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MANUAL OPERACIONAL DAS EXPORTAÇÕES DE GEMAS, JÓIAS E AFINS. SUMÁRIO I. II. III. APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO .............................................................................. 005 .....................................................................

........ 006

CULTURA EXPORTADORA ........................................................... 007 1. As Vantagens da Exportação ................................................... 007

2. Planejamento das Exportações ................................................... 008 3. Seleção do Mercado Alvo IV. V. ........................................................ 009

ESTRUTURA DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO ........... 011 NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS ................................... 015

1. Operacionalização da Exportação .............................................. 015 2. Tratamento Administrativo das Exportações............................... 016 3. Habilitação ao SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior) ........................................................................................................ 016 ♦ Registro de Exportadores e Importadores – REI.................... 017 4. Ambiente Operacional 4.A) SISCOMEX 4.B) SISBACEN VI. .............................................................. 017

...................................................................... 017 ....................................................................... 017 ........................ 020

NOMENCLATURA COMUM MERCOSUL – NCM

1. Estrutura e Composição da NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL (NCM) ....................................................................... 020 ♦ Sistema Harmonizado (SH) ..................................... 021

VII.

PROCEDIMENTOS GEMAS, JÓIAS E AFINS

ALFANDEGÁRIOS: EXPORTAÇÃO DE ............................................................. 022 024 026 028 028 034 034 036

1. Declaração Simplificada de Exportação ............................. 1.A) ECT - Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos........ 1.B) Empresas de Courier 2. Registro de Exportação 2.A) Exportação Normal ................................................... .................................................. ..................................................... ....................................

2.B) Exportação em Consignação

2.C) Exportação em Consignação - IN 346/2003 .............. 2.D) Venda a Não - Residente ►DESIGNER NA EXPORTAÇÃO

............................................ 040

................................................ 043 ....................... 044

►DIAMANTE NO MERCADO INTERNACIONAL

►ENVIO DE AMOSTRAS SEM VALOR COMERCIAL ................ 045 VIII. ASPECTOS CAMBIAIS 1. Aspectos Cambiais ............................................................. 046 .................................................................. 046 ........................................................... 046 ................... 047

2. Fechamento de Câmbio

3. Formas de Receber o Pagamento da Exportação 4. Financiamento Às Exportações 4.A) Financiamento - até 180 dias

................................................ 048 ............................................ 048 ................................. 050

4.B) Financiamento - superior a 180 dias 5. Seguro de Crédito à Exportação IX.

.............................................. 052 ................................. 054 .................................. 054 ..................................... 054

INCENTIVOS FISCAIS À EXPORTAÇÃO 1. Regime Tributário: SIMPLES Municipal 2. Regime Tributário: SIMPLES Estadual

2

3. Regime Tributário: SIMPLES Federal 4. Regime Tributário: Lucro Real

....................................... 055

................................................. 055 ........................................ 057

5. Regime Tributário: Lucro Presumido X. DOCUMENTOS DE EXPORTAÇÃO

............................................. 057 ................................. 060

Processando os Documentos de Exportação XI. OUTROS DE INTERESSE 1. Drawback

............................................................. 060

........................................................................... 060

1.A) Benefícios básicos às importações amparadas pelo Regime Especial Drawback :....................... .................................. 061 1.B) Modalidades do Regime Drawback ......................... 061 1.C) Operações Especiais .............................................. 061

2. Comissão de Agente ........................................................... 062 XII. Considerações sobre o País de Destino da Mercadoria ................. 063 1. Procedimento para Negociação .......................................... 063 2. Conclusão dos Entendimentos para Exportar ...................... 064 XIII. REGRAS INTERNACIONAIS ............................................ 065

1. Câmara de Comércio Internacional ............................................ 065 2. Algumas Publicações ............................................................ 065 a) Crédito Documentário - Publicação CCI nº 500 ............ 065 ♦ Suplemento eUPC 500............................................. 067 b) Publicação CCI nº 525 ................................................. 067

c) Cobrança Documentária - Publicação CCI nº 522 ........ 067 d) INCOTERMS 2000 - Publicação CCI nº 560 XIV. ALGUNS TERMOS E SIGLAS UTILIZADOS .............. 068

................................ 075 3

............. ....... 098 • Inclusos Anexos da própria Legislação: Anexo V .............. 110 ANEXO IV .........IN SRF nº 371/2003 Sistema de Certificação do Processo de Kimberley........ 117 ANEXO VI .....................IN SRF nº 286/2003 Habilitação..............IN SRF nº 346/2003 Exportação em consignação transportada em mãos........ANEXO B da Portaria SECEX nº 12/2003 Vendas a Não ................................ no Sistema Integrado de Comércio Exterior............................................................Nomenclatura Comum MERCOSUL (NCM) Capitulo 71 .................. 111 ANEXO V .XV................... ......................... 121 ANEXO VII ..............Lei 10833/2003 (parcial) Capitulo III– Das disposições relativas à legislação aduaneira................................... ....................... 086 ANEXO II ..................................... PERGUNTAS FREQÜENTES ......... .............. Web Sites............. 139 140 141 4 .......... 109 Anexo VIII .... 079 ANEXO I .............IN SRF nº 155/1999 Declarações Simplificadas de Importação e Exportação – DSI / DSE.................................................. 123 Agradecimentos ............................... 107 Anexo VI ........108 Anexo VII ................. Bibliografia .............. 092 ANEXO III ............................................Residentes no País.... da Pessoa Física Responsável pela Pessoa Jurídica. ............

toda a legislação atualizada e os procedimentos adequados para que as empresas do setor possam efetivar suas vendas externas. principalmente as exportações em consignação e as realizadas a nãoresidentes. A partir de sua publicação. os principais passos no processo de exportação. além da própria dinâmica do comércio exterior frequentemente introduzir novas normas e procedimentos. Sugere-se dispor dos cursos de comércio exterior. orientando-os sobre conceitos. do Núcleo de Informação do IBGM / DF ou ainda das diversas associações e sindicatos filiados. Visa este dar suporte técnico às empresas sem experiência anterior no comércio exterior e que foram atraídas pelo Programa. em um único documento de consulta. BRASÍLIA. Este documento oferece. este manual deverá dar suporte a todos os profissionais da área de exportação. de forma detalhada. identificou-se a necessidade da publicação deste manual – agora em sua segunda edição. AGOSTO. Considerando que este estudo não esgota o assunto. a legislação atualizada básica de exportação específica do Setor.I – APRESENTAÇÃO Com a implantação da primeira fase do PSI . 2004 HÉCLITON SANTINI HENRIQUES PRESIDENTE DO IBGM EDMUNDO CALHAU FILHO COORDENADOR DO PSI 5 . normas e regulamentos que regem as exportações brasileiras. Jóias e Metais Preciosos. que são abrangidas pelo antigo Documento Especial de Exportação. Servirá também como material didático em todos os cursos de Comércio Exterior no âmbito do PSI. Objetivou-se disponibilizar. uma exclusividade do Setor de Gemas e Metais Preciosos.Programa Setorial Integrado de Apoio às Exportações de Gemas. mister se faz a constante atualização por parte das empresas exportadoras. do apoio das diversas coordenações estaduais do PSI.

Os anexos que acompanham nosso manual envolvem a íntegra da Legislação Brasileira. Jóias e Afins que tem o Brasil como país de origem e procedência. Primeiramente ofereceremos ao promitente exportador uma visão geral a ser avaliada para compreender a importância de uma cultura exportadora.II – INTRODUÇÃO Este Manual objetiva a operacionalização das exportações de Gemas. Posteriormente. envolvendo: Vantagens planejamento e escolha do mercado de destino das exportações Em seguida apresentaremos a estrutura do comércio exterior no Brasil. nosso manual dedica-se a normas. considerando inclusive o recebimento das divisas. regulamentações e procedimentos referentes a aduana brasileira. Os capítulos que seguem envolvem toda sistemática a ser observada para operacionalizar os produtos no mercado internacional. PRODUTO NORMAS E REGULAMENTAÇÕES PARA EXPORTÁ-LO (país vendedor) NORMAS E REGULAMENTAÇÕES PARA IMPORTÁ-LO (país comprador) REGRAS PARA AS NEGOCIAÇÕES INTERNACIONAIS 6 .

Estabelecimento de mercados alternativos. Certificação. Melhoria do controle de qualidade. Aprimoramento dos incentivos fiscais e creditícios. 7 . Aumento da lucratividade da empresa. entre outros. o valor do dólar e crises econômicas. Ampliação e/ou modernização das instalações e equipamentos. Qualidade do produto. o empresário não pode se preocupar com a taxa de câmbio atual. Obtenção de melhores condições de prazos de pagamento das vendas. Implantação de marca e formação de nome internacional. Distribuição mais regular das vendas. 1. Redução do custo fixo através de melhor aproveitamento de capacidade instalada de produção. Envio de amostras. a empresa agrega valor a si e adquire uma inestimável vantagem sobre os concorrentes internos. Diversificação e alargamento de mercados.III – CULTURA EXPORTADORA O empresário que pretende inserir seus produtos no mercado internacional deve ter em mente que um projeto de exportação exige: Conhecimento do mercado comprador. Aprimoramento do marketing da empresa. pela obtenção de incentivos e outros benefícios (linhas especiais de crédito). Aprimoramento das técnicas de design e embalagem. Prospecção de mercado. Cooperação e relacionamento interempresarial Aproveitamento e desenvolvimento dos recursos humanos. As vantagens da Exportação Ao exportar. afinal um projeto desta natureza demanda pelo menos um ano para ser planejado. Por isso. Esse conjunto básico de providencias prévias a efetivação de uma exportação não é realizada da noite para o dia. Redução dos custos financeiros. Melhoria dos padrões de produtividade. Algumas das vantagens: • • • • • • • • • • • • • • • • • • Aprimoramento da qualidade do produto. Desenvolvimento e/ou absorção de tecnologia. Conhecer os preços praticados no mercado. para adequar-se às exigências do mercado importador.

Conhecer os principais concorrentes. versatilidade e segurança diante da dinâmica do mercado internacional. não somente quanto ao aspecto da venda como da própria logística. Recursos humanos e financeiros Custo de cada etapa do projeto 3ª ETAPA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DECISÃO DE EXPORTAR O PLANEJAMENTO 8 . Passos operacionais: quais e quando? Conhecer o tempo necessário para realizar cada etapa. Planejamento das Exportações A atividade de exportar pressupõe boa postura profissional. desde a fabricação do produto até sua entrega no destino final. 1ª ETAPA 2ª ETAPA Definir produto. Analisar os possíveis países compradores. Definir os instrumentos de Marketing que se aplicam ao mercado em questão Avaliar possíveis desafios de cada mercado.2. habilidade. Estudo para definir o mercado alvo. Definir o preço do produto a ser exportado. Conhecer o perfil do consumidor. Conhecer os canais de distribuição. por isso toda decisão de exportar deve ser seguida do planejamento. garantindo o recebimento das divisas.

A identificação prévia dos possíveis clientes pode ser processada via Internet. como o IBGM. Considerando isto. identificar um representante e promover vendas.3. de forma rápida e freqüente. as tendências de consumo sofrem influências significativas. é viajar ao exterior. Independente de nos referirmos ao mercado nacional ou ao mercado internacional. através de homepages. Elaborar catálogos. assim como a SECEX. por isso. Amostras. pois implica a obtenção prévia de uma ampla gama de informações sobre o país a ser visitado. Preparar listas de preços e brindes. Pesquisar é fundamental para responder a uma pergunta básica: . a atualização constante por parte do empresário é uma obrigação. Seleção do Mercado Pesquisar o mercado de interesse faz-se necessário. Agendar a visita com antecedência. ou ainda através de uma firma especializada. Afinal tudo pode ser exportado. seja por meio de viagens de um funcionário da própria empresa. através do seu Departamento de Operações de Comércio Exterior. além das informações fornecidas pelas câmaras de comércio. até mesmo entre regiões dentro de um mesmo país. 9 . conhecer a concorrência. Uma das formas mais eficazes de estudar um mercado. modificações no produto. mas há países que restringem ou limitam as importações de determinados produtos. é imprescindível conhecer previamente a aceitação dos produtos que se pretende exportar no mercado internacional. revisão de acordos de distribuição e outros. O contato deve ser preparado cuidadosamente pela empresa. pelo Setor de Promoção Comercial dos consulados e embaixadas. federações de indústrias e entidades de classe.Para onde exportar? Pesquisar é fundamental. principalmente no tocante às alterações de preços. de um representante no exterior. A programação inclui: • • • • • Organizar o itinerário.

10 .

como convidado especial. Ministro Relações Exteriores. Indústria e Comércio Exterior. CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR A Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) faz parte do Conselho de Governo. Presidente do Banco Central.ESTRUTURA DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO. Representantes que compõe a CAMEX: • • • • • • Ministro do Desenvolvimento. Ministro da Agricultura e Abastecimento. que a preside. pelos Ministros Chefe da Casa Civil. 11 .IV . Ministro do Planejamento. Ministro da Fazenda. INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Controle comercial MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL BANCO CENTRAL DO BRASIL PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Cabe à Presidência da República definir as diretrizes do Comércio Exterior Brasileiro. Orçamento e Gestão.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) direciona seus esforços ao marketing dos produtos brasileiros no exterior. INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR. 12 . Instituto Nacional de Metrologia. embaixadas e chancelarias. Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO). • Indicar os parâmetros a serem negociados em acordos internacionais. • Avaliar o impacto das medidas diretas ou indiretas praticadas por órgãos controladores. conta com o apoio de sua própria área interna. MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES. A missão do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC) é construir um Brasil competitivo. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO. responsável por "Feiras e Eventos" e "Promoção Comercial". normalização e qualidade industrial. Também. • Fixar as diretrizes para a promoção de bens e serviços brasileiros no exterior. • Atuar como um canal de comunicação entre o Governo e o setor produtivo. incumbida de coordenar o encaminhamento e posterior cumprimento das decisões tomadas em seu âmbito. Entidades vinculadas ao MDCI: • • • Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA). justo e rico em oportunidades. Metrologia.A CAMEX Dispõe de uma Secretaria Executiva. incentivando periodicamente a vinda de importadores estrangeiros ao Brasil. em parceria com setores produtivos. É competência da CAMEX definir as diretrizes da política de comércio exterior: • Manifestar-se previamente sobre normas e legislação sobre o comércio exterior. Políticas de comércio exterior. Em parceria com consulados. analisa as características do mercado estrangeiro e do intercâmbio brasileiro. Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). através da promoção e divulgação de oportunidades comerciais no mercado internacional. através de ações que resultem na melhoria da qualidade de vida da população. Propriedade intelectual e transferência de tecnologia. • Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Área de competência do MDIC: • • • • Política de desenvolvimento da indústria. do comércio e dos serviços.

Negociações econômicas e financeiras com governos. poupança popular. que pretende criar condições de estabilidade monetária para que a economia brasileira possa ter um crescimento sustentado com redistribuição de renda. MINISTÉRIO DA FAZENDA. Fiscalização e controle do comércio exterior. controle interno.366 de 16 de fevereiro de 2000 – estabelece que seja competência do Ministério da Fazenda: • • • • • • • • Moeda. controla e avalia as atividades comerciais do Brasil com outros países. Aplicação dos mecanismos de defesa comercial Participação em negociações internacionais relativas ao comércio exterior. A Secretaria da Receita Federal é um órgão de direção superior. Execução das atividades de registro do comércio Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) órgão específico singular do Ministério do Desenvolvimento. Formulação da política de apoio à microempresa. Administração das dívidas públicas internas e externas. planeja. com o propósito de 13 . A legislação em vigor – Decreto nº. auditoria e contabilidade pública. Política.• • • • • Regulamentação e execução dos programas e atividades relativas ao comércio exterior. Preços em geral e tarifas públicas e administrativas. em observância à política de comércio exterior vigente. Realização de estudos e pesquisas para acompanhamento da conjuntura econômica. supervisiona. instituições financeiras. crédito. Desde julho de 1994. administração. empresa de pequeno porte e artesanato. seguros privados e previdência privada aberta. subordinado ao Ministério da Fazenda. capitalização. responsável pela administração dos tributos internos e aduaneiros da União. organismos multilaterais e agências governamentais. 3. também conhecida como Plano Real. orienta. fiscalização e arrecadação tributária aduaneira. Subordinados ao Ministério da Fazenda: Secretaria da Receita Federal (SRF) exerce a fiscalização aduaneira e a correta utilização dos incentivos fiscais concedidos pela legislação em vigor nas operações de comércio exterior. Indústria e Comércio Exterior (MDIC). o Ministério da Fazenda é o órgão responsável pela formulação e execução da política econômica. Normatiza. Administração financeira. essa política se orienta pelo Programa de Estabilidade Econômica. Na estrutura administrativa da República Federativa do Brasil.

É também de sua responsabilidade promover o relacionamento financeiro global do País com o exterior. relativos ao comércio exterior e aos capitais estrangeiros. Na área internacional. como agente do governo federal. inclusive os que se referem aos acordos com entidades internacionais e à recuperação de créditos governamentais brasileiros no exterior. Promover. em nome do governo brasileiro. é alçada do Banco Central realizar a regulamentação dos fluxos cambiais. a estabilidade relativa das taxas de câmbio e o equilíbrio do balanço de pagamentos. arrecadar recursos para o Estado e desencadear ações de fiscalização e combate à sonegação. Administrar as reservas cambiais do País. Banco Central do Brasil (BACEN) Responsável pela política cambial e de relações financeiras com o exterior. para esse fim.promover o cumprimento voluntário das obrigações tributárias. compete ao Banco Central: • Garantir o funcionamento regular do mercado de câmbio. de forma a promover a justiça fiscal. a contratação de empréstimos e a colocação de títulos no exterior. • • • • 14 . Dessa forma. Acompanhar e controlar os movimentos de capitais. Negociar. com as instituições financeiras e com os organismos financeiros estrangeiros e internacionais. comprar e vender ouro e moeda estrangeira e realizar operações de crédito no exterior. podendo.

Introdução à operacionalização da exportação As políticas de Comércio Exterior do Brasil são exercidas por diferentes entidades e órgãos subordinados a Ministérios da estrutura do Poder Executivo. 4.09. As normas do Banco Central foram instituídas pela Circular nº 2.92 estão na Consolidação das Normas Cambiais e circulares complementares de adequação à política cambial do Brasil. Exemplo: Exportação em consignação – depende a anuência do Departamento de Operações de Comércio Exterior (DECEX). de 25. Essas normas estão consolidadas no regulamento aduaneiro – Decreto nº. que regulamenta a pauta de importações e exportações.12. de 03. e fiscalização de mercadorias em território nacional. a saída de divisas em pagamento das importações brasileiras e o registro de investimento estrangeiro. Banco Central do Brasil (BACEN) Competência Cambial: regulamenta toda estrutura operacional de câmbio para as instituições financeiras. de 01.231. visando o cumprimento das normas à efetivação do respectivo documento.V . previamente estabelecidas para aduana. 15 .02 e normativos complementares. efetuando análise complementar de uma operação de comércio exterior. Secretaria da Receita Federal (SRF) Competência Aduaneira: garantir o cumprimento do conjunto de normas de controles. procedentes do exterior ou a ele destinadas. de 26. a título definitivo ou não.543. Essas normas estão consolidadas na Portaria SECEX nº12.NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS 1.12. ♦ ÓRGÃOS ANUENTES Estabelecem regras especificas para o desembaraço de mercadorias dentro de sua área de competência.2003 para as exportações e na Portaria SECEX nº 17. Disciplina a entrada de divisas no país em pagamento das exportações.09. Três órgãos estão diretamente envolvidos nas normas e procedimento de comércio exterior: SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL BANCO CENTRAL DO BRASIL Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) Competência Administrativa: define o conjunto de normas de cunho administrativo e de intercâmbio comercial.2003 para as importações e em normativos complementares de adequação às políticas de comércio exterior do Brasil.

Tratamento Administrativo das Exportações Todas as disposições sobre o tratamento administrativo nas exportações brasileiras estão consolidadas na Portaria SECEX nº. A pessoa jurídica formalizará requerimento junto à unidade de fiscalização aduaneira da Secretaria da Receita Federal (SRF) com jurisdição sobre seu estabelecimento matriz.Mercadorias e percentuais máximos de retenção de margem não sacada de câmbio.Exportação sem cobertura cambial. Senha de acesso à Rede Serpro concedida diretamente ao interessado pela unidade da SRF executora do procedimento de habilitação. dar-se-á por: IN SRF 330.2. 16 . Nota: A íntegra do ANEXO B da PORTARIA SECEX N°.Exportação de produtos sujeitos aos procedimentos especiais. As informações cadastrais e fiscais disponibilizadas no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (Radar) e demais sistemas informatizados da SRF serão minuciosamente analisadas previamente a habilitação. Anexo D . 12. de 23 de maio de 2003. Anexo F . a.Relação de produtos sujeitos ao pagamento de imposto de exportação. suas Obras e Artefatos de Joalheria.Remessas ao exterior que estão dispensadas de Registro de Exportação. Anexo G . ou. de 03 de setembro de 2003: Anexo A . 12. de 23 de maio de 2003. Anexo E .SISCOMEX. A Instrução Normativa da SRF nº. a critério do interessado. De posse do meio de acesso (senha ou certificado digital) ao SISCOMEX. Anexo H . Certificado digital emitido por Autoridade Certificadora. Essa habilitação abrangerá o território nacional. Os produtos e as operações que requerem procedimentos especiais são apresentados nos anexos da Portaria SECEX nº.SISCOMEX A pessoa física responsável pela pessoa jurídica perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) será igualmente responsável perante o Sistema Integrado de Comércio Exterior .Documentos que podem integrar o processo de exportação. a empresa está pronta para operacionalizar suas exportações ou importações. 12/2003 encontrase no ANEXO IV desse manual. Anexo C .Produtos não passíveis de exportação em consignação. 286. de 15 de janeiro de 2003 (ANEXO II) instrui o procedimento para habilitação ao SISCOMEX. de 03 de setembro de 2003 e Portarias complementares.Pedras Preciosas e Semipreciosas. 3. b. Habilitação ao Sistema Integrado de Comércio Exterior . Metais Preciosos. Anexo B . O acesso do responsável pela pessoa jurídica ao SISCOMEX. conforme Instrução Normativa SRF nº 222. de 11 de outubro de 2002 e Portaria da SRF nº 885.

O credenciamento para exercer atividades relacionadas com o despacho aduaneiro. Despachante aduaneiro. 4. a empresa encontrar-se-á automaticamente credenciada no Registro de Exportadores e Importadores .I. as pessoas físicas habilitadas à prática dos atos relacionados com o despacho aduaneiro. Ambiente Operacional O comércio exterior brasileiro utiliza-se de dois sistemas eletrônicos de coleta. Portanto registrará. A pessoa física credenciada poderá atuar em qualquer unidade da SRF em nome da pessoa jurídica que represente. O SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior) e o SISBACEN (Sistema de Informações do Banco Central) são interligados e ambos permitem que os envolvidos na operacionalização das atividades do comércio exterior (devidamente habilitados) os acessem para inserção das informações e acompanhamento dos processos. armazenagem e troca de informações. SISCOMEX Sistema Integrado de Comércio Exteror SISBACEN Sistema de Informações Banco Central EMPRESA EXPORTADORA e IMPORTADORA 17 . Funcionário ou servidor especificamente designado. restringe-se ao: Dirigente ou empregado da pessoa jurídica representada. Esse cadastro de exportadoras e importadoras disponibiliza informações para controles e estudos inerentes aos órgãos gestores e anuentes. sendo a atualização dessas informações de suma importância. conforme o caso. no caso de órgão da administração pública. Empregado de empresa coligada ou controlada da pessoa jurídica representada. REGISTRO DE EXPORTADORES E IMPORTADORES Em ocasião do primeiro processo de exportação.E. Não há limite de habilitados ao uso do SISCOMEX para uma pessoa jurídica.R. bem como alimenta dados nos documentos elaborados no âmbito do SISCOMEX. diretamente no Siscomex.O responsável habilitado é obrigado a eleger perante a SRF o(s) representante(s) para atuar em seu nome. previstos no perfil exportador ou importador. missão diplomática ou representação de organização internacional.

é a sistemática administrativa do comércio exterior brasileiro. acompanhar os processos de ingresso ou saída de mercadorias do País. Órgãos anuentes. • Por meio de equipamentos à disposição dos usuários nas salas de contribuintes da SRF. acompanhamento e controle das operações de comércio exterior. através de um fluxo único. • ACESSO AO SISCOMEX • Pela Rede SERPRO. cambial. Despachantes aduaneiros. 4. Instituições financeiras.A) SISCOMEX O Sistema Integrado de Comércio Exterior – SISCOMEX. • Pela Rede SISBACEN. da Secretaria da Receita Federal (SRF) e do Banco Central (BACEN).ENVOLVIDOS NA FASE COMERCIAL SECEX.Registro de Exportação: É o licenciamento eletrônico que contém o conjunto de informações de natureza comercial. para os bancos e corretoras de câmbio. Exportadores e importadores. as quais podem ser obtidas em qualquer filial SERPRO. Esse instrumento integra as atividades de registro. Exportadores e importadores. Despachantes aduaneiros. se necessário. É realizado diretamente pelo exportador ou por seu representante legal em um terminal interligado ao SISCOMEX. ou a cada entrada de mercadoria no país. cujo processamento é efetuado exclusivamente e obrigatoriamente pelo sistema. ao exportador ou seu representante legal. para fins de solicitação de registros. Transportadores. Essa conexão depende de orientações técnicas especificas. em que estejam ligados os equipamentos do usuário. Através do SISCOMEX é permitido. ENVOLVIDOS NA FASE CAMBIAL BACEN. instituído pelo Decreto nº. interferem no processamento das operações de comércio exterior. financeira e fiscal. a) RE . acessando o sistema em nome do exportador. de informações. Exportadores e importadores. uma vez que os órgãos intervenientes no comércio exterior controlam e. Depositários. Instituições financeiras. ENVOLVIDOS NA FASE ADUANEIRA SRF. A legislação brasileira exige um registro ou uma declaração simplificada no SISCOMEX a cada saída de mercadoria do país. 660 de 25 de setembro de 1992. computadorizado. as quais caracterizam a operação de uma mercadoria e definem seu enquadramento. 18 . que integra as atividades afins da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX).

o exportador (ou seu representante legal) deverá solicitar à unidade de despacho o CE. nos quais estão envolvidos o exportador ou seus representantes legais. NOTA: A efetivação da DSE exige menos etapas no SISCOMEX do que a RE. A DSE contém o conjunto de informações de natureza comercial.000. financeira e fiscal da operação de exportação de uma mercadoria e define o seu enquadramento por: IN SRF 155. Todas as operações de câmbio realizadas pelas empresas são registradas imediatamente no SISBACEN. por isso. o ingresso de divisas recebidas em pagamento de bens ou serviços destinados ao exterior exige um contrato de câmbio*. emitido pelo SISCOMEX. 4.00 (dez mil dólares) ou envio de amostras com ou sem cobertura cambial até o limite de US$ 1. c) DSE .B) SISBACEN Receitas em moedas estrangeiras auferidas nas exportações de bens e serviços. mesmo no caso em que a unidade de embarque seja diferente.Comprovante de Exportação: Emitido pelo SISCOMEX.Declaração de Desembaraço de Exportação: Realizada posteriormente a efetivação do Registro de Exportação emitido no SISCOMEX. é o documento legal que comprova a efetivação da exportação. O Sistema de Informações do Banco Central administra a sistemática cambial no Brasil. Através do SISBACEN o Banco Central acompanha a atuação dos bancos instalados no País. obrigatoriamente devem ser convertidas na moeda corrente. o desembaraço e a averbação do embarque. bem como todos detalhes da comercialização. A emissão do CE cabe a unidade de despacho. d) CE .000.Declaração Simplificada de Exportação: Ampara operações de exportação até o limite de US$ 10. Informa à fiscalização alfandegária os números dos RE’s e as Notas Fiscais que fazem parte do despacho. a desburocratização e a redução de custo da operacionalização do comércio exterior brasileiro. cambial. uma vez que as empresas estabelecidas no Brasil têm autorização do Banco Central para manusear ou manter em conta corrente exclusivamente moeda local. o transportador. O exportador que não estiver no RADAR pode exportar com DSE através da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) – EXPORTA FÁCIL ou através de empresas de COURIER. A legislação brasileira não permite a circulação de moeda estrangeira. É destinado a orientar o exame documental.00 (um mil dólares). a vistoria da mercadoria. o depositário e a repartição aduaneira. a aquisição de moeda estrangeira destinada ao pagamento de bens ou serviços adquiridos do exterior deve ser realizada oficialmente junto a uma instituição financeira autorizada a operar em câmbio. Real. que deve ser efetivado oficialmente junto a uma instituição financeira autorizada a operar em câmbio. no Sistema. Concluída a operação de exportação e devidamente averbada.b) DDE . O processo simplificado visa a agilização. de 22 de dezembro de 1999 (ANEXO III). 19 . Também.

sendo os seis primeiros formados pelo Sistema Harmonizado (capítulo. EXCEÇÃO: OPERAÇÕES SEM COBERTURA CAMBIAL • NO COMÉRCIO EXTERIOR CÂMBIO REFERE-SE A TODA OPERAÇÃO EM QUE HÁ TROCA DE MOEDA ESTRANGEIRA POR MOEDA NACIONAL. EXIGE A EFETIVAÇÃO DE CONTRATO DE CÂMBIO NO SISBACEN. criados de acordo com a definição estabelecida entre os países do Mercosul. desde 1996. RESPEITANDO OS PRAZOS PREVIAMENTE ESTABELECIDOS. e os dois últimos (item e subitem). VI . posição e subposição). utilizada igualmente pelos demais países partícipes do bloco (Argentina. O Brasil adotou. a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). PEDRAS PRECIOSAS OU SEMIPRECIOSAS E SEMELHANTES. Estrutura do código da Nomenclatura Comum Mercosul: Exemplo: Código NCM: 7116. METAIS FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE METAIS PRECIOSOS. METAIS PRECIOSOS.Outras obras de diamantes sintéticos.NCM 1. Estrutura e Composição da Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) A Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) foi regida pelas Regras Gerais do Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias (SH). Paraguai e Uruguai). Seção XIV 20 .Nota: TODO REGISTRO OU DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA EFETIVADA NO SISCOMEX. MOEDAS. Este código é resultado dos seguintes desdobramentos: PÉROLAS NATURAIS OU CULTIVADAS. BIJUTERIAS. A NCM é composta de oito dígitos.10 .NOMENCLATURA COMUM MERCOSUL . OU VICE-VERSA.20. E SUAS OBRAS.

em um ordenamento numérico lógico. o interessado deverá contatar a Unidade da Receita Federal do seu domicílio fiscal.gov. metais folheados ou chapeados de metais preciosos. de pedras . de pedras sintéticas ou reconstituídas. Base legal: Decreto nº 97.fazenda. criado para promover o desenvolvimento do comércio internacional. Subitem O ANEXO I deste Manual disponibiliza a integra do Capítulo 71. de acordo com as orientações constantes no site dessa Secretaria.preciosas ou semipreciosas. dirimir dúvidas sobre a classificação fiscal da mercadoria. moedas . A composição dos códigos do Sistema Harmonizado. metais preciosos. por exemplo. e suas obras. ou pedras sintéticas ou reconstituídas. Em caso de dúvidas sobre a correta classificação fiscal de mercadorias. ao acrescentar mais dois dígitos de identificação de mercadorias. formulando consulta por escrito. O Sistema Harmonizado possibilita aos países a criação de mais dígitos identificadores.receita. o Brasil adotava dez dígitos. 21 .10 . formado por seis dígitos. o Sistema Harmonizado facilita as negociações comerciais internacionais. permite que sejam atendidas as especificidades dos produtos.Capítulo 71 Posição 7116 Subposição 7116. tais como origem. Na Nomenclatura Brasileira de Mercadoria (NBM). Obras de pérolas naturais ou cultivadas. De pedras preciosas ou semipreciosas.www/guiacontribuinte/consclassfiscmerc. Além disso. pedras preciosas ou semipreciosas e semelhantes. visto que criou quatro além do SH. bijuterias. de 23/12/1988 (DOU de 28/12/1988). crescente e de acordo com o nível de sofisticação das mercadorias. a comparação e a análise das estatísticas.20. bem como alterações posteriores. a elaboração das tarifas de fretes e das estatísticas relativas aos diferentes meios de transporte de mercadorias e de outras informações utilizadas pelos diversos intervenientes no comércio internacional. que promulgou a Convenção Internacional sobre o Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias. particularmente as do comércio exterior. Para a composição da NCM.br/srf. ♦ Sistema Harmonizado (SH) O Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias é um método internacional de classificação de mercadorias. na seguinte página: www. por intermédio da Coordenação-Geral do Sistema Aduaneiro e da Superintendência Regional da Receita Federal.De diamantes sintéticos. matéria constitutiva e aplicação. os países do Mercosul consolidaram a classificação em oito dígitos.409.htm. assim como aprimorar a coleta. É competência da Secretaria da Receita Federal (SRF).20 Pérolas naturais ou cultivadas. Item e 7116.

