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VINHAÇA: EFEITOS NO SOLO E NA PLANTA UNESP / JABOTICABAL Projeto FAPESP - Programa de
VINHAÇA: EFEITOS NO SOLO E NA PLANTA
UNESP / JABOTICABAL
Projeto FAPESP - Programa de Pesquisa em Políticas Públicas (PPPP).
Claudimir Pedro Penatti
Diretoria de Mercado&Oportunidades
Gerente Regional Piracicaba
José Anderson Forti – Técnico
Paulo Cesar da Silva – Técnico
Vinícius Maia Costa – Agrônomo
Jorge Luis Donzelli – Agrônomo (P&D Agronomia)
Carlos Eduardo Faroni - Agrônomo
Outubro / 2007
Material de uso exclusivo da associada

CTCCTCCTCCTC –––– CentroCentroCentroCentro dededede TecnologiaTecnologiaTecnologiaTecnologia CanavieiraCanavieiraCanavieiraCanavieira

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163163163163 associadasassociadasassociadasassociadas
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3,23,23,23,2 milhõesmilhõesmilhõesmilhões hahahaha (safra(safra(safra(safra 06/07)06/07)06/07)06/07)
SituaçãoSituação 09/10/0709/10/07

CARACTERIZAÇÃO DA VINHAÇA

Vinhaça: vinhoto, restilo, tiborna, calda, garapão e caxixi;

13 litros para cada litro de álcool: (10 a 15) litros , condições agrícolas e industriais no seu processamento e na obtenção do álcool.

litro de álcool: (10 a 15) litros , condições agrícolas e industriais no seu processamento e

EVOLUÇÃO DO USO DA VINHAÇA

Utilização Racional

Pressão para uso adequado, proteção do meio ambiente, solução técnica, P&D…

proteção do meio ambiente, solução técnica, P&D… • Áreas de sacrifício (solos e cursos d’água) •

Áreas de sacrifício (solos e cursos d’água)

30 anos jogada em cursos d’água

técnica, P&D… • Áreas de sacrifício (solos e cursos d’água) • 30 anos jogada em cursos

CARACTERIZAÇÃO DA VINHAÇA

CARACTERIZAÇÃO DA VINHAÇA Fonte: Elias Neto & Nakahodo (1995).

Fonte: Elias Neto & Nakahodo (1995).

CARACTERIZAÇÃO DA VINHAÇA Fonte: Elias Neto & Nakahodo (1995).

CARACTERIZAÇÃO DA VINHAÇA

357 2.035
357
2.035

Fonte: Elias Neto & Nakahodo (1995).

CARACTERIZAÇÃO DA VINHAÇA 357 2.035 Fonte: Elias Neto & Nakahodo (1995).

CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS DE TIPOS DE VINHAÇA

Elements/Units

 

Must

Molasses

Mixed

Juice

N

kg m 3 /vinasse

0,75 - 0,79

0,33 - 0,48

0,26 - 0,35

P 2 O 5

kg m 3 /vinasse

0,10 - 0,35

0,09 - 0,61

0,09 - 0,50

K 2 O

kg m 3 /vinasse

3,50 - 7,60

2,10 - 3,40

1,01 - 2,00

CaO

kg m 3 /vinasse

1,80 - 2,40

0,57 - 1,46

0,13 - 0,76

MgO

kg m 3 /vin asse

0,84 - 1,40

0,33 - 0,58

0,21 - 0,41

SO 4

kg m 3 /vinasse

1,50

1,60

 

2,03

*OM

kg m 3 /vinasse

37 - 57

19 - 45

15 - 35

Mn

mg/dm 3

6 - 11

5 - 6

5

- 10

Fe

mg/dm 3

52 - 120

47 - 130

45 - 110

Cu

mg/dm 3

3

- 9

2 - 57

1

- 18

Zn

mg/dm 3

3

- 4

3 - 50

2 - 3

PH

4,0 - 4,5

3,5 - 4,5

3,5 - 4,0

 

*OM = Organic matter

Source: Orlando Filho & Leme (1984).

