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Sistema Sensorial

O Sistema nervoso sensorial é a parte do sistema nervoso responsável pela análise dos

estímulos oriundos dos meios ambientes

externo e interno ao organismo.

As informações sensoriais são usadas para

atender quatro grandes funções: percepção e

interpretação, controle do movimento,

regulação de funções de órgãos internos e a

manutenção de consciência.

Sensorial

Os sentidos fundamentais do corpo humano - visão, audição, tato, gustação ou paladar e

olfato - constituem as funções que propiciam

o nosso relacionamento com o ambiente. Por

meio dos sentidos, o nosso corpo pode

perceber muita coisa do que nos rodeia; contribuindo para a nossa sobrevivência e

integração com o ambiente em que vivemos.

Sensorial

Existem determinados receptores, altamente

especializados, capazes de captar estímulos

diversos. Tais receptores, chamados receptores

sensoriais, são formados por células nervosas

capazes de traduzir ou converter esses estímulos

em impulsos elétricos ou nervosos que serão

processados e analisados em centros específicos

do sistema nervoso central (SNC), onde será

produzida uma resposta (voluntária ou involuntária). A estrutura e o modo de

funcionamento destes receptores nervosos

especializados é diversa.

Sensorial

Ao analisar o ambiente, o sistema nervoso sensorial o

faz detectando determinados aspectos do ambiente

por meio de órgãos sensoriais específicos cujas

informações são então processadas por vias neurais

rotuladas. Assim experimentamos modalidades

sensações distintas (visão, audição, gustação etc) e

suas submodalidades (intensidade, duração e

localização etc).

Outro

aspecto

do

sistema

sensorial

é

promover

experiências sensoriais conscientes e inconscientes.

Existem determinados receptores, altamente

especializados, capazes de captar estímulos

diversos. Tais receptores, chamados receptores

sensoriais, são formados por células nervosas

capazes de traduzir ou converter esses estímulos

em impulsos elétricos ou nervosos que serão

processados e analisados em centros específicos

do sistema nervoso central (SNC), onde será produzida uma resposta (voluntária ou involuntária). A estrutura e o modo de funcionamento destes receptores nervosos especializados é diversa.

Tipos de receptores:

1) Exteroceptores: respondem a estímulos externos,

originados fora do organismo.

2) Proprioceptores: os receptores proprioceptivos encontram-

se no esqueleto e nas inserções tendinosas, nos músculos esqueléticos (formando feixes nervosos que envolvem as

fibras musculares) ou no aparelho vestibular da orelha interna. Detectam a posição do indivíduo no espaço, assim

como o movimento, a tensaõ e o estiramento musculares.

3) Interoceptores: os receptores interoceptivos respondem a

estímulos viscerais ou outras sensações como sede e fome.

Para que possa exercer a sua função de integração e coordenação, chegam a ele

informações internas e externas, através de

estímulos sensoriais, que no seu conjunto

formam o sistema sensorial

Estímulos do meio externo exteroreceptivos

Estímulos prod.pelo indivíduo são intero ou

proprioceptivos

Sensibilidade

Origem visceral e paredes das cavidades estímulo interoceptivo

Articulações, músculos e tendões propioceptivos.

Sensibilidade superficial ou profunda.

Superficial: tato, temperatura, dor e habilidade de se

distinguir dois pontos.

Profunda posição dos músculos, e articul

propiocepção.

Combinada - estereognosia

Em geral, os receptores sensitivos podem ser simples, como

uma ramificação nervosa; mais complexos, formados por

elementos nervosos interconectados ou órgãos complexos,

providos de sofisticados sistemas funcionais.

Dessa maneira:

è pelo tato - sentimos o frio, o calor, a pressão atmosférica,

etc;

è pela gustação - identificamos os sabores;

è pelo olfato - sentimos o odor ou cheiro;

è pela audição - captamos os sons;

è pela visão - observamos as cores, as formas, os contornos,

etc.

Portanto, em nosso corpo os órgãos dos

sentidos estão encarregados de receber estímulos externos. Esses órgãos são:

è a pele - para o tato;

è a língua - para a gustação;

è as fossas nasais - para o olfato;

è os ouvidos - para a audição;

è os olhos - para a visão.

Orgão olfatório

Arte olfatória da túnica mucosa do nariz.

Parte superior da parede lateral do septo nasal

das fossas nasais.

Células olfatórias, neurônios bipolares cujos

prolongamentos periféricos alcançam a superf.

do epitélio constituindo as vesículas olfatórias.