22 . Declaração Simplificada de Exportação O governo brasileiro. por exemplo. estabeleceu alguns mecanismos para simplificar os trâmites dos envolvidos no comércio exterior. os Capítulos 98 e 99 foram reservados para usos especiais pelas Partes Contratantes. Os Capítulos são divididos em posições e subposições. atribuindo-lhes códigos numéricos a cada um dos desdobramentos citados. com ou sem cobertura cambial.A Nomenclatura do Sistema Harmonizado é composta por 96 Capítulos. O artigo 30 da Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº 155/99. Exemplo: Venda realizada a não residente . toda mercadoria que transita no território nacional deve estar amparada por uma nota fiscal. até o limite de USD 10. com ou sem cobertura cambial. Essa facilidade regulamentada pela Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº 155/99. Obrigação de serem devolvidos ao exterior por: ♦ Erro manifesto ou comprovado de expedição. de 22 de Dezembro de 1999 (ANEXO III) inseriu no mercado internacional diversos produtos brasileiros que.000. Exceções: ♦ Artesão. VII . Esse registro pode ser realizado com Declaração Simplificada de Exportação ou Registro de Exportação. JÓIAS E AFINS. reparo ou restauração.PROCEDIMENTOS ALFANDEGÁRIOS PARA EXPORTAÇÕES DE GEMAS. Como sabemos. da mesma forma. distribuídos em 21 Seções. Nota: a pessoa física poderá exportar mercadorias em quantidade que não revele prática de comércio e desde que não se configure habitualidade. deixavam de ser exportados..NCM 9999. visando estimular às exportações de pequenas e médias empresas.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. Enquanto o Capítulo 77 foi reservado para uma eventual utilização futura no Sistema Harmonizado. de 22 de Dezembro de 1999 (ANEXO III) determina os critérios para uso da Declaração Simplificada de Exportação (DSE). toda mercadoria que é exportada (despacho aduaneiro de bens) deve ser registrada no Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX). até o limite de USD 10. utiliza o Capítulo 99 para registrar operações especiais na exportação. Sob regime de exportação temporária. para posterior retorno ao país no mesmo estado ou após conserto. reconhecido pela autoridade aduaneira. devido ao custo da burocracia nacional. artista ou assemelhado registrado em órgãos específicos como profissional autônomo. Exportado por pessoa jurídica. O Brasil. Apresentamos os relevantes ao setor: Exportado por pessoa física..00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. 1.000.

Liberação alfandegária: agiliza a preparação da documentação. de 22 de Dezembro de 1999 (ANEXO III) e serão submetidas a despacho aduaneiro mediante a utilização de formulários próprios. ♦ Qualquer outro motivo. proporcionam economia nos custos operacionais inseridos no processo. poderá efetivar sua exportação através do procedimento simplificado e usufruir a simplificação do trâmite operacional dos envolvidos no processo de exportação oferecidos ao realizar a Declaração Simplificada de Exportação. Além de agilizar e reduzir o tempo do trâmite das exportações. ♦ CNPJ que não estejam habilitados no RADAR (IN 286 de 2003 ANEXO II) podem exportar através da ECT – Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EXPORTA FÁCIL) ou empresas de transporte internacional expresso porta a porta . ♦ Liberação alfandegária agilizada. FLUXO DOCUMENTAL DA DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DE EXPORTAÇÃO 01 DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DE EXPORTAÇÃO 02 EFETIVADA 03 EMISSÃO DE NOTA FISCAL 04 CONHECIMENTO DE CARGA 23 . a liberação alfandegária. também proporciona economia nos custos operacionais envolvidos. observado o disposto na Portaria MF nº 306. O interessado que tiver a mercadoria amparada em um dos critérios anteriores. de 21 de dezembro de 1995. além de proporcionarem agilidade e reduzirem o tempo das exportações. ambiental ou de segurança exercido pelo órgão competente. ♦ Dispensa do cadastramento prévio de despachante. Essas medidas. Aspecto cambial: as divisas em pagamento da exportação podem ser recebidas por meio cartão de crédito internacional ou através de Boleto de Venda de Moeda Estrangeira.♦ Indeferimento de pedido para concessão de regime aduaneiro especial.courier. Principais Vantagens da simplificação dos trâmites: ♦ Redução dos custos operacionais. As exceções estão tratadas nos artigos 31 e 32 da Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº 155/99. o embarque das cargas. dispensando a necessidade de emissão de um contrato de câmbio. ♦ Não atendimento a exigência de controle sanitário. Esse procedimento é instruído no artigo 35.

SEM CONFERÊNCIA FÍSICA 6.05 INSTRUÇÃO DA DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA 06 CONFERENCIA ADUANEIRA 6. interrompe o processo de exportação. ou seu representante legal*. valores e quantidades. A . ♦ Quando sujeita a armazenamento após informada a presença da carga. B . dos dados relativos ao embarque da mercadoria.COM CONFERÊNCIA FÍSICA 07 08 09 10 DESEMBARAÇO ADUANEIRO CONTROLE DO EMBARQUE AVERBAÇÃO DO EMBARQUE COMPROVANTE DE EXPORTAÇÃO 1. Terminado o preenchimento da DSE o Sistema solicita a confirmação.F. NOTA FISCAL Ao emitir esse documento. ♦ Se o transporte for por via rodoviária: após a informação. preenchendo todos os campos solicitados na tela do Sistema. o interessado deverá observar a data limite para que a N.DSE No terminal de acesso ao SISCOMEX. cambial e fiscal que caracterizam a operação de exportação. no Siscomex. o exportador. poderá transitar com a mercadoria até o local alfandegado / fronteiriço e evidenciar no documento fiscal que a mercadoria é destinada à exportação. por menor que seja. 2. DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DE EXPORTAÇÃO . elabora a Declaração Simplificada de Exportação (DSE). principalmente no que diz respeito a pesos. 3. Admite-se a emissão de DSE por solicitação da ECT ou de empresa de transporte internacional expresso de cargas (courier). • 24 . Os dados a serem informados compreendem o conjunto de informações de caráter comercial. EFETIVADA A efetivação do registro da DSE ocorrerá: ♦ Se verificada a regularidade cadastral do exportador. no Siscomex. Um equívoco. citando a legislação específica em vigor. A nota fiscal deve conter informações precisas.

9. as DSE serão submetidas ao módulo de seleção parametrizada do sistema. COMPROVANTE DE EXPORTAÇÃO Após averbação do embarque o Comprovante da Exportação será emitido pelo Siscomex. CONFERENCIA ADUANEIRA Após o registro no Siscomex. quando se tratar de transporte por via aérea. a averbação do embarque será realizada pelo AFRF. ♦ Via original do conhecimento de carga (DOCUMENTO DE TRANSPORTE). salvo quando a conclusão depender de providência a ser cumprida pelo exportador. registrada no Siscomex. 25 . lacustre ou terrestre. DESEMBARAÇO ADUANEIRO CANAL VERDE . marítima. fluvial. para fins de identificação daquelas a serem objeto de conferência aduaneira. 5.O desembaraço da mercadoria cuja declaração tenha sido selecionada para o canal vermelho será registrado no Siscomex pelo AFRF designado para realizar a conferência aduaneira.A mercadoria cuja DSE. ♦ Outros. INSTRUÇÃO DA DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA A DSE será instruída com os seguintes documentos: ♦ Primeira via da Nota Fiscal. 10. quando for o caso. CANAL VERMELHO . no sistema. indicados em legislação específica. ♦ Documento equivalente nas exportações por via terrestre. 8. contado do dia seguinte ao da entrega dos documentos que instrui o processo. 7. CONHECIMENTO DE CARGA Documento emitido pelo transportador que evidencia o dia em que a mercadoria foi por ele recebida para transporte.COANA e pela Unidade local da SRF. a efetiva saída da mercadoria do País. fluvial ou lacustre. ♦ A conferência aduaneira de mercadoria objeto de DSE deverá ser concluída no prazo máximo de seis horas.4. quando for o caso. Os parâmetros critérios para seleção são estabelecidos pela Coordenação-Geral do Sistema Aduaneiro . Na hipótese de divergência das informações referidas neste artigo. 6. após as devidas correções. AVERBAÇÃO DO EMBARQUE O sistema averbará automaticamente os despachos aduaneiros cujas informações do embarque correspondam àquelas prestadas na DSE. tenha sido selecionada para o canal verde de conferência aduaneira será desembaraçada mediante procedimento automático do sistema. CONTROLE DO EMBARQUE O transportador informará.

o peso está limitado a 30 kg (trinta quilos) e as dimensões das embalagens para: • Modalidade Expressa e Modalidade Econômica: dimensão maior 105 cm e a soma das três medidas 120 cm. desde que respeitado os critérios impostos pela legislação. a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos iniciou os trabalhos para realizar as exportações no ano 2000. As regras para o transporte internacional através dos Correios são determinadas pela União Postal Universal (UPU).♦ A Declaração Simplificada de Exportação (DSE) e o Comprovante de Exportação (CE) deverão ser entregues ao exportador. As exportações realizadas através do ECT são denominadas EXPORTA FÁCIL e continuam apresentando uma tendência de crescimento dos números de exportações.00 (dez mil dólares americanos) ou o equivalente em outra moeda. 286. A ECT instrui o exportador quanto aos limites / limitações (valores. Nesse caso.. • Modalidade Prioritária: dimensão maior 60 cm e a soma das três medidas 90 cm. por isso.”. as empresas que não estiverem cadastradas no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (Radar) conforme IN SRF nº. Amparada pela legislação em vigor. pesos.A) ECT . tornando-se um AGENTE INTERMEDIÁRIO ENTRE O EXPORTADOR E O AFRF (Auditor Fiscal da Receita Federal). a ECT conta com profissionais treinados e prontos para assessorar o empresário no que diz respeito ao procedimento simplificado de exportação. que terá a responsabilidade de mantê-los em seu poder pelo prazo previsto na legislação. inciso VII da Instrução Normativa da Receita Federal n°. de 15 de janeiro de 2003 ( ANEXO II ). a ECT determina critério de peso e dimensão do volume exportado de acordo com o tipo de serviço escolhido e o país de destino da remessa.000. 26 ...EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS A exportação pelos Correios foi instruída pelo artigo 30. As empresas poderão realizar suas exportações com DSE por solicitação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) ou de empresa de transporte internacional expresso de cargas (courier). 1. contidos em remessa postal internacional.. até o limite de US$10. Poderão fazer uso desse benefício. Atualmente bem estruturada. dimensões da embalagem e possíveis restrições) que envolvam o país de destino da mercadoria. além dos valores exportados. 155/99 de 22 de dezembro de 1999 “. No Brasil. Os produtos do setor de Gemas e Metais Preciosos estão entre os principais produtos exportados através do EXPORTA FÁCIL. a exportação da mercadoria pode estar dentro dos critérios impostos pela legislação do país importador.

situados em São Paulo e Rio de Janeiro: • Permutante de São Paulo / SP . 27 .exportafacil. também é responsabilidade de São Paulo (com exceção do Rio de Janeiro).Regulariza mercadorias postadas nos estados do Sul. mas não realiza o despacho. normalização e cooperação.com. postada no território nacional. • Permutante do Rio de Janeiro / RJ . viabilizando o crescimento das exportações em diferentes setores da economia nacional. ou o Guia do Exportador. • Menor risco.O seguro da mercadoria transportada soma-se aos benefícios oferecidos pelo EXPORTA FÁCIL. sendo o Rio de Janeiro a unidade de despacho e embarque. A limitação de cobertura do seguro oferecido pelo EXPORTA FÁCIL varia de acordo com o país de destino da mercadoria. MODALIDADE EXPRESSA de serviço. será ressarcido da importância segurada no transporte. Assim. Minas Gerais e São Paulo. O serviço de emissão de DSE (Declaração Simplificada de Exportação) pelos Correios é realizado nos Permutantes Internacionais. nomeadamente através das suas atividades de regulamentação. • Para as mercadorias postadas no Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte emite a DSE. disponível no site: www. Considerando os diferentes critérios que envolvem o país importador. vem promovendo as renovações e adaptações constantes do setor postal aos desafios verificados ao longo dos anos. essa simplificação colabora ainda mais para facilitar que empresas brasileiras vendam suas mercadorias no mercado internacional. com custo de 0. maior cobertura. menor cobertura. explorando de maneira mais intensa as facilidades e as oportunidades de diversificação de mercados e produtos proporcionados pelo EXPORTA FÁCIL.Regulariza as mercadorias postadas no Estado do Rio de Janeiro e as modalidades de serviço PRIORITÁRIA e ECONÔMICA dos demais estados. é regularizado pelo permutante do Rio de Janeiro. • O desembaraço alfandegário das mercadorias postadas no Estado de Minas Gerais. visando adiantar o desembaraço aduaneiro.br . em caso de extravio. O exportador poderá assegurar-se de que. • Maior risco.5% (meio por cento) sobre o valor declarado. sugerimos que o interessado consulte a agência da ECT mais próxima do seu estabelecimento para obter informações sobre cada caso. com exceção da MODALIDADE EXPRESSA. atualmente constituída por 189 países. Nota: A União Postal Universal (UPU). Esse pleito foi uma reivindicação do Estado devido ao significativo volume exportado através do Exporta Fácil.

br . O transporte internacional expresso de carga obedece ao mesmo critério de alfândega nacional e internacional do transporte realizado por via postal (EXPORTA FÁCIL). Tendo em vista os diferentes serviços oferecidos pelas empresas de transporte internacional expresso de cargas.para certificar-se de quais empresas estão aptas para realizar o transporte internacional expresso de carga e o que cada uma delas oferece. Registro de Exportação O Registro de Exportação é o licenciamento eletrônico obtido no Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX). podemos mencionar o limite de peso determinado por uma determinada empresa de courier . 28 . A saudável concorrência traz ganhos aos exportadores.courier O serviço courier. vislumbrando oferecer à logística. de 15 de janeiro de 2003 (ANEXO II). tratado no Capitulo V item 4.. esclarecimentos. financeira. documentos a serem preenchidos e impressos pelo próprio interessado.1.B) Empresas de transporte porta a porta .00. Tendo a opção de escolher o serviço que melhor atende a necessidade de sua empresa. Sempre atento aos critérios alfandegários do país de destino.d (Venda a não . contidos em encomenda aérea internacional. ♦ Com exceção ao item 2. o rastreamento da remessa on line. regulamentado pela Receita Federal através da IN-57/96.Associação Brasileira de Transporte Internacional Expresso de Cargas (ABRAEC) .residente). possuem acesso ao SISCOMEX. Permite. 286.68 kg (sessenta e oito quilos) para exportações até USD 10.000. foi amparado no artigo 30 inciso VIII da Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº 155/99. a exemplo: o EXPORTA FÁCIL e algumas empresas de courier disponibilizam na INTERNET. cambial e fiscal. sugerimos ao interessado acessar o site: www. Somente as empresas cadastradas no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (Radar) conforme IN SRF nº. O inicio do processo de exportação dá-se quando o exportador. de 22 de Dezembro de 1999: “. 2.abraec.. solicita o Registro de Exportação diretamente no SISCOMEX. Esse licenciamento consiste em inserir no SISCOMEX as informações que caracterizam a operação de exportação da mercadoria. ou seu representante legal.a deste Manual. soluções de ordem nacional e internacional aos segmentos brasileiros.com. também.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. até o limite de US$10. estão formando alianças com empresas que atuam nos modais marítimo.. porém essas empresas viabilizam ao exportador serviços diferenciados. rodoviário e aéreo. informações. transportado por empresa de transporte internacional expresso porta a porta. Como exemplo.” As empresas de courier..000. sendo de natureza comercial.

A tabela de enquadramento de operação contida na Portaria SECEX nº 12/03 instrui o campo 2.a do Registro de Exportação. Essa informação fará toda diferença nos temas tratados nos itens que seguem: 2.a) Exportação Normal 2.b) Exportação em consignação 2.c) Exportação em consignação - IN 346/2003 2.d) Venda a não Residente Oportuno informar que, neste Manual, estamos tratando as particularidades do setor Gemas e Metais Preciosos, portanto não é nosso objetivo tratar os procedimentos específicos contidos na extensa TABELA DE ENQUADRAMENTO DE OPERAÇÃO da Portaria SECEX nº 12/03. FLUXO DOCUMENTAL DO REGISTRO DE EXPORTAÇÃO
01
REGISTRO DE EXPORTAÇÃO

02

EFETIVADO

03 04

DECLARAÇÃO DE DESPACHO DE EXPORTAÇÃO

EMISSÃO DE NOTA FISCAL

05

CONHECIMENTO DE CARGA

06

PRESENÇA DE CARGA

RECINTO E SETOR

07

EMITIR DDE

08

ENTREGAR DOCUMENTOS À SRF

29

09

SISCOMEX ● PROCESSO AUTOMÁTICO
11. A - SEM CONFERÊNCIA FÍSICA

10

CONFERENCIA ADUANEIRA
11. B - COM CONFERÊNCIA FÍSICA

11

EXTRATO SISCOMEX ● PARA ACOMPANHAMENTO

12

DESEMBARAÇO ADUANEIRO

13

CONTROLE DO EMBARQUE

14 15

AVERBAÇÃO DO EMBARQUE COMPROVANTE DE EXPORTAÇÃO

1. REGISTRO DE EXPORTAÇÃO O exportador ou seu representante legal insere no sistema informatizado SISCOMEX - o conjunto de informações de caráter comercial, cambial e fiscal que caracterizam a operação de exportação. O SISCOMEX informa o número do Registro de Exportação. Esse número será necessário para obter o status do processo no SISCOMEX; 2. EFETIVADO Para o Registro de Exportação ser efetivado a empresa não poderá possuir pendências junto ao Banco Central e ao Depto de Comércio Exterior – DECEX (órgão a Secretaria de Comércio Exterior – SECEX). Em caso de não efetivação do Registro de Exportação, o SISCOMEX informará o motivo da pendência;

30

3. DECLARAÇÃO DE DESPACHO DE EXPORTAÇÃO Após a efetivação do Registro de Exportação, a Declaração de Despacho de Exportação – DDE é gerada pelo SISCOMEX automaticamente com um número que estará vinculado ao Registro de Exportação e será necessário para obter o status do processo no SISCOMEX. Nesta etapa dá-se início o despacho aduaneiro de exportação. 4. NOTA FISCAL Esse documento pode ser emitido antes do Registro de Exportação, porém deve ser observada a data limite para que ela transite com a mercadoria até o local alfandegado/fronteiriço. Esse documento deve ser cópia fiel do processo de exportação, principalmente no que diz respeito a pesos, valores e quantidades. Um equívoco, por menor que seja, para o processo de exportação. 5. CONHECIMENTO DE CARGA Documento emitido pelo transportador que evidencia a entrega da mercadoria para transporte e o dia em que foi por ele recebida 6. PRESENÇA DE CARGA RECINTO E SETOR O exportador ou o depositário efetiva a presença de carga informando no SISCOMEX o recinto e o setor onde ela se encontra, vale lembrar que são recintos alfandegados. Há exceção. O recinto em questão poderá ser o local de funcionamento da empresa, esse procedimento requer um tratamento especial, mas essa solicitação pode ser feita através do próprio SISCOMEX. Nessa etapa é que o exportador pode se valer também dos serviços do Departamento Nacional de Pesos e Medidas (DNPM), solicitando vistoria prévia das mercadorias a serem exportadas, principalmente nos estados em que a SRF não possui estrutura adequada para efetuar a fiscalização. 7. EMITIR DDE Para estar certo de ter informado a “presença de carga” (passo 6) o interessado deve imprimir o Extrato da Declaração de Despacho de Exportação. Nessa fase o exportador conclui o Despacho de Exportação e não interage mais com o Sistema, apenas o acessa para obter as informações do processo a título de consulta. Os dados anteriormente informados ao SISCOMEX ficam bloqueados. 8. ENTREGAR DOCUMENTOS À SRF Essa etapa consiste em apresentar na repartição de exportação da Receita Federal os documentos instrutivos do despacho dentro de um envelope de papel padrão ofício na cor parda, contendo a indicação do número da DDE.

31

conferência física da mercadoria para proceder com a efetivação do desembaraço aduaneiro. É aconselhável que a empresa exportadora programe com antecedência o Despacho Aduaneiro de Exportação. designa o fiscal para processar o desembaraço da exportação. entretanto possíveis exigências do AFRF poderão retardar o processo em até 04 (quatro) dias úteis. por solicitação do fiscal da alfândega.Documentos pertinentes ao despacho: Nota Fiscal Cópia do Registro de Exportação Extrato da Declaração de Despacho de Exportação Fatura Comercial * A Secretaria da Receita Federal realiza a analise documental e. SISCOMEX ● PROCESSO AUTOMÁTICO O SISCOMEX PARAMETRIZAÇÃO. automaticamente. *Nota: No setor de Gemas. jóias e afins a Fatura Comercial faz parte integrante do Despacho de Exportação. 10. 32 . embora a legislação brasileira não exija a fatura comercial para o desembaraço aduaneiro e. 9. o embarque será postergado. pois se for necessário. de que é um documento destinado ao país importador. utiliza-se de uma ferramenta denominada A parametrização consiste na seleção automática de canais de liberação. CONFERENCIA ADUANEIRA O SISCOMEX faz a distribuição aleatória e . a presença de um perito ou a apresentação de um laudo técnico*. São eles: EXIGÊNCIA CONFERÊNCIA FÍSICA DA MERCADORIA NIHILL NIHILL NECESSÁRIA CANAIS VERDE LARANJA VERMELHO CONFERÊNCIA DOCUMENTAL NIHILL NECESSÁRIA NECESSÁRIA Canal Cinza (Valoração Aduaneira) antes da liberação avalia o mérito preço da mercadoria a ser exportada. direcionando o procedimento a ser adotado pela fiscalização. se necessário. *NOTA: o processo de exportação pode ser liberado no mesmo dia em que foi entregue à fiscalização da Receita Federal. considerando o fato.

poderá ser automático (sem conferência) ou sujeito às exigências do AFRF (com conferência). a averbação será efetuada manualmente pelo fiscal da Receita Federal após analise e confronto da documentação apresentada e os dados relativos ao desembaraço e ao embarque. 33 . A empresa de transporte tem o prazo de 24 (vinte quatro) horas para registrar o fato. da saída do veiculo transportador do local de embarque. o exportador acompanhará o status do processo.Os critérios da conferencia aduaneira serão determinados pelo SISCOMEX com base na etapa anterior e possíveis exigências adicionais feitas pelo AFRF. AVERBAÇÃO DO EMBARQUE A averbação do embarque pelo sistema será automática. quando se tratar de mercadoria com exportação proibida ou suspensa. de que a mercadoria foi realmente exportada. ♦ Até o cumprimento das exigências legais. CONTROLE DO EMBARQUE Concluída a etapa anterior. A) Sem conferência física 11. NOTA: Se a conferência aduaneira da mercadoria for efetivada dentro da própria empresa do exportador. peso. ou em Zona Secundária. 12. no sistema. caso contrário. DESEMBARAÇO ADUANEIRO O desembaraço aduaneiro é resultado da etapa 10. medida. conforme mencionado no passo 6. classificação e qualidade da mercadoria. de forma inequívoca. 14. desde que os dados informados pelo transportador (passo 13) coincidam com os constantes da DDE. quando as divergências apuradas caracterizam. No prazo de 7 (sete) dias. B) Com conferência física Nesta etapa o despacho poderá ser interrompido: ♦ Em caráter definitivo. O Sistema informará se a mercadoria foi liberada: 11. EXTRATO SISCOMEX ● PARA ACOMPANHAMENTO Através do SISCOMEX. 13. o fiscal da receita federal lacrará o volume e. deverá entregar à unidade da SRF que jurisdicione o local de embarque uma cópia do Manifesto de Carga e do Conhecimento de Carga. a carga é liberada para ser entregue à empresa responsável pelo transporte. fraude relativa a preço. 11.

porto ou região fronteiriça visando o embarque da mercadoria. de caráter comercial. ou ao pagamento. indicado na tabela de enquadramento de operação contida na Portaria SECEX nº. Esse procedimento exige a Conclusão do Trânsito.posteriormente. A averbação do embarque dar-se-á quando o fiscal inserir a informação de conclusão de trânsito no sistema. 2. para o aeroporto. 34 . COMPROVANTE DE EXPORTAÇÃO A Secretaria da Receita Federal fornecerá ao exportador. Os campos que seguem. não retornará ao país. de caráter comercial. 12/03. o exportador deverá providenciar: ♦ Fechamento de Câmbio para o valor correspondente a mercadoria vendida ou ♦ Retorno da Mercadoria ao País (reimportação). por isso deve ser parte integrante do processo arquivado. indicado na tabela de enquadramento de operação contida na Portaria SECEX nº. que será efetuada por um fiscal da Secretaria da Receita Federal situado na alfândega responsável pela saída da mercadoria do País. devidamente lacrada. Ao processar a etapa 1 do Fluxo Documental do Registro de Exportação (item 2 deste Manual) a empresa definirá no campo 2. Respeitando os prazos previamente estabelecidos pela legislação brasileira. 12/03. emitido através do SISCOMEX.A) Exportação Normal A Exportação Normal é o envio de mercadoria ao exterior em caráter definitivo. ou seja. Isso significa que o exportador providenciará o envio da mercadoria. financeiro.a do registro o código 80000. Ao processar a etapa 1 do Fluxo Documental do Registro de Exportação (item 2 deste Manual) a empresa definirá no campo 2. 2. quando solicitado. serão preenchidos em conformidade com a operação. o Comprovante de Exportação (CE). Os campos que seguem. financeiro. serão preenchidos em conformidade com a operação. 15. dar-se-á o início do regime de Trânsito Aduaneiro.B) Exportação em consignação Exportação em Consignação é o envio de mercadoria ao exterior condicionada ao retorno (parcial ou total) da mercadoria ao País. As demais etapas seguem o Fluxo Documental do Registro de Exportação apresentado neste Manual.a do registro o código 80102. O Comprovante de Exportação é o documento que certifica a efetivação da exportação. cambial e fiscal. cambial e fiscal.

uma vez tratar-se. poderá ser exigida a apresentação de uma Declaração de Importação ( DI ). inciso VI. comprovadamente.reimportação: A reimportação ampara o retorno de mercadoria. O objetivo desse procedimento é a não incidência de impostos (desoneração) que envolvem um processo de importação. 2.1 ) Em caso de retorno da mercadoria exportada em consignação . As demais etapas seguem o Fluxo Documental do Registro de Exportação apresentado neste Manual. permanecerá pendente para anuência do Departamento de Comercio Exterior (RJ) a ser realizada num prazo máximo de dois dias (normalmente a aprovação dá-se no mesmo dia) O número do Registro de Exportação permitirá consulta no SISCOMEX para verificar situação do RE . através do SISCOMEX. podendo ser renovado por igual período.B.DECEX (órgão subordinado ao SECEX). 35 . Em algumas alfândegas. Poderá ser efetivada pela utilização de uma DSI – Declaração Simplificada de Importação. Após a conclusão do procedimento de reimportação será necessário solicitar ao Departamento de Comercio Exterior (RJ) baixa do Registro de Exportação no SISCOMEX para não permanecer pendente de pagamento. através do SISCOMEX. de mercadoria nacional. se autorizado pelo Departamento de Comércio Exterior . automaticamente determina 180 (cento e oitenta) dias para o prazo de pagamento da exportação. entretanto. após o lançamento da atracação ( chegada oficial ) da mercadoria no Manifesto de Trânsito .O SISCOMEX. A preparação da DSI ou DI é efetuada por meio eletrônico. de 22 de dezembro de 1999 (Anexo III). 155. com base no artigo 3º. letra “a" da Instrução Normativa SRF nº.MANTRA (Sistema da Infraero). cuja exportação foi condicionada ao retorno. somente uma vez. A etapa 2 do Fluxo Documental do Registro de Exportação (item 2 deste Manual) que trata da efetivação do Registro de Exportação.

estabelecida em (endereço completo).indicado na tabela de enquadramento de operação contida na Portaria SECEX nº 12/03. ou em outro que o venha substituir. 7103. 7113. vem respeitosamente requerer de V. A aplicação desse procedimento condiciona-se à habilitação prévia.2.C) Exportação em consignação IN SRF 346/2003 Transporte em mão O Registro de Exportação realizado em conformidade com a IN SRF 346/2003 (ANEXO V) segue os mesmos critérios de prazos e rotinas básicas mencionados no item 2. regularmente inscrita no CNPJ sob nº XX. no âmbito das ações previstas no Programa Especial de Exportações (PEE) coordenado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). inclusive o campo 2. de 36 . Modelo sugerido: ILUSTRÍSSIMO SENHOR INSPETOR DA SECRETÁRIA DA RECEITA FEDERAL AEROPORTO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX A empresa (razão social). no RECINTO ALFANDEGADO que a empresa tiver interesse de realizar o desembaraço aduaneiro de exportação em consiganação transportada em mão e respectiva reimportação. 7114 e 7116 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).XXX. ou qualquer programa setorial de promoção das exportações de gemas.b – Exportação em Consignação. jóias e metais preciosos.XXX/0001XX.a do registro . Entretanto. de 28 de julho de 2003.Sa. seguindo instrução descrita no Artigo 3º da IN SRF nº 346/03. em cumprindo o parágrafo 1º do artigo 3º da Instrução Normativa SRF nº 346. esse procedimento está restrito às empresas: ♦ que exportem mercadorias classificadas nas posições 7102. Cumprindo o Artigo 3º da referida instrução normativa: a) b) Solicitar ao IBGM . habilitação para Procedimentos Simplificados. da empresa exportadora interessada. com cobertura cambial e ♦ participem do Programa Setorial Intergrado do setor de Gemas Jóias e Afins. A empresa supracitada exporta mercadorias classificadas na posição 71XX da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e.código 80102 .Brasília a Declaração certificando que sua empresa integra o PSI (Programa Setorial Integrado)* Fazer o requerimento. conforme artigo 2º da Instrução Normativa SRF nº 346.

parágrafo 1º . item IV a empresa supra citada exporta xxxxxxx (Pedras.br 37 .Programa Setorial de Apoio às Exportações de Gemas e Jóias. portanto encaminha em anexo XXXXXX ( como exportador de jóias a empresa anexar folhetos. portanto não anexa folhetos. item IV a empresa exporta jóias. para cumprimento das exigências à IN citada anexa ao presente os documentos e informações ora exigidas: I Em cumprimento a IN 346/2003. VII Número fax(011) xxxxxxxxxx Endereço eletrônico: xxxxxxx@xxxxxx. prata ou folheado: Em cumprimento a IN 346/2003.com. parágrafo 1º . artigo 3º. catálogos de seus produtos e endereço na internet é: www.00 IV V VI Cópia autenticada da alteração e consolidação do Contrato Social da empresa. conforme o caso). inciso II. art. Exportador de pedras. Prata ou Folheado.00 Estimativas das vendas efetivas nos próximos 12 meses: US$ xxxxxxx. 2º. II Relação das pessoas que poderão transportar as mercadorias exportadas e as reimportadas: TYYYYYYYYYYYYYY – Sócio Diretor CPF nº XXXXXXXXXXX YYYYYYYYYYYYYYY – Sócia Diretora CPF nº XXXXXXXXXXX YYYYYYYYYYYYYYY – funcionária CPF nº XXXXXXXXXXX YYYYYYYYYYYYYYY – representante comercial CPF nº XXXXXXXXXXXX III IV Tipos de mercadorias exportadas regularmente pela empresa: (relacionar aqui os produtos que a empresa exporta regularmente).(colocar o endereço da home page aqui) Valores das operações de exportações em consignação: US$ xxxxxxxx. artigo 3º. catálogos comerciais e endereço na internet porque não exporta jóias Exportador de jóia: Em cumprimento a IN 346/2003.28 de julho de 2003. estamos encaminhando em anexo cópia autenticada da declaração expedida pelo coordenador do programa setorial de promoções de exportações declarando que fazemos parte do PSI .