- 3 PH 4,0 - 4,5 3,5 - 4,5 3,5 - 4,0   *OM = Organic

Extração de Nutrientes pela Planta

Extração de Nutrientes pela Planta

Nutrientes na planta

Extração de macronutrientes (kg/ha) pelos colmos + folhas da variedade CB41-76. Cana-planta de 16 meses e cana-soca de 12 meses. Média de 3 solos.

Elementos

Cana Planta

Cana Soca

N

198

148

P

21

23

K

181

192

Ca

128

73

Mg

61

51

S

55

45

Fonte: Orlando Filho (1980).

P 21 23 K 181 192 Ca 128 73 Mg 61 51 S 55 45 Fonte:

Nutrientes na planta

Extração de macronutrientes (kg/100 t de colmos) por 5 variedades(cana-planta de 17,6 meses). Média de 3 solos.

5 variedades(cana-planta de 17,6 meses). Média de 3 solos. Variedades N P K Ca Mg S

Variedades

N

P

K

Ca

Mg

S

de 17,6 meses). Média de 3 solos. Variedades N P K Ca Mg S NA56-79 79

NA56-79

79

3,7

203

13,8

19,2

29,1

RB725828

78

4,4

141

11,0

15,0

25,2

SP70-1143

85

4,9

201

10,9

17,4

24,8

SP71-6163

85

5,9

164

9,3

13,5

23,0

SP71-799

80

5,3

202

10,6

13,2

23,5

9,3 13,5 23,0 SP71-799 80 5,3 202 10,6 13,2 23,5 Fonte: Primavesi, Deuber e Korndorfer (1987)

Fonte: Primavesi, Deuber e Korndorfer (1987)

9,3 13,5 23,0 SP71-799 80 5,3 202 10,6 13,2 23,5 Fonte: Primavesi, Deuber e Korndorfer (1987)

Nutrientes na planta

Extração de macronutrientes (kg/100 t de colmos) por 5 variedades(cana-planta de 17,6 meses). Média de 3 solos.

Solos

N

P

K

Ca

Mg

S

LR-2

72

4,6

240

12

16

28

LVE-2

80

5,1

213

15

18

35

LVA-9

92

4,8

93

6

13

13

Média

81,3

4,8

182,0

11,0

15,7

25,3

Fonte: Primavesi, Deuber e Korndorfer (1987).

6 13 13 Média 81,3 4,8 182,0 11,0 15,7 25,3 Fonte: Primavesi, Deuber e Korndorfer (1987).
Exportação de potássio (kg/ha) Fonte: Gomes (2003) C. Planta e soca 150 m 3 de

Exportação de potássio (kg/ha)

Fonte: Gomes (2003)

C. Planta e soca 150 m 3 de vinhaça/ha Adubação: 100-22-600 kg/ha de N-P 2 O 5 -K 2 O - Planta Soca: 90 kg/ha de N

soca 150 m 3 de vinhaça/ha Adubação: 100-22-600 kg/ha de N-P 2 O 5 -K 2

Efeitos da Vinhaça no Solo

Efeitos da Vinhaça no Solo

BIBLIOGRAFIA (Fonte: citado por Valmir Barbosa, 2004)

Almeida, 1952: redução de acidez

Valsechi, 1955: redução da acidez

Camargo, 1954: microbiologia e elevação da fertilidade

Ranzani, 1955: porosidade do solo 17% maior e permeabilidade pouco alterada

Miocque, 1966: ação redutora pela proliferação microbiana

Glória et al. 1972: neutralização da vinhaça

Glória, 1976: melhoramento da fertilidade

Agujaro, 1979: aumento da fertilidade

Ritchey et al., 1980: desenvolvimento de raízes

Matiazzo e Glória, 1980: conservação do fosfato de cálcio

Glória e Orlando Filho, 1981: melhor fertilidade e pior qualidade da cana

Neves, 1983: crescimento de BFN

Ritchey et al., 1983: desenvolvimento de raízes

Camargo et al., 1983: enriquecimento do solo

Coletti et al., 1983: elevação da fertilidade

Orlando Filho et al., 1983: 20 anos de aplicação, benefícios à cultura e ao solo

Parazzi et al., 1984: melhoria da produtividade

Souza e Ritchey, 1986: Correção de solo

Kofler, 1986: distribuição do sistema radicular

Cambuime Cordeiro, 1986: lixiviação de K, Ca e Mg, e aumento de Ps

Minhoni e Cerri, 1987: imobilização do nitrogênio

Morelli et al., 1987: distribuição do sistema radicular.

