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Brejo De Areia

Informativo da Academia de Letras de Areia

Brejo De Areia Informativo da Academia de Letras de Areia R T A S E D
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ANO I - NÚMERO 01 - AREIA-PB - MAIO DE 2012

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Em grande solenidade, foi fundada a Academia de Letras de Areia, Casa Horácio de Almeida.
Em grande solenidade, foi fundada a Academia de
Letras de Areia, Casa Horácio de Almeida. O evento
aconteceu no salão do Espaço da Arte e da Cultura,
na tarde do dia 28 de Outubro de 2011.
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e da Cultura, na tarde do dia 28 de Outubro de 2011. 04 Cadeiras e Patronos

Cadeiras e Patronos

tarde do dia 28 de Outubro de 2011. 04 Cadeiras e Patronos 06 Discurso de fundação

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do dia 28 de Outubro de 2011. 04 Cadeiras e Patronos 06 Discurso de fundação 02

Discurso de fundação 02

2011. 04 Cadeiras e Patronos 06 Discurso de fundação 02 Horácio e a Academia 07 "Assinatura",
2011. 04 Cadeiras e Patronos 06 Discurso de fundação 02 Horácio e a Academia 07 "Assinatura",

Horácio e a Academia

Patronos 06 Discurso de fundação 02 Horácio e a Academia 07 "Assinatura", do acadêmico Valberto Cardoso

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"Assinatura", do acadêmico Valberto Cardoso é indicado para prêmio internacional Acadêmica Janice Oliveira

"Assinatura", do acadêmico

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Valberto Cardoso é indicado para prêmio internacional Acadêmica Janice Oliveira lança em breve "O avesso do
Valberto Cardoso é indicado para prêmio internacional Acadêmica Janice Oliveira lança em breve "O avesso do

Acadêmica Janice Oliveira lança

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Cardoso é indicado para prêmio internacional Acadêmica Janice Oliveira lança em breve "O avesso do Direito

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versos e contos"

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2 Discurso pronunciado pela Sra. Janaína de Castro Azevedo Silva, na Sessão inaugural da Academia de

Discurso pronunciado pela Sra. Janaína de Castro Azevedo Silva, na Sessão inaugural da Academia de Letras de Areia, em 28 de outubro de 2011, na qualidade de Primeira Presidente da Academia de Letras de Areia.

de Primeira Presidente da Academia de Letras de Areia. O que é uma cidade? O que

O que é uma cidade? O que é a cidade? Para Lévi-

Strauss, filósofo e antropólogo francês, é: “a coisa humana por excelência”. Então, a cidade é um ser onde se misturam todos os inconscientes, todos os símbolos, pulsões. A cidade é um rosto multiforme com uma alma complexa.

A cidade é a nossa casa ampliada, a primeira e a

fundamental referência para toda e qualquer pessoa. É o ponto de apoio. Por isso é que o exílio dói tanto. Porque o indivíduo perdeu o seu ponto de apoio, o seu sentimento

de identificação, o seu lugar no mundo.

A cidade, o lugar em que se nasceu ou aquela que

elegemos como nossa, possui um sentido que a racionalidade não alcança. Configura-se como o único lugar do mundo. Areia: a cidade imã. Cidade relíquia. A cidade essencial. O sentimento de pertencimento e de identificação do indivíduo com a cidade não são processos conscientes. Nem sempre são. Os artistas, sejam poetas, escritores ou músicos conseguem, por uma sensibilidade privilegiada, captar essa intensidade da relação cidade-homem e tornam compreensíveis todo

esse processo, tornar consciente o inconsciente. A alma de cada cidade, que Calvino conseguiu prender nas palavras de As Cidades Invisíveis.

O poeta Ledo Ivo escreveu:

Amar mulheres, Várias. Amar cidades, só uma.

