMANCE/ Acesso em: 6 de julho de 2004.

COOPER, K. A means of assessing maximal oxygen intake. JAMA. v. 203, n. 3, p. 135-8, 1968.

COSTA, H.; LIMA, C.; MATIAS, C.; GRECO, P. Efeito do processo de treinamento técnico-tático no nível de conhecimento declarativo de jovens praticantes de voleibol. Rev Min Educ Fís. v. 15, n. 2, p. 5-19, 2007.

COTTA, R.; BARLETTA, G.; MONTEIRO, A.; AFONSO, C.; SANTOS, W. Utilização dos testes de salto vertical e salto horizontal para prescrição de treinamento pliométrico. Rev Dig. v. 14, n. 131, p. 1-8, 2008. Disponível em: www.efdeportes.com/ Acesso em: 19 de abril de 2009.

CYRINO, E.; OKANO, A.; GLANER, M.; ROMANZINI, M.; GOBBO, L.; MAKOSKI, A.;

BRUNA, N.; MELO, J.; TASSI, G. N. Impact of the use of different skinfold calipers for the analysis of the body composition. Rev Bras Med Esporte. v. 9, n. 3, p. 150-153,

2003. Disponível em: www.rbme.org.br/ Acesso em: 11 de dezembro de 2006.

DANCEY, C.; REIDY, J. Estatística sem matemática para psicologia. Porto Alegre:

Artmed, 2006.

DANTAS, E. Flexibilidade: alongamento e flexionamento. Rio de Janeiro: Shape,

1991. p. 45.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

197

DALSIN, K.; GOELLNER, S. O elegante esporte de rede. Mov. v. 12, n. 1, p. 153-71, 2006. Disponível em: www.seer.ufrgs.br/index.php/index Acesso em: 4 de maio de

2009.

D´ALESSANDRO, R.; SILVEIRA, E.; ANJOS, M.; DA SILVA, A.; FONSECA, S. Análise da associação entre a dinamometria isocinética da articulação do joelho e o salto horizontal unipodal, hop test, em atletas de voleibol. Rev Bras Med Esporte. v. 11, n. 5, p. 271-5, 2005. Disponível em: www.rbme.org.br/ Acesso em: 11 de dezembro de 2006.

DENADAI, B. Índices fisiológicos de avaliação aeróbia. Ribeirão Preto: BSD,

1999. p. 5-11.

DINTIMAN, G.; WARD, B.; TELLEZ, T. Velocidade nos esportes. 2ª ed. São Paulo:

Manole, 1999. p. 8.

DOS SANTOS, E.; FERNANDES, P.; SOUZA, S. Test of anaerobic potency microcontrolled for players of volleyball. FIEP. v. 77, n. special, p. 448-50, 2007.

DOURADO, A. Monitoração de atletas de voleibol. 155 f. Dissertação (Mestrado), UFRGS, Porto Alegre, 2007.

DUARTE, M.; DUARTE, C. Validade do teste aeróbico de corrida vai-e-vem de 20 metros. Rev Bras Ciên Mov. v. 9, n. 3, p. 7-14, 2001. Disponível em:

http://portalrevistas.ucb.br/ Acesso em: 15 de maio de 2009.

ELENO, T.; BARELA, J.; KOUBUN, E. Tipos de esforço e qualidades físicas do handebol. Rev Bras Ciên Esporte. v. 24, n. 1, p. 83-93, 2002. Disponível em:

www.rbceonline.org.br/ Acesso em: 14 de maio de 2009.

ESCALONA, J.; ABREU, A. Indicadores físicos em la etapa puberal em atletas de balonmano que contribuyen a la detección de talentos. Rev Dig. v. 13, n. 119, p. 1­ 13, 2008. Disponível em: www.efdeportes.com/ Acesso em: 30 de março de 2008.

FARINATTI, P. Criança e atividade física. Rio de Janeiro: Sprint, 1995. p. 65-6.

FARINATTI, P. Flexibilidade e esporte. Rev Paul Educ Fís. v. 14, n. 1, p. 85-96,

2000. Disponível em: www.usp.br/eef/ Acesso em: 30 de dez. de 2008.

FARINATTI, P.; MONTEIRO, W. Fisiologia e avaliação funcional. 2ª ed. Rio de Janeiro:

Sprint, 1992. p. 241-9.

FEDERAÇÃO MINEIRA DE VOLEIBOL. Categorias. Disponível em: www.fmvolei.org.br Acesso em: 2 de maio de 2009.