Fazer uma carta protocolo instruindo o encaminhamento dos documentos relacionados (a. de preferência.d).imprimir tela especifica .VISTAS NO FLUXO OPERACIONAL DE REGISTRO DE EXPORTAÇÃO: 38 . O Artigo 7º descreve o procedimento a ser adotado pela fiscalização da SRF no aeroporto internacional de embarque. a autoridade fiscal da receita federal lacrará o volume. P.c.ibgm. papel timbrado da empresa) c) d) e) No SISCOMEX . 346/03 deverão seguir as instruções mencionadas no Artigo 4º da referida legislação. Instruída pelo Artigo 5º. Local.com. Esses três itens (c. mas vem sendo solicitado. e data (Assinatura) ___________________________________ (Nome(s) do dirigente(s)) (Cargo) (usar. uma vez habilitadas ao procedimento. O portador da mercadoria exportada efetiva o procedimento ao embarcar para o exterior. dá-se o Transito Aduaneiro descrito no Artigo 6º da legislação. As empresas. Cumprida essa etapa. maiores informações sobre o Programa podem ser obtidas no site www. Essa carta deve ser destinada ao Responsável da Alfandega na região em que sua empresa optar por realizar o procedimento (despacho exportação e importação).D.b. pelos responsáveis pela habilitação na alfândega. que desejarem realizar os processos de exportação ao amparo da IN SRF nº. às empresas que solicitam a habilitação ao procedimento.br . * Nota: participar do Programa é condição sine qua non para usufruir esse procedimento.d.Nestes Termos.Consulta Representante Legal Juntar fotocópia autenticada do contrato social da empresa e alterações. Observação . e) não são exigidos pela legislação.

ou seu representante legal.O Trânsito Aduaneiro está sujeito a Conclusão do Trânsito. Após a conclusão do procedimento de reimportação será necessário solicitar ao Departamento de Comercio Exterior (RJ) baixa do Registro de Exportação no SISCOMEX para não permanecer pendente de pagamento. contado da data prevista para o retorno do portador das mercadorias ao País. 2. EM OCASIÃO DA EXPORTAÇÃO. para a conclusão dos procedimentos de que trata esta Instrução Normativa. por ocasião do desembarque internacional. informando que se trata de retorno de exportação nos termos da IN SRF 346/03. O § 2º do Artigo 12º determina ao exportador prazo de trinta dias. no mesmo recipiente lacrado referido no inciso I do §1ºdo artigo 8º acompanhadas dos documentos referidos no mesmo artigo. CONFORME IN SRF 346/03 . Para um Registro de Exportação amparado na IN SRF 346/03. isto é. A averbação do embarque dá-se quando o fiscal insere a informação de conclusão de trânsito no sistema.1 ) Em caso de retorno da mercadoria exportada em consignação reimportação: Retornando ao país com a mercadoria em mão. que será efetuada por um fiscal da Secretaria da Receita Federal situado na alfândega responsável pela saída da mercadoria do País. não será permitido MAIS de um processo de reimportação. SERÁ CONCLUÍDO NESTA ETAPA DO PROCEDIMENTO. que é a mesma que originou a DDE. ♦ O TRANSITO ADUANEIRO PENDENTE NO SISCOMEX. Para a conclusão dos procedimentos de que trata a IN SRF 346/03. Conseqüentemente ao cumprimento do Artigo 8º dar-se-á o Transito Aduaneiro previsto no artigo 10º da legislação. o portador dirigir-se-á à fiscalização da SRF no aeroporto de chegada. O Artigo 12º instrui o procedimento a ser adotado na alfândega de retorno. 9º e 11º da referida instrução. providenciará o registro da Declaração Simplificada de Importação (DSI) para as mercadorias remanescentes e as apresentará à unidade da SRF responsável pelo desembaraço aduaneiro da respectiva DDE.C. o exportador. retornos parciais. A fiscalização adotará o procedimento descrito nos Artigos 8º e liberará o portador para o Transito Aduaneiro previsto no artigo 10º da legislação. 39 . A fiscalização da SRF no aeroporto de chegada.O TRANSITO ADUANEIRO PERMANECERÁ PENDENTE NO SISCOMEX ATÉ O RETORNO AO PAÍS DAS MERCADORIAS NÃO VENDIDAS.

diferentemente dos procedimentos anteriores. BEM COMO A CONFERÊNCIA FÍSICA DA MERCADORIA. NÃO EXERCE NENHUM CONTROLE DOCUMENTAL OU FÍSICO DA MERCADORIA. o exportador terá o prazo de trinta dias após o retorno para comprovar a retificação dos correspondentes Registros de Exportação (RE) para efeito de regularização comercial e cambial das respectivas operações de venda. As penalidades previstas nesta instrução compreendem os Artigos 13º e 15º. nos termos deste artigo.a do registro o código 80111. de pedras preciosas e gemas coradas. realizadas no mercado interno (ou lojas francas).2) Em caso de venda do total da mercadoria exportada: Conforme Artigo 12º § 1º. cujo pagamento seja efetivado em moeda estrangeira (espécie. metais preciosos. NA SAÍDA E NA CHEGADA DO PORTADOR. 40 . cambial e fiscal. Ao realizar o Registro de Exportação (item 2 deste Manual) a empresa definirá no campo 2. obras derivadas e artefatos de joalheria. ♦ A FISCALIZAÇÃO DA SRF NO AEROPORTO INTERNACIONAL. a um indivíduo que não reside no país. APENAS INFORMA O RETORNO DO PORTADOR AO RECINTO ALFÂNDEGADO QUE GEROU O TRÂNSITO DE EXPORTAÇÃO. Os campos que seguem. 12/03. indicado na tabela de enquadramento de operação contida na Portaria SECEX nº. serão preenchidos em conformidade com a operação.D) Venda a não residente As vendas. CABEM AO RECINTO ALFANDEGADO QUE GEROU A DDE. concluindo o procedimento. traveller’s check ou cartão de crédito internacional) são exportações e segue sistemática específica contida no ANEXO B da PORTARIA SECEX 12/2003 (ANEXO IV) A venda no mercado interno a não residente no país ampara somente os produtos do Capitulo 71 da NCM mencionados na portaria consolidada SECEX nº.C. ♦ O CONTROLE DOCUMENTAL E OS PROCEDIMENTOS REALIZADOS NO SISCOMEX. ou para informar nova data de retorno. cheque. de caráter comercial.para tomar as providências para conclusão do procedimento. Esse procedimento. financeiro. portanto não segue o Fluxo Documental de Registro de Exportação apresentado neste Capitulo. 2. permite que o exportador faça o Registro de Exportação posteriormente ao embarque. 2. 12/03.

50mm Comprimento. Primeiramente o estabelecimento emite a Nota Fiscal em moeda corrente (reais). O comprador poderá levar a mercadoria para o exterior em mão ou enviá-las utilizando-se do meio de transporte que julgar mais adequado.. item 3) e providenciar um carimbo seguindo o padrão abaixo: Dimensões: Altura. Passaporte/País Emissor... o estabelecimento vendedor beneficiar-se-á dos incentivos fiscais ao realizar o procedimento de exportação . é o documento hábil para acompanhar a mercadoria até a saída do território nacional.... até o último dia da quinzena posterior à da venda. No verso de todas as vias deve estampar o carimbo padronizado e indicar as informações solicitadas: o o o o o o o Portador/Transportador.. Valor Total em Moeda Estrangeira.. devidamente carimbada... b) REGISTRO DE EXPORTAÇÃO Posteriormente.. a) NOTA FISCAL A Nota Fiscal....VENDA A NÃO RESIDENTE. País de Destino Final..O estabelecimento que desejar realizar esse procedimento deve estar apto para acessar o SISCOMEX (Capitulo V. Conhecimento de Transporte. o estabelecimento responsável pela venda deverá providenciar no SISCOMEX o 41 ..105mm Quando uma venda realizada no território nacional (ou lojas francas) for destinada a um individuo que não reside no País e for paga com moeda estrangeira.. Equivalente em Moeda Nacional..... Moeda..

em entidade financeira autorizada pelo Banco Central a operar com Câmbio. por moeda corrente. todas as operações apresentem cumulativamente. A Portaria Decex nº.ANEXO B • • • Instrução Normativa nº28/94 da Secretaria da Receita Federal. mas é preciso observar atentamente que. o As instruções de preenchimento do Registro de Exportação estão contidas no ANEXO IV deste Manual c) FECHAMENTO DE CÂMBIO A moeda estrangeira recebida em pagamento deverá ser trocada (câmbio). 07 de 13. Esse procedimento é restrito a alguns produtos do setor de Gemas e Metais Preciosos. Legislação Básica • Portaria SECEX nº12/2003 .08.90 instituiu o Documento Especial de Exportação . Consolidação das Normas Cambiais do Banco Central do Brasil O Decreto nº. nesse caso. Dessa forma o processo de exportação estará concluído.05. 99. relacionando várias notas fiscais. Dessa forma. conforme tabela abaixo: DATA DA VENDA 01 a 15º 16 a 31º EFETIVAÇÃO DO RE Até o dia 30º Até o dia 15 do mês subseqüente o Cada registro poderá contemplar mais de uma venda. o O estabelecimento vendedor deverá efetuar o registro das operações com base no movimento das vendas realizadas em cada quinzena do mês.Registro de Exportação (RE).91 regulamentou o DEE. de uso exclusivo dos produtos do capítulo 71-NCM.472 de 24.DEE. Forma de pagamento idêntica (espécie ou cheque ou traveller’s check ou cartão de crédito internacional). as seguintes características: Ter o mesmo país de destino. veja integra do procedimento ( ANEXO IV ). a Declaração de Despacho de Exportação (DDE) e apresentá-los à Secretaria da Receita Federal para averbação e obtenção do Comprovante de Exportação (CE). 42 . A mesma moeda. tornou-se possível simplificar os procedimentos administrativos.

Amparado pelo Inciso I Artigo 30 da Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº. processará suas exportações com Declaração Simplificada de Exportação. de 22 de Dezembro de 1999 (ANEXO III): Exportado por pessoa física. DDE. 43 . amparando as vendas às respectivas notas fiscais vinculadas à emissão posterior do DEE. artista ou assemelhado registrado em órgãos específicos como profissional autônomo. ► DESIGNER NA EXPORTAÇÃO O designer que tenha empresa constituída. atuais RE. processará suas exportações com Declaração Simplificada de Exportação. O retorno da mercadoria ao Brasil. necessária para esse procedimento. 155/99. até o limite de USD 10. conforme o caso. ou com Registro de Exportação. com ou sem cobertura cambial. o designer que não tenha empresa constituída. reimportação. Esse procedimento segue o descrito no item 1 desse Capitulo e os campos da Declaração Simplificada de Exportação (DSE) serão preenchidos em conformidade com a operação. A pessoa física poderá exportar mercadorias desde que seja artesão. A nota fiscal. item 1 desse Capitulo.cambiais e fiscais das exportações.000. deverá referenciar a DSE.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. item 2 desse Capitulo.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. item 1 desse Capitulo. Caso contrário à alfândega tratará a reimportação da peça como mercadoria importada e o processo de retorno arcará com o ônus da tributação prevista na legislação aduaneira. deve ser obtida pessoalmente na Secretaria da Fazenda do Estado onde se encontra o exportador (designer). com o objetivo de participar de concursos ou exposições no exterior e o propósito de retorno das peças ao Brasil (sem visar venda) poderá realizar uma EXPORTAÇÃO TEMPORÁRIA SEM COBERTURA CAMBIAL.000. Por sua vez. ♦ EXPOSIÇÃO OU CONCURSO INTERNACIONAL O designer que exportar importância inferior a USD 10. CE.

O Artigo 10 da Medida Provisória nº. O propósito dessa regulamentação é a de proibir as atividades de importação e exportação de diamantes brutos originários de países não-participantes do processo.. com o objetivo de impedir a remessa de diamantes brutos extraídos de áreas de conflito ou de qualquer área não legalizada perante o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) na exportação. O Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (SCPK). Denomina-se “Processo de Kimberley” todas as atividades internacionais relacionadas à certificação de origem de diamantes brutos. As importações de diamantes brutos deverão ser acompanhadas do Certificado do Processo de Kimberley. o Ministério da Fazenda. II. emitirá um novo Certificado do Processo de Kimberley em substituição ao certificado original. Essa iniciativa partiu de paises Sul-Africanos objetivando proteger a legalidade do comércio de diamantes brutos. foi instituído no Brasil pela Medida Provisória nº.” A Instrução Normativa da SRF nº.. regulamenta os procedimentos aduaneiros de verificação e controle relativos ao Sistema de Certificação do Processo de Kimberley. 44 . transcrevendo os mesmos dados do certificado substituído. estabelece aplicação de multa de cem por cento do valor da mercadoria: “. emitido pelas autoridades do país de origem. para a exportação e importação de diamantes brutos. emitido pelas autoridades competentes do país de origem.743 de 09 de outubro de 2003. . de 19 de dezembro de 2003. A integra dessa Instrução Normativa compõe o ANEXO VI desse manual.. e impedir a entrada no País de remessas de diamantes brutos sem o regular Certificado do Processo de Kimberley do país de origem. Na exportação de diamantes brutos. e À pratica de artifício para a obtenção do Certificado do Processo de Kimberley.. 371. por intermédio da Secretaria da Receita Federal. e reconhecida pela Lei 10. no caso de ser necessária a abertura de invólucro em decorrência de ação fiscal aduaneira realizada no curso do despacho. 125 de 30 de julho de 2003. visando impedir o financiamento de conflitos pelo seu comércio. Ao comércio internacional de diamantes brutos. com base em registros assentados em livros fiscais ou comerciais. 125 de 30 de julho de 2003. sendo obrigatória sua apresentação em ocasião do licenciamento nãoautomático pelo DNPM. I. Atualmente o Processo de Kimberley envolve mais de 40 países e estabelece as condições básicas de aceitação do diamante bruto no mercado internacional. sem amparo do Certificado do Processo de Kimberley verificado em procedimento de ação fiscal aduaneira de zona secundária.► DIAMANTE NO MERCADO INTERNACIONAL O mercado internacional exige que todo diamante bruto deve ser acompanhado por um Certificado do Processo de Kimberley.

Amostra é uma pequena quantidade de mercadoria destinada ao exame físico por parte de um comprador.. ♦ Limite de entrada no país de destino varia conforme a legislação vigente.000. Objetivando o acesso ao mercado externo. determina que: “O registro de exportação no SISCOMEX será efetuado de forma simplificada. 155/99.. respectivamente. de 22 de Dezembro de 1999 (ANEXO III com modelos dos formulários aqui mencionados) as amostras sem valor comercial serão submetidas a despacho aduaneiro mediante a utilização de formulários próprios.. bem como demais minerais preciosas.Para manter-se atualizado sobre o Certificado do Processo de Kimberley: www. dos Anexos VI e VII 45 . B.com ► EXPORTAÇÃO DE AMOSTRA SEM VALOR COMERCIAL A globalização da economia traz consigo um crescente intercâmbio comercial de bens e serviços entre os países num fluxo ágil e interativo. O INCISO C.. ♦ Não permite fechamento de câmbio. O INCISO V. ♦ Em se tratando de minerais preciosos o valor estará limitado em USD 300.. destinadas à exibição em feiras.. SEM COBERTURA CAMBIAL.” C.000. devendo estar por uma Fatura Proforma ou uma Fatura Comercial sem valor comercial. devendo ser consultada. “. é importante que sejam enviadas amostras para a realização de futuros negócios.. ANEXO A da PORTARIA SECEX 12/2003. 31 O despacho aduaneiro de exportação será processado com base em declaração formulada mediante a utilização dos modelos de formulários Declaração Simplificada de Exportação . Inciso I do Artigo 31 da Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal nº. Art.kimberleyprocess. até o limite de USD 300.. especifica a dispensa do Registro de Exportação: “.”. ANEXO E da PORTARIA SECEX 12/2003. ♦ Limite de valor das mercadorias é de US$ 5. as amostras de pedras preciosas. ♦ A amostra não deve ter fins comerciais (revenda)..00 (trezentos dólares dos Estados Unidos) ou equivalente em outras moedas. exposição e certames semelhantes.00 (cinco mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas. A. manufaturados ou não.00 (trezentos dólares dos Estados Unidos). para mercadorias exportadas SEM COBERTURA CAMBIAL até o valor de USD 5..DSE e Folha Suplementar da DSE constantes.

Até 90 dias posteriormente ao embarque da mercadoria.00 (Dez mil dólares) . Fechamento de Câmbio A CNC estabelece procedimento e prazos para a negociação da moeda estrangeira recebida em pagamento das exportações. quando se tratar de: I . VIII . formalizada mediante assinatura do boleto (câmbio simplificado) esta limitada: Até 90 dias previamente ao embarque da mercadoria. . 2.ASPECTOS CAMBIAIS O Banco Central do Brasil é responsável pela regulamentação das questões cambiais. Essa matéria esta dividida em CAPÍTULOS. ♦ COM COBERTURA CAMBIAL Quando há pagamento proveniente do exterior pela remessa de mercadoria.a) Até US$ 10.b) Celebração do contrato de câmbio de exportação: Previamente ao embarque da mercadoria: até 360 dias 46 .amostras sem valor comercial. 2. Aspectos Cambiais ♦ SEM COBERTURA CAMBIAL Quando não há remessa financeira do exterior para pagamento de mercadoria. 1. instruída com os documentos próprios para cada caso.a esta Instrução Normativa. Título 19 ♦ A negociação da moeda estrangeira.” Esse procedimento é instruído no Artigo 35 da respectiva legislação.amparado no câmbio simplificado CNC .Capitulo 5. os títulos constituem subdivisões dos capítulos e são precedidos dos respectivos índices que também mencionam os números dos anexos. Por exemplo: amostras sem valor comercial e artigos para feiras e exposições. os capítulos são localizáveis por índice (em ordem alfabética e numérica dos assuntos). 2. as quais estão contidas na Consolidação das Normas Cambiais (CNC).000. TÍTULOS e ANEXOS. dispostos estes em seguida a cada capítulo...

Maiores esclarecimentos: Capitulo XIII item A. Carta de Crédito à vista ou a prazo. Podendo ser: Pagamento antecipado. bem como o país importador. ao contrário do que ocorreria com empresas tradicionais. Formas de Receber o Pagamento da Exportação Ao pensarmos na forma como podemos receber a moeda estrangeira em pagamento do produto exportado. 500. Cobrança à vista ou a prazo. os bancos envolvidos na operação.limitado ao 20º (vigésimo) dia corrido seguinte à data de recebimento do valor em moeda estrangeira. entrega-se a moeda estrangeira para troca. deste Manual. devemos ter em mente a empresa importadora. espécie.Posteriormente ao embarque da mercadoria: até 180 dias . as condições para o exportador não serão favoráveis. Maiores esclarecimentos: Capitulo XIII item C. Regra Internacional da CCI – Publicação nº. Regra Internacional da CCI – Publicação nº. deste Manual.d) Espécie (dinheiro) ♦ A empresa exportadora entrega ao banco negociador da moeda estrangeira o pagamento recebido em espécie (dinheiro) juntamente com um documento indicando o número de cada papel moeda. Outros (cartão de crédito. 2.limitado ao 20º (vigésimo) dia corrido seguinte à data de recebimento do valor em moeda estrangeira. 3. que será depositada em conta-corrente. As modalidades de pagamento são estabelecidas nas negociações de pedidos e determinam a maneira pela qual o exportador receberá o pagamento por sua venda ao exterior. cheque. 2. em países estáveis. traveller’s check) 47 . O fechamento de câmbio é simples e direto. 522.c) Celebração do contrato de câmbio decorrente de exportação em consignação: Previamente ao embarque da mercadoria: até 180 dias Posteriormente ao embarque da mercadoria: até 360 dias . recebendose a moeda nacional correspondente. Quando o comprador é desconhecido ou encontra-se num país sem estabilidade político-econômica.

O financiamento à exportação funciona como qualquer financiamento no mercado interno. Essas questões refletem na decisão sobre a concessão ou não do crédito. após o embarque da mercadoria.a) Financiamento . negociado com o banco.a. os financiamentos às exportações são disponibilizados com taxa de juros compatíveis com as praticadas no mercado internacional. do agente financiador e este se torna credor do importador. Entre eles cabe destacar que. do contra-valor em moeda nacional referente ao pagamento de uma exportação realizada no futuro.até 180 dias Embarque (até 180 dias) ACE e PROEX (exclusivo Banco do Brasil) ACC (até 360 dias) 4.supplier’s credit (crédito ao fornecedor) ou buyer’s credit (crédito ao comprador). à empresa exportadora. denominando-se crédito préembarque (ou financiamento à produção exportável). 4. Se o crédito se der na fase de comercialização da mercadoria. Consideremos também que quanto menor for o prazo para o pagamento da exportação. antes inviabilizadas pelos juros praticados no mercado nacional. O custo dessa linha de crédito. 48 . O exportador embarca a mercadoria e recebe a importância em pagamento.ACC Modalidade de financiamento à produção. é o país aonde se localiza o beneficiário da operação de crédito . Em uma operação de financiamento à exportação o crédito pode ser concedido na fase de produção da mercadoria. Financiamento às Exportações No Brasil. estaremos tratando de crédito pós-embarque. na taxa de juros a ser aplicada. a confiança do financiador ou segurador é muito maior do que na fase de produção. Sempre tendo em vista os custos e riscos por parte do financiador ou segurador. As empresas exportadoras são amparadas por alguns mecanismos de financiamento que podem.a) Adiantamento sobre Contrato de Câmbio . A empresa exportadora poderá obter o ACC até 360 dias antes do embarque da mercadoria. é composto de um percentual negociado com o banco* + variação cambial. menor será o período que o banco disponibilizará os recursos financeiros ao exportador. de acordo com cada caso. A distinção entre crédito pré e pós-embarque se faz necessária devido a uma série de fatores. Consiste no adiantamento. etc. viabilizar determinadas negociações com compradores estrangeiros.4. observadas suas características próprias. à vista. Outra questão que determinará a taxa de juros e o prazo para pagamento.

Na ausência de comprovação o Banco Central interceptará o CNPJ da empresa no SISBACEN. Para ter acesso ao ACE é necessário que a empresa esteja com sua ficha cadastral atualizada e aprovada pelo banco e que este estipule à empresa exportadora um limite operacional de câmbio.ACE Modalidade de financiamento à comercialização. O custo dessa linha de crédito. que servirá de base para as solicitações de adiantamentos. do Banco Central do Brasil BACEN). o juros de mora e outros custos previstos no contrato de câmbio e na Consolidação das Normas Cambiais. Dessa forma suportará a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).Para obter a linha de crédito. negociado com o banco. A empresa exportadora poderá obter o ACE ao entregar. à empresa exportadora. Para ter acesso ao ACC é necessário que a empresa esteja com sua ficha cadastral atualizada e aprovada pelo banco e que este estipule à empresa exportadora um limite operacional de câmbio. a empresa exportadora deverá apresentar ao banco negociador os documentos que comprovem o pedido de compra da mercadoria (Fatura Proforma.b) Adiantamento sobre Cambiais Entregues . 49 . Nesse caso. a empresa exportadora retornará ao banco negociador a importância recebida em adiantamento. que servirá de base para as solicitações de adiantamentos. arcando com a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). os documentos de exportação (denominados cambiais). Caso a empresa exportadora não efetive a exportação. Caso o importador não efetive o pagamento da operação. os quais comprovam o embarque da mercadoria. dos Registros de Exportação (RE) ao Contrato de Câmbio celebrado previamente. para serem encaminhados ao exterior. Esse benefício está a disposição da empresa exportadora em qualquer entidade financeira autorizada a operar em câmbio. a diferença entre a taxa de juros pactuados e a taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia. O prazo para obter o pagamento do exterior é limitado em 180 dias após o embarque. é composto de um percentual negociado com o banco* + variação cambial.BACEN). limitada pela capacidade financeira. 4. Carta de Crédito. do Banco Central do Brasil . os juros de mora e outros custos previstos no contrato de câmbio e na Consolidação das Normas Cambiais.a. ao banco negociador. o exportador deve comprovar que efetivou a exportação do valor demandado através da vinculação. porém com pagamento futuro. Esse benefício esta a disposição da empresa exportadora em qualquer entidade financeira autorizada a operar em câmbio. Consiste no adiantamento. limitada pela capacidade financeira. a diferença entre a taxa de juros pactuados e a taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia. do contra-valor em moeda nacional referente ao pagamento de uma exportação já efetivada. retornará ao banco negociador a importância recebida em adiantamento. no SISCOMEX. outros). impedindo-a de trabalhar com linhas de crédito até que a situação seja regularizada.

O exportador embarca a mercadoria e recebe a importância em pagamento. O Programa apóia a exportação de bens.184. como.b) Financiamento – superior a 180 dias Esse financiamento refere-se ao espaço de tempo entre a data de embarque da mercadoria e a data de vencimento da última parcela do principal. com o exportador solicitando de uma só vez o ACC e o futuro ACE. O financiamento à exportação funciona como qualquer financiamento no mercado interno. assim como a de serviços. ** (fev/2004 aproximadamente 1.) 4. que deve ser superior a 180 dias. Seu principal instrumento legal é a Lei nº 10. A conceituação adequada do prazo de pagamento da exportação é importante para diversos mecanismos de financiamento. o exportador recebe o valor da exportação à vista. de 12 de fevereiro de 2001. do agente financiador e este se torna credor do importador. no limite de prazo de 180 dias.2% a. Os bens elegíveis são os listados no anexo à Portaria MDIC nº 58. * (fev/2004 aproximadamente 4% a. Essa modalidade de financiamento é oferecida exclusivamente pelo Banco do Brasil S. Isto não impede.a.A. Ao longo dos anos o PROEX se firmou como uma das principais fontes de financiamento do comércio exterior brasileiro. 50 . na qualidade de Agente Financeiro da União e é coberto com recursos do Tesouro Nacional.NOTA: Na maior parte das vezes essas operações são feitas de forma casada. observadas suas características próprias.a. O PROEX foi criado pelo Governo Federal em 1991. por exemplo. à vista. que as operações sejam solicitadas cada uma a seu tempo. Para tanto.c) Programa de Financiamento das Exportações – PROEX Export Financing Program Consiste na possibilidade de se financiar o importador (buyer’s credit) no exterior a juros de mercado internacional. Portanto. entretanto.. de 10 de abril de 2002. sendo este último responsável pelo recebimento do importador no exterior.) 4. o banco exigirá garantias de pagamento à empresa exportadora. pode haver contratação de ACE independentemente de ter sido negociado anteriormente um ACC. com o objetivo de proporcionar às exportações brasileiras condições de financiamento equivalentes às do mercado internacional. logo após a entrega dos documentos de embarque ao Banco do Brasil. serviços de engenharia. Nas operações de PROEX.a. O custo desse financiamento é a taxa LIBOR ( London Interbank Offered Rate )** .