Amar cidades, só uma: Areia, claro. (Peço licença para ler um texto sobre Areia que escrevi para acompanhar a Mostra do fotógrafo Gustavo Moura sobre Areia). Há vários caminhos que nos trazem ao brejo onde fica a cidade de Areia. Saindo do mar, são 120 quilômetros, subindo a serra de Alagoa Grande. Vindo do sertão, depois da campina dos tropeiros, viajamos mais um pouco e logo ali, depois da Escola de Agronomia, no antigo engenho da Várzea de José Américo, avistamos a pequena cidade “encalhada nos astros”, beirando os precipícios. Existem os atalhos que cortam mapas e distritos, cruzam engenhos. Esses são sim, os caminhos mais incertos e duvidosos, de modo que quem chega aqui somente por eles, nunca chega de fato. Há outros caminhos que cortam por dentro a velha cidade, atravessam seus vales sombrios e seus habitantes, os vivos e os mortos, suas lendas e suas noites em ruína. Certamente alguns hão de preferir o caminho da legendária gameleira, com sua copa que inda nos sombreia, mais de meio século depois da sua derrubada. Outra estrada pode ser a dos vultos “grandes e

gloriosos”, de que nos falou Celso Mariz. Quem segue por esse caminho pode cometer o imperdoável risco da omissão e de se dependurar tanto no passado que este lhe turvará os olhos. Pisada estrada que nos conforta com a ilusão da cartografia exata. Porém, difícil é perder-se quem por eles segue. Absolutamente maravilhoso é atravessá-la com os olhos claros da sertaneja Carlota Lúcia de Brito e seu ar de tragédia, nas letras suaves de Dona Ezilda. Há os trajetos musicais, nas partituras de Areia e sua música e os músicos de ontem e de hoje. Há quem aqui chegue pelas lentes fotográficas de Machado Bittencourt, de Gustavo Moura e pela imagem em movimento no Carnaval sujo de Vânia Perazzo, de Bertrnd Lira e seu Senhor do Engenho. Há os caminhos dos novos pedros e dos novos verbos. E o caminho exato dos festivais de arte. E o do frio, naturalmente. Da cachaça e da rapadura. À medida que avançamos, os caminhos se bifurcam. Porém, em todos eles, nos espera Soledade e, tomando-nos pela mão, nos ensina o caminho da Bagaceira e de seu criador. Mas o perigo maior, para quem escolher essas paragens, é o que corre o viajante que chega à cidade invisível de Maurília, descrita por Ítalo Calvino, em As Cidades Invisíveis: ter de preferir e louvar a cidade desses postais, preferindo-a a atual, para não desapontar seus habitantes. Apontamos agora outro caminho, que é o da Casa de Horácio de Almeida. A temporã Academia de Letras de Areia. Sim, temporã, porque nasce tarde, mas seu nascimento tardio a tona mais esperada, mais desejada, mais amada. Sabemos que sobre ela irá fazer falta o peso da antiguidade. A antiguidade que torna solene todas as instituições. Por isso, sabemos também da dificuldade de fazer uma história do presente. Primeiro, porque ainda não houve o distanciamento diacrônico, a decantação do tempo que torna os fatos mais compreensíveis e passíveis de análises e argumentações. Depois, os documentos são, em sua maioria, as próprias pessoas, com suas oscilações de memórias, de opinões. Enfim, por serem demasiadamente humanos ainda. Mas essa história presentificada é uma alternativa de que lançamos mão para confrontar as análises e fortunas críticas do escritor de hoje com aqueles que “foram e são objeto de sua análise”, no dizer de Gaudêncio Neto, em obra significativa sobre nosso conterrâneo Joaquim da Silva. E, afinal, nos perguntaríamos: qual a função da Academia, sobretudo de uma Academia recém-nascida, nos tempos pós-modernos, líquidos de hoje? Posso arriscar algumas alternativas: além de preservar e cultuar a memória intelectual da cidade, irá

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arriscar algumas alternativas: além de preservar e cultuar a memória intelectual da cidade, irá Continua na
Perfil
Perfil
Perfil Janaína Azevedo, fundadora da Academia de Letras de Areia é a atual Secretária de Cultura

Janaína Azevedo, fundadora da Academia de Letras de Areia é a atual Secretária de Cultura do Município de Areia, professora, escritora e elaboradora de projetos culturais, com formação na área de Letras. Seu livro “Marias” (1999 – Prêmio Novos Autores Paraibanos) foi indicado para o Vestibular 2012 -2013 da UEPB. A autora é estudada no Mestrado da UEPB e UFRJ, no núcleo de escritores contemporâneos. Publicou ainda Orquídea de Cicuta (2002, Contos) e Canção para dois amores (2005, Poemas). Está catalogada no Dicionário de Escritoras Brasileiras, de Nelly Novaes Coelho.