Seus fins filamentos se unem e atravessam a

lâmina cribiforme do osso etmoide , conctando-

se com o bulbo olfatório do nervo olfatório

retransmitindo os estímulos para os centros

olfatórios cerebrais

O olfato humano é pouco desenvolvido se comparado ao de outros mamíferos. O epitélio olfativo humano

contém cerca de 20 milhões de células sensoriais, cada

qual com seis pêlos sensoriais (um cachorro tem mais de

100 milhões de células sensoriais, cada qual com pelo

menos 100 pêlos sensoriais). Os receptores olfativos são

neurônios genuínos, com receptores próprios que

penetram no sistema nervoso central.

Os receptores olfativos são neurônios genuínos, com receptores próprios que penetram no sistema nervoso central.

A cavidade nasal, que começa a partir das janelas do

nariz, está situada em cima da boca e debaixo da caixa

craniana. Contém os órgãos do sentido do olfato, e é

forrada por um epitélio secretor de muco. Ao circular pela

cavidade nasal, o ar se purifica, umedece e esquenta. O órgão olfativo é a mucosa que forra a parte superior das fossas nasais - chamada mucosa olfativa ou amarela, para distingui-la da vermelha - que cobre a parte inferior. A mucosa vermelha é dessa cor por ser muito rica em vasos sangüíneos, e contém glândulas que secretam muco, que mantém úmida a região. Se os capilares se dilatam e o muco é secretado em excesso, o nariz fica obstruído, sintoma característico do resfriado.

A mucosa amarela é muito rica

em terminações nervosas do

nervo olfativo. Os dendritos

das células olfativas possuem prolongamentos sensíveis

(pêlos olfativos), que ficam

mergulhados na camada de muco que recobre as cavidades

nasais. Os produtos voláteis ou

de gases perfumados ou ainda de substâncias lipossolúveis

que se desprendem das

diversas substâncias, ao serem

inspirados, entram nas fossas

nasais e se dissolvem no muco que impregna a mucosa

amarela, atingindo os

prolongamentos sensoriais.

entram nas fossas nasais e se dissolvem no muco que impregna a mucosa amarela, atingindo os

Dessa forma, geram impulsos nervosos, que são conduzidos até o corpo

celular das células olfativas, de onde

atingem os axônios, que se comunicam

com o bulbo olfativo. Os axônios se

agrupam de 10-100 e penetram no osso

etmóide para chegar ao bulbo olfatório,

onde convergem para formar estruturas sinápticas chamadas glomérulos. Estas se conectam em grupos que convergem para as células mitrais. Fisiologicamente essa

convergência aumenta a sensibilidade

olfatória que é enviada ao Sistema

Nervoso Central (SNC), onde o processo

de sinalização é interpretado e decodificado.

que é enviada ao Sistema Nervoso Central (SNC), onde o processo de sinalização é interpretado e

Aceita-se a hipótese de que existem alguns tipos básicos de

células do olfato, cada uma com receptores para um tipo de odor. Os milhares de tipos diferentes de cheiros que uma pessoa

consegue distinguir resultariam da integração de impulsos gerados por uns cinqüenta estímulos básicos, no máximo. A integração

desses estímulos seria feita numa região localizada em áreas

laterais do córtex cerebral, que constituem o centro olfativo.

estímulos seria feita numa região localizada em áreas laterais do córtex cerebral, que constituem o centro
estímulos seria feita numa região localizada em áreas laterais do córtex cerebral, que constituem o centro

A mucosa olfativa é tão sensível que poucas moléculas são

suficientes para estimula-la, produzindo a sensação de

odor. A sensação será tanto mais intensa quanto maior for

a quantidade de receptores estimulados, o que depende

da concentração da substância odorífera no ar.

O olfato tem importante papel na distinção dos alimentos.

Enquanto mastigamos, sentimos simultaneamente o paladar e o cheiro. Do ponto de vista adaptativo, o olfato tem uma nítida vantagem em relação ao paladar: não

necessita do contato direto com o objeto percebido para

que haja a excitação, conferindo maior segurança e menor

exposição a estímulos lesivos.

O olfato, como a visão, possui uma enorme capacidade

adaptativa. No início da exposição a um odor muito forte, a

sensação olfativa pode ser bastante forte também, mas, após um minuto, aproximadamente, o odor será quase

imperceptível.