BNDES .a) BNDES . os exportadores e os agentes financeiros devem obter. incluída a carência. sempre com a mesma periodicidade. TAXA DE JUROS: a taxa de juros cobrada equivale ao custo financeiro adicionado ao spread básico e ao spread do agente: 51 . A carência (vencimento da primeira parcela). TAXA DE JUROS: a taxa de juros cobrada equivale ao custo financeiro adicionado ao spread básico e ao spread do agente: a) Custo Financeiro: Micro.Nas exportações financiadas. A parcela financiada pelo BNDES levará em conta o acréscimo estimado das exportações em relação aos 12 meses anteriores. disponibilizando instrumentos de financiamento competitivos com os similares oferecidos no mercado internacional. da parte dos importadores. É concedido por meio de instituições financeiras credenciadas. O prazo é de até 12 meses.EXIM PRÉ-EMBARQUE Trata-se de financiamento à produção de bens para exportação.EXIM PRÉ-EMBARQUE ESPECIAL Trata-se de financiamento ao exportador para parte dos recursos necessários à produção de bens a serem exportados. mediante a abertura de crédito fixo. 4. O BNDES pode financiar a produção de até 100% do valor da exportação e o prazo de pagamento é de até 30 meses. a amortização da exportação financiada se dá por parcelas iguais e consecutivas (principal + juros).EXIM O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES concede financiamento à produção exportável por meio do Programa BNDES-Exim. Grandes empresas: TJLP +mínimo de 20% da colaboração financeira em Cesta de Moedas. podendo ser estendido para 30 meses. referentes ao principal (valor da exportação) e aos encargos incidentes no financiamento. mediante abertura de crédito fixo. pequenas e médias empresas: variação do dólar norte– americano acrescida a LIBOR ou TJLP. sem vinculação a embarques específicos. em determinados casos. BNDES . ou Libor + mínimo de 20% da colaboração financeira em Cesta de Moedas.b. é limitada a 180 dias a partir da data de embarque do produto. geralmente. garantias que assegurem o ingresso das divisas no País. de acordo com o ciclo de produção. em operações realizadas por meio de instituições financeiras credenciadas. a critério do cliente. Via de regra.

b) FINANCIAMENTO À EXPORTAÇÃO (FASE PÓS . É comum os importadores de produtos manufaturados brasileiros serem extremamente dependentes de condições mais favoráveis de pagamento. A dilatação do prazo de pagamento propicia facilidade aos importadores dos nossos produtos e aumenta a competitividade. pequenas ou médias empresas e grandes empresas com receita operacional bruta anual ou anualizada de até R$ 100 milhões: variação do dólar norte–americano acrescida da LIBOR ou TJLP. correspondente ao prazo do financiamento. A utilização da Cesta de Moedas do BNDES será definida em função do valor da operação. na fase pós-embarque. a critério do cliente. A cobertura oferecida pelo seguro de crédito é distribuída como segue: riscos comerciais: envolve a falência. 5.EMBARQUE) É o financiamento que se destina a custear a comercialização externa dos bens e serviços exportáveis. O BNDES concede financiamento de até 100% do valor exportado. O financiamento propicia condições ao adquirente de utilizar o próprio bem ou serviço comprado para gerar receita que será utilizada em seu pagamento. em especial os localizados em países em desenvolvimento. Muitas vezes. Seguro de Crédito à Exportação A finalidade do seguro de crédito é proteger empresa exportadora contra situações que possam vir a comprometer o pagamento de suas operações comerciais internacionais. Custo Financeiro: LIBOR vigente na data de embarque. principalmente nos casos de concorrência. concordata ou a simples inadimplência da empresa importadora. a oferta de financiamento para a comercialização externa representa o diferencial necessário para a realização do negócio. As operações de seguro de crédito à exportação são contratadas para cobertura de dois tipos de riscos: comerciais e/ou políticos + extraordinários. ou do spread de risco (operações diretas). e o prazo de pagamento é de até 12 anos. 4. Empresas de grande porte com receita operacional bruta anual ou anualizada acima de R$ 100 milhões: TJLP e Cesta de Moedas do BNDES ou LIBOR e Cesta de Moedas do BNDES.EXIM PÓS–EMBARQUE – Supplier’s Credit Refinanciamento à exportação de bens e serviços.b. TAXA DE DESCONTO: a taxa de desconto cobrada equivale ao custo financeiro adicionado do spread básico e do spread do agente (em operações indiretas). BNDES .a) Custo Financeiro: Micro. 52 .

riscos políticos: visa decisões tempestivas do país importador, que impeçam a remessa das divisas em pagamento ao produto exportado, decorrente de moratória declarada, centralização cambial ou proibição de remessa de divisas ao exterior; riscos extraordinários: compreende eventos específicos como guerra, civil ou estrangeira, e revoluções, terremotos, inundação, furacões, erupções vulcânicas e outros fenômenos da natureza, com conseqüências catastróficas que impeçam a remessa das divisas em pagamento ao produto exportado. Cabe a empresa exportadora decidir quais riscos serão cobertos pelo seguro de crédito, com base na análise do comprador e do país responsável pelo pagamento da exportação. Os bancos envolvidos nas operações de exportação aceitam o seguro de crédito como garantia ao pagamento das operações de câmbio financiadas (ACE e PROEX). Para isso, basta que seja formalizada a transferência do direito às indenizações resultantes da apólice do seguro de crédito, em favor da instituição financeira. Criada em 1997, com base no projeto do Governo, a SBCE – Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação, pool de seguradoras formado pelo Banco do Brasil, BNDES, Bradesco Seguros, Minas Brasil Seguros, Sul América Seguros, Unibanco Seguros e a francesa Coface (Compagnie Française d’Assurance pour le Commerce Extérieur), a maior seguradora de crédito à exportação do mundo, atua no Brasil para garantir ao exportador brasileiro o recebimento da importância devida pela exportação. O seguro de crédito à exportação oferecido pela SBCE obedece três princípios básicos: a) Globalidade – compreende a cobertura do conjunto de operações do exportador e não a operações isoladas. Dessa forma, todas as exportações efetivadas pela empresa exportadora devem ser seguradas; b) Seletividade – permite ao segurador, sem comprometimento da globalidade, selecionar algumas operações; c) Co-participação – pela qual o segurado é responsável por uma parcela das perdas apuradas, a chamada “franquia de seguro”. SEGURADORA BRASILEIRA DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO – SBCE Rua Senador Dantas, 74 – 16º andar 20030-201 Rio de Janeiro – RJ Tel: (0xx21) 2510-510-5000. e Fax: (0xx21) 2532-3320 e-mail: sbce@sbce.com.br Home page: http://www.sbce.com.br Em 2003, o Ministério da Fazenda autorizou a Euter do Brasil Seguros de Crédito à Exportação a operar com a carteira no País. A seguradora aguarda aprovação, pela Susep, do seguro de exportação que irá comercializar. 53

A Euler, controlada pela AGF, do grupo alemão Allianz, iniciou suas operações no Brasil há três anos, atuando com crédito interno, que cobre inadimplência de fornecedores das indústrias, por falência ou não pagamento. IX - INCENTIVOS FISCAIS À EXPORTAÇÃO O propósito deste Capítulo é levar a informação exatamente como se apresenta na legislação vigente, não tratando particularidades. Evidenciando aos interessados os dispositivos legais que beneficiam as mercadorias destinadas à exportação. A matéria tributária é extensa e de difícil interpretação, há muito a ser encontrado na doutrina, por isso não cabe aqui tratar a questão exaustivamente. Sempre que necessário, o empresário deverá consultar um técnico tributário para dirimir dúvidas que envolvam questões particulares. O governo brasileiro e os Estados incentivam as empresas à exportação oferecendo benefícios de ordem tributária. O primeiro passo, para conhecer os benefícios fiscais que abrangem sua empresa ao exportar, é saber sob qual regime tributário sua empresa foi constituída, uma vez que o sistema de arrecadação unificada (SIMPLES), instituído para microempresas e empresas de pequeno porte, incide sobre o faturamento e não excetuam o destino da venda. 1. Regime Tributário: SIMPLES Municipal A empresa amparada pelo regime tributário Simples Municipal, recolhe tributo apenas sobre a Prestação de Serviços, portanto não há do que se beneficiar ao exportar. Entretanto, a atenção deverá voltar-se ao faturamento, uma vez que as notas fiscais destinadas à exportação são computadas para o alcance dos limites de faturamento, que determinam o enquadramento da empresa no regime tributário Simples Municipal. 2. Regime Tributário: SIMPLES Estadual

O Estado garante, às empresas que destinam seus produtos à exportação, a não incidência do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), desde de que sejam empresas RPA - Regime Periódico de Apuração (apresentam mensalmente GIA-ICMS). O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), no regime tributário SIMPLES Estadual, é determinado por alíquota unificada sobre o faturamento. Por esse motivo, as empresas amparadas pelo regime tributário SIMPLES Estadual, ao destinarem a mercadoria ao exterior, estão inviabilizadas de usufruir a não incidência do ICMS. Ao exportar, o empresário deverá estar atento para perceber se as notas fiscais destinadas à exportação comprometem os limites de faturamento que determinam o enquadramento da empresa no regime tributário Simples Estadual. 54

3. Regime Tributário: SIMPLES Federal A empresa amparada no regime tributário SIMPLES Federal, beneficiar-seá do incentivo oferecido pelo Estado, a não incidência do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), disciplinada no artigo 7º do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30.11.2000. A empresa que opta pelo regime tributário SIMPLES Federal recolhe o tributo à União através de alíquota unificada sobre o faturamento. Por esse motivo, essas empresas, ao destinarem a mercadoria ao exterior, estão inviabilizadas de beneficiar-se dos incentivos oferecidos pelo governo brasileiro. O empresário deverá estar atento aos limites de faturamento que determinam o enquadramento da empresa no regime tributário Simples Federal, uma vez que as notas fiscais destinadas à exportação podem comprometer esse limite. 4. Regime Tributário: Lucro Real As empresas que não possuem incentivos tributários de ordem nacional dispõem de uma política fiscal e tributária que proporciona às empresas ganhos de competitividade em suas vendas ao exterior, particularmente pela não incidência e isenção de impostos e pela manutenção de créditos fiscais, conforme indicado segue: 4.a) Programa de Integração Social – PIS. Alíquota atual de 1,65% As mercadorias destinadas à exportação estão isentas do pagamento do Programa de Integração Social – PIS, conforme artigo 5º da Lei no. 7.714, de 29.12.88, alterada pelo artigo 1º da Lei 9.004, de 16.03.95. Para efeito do cálculo do pagamento devido para o PIS, a empresa deverá excluir, de sua receita bruta operacional, a receita obtida com a exportação. 4.b) Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS. Alíquota atual de 7,6% Da mesma forma que o PIS, as mercadorias destinadas à exportação estão isentas do pagamento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS (alíquota atual de 7,6%), conforme artigo 7º da Lei Complementar no. 70, de 30.12.91. As receitas provenientes das exportações de produtos deverão ser excluídas da base de cálculo para recolhimento da COFINS. 4.c) Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI Alíquota varia conforme o produto

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O fato gerador do crédito tributário é a saída física da mercadoria para o exterior. Importante ressaltar que o fato gerador do crédito tributário é a saída física da mercadoria para o exterior.IRRF. Inciso II. são beneficiadas com Alíquota de 0% no Imposto de Renda Retido na Fonte . A contabilidade fiscal deverá apropriar nos livros fiscais da empresa. dos créditos relativos aos valores do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) quando o produto final for comercializado com o exterior. propaganda. para pagamento de despesas decorrentes de promoção. inciso V do Regulamento do ICMS. embalagens e produtos intermediários.637/98.d) Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS Alíquota varia conforme o Estado É assegurada a manutenção. comissões pagas a agentes e lucros de descontos de cambiais de exportação. 2.11. não elidirá o crédito tributário na escrita fiscal da empresa.637/98. em casos de devolução da mercadoria ou não pagamento da exportação.e) Pagamento de despesas ao Exterior As remessas de divisas ao exterior.2000. pesquisas de mercado.a imunidade tributária de IPI nas exportações esta disciplinada no artigo 18º. o crédito respectivo das matérias-primas. EXPORTAÇÃO INDIRETA . 4. embalagens e produtos intermediários. desde que previamente aprovados pelos órgãos competentes. componentes. Inciso VI alínea A. no sentido de manter esses créditos na escrita fiscal da empresa. componentes. na escrita fiscal da empresa. do Regulamento do IPI. Portanto. aprovado pelo Decreto 45. Portanto. em casos de devolução da mercadoria ou não pagamento da exportação. do Regulamento do IPI. 56 . o crédito respectivo das matérias-primas. aluguéis e arrendamentos de stands para exposições.É assegurada a manutenção.490. EXPORTAÇÃO DIRETA . dos créditos relativos aos valores do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) quando o produto final for comercializado com o exterior.f) Operações de Câmbio As operações de crédito à exportação e de Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACC) ou Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE) são beneficiadas com Alíquota de 0% no Imposto sobre Operações Financeiras – IOF. no sentido de manter esses créditos na escrita fiscal da empresa.a suspensão tributária de IPI nas exportações esta disciplinada no artigo 40º. 4. aprovado pelo Decreto nº. 4. no caso a Secex/Decex. não elidirá o crédito tributário na escrita fiscal da empresa. A contabilidade fiscal deverá apropriar nos livros fiscais da empresa. de 30. A não incidência tributária de ICMS nas exportações está disciplinada no artigo 7º. na escrita fiscal da empresa. aprovado pelo Decreto nº 2.

deve ser feita em moeda nacional. etc. condições da operação. Contém os mesmos elementos que comporão a fatura definitiva (Fatura Comercial). datas. o exportador deverá solicitar a aceitação formal do conteúdo da Fatura Proforma. que contém todas as informações sobre os produtos a serem exportados. Contém as mesmas características da transação lançadas na Fatura Proforma. que já não terá mais validade. portanto. ao exportar.65% 5. A natureza da operação a ser lançada neste documento será a de “exportação” ou “exportação em consignação”. a pedido do importador.a) Programa de Integração Social – PIS Alíquota atual de 0. No 57 . porém agora com os dados exatos das mercadorias embarcadas. Regime Tributário: Lucro Presumido A empresa constituída sob a forma tributária de Lucro Presumido. no ato do embarque para o exterior. que substitui.b) Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS Alíquota atual de 3% X . B) NOTA FISCAL DE EXPORTAÇÃO Documento que habilita a circulação interna. a título de oferta formal. levando em consideração as diferentes alíquotas que envolvem ambos regimes. É um documento de validade somente dentro do Brasil e.DOCUMENTOS DE EXPORTAÇÃO Além dos registros eletrônicos no SISCOMEX. C) FATURA COMERCIAL (COMMERCIAL INVOICE) Documento emitido pelo exportador. o exportador utiliza os seguintes documentos: A) FATURA PROFORMA (PROFORMA INVOICE) Primeiro documento emitido pelo exportador. mas não gera ainda a obrigação de pagamento por parte do comprador. a Nota Fiscal. destinado à empresa importadora. acompanhando a mercadoria do estabelecimento do exportador até a alfândega. 5. preços. Para segurança do exportador de que todos os pontos ofertados foram aceitos pelo importador. Representa o início da efetivação da exportação. usufrui os mesmos benefícios da empresa constituída sob o regime tributário Lucro Real. embalagens.5. no âmbito do país importador.

E) CONHECIMENTO DE EMBARQUE (AWB – AIR WAY BILL E B/L – BILL OF LADING) Documento emitido pela companhia de transporte que atesta o recebimento da carga. D) ROMANEIO DE CARGA (PACKING LIST) Relação das mercadorias a serem embarcadas. nos transportes marítimo e aéreo. F) CERTIFICADO DE ORIGEM Documento que atesta a origem da mercadoria. É. Somente é necessário quando no embarque houver mais de um volume. O conhecimento de embarque. Facilita a tramitação dos volumes no desembaraço aduaneiro e na estocagem das mercadorias pelo importador. no Brasil. Pode ser emitido por exigência do importador ou do país de destino da mercadoria. Para cada país importador. a origem é certificada. é conhecido no comércio internacional. que definirá o tipo de Certificado de Origem necessário. normalmente existem pequenas diferenças de peso entre a mercadoria ofertada pela Fatura Proforma e aquela embarcada. sem precisar abrir todos. por meio rodoviário. um contrato de entrega e um documento de propriedade. Neste caso. deverá ser consultado o acordo internacional assinado com o Brasil. as condições de transporte e a obrigação de entregá-la ao destinatário legal. Serve para que o importador saiba o que contém cada volume.setor joalheiro. O exportador deverá negociar com o importador o tratamento destas diferenças. ao mesmo tempo. por organização credenciada ou por órgão da administração pública. marítimo ou aéreo e em local previamente determinado. em geral. Existem diversos modelos: • • • • • Certificado de Origem Comum Certificado de Origem para Países da ALADI Certificado de Origem – Mercosul Certificado de Origem – Protocolo de Expansão Comercial – PEC Certificado de Origem – Sistema Geral de Preferências . por Bill of Lading (B/L) e Airway Bill (AWB). ferroviário. de acordo com os volumes embalados. Por essas características. um recibo de mercadorias.SGP 58 . fluvial. respectivamente. Representa. redução dos tributos a serem auferidos pelo importador no ato de liberação das mercadorias na alfândega. torna-se um título de crédito. lançada na Fatura Comercial.

O exportador não pode se apossar do pagamento em moeda estrangeira. que confere ao segurado o direito de ressarcir-se de perdas e danos da mercadoria. por conta do importador. • I) CONTRATO DE CÂMBIO (EXCHANGE CONTACT) Documento firmado entre o exportador e o banco operador. para o processamento do desembaraço aduaneiro. Apólice Específica: cobre uma única operação de exportação e dispensa averbações. podendo também ser emitido pelo próprio exportador. normalmente. Quando se refere a Seguro de Crédito à Exportação. que atesta a qualidade dos produtos e a conformidade com os dados da fatura comercial. Apresenta-se sob dois tipos básicos: • Apólice Aberta: comporta mais de uma operação de seguro em único documento e é utilizada mediante averbação para cada operação a ser coberta. O custo de tal inspeção é. H) APÓLICE DE SEGURO Documento emitido pela companhia seguradora com base na proposta feita pelo exportador. cobre riscos comerciais. que sempre deverá ser trocado por moeda nacional. com ou sem a intermediação de corretora. normalmente. Agiliza as contratações de seguro por não ser necessária a abertura de várias apólices. Representa o direito do exportador às divisas decorrentes da venda de suas mercadorias. tais como a SGS e o Lloyds. quando houver ocorrência de sinistro. exigem o Certificado de Inspeção. nas operações sob a 59 . Cobre riscos de transporte da mercadoria. no qual o exportador (vendedor das divisas auferidas com a exportação) se compromete a transferir ao banco operador (comprador das divisas) o valor em moeda estrangeira proveniente de uma operação de exportação. J) SAQUE OU CAMBIAL (DRAFT) Documento semelhante à duplicata. reconhecido internacionalmente. O saque de exportação ou letra de câmbio ocorre. Os dados são teleprocessados pelo SISBACEN.G) CERTIFICADO DE INSPEÇÃO Alguns países. Normalmente é emitido por empresa independente e imparcial especializada em inspeção de mercadorias. políticos e extraordinários. é emitido pelo exportador contra o importador em formulário padrão.

contado a partir do embarque da mercadoria. em caso de embarque marítimo).2001. • Processando os documentos de Exportação A preparação dos documentos a serem remetidos ao importador para que este possa proceder ao desembaraço da mercadoria. é a desoneração de impostos na importação vinculada a um compromisso de exportação. A Secretaria de Comércio Exterior concebeu sistemática informatizada para controle dessas operações denominada Sistema Drawback Eletrônico. de acordo com a legislação de cada país importador. implantada no dia 01. Normalmente.B/L. L) AVISO AO IMPORTADOR Embarcada a mercadoria.modalidade de cobrança e. é também exigido nas operações amparadas por carta de crédito. Funciona como uma duplicata mercantil. ou Bill of Lading . é de 15 dias corridos. os documentos exigidos são: Fatura Comercial (Commercial Invoice). criado pelo Decreto-Lei 37/66. em caso de embarque aéreo. sob pena de sanções aplicadas pelo Banco Central do Brasil (BACEN). o exportador deverá contatar o importador para informá-lo sobre a data prevista de chegada ao destino e enviar cópia do Conhecimento de Embarque (AWB ou B/L).AWB. deverá obedecer às exigências feitas pelo país importador. em geral. no Brasil. Também se faz necessária a preparação do Saque (Draft). que instrui o banco do importador como proceder para o recebimento do pagamento. pois a Fatura Comercial ou Commercial Invoice tem o mesmo papel na Nota Fiscal nacional. O prazo máximo para entrega dos documentos no banco. a duplicata institui a cobrança do valor da venda. que opera em módulo próprio integrado ao SISCOMEX. a Nota Fiscal de Venda acoberta o transporte da mercadoria. a exemplo do Certificado de Inspeção. Enquanto. acontece o mesmo. Certificado de Origem (Certificate of Origin) e Romaneio de Carga (Packing List).OUTROS DE INTERESSE 1.11. enquanto o Saque ou Draft substitui a duplicata mercantil. 60 . usada no mercado doméstico. Conhecimento de Embarque (Air Waybill . para permitir o controle ágil e simplificado daquelas operações. DRAWBACK O Regime de Drawback. Na exportação. XI . no caso de se embarcar mais de um volume. Pode haver mais algum tipo de documento exigido. Esta informação poderá ser obtida com o próprio importador na fase de negociação.

b) Modalidades do Regime de Drawback: ♦ SUSPENSÃO: suspensão dos tributos incidentes na importação de mercadoria a ser utilizada em processo de industrialização de produto a ser exportado.Imposto sobre Circulação de Mercadorias (respeitando a forma definida pelos Estados e Distrito Federal. nos termos da legislação em vigor.a) Benefícios básicos às importações amparadas pelo Regime Especial Drawback: II .Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante. 1. parcial ou total. isenção ou restituição de tributos incidentes na importação de mercadoria utilizada para industrialização de produto exportado ou a exportar. a quantidade e preço unitário. Podem-se usar exportações de até dois anos antes da operação de drawback para se obter o benefício e deve-se provar que a mercadoria exportada era composta ou montada com o mesmo tipo de insumo a ser importado. 1. IPI . ♦ Dispensa do recolhimento de outras taxas que não correspondam à efetiva contraprestação de serviços.c) OPERAÇÕES ESPECIAIS: ♦ DRAWBACK GENÉRICO: concedida na modalidade suspensão. ♦ DRAWBACK SEM COBERTURA CAMBIAL: concedida na modalidade suspensão. ♦ RESTITUIÇÃO: quando a mercadoria já foi exportada com componentes importados e se solicita a restituição dos impostos pagos na importação daquele insumo que foi utilizado na mercadoria exportada. 1.Imposto sobre Produtos Industrializados. 61 . do produto importação. ♦ ISENÇÃO: quando a exportação da mercadoria já foi efetuada e se importa o insumo para reposição de estoque. O Drawback Sem Cobertura Cambial é caracterizado por não haver a obrigação de pagamento ao exterior. dispensada a classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).O Regime Aduaneiro Especial de Drawback é um incentivo à exportação e compreende a suspensão. ICMS .Imposto de Importação. O Drawback Genérico admite a discriminação genérica da mercadoria a importar e o seu respectivo valor. AFRMM . inclusive no âmbito do Confaz). É a mais utilizada.

o valor da comissão. para emprego na industrialização de produto final destinado à exportação. 21/97 e em Portarias e Comunicados complementares. O Drawback Solidário ampara duas ou mais empresas industriais vinculadas a um único contrato de exportação. É atribuição do Departamento de Operações de Comércio Exterior (DECEX) a análise e a concessão do pedido do Regime de Drawback.♦ DRAWBACK SOLIDÁRIO: concedida na modalidade suspensão. 2. As comprovações da operação de Drawback são contempladas pelo Siscomex. desde que o saldo de importações autorizadas seja compatível com o Drawback eletrônico. o exportador registra. a LI sofrerá as críticas usuais do sistema de licenciamento das importações. Nesses casos. O SISCOMEX enquadra e controla o valor apurado. diretamente no SISCOMEX. sendo que o licenciamento para utilização do regime de Drawback será efetuado automaticamente pelo Sistema. desde que identificada adequadamente pelo preenchimento de campos específicos para esse fim. ♦ DRAWBACK INTERMEDIÁRIO: concedido a empresas denominadas fabricantes . Uma vez concedido. que é calculado sobre o valor FOB da operação. ficará pendente de autorização pelos demais anuentes. O SISCOMEX possui um módulo específico exclusivo para processar o pedido do regime de Drawback. 62 . o Ato Concessório de Drawback é devidamente numerado pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior (DECEX). baseando-se na maior ou menor dificuldade de comercialização do produto.intermediários que importam mercadoria destinada à industrialização de produto intermediário a ser fornecido a empresas industriais exportadoras. Comissão de Agente Na hipótese de a operação contar com os serviços de um representante ou agente na venda. A importação de mercadorias amparadas a operação de Drawback será amparada por Licença de Importação (LI) obtida no SISCOMEX Importação. A Consolidação das Normas de Drawback estão contidas no Comunicado DECEX nº. Quando a importação sujeitar-se à anuência de outros Órgãos. Para realizar a baixa da operação no Sistema o usuário inclui os números dos Registros de Exportação (RE) anteriormente vinculados aos pertinentes Atos Concessórios eletrônicos. O DECEX limita a comissão do agente tendo como base os índices praticados no mercado internacional. O DECEX poderá exigir a apresentação de documentos adicionais que se façam necessários à análise para concessão do regime.

formaliza a oferta e estabelece as condições da negociação (abordadas nos Capítulos VIII e XIII deste Manual): . que o fixa com base na maior ou menor dificuldade de comercialização do produto. A comissão do agente é evidenciada na Fatura Comercial a título de desconto. Tal pagamento é feito em uma das seguintes maneiras: • A remeter – o agente receberá o pagamento diretamente do exportador. A estratégia de negociação traçada pelo vendedor é o grande diferencial. Remessa de amostras de produtos. É comum esta modalidade entre empresas interligadas. uma vez que a estratégia que funciona bem em uma cultura. O exportador instrui o banco negociador. catálogos. Por isso não percamos de vista o fato de não existir padrão mundial para negociação global.O Sistema enquadra o valor apurado no limite da comissão admitido pela SECEX. etc). . folders. Fatura Proforma.Forma de pagamento. deverá deduzir a importância referente à comissão do agente e remetê-la ao favorecido através de depósito em conta. 63 . deverá contratar a ordem de pagamento ao agente no exterior. • Deduzida da fatura – o agente receberá o pagamento diretamente do importador. • XII . recebe a comissão após o efetivo ingresso das divisas relativas à liquidação da transação. que ao receber o pagamento referente à exportação. Procedimento para Negociação Os procedimentos de negociações são básicos e sem particularidades: ♦ ♦ ♦ ♦ Troca de correspondências. os serviços de um agente no exterior concorrem para a fluidez da operação. . pode ser ineficaz em outras. Após receber o pagamento da exportação. o agente domiciliado no exterior. Material promocional (fotos. Em conta gráfica – o agente receberá o pagamento diretamente do banco negociador.Prazo para entrega da mercadoria. Na exportação.Condição da venda. definindo a negociação entre as partes.CONSIDERAÇÕES SOBRE O PAÍS DE DESTINO DA MERCADORIA 1. Embora aumentem os custos finais da exportação.

pelo exportador.“eu ganho. como exemplo podemos citar a construção da União Européia (EU). Utilizar linguagem simples e acessível. Manter altas expectativas. 1 Conclusão dos Entendimentos para Exportar A concretização da operação acontecerá a partir do momento em que o importador aceitar os termos da negociação apresentados pelo exportador na Fatura Proforma ou que seja recebida. caso seja essa a forma de pagamento escolhida. Manter a sua integridade pessoal. Ser paciente. Planejar a negociação. A produção e preparação da mercadoria para o embarque deverão ser efetuadas rigorosamente com base nas especificações determinadas pelo importador ou pelas amostras enviadas. Não fazer concessões desnecessárias. bem como ter colocado em pratica o Capitulo III deste Manual. Escutar as respostas. Melhor método . Construir relações interpessoais sólidas. Adaptar o processo de negociação ao ambiente do país. a Carta de Crédito.O negociante global tenderá ao êxito desde de que seja dotado de significativa flexibilidade para lidar com as particularidades da negociação. hoje. É fundamental que. pode estar em um país específico. 64 . pois o possível importador. interesse-se por particularidades que envolvam diversos países. mas ao longo do tempo poderão ser originários de muitos lugares. considerada as radicais mudanças de ordem global e o acelerado processo de integração entre os países. você ganha”. o individuo responsável pela negociação internacional. Estratégias básicas para negociação global: o o o o o o o o o o o Estar culturalmente afinado com o país alvo da negociação.

Publicação CCI nº. As complementações e revisões das regras uniformes existentes se fazem necessárias dentro do contexto mundial de freqüentes mudanças tecnológicas e a rapidez do aperfeiçoamento das comunicações. em sua Revisão de 1993. e não com mercadorias. Crédito Documentário . As regras criadas pela Internacional Chamber of Commerce fazem parte do conhecimento básico dos profissionais envolvidos direta ou indiretamente no Comércio Internacional. Câmara Internacional do Comércio CCI Internacional Chamber of Commerce foi fundada em 1919. A ICC mantém um centro de excelência permanentemente disponível para discutir e esclarecer questões de interesse dos operadores. 500 (Uniform Customs and Practice for Documentary Credits UCP 500 ) “ Artigo 1 – Aplicação da UCP As Regras e Usos Uniformes sobre Créditos Documentários. devemos sempre fazer-nos certos de referenciar explicitamente a Publicação a qual nossa negociação esta submetida. Todo trabalho da ICC é apoiado por um corpo consultivo formado de especialistas de vários países. A tarefa central da ICC é a criação de normas universal para facilitar às empresas de diferentes países negociarem entre si. A aceitação dessas regras e a capacidade dos empresários em países de sistemas jurídicos diversos de aplicar seus próprios mecanismos práticos para a realização do comércio premiam o trabalho da Internacional Chamber of Commerce e de seus Colaboradores. A.XIII . Devemos ter em mente que os Bancos Intervenientes na operação de Comércio Internacional trabalham com documentos. favorecendo a expansão do comércio através de regras uniformes e especificas para regulamentar os trâmites operacionais dos intervenientes numa negociação. 2. revistas periodicamente pelo Grupo de Trabalho. com sede em Paris. ALGUMAS PUBLICAÇÕES Quando optamos amparar nossas negociações nas Regras Uniformes da International Chamber of Commerce.REGRAS INTERNACIONAIS -INTERNACIONAL CHAMBER OF COMMERCE (ICC) 1. As realizações do comércio e pagamento são o foco das regras criadas pela ICC. 65 . sempre em conjunto com os Comitês Nacionais da ICC e Comissão de Bancos.

diferentemente do Crédito Irrevogável.Publicação CCI nº 500. Essas exigências compreendem no mínimo a comprovação do embarque através da apresentação do jogo de documentos de embarque. 500 Quando vendedor e comprador. 66 . O Crédito Revogável. Elas obrigam a todas as partes interessadas. salvo se expressamente estipulado em contrário no texto do Crédito. aplicar-se-ão a todos os Créditos Documentários.. Principais envolvidos no Crédito Documentário: Applicant Importador Issuing Bank Banco Emitente Beneficiary Exportador Negotiating Bank Banco Negociador Observe algumas condições as quais uma Carta de Crédito poderá estar submetida: Carta de Crédito Irrevogável: Somente poderá ser cancelada ou modificada COM ANUÊNCIA PRÉVIA DAS PARTES ENVOLVIDAS. Carta de Crédito Intransferível: Em cláusula expressa. não cumpre o propósito a que se destina o Crédito Documentário: GARANTIR O CRÉDITO AO EXPORTADOR MEDIANTE O CUMPRIMENTO DAS EXIGÊNCIAS MENCIONADAS NO CRÉDITO DOCUMENTÁRIO.. Carta de Crédito Transferível: Em cláusula expressa. comprometer-se-á a realizar o pagamento ao vendedor. significa que o Banco Emitente do Crédito Documentário. realizam uma negociação amparada por um Crédito Documentário. as quais estarão detalhadas no corpo da mesma. instruído pelo Comprador. quando estes forem incorporados ao texto do Crédito. Carta de Crédito Revogável: Pode ser cancelada ou modificada SEM ANUÊNCIA PRÉVIA DAS PARTES ENVOLVIDAS. situados em diferentes países. ” Regras e Usos Uniformes sobre Crédito Documentário estão amparadas na Publicação nº. permite ao Beneficiário transferir parte ou todos os seus direitos a terceiros. veda ao Beneficiário transferir parte ou todos os seus direitos a terceiros. desde de que cumpridas as exigências feitas no Crédito Documentário (Letter of Credit .L/C).