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de Escritoras Brasileiras, de Nelly Novaes Coelho. 3 Discurso - continuação agrupar, reunir as pessoas que
de Escritoras Brasileiras, de Nelly Novaes Coelho. 3 Discurso - continuação agrupar, reunir as pessoas que

Discurso - continuação

agrupar, reunir as pessoas que produzem literatura hoje e servir de elo entre a atual geração e as obras dos autores do passado. Nosso desejo é o de que a Casa de Horácio de Almeida seja a casa de todos aqueles areienses e paraibanos cujo sentimento de amor pelo saber, pela arte, pela tradição e, principalmente, pela renovação da tradição. Pois que não cabe nesses novos tempos instituições inoperantes, obsoletas, as famigeradas “torres de marfim”. Creio que nossa Academia deve assumir uma postura didática, de manter o diálogo constante com as escolas, com os novos autores e artistas. O novo momento de instituições como a Academia deve ser de "ir até o povo", sob pena de se tornar ornamento, apenas. Os nomes que estão à frente nessa iniciativa são pessoas que têm o propósito de trabalhar em nome da literatura, da memória e da cultura. No mais, pode ser uma tentativa de desmistificar o prognóstico do próprio

Horácio de Almeida de que Areia é uma cidade que caiu numa decadência cultural, que apenas agoniza e que vive

a nostalgia dos dias gloriosos. E concluo parafraseando, pelo avesso, o dono da nossa casa, Horácio de Almeida: resta-nos, contudo, o consolo de ter pago uma dívida histórica: Fundar a Academia de Letras de Areia que se justifica por ter como nome um dos dez fundadores da Academia Paraibana de Letras, em 1941, por ter quatro patronos nesta Casa de Coriolana de Medeiros: Pedro Américo, Coelho Lisboa, Maximiano Machado e Joaquim da Silva. Além de contarmos com José Américo que ocupou

a cadeira 38 da Academia Brasileira de Letras. Por contar

com 45 patronos de relevância intelectual, literária e científica, todos ligados pelo nascimento ou por eleição a esta terra. Concluo desejando toda a eternidade a essa nossa Nova Casa.

Sinopse Acadêmico conclui obra O acadêmico Américo Perazzo Neto que ocupa a cadeira 39 que
Sinopse
Acadêmico
conclui obra
O acadêmico Américo Perazzo Neto que
ocupa a cadeira 39 que leva o nome do seu avô
(Américo Perazzo) já publicou dois livros na
área de biodigestão para a produção de biogás e
seu terceiro livro intitulado Noções Básicas de
Histologia Vegetal encontra-se na gráfica em
processo de impressão. Após escrever três
livros de conteúdo científico acadêmico
encontra-se coletando dados e imagens para a
elaboração de um livro de conteúdo regional,
relatando termos, diálogos e imagens dos
engenhos e fazendas, onde, em sua infância,
passava as férias.
A histologia vegetal é abordada nos livros de anatomia,
que dão mais ênfase à distribuição dos tecidos nos
órgãos do que às características dos tecidos. Como a
histologia vegetal está inserida nos tratados
anatômicos, os alunos encontram dificuldade em captar
os ensinamentos histológicos, pois devem ler muita
anatômica para compreende um pouco de histologia, e
nem sempre de forma clara. Observando essa
dificuldade, em mais de vinte anos lecionando a
disciplina Histologia Vegetal, o autor resolveu elaborar
um livro em que o foco principal fosse a histologia,
tendo a anatomia uma importância secundaria, uma
vez que a desassociação total desses estudos é
impossível. Noções Básicas de Histologia Vegetal é um
livro que vem facilitar o estudo da histologia vegetal,
abordando pontos básicos como definição, origem,
características das células, distribuição no corpo do
vegetal e importância econômicas dos diversos tecidos
que compõem os vegetais.
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Areia funda Academia de Letras

4 Areia funda Academia de Letras Em grande solenidade, foi fundada a Academia de Letras de

Em grande solenidade, foi fundada a Academia de Letras de Areia, Casa de Horácio de Almeida. O evento aconteceu no salão do Espaço da Arte e da Cultura, na tarde do dia 28 de Outubro de 2011, por iniciativa da recém criada Secretaria de Cultura de Areia. Na ocasião, uma Diretoria Provisória foi eleita, ficando constituída da seguinte forma:

Presidenta: Janaína Azevedo; Vice-Presidente: Daniel Duarte Pereira; 1ª Secretária: Janice Oliveira; 2º Secretário: Valberto Cardoso; Tesoureira: Ana Clara Maia.