Morelli et al., 1992: correção de solo

Cruz et al., 1993: melhoramento da fertilidade

Orlando Filho et al., 1994: enriquecimento, alta TCH e sempre K > 5%

Orlando Filho et al., 1995: não lixiviação de N e enriquecimento do solo

Orlando Filho et al., 1996: enriquecimento do solo

• Penatti e Forti, 1997: 300 m 3 /ha e enriquecimento do solo

Penatti e Forti, 1999: enriquecimento do solo

Dynia, 2000: não contaminação de aquífero

Sposito, 2001: maiores sítios de troca de K ( >5% )

do solo • Dynia, 2000: não contaminação de aquífero • Sposito, 2001: maiores sítios de troca

EFEITOS DA VINHAÇA NO SOLO

Ferreira & Monteiro (1987): a adição da vinhaça “in natura” aos solos é, sem dúvida, uma boa opção para o aproveitamento deste resíduo, visto que ele é um excelente fertilizante e proporciona inúmeros benefícios nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo.

A elevação do pH;

Aumento da Capacidade de Troca Catiônica (CTC);

Aumento da disponibilidade de certos nutrientes;

Melhoria

da estruturação

do

solo (pela adição de matéria

orgânica);

Aumento na retenção de água e no desenvolvimento da microflora e microfauna do solo.

de matéria orgânica); • Aumento na retenção de água e no desenvolvimento da microflora e microfauna

CONCEITOS - AÇÃO DA VINHAÇA NO SOLO

CONCEITOS:

- A maioria dos solos brasileiros apresenta baixa fertilidade, sendo mais expressivo em subsuperfície; A adubação mineral fornece nutriente apenas para a planta, não para enriquecimento do solo em potássio. A vinhaça pode suprir o solo.

- A correção em subsuperfície se faz necessária para aumento de produção: uso de calcário e gesso.

Portanto,Portanto, aa vinhavinhaççaa devedeve serser consideradaconsiderada emem funfunççãoão dede doisdois conceitos:conceitos:

1.1. ComoComo fertilizante;fertilizante;

2.2. ComoComo recuperadorarecuperadora dada fertilidadefertilidade dodo solosolo emem profundidade.profundidade.

Como Como recuperadora recuperadora da da fertilidade fertilidade do do solo solo em em profundidade. profundidade.

USINA SANTA ELISA

USINA SANTA ELISA

Teores de potássio antes e após aplicação de vinhaça em solo argiloso (LR-2).

K (mmol c /dm 3 ) - 04/96 6 0-25 cm 25-50 cm 5 50-75
K (mmol c /dm 3 ) - 04/96
6
0-25 cm
25-50 cm
5
50-75 cm
75-100 cm
4
3
2
1
0
0
100
200
300

Doses de vinhaça (m 3 /ha)

Fonte: Penatti e Forti (1997)

K (mmol c /dm 3 ) - 10/99 6 0-25 cm 25-50 cm 5 50-75
K (mmol c /dm 3 ) - 10/99
6
0-25 cm
25-50 cm
5
50-75 cm
75-100 cm
4
3
2
1
0
0
100
200
300

Doses de vinhaça (m 3 /ha)

6 0-25 cm 25-50 cm 5 50-75 cm 75-100 cm 4 3 2 1 0 0

Características químicas do solo LVA-9 com aplicação de doses de vinhaça. Usina São José da Estiva (1996 a 2002)

Características químicas do solo LVA-9 com aplicação de doses de vinhaça. Usina São José da Estiva

pH – Até 2,50 m de profundidade no solo

0-25 25-50 50-75 75-100

100-150

200-250

150-200

Valores de pH no solo

5,5 5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 pH em CaCl 2
5,5
5,0
4,5
4,0
3,5
3,0
pH em CaCl 2

Profundidade (cm)