C. em hipótese nenhuma há substituição B. estadual ou municipal que não possa ser descumprida. deverão ser aplicadas a todas as cobranças. (Regras Uniformes sobre Reembolso Bancário relativos a Créditos Documentários).” Regras e Usos Uniformes sobre Cobrança Documentária estão amparados na Publicação nº. 522 67 . forçando uma nova estrutura de regras para incluí-los. sempre que as referidas regras tenham sido incorporadas ao texto da “instrução para cobrança” mencionada no Artigo 4.URC 522) “Artigo 1 – Aplicação da URC 522 a. que trata especificamente dos “Acordos De Ressarcimento Banco-a-Banco” A URR 525 foi criada pela International Chamber of Commerce para normalizar e regulamentar os deveres que os bancos intervenientes em operações com carta de crédito tem entre si. Publicação CCI nº 525 (Uniform Rules for Bank-to-Bank Reimbursements under Documentary Credits URR 525). o Grupo de Trabalho da ICC e seus Colaboradores reconhecem que. Essa Publicação foi destinada a complementar o Artigo 19º da UCP 500. os quais começam a substituir os tradicionais documentos em papel. Dessa forma. salvo se acordado expressamente de outra maneira ou contrário ao disposto em lei ou regulamentação federal. 522 (Uniform Rules for Collection . em sua Revisão de 1995. Publicação nº 522 da CCI (ICC). sendo vinculativas para todas as partes do mesmo. A eUCP 500 é um suplemento e deve ser usado juntamente com UCP 500. eles representam uma crescente presença nos negócios internacionais. Cobrança Documentária – Publicação CCI nº. enquanto documentos eletrônicos não são amplamente utilizados. conforme definido no Artigo 2. ao importador ou exportador.Suplemento Publicação CCI nº 500 para Apresentação Eletrônica eUCP 500 O objetivo do suplemento à UCP 500 é disciplinar a apresentação de registros (documentos) eletrônicos. As Regras Uniformes para Cobranças. visando agilizar os processos de reembolso bancário e evitar demoras ou prejuízos às entidades bancárias.

1976. ou cobradores internacionais. devido aos bancos. Ao optar por essa forma de recebimento. serem meros intervenientes. cabe ao exportador toda a responsabilidade ao vender seus produtos sob esta modalidade. o exportador expõe-se a altíssimo risco financeiro comercial. 2000. Mais dois termos foram criados em 1980 com o aparecimento do sistema intermodal de transporte que utiliza o processo de unitização da carga. Obrigações no desembaraço aduaneiro. Por exemplo: FCA Galeão Airport Incoterms 2000 FOB Paranaguá Port Incoterms 2000 DDU Roma Warehouse Incoterms 2000 68 . uma vez que embarca primeiro e cobra depois. A divisão de custos/despesas decorrentes das transações. INCOTERMS 2000 – Publicação CCI nº. Revisões em 1953. nos transportes aéreos. 560 (International Commercial Terms 2000) As regras contidas no Internacional Commerce Terms . Inicialmente foram aplicados nos transportes marítimos e terrestres e a partir de 1976. 1967. As regras estabelecidas internacionalmente são uniformes e imparciais e servem de base para negociação no comércio entre países. D. 1990.A Cobrança Documentária é um meio de obter o pagamento do importador.INCOTERMS foram criadas pela International Chamber of Commerce visando administrar conflitos oriundos da interpretação de contratos internacionais firmados entre exportadores e importadores concernentes à transferência de responsabilidades: Quanto ao risco (perdas e danos) ao embarcar/entregar as mercadorias. Considerando a ausência de apoio da entidade financeira interveniente. uma vez que a negociação entre exportador e importador não os envolveu. e não assumirem nenhuma responsabilidade no resultado da Cobrança Documentária. 1980. Os INCOTERMS foram instituídos em 1936. o Banco Remetente (no país exportador) e o Banco Cobrador (no país pagador). Internacional Chamber of Commerce recomenda que " Incoterms 2000 " esteja referido explicitamente quando o termo for usado. juntamente com o local de entrega.

INCOTERMS 2000 .Delivered Duty Paid… (named place of destination) 69 .Carriage and Insurance Paid to … (named place) ♦ DAF .Cost.Delivered At Frontier… (named place) ♦ DES .Free Carrier … (named place) ♦ FAS . Insurance and Freight… (port of destination) ♦ CPT .Delivered Ex-Quay… (port of destination) ♦ DDU .Carriage Paid to … (named place) ♦ CIP .Ex Works… (named place) ♦ FCA .Delivered Duty Unpaid… (named place of destination) ♦ DDP .Cost and Freight … (port of destination) ♦ CIF .Delivered Ex-Ship… (port of destination) ♦ DEQ .estabelece treze termos que são representados por siglas: ♦ EXW .Free on Board… (port of shipment) ♦ CFR .Free Alongside Ship… (port of shipment) ♦ FOB .

deve-se ressaltar que o risco de perda ou dano da mercadoria é estabelecido de acordo com o ponto crítico de transferência de carga. .TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADES ENTRE EXPORTADOR E IMPORTADOR Serviços EXW FCA E E E E | I I I FAS E E E E I I I I FOB E E E E I I I I CFR E E E E E I I I CIF E E E E E E I I I CPT E E E E E I I I Primei ro transp ortado r CIP E E E E E E I I I Primei ro transp ortado r DAF E E E E I I I I DES E E E E E I I I DEQ E E E E E E I I No cais do destin o DDU E E E E E E I E Local deter minad o no destin o DDP E E E E E E E E Local deter mina do no desti no Embalagem E Carregamento de I Origem Frete doméstico na I origem Alfândega na origem I Frete internacional Seguro (*) internacional Alfândega no destino Frete doméstico destino no I I I Desembarque no destino I PONTO CRÍTICO Primei Primeir Armazé Ao lado Amurad Amurad ro o m na do a do a do transp transpo origem navio navio navio ortado rtador r A bordo Fronte do ira navio terrest no re destin o Grupo D Destino Divisão em grupos Grupo Grupo F Grupo C E Transporte Principal não Transporte principal pago Origem pago * Embora o Incoterms não estabeleça um compromisso para contratação de seguro fora dos termos CIF e CIP.

no porto de embarque designado. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor e a ele compete atender as formalidades de exportação. no local designado. É responsabilidade do comprador providenciar o carregamento da mercadoria no meio de transporte.. armazém. A obrigação do vendedor é colocar a mercadoria ao lado do costado do navio no cais do porto de embarque designado ou em embarcações de transbordo.. (named place) Livre no Transportador (localidade) A obrigação do vendedor termina ao entregar a mercadoria à custódia do transportador designado pelo comprador. as relativas ao desembaraço aduaneiro são por conta e ordem do comprador. (port of shipment) Livre no Costado do Navio (porto de embarque).Ex Works. Grupo F: FCA . etc. Todas as despesas e o ônus do risco por perdas e danos. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor.Free Carrier . O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas e o ônus do risco por . deve colocar a mercadoria a bordo do navio indicado pelo comprador. (named place) No Local de Produção (Indústria. FAS . São mínimas as obrigações e responsabilidades do vendedor. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargo do vendedor. O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas e o ônus do risco por perdas e danos no momento em que a mercadoria é entregue ao transportador designado pelo comprador...Free on Board .Definições: Grupo E: EXW ... O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas e o ônus do risco por perdas e danos no momento em que disponibiliza a mercadoria ao lado do costado do navio designado pelo comprador. desde a retirada no local designado até o destino final.Free Alongside Ship . fábrica.. O vendedor. sob sua conta e risco. FOB .. (port of shipment) Livre a Bordo do Navio (porto de embarque).) A obrigação do vendedor é disponibilizar a mercadoria em suas próprias instalações.

O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador no momento em que a mercadoria está a bordo da embarcação designada pelo comprador. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador no momento em que a mercadoria está a bordo da embarcação designada pelo comprador. CPT . Insurance and Freight … (port of destination) Custo. deve colocar a mercadoria no agente transportador e pagar o frete internacional até o local acordado com o comprador. direitos aduaneiros. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor. O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas no momento em que o meio de transporte chega ao local designado no país de destino. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do 72 .. O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas no momento em que o navio atraca no porto designado. direitos aduaneiros. A utilização da cláusula FCA será empregada no caso de utilizar transporte aéreo. O vendedor. sob sua conta e risco. Grupo C: CFR . entre outros se houver. O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas no momento em que o navio atraca no porto designado pelo comprador.Cost. são por conta do comprador. O comprador assume todas as despesas no porto de destino (desembarque da mercadoria. deve colocar a mercadoria a bordo do navio e pagar o frete internacional até o porto indicado pelo comprador. sob sua conta e risco.Cost and Freight… (port of destination) Custo e Frete (porto de destino). Esse termo aplica-se ao transporte por via marítima ou aquaviário doméstico. (named place) Transporte Pago até (localidade).. O vendedor. no local de destino (país importador). rodoviário ou ferroviário. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor. sob sua conta e risco.perdas e danos no momento em que disponibiliza a mercadoria a bordo do navio designado pelo comprador. Seguro e Frete (porto de destino). deve colocar a mercadoria a bordo do navio e pagar o frete e o seguro internacional até o porto indicado pelo comprador. Todas as despesas com desembarque. entre outros se houver). O vendedor.Carriage Paid to . CIF . As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor.

entre outros se houver. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador no momento em que a transportadora assume à custódia das mercadorias. são por conta do comprador. DES ...Delivered Ex-Ship … (port of destination) Entregue no Navio (porto no destino) O vendedor. entre outros se houver. Todas as despesas com desembarque.vendedor ao comprador no momento em que a transportadora assume à custódia das mercadorias. O vendedor. são por conta do comprador. sob sua conta e risco.Delivered At Frontier . (named place) Entregue na Fronteira (localidade). deve entregar a mercadoria em um ponto antes da fronteira alfandegária com o país limítrofe. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor. direitos aduaneiros. deve colocar a mercadoria no agente transportador e pagar o frete e o seguro internacional até o local acordado com o comprador. no local de destino (país importador). O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas no momento em que o meio de transporte chega ao local designado no país de destino. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor.. As formalidades da importação (desembaraço aduaneiro) são encargos do comprador.. no local de destino (país importador). 73 . direitos aduaneiros. deve disponibilizar a mercadoria a bordo do navio no porto de destino (país importador) indicado pelo comprador com o frete internacional devidamente pago. CIP . (named place) Transporte e Seguro Pagos até (localidade). Todas as despesas com desembarque. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador no momento em que a embarcação atraca no porto de destino com a mercadoria a bordo.Carriage and Insurance Paid to . O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas no momento em que o meio de transporte chega ao local designado no país de destino. sob sua conta e risco. Grupo D: DAF . O vendedor. As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargos do vendedor. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador no momento em que disponibiliza a mercadoria na fronteira alfandegária com o país limítrofe. sob sua conta e risco.

As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargo do vendedor. As formalidades da exportação e da importação (desembaraço aduaneiro) são encargo do vendedor. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador somente no momento em que a mercadoria é entregue no local designado no país importador. impostos e outros encargos decorrentes da importação. O vendedor transfere ao comprador a responsabilidade das despesas no momento em que descarrega a mercadoria no porto de destino.DEQ . DDU . O vendedor assume todos os custos e riscos envolvidos até a entrega da mercadoria ao comprador. exceto as decorrentes do pagamento de direitos. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador somente no momento em que a mercadoria é entregue no local designado no país importador.Delivered Ex-Quay … (port of destination) Entregue no Cais (porto no destino) O vendedor cumpre sua obrigação de entrega ao disponibilizar a mercadoria (descarregada) para o comprador no porto de destino designado com o frete internacional devidamente pago. O ônus do risco por perdas e danos é transferido do vendedor ao comprador no momento em que a mercadoria está disponível no caís do porto de destino. são por conta do comprador. no local de destino (país importador). DDP . As formalidades da exportação (desembaraço aduaneiro) são encargo do vendedor. As despesas com direitos aduaneiros. entre outros se houver.Delivered Duty Paid … (named place of destination) Entregue Direitos Pagos ( localidade no destino) O vendedor cumpre sua obrigação de entrega ao colocar a mercadoria no local designado no país importador. no local combinado. 74 . Este assume todos os custos e riscos envolvidos até a entrega da mercadoria ao comprador.Delivered Duty Unpaid … (named place of destination) Entregue com Direitos Não-pagos (localidade no destino) O vendedor cumpre sua obrigação de entrega ao colocar a mercadoria no local designado no país importador.

Venezuela e Chile. item E. Capitulo X.Conhecimento de embarque aéreo: V. Uruguai. Paraguai. item 1. esta associada a similar brasileira SBCE . através do seu Banco Central. Cada país. COFACE – Compagnie Française D’Assurance Pour lê Commerce Exterieur Empresa francesa de seguros de comercio exterior. Capitulo VIII. Capitulo X. B/L . Capitulo XI. Colômbia.ALGUNS TERMOS E SIGLAS UTILIZADOS ADVANCED PAYMENT Pagamento Antecipado: receber antecipadamente a importância devida em pagamento da mercadoria exportada V. Bolívia. item E. Brasil. Capitulo X. Formaliza o débito e possibilita a cobrança. COMISSÃO DE AGENTE: V. COMMERCIAL INVOICE . Peru.Documents Against Payment: pagamento contra entrega dos documentos de embarque. item 2. Capitulo X. Cambial: documento emitido pelo credor. D/P . CCR . item C.V. Equador.Saque.Conhecimento de embarque marítimo: V. ICC . DRAFT .Bill of Lading .Convênio de Créditos Recíprocos: sistema de pagamentos firmado entre os países integrantes da ALADI. utilização amparada no item 3 do Capitulo VIII. item 3.Pessoa física ou jurídica nomeada no Conhecimento de Embarque. 75 .XIV . Capitulo XIII. em cujo nome é feita a consignação e a quem a mercadoria é entregue. ALADI . A utilização do Draft está vinculada as situações do item 3 no Capitulo VIII. ORIGIN CERTIFICATE . Capitulo VIII. O consignatário pode endossar o conhecimento a favor de terceiros. CONSIGNEE . item 5.Associação Latino-Americana de Integração . item F.Air Waybill . AWB .Fatura Comercial: V.Certificado de Origem: V. usualmente é o próprio comprador. México. garante a cobertura de moeda destinada a pagamentos através do sistema e se obriga aos débitos em sua conta sempre que efetuados em estrita conformidade com as instruções vigentes.Internacional Chamber of Commerce: V.Composta pelos seguintes países: Argentina.Consignatário .

a. Capitulo VIII. 76 . APEX . Capitulo XI. LIBOR . Capitulo XIII.V.Agência de Promoção à Exportação: V. item A. item 2. Capitulo IV.Banco Central do Brasil . UTILIZADAS ESPECIFICAMENTE NO BRASIL ACC .apexbrasil.Coordenação Geral do Sistema Aduaneiro da Secretaria da Receita Federal CONTRATO DE CÂMBIO: V. item D. BOLETO DE CÂMBIO: V. INCOTERMS .com.Comprovante de Exportação: V.br BACEN .V.DRAWBACK .Carta de Crédito ou Crédito Documentário: V. itens 1 e 2 (Fluxo Documental -etapas 10 e 15 respectivamente) CI . L/C . item 1. item 4.B e VIII. CÂMBIO: V. PACKING LIST .Adiantamento sobre Cambiais Entregues: V. Capitulos IV e V. Capitulo VIII.Fatura Proforma: V. Capitulo VI. NCM . ACE . CAMEX .Câmara de Comércio Exterior . ANEXO III. desse Manual COANA . item 4. Capitulo XI.Nomenclatura Comum do Mercosul: V. item 2.d. Capitulo VII. Capitulo XIII. www.V.Adiantamento sobre Contrato de Câmbio: V.London Interbank Offered Rate: taxa de juros interbancários de Londres que regula grande parte das transações financeiras internacionais. PROFORMA INVOICE . item 4. item 2. Capitulo VIII. CE . item 2.Comprovante de Importação: V.Romaneio de Embarque: V.Letter of Credit . ESTABELECIMENTO DE CRÉDITO DE 1ª LINHA: grau de risco representado por um estabelecimento conforme classificação internacional de relacionamento interbancário. Capitulos IV.International Commercial Terms: V. Capitulo VIII. Capitulo X.

item 4. Capitulo VII. processado pelo SISCOMEX.Registro de Operação de Crédito . MEMORANDO DE EXPORTAÇÃO: esse documento permite que a empresa que realizou uma exportação indireta.C. DSI – Declaração Simplificada de Importação: V.Departamento de Operações de Comércio Exterior .CONHECIMENTO DE EMBARQUE: V.V. o exportador deverá emitir o Memorando de Exportação a favor da empresa que forneceu a mercadoria.D. DDE – Declaração de Despacho de Exportação: V.Instrumento através do qual o banco garante o cumprimento de uma obrigação de seu cliente. item 3. item 2 (Fluxo Documental etapa 3) DEE – Documento Especial de Exportação: V. DSE – Declaração Simplificada de Exportação: V.Ministério do Desenvolvimento. Capítulos IV e V. Capitulo VIII. Capitulo IV. ANEXO III. PROEX – Programa de Financiamento às Exportações: V. MDIC . Indústria e Comércio . desse Manual EXPORTAÇÃO EM CONSIGNAÇÃO: V.B e 2.SÉRIE I .Títulos emitidos pelo Tesouro Nacional para pagamento da equalização de taxa de operações enquadradas no PROEX. Capitulo VII. com fins de facilitação na contratação de ACC e ACE. venda ao exterior através de terceiros. Capitulo VIII. Capitulo VII. que caracteriza venda externa com prazo de pagamento superior a 180 dias. item 2. RC . com recursos da União ( através do Programa 77 . item 2. 424.etapas 4 e 5 respectivamente) DECEX . Capitulo VII. MODALIDADE DE PAGAMENTO: V. FIANÇA .Documento de caráter cambial e financeiro. NTN .c. se beneficie dos incentivos fiscais destinados às empresas exportadoras. • Amparado legal: RICMS – SEÇÃO III Art. Capítulo VII.A. itens 1 e 2 (Fluxo Documental . item 1. Até o último dia do mês subseqüente ao da efetivação do embarque da mercadoria ao exterior.V. LIMITE OPERACIONAL DE CÂMBIO – limite de crédito estipulado pelo departamento de câmbio de um banco a uma empresa.

de Financiamento às Exportações .Órgão responsável pelo processamento eletrônico de dados na esfera pública. REI . Capitulo VIII.Secretaria da Receita Federal: V.SISCOMEX. através do Sistema Integrado de Comércio Exterior . SRF .Sistema de Informação do Banco Central: V. com previsão para um ou para múltiplos embarques. após a constituição das garantias. Capitulo V. Capitulo V. etc. Capítulos IV e V. porém o conjunto de informações de caráter comercial. RES . prestar as informações necessárias ao exame e efetivação do RC. cartas de fiança. SISCOMEX . são refinanciados nos bancos no País (descontos/cessão de direitos creditórios). emite os documentos de créditos (Letra de câmbio.Serviço Federal de Processamento de Dados . SBCE .V. Responsável pela parte operacional do SISCOMEX .ª SISBACEN . 78 . Capitulo V. Capítulo VII. cartas de crédito. Segue o mesmo fluxo documental do RE. após contratada a venda externa com o importador. cambial e fiscal que caracterizam a operação de exportação. embarca suas mercadorias ou fatura os serviços.Secretaria de Comércio Exterior: V.Registro de Exportação: V. item 2. item 4. SECEX . Cada RC corresponde a um "pacote" financeiro e pode abranger a exportação de diversas mercadorias ou serviços. item 3.PROEX) ou sem qualquer ônus para a União (nos financiamentos próprios do exportador ou de terceiros). item 4. diretamente ou por seu representante legal.Registro de Exportadores e Importadores: V.Registro de Exportação Simplificada: registro destinado a para amparar exportações até o limite de USD 10. Capitulo V. Capítulos IV e V. está distribuído em apenas 24. notas promissórias. dessa forma simplificando o preenchimento do respectivo registro. Cabe ao exportador.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos). RE .) correspondentes ao principal e juros e. item 4. SUPPLIER´S CREDIT: É a operação em que o exportador.000. SERPRO .Sistema Integrado de Comércio Exterior: V.Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação: V. item 5.

Visando usufruir dos benefícios fiscais concedidos à exportação. • Por preposto / dirigente: pessoalmente. 3. e muita vezes. por intermédio de dirigente ou de empregado. estou pensando em mudar o Regime Tributário para Lucro Real. Nesse caso será necessário fazer registro no SISCOMEX? • Sim. de 09/09/1992). se pessoa física ou jurídica. • Detalhamento: Capítulo V. • 79 .XV – PERGUNTAS FREQÜENTES 1. sem cumprir os procedimentos de desembaraço e conclusão de trânsito aduaneiro. 2. etc. No Brasil. empregado. • Detalhamento: Capítulo VII. Detalhamento: Capítulo VII. O que é despacho aduaneiro? • Procedimento burocrático / fiscal a ser seguido para a concretização do desembaraço aduaneiro – entrada e saída de mercadoria no país. Vale a pena? • • Para cada caso cabe uma análise criteriosa.). Os critérios do procedimento são previamente estabelecidos pelos dirigentes do país. esse procedimento é realizado por meio eletrônico – SISCOMEX. • Por representante legal: despachante aduaneiro. 4. a mercadoria embarcada ou encontrada em operação de carga ou de transposição de fronteira. 4° do Decreto n° 646. devendo ser credenciados desse modo no SISCOMEX. item 3. sujeita-se à aplicação da pena de perdimento. Quem pode fazer o despacho aduaneiro no SISCOMEX? • As atividades relacionadas com o despacho aduaneiro podem ser exercidas (representação) no âmbito do SISCOMEX (Art. cumpre fazer um planejamento tributário para avaliar-se qual a melhor opção de tributação por parte das empresas. • À exceção do dirigente. os demais representantes de uma empresa são conceituados como mandatários (despachante. quando for o caso. Detalhamento: Capítulo IX. funcionário. Quero levar para o exterior mostruário com poucas peças. Minha empresa foi constituída sob o Regime Tributário Simples Federal.

O TERMO DE RETENÇÃO DE BENS deverá ser endossado a favor da empresa que exportou a mercadoria em consignação. • Esse é um dos grandes problemas desse procedimento. IV.C. Com o TERMO DE RETENÇÃO DE BENS devidamente endossado. Qual é a desvantagem de realizar uma exportação em consignação ao amparo da IN SRF 346/03? • • A desvantagem é que esse procedimento retornos parciais da mercadoria exportada. Outra vantagem relevante é que o recinto alfandegado que gerou o despacho de exportação. Na ala internacional do aeroporto de chegada (Brasil). Para iniciar a regularização do retorno da mercadoria.C. Posso retornar essa mercadoria em mãos ao amparo da IN SRF 346/03? • Não. podendo ser nos minutos que seguem a chegada do passageiro ou na semana seguinte. • A mercadoria fica retida com o fiscal e o portador segue com o TERMO DE RETENÇÃO DE BENS. O DSIC permitirá o tratamento da mercadoria como carga.5. será o mesmo que processará o desembaraço da mercadoria na reimportação (retorno ao país). item 2. 6. por tratar-se de retorno de mercadoria exportada em consignação. O fiscal poderá processar o DSIC a qualquer tempo. Detalhamento: Capítulo VII. sem Conhecimento de Carga. Exportei em consignação por via aérea. uma vez que ingressou no País por meios próprios. Nesse caso o interessado deverá adotar o seguinte procedimento: I. a maior é que a mercadoria não fica retida com a fiscalização na ala internacional do aeroporto de chegada ao Brasil. o fiscal deverá gerar um DSIC no SISCOMEX. Esse número permitirá o início do processo de retorno da mercadoria no SISCOMEX. Qual é a vantagem de realizar uma exportação em consignação ao amparo da IN SRF 346/03? • Entre significativas vantagens. o responsável legal da empresa registrará a Declaração 80 • . III. II. o portador da mercadoria deverá dirigir-se ao fiscal da Receita Federal e solicitar que ele emita o TERMO DE RETENÇÃO DE BENS. V. isto é. DDE. Detalhamento: Capítulo VII. uma fatura relacionando quais mercadorias estão retornando e o mantra liberado (DSIC numerado) pelo SISCOMEX. item 2. 7. O DSIC será efetivado por um número gerado pelo sistema.

item 2. • Detalhamento: Capítulo VII.B. para obter a autorização da desoneração ICMS. item 2. VIII. Documento comprovando câmbio oficial. A exportação em consignação depende da anuência prévia do DECEX (Departamento de Comércio Exterior) e o procedimento eletrônico da DSE não permite tal submissão. o estabelecimento vendedor deverá adotar o procedimento estabelecido pela Legislação Brasileira. • • • 10. situado na Alfândega. • Detalhamento: Capítulo VII. Posso utilizar o Exporta Fácil? • Não. item 2. Como devo proceder quando um cliente que não reside no Brasil adquire mercadoria em meu estabelecimento comercial e realiza o pagamento em moeda estrangeira.B. • Detalhamento: Capítulo VII. Declaração de Importação).Simplificada de Importação (ou. Os últimos passos serão os procedimentos exigidos armazém de importação da alfândega em questão. VII. Quero exportar em consignação USD 4. em espécie? • O pagamento de mercadoria. 81 . Como comprovarei à fiscalização que esse cliente não residente saiu do País portando a mercadoria? • Não é responsabilidade do estabelecimento vendedor comprovar que o cliente estrangeiro portou as mercadorias ao retirar-se do Brasil.1.00 (quatro mil e quinhentos dólares dos Estados Unidos). O processo será submetido à SRF para análise e Autorização Isenção de Impostos. Registro de Exportação e Comprovante de Exportação.c. por tratar-se de reimportação (retorno mercadoria exportada). o processo será submetido à Secretaria da Fazenda Estado.a. Nesse caso. Por sua vez. a de de de no no 8. 9.b. item 2. mantendo em seus arquivos: Nota fiscal. VI. realizado em moeda estrangeira por uma pessoa que não resida no país é uma exportação e usufrui dos benefícios fiscais dados a quem exporta.500.D. • Detalhamento: Capítulo VII.D. se a Alfândega exigir.

• Detalhamento: Capítulo VII.11. Restrito a mercadorias que não exijam anuência da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). pelo exportador ou seu representante legal. entre outras. • Identificação do veículo transportador. em casos de guerra ou calamidade pública. Não podem ser utilizadas negociações antecipadas de câmbio. 13.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos). 82 . que deverá ser preenchida por intermédio de computador conectado ao SISCOMEX. Exportados. • Tipo de exportador (se pessoa física ou jurídica). as seguintes informações: • Identificação do Exportador (número de inscrição do exportador no CNPJ ou CNPF). até o limite de USD 10. deverão ser fornecidas. na moeda negociada. com ou sem cobertura cambial. Não pode ser utilizada por exportações que possuam intermediação de agentes comerciais no país de destino. em Reais. etc. Quais exportações estão amparadas no procedimento simplificado? • • Exportados por pessoa física e jurídica. a título de ajuda humanitária.). pela ECT ou empresas de transporte internacional de cargas. 12.000.00. aéreo. • Valor de acordo com a condição de venda (Incoterms). item 1. • Classificação do produto na NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul. item 1.000. ACC e ACE. Quais são as limitações do uso da Declaração Simplificada de Exportação (DSE)? • • • • • Exportações de mercadorias com valores de até USD 10. Quais informações compreendem a DSE? • Na DSE. • Descrição complementar da mercadoria exportada. • Peso líquido das mercadorias. rodoviário. Limite de 10 NCM’s (itens tarifários) por DSE. • Detalhamento: Capítulo VII. • Via de transporte (marítimo. • Valor total das mercadorias. • Peso bruto das mercadorias.

inciso VI. • Revigorou algumas disposições das MP’s 38 e 75. Houve alguma alteração eletronicamente? • Sim. Reexportado de acordo com a Instrução Normativa 150 da Secretaria da Receita Federal (SRF). observada a disciplina estabelecida pela Receita Federal.833/03 – Anexo VII. na questão dos documentos emitidos 15.000.000. transmitidos e recepcionados eletronicamente. • Detalhamento: Íntegra do Capítulo III da Lei 10.• • • • • • • Exportado ao amparo do regime de exportação temporária para posterior retorno ao Brasil nas mesmas condições.833/03 – ANEXO VII. Tendo em vista a Lei 10. Que devem ser devolvidos ao exterior. Integrantes de bagagem desacompanhada. Contidos em encomenda aérea internacional. reparo ou restauração. conforme estabelecido no Art. da Instrução Normativa 155 da SRF. • Atualização de multas. até o limite de US$ 10.00. ou após conserto. que dispõe sobre a admissão temporária de bens procedentes do exterior.833/03 trata das disposições relativas à legislação aduaneira. A Lei 10.833/03 determina que os documentos instrutivos de declaração aduaneira podem ser emitidos. 30. Detalhamento: Capítulo VII. • Detalhamento: Artigo 64. quais alterações foram promovidas na Legislação Brasileira? • O Capítulo III da Lei 10. Contidos em remessa postal internacional.833 de 29 de dezembro de 2003. 83 . até o limite de US$ 10. Essa era uma antiga reivindicação do setor exportador – mais agilidade. Capítulo III da Lei 10. 14. menos burocracia. item 1. transportado por empresa de transporte internacional expresso porta a porta.00. • Ampliação dos poderes de fiscalização. As alterações envolvem: • Mudança nos regimes especiais. • Novas responsabilidades para os intervenientes nas operações de comércio exterior.

nome comercial ou científico e outros atributos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal que confiram sua identidade comercial. Capítulo III da Lei 10. de procedência e de aquisição. transporte. • Detalhamento: Artigo 69. 18. importador ou beneficiário de regime aduaneiro que omitir ou prestar de forma inexata a informação sobre: • Identificação completa e endereço das pessoas envolvidas na transação: importador/exportador. agente de compra ou de venda e representante comercial. Capítulo III da Lei 10. instrumentos de contrato.833/03 – ANEXO VII. ao realizar um processo de exportação.833/03 – ANEXO VII. houver informações incorretas? • Haverá penalidade de multa para o exportador. marca comercial. tais como: documentos de instrução. seguro e documentos fiscais. • Destinação da mercadoria importada: industrialização ou consumo. 17. câmbio. ao realizar um processo de exportação temporária. Quais documentos eu devo manter no arquivo? • Todos os documentos pertinentes ao processo de exportação ou reimportação devem ser guardados. incorporação ao ativo. e • Portos de embarque e de desembarque.16. espécie. Capítulo III da Lei 10. correspondência comercial. revenda ou outra finalidade. artigo 72. • Detalhamento: Inciso II. fabricante. cotações de preços. adquirente (comprador)/ fornecedor (vendedor). Como devo proceder se. • Países de origem. • Detalhamento: Artigo 70. • Descrição completa da mercadoria: toda a característica necessária à classificação fiscal. 84 . eu deixar de cumprir alguma condição previamente estabelecida? • O descumprimento de regime de exportação temporária acarretará multa de 5% (cinco por cento) à empresa infratora. modelo.833/03 – ANEXO VII. O descumprimento dessa obrigação acarretará penalidades ao infrator. Quais serão as conseqüências se.

85 .19. Capítulo III da Lei 10. Os intervenientes nas operações de comércio exterior estão sujeitos às sanções? • Sim. • Detalhamento: Artigo 76.833/03 – ANEXO VII. As penalidades aplicáveis aos intervenientes nas operações de comércio exterior são graduadas conforme a gravidade da infração.