Valberto Cardoso; Tesoureira: Ana Clara Maia. Chá marcou fundação da Academia de Letras de Areia -

Chá marcou fundação da Academia de Letras de Areia - Casa de Horácio de Almeida

da Academia de Letras de Areia - Casa de Horácio de Almeida AcadêmicosAcadêmicos Américo Perazzo Neto
AcadêmicosAcadêmicos
AcadêmicosAcadêmicos
Areia - Casa de Horácio de Almeida AcadêmicosAcadêmicos Américo Perazzo Neto Patrono: Américo Perazzo Adriano de
Areia - Casa de Horácio de Almeida AcadêmicosAcadêmicos Américo Perazzo Neto Patrono: Américo Perazzo Adriano de

Américo Perazzo Neto Patrono: Américo Perazzo

Américo Perazzo Neto Patrono: Américo Perazzo Adriano de Lima Patrono: Dom Adauto Ana Clara Maia

Adriano de Lima Patrono: Dom Adauto

Américo Perazzo Adriano de Lima Patrono: Dom Adauto Ana Clara Maia Patrono: Florentina de Azevedo Maia

Ana Clara Maia Patrono: Florentina de Azevedo Maia

Adauto Ana Clara Maia Patrono: Florentina de Azevedo Maia Janaína Azev Patrono: Ezilda Barreto Antonio José

Janaína Azev

Patrono: Ezilda

Barreto

de Azevedo Maia Janaína Azev Patrono: Ezilda Barreto Antonio José Cândido da C. Lima Patrono: Professor

Antonio José Cândido da C. Lima Patrono: Professor Xavier Júnior

José Cândido da C. Lima Patrono: Professor Xavier Júnior Janice Olivei Patrono: Ruy B Vieira Cláudio

Janice Olivei Patrono: Ruy B Vieira

Xavier Júnior Janice Olivei Patrono: Ruy B Vieira Cláudio Romero Régis de Freitas Patrono: Laudimiro Leite

Cláudio Romero Régis de Freitas Patrono: Laudimiro Leite de Almeida

Régis de Freitas Patrono: Laudimiro Leite de Almeida José Patr Daniel Duarte Pereira Patrono: Aurélio de

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de Freitas Patrono: Laudimiro Leite de Almeida José Patr Daniel Duarte Pereira Patrono: Aurélio de Albuquerque

Daniel Duarte Pereira Patrono: Aurélio de Albuquerque

Patr Daniel Duarte Pereira Patrono: Aurélio de Albuquerque Edésio de Oliveira Maia Patrono: Sebastião de Azevedo

Edésio de Oliveira Maia Patrono: Sebastião de Azevedo Bastos

de Oliveira Maia Patrono: Sebastião de Azevedo Bastos José Avelar Frei Patrono: Amaury AraújoVasconcelo

José Avelar Frei Patrono: Amaury AraújoVasconcelo

Bastos José Avelar Frei Patrono: Amaury AraújoVasconcelo Francisco Tancredo Torres Patrono: Pedro Américo de

Francisco Tancredo Torres Patrono: Pedro Américo de Figueiredo e Melo

Torres Patrono: Pedro Américo de Figueiredo e Melo Gilberto Batista da Silva Patrono: Álvaro Machado Juraci

Gilberto Batista da Silva Patrono: Álvaro Machado

Pedro Américo de Figueiredo e Melo Gilberto Batista da Silva Patrono: Álvaro Machado Juraci Le Patrono:

Juraci Le

Patrono: J

Silva

Notícias

Adriano de Lima estará lançando no

mês de agosto, dois livros: Poemas para

o coração, pela editora da UEPB e

Palavras de um pastor, pela Editora

Vozes, SP.

***

O acadêmico José Guedes Guimarães

estará lançando em breve as obras Fragmentos de Alagoa Grande (Crônicas) e Causos Nossos do Dia a Dia, pela editora da UFPB. *** Acadêmica Janice Oliveira estará lançando em breve, o livro "O avesso do Direito em versos e contos", com o selo da faculdade CESREI. O nome já nos deixa bastante curiosos para lê-lo. *** Elizabeth Marinheiro estará lançando o