FEITOZA, P.; SILVA, F. Comparação entre o teste de peso por repetição de Lemos e o teste de uma carga máxima do indivíduo. Rev Baian Educ Fís. v. 6, n. 2, p. 5-10,

2005. Disponível em: www.revbef.com.br Acesso em: 10 de abril de 2009.

FERRAGUT, C.; CORTADELLAS, J.; ARTEAGA, R.; CALBET, J. Prediccion de la altura de salto vertical. Rev Motri. v. -, n. 10, p. 7-22, 2003. Disponível em:

www.cienciadeporte.com/ Acesso em: 10 de dezembro de 2008.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

198

FIGUEIRA JÚNIOR, J. Ciência do voleibol. São Caetano do Sul: CELAFISCS, 1994.

FIGUEIRA JÚNIOR, A.; ANDRADE, D.; ROCHA, J.; MATSUDO, V. Fadiga muscular em atletas da seleção brasileira de voleibol feminino. Âmb Med Desp. v. 3, n. 26, p. 3­ 11, 1996.

FILGUERA, F.; GRECO, P. Futebol: um estudo sobre a capacidade tática no processo de ensino-aprendizagem-treinamento. Rev Bras Futebol. v. 1, n. 2, p. 53-65, 2008. Disponível em: www.rbfutebol.com.br Acesso em: 3 de maio de 2009.

FIVB. Seleções e duplas da olimpíada de 2008. 2008. Disponível em:

www.fivb.org Acesso em: 31 de agosto de 2008.

FONSECA, P.; MARINS, J.; TAVARES DA SILVA, A. Validação de equações antropométricas que estimam a densidade corporal em atletas profissionais de futebol. Rev Bras Med Esporte. v. 13, n. 3, p. 153-6, 2007. Disponível em:

www.rbme.org.br/ Acesso em: 11 de dezembro de 2008.

FONSECA, P.; FUKE, K.; LEAL, D.; MARINS, J. Antropometria de atletas profissionais

de futebol. Cad Educ Fís. v. 7, n. 12, p. 9-14, 2008. Disponível em: http://e­ revista.unioeste.br/index.php/cadernoedfisica/issue/archive Acesso em: 8 de maio de

2009.

FRANCELINO, E.; ALVES, S. Relação entre antropometria, maturação e desempenho físico em jovens do voleibol. Rev Ciên Biol Saúde. v. 2, n. -, p. 129-37, 2007.

GAJDOSIK, R.; LINDEN, D.; McNAIR, P.; RIGGIN, T.; ALBERTSON, J.; MATTICK, D.; WEGLEY, J. Slow passive stretch and release characteristics of the calf muscles o folder women with limited dorsiflexion range of motion. Clinic Biomech. v. 19, n. -, p. 398-406, 2004.

GALDI, E. Pesquisas com salto vertical: uma revisão. Rev Trein Desp. v. 5, n. 2, p. 51-61, 2000. Disponível em: www.treinamentodesportivo.com.br Acesso em: 8 de maio de 2009.

GARGANTA, J. A análise da performance nos jogos desportivos. Rev Port Ciên Desp. v. 1, n. 1, p. 57-64, 2001. Disponível em: www.fade.up.pt/rpcd Acesso em : 4 de maio de 2009.

GARGANTA, R.; MAIA, J.; JANEIRA, M. A. Estudo discriminatório entre atletas de voleibol do sexo feminino com base em testes motores específicos. In: BENTO, J.; MARQUES, A. (Edits.). A ciência do desporto a cultura e o homem. Porto:

Universidade do Porto, 1993. p. 281-289.

GOUVÊA, F.; LOPES, M. Incidência do ataque no voleibol infanto-juvenil feminino. Mov Percep. v. 9, n. 12, p. 168-83, 2008. Disponível em:

www.unipinhal.edu.br/movimentopercepcao Acesso em: 4 de maio de 2009.

GUEDES, D. Implicações no estudo da composição corporal. In: AMADIO, A.; BARBANTI, V. Orgs.). A biodinâmica do movimento humano e suas relações interdisciplinares. São Paulo: USP e Liberdade, 2000. p. 185-208.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

199

GUERRERO, J.; LÓPEZ, M. Evolución morfológica de un grupo de jugadores de voleibol de élite. In: MESQUITA, I.; MOUTINHO, C.; FARIA, R. (Eds.). Investigação em voleibol. Estudos ibéricos. Porto: Universidade do Porto, 2003. p. 193-201.

GUIMARÃES, G.; MATTA, P. Uma história comentada da transformação do voleibol. Rev Educ Fís. v. -, n. 128, p. 79-88, 2004. Disponível em:

www.revistadeeducacaofisica.com.br/ Acesso em: 10 de janeiro de 2005.