Vinhaça

0100 m3 200 m3 300 m3

100m3

m3

200m3

m3

300m3

m3

5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 pH em CaCl 2 Profundidade (cm) Vinhaça 0 100 m3 200

M.O. e V% – Até 2,50 m de profundidade no solo

Teor de matéria orgânica no solo

16 14 12 10 8 6 4 2 0 0-25 25-50 50-75 75-100 100-150 150-200
16
14
12
10
8
6
4
2
0
0-25
25-50
50-75
75-100
100-150 150-200 200-250
mmol c /dm 3

Profundidade (cm)

Vinhaça 0 100 m3 200 m3 300 m3
Vinhaça
0
100
m3
200
m3
300
m3

Vinhaça

0

0

100 m3

100

m3

200 m3

200

m3

300 m3

300

m3

Índice de saturação por bases no solo

50 40 30 20 10 0 0-25 25-50 50-75 75-100 100-150 150-200 200-250 mmol c
50
40
30
20
10
0
0-25
25-50
50-75
75-100
100-150 150-200 200-250
mmol c /dm 3

Profundidade (cm)

bases no solo 50 40 30 20 10 0 0-25 25-50 50-75 75-100 100-150 150-200 200-250

ENXOFRE

Teor de enxofre no solo

160 140 120 100 80 60 40 20 0 0-25 25-50 50-75 75-100 100-150 150-200
160
140
120
100
80
60
40
20
0
0-25
25-50
50-75
75-100
100-150 150-200 200-250
mg/dm 3

Profundidade (cm)

Vinhaça

0

0

100 m3

100

m3

200 m3

200

m3

300 m3

300

m3

mg dm -3

120

100

80

60

40

20

0

Enxofre

Vinhaça 0 100 m3 200 m3 300 m3 0-25 25-50 50- 100- 150- 200- 250-
Vinhaça
0
100
m3
200
m3
300
m3
0-25
25-50
50-
100-
150-
200-
250-
300-
350-
400-
450-
100
150
200
250
300
350
400
450
500

Profundidade (cm)

25-50 50- 100- 150- 200- 250- 300- 350- 400- 450- 100 150 200 250 300 350

POTÁSSIO

Teor de potássio no solo

6,0 5,0 Vinhaça 0 4,0 100 m3 3,0 200 m3 300 m3 2,0 1,0 0,0
6,0
5,0
Vinhaça
0
4,0
100
m3
3,0
200
m3
300
m3
2,0
1,0
0,0
0-25
25-50
50-75
75-100
100-150 150-200 200-250
mmol c /dm 3

Profundidade (cm)

Potássio

4 Vinhaça 0 3,5 100 m3 3 200 m3 2,5 300 m3 2 1,5 1
4
Vinhaça
0
3,5
100
m3
3
200
m3
2,5
300
m3
2
1,5
1
0,5
0
0-25
25-
50-
100-
150-
200-
250-
300-
350-
400-
450-
50
100
150
200
250
300
350
400
450
500
-3
mmol dmc

Profundidade (cm)

150- 200- 250- 300- 350- 400- 450- 50 100 150 200 250 300 350 400 450

Efeitos da Vinhaça na Produtividade da Cana Soca

Efeitos da Vinhaça na Produtividade da Cana Soca

APLICAÇÃO CONTROLADA DE VINHAÇA EM EXPERIMENTO DE CAMPO

APLICAÇÃO CONTROLADA DE VINHAÇA EM EXPERIMENTO DE CAMPO
APLICAÇÃO CONTROLADA DE VINHAÇA EM EXPERIMENTO DE CAMPO

Efeito da Vinhaça na Produtividade de Cana

Média de 4 experimentos e 3 cortes

R$/ha 120,0 750 725 100,0 700 80,0 675 650 60,0 625 40,0 600 0 100
R$/ha
120,0
750
725
100,0
700
80,0
675
650
60,0
625
40,0
600
0
100
200
300
t de cana/ha

Doses de vinhaça (m 3 /ha)

Fonte: Penatti e Forti (1997)