livro "Tessituras do eu", no dia 26, no Chá da Academia de Letras de Areia. *** O livro "Assinatura" (2011), do poeta e acadêmico Valberto Cardoso foi indicado para a primeiríssima etapa de um dos mais importantes prêmios internacionais de Literatura: o prêmio Portugal Brasil Telecon 2012. O autor escreveu ainda "A invenção do Dia" (Poemas, 2009). A ALA parabeniza e torce pelo seu sucesso! *** A acadêmica Ana Clara Maia de Oliveira foi curadora de uma concorrida exposição sobre a cidade de Areia, na Fundação Casa de José Américo, Cabo Branco, João Pessoa, no mês de abril. "Filha do condestável de Areia, José Henrique, Ana Clara Maia é co-fundadora da Academia de Letras de Areia, inteligente, culta e com um currículo venerável. Para maior

brilhantismo do congresso de

Gestão Cultural, Ana Clara expos no evento fotos de nossa amada Areia, nos seus “antigamentes” que fez sucesso no blog de Fábio Mozart, disse Maria de Lourdes Luna.

*** Tomarão posse no próximo dia 26, na Academia de Letras de Areia - Casa de Horácio de Almeida, os seguintes novos acadêmicos: a cineasta, Vânia Perazzo, a historiadora Edilene Félix, a poetisa Lygia Baracho, o músico Romeu Lemos, o jornalista e escritor Gonzaga Rodrigues, a crítica literária Elizabeth Marinheiro, o memorialista Antonio Augusto de Almeida, o historiador e agrônomo José Guedes Guimarães, a agrônoma, com trabalhos na área de agricultura tropical, Perla Gondim escritora, Regina Lyra e o religioso e escritor Frei Felisberto.

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Regina Lyra e o religioso e escritor Frei Felisberto. 5 Luciana Balbino de Souza Patrono: Manoel
Regina Lyra e o religioso e escritor Frei Felisberto. 5 Luciana Balbino de Souza Patrono: Manoel
Regina Lyra e o religioso e escritor Frei Felisberto. 5 Luciana Balbino de Souza Patrono: Manoel

Luciana Balbino de Souza Patrono: Manoel da Silva

5 Luciana Balbino de Souza Patrono: Manoel da Silva Newton Marinho Coelho Patrono: Fernando Melo Nascimento

Newton Marinho Coelho Patrono: Fernando Melo Nascimento

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Milanêz

Coelho Patrono: Fernando Melo Nascimento edo Milanêz Maria de Fátima Silva Andrade Patrono: Professora Júlia

Maria de Fátima Silva Andrade Patrono: Professora Júlia Verônica Leal

Sílvia Perazzo Barbosa Patrono: Madre Inviolatta

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Maria de Lourdes Lemos de Luna Patrono: José Américo de Almeida

de Lourdes Lemos de Luna Patrono: José Américo de Almeida Tarcísio Laureano dos Santos Patrono: Rodolfo
de Lourdes Lemos de Luna Patrono: José Américo de Almeida Tarcísio Laureano dos Santos Patrono: Rodolfo

Tarcísio Laureano dos Santos Patrono: Rodolfo Pires

Alves de Lima ono: Horácio de Almeida

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Pires Alves de Lima ono: Horácio de Almeida re de s Maria da Conceição Gonçalves P.

Maria da Conceição Gonçalves P. Araújo Patrono: Tito Silva

da Conceição Gonçalves P. Araújo Patrono: Tito Silva Zélia Maria de Almeida Patrono: Lauro Pires Xavier

Zélia Maria de Almeida Patrono: Lauro Pires Xavier

Silva Zélia Maria de Almeida Patrono: Lauro Pires Xavier Maria Betânia Medeiros Maia Sales Patrono: Domingos

Maria Betânia Medeiros Maia Sales

Patrono: Domingos de Azevedo Ribeiro

Valberto Cardoso Patrono: Francisco Raphael das Chagas - Pecico

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Francisco Raphael das Chagas - Pecico mos Pina oaquim da Lêda Maria Maia de A. Mariz

Lêda Maria Maia de A. Mariz Patrono: Carminha Souza

da Lêda Maria Maia de A. Mariz Patrono: Carminha Souza Antônio Washington de Almeida Gondim Patrono:

Antônio Washington de Almeida Gondim Patrono: João Coelho Lisboa

6 Registro
6
Registro

Academia legaliza atuação

O Estatuto da ALA - Academia de

Letras de Areia já está devidamente registrado. Apresentado em 17/11 no Cartório do 1o Ofício da cidade de Areia, às 13h30m, apontado sob número

3491, registrado e averbado sob número 175, no livro 2A, folha 06.