ANEXO I NOMENCLATURA COMUM MERCOSUL (NCM) CAPÍTULO 71 86 .

ou de pedras sintéticas ou reconstituídas. e) os artefatos das posições 42. O presente Capítulo não compreende: a) os amálgamas de metais preciosos e os metais preciosos em estado coloidal (posição 28. o) os artefatos classificados no Capítulo 96. de pó de pedras preciosas ou semipreciosas ou de pó de pedras sintéticas. de acordo com a Nota 4 do referido Capítulo. os produtos para obturação dentária e os outros artefatos do Capítulo 30. m)as armas e suas partes (Capítulo 93). ou de pedras sintéticas ou reconstituídas. e suas partes. as ferramentas ou artefatos do Capítulo 82 cuja parte operante seja de pedras preciosas ou semipreciosas. aparelhos de relojoaria e semelhantes e instrumentos musicais).13.15).14 e 71. METAIS FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE METAIS PRECIOSOS. ou que apenas os contenham como simples acessórios ou guarnições de mínima importância. Ressalvado o disposto na alínea a) da Nota 1 da Seção VI e as exceções a seguir referidas. E SUAS OBRAS.16 os artefatos que não contenham metais preciosos nem metais folheados ou chapeados de metais preciosos. b) os materiais esterilizados para suturas cirúrgicas. f) os artefatos das posições 43. por exemplo). PEDRAS PRECIOSAS OU SEMIPRECIOSAS E SEMELHANTES.15 não compreendem os artefatos em que os metais preciosos ou os metais folheados ou chapeados de metais preciosos constituam simples acessórios ou guarnições de mínima importância (por exemplo: iniciais. h) os calçados. os objetos de coleção (posição 97. a alínea b) da Nota 1 anterior não se aplica a esses artigos. com exceção das safiras e dos diamantes. os artefatos e suas partes. cercaduras). 3. trabalhados. virolas.05 ou ferramentas do Capítulo 82. de pedras preciosas ou semipreciosas. as máquinas. no entanto. compostos total ou parcialmente: a) de pérolas naturais ou cultivadas. da Seção XVI. k) os artefatos guarnecidos de pó de diamante. p) as obras originais de arte estatuária e de escultura (posição 97.02 e 42.06). bengalas e outros artefatos do Capítulo 66. classificam-se no presente Capítulo todos os artefatos.03). para agulhas de tocadiscos (giradiscos) (posição 85. os chapéus e artefatos de uso semelhante e outros artefatos dos Capítulos 64 ou 65. 87 . g) os produtos incluídos na Seção XI (matérias têxteis e suas obras). BIJUTERIAS. não montados. b) Só estão compreendidos na posição 71.04 ou 68. a) As posições 71.03 e 43. ij) os guarda-chuvas. 71. que constituam artefatos abrasivos das posições 68. aparelhos e materiais elétricos. 2. MOEDAS Notas 1. constituídos inteiramente de pedras preciosas ou semipreciosas.CAPÍTULO 71 PÉROLAS NATURAIS OU CULTIVADAS. l) os artefatos dos Capítulos 90. ou de pedras sintéticas ou reconstituídas.05) e as antigüidades com mais de 100 anos (posição 97. Continuam.04. as pérolas naturais ou cultivadas e as pedras preciosas ou semipreciosas continuam compreendidas no presente Capítulo. METAIS PRECIOSOS. d) os catalisadores em suporte (posição 38.22). monogramas.03. n) os artefatos mencionados na Nota 2 do Capítulo 95.43). 91 ou 92 (instrumentos científicos. citados na Nota 2B do Capítulo 42. Todavia. ou b) de metais preciosos ou de metais folheados ou chapeados de metais preciosos. incluídos neste Capítulo. c) os produtos do Capítulo 32 (polimentos líquidos.

13 consideram-se artefatos de joalharias: a) os pequenos objetos de adorno pessoal (por exemplo: anéis. o irídio. c) As expressões pedras preciosas ou semipreciosas e pedras sintéticas ou reconstituídas não compreendem as substâncias mencionadas na alínea b) da Nota 2 do Capítulo 96. marfim. platinados. classifica-se como liga de prata. compreende também as ligas classificadas com os referidos metais por força da Nota 5. colares. por soldadura. medalhas e insígnias religiosas ou outras). 9. Na acepção da posição 71. madrepérola. alfinetes ou pregadores de gravata. brincos. nem os metais comuns ou as matérias não metálicas. Consideram-se também artefatos de joalharia. c) qualquer outra contendo. consideram-se folheados ou chapeados de metais preciosos. Na acepção do presente Capítulo. 7. pedras sintéticas ou reconstituídas ou ainda partes de carapaça de tartaruga. os apetrechos para fumantes (fumadores). 6. tabaqueiras. pelo menos 2% de ouro. pedras preciosas ou semipreciosas. as guarnições para escritório. em peso. 10. broches. a 2%. os objetos para ornamentação de interiores e os destinados ao exercício de cultos. em peso. 11. cultivadas ou imitações de pérolas. caixinhas para bombons ou para pós. Na acepção da posição 71. 5. desde que o peso do metal precioso ou de um dos metais preciosos seja pelo menos igual a 2% do peso da liga. abotoaduras (botões de punho*). bolsas de cota de malha. azeviche ou coral. o ouro e a platina. Ressalvadas as disposições da Nota 1-a) da Seção VI. pendentes. 8. b) as que contenham. Na Nomenclatura. A expressão metal precioso não compreende os artefatos definidos na Nota 7. consideram-se bijuterias os artefatos da mesma natureza dos definidos na alínea a) da Nota 88 . pelo menos 2% de platina. rosários). em peso. Salvo disposição em contrário. o ródio e o rutênio. Na acepção da posição 71.12. os artefatos acima referidos confeccionados de metais preciosos ou de metais folheados ou chapeados de metais preciosos. braceletes ou pulseiras. a) Consideram-se metais preciosos a prata. b) O termo platina compreende a platina. mas não contenham platina ou a contenham em percentagem inferior.17. berloques. dourados ou prateados.14 consideram-se artefatos de ourivesaria os objetos para serviço de mesa ou de toucador. consideram-se metais folheados ou chapeados de metais preciosos os artefatos com um suporte de metal que apresentem uma ou mais faces recobertas de metais preciosos. 2% ou mais de prata. classificam-se como ligas de ouro. nos bolsos ou na bolsa (por exemplo: cigarreiras e charuteiras. As ligas de metais preciosos classificamse da seguinte maneira: a) as que contenham. o paládio. classificam-se como ligas de platina. contendo pérolas naturais. os artefatos de metais comuns incrustados de metais preciosos. em peso. Salvo disposição em contrário. correntes de relógio. o ósmio. âmbar natural ou reconstituído.4. b) os artefatos de uso pessoal destinados a serem usados na própria pessoa. laminagem a quente ou por processo mecânico semelhante. classificam-se nesta posição e não em nenhuma outra da Nomenclatura. a referência na Nomenclatura a metais preciosos ou a um ou vários metais preciosos especificamente designados. consideram-se ligas de metais preciosos (incluídos as misturas sinterizadas e os compostos intermetálicos) aquelas que contenham um ou mais metais preciosos. os produtos incluídos no texto da posição 71. imitações dessas pedras.

Para classificação das ligas nas subposições da posição 71.11. o ródio e o rutênio. PEDRAS PRECIOSAS (EXCETO DIAMANTES) OU SEMIPRECIOSAS.22.04 PEDRAS SINTÉTICAS OU RECONSTITUÍDAS.20.00 -Em bruto ou simplesmente serradas ou desbastadas 7103.3 -Não industriais 7102.90 Outras 89 .39.21. MESMO TRABALHADAS OU COMBINADAS.21. 3. ósmio ou rutênio) que predomine em peso sobre cada um dos outros. MAS NÃO ENFIADAS. MESMO TRABALHADAS OU COMBINADAS. safiras e esmeraldas 7103.31. PEDRAS PRECIOSAS OUSEMIPRECIOSAS E SEMELHANTES 71.10 Diamantes 7104. 7110. travessas e semelhantes. 7108.2 -Pérolas cultivadas 7101. Não obstante as disposições da alínea b) da Nota 4 do presente Capítulo.20 -Outras. clivados ou desbastados 7102.29. NÃO COMBINADAS. em peso. NEM MONTADAS.9 -Trabalhadas de outro modo 7103. NEM ENGASTADAS. em bruto ou simplesmente serradas ou desbastadas 7104. MESMO TRABALHADAS OU COMBINADAS.91.03 PEDRAS PRECIOSAS (EXCETO DIAMANTES) OU SEMIPRECIOSAS. NEM MONTADAS. ródio.19 o termo platina não compreende o irídio.31 e 7110.41. os termos pós e em pó compreendem os produtos que passem através de uma peneira com abertura de malha de 0. MAS NÃO MONTADOS NEM ENGASTADOS 7102. MESMO TRABALHADOS.10.9 (exceto botões e outros artefatos da posição 96.10.10. assim como os grampos (alfinetes*) para cabelo. 7110.10.06.00 --Trabalhadas 71. NEM ENGASTADAS. paládio.00 --Em bruto ou simplesmente serrados. MAS NÃO ENFIADAS.20. na acepção das subposições 7110. CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO I – PÉROLAS NATURAIS OU CULTIVADAS. PEDRAS SINTÉTICAS OU RECONSTITUÍDAS. o ósmio. clivados ou desbastados 7102. PÉROLAS NATURAIS OU CULTIVADAS.00 --Em bruto 7101. não contendo pérolas naturais ou cultivadas. irídio. ENFIADAS TEMPORARIAMENTE PARA FACILIDADE DE TRANSPORTE 7103. cada liga classifica-se com a do metal (platina. 7110.21. pedras preciosas ou semipreciosas. ENFIADAS TEMPORARIAMENTE PARA FACILIDADE DE TRANSPORTE 7104.00 --Outros 7102.00 --Rubis.5mm numa proporção igual ou superior a 90%. NEM MONTADAS.00 -Pérolas naturais 7101. da posição 96. Na acepção das subposições 7106. 2.11 e 7110. pentes.00 --Outras 71.99. ENFIADAS TEMPORARIAMENTE PARA FACILIDADE DE TRANSPORTE 7101. o paládio. Notas de Subposições 1. NEM ENGASTADAS.00 -Quartzo piezoelétrico 7104.2 -Industriais 7102. NÃO COMBINADAS.02 DIAMANTES.00 --Outros 71.15).00 -Não selecionados 7102. MAS NÃO ENFIADAS. pedras sintéticas ou reconstituídas.10.00 --Em bruto ou simplesmente serrados.10.01 PÉROLAS NATURAIS OU CULTIVADAS. ou só contendo metais preciosos ou metais folheados ou chapeados de metais preciosos como guarnições ou acessórios de mínima importância.11.

00 -Para uso monetário 7109.12.06 PRATA (INCLUÍDA A PRATA DOURADA OU PLATINADA).92.10 Barras.1 -Platina 7110.90.00 --Em formas brutas ou em pó 7110.10. ósmio e rutênio 7110.3 -Ródio 7110.00 -Pós 7106.90 Outras 7110.10 Bulhão dourado ("bullion doré") 7108.20 Chapas.10 Contendo ouro.00 --Em formas brutas ou em pó 7110.30.00 --Outras 7110. EM FORMAS BRUTAS OU SEMIMANUFATURADAS 71.90 Outras 7108.19.00.30.91. EM FORMAS BRUTAS OU SEMIMANUFATURADAS 71. FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE OURO.31.00 --Em formas brutas 7106.90.00 --Em formas brutas ou em pó 7110. OU EM PÓ 7106. mas não contendo outros metais preciosos 7112.00 --Pós 7108.12 DESPERDÍCIOS E RESÍDUOS. FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE PLATINA.19 --Outras 7110.39.10 Barras.92. OU EM PÓ 7110.00 -Outras 71.11.30. EM FORMAS BRUTAS OU SEMIMANUFATURADAS 71.49.00 METAIS COMUNS. folhas e tiras 7106. PRATA OU OURO.00 -Outros II – METAIS PRECIOSOS.00 --Outras 7111.10.90 Outras 7107.2 -Paládio 7110. DE METAIS PRECIOSOS OU DE METAIS FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE METAIS PRECIOSOS.00 METAIS COMUNS OU PRATA.13 --Em outras formas semimanufaturadas 7108.19.10 PLATINA. OUTROS DESPERDÍCIOS E RESÍDUOS CONTENDO METAIS PRECIOSOS OU COMPOSTOS DE METAIS PRECIOSOS.9 -Outras 7106. OU EM PÓ 7108.00 --Em formas brutas ou em pó 7110.12 --Em outras formas brutas 7108.12.00 --Outras 7110. EM FORMAS BRUTAS OU SEMIMANUFATURADAS.00 METAIS COMUNS FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE PRATA. fios e perfis de seção maciça 7106. EM FORMAS BRUTAS OU SEMIMANUFATURADAS. fios e perfis de seção maciça 7108. fios e perfis de seção maciça 7110.00 -De diamantes 7105.20 Contendo platina.29.05 PÓ DE DIAMANTES.21. DE PEDRAS PRECIOSAS OU SEMIPRECIOSAS OU DE PEDRAS SINTÉTICAS 7105.92.7104.13. DO TIPO DOS UTILIZADOS PRINCIPALMENTE PARA RECUPERAÇÃO DE METAIS PRECIOSOS 7112. METAIS FOLHEADOS OUCHAPEADOS DE METAIS PRECIOSOS 71.30 -Cinzas contendo metais preciosos ou compostos de metais preciosos 7112.90 Outros 90 .00.08 OURO (INCLUÍDO O OURO PLATINADO).92 --Em formas semimanufaturadas 7106.00.13.20.4 -Irídio.90 Outros 7108.1 -Para usos não monetários 7108.11. mas não contendo outros metais preciosos 7112.10 Barras. lâminas.41. EM FORMAS BRUTAS OU SEMIMANUFATURADAS.

19. mesmo revestidos.13 ARTEFATOS DE JOALHARIA E SUAS PARTES. folheados ou chapeados de metais preciosos 7113.20 Guias de agulhas. ou de pedras sintéticas ou reconstituídas 7116.11.00 -Outras 71.92.7112.00 --De platina ou de metais folheados ou chapeados de platina. folheada ou chapeada de outros metais preciosos 7114.00 --Outros III – ARTEFATOS DE JOALHARIA.11.17 BIJUTERIAS 7117. dourados ou platinados 7117. DE OURIVESARIAE OUTRAS OBRAS 71. folheados ou chapeados de metais preciosos 7114. DE METAIS PRECIOSOS OU DE METAIS FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE METAIS PRECIOSOS 7113.00 --De outros metais preciosos. exceto os resíduos que contenham outros metais preciosos 7112. mesmo revestida.00 -De metais comuns folheados ou chapeados de metais preciosos 71.1 -De metais comuns.90 Outras 7118.15 OUTRAS OBRAS DE METAIS PRECIOSOS OU DE METAIS FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE METAIS PRECIOSOS 7115. mesmo revestida.10 De diamantes sintéticos 7116.9 -Outros 7112.10 Destinadas a ter curso legal no país importador 7118.1 -De metais preciosos.10.10.00 -De metais comuns folheados ou chapeados de metais preciosos 71.19. de platina 7115.99.90 Outras 71.20.19.10 -Moedas sem curso legal.00 -Telas ou grades catalisadoras. de rubi.00 --De outros metais preciosos.90.18 MOEDAS 7118.1 -De metais preciosos.90. para cabeças de impressão 7116. DE PEDRAS SINTÉTICAS OU RECONSTITUÍDAS 7116.00 --Abotoaduras (botões de punho*) e outros botões 7117.00 -De pérolas naturais ou cultivadas 7116. DE METAIS PRECIOSOS OU DE METAIS FOLHEADOS OU CHAPEADOS DE METAIS PRECIOSOS 7114. mesmo revestidos.20 -De pedras preciosas ou semipreciosas.90. mesmo prateados.20.20.20.00 -Outras 91 .10.10.14 ARTEFATOS DE OURIVESARIA E SUAS PARTES.00 --De prata. mesmo revestidos. mesmo revestidos.91.00 --De ouro ou de metais folheados ou chapeados de ouro.20. folheada ou chapeada de outros metais preciosos 7113. DE PEDRAS PRECIOSAS OU SEMIPRECIOSAS. exceto os resíduos que contenham outros metais preciosos 7112. folheados ou chapeados de metais preciosos 7113.00 --Outras 7117.00 -Outras 71. folheados ou chapeados de metais preciosos 7114.00 --De prata.16 OBRAS DE PERÓLAS NATURAIS OU CULTIVADAS. exceto de ouro 7118.11.

ANEXO II Instrução Normativa da SRF n°. 286/03 92 .

de 13 de setembro de 2002. identificados pelos códigos 101-5 a 115-5 e 450-2 da Tabela II do Anexo II à Instrução Normativa SRF nº 200. § 2º Além da pessoa física referida no § 1º. organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais. 93 . missão diplomática ou organismo internacional. como responsável no Siscomex. poderá ser também habilitada como responsável perante o Siscomex pessoa distinta. ou de outro sócio ou diretor que o represente. aprovado pela Portaria MF no 259. pela pessoa jurídica requerente. a pessoa jurídica deverá formalizar requerimento junto à unidade de fiscalização aduaneira da Secretaria da Receita Federal (SRF) com jurisdição sobre seu estabelecimento matriz.verificar a consistência entre os dados de capital social. será também avaliada a compatibilidade entre os valores transacionados e a capacidade econômico-financeira revelada no período. bem assim estabelecer as pertinentes instruções de preenchimento. § 2º A análise fiscal de que trata este artigo será dispensada nos casos de habilitação de funcionário ou servidor de órgão da administração pública. de preposto da pessoa física responsável perante o CNPJ. de 27 de dezembro de 1996.637. na forma do modelo anexo a esta Instrução Normativa. de dados cadastrais ou fiscais. de 16 de outubro de 2002. conforme redação da Lei nº 10. de 24 de agosto de 2001. 5º Identificadas incorreções ou imprecisões nas informações constantes dos sistemas da SRF. 2º da Portaria MF nº 350.430.2003 Estabelece procedimento para habilitação da pessoa física responsável pela pessoa jurídica no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e credenciamento de representantes. Art. à vista das informações cadastrais e fiscais disponibilizadas no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (Radar) e demais sistemas informatizados da SRF.1. § 1º Para fins de apresentação dos esclarecimentos necessários.Instrução Normativa SRF nº 286. a capacidade operacional. econômica e financeira da pessoa jurídica e as informações de natureza comercial constantes do requerimento apresentado. de 19 de janeiro de 1999. a pessoa jurídica poderá ser intimada a apresentar informações e documentos adicionais. 1º A habilitação da pessoa física responsável pela pessoa jurídica no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex). 209 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal. § 2º Incumbe ao titular da Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) promover as alterações necessárias no modelo de requerimento de habilitação de que trata o § 1º. que compreenderão. deverão ser imediatamente adotadas as providências pertinentes. II . resolve: Art. pelo interessado. § 1º Caso a pessoa jurídica tenha atuado anteriormente no comércio exterior. considerando o disposto no § 1º do art. § 1º O requerimento de habilitação deverá conter elementos indicativos da atuação comercial da pessoa jurídica. no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. de 2002.evidenciar sua existência de fato e regular funcionamento. especialmente. a empresa deverá providenciar a atualização de seus dados cadastrais no CNPJ. mediante apresentação da devida procuração. anteriormente à apresentação do pedido de habilitação no Siscomex. conforme o caso: I . e III . 16 da Lei nº 9. Art. no Siscomex. § 3º Quando necessário.complementação ou retificação. desde que atenda ao mesmo critério de qualificação previsto na Tabela II do Anexo II à Instrução Normativa SRF nº 200. de 15 de janeiro de 2003 DOU de 17. patrimônio e renda da pessoa jurídica e a renda dos respectivos sócios.779. Art. 2º Para fins de habilitação da pessoa física responsável perante o Siscomex. que visará. § 3º Para os órgãos da administração pública direta. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL. 4º Verificadas inconsistências entre as informações disponíveis e as constantes do requerimento. a: I . a pessoa jurídica requerente será submetida à análise fiscal sumária. § 2º A intimação da pessoa jurídica não elide a realização de diligências fiscais. e no art. de 30 de dezembro de 2002. 3º Previamente à concessão da habilitação.avaliar a compatibilidade entre a atividade econômica. admite-se a habilitação. bem assim o credenciamento de representantes para a prática de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro observarão o disposto nesta Instrução Normativa. no art. facultado ao intimado o agendamento de data e hora para o cumprimento da intimação. 81 da Lei nº 9. Habilitação da Pessoa Física Responsável Art. § 1º A pessoa física responsável pela pessoa jurídica perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) será igualmente responsável perante o Siscomex. as autarquias e fundações públicas. poderá ser exigida a presença da pessoa física responsável.

as pessoas físicas credenciadas à prática dos atos relacionados com o despacho aduaneiro. hipótese em que a solicitação deve ser apresentada à unidade da SRF executora do procedimento com antecedência mínima de dois dias úteis. Art. e III . até o correspondente atendimento. § 1º Somente poderão ser credenciadas para exercer atividades relacionadas com o despacho aduaneiro: I . 6º O procedimento de habilitação da pessoa física responsável pela pessoa jurídica no Siscomex deverá estar concluído no prazo máximo de dez dias úteis da apresentação do requerimento. e IV . § 3º A habilitação do responsável para atuar no Siscomex. mediante o devido registro no Radar. § 2º Quando se tratar das pessoas jurídicas referidas no § 3º do art. § 4º A habilitação do responsável pela pessoa jurídica nos termos deste artigo não dispensa as providências necessárias para a instauração dos procedimentos especiais de fiscalização previstos na Instrução Normativa SRF nº 228. 12. § 4º O substabelecimento de poderes para o acompanhamento da conferência aduaneira. sem o atendimento por parte do interessado. Art. Disposições Finais e Transitórias Art. retificação de informações ou prestação de esclarecimentos. o responsável poderá retirar sua senha de acesso ao Siscomex imediatamente após a protocolização do pedido de habilitação. na forma e no prazo estabelecidos no caput. no caso de órgão da administração pública. para fins de agendamento. quando for o caso. 11. 7º Decorridos dez dias úteis da apresentação do requerimento ou do atendimento à intimação prevista no art. 8º Na hipótese de alteração da pessoa física responsável perante o CNPJ. a pessoa jurídica poderá ser intimada a prestar esclarecimentos sobre as transações realizadas no comércio exterior. 10.representação ao Delegado da Delegacia da Receita Federal (DRF) ou Inspetor da Inspetoria da Receita Federal de Classe "A" (IRF) que jurisdicione o domicílio da pessoa física ou jurídica. § 1º A critério da pessoa física responsável pela empresa no Siscomex. previstos nos perfis importador ou exportador do sistema.dirigente ou empregado da pessoa jurídica representada. 1º. que não envolva transações no Siscomex. A qualquer tempo. Art. II . deverá ser informado no campo destinado a informações complementares da declaração aduaneira. diretamente no Siscomex. a entrega da senha poderá ser realizada pela unidade da SRF de fiscalização aduaneira com jurisdição sobre o seu domicílio fiscal. o responsável deverá comparecer pessoalmente à unidade da SRF executora do procedimento. § 1º A contagem do prazo referido no caput será interrompida no caso de eventual intimação para apresentação de documentos.despachante aduaneiro. missão diplomática ou representação de organização internacional. somente deixará de ser realizada quando instaurado o procedimento previsto para a declaração de inaptidão da inscrição da pessoa jurídica no CNPJ. 2º. 4º. A habilitação do responsável pela pessoa jurídica no Siscomex e os credenciamentos dos respectivos representantes perderão a validade caso a empresa não registre no Siscomex operação de comércio exterior no período de doze meses ininterruptos.funcionário ou servidor especificamente designado.instauração de procedimento para a declaração de inaptidão da inscrição da pessoa jurídica no CNPJ. que deverá ser apresentado à fiscalização da SRF quando exigido. § 5º A outorga de poderes para a prática de atos distintos dos referidos no caput deverá ser comprovada mediante a apresentação do pertinente instrumento de mandato. Art. III . de 21 de outubro de 2002. a retirada de amostras ou a prática de outros atos concernentes ao despacho aduaneiro. Credenciamento de Representantes Art. § 2º O representante credenciado na forma do caput manterá o respectivo instrumento de outorga de poderes. A Coana poderá estabelecer procedimentos especiais de transição para o tratamento dos requerimentos de habilitação das pessoas jurídicas que operaram no comércio exterior em 2002. conforme o caso. 94 . o novo responsável deverá requerer habilitação ao Siscomex na forma do art. 9º O responsável habilitado registrará. § 3º A pessoa física credenciada na forma deste artigo poderá atuar em qualquer unidade da SRF em nome do estabelecimento que represente.II . inclusive relativamente à comprovação de sua efetiva participação nas operações registradas. § 2º Transcorridos quinze dias após a conclusão do prazo previsto na intimação. Art. o requerimento será arquivado. para receber a senha de acesso ao Siscomex. quando detectado indício de irregularidade no recolhimento de tributos internos.empregado de empresa coligada ou controlada da pessoa jurídica representada.

A habilitação de pessoa jurídica importadora para operação por conta e ordem de terceiros. 16.Parágrafo único. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. de que trata a Instrução Normativa SRF nº 225. a Instrução Normativa SRF nº 229. de 7 de dezembro de 1940).15. está condicionada à prévia habilitação da pessoa física responsável pela pessoa jurídica adquirente das mercadorias. 14. JORGE ANTONIO DEHER RACHID 95 . Art. 13. Fica formalmente revogada. por prazo determinado. O acesso ao Siscomex por pessoa física que não esteja regularmente habilitada ou credenciada. Art. poderá ser concedida habilitação provisória. tipificado no art. Art. de 23 de outubro de 2002. sem interrupção de sua força normativa. Para o efeito do disposto no caput. de 18 de outubro de 2002. 299 do Código Penal (Decretolei nº 2. mediante utilização de senha de terceiro. Art. caracteriza crime de falsidade ideológica. nos termos desta Instrução Normativa. enquanto não concluída as análises fiscais pertinentes.848. dos responsáveis pelas empresas no Siscomex.

(Se imóvel próprio) Nº RGI:..... CPF/CNPJ do proprietário: ................................. Capital Subscrito: Grupo empresarial a que pertence: Capital Integralizado: IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL Nome DDD/Telefone/Ramal CPF DDD/Fax Local e Data Qualificação E-mail Assinatura ELEMENTOS INDICATIVOS DE IMPORTAÇÕES Principal destinação das mercadorias importadas (marcar o quadro com x) Consumo Atacado Varejo Industrialização Revenda Marcas comerciais dos produtos importados (caso existam) POSSÍVEIS FORNECEDORES Nome País de localização POSSÍVEIS CLIENTES NO MERCADO INTERNO Nome Empresarial CNPJ ESTIMATIVA DE IMPORTAÇÕES Período considerado para a estimativa (mínimo de 6 meses): ______/_____ a ______/______ 96 ................................................................ PRINCIPAL ESTABELECIMENTO UTILIZADO PARA DEPÓSITO DAS MERCADORIAS Nº do Alvará (se houver): ....................................................................................................................................... Nº de matrícula IPTU: .................. Endereço: .......................................................... CNPJ (Caso o estabelecimento seja filial) Nº do Alvará (se houver): ...................................Anexo Único à Instrução Normativa SRF nº 286............................................ Nº da Inscrição Estadual: ...... Nº de matrícula IPTU: .... Nº da Inscrição Estadual: .............................................. Cartório: ........... de 15 de janeiro de 2003 REQUERIMENTO DE HABILITAÇÃO DE RESPONSÁVEL PERANTE O SISCOMEX IDENTIFICAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Nome Empresarial INFORMAÇÕES SOBRE O ESTABELECIMENTO MATRIZ CPF/CNPJ do proprietário: ............

de medida Quantidade DOCUMENTOS ANEXADOS (Cópia autenticada em cartório ou acompanhada do respectivo documento original) ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) Contas de luz e guia do IPTU. Documentos constitutivos da empresa (estatutos.Valor Total (em US$) Mercadoria Unidade de medida Quantidade ELEMENTOS INDICATIVOS DE EXPORTAÇÕES Marcas Comerciais dos produtos exportados (caso existam) POSSÍVEIS CLIENTES Nome País de localização ESTIMATIVA DE EXPORTAÇÕES Período considerado para a estimativa (mínimo de 6 meses): ______/_____ a ______/______ Mercadoria Valor Total (em US$) Un. contrato social e alterações). Alvará de funcionamento. Contrato de locação do imóvel onde instalado o estabelecimento (se de terceiros) ou escritura (se próprio). Documento de outorga de poderes ao requerente para representação da empresa Outros (indicar): IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome DDD/Telefone/Ramal CPF DDD/Fax Local e Data Qualificação E-mail Assinatura 97 .