Porém, ao contrário da visão, capaz de perceber um grande número de cores ao mesmo tempo, o sistema olfativo detecta

a sensação de um único odor de cada vez. Contudo, um odor percebido pode ser a combinação de vários outros diferentes. Se tanto um odor pútrido quanto um aroma doce estão presentes no ar, o dominante será aquele que for mais intenso, ou, se ambos forem da mesma intensidade, a

sensação olfativa será entre doce e pútrida.

Orgãos da visão - olho e orgãos acessórios

Olho e bulbo ocular

Orgãos da visão - olho e orgãos acessórios Olho e bulbo ocular

Olho bulbo ocular funciona como máquina fotográfica sistema de lentes

que convergem os raios para os fotorreceptores. Orgão par, esferoide, na cavidade orbitária, unido ao primeiro par craneano, o

nervo óptico posteriormente.

ao primeiro par craneano, o nervo óptico posteriormente. Tunica fibrosa ESCLERA E CÓRNEA Tunica Vascular Corioide,

Tunica fibrosa ESCLERA E CÓRNEA

Tunica Vascular Corioide, Corpo ciliar Iris
Tunica
Vascular
Corioide,
Corpo ciliar
Iris

Tunica interna RETINA expansão do nervo óptico

Cada globo ocular compõe-se de três túnicas e de quatro

meios transparentes:

Túnicas:

1- túnica fibrosa externa: esclerótica (branco do olho). Túnica

resistente de tecido fibroso e elástico que envolve externamente o olho (globo ocular) A maior parte da

esclerótica é opaca e chama-se esclera, onde estão inseridos os músculos extra-oculares que movem os globos oculares,

dirigindo-os a seu objetivo visual. A parte anterior da

esclerótica chama-se córnea. É transparente e atua como

uma lente convergente.

2- Túnica intermédia vascular pigmentada: úvea.

Compreende a coróide, o corpo ciliar e a íris. A coróide está

situada abaixo da esclerótica e é intensamente pigmentada.

Esses pigmentos absorvem a luz que chega à retina, evitando

sua reflexão. Acha-se intensamente vascularizada e tem a função de nutrir a retina.

Possui uma estrutura muscular de cor variável a íris, a qual

é dotada de um orifício central cujo diâmetro varia, de

acordo com a iluminação do ambiente a pupila.

A coróide une-se na parte anterior do olho ao corpo ciliar,

estrutura formada por musculatura lisa e que envolve o

cristalino, modificando sua forma.

3- túnica interna nervosa: retina . É a membrana mais interna e está debaixo da

3- túnica interna nervosa: retina. É a

membrana mais interna e está debaixo da

coróide. É composta por várias camadas

celulares, designadas de acordo com sua relação ao centro do globo ocular. A

camada mais interna, denominada camada

de células ganglionares, contém os corpos

celulares das células ganglionares, única

fonte de sinais de saída da retina, que projeta axônios através do nervo óptico. Na

retina encontram-se dois tipos de células fotossensíveis: os cones e os bastonetes. Quando excitados pela energia luminosa, estimulam as células nervosas adjacentes,

gerando um impulso nervoso que se

propaga pelo nervo óptico.

Na penumbra (acima) a pupila se dilata; na claridade (abaixo), ela se contrai.

a pupila se dilata; na claridade (abaixo), ela se contrai. Em ambientes mal iluminados, por ação

Em ambientes mal iluminados, por ação do sistema nervoso simpático, o diâmetro da pupila

aumenta e permite a entrada de

maior quantidade de luz. Em

locais muito claros, a ação do

sistema nervoso parassimpático

acarreta diminuição do diâmetro

da pupila e da entrada de luz. Esse mecanismo evita o ofuscamento e

impede que a luz em excesso lese as delicadas células fotossensíveis

da retina.

A imagem fornecida pelos cones é mais nítida e mais rica em detalhes. Há três tipos de cones: um que se excita com luz vermelha, outro com luz verde

e o terceiro, com luz azul. São os cones as células capazes de distinguir cores.

Os bastonetes não têm poder de resolução visual tão bom, mas são mais sensíveis à luz que os cones. Em situações de pouca luminosidade, a visão passa

a depender exclusivamente dos bastonetes. É a chamada visão noturna ou

visão de penumbra. Nos bastonetes existe uma substância sensível à luz a rodopsina produzida a partir da vitamina A. A deficiência alimentar dessa

vitamina leva à cegueira noturna e à xeroftalmia (provoca ressecamento da

córnea, que fica opaca e espessa, podendo levar à cegueira irreversível).