A lista definitiva dos patronos da

Academia de Letras de Areia fechou com cinquenta artistas e intelectuais ligados a Areia, como a poetisa Cora Coralina, cujo pai era areiense e terminou fechando a nossa lista. Ao lado, a lista dos Patronos e das cadeiras já ocupadas:

EleiçãoEleição

A Presidenta da Academia de Letras de

Areia, Janaína de Castro Azevedo Silva e a

Comissão Eleitoral (art. 12 “i” do Estatuto da ALA) composta por Ana Clara Maia de Oliveira, Valberto Cardoso da Silva e Gilberto Batista da Silva, nomeada pelo ato nº 001/2012, de 07 de maio de 2012, no uso de suas atribuições, tornam públicas as normas para a realização das eleições aos cargos da Diretoria Executiva, do Conselho Fiscal e do Conselho de Ética da ALA – Academia de Letras de Areia – Casa Horácio de Almeida. Poderão concorrer aos Cargos da Diretoria Executiva, do Conselho Fiscal e do Conselho de Ética da ALA apenas os Membros Acadêmicos empossados, quites com a contribuição mensal até a data de 26 de maio

de 2012.

Terão o direito de votar todos os Membros Acadêmicos Efetivos (Art. 3, “a”), (Membro Acadêmico Efetivo - Serão fundadores todos os Membros Acadêmicos Efetivos que assinarem a ata de fundação no dia de fundação da Academia.), os Membros Acadêmicos (Art. 3, “c”), (Membro Acadêmico – é o membro que ocupou cadeira

em data posterior à fundação da Academia.),

tenham cumprido as exigências estatutárias, e estejam quites com a entidade até a data de 26 de maio de 2012.

Cadeiras - Patronos 1. Horácio de Almeida - José Alves de Lima 2. José Américo
Cadeiras - Patronos
1. Horácio de Almeida - José Alves de Lima
2. José Américo de Almeida - Lourdes Luna
3. Pedro Américo - Tancredo Torres
4. Álvaro Machado - Gilberto Batista
5. João Coelho Lisboa - Antônio Washington de Almeida Gondim
6. Francisco Raphael das Chagas (Pecico) - Valberto Cardoso
7. Joaquim da Silva - Juraci Pina
8. Lauro Pires Xavier - Zélia Almeida
9. Laudimiro Leite de Almeida - Cláudio Romero
10. Ezilda Milanêz Barreto - Janaína Azevedo
11. Monsenhor Ruy Barreira Vieira - Janice Oliveira
12. Aurélio de Albuquerque - Daniel Duarte
13. Florentina de Azevedo Maia (D. Flota) - Ana Clara Maia
14. Domingos de Azevedo Ribeiro - Betânia Maia
15. Dom Adauto - Adriano de Lima
16. Cônego Francisco Lima
17. José Evaristo da Cruz Gouveia
18. Simeão Leal
19. Plínio Lemos - Romeu Lemos
20. Pedro Jardelino Neto
21. Cidalino Fernandes Pimenta
22. Abel da Silva - Perla Gondim
23. Rodolfo Pires - Tarcísio Laureano
24. Maximiano Lopes Machado
25. Professor Xavier Júnior - Antônio José Cândido da C. Lima
26. José Rufino - Antonio Augusto de Almeida
27. Ábdon Felinto Milanêz
28. Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo
29. Madre Maria Inviolata Scheikenbach - Sílvia Perazzo
30. Antônio Bem-vindo
31. Sebastião de Azevedo Bastos - Edésio Maia
32. Manoel José da Silva - Luciana Balbino
33. Amaury de Araújo Vasconcelos - José Avelar
34. Francisco Xavier Sobrinho
35. Carminha Souza - Lêda Maria Maia de A. Mariz
36. Otacílio de Albuquerque
37. Américo Perazzo - Américo Perazzo Neto
38. Maria do Rosário Brasileira Melo (Bahia) - Vânia Perazzo
39. Tito Silva - Conceição Araújo
40. Júlio Silva
41. Jaime Coelho - José Guedes Guimarães
42. Fernando Melo Nascimento - Newton Marinho
43. Professora Júlia Verônica Leal - Fátima Andrade
44. Tristão Grangeiro de Almeida e Melo
45. José Rodrigues de Aquino
46. Manoel Félix - Edilene Cardoso Félix
47. João de Cristo Rei - Aderaldo Luciano
48. Manoel de Cristo Grangeiro e Melo
49. Monsenhor Francisco Coelho de Albuquerque - Frei Felisberto
50. Cora Coralina - Lygia Baracho

Horácio de Almeida e a Academia

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Horácio de Almeida e a Academia 7 Zélia Almeida Dona Chiquinha tomou a decisão e transmitiu

Zélia Almeida

Horácio de Almeida e a Academia 7 Zélia Almeida Dona Chiquinha tomou a decisão e transmitiu

Dona Chiquinha tomou a decisão e transmitiu a Rufino:

Rufino, “deves mudar de estado, antes que eu morra. Anda, não há tempo a perder”. Talvez influenciado pelo tio Tota que morreu centenário e não casou.