HARGREAVES, M. Physiological limits to exercise performance. J Sci Med Sport. v. 11, n. 1, p. 66-71, 2008.

HESPANHOL, J.; ARRUDA, M.; MARIA, T.; SILVA NETO, L. Desempenho do salto vertical, anaeróbio e velocidade em voleibolistas de areia em dois ambientes. Rev Bras Educ Fís Esp. v. 20, n. S5, p. 473, 2006. Disponível em: www.usp.br/eef/ Acesso em: 30 de dezembro de 2008.

HESPANHOL, J.; SILVA NETO, L.; ARRUDA, M. A resistência de força explosiva em

jovens voleibolistas do sexo masculino. Mov Percep. v. 6, n. 8, p. 163-74, 2006b. Disponível em: www.unipinhal.edu.br/movimentopercepcao Acesso em: 4 de maio de

2009.

HESPANHOL, J.; ARRUDA, M.; PRATES, J.; MATHIAS, F. Associação entre maturação e desempenho do salto vertical em jovens voleibolistas. Rev Conexões. v. 6, n. 3, p. 53-66, 2008. Disponível em: www.unicamp.br/fef/ Acesso em: 3 de janeiro de 2009.

HEYWARD, V.; STOLARCZYK, L. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo: Manole, 2000. p. 164-5.

HOYO, M.; SAÑUDA, B.; CARRASCO, L. Composición corporal en jugadores de voleibol. Rev Int Med Cien Act Fis Desp. v. 8, n. 32, p. 256-69, 2008. Disponível em: http://cdeporte.rediris.es/revista/ Acesso em: 17 de maio de 2009.

JACKSON, A.; POLLOCK, M. Generalized equations for predicting body density of men. Br J Nutr. v. 40, n. -, p. 497-504, 1978.

JACKSON, A.; POLLOCK, M.; WARD, A. Generalized equations for predicting body density of women. Med Sci Sports Exerc. v. 12, n. 3, p. 175-82, 1980.

KANEHISA, H.; MIYATANI, M.; AZUMA, K.; KUNO, S.; FUKUNAGA, T. Influence of age and sex on abdominal muscle subcutaneous fat thickness. Eur J Appl Physiol. v. 91, n. 5-6, p. 534-537, 2004.

KISS, M. Potência e capacidade aeróbias: importância relativa em esporte, saúde e qualidade de vida. In. AMADIO, A.; BARBANTI, V. (Orgs.). A biodinâmica do movimento humano e suas relações interdisciplinares. São Paulo: USP e Estação Liberdade, 2000. p. 175-184.

KISS, M.; MACHIDA, J.; DIRANI, I.; ZUCAS, S.Lactato em testes de endurance e de velocidade. Rev Paul Educ Fís. v. 2, n. 3, p. 39-43, 1988.

KISS, M.; COLANTONIO, E.; REGAZZINI, V.; BARROS, R.; REGAZZINI, M. Variável aeróbia. In: KISS, M. (Org.). Esporte e exercício. São Paulo: Roca, 2003. p. 130-1.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

200

LÉGER, L. A.; LAMBERT, J. A maximal multistage 20 m shuttle run test to predict VO 2máx . Eur J Appl Physiol. v. 49, n. 1, p. 1-12, 1982.

LIMA, A.; SOARES, C.; SOUZA, A. Efeito da inversão dos turnos de trabalho sobre capacidade aeróbia e respostas cardiovasculares ao esforço máximo. Rev Bras Med Esporte. v. 14, n. 3, p. 201-4, 2008. Disponível em: www.rbme.org.br/ Acesso em:

11 de dezembro de 2008.

LOPES, R.; GUIMARÃES, H. Avaliação clínica do paciente hipertenso. Semin Bras Med. v. 1, n. 1, p. 10-3, 2006.

LORA, M.; CORRALES, B.; PÁEZ, L. Determinácion del somatotipo en jogadores infantiles de voleibol. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum. v. 10, n. 3, p. 255-60, 2008. Disponível em: www.periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh Acesso em: 4 de maio de 2009.

MADUREIRA, A. O avanço da estatística na Educação Física. Cad Educ Fís. v. 7, n.

12,

revista.unioeste.br/index.php/cadernoedfisica/issue/archive Acesso em: 8 de maio de

2009.

p.

73-76,

2008.

Disponível

em:

MAGNUSSON, P.; RENSTRÖM, P. The European College of Sports Sciences Position Statements: the role of stretching exercises in sport. Eur J Sport Sci. v. 6, n. 2, p. 87-91, 2006.