Há duas regiões especiais na retina: a fovea centralis (ou fóvea ou mancha

amarela) e o ponto cego. A fóvea está no eixo óptico do olho, em que se projeta a imagem do objeto focalizado, e a imagem que nela se forma tem grande nitidez. É a região da retina mais altamente especializada para a visão de alta

resolução. A fóvea contém apenas cones e permite que a luz atinja os fotorreceptores sem passar pelas demais camadas da retina, maximizando a acuidade visual.

bastonetes, ausentes na fóvea, são encontrados

principalmente na retina periférica, porém transmitem

informação diretamente para as células ganglionares. No fundo do olho está o ponto cego, insensível a

luz. No ponto cego não há cones nem bastonetes. Do

ponto cego, emergem o nervo óptico e os vasos

sangüíneos da retina.

Acuidade visual

não há cones nem bastonetes. Do ponto cego, emergem o nervo óptico e os vasos sangüíneos

ACUIDADE VISUAL

A capacidade do olho de distinguir entre dois

pontos próximos é chamada acuidade visual, a

qual depende de diversos fatores, em especial

do espaçamento dos fotorreceptores na retina

e da precisão da refração do olho.

Meios transparentes:

- Córnea: porção transparente da túnica externa

(esclerótica); é circular no seu contorno e de espessura

uniforme. Sua superfície é lubrificada pela lágrima,

secretada pelas glândulas lacrimais e drenada para a

cavidade nasal através de um orifício existente no canto

interno do olho.

pelas glândulas lacrimais e drenada para a cavidade nasal através de um orifício existente no canto

humor aquoso: fluido aquoso que se situa entre a córnea e o cristalino, preenchendo a câmara anterior do olho. -cristalino: lente biconvexa coberta por uma membrana transparente. Situa-se atrás da pupila e e orienta a passagem da luz até a retina. Também divide o interior do olho em dois compartimentos contendo

fluidos ligeiramente diferentes: (1) a câmara anterior,

preenchida pelo humor aquoso e (2) a câmara

posterior, preenchida pelo humor vítreo. Pode ficar

mais delgado ou mais espesso, porque é preso ao

músculo ciliar, que pode torna-lo mais delgado ou

mais curvo. Essas mudanças de forma ocorrem para

desviar os raios luminosos na direção da mancha

amarela.

-O cristalino fica mais espesso para a visão de objetos

próximos e, mais delgado para a visão de objetos mais

distantes, permitindo que nossos olhos ajustem o foco

para diferentes distâncias visuais. A essa propriedade

do cristalino dá-se o nome de acomodação visual. Com

o envelhecimento, o cristalino pode perder a

transparência normal, tornando-se opaco, ao que

chamamos catarata.

- humor vítreo: fluido mais viscoso e gelatinoso que se

situa entre o cristalino e a retina, preenchendo a

câmara posterior do olho. Sua pressão mantém o globo

ocular esférico.

As pálpebras são duas dobras de pele revestidas internamente por uma

membrana chamada conjuntiva. Servem para proteger os olhos e espalhar

sobre eles o líquido que conhecemos como lágrima. Os cílios ou pestanas impedem a entrada de poeira e de excesso de luz nos olhos, e as sobrancelhas impedem que o suor da testa entre neles. As glândulas lacrimais produzem lágrimas continuamente. Esse líquido, espalhado pelos

movimentos das pálpebras, lava e lubrifica o olho. Quando choramos, o

excesso de líquido desce pelo canal lacrimal e é despejado nas fossas

nasais, em direção ao exterior do nariz.

o excesso de líquido desce pelo canal lacrimal e é despejado nas fossas nasais, em direção

Meios dioptcricos do Olho

O aparelho refratário do olho

Meios dioptcricos do Olho O aparelho refratário do olho

Orgãos da audição e do equilíbrio

Orgão estetoacústico ou ventíbulo coclear

Estruturas que compõem o aparelho auditivo.

Orelha externa, média e interna

A orelha externa é formada basicamente por 2 estruturas:

o pavilhão auricular ou aurícula e o meato acustico externo.

Que se estende até a membrana timpânica

por 2 estruturas: o pavilhão auricular ou aurícula e o meato acustico externo. Que se estende

ANATOMIA DA ORELHA

O órgão responsável pela audição é a orelha (antigamente denominado ouvido), também chamada órgão vestíbulo-coclear ou estato-acústico.

A maior parte da orelha fica no osso temporal, que se localiza na

caixa craniana. Além da função de ouvir, o ouvido também é

responsável pelo equilíbrio.

A orelha está dividida em três partes: orelhas externa, média e

interna (antigamente denominadas ouvido externo, ouvido médio e

ouvido interno).

partes: orelhas externa , média e interna (antigamente denominadas ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno).