Tota da Várzea, ouvia minha avó

a r e f e r i r - s e s o b r e e l e . Continuando:

“O Coronel Santos da Costa

Gondim, Senhor de Vaca Brava,

tem uma bela filha solteira. Vá lá conhecê-la. É um bom partido”. Rufino foi lá, conheceu e casou. Com direito a lua de mel no engenho da Várzea em 23 de outubro de 1891. Tinha Rufino Augusto de Almeida 46 anos quando casou com Adelaide Jocunda da Costa Gondim (36), Dona Iaía. Viveram

na boa paz, conforme Horácio de

Almeida. Tiveram cinco (5) filhos:

Maria Eugênia, Elpídio, Pedro Augusto, José e Horácio. Todos nascidos no Engenho Várzea, exceto Horácio que nasceu em Areia no Sobrado da Praça.

O sobrado foi construído

por Francisco Jorge Torres, bisavô

de Horácio, que até hoje enfeita

Areia e foi recebido, por herança

da mãe de Dona Iaiá. Seu pai,

Rufino de Almeida cabeça-de- casal recebeu, entre outras coisas,

o sobrado da cidade.

O pai de Horácio, Rufino

Augusto de Almeida, mesmos com os altos preços do café no mercado internacional não se vocacionava para agricultura. Decide deixar a Várzea e estabelecer-se no sobrado para viver do comércio. O comércio

no sobrado para viver do comércio. O comércio poderia e deveria render dinheiro. Se ocorria lucros

poderia e deveria render dinheiro. Se ocorria lucros na agricultura, existe o dispêndio

dos agricultores na cidade, onde se sedia o comércio. Estabeleceu- se comerciante com loja de fazenda, depois secos e molhados. Conforme Almeida, o Engenho Várzea devia ter uma média de 150 a 200 hectares,

t a m a n h o m é d i o d a s

propriedades do Brejo. Não se caracterizou por grandes áreas de terra. Nesse cenário de comércio, nasceu Horácio de Almeida. Os lucros da agricultura, aplicados do comércio na cidade deveriam dá bons lucros. A família de Horácio vivia no Sobrado e ainda restavam vestígios da grandeza do passado. A mãe havia trazido no enxoval um aparelho de 430 peças de porcelana inglesa. Todas

a s f a m í l i a s d e a l g u m a acumulação de capital tinham hábito de uso da porcelana, desenhada a ouro. Era usada na diária. Horácio diz que “poucas

recordações ficaram da primeira infância, mas do aconchego de minha mãe guardo nítida lembrança”. Horácio, no início da vida sofre de vários tipos de doenças, deixando-lhe frágil, perante os irmãos. Mas em 1912, já rapazinho, pegou namoro com a irmã do deputado e grande areiense Simeão Leal. Conforme Horácio, foi um tônico para a sua juventude. Chamava-se Dalva, o primeiro amor de Horácio. Se perdeu pela insegurança do nosso Horácio em tentar conquistá-la de forma definitiva. Mas, não foi sofrimento para um rapaz que começava a vida. Tinha ambição de aprender. A escola que frequentou em Areia não era pública. Não havia. E desenhava, a caminho da escola, que “ia conhecer o mundo das desilusões. Poderia fazer dos meus escritos o missal de proscrito mas faço deles uma festa de ressurreição”. Foi assim, que Horácio formou-se nas dúvidas entre o campo e cidade de Areia. Pequenina, mas ficou maior com ele. E hoje é homenageado como patrono da Academia de Letras de Areia. Patrono Geral. Iremos nos reger pela sua força de vontade que gerou preciosa obra. E hoje, com a Academia de Letras Horácio de Almeida, certamente ele não teria dúvida sobre o efeito da sua obra. O Brejo de Areia, após 116 anos do seu nascimento, após o livro EU, de Augusto dos Anjos é o livro mais lido, mais citado nesta Paraíba, ainda tão pequena. Fontes de Dados Básico: ALMEIDA, Horácio. Ao redor de mim mesmo – lembranças que não se apagam. (S). ed., João Pessoa, 1996.