MALINA, R.; EISENMANN, J.; CUMMING, S.; RIBEIRO, B.; AROSO, J. Maturity­ associated variation in the growth and functional capacities of youth football player 13-15 years. Eur J Appl Physiol. v. 91, n. 5-6, p. 555-62, 2004.

MAREY, S.; BOLEACH, L.; MAYHEW, J.; McDOLE, S. Determination of player potential in volleyball. J Sports Med Phys Fitness. v. 31, n. 2, p. 161-4, 1991.

MARINS, J.; GIANNICHI, R. Avaliação e prescrição de atividade física. 2ª ed. Rio de Janeiro, 1998. p. 40-2.

MARQUES JUNIOR, N. K. Meatabolismo energético no trabalho muscular do treino competitivo ou do fitness. Rev Min Educ Fís. v. 9, n. 1, p. 63-73, 2001.

MARQUES JUNIOR, N. K. Uma preparação desportiva para o voleibol. Rev Min Educ Fís. v. 10, n. 2, p. 49-73, 2002.

MARQUES JUNIOR, N. K. Composição corporal e somatótipo. Rev Min Educ Fís. v. 11, n. 2, p. 75-81, 2003.

MARQUES JUNIOR, N. K. Sugestão de uma periodização para o voleibol “amador” de duplas na areia masculino. 185 f. Pós-Graduação Lato-Sensu em Treinamento Desportivo, RJ, UGF, 2005. Disponível em:

http://educacaofisica.seed.pr.gov.br/ Acesso em: 4 de fevereiro de 2009.

MARQUES JUNIOR, N. K. Testes para o jogador de voleibol. Rev Min Educ Fís. v. 13, n. 1, p. 130-74, 2005b.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

201

MARQUES JUNIOR, N. K. Periodização tática: uma nova organização do treinamento para duplas masculinas do voleibol na areia de alto rendimento. Rev Min Educ Fís. v. 14, n. 1, p. 19-45, 2006.

MARQUES JUNIOR, N. K. Teste de força bio-operacional e bio-estrutural para a saúde e para a perfromance. Mov Percep. v. 8, n. 11, p. 361-92, 2007. Disponível em:

www.unipinhal.edu.br/movimentopercepcao Acesso em: 30 de dezembro de 2007.

MARQUES JUNIOR, N. K. Periodização tática: o treinamento de iniciadas do futebol de salão feminino de 2006. Mov Percep. v. 8, n. 11, p. 7-41, 2007b. Disponível em:

www.unipinhal.edu.br/movimentopercepcao Acesso em: 30 de dezembro de 2007.

MARQUES JUNIOR, N. K. Um modelo de jogo para o voleibol na areia. Conexões. v. 6, n. 3, p. 11-24, 2008. Disponível em: www.unicamp.br/fef/ Acesso em: 3 de janeiro de 2009.

MARQUES JUNIOR, N. K. 2008b. Altas temperaturas. Mov Percep. v. 9, n. 12, p. 6­ 17, 2008b. Disponível em: www.unipinhal.edu.br/movimentopercepcao Acesso em: 28 de junho de 2007.

MARQUES JUNIOR, N. K. O efeito do treino da visão periférica no ataque de iniciados do futsal: um estudo na competição. 157 f. Dissertação (Mestrado), UCB, RJ, 2008b. Disponível em: http://educacaofisica.seed.pr.gov.br/ Acesso em: 4 de fev. de 2009.

MARQUES JUNIOR, N. K. Fundamentos praticados pelo defensor durante o jogo de voleibol na areia. Conexões. v. 7, n. 1, p. 61-76, 2009c. Disponível em:

www.unicamp.br/fef/ Acesso em: 1º de abr. de 2009.

MAHSEREDJIAN, F.; BARROS NETO, T.; TEBEXRENI, A. Estudo comparativo de métodos para a predição do consumo máximo de oxigênio e limiar anaeróbio em atletas. Rev Bras Med Esporte. v. 5, n. 5, p. 167-72, 1999. Disponível em:

www.rbme.org.br/ Acesso em: 14 de maio de 2006.

MASSA, M.; BÖHME, M.; RIGOLIN DA SILVA, L.; UEZU, R. Análise de referenciais cineantropométricos de atletas de voleibol masculino envolvidos em processo de promoção de talentos. Rev Mackenzie Educ Fís Esp. v. 2, n. 2, p. 101-113, 2003. Disponível em: www.mackenzie.br/remef.html Acesso em: 11 de maio de 2009.