ORELHA EXTERNA

A orelha externa é formada pelo pavilhão auditivo (antigamente denominado

orelha) e pelo canal auditivo externo ou meato auditivo.

Todo o pavilhão auditivo (exceto o lobo ou lóbulo) é constituído por tecido

cartilaginoso recoberto por pele, tendo como função captar e canalizar os sons para

a orelha média.

por tecido cartilaginoso recoberto por pele, tendo como função captar e canalizar os sons para a
por tecido cartilaginoso recoberto por pele, tendo como função captar e canalizar os sons para a

Pavilhão auricular

Estrutura fibrocartilaginosa e que tem na

sua composição algumas saliências e

algumas reentrâncias, vc observa que na borda da orelha, no nosso pavilhão auricular nós temos essa pontinha q chamamos de helix, essa região paralela ao

helix é o anti-helix, essa saliência na frente

da abertura é o tragos e temos aqui o anti-

tragos, a depressão mais central é a concha

e abertura do conduto auditivo externo que

chamamos de porus acústico externo.

a depressão mais central é a concha e abertura do conduto auditivo externo que chamamos de

A partir daí vamos entrar na 2º

porção da orelha externa que é o conduto auditivo externo, vcs

vêem que esse não é um conduto

auditivo reto, ele é levemente

sinuoso. Ele tem como

características anatômicas que

podemos valorizar: 1º é o

comprimento q vai em média de 2,5cm a 3cm da abertura do porus

até a membrana timpânica, nós

vamos falar dela, os autores

consideram q ele faz parte da

orelha média por causa da relação

dela c/ a cadeia ossicular.

falar dela, os autores consideram q ele faz parte da orelha média por causa da relação

O canal auditivo externo estabelece a comunicação entre a

orelha média e o meio externo, tem cerca de três

centímetros de comprimento e está escavado em nosso

osso temporal. É revestido internamente por pêlos e

glândulas, que fabricam uma substância gordurosa e

amarelada, denominada cerume ou cera.

Tanto os pêlos como o cerume retêm poeira e micróbios

que normalmente existem no ar e eventualmente entram nos ouvidos. O canal auditivo externo termina numa delicada membrana - tímpano ou membrana timpânica - firmemente fixada ao conduto auditivo externo por um anel de tecido fibroso, chamado anel timpânico.

ORELHA MÉDIA A orelha média começa na membrana timpânica e consiste, em sua totalidade, de um

espaço aéreo a cavidade timpânica no osso temporal. Dentro dela estão três ossículos

articulados entre si, cujos nomes descrevem sua forma: martelo, bigorna e estribo. Esses ossículos encontram-se suspensos na orelha média, através de ligamentos.

O cabo do martelo está encostado no tímpano; o estribo apóia-se na janela oval, um dos orifícios dotados de membrana da orelha interna que estabelecem comunicação com a orelha média. O outro orifício é a janela redonda. A orelha média comunica-se também com a faringe, através de um canal denominado tuba auditiva (antigamente denominada trompa de Eustáquio). Esse canal permite que o ar penetre no ouvido médio. Dessa forma, de um lado e de outro do tímpano, a pressão do ar atmosférico é igual. Quando essas pressões ficam diferentes, não ouvimos bem, até que o equilíbrio seja reestabelecido.

é igual. Quando essas pressões ficam diferentes, não ouvimos bem, até que o equilíbrio seja reestabelecido.

A orelha interna, chamada labirinto, é formada por escavações no

osso temporal, revestidas por membrana e preenchidas por líquido. Limita-

se com a orelha média pelas janelas oval e a redonda. O labirinto apresenta uma parte anterior, a cóclea ou caracol - relacionada com a audição, e

uma parte posterior - relacionada com o equilíbrio e constituída pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares.

uma parte posterior - relacionada com o equilíbrio e constituída pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares

A orelha interna, chamada labirinto, é formada por escavações no osso temporal,

revestidas por membrana e preenchidas por líquido. Limita-se com a orelha média pelas janelas oval e a redonda. O labirinto apresenta uma parte anterior, a cóclea ou caracol -

relacionada com a audição, e uma parte posterior - relacionada com o equilíbrio e

constituída pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares. A cóclea é um aparelho membranoso formado por tubos espiralados.

pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares . A cóclea é um aparelho membranoso formado por tubos
pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares . A cóclea é um aparelho membranoso formado por tubos
pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares . A cóclea é um aparelho membranoso formado por tubos