650 60,0 625 40,0 600 0 100 200 300 t de cana/ha Doses de vinhaça (m

NITROGÊNIO + VINHAÇA, PRODUÇÃO ACUMULADA DE 6 SAFRAS

No vinasse

750 700 650 y = -0,0088x 2 + 2,396x + 569,3 600 R 2 =
750
700
650
y = -0,0088x 2 + 2,396x + 569,3
600
R 2 = 0,9999
550
500
0
50
100
150
Accumulated yield

Nitrogen kg/ha

Vinasse 200 m 3 /ha

770 760 750 740 y = -0,0029x 2 + 0,741x + 715,05 730 R 2
770
760
750
740
y = -0,0029x 2 + 0,741x + 715,05
730
R 2 = 1
720
710
0
50
100
150
Accumulated yield

Nitrogen kg/ha

Vinasse 100 m 3 /ha

740 730 720 710 700 690 y = -0,0046x 2 + 1,162x + 657,1 680
740
730
720
710
700
690
y = -0,0046x 2 + 1,162x + 657,1
680
R 2 = 0,9999
670
660
650
0
50
100
150
Accumulated yield

Nitrogen kg/ha

Vinasse 300 m 3 /ha

785 780 775 770 765 y = -0,0034x 2 + 0,554x + 755,2 760 R
785
780
775
770
765
y = -0,0034x 2 + 0,554x + 755,2
760
R 2 = 0,7639
755
750
0
50
100
150
Accumulated yield

Nitrogen kg/ha

Fonte: Penatti, Araújo, Donzelli, Forti e Ribeiro (2004)

755 750 0 50 100 150 Accumulated yield Nitrogen kg/ha Fonte: Penatti, Araújo, Donzelli, Forti e

Resultados de 6 safras em solo arenoso (LVA-9)

Doses vinhaça. Usina São José da Estiva.

170 800 m3/ha 100 750 200 m3/ha 150 700 m3/ha 300 57-28-115 650 130 600
170
800
m3/ha
100
750
200
m3/ha
150
700
m3/ha
300
57-28-115
650
130
600
110
550
500
90
450
400
70
350
50
300
1996
1997
1998
1999
2000
2001
Média
Acumulado
t de cana/ha
Produção total (t)

Colheita

Fonte: Penatti, Araújo, Forti e Ribeiro (2001)

2001 Média Acumulado t de cana/ha Produção total (t) Colheita Fonte: Penatti, Araújo, Forti e Ribeiro

APLICAÇÃO POR GOTEJAMENTO – SP80-1842

170 Ad. Mineral 160 Fert. Química Fert. Vinhaça 150 140 130 120 110 100 90
170
Ad. Mineral
160
Fert. Química
Fert. Vinhaça
150
140
130
120
110
100
90
80
Corte 1
Corte 2
Corte 3
Corte 4
Corte 5
Corte 6
Corte 7
Corte 8
MÉDIA
Toneladas de Cana por Hectare
100 90 80 Corte 1 Corte 2 Corte 3 Corte 4 Corte 5 Corte 6 Corte

Tonelada de cana por hectare (Usina Piracicaba)

Estágio de

Fertirrigação

 

Corte

com

sem

 

2o. Corte

95,7

95,1

n.s

3o. Corte

90,7

81,3

***

4o. Corte

89,6

77,9

***

5o. Corte

90,7

85,7

n.s

6o. Corte

92,2

77,1

***

7o. Corte

88,7

82,0

**

8o. Corte

89,3

75,9

***

9o. Corte

87,3

76,5

***

Média

90,5

81,4

***

n.s. = não significativo * = significativo a 10% ** = significativo a 5% *** = significativo a 1%

TCH - com fertirrigação 100 Com 95 90 85 y = 94,491x -0,0328 R 2
TCH - com fertirrigação
100
Com
95
90
85
y
= 94,491x -0,0328
R 2 = 0,679
80
75
2o.
3o.
4o.
5o.
6o.
7o.
8o.
9o.
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
TCH - sem fertirrigação
100
Sem
95
y
= 90,874x -0,0846
R 2 = 0,6166
90
85
80
75
2o.
3o.
4o.
5o.
6o.
7o.
8o.
9o.
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
2 = 0,6166 90 85 80 75 2o. 3o. 4o. 5o. 6o. 7o. 8o. 9o. Corte

Açúcares totais recuperáveis (Usina Piracicaba)