155/99 98 .ANEXO II Instrução Normativa da SRF n°.

retificada no DOU de 29/12/1999. no uso de suas atribuições e considerando o disposto nos arts.contidos em encomenda aérea internacional cujo valor não ultrapasse US$3. em quantidade e freqüência que não caracterize destinação comercial. nas hipóteses de que trata o inciso V deste artigo. de 20 de dezembro de 1999. 2º A Declaração Simplificada de Importação . resolve: Art.importados por pessoa física.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. com ou sem cobertura cambial. quando enviados ao exterior em consignação. 4º e 5º. até o limite de US$ 3.Instrução Normativa SRF nº 155. até o limite de US$ 3. de 22 de dezembro de 1999 DOU de 27/12/1999. VIII . ou d) destinados a revenda. e VI . de qualquer dos Poderes da União. V . Art. c) alteração nas normas aplicáveis à importação do país importador. para reparo ou substituição. ou b) instituição de assistência social. quando submetidos a despacho aduaneiro de internação para o restante do território nacional.000.contidos em remessa postal internacional cujo valor não ultrapasse US$3.importados por pessoa jurídica.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda.000. e XI .submetidos ao regime de admissão temporária. do Distrito Federal e dos Municípios.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda.000. b) reimportados. quando submetidos a despacho aduaneiro de internação para o restante do território nacional. § 1º . dos Estados.000. IX . Declaração Simplificada de Importação Art. que serão submetidas a despacho aduaneiro mediante a utilização de formulário próprio. Parágrafo único.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. nas situações estabelecidas nesta Instrução Normativa. ou c) a serem objeto de reconhecimento de isenção ou de não incidência de impostos. III . 3º A DSI apresentada de conformidade com o estabelecido no caput do artigo anterior será utilizada no despacho aduaneiro de bens: I .recebidos.030.DSI será formulada pelo importador ou seu representante em microcomputador conectado ao Sistema Integrado de Comércio Exterior . cujo valor não ultrapasse US$3. cujo valor não ultrapasse US$3.reimportados no mesmo estado ou após conserto. ou d) guerra ou calamidade pública. IV . autárquica ou fundacional.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. pág.000. 420 e 440 do Regulamento Aduaneiro aprovado pelo Decreto nº 91. pág 4E (eletrônico) Dispõe sobre a utilização de declaração simplificada na importação e na exportação. de 28 de fevereiro de 1967. 418.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. 5º da Instrução Normativa nº 150. Excluem-se do procedimento estabelecido neste artigo as importações de que tratam os arts. nas seguintes situações: a) a serem submetidos ao regime de admissão temporária.industrializados na ZFM com os benefícios do Decreto-lei nº 288. de governo ou organismo estrangeiro por: a) órgão ou entidade integrante da administração pública direta. reparo ou restauração no exterior. pág. 15/23. nas hipóteses de que trata o inciso IV deste artigo. mediante a prestação das informações constantes do Anexo I. VII .que retornem ao País em virtude de: a) não efetivação da venda no prazo autorizado. transportada por empresa de transporte internacional expresso porta a porta. 29 e retificada no DOU de 06/01/2000. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL. de 5 de março de 1985. poderão ser processados com base em declaração simplificada.000. II . de 1967. X . 1º Os despachos aduaneiros de importação e de exportação.integrantes de bagagem desacompanhada. nas hipóteses previstas no art. 99 . em cumprimento do regime de exportação temporária. a título de doação.importados para utilização na Zona Franca de Manaus (ZFM) com os benefícios do Decreto-lei nº 288.Siscomex. b) defeito técnico. com ou sem cobertura cambial.

pela unidade da SRF que realize o controle.animais de vida doméstica . importados sem cobertura cambial e sem finalidade comercial.Art. II . VI .veículos de viajantes residentes no exterior. Pagamento dos Impostos Art. representação de organismo internacional de que o Brasil faça parte ou delegação acreditada junto ao Governo Brasileiro. Art. quando se tratar do despacho aduaneiro de: I .DARF. § 1º O débito será efetuado pelo banco. III . II .o prazo de vigência do regime será fixado de conformidade com aquele estabelecido pela autoridade migratória para a permanência do viajante no País. na conta indicada pelo declarante. 3º. V . § 2º O pagamento será efetuado mediante a utilização de Documento de Arrecadação de Receitas Federais .bens importados ou industrializados na ZFM com os benefícios do Decreto-lei nº 288. por mais de quatro horas consecutivas. quando não for possível o acesso ao Siscomex. de 1967. em virtude de problemas de ordem técnica.de importação realizada por pessoa física quando se tratar de declaração transmitida por servidor da Secretaria da Receita Federal . instituída pela Instrução Normativa nº 101. cujo valor não ultrapasse o limite de US$ 500. àquela que concedeu o regime.outros bens importados por pessoa física sem cobertura cambial e sem finalidade comercial.00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. § 1º Na hipótese do inciso V: I . VIII .amostras sem valor comercial.livros. dos Anexos II a IV a esta Instrução Normativa. 5º No caso de bens integrantes de remessa postal internacional cujo valor não ultrapasse US$500. documentos. por meio do Siscomex. manuais e publicações semelhantes. § 2º A impossibilidade de acesso ao Siscomex a que se refere o inciso IX deste artigo será reconhecida pelo titular da unidade da SRF responsável pelo despacho aduaneiro da mercadoria. sem qualquer outra formalidade aduaneira. lançado pela autoridade aduaneira por meio da Nota de Tributação Simplificada . 6º O pagamento dos impostos incidentes na importação será efetuado previamente ao registro da DSI. no âmbito de sua jurisdição. submetidos ao Regime de Tributação Simplificada . 100 . submetidos a despacho aduaneiro de internação por pessoa física. periódicos. repartição consular de carreira e de caráter permanente.a saída do veículo do País será informada. catálogos. inclusive gravados em meio magnético. desde que não estejam sujeitos ao pagamento de impostos. quando não estiverem sujeitos ao pagamentos de impostos. o despacho aduaneiro será processado mediante o pagamento dos imposto de importação incidente. respectivamente.importações previstas no art.NTS. IV . instruída com os documentos próprios para cada caso. Folha Suplementar e Demonstrativo de Cálculo dos Tributos constantes. a serem submetidos ao regime especial de admissão temporária. de 11 de novembro de 1991. VII .SRF lotado na Unidade onde for processado o despacho aduaneiro. para fins de baixa do Termo de Responsabilidade firmado. 4º Serão utilizados os modelos de formulários Declaração Simplificada de Importação – DSI.RTS. peritos ou técnicos.00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. sem cobertura cambial e sem finalidade comercial. que ingressem no território nacional por via terrestre e por seus próprios meios. quando se tratar: I . funcionários. por débito automático em conta corrente bancária em agência habilitada de banco integrante da rede arrecadadora de receitas federais.órgãos e tecidos humanos para transplante. bem assim por seus respectivos integrantes.será firmado Termo de Responsabilidade para garantia dos tributos suspensos. de valor não superior a US$ 500.00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. folhetos. e III . e IX .bens importados por missão diplomática.

7º A DSI será registrada por solicitação do importador ou seu representante. e data. se for o caso. Parágrafo único. ou IV . II . O registro da DSI caracteriza o início do despacho aduaneiro de importação.após o licenciamento da operação de importação. quando for o caso. § 1º Entende-se por irregularidade impeditiva do registro da declaração aquela decorrente da omissão de dado obrigatório ou o fornecimento com erro.de crédito tributário lançado pela autoridade fiscal no curso do despacho de importação ou em procedimento de revisão aduaneira. do Trânsito e do Armazenamento . Art. 10. quando se tratar das importações a que se referem. IV . no Sistema de Gerência do Manifesto.de crédito tributário decorrente de denúncia espontânea. II .após o recolhimento dos impostos e outros direitos incidentes sobre a importação. devendo ser apresentados à fiscalização aduaneira quando solicitados. III . no Siscomex.nota fiscal de saída. a DSI poderá ser transmitida para registro por servidor da Secretaria da Receita Federal . pelo depositário. reiniciada a cada ano. respectivamente. 101 . formulada na própria declaração. Na hipótese do art. exigidos em decorrência de Acordos Internacionais ou de legislação específica. 4º será registrada pela Unidade local da SRF onde será processado o despacho aduaneiro. os documentos exigidos devem instruir a DSI apresentada para registro. 11. Instrução da Declaração Art. mediante a sua numeração automática única. § 3º No caso de que trata o parágrafo anterior.via original do conhecimento de carga ou documento equivalente. quando for o caso. 4º. seqüencial e nacional. Art. efetuada no campo próprio da declaração ou em documento específico por ela emitido. pelo Siscomex. conforme estabelecido pelos órgãos competentes. 8º O registro da DSI somente será efetivado: I . III . III . se for o caso. mediante aposição de número. IV . O registro somente será efetuado: I .se verificada a regularidade cadastral do importador. após o desembaraço aduaneiro da mercadoria. V .DARF que comprove o recolhimento dos impostos. II . 12.após a manifestação favorável da autoridade competente pelo controle específico a que esteja sujeita a mercadoria. § 1º Será admitido o registro de DSI por solicitação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos . quando for o caso.II . § 2º Quando se tratar de importação eventual efetuada por pessoa física.MANTRA.das hipóteses referidas nos incisos IV e VII do art. 9º. § 2º Considera-se chegada a carga que já tenha sido informada.outros. mediante função própria do Siscomex. ou aquela que esteja em situação que permita a vinculação da declaração ao conhecimento de carga correspondente.mediante a requisição do Ministério das Relações Exteriores. quando se tratar de importação realizada por missão diplomática ou semelhante. os incisos VII e VIII do art. Os documentos referidos no artigo anterior serão mantidos em poder do importador pelo prazo previsto na legislação.via original da fatura comercial. A DSI será instruída com os seguintes documentos: I . Art.SRF lotado na Unidade onde será processado o despacho aduaneiro. e V. 3º . composto pelo código da Unidade seguido do número seqüencial de identificação do documento.após a chegada da carga. 9º A DSI de que trata o art. Art.se não for constatada qualquer irregularidade impeditiva do registro. Parágrafo único. Registro da Declaração Art.ECT ou de empresa de transporte internacional expresso. bem como aquela que decorra do descumprimento de limite ou condição estabelecida nesta Instrução Normativa. a Unidade local da SRF colocará à disposição do importador o equipamento necessário à formulação da DSI.

A exigência para cumprimento de formalidades legais ou regulamentares. 21. § 2º Na hipótese do parágrafo anterior. O titular da Unidade da SRF responsável pelo despacho aduaneiro poderá autorizar a entrega da mercadoria ao importador antes de totalmente realizada a conferência aduaneira. Quando se tratar de declaração registrada no Siscomex. instruída com os respectivos documentos.Seleção para Conferência Aduaneira Art. Art. 19. Art. na hipótese de aplicação do art. tenha sido dispensada de conferência aduaneira será desembaraçada mediante procedimento automático do sistema. A verificação da mercadoria será realizada na presença do importador ou de seu representante. 4º. ou II . A conferência aduaneira de mercadoria objeto de DSI selecionada nos termos do art.mediante consignação no campo próprio da declaração. 16. após o registro da conclusão dessa conferência. A seleção para conferência aduaneira referida no artigo anterior será efetuada de conformidade com os critérios estabelecidos pela Coordenação-Geral do Sistema Aduaneiro . se for o caso. 24. hipótese em que ficam dispensados o exame documental. 14. Art. a manifestação do órgão será realizada no sistema. a DSI impressa. mediante a apresentação de garantia. os documentos instrutivos da DSI registrada no Siscomex serão devolvidos ao importador. Após o desembaraço aduaneiro.com conferência aduaneira. quando for o caso. Art. a entrega da mercadoria ao importador será feita mediante a apresentação do Comprovante de Importação emitido pelo Siscomex ou da respectiva via da DSI. Art. bem como a ciência do importador. A mercadoria cuja DSI. registrada no Siscomex. A mercadoria objeto de exigência fiscal de qualquer natureza. O importador prestará à fiscalização aduaneira as informações e a assistência necessárias à identificação da mercadoria e. A entrega da mercadoria ao importador. 14 deverá ser concluída no prazo máximo de um dia útil. 17. Desembaraço Aduaneiro Art. ambiental ou de segurança. 13. somente será desembaraçada após a autorização do órgão competente. 18.sem conferência aduaneira. A mercadoria sujeita a controle sanitário. Formalização de Exigências Art. a seleção será realizada por intermédio do sistema. pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal . 102 . somente será feita após confirmado o seu desembaraço aduaneiro no MANTRA. que não implique constituição de crédito tributário. A entrega da mercadoria ao importador somente será realizada após o respectivo desembaraço aduaneiro.AFRF responsável. ou II . o importador entregará na Unidade da SRF que jurisdiciona o local onde se encontre a mercadoria a ser submetida a despacho aduaneiro. Conferência Aduaneira Art. Art. 23. nas unidades onde esteja implantado esse sistema. Parágrafo único. contado do dia seguinte ao da entrega da declaração e dos documentos que a instruem.COANA e pelo titular da Unidade da SRF responsável pelo despacho aduaneiro. 22. Os bens submetidos a despacho aduaneiro com base em DSI poderão ser desembaraçados: I . pelo depositário. 15. formulada no curso do despacho aduaneiro. Art. tendo em vista a natureza da mercadoria ou as circunstâncias específicas da operação de importação. a verificação física e o exame do valor aduaneiro. nos termos de legislação específica. quando se tratar de DSI registrada no sistema ou no campo próprio do formulário da DSI. Nas Unidades da SRF onde ainda não esteja implantado o MANTRA. O desembaraço da mercadoria cuja DSI tenha sido selecionada para conferência aduaneira será realizado: I . 20. somente será desembaraçada após o respectivo cumprimento ou. Parágrafo único. Art. salvo quando a conclusão depender de providência a ser cumprida pelo importador. Parágrafo único. constatado no curso do despacho aduaneiro em decorrência de declaração inexata. que deverá mantê-los em seu poder pelo prazo previsto na legislação. hipótese em que a mercadoria somente será desembaraçada e entregue ao importador após a realização do exame documental e da verificação física e.automaticamente. serão formalizadas no Siscomex. Parágrafo único. na hipótese da utilização do formulário de que trata o art. quando for o caso. em situações justificadas. 4º . ao exame do valor aduaneiro. do do exame do valor aduaneiro. no sistema. § 1º No caso de DSI registrada no Siscomex.

b) indeferimento de pedido para concessão de regime aduaneiro especial. III . Parágrafo único. do Distrito Federal e dos Municípios. 30. até o limite de US$10. na hipótese de aplicação do art.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. Comprovante de Importação Art.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da 103 . decorrentes de incorreções constatadas no curso do despacho de importação ou em procedimento de revisão aduaneira. com ou sem cobertura cambial. ambiental ou de segurança exercido pelo órgão competente.contidos em encomenda aérea internacional. Art.CNPJ ou no CPF. inicia-se a contagem do prazo a que se refere o § 1º do art. para caracterização do abandono da mercadoria submetida a despacho aduaneiro. 28.não atendimento de controles a cargo de outro órgão ou de requisitos legais específicos.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. o titular da Unidade da SRF responsável pelo despacho aduaneiro poderá autorizar o cancelamento de declaração já registrada. V.000. § 2º O cancelamento da declaração será feito por meio de função própria do Siscomex.000. § 1º O cancelamento da declaração. até o limite de US$10.que devam ser devolvidos ao exterior por: a) erro manifesto ou comprovado de expedição. IV . c) não atendimento a exigência de controle sanitário. serão formalizadas no Siscomex pelo AFRF responsável. nos termos deste artigo. II . A alteração ou inclusão de informações prestadas na declaração. 27.contidos em remessa postal internacional. nas seguintes hipóteses: I . ou b) instituição de assistência social. até o limite de US$10. autárquica ou fundacional. ou d) qualquer outro motivo.000. à Unidade da SRF responsável pelo despacho aduaneiro ou ao recinto alfandegado onde se encontre a mercadoria.exportados por pessoa física.030. até o limite de US$10. que serão submetidas a despacho aduaneiro mediante a utilização de formulários próprios. Sem prejuízo do disposto neste artigo. dos Estados. À vista de requerimento fundamentado do importador. reconhecido pela autoridade aduaneira. Cientificado o importador da exigência. VII . 4º. de 21 de dezembro de 1995. 29. em casos de guerra ou calamidade pública.00 (dez mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda.quando a importação não se enquadrar nas hipóteses previstas para utilização de DSI.000. com ou sem cobertura cambial. reparo ou restauração. para posterior retorno ao País no mesmo estado ou após conserto. DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DE EXPORTAÇÃO Art.exportados. inclusive posteriormente a sua efetivação. de qualquer dos Poderes da União. mediante a prestação das informações constantes do Anexo V. por: a) órgão ou entidade integrante da administração pública direta. 461 do Regulamento Aduaneiro. que exijam a devolução da mercadoria ao exterior. II . Excluem-se do procedimento estabelecido neste artigo as exportações de que tratam os arts. A DSE apresentada nos termos do caput do artigo anterior será utilizada no despacho aduaneiro de bens: I . de 5 de março de 1985. em terminal conectado ao Siscomex. ou III . VI . Retificação da Declaração Art. Art.exportados por pessoa jurídica. quando se tratar de DSI registrada no sistema.ocorrência de erro na formulação da DSI relativamente ao número de inscrição do importador no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . não exime o importador da responsabilidade por eventuais delitos ou infrações. será formalizada em notificação de lançamento ou auto de infração. A Declaração Simplificada de Exportação . após a efetivação do desembaraço da mercadoria no sistema. da qual resulte falta ou insuficiência de recolhimento dos impostos incidentes ou imposição de penalidade. ou no verso do formulário da DSI.reexportados na forma do inciso I do art. quando for o caso. a título de ajuda humanitária. constatados pela fiscalização.sob o regime de exportação temporária. VIII . aprovado pelo Decreto nº 91. 26.DSE será formulada pelo exportador ou seu representante. O Comprovante de Importação será emitido pelo Siscomex. 31 e 32. Cancelamento da Declaração Art. de 1999. observado o disposto na Portaria MF nº 306. 25. a exigência do crédito tributário decorrente de infração à legislação vigente.Parágrafo único. 16 da Instrução Normativa nº 150.

respectivamente.bens de caráter cultural. ainda.se verificada a regularidade cadastral do exportador. dos Anexos VI e VII a esta Instrução Normativa. composto pelo código da Unidade seguido do número seqüencial de identificação do documento. CN-23 ou CP-72. O registro somente será efetuado: I . instruída com os documentos próprios para cada caso. formulada na própria declaração.00 (mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. mediante aposição de número. e data. reiniciada a cada ano. § 1º Será admitido o registro DSE por solicitação da ECT ou de empresa de transporte internacional expresso.após a manifestação favorável da autoridade competente pelo controle específico a que esteja sujeita a mercadoria. quando sujeita a armazenamento. IX . bem assim por seus respectivos integrantes.00 (mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda. A DSE será registrada por solicitação do exportador ou seu representante.mediante a requisição do Ministério das Relações Exteriores. 34. repartição consular de carreira e de caráter permanente. funcionários. no despacho aduaneiro de veículo para uso do viajante no exterior. III . se for o caso. § 2º A impossibilidade de acesso ao Siscomex a que se refere o inciso VII deste artigo será reconhecida pelo titular da unidade as SRF responsável pelo despacho aduaneiro da mercadoria.DSE e Folha Suplementar da DSE constantes. 35. Parágrafo único. quando não for possível o acesso ao Siscomex.após a informação. quando se tratar das exportações a que se referem. Art. VI . dispensada a apresentação de DSE.integrantes de bagagem desacompanhada. sem cobertura cambial e sem finalidade comercial. transportados por empresa de transporte internacional expresso porta a porta.000. Registro da Declaração Art. § 3º Quando se tratar de exportação eventual realizada por pessoa física. A DSE de que trata o art. os incisos VII e VIII do art. Parágrafo único. contado da data de sua numeração. sem cobertura cambial e sem finalidade comercial. nas hipóteses previstas na Instrução Normativa nº 40. que retorne ao exterior por via terrestre e por seus próprios meios.000. § 2º A DSE elaborada pelo exportador e não submetida para registro no prazo de quinze dias. mediante a sua numeração automática única. no âmbito de sua jurisdição. 31. em virtude de problemas de ordem técnica. Art.exportações realizadas por pessoa física ou jurídica. quando se tratar de exportação realizada por missão diplomática ou semelhante. submetido ao regime de admissão temporária. dos dados relativos ao embarque da mercadoria. respectivamente. no Siscomex.após informada a presença da carga. ou delegação acreditada junto ao Governo Brasileiro. cujo valor não ultrapasse US$ 1. V . efetuada no campo próprio da declaração ou em documento específico por ela emitido. Art. e III . será automaticamente cancelada.exportações previstas no art.amostras sem valor comercial.animais de vida doméstica. a DSE poderá ser elaborada por servidor da SRF lotado na Unidade onde será processado o despacho aduaneiro. 33. 104 . pelo Siscomex. no Siscomex. aprovados pela União Postal Universal (UPU). peritos ou técnicos. exceto quando sair do País por seus próprios meios. II . IV . Art. O registro da DSE somente será efetivado: I . de 13 de abril de 1999.exportações realizadas por missão diplomática. mediante a utilização dos formulários C-1. quando se tratar de: I . representação de organismo internacional de que o Brasil faça parte. 31 será registrada pela Unidade local da SRF onde será processado o despacho aduaneiro. 32. 30. sujeita ao controle de cota ou ao pagamento do imposto de exportação. e VII . pelo Siscomex. II . Os bens integrantes de remessas postais internacionais enviadas ao exterior por pessoa física ou jurídica. seqüencial e nacional. A DSE de que trata este artigo será utilizada.América) ou o equivalente em outra moeda. II . 30. por mais de quatro horas consecutivas. na hipótese de exportação por via rodoviária. § 1º O disposto no inciso II do parágrafo anterior não se aplica quando se tratar de produto cuja exportação esteja proibida. até o limite de US$ 1. poderão ser submetidos a despacho aduaneiro com base no documento Declaração para a Aduana emitido pela ECT. sem cobertura cambial e sem finalidade comercial. O despacho aduaneiro de exportação será processado com base em declaração formulada mediante a utilização dos modelos de formulários Declaração Simplificada de Exportação .reexportação de veículo de viajante residente no exterior.

30. A conferência aduaneira de mercadoria objeto de DSE. o início e a conclusão do trânsito aduaneiro das mercadorias cuja saída do País ocorra em Unidade da SRF diversa daquela responsável pelo despacho aduaneiro. Os documentos deverão ser mantidos em poder do exportador. para apresentação à fiscalização aduaneira quando solicitada. Parágrafo único. 36. marítima. após as devidas correções. quando se tratar de transporte por via aérea. fluvial ou lacustre. 37. Na hipótese de exportação por via rodoviária. 45. ou por solicitação justificada do exportador. Após o registro no Siscomex. Na hipótese de divergência das informações referidas neste artigo. Parágrafo único. registrada no Siscomex. 43. Após o desembaraço aduaneiro. 30 da Instrução Normativa nº 28. 39. As exigências formuladas pelo AFRF no curso do despacho aduaneiro serão informadas ao exportador por meio do Siscomex. decorrentes de incorreções constatadas no curso do despacho aduaneiro ou em procedimento de revisão aduaneira serão formalizadas no Siscomex pelo AFRF responsável. deverá ser concluída no prazo máximo de seis horas. Formulação de Exigências Art. no Siscomex. no sistema. lacustre ou terrestre. Art. A fiscalização aduaneira informará. contado do dia seguinte ao da entrega dos documentos que a instruem. na hipótese de aplicação do art. 31. 44. § 2º O despacho aduaneiro será interrompido nos casos previstos no art. selecionada nos termos deste artigo. Parágrafo único.COANA e pela Unidade local da SRF. 40. Seleção e Conferência Aduaneira Art. Também deverão ser informadas. O transportador informará. Parágrafo único. Retificação e Cancelamento da DSE Art. as alterações do prazo concedido.via original do conhecimento de carga ou documento equivalente nas exportações por via terrestre. o exportador também poderá informar o embarque da mercadoria. 48.Instrução da Declaração Art. nas hipóteses de prorrogação da vigência do regime. § 1º Cientificado o exportador e cumprida a exigência esta será baixada pelo AFRF. Art. quando for o caso. Averbação do Embarque Art. a averbação do embarque será realizada pelo AFRF. o prazo concedido para a permanência no exterior. A seleção para conferência a que se refere o artigo anterior será efetuada de acordo com parâmetros e critérios estabelecidos pela Coordenação-Geral do Sistema Aduaneiro . 42. quando for o caso. A mercadoria cuja DSE. Parágrafo único. O desembaraço da mercadoria cuja declaração tenha sido selecionada para o canal vermelho será registrado no Siscomex pelo AFRF designado para realizar a conferência aduaneira. II . ou no verso do formulário da DSE. antes do registro da DSE. na hipótese de aplicação do art. ou no campo próprio do formulário da DSE. no sistema. indicados em legislação específica. Na hipótese do art. mesmo após a conclusão do despacho aduaneiro. para fins de identificação daquelas a serem objeto de conferência aduaneira. A DSE poderá ser cancelada pela autoridade aduaneira. 38. de ofício. a efetiva saída da mercadoria do País. 105 . de 27 de abril de 1994.outros. pelo prazo previsto na legislação. quando for o caso. Art. os documentos instrutivos da DSE serão devolvidos ao exportador. o sistema averbará automaticamente os despachos aduaneiros cujas informações do embarque correspondam àquelas prestadas na DSE. 41. quando se tratar de DSE registrada no sistema. Controle do Embarque Art. III. após a averbação do embarque. 47.primeira via da Nota Fiscal. que deverá mantê-los em seu poder pelo prazo previsto na legislação. Desembaraço Aduaneiro Art. Comprovante de Exportação Art. quando for o caso. as DSE serão submetidas ao módulo de seleção parametrizada do sistema. Início e Conclusão do Trânsito Aduaneiro Art. A alteração ou inclusão de informações prestadas na declaração. 31. tenha sido selecionada para o canal verde de conferência aduaneira será desembaraçada mediante procedimento automático do sistema. no Siscomex. O AFRF responsável pelo desembaraço aduaneiro da mercadoria objeto de exportação temporária informará. O Comprovante da Exportação será emitido pelo Siscomex. Art. Controle da Exportação Temporária Art. salvo quando a conclusão depender de providência a ser cumprida pelo exportador. fluvial. 46. 49. A DSE será instruída com os seguintes documentos : I .

Tabela Simplificada de Designação e de Codificação de Produtos . poderá ser utilizada na formulação de DSI para o despacho aduaneiro: I. 54. 52. por técnico estrangeiro. com base no respectivo conhecimento de carga ou documento equivalente e cópia do atestado de óbito. de assistência técnica a bens importados. de conformidade com os limites e condições estabelecidos na Instrução Normativa nº 118. EVERARDO MACIEL ANEXOS Anexo V . § 1º A matriz dos formulários para elaboração das declarações estará disponível.Tabela Simplificada de Produtos Art.TSP. na gramatura 75 g/m2. 4º e 31 devem ser apresentadas em papel ofsete branco. por meio de Ato Declaratório.TSP 106 . b) destinados a espetáculos. dispensado o registro no SISCOMEX. Art. As vendas realizadas na forma deste artigo não geram. 57. Parágrafo único. DISPOSIÇÕES FINAIS Art. sujeita ao pagamento de tributos. III . ao depositário. exposições e outros eventos artísticos. Art. § 2º As empresas interessadas ficam autorizadas a imprimir e comercializar os formulários de que trata este artigo. As declarações de que tratam os arts. f) destinados ao exercício temporário de atividade profissional de não residente.Formulário Declaração Simplificada de Exportação . de 10 de novembro de 1992. 55." (NR) Art.. Art. para cópia.de admissão temporária de bens: a) de caráter cultural. 51. g) destinados ao uso do imigrante. d) destinados à prestação. será processado com base na respectiva Nota Fiscal. de 8 de novembro de 1999. bem como das hipóteses de sua utilização serão divulgadas por meio de Ato declaratório da COANA. para o vendedor.RTS.de bagagem desacompanhada. de 27 de abril de 1994. de 14 de outubro de 1999 e nº 128. 50. A COANA orientará sobre os procedimentos que deverão ser adotados nas situações descritas nesta Instrução Normativa para as quais ainda não tenha sido implantada função específica no Siscomex. O desembaraço aduaneiro da urna somente será efetuado após manifestação da autoridade sanitária competente. enquanto não obtido o visto permanente. no tamanho 210 X 297 mm e impressos na cor preta. nem a qualquer outro benefício ou incentivo à exportação. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. passa a vigorar com a seguinte redação: "Art.em casos justificados e não previstos nesta Instrução Normativa. desde que integrantes de sua bagagem. constante do Anexo VIII a esta Instrução Normativa. 53.DSE Anexo VI . em três vias. sendo a 1ª via destinada à Unidade local da SRF. ou na página da SRF na Internet. V . Parágrafo único. a utilização dos formulários de que tratam os arts. c) destinados a competições ou exibições desportivas.de bens submetidos ao Regime de Tributação Simplificada . e) destinados à assistência e salvamento em situações de calamidade ou de acidentes de que decorram dano ou ameaça de dano à coletividade ou ao meio ambiente. Parágrafo único. As eventuais atualizações da TSP. 65. II . A COANA poderá autorizar. direito a isenção de tributos.DITEC. Ficam revogadas as Instruções Normativas nº 124. em virtude de garantia. inclusive no comércio de subsistência das populações fronteiriças. no rodapé. O despacho aduaneiro de urnas funerárias será processado em caráter prioritário e mediante rito sumário. residentes no exterior.DSE Anexo VII . IV .DSE Anexo VIII . Art. Art. A Tabela Simplificada de Designação e de Codificação de Produtos . o nome e o número de inscrição no CNPJ da empresa responsável pela impressão. O despacho aduaneiro de mercadorias adquiridas no mercado interno. logo após a descarga ou antes do embarque. 56. ao interessado e a 3ª via. 65 da Instrução Normativa nº 28.de bens objeto de imunidade.Folha Suplementar . e h) destinados ao uso de viajante não residente.de bens substituídos em decorrência de garantia. 4º e 31. § 3º Os formulários destinados a comercialização deverão conter. das Superintendências Regionais. O art. a 2ª via. nas Divisões de Tecnologia e Sistemas de Informação .Declaração Simplificada de Exportação .

exceto para mercadoria a granel. Natureza da operação Identificação do tipo de exportação para a qual será elaborada a declaração de exportação. Caso existam destaques NCM para a referida classificação ou a mercadoria a ser exportada não se enquadre em nenhum dos destaques. 24. 17. reexportados ou devolvidos. administrada pela SRF. UL de despacho Unidade da SRF responsável pela execução dos procedimentos necessários ao desembaraço aduaneiro da mercadoria exportada. de acordo com a tabela Órgãos da SRF. 3. Carga armazenada Indicativo de armazenamento ou não. Moeda Código da moeda negociada. 6. valor e descrição dos bens exportados. na condição de venda. no caso de retorno ao exterior de mercadoria objeto de admissão temporária. 10. País de destino final Código do país de destino final da mercadoria exportada. em dias. Descrição Descrição complementar da mercadoria exportada. 9. Relação de bens Quantidade. Declaração vinculada Número e data de registro da declaração de importação vinculada. 107 . 23. quando se tratar de erro de expedição. 14. Peso líquido Peso líquido das mercadorias objeto do despacho. 5. administrada pelo BACEN. 2. Peso bruto Peso bruto total das mercadorias exportadas. na unidade de medida estatística estabelecida para a NCM 18. de acordo com a tabela Países.Instrução Normativa SRF nº 155. doação em caráter de ajuda humanitária. bens de caráter cultural. 13. 22. Quantidade na unidade de medida Quantidade de mercadoria exportada. Veículo transportador Identificação do veículo transportador da mercadoria exportada 11. devolução ou indeferimento de regime aduaneiro especial. Prazo de exportação temporária Prazo. Unidade de comercialização Unidade de comercialização da mercadoria e quantidade exportada na unidade. em recinto alfandegado. administrada pela SRF. Valor na condição de venda Valor da mercadoria exportada. 21. na moeda negociada. NCM Código da mercadoria segundo a Nomenclatura Comum do Mercosul – NCM 16. 15. conforme a natureza da operação de exportação: 1. 19. 4. UL de embarque Unidade da SRF responsável pelo controle do embarque ou da transposição de fronteira da mercadoria exportada. Volumes Espécie. conforme tabela Moedas. Via de transporte Via utilizada no transporte internacional de carga. deverão ser prestadas as seguintes informações. conforme tabela. administrada pelo BACEN. solicitado para a permanência da mercadoria no exterior. de 22 de dezembro de 1999 Anexo V Na elaboração da DSE. de acordo com a tabela Órgãos da SRF. o exportador deverá informar o código 999. da carga a ser exportada. quantidade e marcação dos volumes objeto do despacho. para fins de anuência de outro órgão. em Reais. Valor total da mercadoria Valor total das mercadorias objeto do despacho. Identificação do exportador Número de inscrição do exportador no CNPJ ou no CPF 7. 8. Representante legal Número do CPF da pessoa habilitada a representar o exportador ou da pessoa habilitada a representar a ECT ou a empresa de transporte internacional expresso. Tipo de exportador Identificação da pessoa que está promovendo a saída do País da mercadoria exportada. expresso em Kg (quilograma) e fração de até cinco casas decimais 20. conforme tabela. 12. Destaque Destaque da mercadoria dentro do código NCM. expresso em Kg (quilograma) e fração de até cinco casas decimais.