O diagrama da secção transversal ( mostra que a cóclea é composta por três tubos individuais, colados um ao lado do outro: as escalas ou rampas timpânica, média ou coclear e vestibular. Todos esses tubos são separados um do outro por membranas. A membrana existente entre a escala vestibular e a escala média é tão fina que não oferece obstáculo para a passagem das ondas sonoras. Sua função é simplesmente separar os líquidos das escalas média e vestibular, pois esses têm origem e composição química distintas entre si e são importantes para o adequado funcionamento das células receptoras de som. Por outro lado, a membrana que separa a escala média da escala timpânica chamada membrana basilar é uma estrutura bastante resistente, que bloqueia as ondas sonoras. Essa membrana é sustentada por cerca de 25.000 estruturas finas, com a forma de palheta, as quais se projetam de um dos lados da membrana e aparecem ao longo de toda a sua extensão as fibras basilares.

as quais se projetam de um dos lados da membrana e aparecem ao longo de toda

As fibras basilares próximas à janela oval na base da cóclea são curtas, mas tornam-se progressivamente mais longas à medida que se aproximam da porção superior da cóclea,. Na

parte final da cóclea, essas fibras são aproximadamente duas vezes mais longas do que as

basais. Na superfície da membrana basilar localiza-se o órgão de Corti, onde há células nervosas

ciliares (células sensoriais). Sobre o órgão de Corti há uma estrutura membranosa, chamada

membrana tectórica, que se apóia, como se fosse um teto, sobre os cílios das células sensoriais.

membranosa, chamada membrana tectórica , que se apóia, como se fosse um teto, sobre os cílios

Órgão de Corti

Órgão de Corti Cóclea 1- escala ou rampa média ou coclear 2- escala ou rampa vestibular
Órgão de Corti Cóclea 1- escala ou rampa média ou coclear 2- escala ou rampa vestibular

Cóclea

1- escala ou rampa média ou

coclear 2- escala ou rampa vestibular

3- escala ou rampa timpânica

4- gânglio espiral 5- nervo coclear (partindo da

membrana basilar)

ou rampa vestibular 3- escala ou rampa timpânica 4- gânglio espiral 5- nervo coclear (partindo da

O labirinto posterior (ou vestibular) é constituído pelos canais

semicirculares e pelo vestíbulo. Na parte posterior do vestíbulo

estão as cinco aberturas dos canais semicirculares, e na parte

anterior, a abertura para o canal coclear.

Os canais semicirculares não têm função auditiva, mas são

importantes na manutenção do equilíbrio do corpo. São pequenos tubos circulares (três tubos em forma de semicírculo) que contêm líquido e estão colocados, respectivamente, em três planos espaciais (um horizontal e dois verticais) no labitinto

posterior, em cada lado da cabeça. No término de cada canal

semicircular existe uma válvula com a forma de uma folha - a

crista ampular. Essa estrutura contém tufos pilosos (cílios) que

se projetam de células ciliares semelhantes às maculares.

Entre os canais semicirculares e a cóclea está uma grande

cavidade cheia de um líquido chamado perilinfa - o vestíbulo.

No interior dessa cavidade existem duas bolsas

membranáceas, contendo outro líquido a endolinfa: uma póstero-superior, o utrículo, e uma ântero-inferior, o sáculo.

Tanto o utrículo quanto o sáculo contêm células sensoriais agrupadas em estruturas denominadas máculas. Células

nervosas da base da mácula projetam cílios sobre uma massa

gelatinosa na qual estão localizados minúsculos grânulos

calcificados, semelhantes a pequenos grãos de areia - os

otólitos ou otocônios.

O utrículo e o sáculo comunicam-se através dos ductos

utricular e sacular.

O utrículo e o sáculo comunicam-se através dos ductos utricular e sacular.

Imagens: GUYTON, A.C. Fisiologia Humana. 5ª ed., Rio de

Janeiro, Ed. Interamericana, 1981.

ductos utricular e sacular. Imagens: GUYTON, A.C. Fisiologia Humana. 5ª ed., Rio de Janeiro, Ed. Interamericana,

A GUSTAÇÃO (PALADAR) Os sentidos gustativo e olfativo são chamados sentidos químicos, porque seus receptores são excitados por estimulantes químicos. Os

receptores gustativos são excitados por substâncias químicas existentes

nos alimentos, enquanto que os receptores olfativos são excitados por

substâncias químicas do ar. Esses sentidos trabalham conjuntamente na

percepção dos sabores. O centro do olfato e do gosto no cérebro combina

a informação sensorial da língua e do nariz.

percepção dos sabores. O centro do olfato e do gosto no cérebro combina a informação sensorial

O receptor sensorial do paladar é a papila gustativa. É constituída por células epiteliais

localizadas em torno de um poro central na

membrana mucosa basal da língua. Na

superfície de cada uma das células

gustativas observam-se prolongamentos

finos como pêlos, projetando-se em direção

da cavidade bucal; são chamados microvilosidades. Essas estruturas fornecem

a superfície receptora para o paladar.