Brejo De Areia

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Academia de Letras de Areia

Brejo De Areia 8 Academia de Letras de Areia Lourdinha Luna Dia 28 de outubro pp.

Lourdinha Luna

Brejo De Areia 8 Academia de Letras de Areia Lourdinha Luna Dia 28 de outubro pp.
Brejo De Areia 8 Academia de Letras de Areia Lourdinha Luna Dia 28 de outubro pp.

Dia 28 de outubro pp. o Espaço Cultural – Horácio de Almeida – abriu suas portas para a recém criada Academia de Letras de Areia e, naquela ocasião, deu posse aos 27 acadêmicos fundadores. Essa Casa de Cultura fora idealizada pelo historiador areense Horácio de Almeida, responsável por feitos memoráveis, como o translado dos restos mortais do genial pintor Pedro Américo, em 1942, da Itália para o sono eterno em sua cidade natal. Ângulos perversos da vida o afastaram desse sonho, que caiu em mãos do bacharel Amaury Vasconcelos que, também, por motivos alheios ao seu desejo, não se concretizou sob sua presidência. Para a ALA tornar-se realidade contou com o interesse e o estimulo do prefeito de Areia, Élson da Cunha Lima que, em seu governo, a arte tem

vez. Todos os conjuntos teatrais da cidade

têm bolsa financeira, que lhes permite se dedicar à vocação artística, dom com que foram agraciados por Deus.

A escritora Janaina Azevedo, recebeu do edil

a incumbência de agilizar a implantação da

Academia, para que constasse da Execução Orçamentária do próximo ano. Cumprida a recomendação oficial e instalada a mais nova

Instituição Cultural, da Paraíba, por unanimidade sua fundadora fora aclamada como a Presidente. Para os que não conhecem Janaina: ela é jovem, quase menina, com formação em Letras e Direito. Seu livro “Marias” (1999 – Prêmio Novos Autores Paraibanos) fora indicado para o Vestibular 2012 da UEPB. A autora é estudada no Mestrado da UEPB e UFRJ, no núcleo de escritores contemporâneos. É só uma amostra de quem está catalogada no Dicionário de Nelly Novaes Coelho, com 3 livros publicados e mais 3 em vias

de divulgação.

No quadro da ALA, entre outros, constam nosso historiador maior Tancredo Torres, o poeta

Tarcisio Laureano, o escritor Juracy Lemos Pina, nascidos em Areia. Para representar a cultura de cordas e teclado a Academia se valoriza, ainda mais, com Silvia Perazzo, com a obra poética “Kromos a Uma Só Voz”, lançada no Festival de Arte de Areia.

A ALA trouxe para seu convívio adventícios

como o notável historiador José Avelar, de Alagoa

Grande, um estudioso não só de seu berço, como da região que o circunda. É só uma amostra da grandeza da Academia de Letras de Areia, representada por seus membros. Os patronos são areienses. A Cadeira nº 2 tem a força tutelar de José Américo, honra que me chegou para venerá- lo ainda mais. Publicada na pag. 6 do CORREIO DA PARAIBA, de 07.11.2011

Publicada na pag. 6 do CORREIO DA PARAIBA, de 07.11.2011 Academia de Letras de Areia -

Academia de Letras de Areia - Casa de Horácio de Almeida

Academia de Letras de Areia - Casa de Horácio de Almeida DIRETORIA PROVISÓRIA Presidenta: Janaína Azevedo

DIRETORIA PROVISÓRIA

de Areia - Casa de Horácio de Almeida DIRETORIA PROVISÓRIA Presidenta: Janaína Azevedo Vice-Presidente: Daniel
de Areia - Casa de Horácio de Almeida DIRETORIA PROVISÓRIA Presidenta: Janaína Azevedo Vice-Presidente: Daniel

Presidenta: Janaína Azevedo Vice-Presidente: Daniel Duarte Pereira 1ª Secretária: Janice Oliveira 2º Secretário: Valberto Cardoso Tesoureira: Ana Clara Maia

Jornalista Responsável: Gilberto Batista Fotografias: Vera Lúcia Brito Editoração Eletrônica: Gilberto Batista Impressão: Gráfica e Editora Maxgraf Tiragem: 500 exemplares

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