Estágio de

Fertirrigação

 

Corte

com

sem

 

2o. Corte

142,7

140,6

n.s

3o. Corte

147,4

151,0

**

4o. Corte

143,9

142,9

n.s

5o. Corte

141,8

145,8

***

6o. Corte

142,2

145,5

***

7o. Corte

147,0

151,7

**

8o. Corte

144,3

150,8

***

9o. Corte

138,5

142,5

n.s

Média

143,5

146,4

***

n.s. = não significativo * = significativo a 10% ** = significativo a 5% *** = significativo a 1%

ATR (kg/t) - com fertirrigação 155 Com 150 145 140 135 2o. 3o. 4o. 5o.
ATR (kg/t) - com fertirrigação
155
Com
150
145
140
135
2o.
3o.
4o.
5o.
6o.
7o.
8o.
9o.
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
ATR - sem fertirrigação
155
Sem
150
145
140
135
2o.
3o.
4o.
5o.
6o.
7o.
8o.
9o.
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Sem 150 145 140 135 2o. 3o. 4o. 5o. 6o. 7o. 8o. 9o. Corte Corte Corte

Usina Santa Elisa

Colheita mecânica cana crua
Colheita mecânica cana crua
Usina Santa Elisa Colheita mecânica cana crua
Aplicação da Fórmula para Determinação da Dose CETESB - Decisão de Diretoria 35, de 9-3-2005.
Aplicação da Fórmula para
Determinação da Dose
CETESB - Decisão de Diretoria 35, de 9-3-2005.
CETESB - Decisão de Diretoria 262, de 22-12-2006.
NORMA TÉCNICA DA VINHAÇA.
APLICAÇÃO EM SOLO AGRÍCOLA.
Material de uso exclusivo das associadas do Centro de Tecnologia Canavieira
[( 0,05 CTC - Ks ) 3744 + 185 ] m³ de vinhaça/ha = Kvi
[(
0,05
CTC - Ks
)
3744
+
185
]
m³ de vinhaça/ha =
Kvi

CTC = Capacidade de Troca Catiônica, expressa em cmol c / dm 3 a pH 7,0, dada pela análise de fertilidade do solo realizada por laboratório de análise de solo e utilizando metodologia do Instituto Agronômico de Campinas de Análise de Solo, devidamente assinado por responsável técnico.

ks = concentração de potássio no solo, expresso em cmol c / dm 3 , à profundidade de 0,80 metros, dada pela análise de fertilidade do solo realizada por laboratório de análise de solo utilizando metodologia de Análise de Solo do Instituto Agronômico de Campinas, devidamente assinado por responsável técnico.

3744 = constante para transformar os resultados da análise de fertilidade, expressos em cmol c / dm 3 ou meq / 100cm 3 , para kg de potássio em um volume de um hectare por 0,80 metros de profundidade.

185 = kg de K 2 O extraído pela cultura por ha, por corte.

kvi = concentração de potássio na vinhaça, expressa em kg de K 2 O / m 3 , apresentada em boletim de resultado analítico, assinado por responsável técnico.

em kg de K 2 O / m 3 , apresentada em boletim de resultado analítico,

CONCLUSÃO

De modo geral, pode-se afirmar que a vinhaça aumenta a produtividade de cana, longevidade do canavial e melhora as características químicas do solo.

Substituição de potássio: média dose 120 kg de K 2 O/ha x 5.800.000 ha x 36% = 208.800 t de K 2 O/0,6 t KCl = 348.000 t de Cloreto de Potássio.

Usos potenciais: redução na sua geração (aumentar teor alcoólico na fermentação e fermentação a vácuo), reciclagem, evaporação, biodigestão anaeróbica (biogás - CH 4 -metano e CO 2 ), conversão microbiana de gás de síntese (CO + H 2 ), concentação e incineração.

- CH 4 -metano e CO 2 ), conversão microbiana de gás de síntese (CO +

CONCLUSÃO

CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
Obrigado Claudimir P. Penatti claudimir@ctc.com.br Fone: (19)3429-8218
Obrigado
Claudimir P. Penatti
claudimir@ctc.com.br
Fone: (19)3429-8218