Observa-se entre as células gustativas de uma papila uma rede com duas ou três fibras

Observa-se entre as células gustativas de

uma papila uma rede com duas ou três fibras nervosas gustativas, as quais são estimuladas pelas próprias células gustativas. Para que se possa sentir o gosto de uma substância, ela deve primeiramente ser dissolvida no líquido bucal e difundida através do poro

gustativo em torno das microvilosidades.

através do poro gustativo em torno das microvilosidades. Portanto substâncias altamente solúveis e difusíveis,

Portanto substâncias altamente solúveis e difusíveis, como sais ou outros

compostos que têm moléculas pequenas,

geralmente fornecem graus gustativos mais altos do que substâncias pouco solúveis difusíveis, como proteínas e outras que possuam moléculas maiores.

A gustação é primariamente uma função da língua, embora

regiões da faringe, palato e epiglote tenham alguma sensibilidade. Os aromas da comida passam pela faringe, onde podem ser

detectados pelos receptores olfativos. As Quatro Sensações Gustativas-Primárias

Na superfície da língua existem dezenas de papilas gustativas,

cujas células sensoriais percebem os quatro sabores primários, aos

quais chamamos sensações gustativas primárias: amargo (A),

azedo ou ácido (B), salgado (C) e doce (D). De sua combinação

resultam centenas de sabores distintos. A distribuição dos quatro

tipos de receptores gustativos, na superfície da língua, não é homogênea.

distintos. A distribuição dos quatro tipos de receptores gustativos, na superfície da língua, não é homogênea.
O sabor diferente das comidas Cada comida ativa uma diferente combinação de sabores básicos, ajudando

O sabor diferente das comidas Cada comida ativa uma diferente combinação de sabores básicos, ajudando a torná-la única. Muitas comidas têm um

sabor distinto como resultado da soma de seu gosto e cheiro,

percebidos simultaneamente. Além disso, outras modalidades

sensoriais também contribuem com a experiência gustativa,

como a textura e a temperatura dos alimentos. A sensação de

dor também é essencial para sentirmos o sabor picante e

estimulante das comidas apimentadas.

As vias de transmissão dos estímulos gustativos ao tronco cerebral

e daí ao córtex cerebral. Os estímulos passam das papilas gustativas

na boca ao tracto solitário, localizado na medula oblonga (bulbo).

Em seguida, os estímulos são transmitidos ao tálamo; do tálamo

passam ao córtex gustativo primário e, subseqüentemente, às áreas

associativas gustativas circundantes e à região integrativa comum que é responsável pela integração de todas as sensações.

gustativas circundantes e à região integrativa comum que é responsável pela integração de todas as sensações.

REFLEXOS GUSTATIVOS

Uma das funções do aparelho gustativo é

fornecer reflexos às glândulas salivares da

boca. Para tanto, estímulos são

transmitidos do tracto solitário, no cérebro,

aos núcleos vizinhos que controlam a secreção das glândulas salivares. Quando o alimento é ingerido, o tipo de sensação gustativa, atuando através desses reflexos, ajuda a determinar se a secreção salivar deverá ser grande ou pequena.

A PELE E O SENTIDO DO TATO

A pele é o maior órgão do corpo humano, chegando a medir 2 m 2 e pesar 4 Kg em um adulto. É constituída

por duas camadas distintas, firmemente unidas entre si -

a epiderme (mais externa, formada por tecido epitelial)

e a derme (mais interna, formada por tecido

conjuntivo).