MASSA, M.; RÉ, A. Características de crescimento e desenvolvimento. In: RIGOLIN DA SILVA, L. (Edit.). Desempenho esportivo. São Paulo: Phorte, 2006. p. 155-89.

MATSUDO, V. Testes em ciências do esporte. 6ª ed. São Caetano do Sul:

CELAFISCS, 1998. p. 94, 59-61, 69-76.

McGOWN, C.; CONLEE, R.; SUCEC, A.; BUONO, M.; TAMAYO, M.; PHILLIPS, W.; FREY, M.; LAUBACH, L.; BEAL, D. Gold medal volleyball. Res Q Exerc Sport. v. 61, n. 2, p. 196-200, 1990.

MEDINA, M.; FERNADES FILHO, J. Identificação dos perfis genéticos e somatotípicos

que caracterizam atletas de voleibol masculino adulto. Fit Perf J. v. 1, n. 4, p. 12-20,

2002.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678

202

MONTEIRO, A. Treinamento personalizado. 2ª ed. São Paulo: Phorte, 2002. p. 102-104, 119-185.

MORALES, A.; AZEVEDO, M.; MACIEL, R.; BARCELOS, J.; ÁREAS NETO, N.; DA SILVA, V. Eficácia do processamento mental em jogadores de voleibol com níveis metacognitivos diferenciados. Rev Educ Fís/UEM. v. 20, n. 1, p. 43-50, 2009. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis Acesso em: 8 de maio de 2009.

MOREIRA, A.; OKANO, A.; RONQUE, E.; SOUZA, M.; OLIVEIRA, P. Reprodutibilidade dos testes de salto vertical e salto horizontal triplo consecutivo em diferentes etapas da preparação de basquetebolistas de alto rendimento. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum. v. 8, n. 4, p. 68-72, 2006. Disponível em:

www.periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh Acesso em: 4 de maio de 2009.

MOREIRA, G. A influencia do gramado molhado sobre o desempenho em um teste progressivo para jogadores de futebol. 84 f. Dissertção (Mestrado), UCS, Caxias do Sul, 2001.

NORONHA, G. Levantamento do perfil desejável, de levantadores, no volibol de alto rendimento. 127 f. Dissertação (Mestrado), UFRJ, RJ, 1992.

NUNES, N.; KALOZDI, K.; AMARAL, S.; PROENÇA, J.; BRAGA, A.; ALVES, M.;

NEGRÃO, C.; FORJAZ, C. Efeito do treinamento físico, baseado em avaliação ergospirométrica, na capacidade aeróbia de atletas de voleibol. Rev Bras Ciên Esporte. v. 21, n. 2-3, p. 11-15, 2000. Disponível em: www.rbceonline.org.br/ Acesso em: 14 de maio de 2009.

OKANO, A.; CARVALHO, F.; CYRINO, E.; GOBBO, L.; ROMANZINI, M.; GLANER, M.; REICHERT, F.; AVELAR, A. Utilização do adipômetro CESCORF para estimativa da gordura corporal relativa a partir de equações validadas com o adipômetro Lange. Rev Educ Fís/UEM. v. 19, n. 3, p. 431-6, 2008. Disponível em:

OLIVEIRA, F. Metacognição e hemisfericidade em jovens atletas. 116 f. Dissertação (Mestrado), UCB, RJ, 2002.

OLIVEIRA, F; BELTRÃO, F.; DA SILVA, V. Metacognição e hemisfericidade em jovens atletas. Rev Paul Educ Fís. v. 17, n. 1, p. 5-15, 2003. Disponível em:

www.usp.br/eef/ Acesso em: 30 de dez. de 2008.

OLIVEIRA, P.; DA SILVA, J. Dinâmica da alteração de diferentes capacidades biomotoras de atletas de voleibol. Rev Trein Desp. v. 6, n. 1, p. 18-30, 2001. Disponível em: www.treinamentodesportivo.com.br Acesso em: 8 de maio de 2009.

OLIVEIRA, P. O processo de desenvolvimento da resistência motora e sua relação com a preparação geral e especial. In: PELLEGRINOTTI, I. (Org.). Performance humana. Ribeirão Preto: Tecmed, 2004. p. 181-230.

PELLEGRINOTTI, I.; SOUZA, S. Criação do teste W 20 metros e instrumento computadorizado para avaliação de performance de voleibolistas. Rev Trein Desp. v. 5, n. 2, p. 16-28, 2000. Disponível em: www.treinamentodesportivo.com.br Acesso em: 14 de maio de 2009.

Movimento & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v. 11, n. 16, jan./abr. 2010– ISSN 1679-8678