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4 - VISTAS AUXILIARES PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS

4 - VISTAS AUXILIARES PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS Esta aula tem por objetivo apresentar o conteúdo de

Esta aula tem por objetivo apresentar o conteúdo de vistas auxiliares primárias e secundárias no desenho técnico. Inicialmente é apresentada a definição de vistas auxiliares e, em seguida, a importância do uso dessas vistas no desenho técnico. Depois, é realizada uma breve revisão de mudança de plano de projeção da geometria descritiva. Por fim, é apresentada uma sistemática de obtenção de vistas auxiliares primárias e secundárias através de uma analogia com o assunto de mudança de plano de projeção.

4.1 - O QUE SÃO VISTAS AUXILIARES?

Nos capítulos anteriores, você se deparou com vistas que assumiam uma posição particular com relação aos planos de projeção do primeiro diedro. Conforme verificado, essas vistas são a anterior, posterior, laterais direita e esquerda, superior e inferior. Estas vistas são chamadas Vistas Principais ou Comuns. Contudo, em diversas situações, com o intuito de aumentar a compreensão da forma da peça e de suas dimensões por parte de quem lê o projeto ou desenho, o desenhista se vê obrigado a representar determinadas partes da peça em verdadeira grandeza. Isto se torna mais evidente no momento em que a verdadeira grandeza de uma determinada parte da peça não é obtida diretamente pela leitura das vistas comuns (figura 4.1.1).

diretamente pela leitura das vistas comuns (figura 4.1.1). Fig. 4.1.1 - ( COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA -

Fig. 4.1.1 - (COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA - Giesecke, F.E.; Mitchell, A.; Spencer, H.C.; Hill, I.L.; Dygdon, J.T.; Novak, J.E.; Lockhart, S.)

Nesse caso, o desenhista pode representar graficamente a peça observada de uma posição distinta de forma a explicitar com clareza e exatidão as partes, elementos ou componentes que necessitam ser melhor apresentados. Em outras palavras, representa-se a vista da peça de uma determinada posição diferente destas seis posições principais e a vista assim obtida é denominada vista auxiliar. Para exemplificar, vamos analisar a peça apresentada na figura 4.1.2. De acordo com essa figura, percebe-se a existência de um plano oblíquo cuja projeção aparece reduzida nas vistas anterior e superior.

projeção aparece reduzida nas vistas anterior e superior. Fig. 4.1.2 – Peça que apresenta plano oblíquo
projeção aparece reduzida nas vistas anterior e superior. Fig. 4.1.2 – Peça que apresenta plano oblíquo
projeção aparece reduzida nas vistas anterior e superior. Fig. 4.1.2 – Peça que apresenta plano oblíquo

Fig. 4.1.2 – Peça que apresenta plano oblíquo com relação aos planos de projeção

Caso seja interessante a representação em verdadeira grandeza da face oblíqua da peça apresentada na figura 4.1.1, é necessário posicionar o observador de forma que consigamos obter uma projeção ortogonal da face oblíqua em plano de projeção conveniente. Para resolver esse problema, é necessário, nesse caso, contar com os conhecimentos da geometria descritiva e utilizar o processo de mudança de plano de projeção para obtenção da nova vista. No exemplo da figura 2, é necessária a realização de uma dupla mudança de plano de projeção, uma vez que na primeira mudança de plano a face oblíqua será acumulada e, em seguida, através de uma segunda mudança de plano de projeção, a verdadeira grandeza da face oblíqua será explicitada.

4.2 - MUDANÇA DE PLANO DE PROJEÇÃO DA GEOMETRIA DESCRITIVA

(Suporte para obtenção das VISTAS AUXILIARES)

Existem algumas formas para obtenção das vistas auxiliares no desenho técnico. Pode-se obter uma vista auxiliar, por exemplo, utilizado processos de mudança de plano de projeção ou rotacionando a peça em estudo em torno de um determinado eixo. Nos próximos itens iremos revisar o processo de mudança de

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plano de projeção. Na vista anterior da figura 4.1.2 as retas que representam a haste avançam até o alinhamento deste ponto de tangência.

4.1.2 as retas que representam a haste avançam até o alinhamento deste ponto de tangência. 2
4.1.2 as retas que representam a haste avançam até o alinhamento deste ponto de tangência. 2