- a epiderme (mais externa, formada por tecido epitelial) e a derme (mais interna, formada por

Uma vez que toda a superfície cutânea é provida de terminações nervosas

capazes de captar estímulos térmicos, mecânicos ou dolorosos, a pele também é o maior órgão sensorial que possuímos, sendo suficientemente sensível para

discriminar um ponto em relevo com apenas 0,006 mm de altura e 0,04 mm de

largura quando tateado com a ponta do dedo. Essas terminações nervosas ou receptores cutâneos são especializados na recepção de estímulos específicos. Não

obstante, alguns podem captar estímulos de natureza distinta. Cada receptor tem um

axônio e, com exceção das terminações nervosas livres, todos eles estão associados a tecidos não-neurais.

tem um axônio e, com exceção das terminações nervosas livres, todos eles estão associados a tecidos

Nas regiões da pele providas de pêlo, existem terminações nervosas específicas nos folículos capilares e outras chamadas terminais ou receptores de Ruffini. As primeiras, formadas por axônios que envolvem o folículo piloso, captam as forças mecânicas aplicadas contra o pêlo. Os terminais de Ruffini, com sua forma ramificada, são receptores térmicos de calor. Na pele desprovida de pêlo e também na que está coberta por ele, encontram-se ainda três tipos de receptores comuns:

1) Corpúsculos de Paccini: captam especialmente estímulos vibráteis e táteis.São formados por uma fibra nervosa cuja porção terminal, amielínica, é envolta por várias camadas que correspondem a diversas células de sustentação. A

camada terminal é capaz de captar a aplicação de pressão, que é transmitida para as outras camadas e enviada aos centros

nervosos correspondentes. 2) Corpúsculos de Meissner: táteis. Estão nas saliências da pele sem pêlos (como nas partes mais altas das impressões digitais). São formados por um axônio mielínico, cujas ramificações terminais se entrelaçam com células

acessórias.

São formados por um axônio mielínico, cujas ramificações terminais se entrelaçam com células acessórias.

3) Discos de Merkel: de sensibilidade tátil e de pressão. Uma fibra aferente costuma

estar ramificada com vários discos terminais destas ramificações nervosas. Estes discos

estão englobados em uma célula especializada, cuja superfície distal se fixa às células epidérmicas por um prolongamento de seu protoplasma. Assim, os movimentos de

pressão e tração sobre epiderme desencadeam o estímulo.

4) Terminações nervosas livres: sensíveis aos estímulos mecânicos, térmicos e especialmente aos dolorosos. São formadas por um axônio ramificado envolto por células de Schwann sendo, por sua vez, ambos envolvidos por uma membrana basal. Na pele sem pêlo encontram-se, ainda, outros receptores específicos:

5) Bulbos terminais de Krause: receptores térmicos de frio. São formados por uma

fibra nervosa cuja terminação possui forma de clava.Situam-se nas regiões limítrofes da pele com as membranas mucosas (por exemplo: ao redor dos lábios e dos

genitais).

nas regiões limítrofes da pele com as membranas mucosas (por exemplo: ao redor dos lábios e

RECEPTORES DE SUPERFÍCIE

SENSAÇÃO PERCEBIDA

Receptores de Krause Receptores de Ruffini

Frio

Calor

Discos de Merkel

Tato e pressão

Receptores de Vater-Pacini

Pressão

Receptores de Meissner

Tato

Terminações nervosas livres

Principalmente dor

MODALIDADE DO ESTÍMULO

ESTÍMULO

TIPO DE

RECEPTOR

RECEPTOR SENSORIAL

     

Corpúsculos de Vater-

Tato

Pressão

Mecanorreceptor

Pacini, Meissner e Merkel

Temperatura

Quantidade de

Termorreceptor

Receptores de Krause

calor

(frio) e de Ruffini (calor)

 

Estímulos

 

intensos e

Terminações nervosas livres

Dor

substâncias

Nociceptor

químicas

 

Mediadores químicos da dor

Vários produtos químicos modulam a excitabilidade dos nociceptores, tornando-os mais sensíveis aos estímulos térmicos ou mecânicos que provocam dor:

4 bradicinina: despolariza diretamente os nociceptores e estimula mudanças celulares

que deixam mais sensíveis os canais iônicos ativados pela temperatura; 4 prostaglandinas: gerados pela quebra enzimática de lipídeos de membrana. Não

desencadeiam diretamente a dor, mas aumentam muito a sensibilidade dos nociceptores

a outros estímulos;

4 substância P: peptídeo sintetizado pelos próprios nociceptores. Causa vasodilatação e liberação de histamina a partir dos mastócitos e também pode provocar a sensibilização

de outros nociceptores ao redor do local da lesão.

A

ativação de um ramo do axônio de um nociceptor pode levar à secreção de substância

P

por outros ramos daquele axônio nas vizinhanças. As informações sensoriais, após

chegarem à medula espinhal, são transmitidas ao bulbo, tálamo e finalmente córtex somatossensorial.

sensoriais, após chegarem à medula espinhal, são transmitidas ao bulbo, tálamo e finalmente córtex somatossensorial.