RELAÇÃO DE BENS ITEM QTDE. CONTROLE SANITÁRIO. a regularidade da exportação a irregularidade da exportação. para fins de desem baraço de saída do Pais. Local e data Assinatura do ex portador/representante legal 5. certifico: F orm ulo a presente requ is ição ao titular da Secretaria da R eceita F ederal responsável pelo despacho aduaneiro dos bens relacionados nesta D SE. DADOS SOBRE A CARGA TRANSPORTADOR IDENTIFICAÇÃ O DO VEÍCULO NÚMERO DO CONHECIMENTO QTDE DE VOLUM ES PESO BRUTO (kg) PESO LÍQU IDO (kg) PAÍS DE DESTINO 4. UNID. USO EXCLUSIVO DA SRF UNIDADE DA SRF DE SAÍDA DO PAÍS DESEMBARAÇO ADUANEIRO NOME DO AFRF Atesto a chegada dos bens desem baraçados. DESPACHO ADUANEIRO NATUREZA D A OPERAÇÃO INFORMAÇÕES C OMPLEMENTARES M issão diplom ática ou sem elhante Outra: (Especificar) 3. AMBIENTAL OU DE SEGURANÇA Órgão responsá vel: ________ _____________ _____________ _____________ C oncluída a verificação. NOME DO AFRF MATRÍCULA DATA ASSINATURA MATRÍCULA DATA ASSINATURA OBSERVAÇÕES Aprovado pe la IN/ SRF nº 15 5/1 999 108 . DESCRIÇÃO VALOR (R$) C ontinua em folha suplem entar: Sim Não TOTAL A presente declaração é a express ão da verdade. EXPORTADOR NOME / NO ME EM PR ESARIAL M ATRÍCULA N O MRE (núm e ro e sigla) ENDEREÇO COMPLETO PASSAPORTE/ CARTEIRA DE IDENTIDADE NATUREZA DO VISTO NACIONALIDADE DATA DO EM BARQUE REPRESE NTANTE LEGAL CPF NÚMERO DO REGISTRO 2.MIN ISTÉR IO D A FAZEN D A SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL C OOR D EN AÇ ÃO-GER AL DO SISTEM A AD U AN EIR O DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DE EXPORTAÇÃO REGISTRO N úm ero D ata DSE CPF / CNPJ 1. REQUISIÇÃO DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES 6. em virtude___________________ _____________ ________ ________ ________ ________ ________ o que determ ina a adoção da seguinte providência em relação aos bens:_________ __________ __________ __________ __________ _____________ ________ ________ ________ ________ ________ NOME DA AUTORIDADE NOM E DA AUTORIDADE DATA ASSINATURA DATA ASSINATURA 7.

_________ de ____________ RELA ÇÃO DE B ENS EXPORTA DOS ITEM QTDE.MINISTÉRIO D A FAZEND A SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL C OOR D EN AÇ ÃO-GER AL DO SISTEM A AD U AN EIR O DSE Nº ___________________ FOLHA SUPLEMENTAR Fl. UNID. DESCRIÇÃO VALOR (R$) Aprovado pe la IN/ SRF nº 15 5/1 999 109 .

Havendo códigos igualmente específicos.Anexo VIII TABELA SIMPLIFICADA DE DESIGNAÇÃO E DE CODIFICAÇÃO DE PRODUTOS – TSP Regras gerais para a classificação de produtos na TSP Regra 1: Os produtos devem ser obrigatoriamente classificados por códigos de quatro dígitos..00 Pérolas. metais preciosos. pedras preciosas ou semipreciosas. tal produto deve ser classificado no código mais específico. Regra 2: Caso um produto possa classificar-se em mais de um código na Tabela.. bijuterias. 110 . o produto classificar-se-á no código situado em último lugar na ordem numérica. metais preciosos. 20. de 22 de dezembro de 1999 . bijuterias.Instrução Normativa SRF nº 155. metais folheados ou chapeados de metais preciosos. metais folheados ou chapeados de metais preciosos. e suas obras. Capítulo 20 Pérolas. . pedras preciosas ou semipreciosas. e suas obras.

METAIS PRECIOSOS. 12/2003 ANEXO B PEDRAS PRECIOSAS E SEMIPRECIOSAS.ANEXO IV Portaria SECEX n°. SUAS OBRAS E ARTEFATOS DE JOALHARIA I .CONDIÇÕES GERAIS: 111 . 12 de 2003 – ANEXO B Portaria SCE nº.

será apresentada pelo comprador à fiscalização aduaneira. são consideradas exportações e obedecerão a sistemática a seguir: a) A aplicação do disposto no item anterior fica limitada às mercadorias discriminadas neste Anexo.As vendas de pedras preciosas e semipreciosas. com base no movimento das vendas realizadas em cada quinzena do mês. obras derivadas e artefatos de joalharia. contendo. as seguintes características: e. conforme modelo e instruções contidos neste Anexo. c) A primeira via da Nota Fiscal de Venda. ou então. Um RE só poderá abranger operações com pagamento em espécie.3) sejam efetuadas em modalidades de pagamento equivalentes. carimbo padronizado. ou . d) O estabelecimento vendedor deverá efetuar to Registro de Exportação das operações de que trata o item “l”. cumulativamente.espécie = cheque = traveller's check.2) sejam cursadas na mesma moeda.cartão de crédito internacional. realizadas no mercado interno a não residentes no País ou em lojas francas a passageiros com destino ao exterior. como a seguir: ..1) O comprador não residente poderá optar por remeter a mercadoria adquirida diretamente ao exterior por meio de empresa transportadora ou de outra pessoa física não residente. metais preciosos. 112 . sendo fundamental nesse caso que todas as operações apresentem. e. até o último dia da quinzena subseqüente e) Cada registro poderá amparar mais de uma venda. em todas as suas vias. quando solicitada. no aeroporto. com pagamento em moeda estrangeira. relacionando de várias Notas Fiscais.1) tenham o mesmo país de destino. somente com cartão de crédito internacional. cheque ou traveller’s check. porto ou ponto de fronteira alfandegado por onde sair do País. e. Obs. no SISCOMEX. c. a ser emitida pelo estabelecimento vendedor. devidamente carimbada. e. b) A mercadoria terá corno documento hábil de saída do País Nota Fiscal de venda.

105mm b) Instruções de preenchimento: PORTADOR/TRANSPORTADOR . MOEDA. Ex..Na hipótese de remessa de mercadoria. VALOR TOTAL EM MOEDA ESTRANGEIRA .Preencher com o número do passaporte do portador da mercadoria. EQUIVALENTE EM MOEDA NACIONAL .Preencher com o valor efetivo da transação em moeda estrangeira. informar o número do documento correspondente..Preencher com o país a que se destina a mercadoria. no caso de remessa....II – MODELO/INSTRUÇÕES PADRONIZADO DE PREENCHIMENTO DO CARIMBO a) Modelo: O carimbo padronizado será aposto em todas as vias da Nota Fiscal pelo estabelecimento vendedor..... Portador/Transportador Passaporte/País Emissor País de Destino Final Valor Total em Moeda Estrangeira Conhecimento de Transporte Moeda Equivalente em Moeda Nacional Dimensões: Altura. 113 .Preencher com o nome completo da moeda estrangeira de negociação.: Dólar dos Estados Unidos. Poderá ser utilizada a Carteira de Identidade para os casos previstos na legislação brasileira. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ... informando o país emissor.... do transportador da mercadoria.50mm Comprimento..Preencher com o valor total em moeda nacional da Nota Fiscal..Preencher com o nome do portador ou. PAIS DE DESTINO FINAL ......... PASSAPORTE/PAÍS EMISSOR .

Quartzo rutilado em bruto ou simplesmente serrado ou desbastado .99. não industriais.99.0304 7103.Crisoberilos em bruto ou simplesmente serrados ou desbastados . não industriais em bruto ou simplesmente serrados.Granadas em bruto ou simplesmente serradas ou desbastadas .9900 7103.Quartzo róseo trabalhado de outros modos .0308 7103.0702 7103.Citrino em bruto ou simplesmente serrado ou desbastado .0703 7103.Quartzo fume trabalhado de outros modos .Diamantes não montados nem engastados.08 7103.0310 7103.Hiddenita trabalhada de outros modos .10.10.1100 7103.10.10.0302 7103.Turmalinas trabalhadas de outros modos .0703 PRODUTO .99.Safiras trabalhadas de outros modos .Quartzo morion em bruto ou simplesmente serrado ou desbastado .91.Quartzo fuma em bruto ou simplesmente serrado ou desbastado . .10.04 7103.10.0100 7103.0301 7103.Hiddenita em bruto ou simplesmente serrada ou desbastada .Ametista em bruto ou simplesmente serrada ou desbastada .06 7103.99.Quartzo róseo em bruto ou simplesmente serrado ou desbastado . 7102. crivados ou desbastados.0301 7103.Berilos em bruto ou simplesmente serrados ou desbastados .39.0302 7103.99.10.10.91.10.0100 7103.Coridons em bruto ou simplesmente serrados ou desbastados .10 7103.0303 7103.Turmalinas em bruto ou simplesmente serradas ou desbastadas .Qualquer outro quartzo em bruto ou simplesmente serrado ou desbastado .0702 7103.Kunzita em bruto ou simplesmente serrada ou desbastada . não montados nem engastados.Citrino trabalhado de outros modos .10.10.0303 7103.10.0304 7103.Kunzita trabalhada de outros modos 114 .0307 7103.99.Quartzo morion trabalhado de outros modos .Topázios trabalhados de outros modos .99.0399 7103.99.0399 7103.MERCADORIAS DE QUE TRATA O ITEM 2 DO TÍTULO I DESTE ANEXO: NCM/SH 7102.Serilos trabalhados de outras modos .04 7103.0300 7103.Rubis trabalhados de outros modos .99.0100 7103.Andaluzita em bruto ou simplesmente serrada ou desbastada .Ágatas trabalhadas de outros modos .02 7103.10.05 7103.0307 7103.Agatas em bruto ou simplesmente serradas ou desbastadas.99.10. .99.02 7103.Turquesa em bruto ou simplesmente serrada ou desbastada .Diamantes.99.99.0200 7103. lapidados.10.10.Ouartzo rutilado trabalhado de outros modos .10.31.Topázios em bruto ou simplesmente serrados ou desbastados .Ametista trabalhada de outros modos .0100 7103.99. .0308 7103.III .91.05 7103.Opalas em bruto ou simplesmente serradas ou desbastadas .Ametista bicolor trabalhada de outros modos .Ametista bicolor em bruto ou simplesmente serrada ou desbastada .Crisoberilos trabalhados de outros modos .10.Qualquer outro quartzo trabalhado de outros modos .09 7103.0310 7103.10.06 7103.10.Esmeraldas trabalhadas de outros modos .99.

..Artefatos de ourivesaria a suas partes..08 7103.0300 7110....0100 7113...... 71 da NCM/SH.. de prata Chapas....Opalas trabalhadas de outros modos Andaluzita trabalhada de outros modos Chapas.0000 7113. de prata .. com ou sem fecho IV . Joalharia de ouro do Cap.0100 7116.Turquesa trabalhada de outros modos . de metais comuns... folheados ou chapeados de prata .. 71 da NCM/SH ..92. lâminas........Artefatos de joalharia e suas partes.Artefatos de ourivesaria e suas partes.. Demais artigos do Cap..Artefatos de joalharia e suas partos.0100 7114.INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO RE1 1.99.71.. de metais comuns..0100 7114..0010 0000. folheada ou chapeada de outros metais preciosos . para uso não monetário Chapas. mesmo revestida. mesmo revestido...0040 1 Incluído pela Port. inclusivo colar.. de pérolas naturais ou cultivadas . conforme abaixo: Mercadoria • • • • Pedras em bruto do Cap.11.71.Artefatos de ourivesaria e suas partes..0020 0000.20. folheado ou chapeado de outros metais preciosos .0900 7103.... 71 da NCM/SH.. mesmo revestido. folhas e tiras.Artefatos de joalharia a suas partes.0200 7113...0300 7108...10 7103.20.13....99.0000 7114.Artefatos de ourivesaria e suas partes. Código a ser Informado 0000.20.. mesma revestida.......Obras de pedras preciosas ou semipreciosas.0100 .....0101 7116. Consignar código especial no campo 11-a do RE... folheados ou chapeados de ouro .. lâminas.. de prata.20.... de metais comuns.71...... folheado ou chapeado de outros metais preciosos .Colar com ou sem facho e colar para enfiar.. folhas o tiras.Pastilhas para contatos elétricos...71.... SECEX 8/93 115 .. de ouro.. de ouro.... de platina ...0200 7114.Artefatos de joalheria e suas partes..0200 7115.99.... Pedras lapidadas ou trabalhadas de outros modos do Cap.1100 7106......90. folheados ou chapeados de prata .. lâminas. 71 da NCM/SH.11....10.19.....19.. de prata..19.20.0100 7113. folheada ou chapeada de outros metais preciosos .. de ouro.. folheados ou chapeados de ouro ....0030 0000.Granadas trabalhadas de outros modos .99. de metais comuns... folhas e tiras..7103.....

..'”.2.º 2/92 (Anexo B ...º e data das Notas Fiscais). endereço e país. Declarar no campo 24 do RE: “ Exportação de produtos do capítulo 71 da NCM/SH. Campos 6-a (importador) e 6-b (endereço) do RE: no casa de um único importador: declarar nome. no caso de vários importadores: consignar "diversos". nos termos da Portaria SCE n. 116 . (informar n. 3.Título III). Mercadorias vendidas ao amparo da(s) Nota(s) Fiscal(is) .

ANEXO V Instrução Normativa da SRF n°. 346/03 117 .

série. e III . aprovado pela Portaria MF Nº 259.relação das pessoas físicas que poderão transportar as mercadorias exportadas e. § 4º A relação referida no inciso II do § 1º deste artigo poderá ser alterada a qualquer tempo pela requerente. com cobertura cambial. § 1º O despacho de exportação deverá ser instruído com: I . na data da protocolização do pedido: I . V .2003 Dispõe sobre procedimento simplificado de despacho aduaneiro de exportação em consignação de pedras preciosas ou semipreciosas e de jóias. 118 . registrada no Siscomex. 1º O despacho aduaneiro de exportação em consignação de pedras preciosas ou semipreciosas e de jóias transportadas por mandatário de empresa do setor. c) prazo previsto para o retorno da viagem. 7113. de 28 de julho de 2003. quando for o caso. bem assim o de retorno ao País das mercadorias não vendidas. Art. 2º Poderá habilitar-se aos procedimentos simplificados de que trata esta Instrução Normativa a empresa industrial ou comercial de joalheria.cópia do bilhete da passagem aérea relativa à viagem de exportação. 3º A habilitação para aplicação dos procedimentos simplificados de que trata esta Instrução Normativa deverá ser requerida pela empresa interessada à unidade da Secretaria da Receita Federal (SRF) onde pretenda promover os despachos aduaneiros de exportação em consignação e de retorno ao País das mercadorias não vendidas. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL.nome empresarial e CNPJ. no âmbito das ações previstas no Programa Especial de Exportações (PEE) coordenado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). e VII . IV . de 24 de agosto de 2001. 1º será processado com base em Declaração para Despacho Aduaneiro de Exportação (DDE). II . DOU de 30.documento firmado pelo representante da empresa requerendo o despacho de exportação nos termos desta Instrução Normativa. 209 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal. II .7. Procedimento Simplificado na Exportação Art. 4º O despacho aduaneiro das mercadorias a que se refere o art. ou em outro que o venha substituir.folhetos. III .número de fax e endereço eletrônico onde a empresa deverá receber comunicação ou intimação da SRF relacionada com a habilitação ou com os procedimentos estabelecidos nesta norma. gemas ou ourivesaria. e II .Instrução Normativa SRF nº. b) nome e CPF do portador das mercadorias na viagem de exportação. mediante comunicação escrita à unidade da SRF onde esteja habilitada. e identificação de seus fabricantes . § 2º A habilitação de que trata este artigo poderá ser requerida em apenas uma unidade da SRF. Habilitação para os Procedimentos Simplificados Art.declaração de que a requerente faz parte do programa setorial de promoção de exportações de que trata o inciso II do art. contendo: a) relação dos números. com a indicação dos respectivos números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e descrição do seu vínculo com a requerente.tenha sido constituída há mais de dois anos ou registrado nos últimos doze meses pelo menos duas exportações de mercadoria classificada nas posições 7102. § 3º A habilitação da empresa aproveitará a todos os seus estabelecimentos. catálogos comerciais e indicação de endereço na Internet. expedida pelo seu coordenador. que atenda aos seguintes requisitos. data de emissão e valor total das correspondentes notas fiscais. na unidade da SRF onde a empresa estiver habilitada na forma do art. 7114 e 7116 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). 2º. 346. no uso das atribuições que lhe confere o inciso III do art. acompanhada de outras duas vias desse documento. quando se tratar de exportador de jóias.informação sobre os valores das operações de exportação em consignação e das vendas efetivas que estime realizar nos próximos doze meses.descrição dos tipos de mercadorias exportadas regularmente ou que pretenda exportar. poderão ser executados mediante os procedimentos simplificados estabelecidos nesta Instrução Normativa. 7103. A aplicação dos procedimentos simplificados referidos no caput condiciona-se à habilitação prévia da empresa exportadora interessada.participe de programa setorial de promoção das exportações de gemas. regularmente inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). § 1º O requerimento de habilitação deverá ser instruído com os seguintes documentos e informações: I .documento que comprove os poderes de representação da pessoa que assina o requerimento. 3º. resolve: Art. jóias e metais preciosos. VI . Parágrafo único.1ª via da Nota Fiscal correspondente à operação. as reimportadas. na situação que especifica.

§ 5º A unidade da SRF de despacho reterá o documento referido no inciso II do §1o do art.lacrar o recipiente utilizado para o transporte da mercadoria. § 2º Caso não seja cumprida a providência referida no § 1º.comunicar formalmente ao serviço ou setor de fiscalização de passageiros da unidade da SRF no aeroporto de embarque internacional. em trânsito aduaneiro para apresentação à (nome da unidade da SRF onde ocorreu o despacho de exportação). § 4º A declaração de exportação será desembaraçada com exigência para posterior retificação em razão da venda ou retorno total ou parcial das mercadorias ao País. que deverá ser apresentado ao setor ou unidade da SRF responsável pelo despacho de exportação. para que providencie o cancelamento da DDE. § 5º Diante de fundada suspeita de fraude as mercadorias serão retidas e deverá ser lavrado o correspondente termo pela fiscalização da SRF.lacrar o recipiente utilizado para o transporte das mercadorias. de 9 de outubro de 1995. exceto no caso de violação do dispositivo de segurança aplicado. o seu portador deverá apresentá-las à fiscalização da SRF no aeroporto de chegada. apondo no documento sua assinatura sobre carimbo e data. § 3º Desembaraçada a exportação nos termos da DDE registrada. ou quando não houver sido confirmado o embarque internacional do portador. pelo exportador. § 1º A fiscalização da SRF dispensará a verificação física das mercadorias no embarque. Art.assinar e datar os documentos apresentados. § 1º Em caso de alteração de número de vôo internacional ou da data de embarque. acompanhadas dos seguintes documentos: I . § 2º Caso o dispositivo de segurança esteja intacto e a fiscalização da SRF decida por realizar a verificação física da mercadoria. § 3º O dispositivo de segurança aplicado será rompido somente pela fiscalização aduaneira. apondo-lhe o Selo Aduaneiro instituído pela Instrução Normativa SRF nº 46. 6º O trânsito da mercadoria até a efetiva saída do País será feita pelo portador acompanhado das duas vias da nota fiscal referida no inciso I do § 1o do art. § 7º DDE relativa ao despacho aduaneiro previsto nesta Instrução Normativa será direcionada para o canal vermelho de conferência aduaneira.". se chamado pela fiscalização local.consignar nas duas vias da Nota Fiscal o número do dispositivo de segurança aplicado. nos termos da IN SRF nº 346/2003. o nome do portador. ou outro dispositivo de segurança. para fins de verificação física. Art. apondo-lhe o Selo Aduaneiro instituído pela Instrução Normativa SRF nº 46. por ocasião do desembarque internacional. e IV . de 22 de dezembro de 1998. § 4º No caso de descumprimento do disposto no § 3º a mercadoria ficará sujeita a nova identificação e quantificação. para os procedimentos necessários a sua conclusão. II . ou pelo portador após a saída do País. o portador deverá apresentar-se pessoalmente à fiscalização da SRF previamente a esse embarque. 4º. a unidade da SRF do aeroporto correspondente deverá representar o fato à unidade da SRF onde ocorreu o desembaraço. e III . não se exigirá assistência técnica para a sua identificação. informando que se trata de retorno de exportação nos termos desta Instrução Normativa. o AFRF responsável deverá consignar no verso de duas vias da Nota Fiscal a declaração "Mercadoria despachada para exportação por meio da DDE (número da declaração). conforme 119 . Art. 6º para provar o trânsito regular das mercadorias. e II . 4º. 5º A autoridade fiscal que proceder ao despacho na forma desta Instrução Normativa deverá: I .cartão de embarque do portador relativamente à viagem de volta ao País. 7º No aeroporto de embarque internacional. na unidade da SRF responsável pelo respectivo despacho aduaneiro com antecedência mínima de vinte e quatro horas em relação ao horário pretendido para o desembaraço de exportação. para efeito de controle de prazo para a conclusão do procedimento após o retorno ao País. em trânsito aduaneiro para embarque internacional na (nome da unidade da SRF de embarque para o exterior)". § 1º A fiscalização aduaneira deverá: I . no prazo de até quinze dias.informar na tela "recepção de documentos" da DDE o número do dispositivo de segurança aplicado. observando as disposições contidas na Instrução Normativa SRF nº 157. se requerida pela fiscalização da SRF.as duas vias da Nota Fiscal referida no inciso I do § 1º do art. o número do vôo e a data do embarque. o portador da mercadoria exportada. inclusive mediante assistência técnica.consignar no verso das duas vias da Nota Fiscal apresentada a expressão "Mercadoria retornando ao País. de 1995. com antecedência de pelo menos seis horas ao horário do vôo internacional.§ 2º No curso do despacho de exportação o Auditor-Fiscal da Receita Federal (AFRF) responsável pelo procedimento poderá solicitar assistência técnica de profissional habilitado. e II . 8º No retorno ao País das mercadorias não vendidas. III . deverá apresentar os documentos referidos no caput do art. no Siscomex. 4º e do extrato da DDE. § 6º A mercadoria a ser exportada e os documentos instrutivos da DDE deverão ser apresentados. Procedimento Simplificado no Retorno ao País Art. desembaraçada na (nome da unidade da SRF de despacho). ou outro dispositivo de segurança.

o exportador terá o prazo de trinta dias após o retorno para comprovar a retificação dos correspondentes Registros de Exportação (RE) para efeito de regularização comercial e cambial das respectivas operações de venda. ou ao correspondente setor quando ambas coincidirem. 9º Os procedimentos referidos no art. O titular da unidade da SRF onde a empresa esteja habilitada para os procedimentos previstos nesta Instrução Normativa aplicará a suspensão ou cancelamento da habilitação. 12. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. 8º deverão ser adotados pela fiscalização aduaneira ainda que a unidade da SRF responsável pelo despacho de exportação coincida com a unidade da SRF do local de chegada ao País. tendo em vista a posterior conclusão do despacho aduaneiro junto ao setor competente. § 1º A reabilitação ficará também condicionada à conclusão dos procedimentos em atraso. deverá encaminhar à unidade da SRF responsável pelo despacho de exportação. A fiscalização da SRF que verificar a chegada do exterior do portador. 8º. ao amparo da primeira via da Nota Fiscal em conformidade com o disposto nos incisos do § 1º do art. mediante os procedimentos simplificados estabelecidos nesta Instrução Normativa. b) fraude na exportação ou no retorno ao País das mercadorias exportadas mediante os procedimentos previstos nesta norma. contado da ciência da suspensão ou do cancelamento. por intermédio do titular da respectiva Superintendência da Receita Federal e da Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana).cancelada. no mesmo recipiente lacrado referido no inciso I do §1ºdo art. na hipótese de atraso do exportador no cumprimento dos procedimentos requeridos no art. retida por ocasião do retorno da mercadoria ao País. Art. contado da data prevista para o retorno do portador das mercadorias ao País.". produzindo efeitos a partir do dia 1º de agosto de 2003. § 4º O cancelamento de que trata este artigo será registrado no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (Radar) e deverá ser objeto de representação ao Banco Central do Brasil. 13. § 3º A empresa que tenha sua habilitação cancelada não poderá habilitar-se novamente ao procedimento antes de decorrido o prazo de cinco anos do cancelamento. Art. § 1º Na hipótese de venda total no exterior das mercadorias exportadas em consignação. Art. apondo-lhe assinatura sobre carimbo e data. bem assim o número do respectivo dispositivo de segurança aplicado. § 2º O exportador terá o prazo de trinta dias.suspensa por três meses. Conclusão do Procedimento Art. mediante registro de Declaração Simplificada de Importação (DSI) para as mercadorias retornadas. A habilitação para exportar os produtos referidos no art. § 2º O prazo de suspensão será aplicado em dobro na hipótese de reincidência. Art. 12.previsto na IN SRF nº 346/2003. A circulação das mercadorias remanescentes da exportação realizada nos termos desta Instrução Normativa. para tomar as providências para conclusão do procedimento. nos termos do art. Após o retorno total ou parcial das mercadorias ao País. Disposições Finais Art. 8º. § 2º Os procedimentos referidos no § 1º não dispensam aqueles relacionados com a verificação da bagagem do portador. considerados os últimos doze meses. para a conclusão dos procedimentos de que trata esta Instrução Normativa. ou c) fraude em qualquer importação ou exportação da empresa. 10. 13. quando existir evidência de infração aos controles cambiais. nas hipóteses de: a) atraso de mais de três meses no cumprimento das providências devidas para a regularização de exportação realizada na forma desta Instrução Normativa. ou para informar nova data de retorno. será feita em recipiente lacrado. nos termos do art. 1º. deverá apresentar as mercadorias remanescentes à unidade da SRF responsável pelo desembaraço aduaneiro da respectiva DDE. hipóteses em que caberá recurso ao respectivo Superintendente da Receita Federal no prazo de dez dias. do aeroporto de retorno ao País até o setor ou unidade da SRF responsável pela conclusão do despacho de exportação. o exportador.15. ou II . 8º acompanhadas dos documentos referidos no mesmo artigo. ou seu representante legal. nos termos deste artigo. será: I . JORGE ANTONIO DEHER RACHID 120 . 11. Art. 14. via da nota fiscal referida no inciso III do §1º do mesmo artigo.

371/03 121 .ANEXO VI Instrução Normativa da SRF n°.

Instrução Normativa SRF nº. 371, de 19 de dezembro de 2003. DOU de 22.12.2003 Dispõe sobre a regulamentação dos procedimentos de verificação e controle relativos ao Sistema de Certificação do Processo de Kimberley. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o inciso III do art. 209 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, tendo em vista o disposto no art. 12 da Lei nº 10.743, de 9 de outubro de 2003, e a necessidade de regulamentar os procedimentos de controle e verificação de origem de diamantes brutos destinados à exportação e à importação objeto do Sistema de Certificação do Processo de Kimberley, resolve: Art. 1º Os despachos aduaneiros de importação e de exportação de diamantes brutos, classificados nas subposições 7102.10, 7102.21 e 7102.31 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), serão efetivados de acordo com os procedimentos estabelecidos nesta Instrução Normativa. Art. 2º Os despachos referidos no art. 1º serão processados exclusivamente com base em declaração registrada no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex). Parágrafo único. Os diamantes brutos submetidos a despacho aduaneiro deverão estar acompanhados do correspondente Certificado do Processo Kimberley devidamente acondicionado em envelope inviolável. Art. 3º Na hipótese de verificação da mercadoria, o Auditor-Fiscal da Receita Federal (AFRF) responsável pelo despacho aduaneiro deverá: I - havendo conformidade, emitir novo Certificado do Processo de Kimberley para acompanhar a mercadoria, preenchendo o modelo de certificado impresso em papel moeda na forma do Anexo I à Portaria Conjunta DNPM/SRF nº 397, de 13 de outubro de 2003, com os dados constantes do certificado original e apondo sua assinatura no campo próprio. II - ficando constatado que a mercadoria verificada não se encontra amparada pelo correspondente Certificado do Processo de Kimberley, lavrar o correspondente Auto de Infração com vistas à aplicação da pena prevista no art. 9º da Lei nº 10.743, de 9 de outubro de 2003. Parágrafo único. Os modelos de Certificado do Processo de Kimberley, para serem utilizados na forma do inciso I do caput, conterão numeração única nacional e chancela mecânica com a assinatura do Secretário da Receita Federal. Art. 4º Quando houver a emissão de novo certificado, na forma do inciso I do art. 3º, a autoridade aduaneira deverá reter o Certificado do Processo de Kimberley substituído. Art. 5º Na ocorrência de erro no preenchimento do modelo de certificado de que trata o art. 3º a autoridade aduaneira deverá cancelá-lo, mediante a aposição do termo “CANCELADO” na parte frontal do formulário. Art. 6º A autoridade aduaneira poderá solicitar assistência técnica de profissional habilitado, com vistas à correta identificação e qualificação da mercadoria de que trata esta Instrução Normativa, observando as disposições contidas na Instrução Normativa SRF nº 157, de 22 de dezembro de 1998. Art. 7º O Certificado do processo de Kimberley retido para substituição, nos termos do art. 4º, bem assim os formulários cancelados na forma do art. 5º, deverão ser mantidos em arquivo na unidade da Secretaria da Receita Federal (SRF) responsável pelo despacho aduaneiro, pelo prazo de cinco anos, contado do primeiro dia útil do ano seguinte ao da ocorrência do fato. Art. 8º As unidades SRF referidas no art. 7º deverão encaminhar à correspondente Superintendência Regional da Receita Federal (SRRF), até o décimo dia do mês subseqüente a cada semestre civil, relação dos Certificados do Processo de Kimberley substituídos, informando os termos neles contidos, bem assim dos formulários cancelados por erro de preenchimento, mantidos em seus arquivos. Parágrafo único. A SRRF deverá consolidar as relações referidas no caput, referentes às unidades locais sob sua jurisdição, e encaminhá-las à Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) até o dia 15 dos meses de fevereiro e agosto de cada ano. Art. 9º A Coana deverá encaminhar ao Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério das Minas e Energia a consolidação nacional da relação dos Certificados do Processo de Kimberley substituídos, no prazo trinta dias, contado do recebimento das consolidações referidas no parágrafo único do art. 8º. Art. 10. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID

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ANEXO VII Lei n°. 10.833/03 - Capítulo III
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À LEGISLAÇÃO ADUANEIRA

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LEI No 10.833, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003. Mensagem de veto Altera a Legislação Tributária Federal e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À LEGISLAÇÃO ADUANEIRA Art. 59. O beneficiário de regime aduaneiro suspensivo, destinado à industrialização para exportação, responde solidariamente pelas obrigações tributárias decorrentes da admissão de mercadoria no regime por outro beneficiário, mediante sua anuência, com vistas na execução de etapa da cadeia industrial do produto a ser exportado. § 1o Na hipótese do caput, a aquisição de mercadoria nacional por qualquer dos beneficiários do regime, para ser incorporada ao produto a ser exportado, será realizada com suspensão dos tributos incidentes. § 2o Compete à Secretaria da Receita Federal disciplinar a aplicação dos regimes aduaneiros suspensivos de que trata o caput e estabelecer os requisitos, as condições e a forma de registro da anuência prevista para a admissão de mercadoria, nacional ou importada, no regime. Art. 60. Extinguem os regimes de admissão temporária, de admissão temporária para aperfeiçoamento ativo, de exportação temporária e de exportação temporária para aperfeiçoamento passivo, aplicados a produto, parte, peça ou componente recebido do exterior ou a ele enviado para substituição em decorrência de garantia ou, ainda, para reparo, revisão, manutenção, renovação ou recondicionamento, respectivamente, a exportação ou a importação de produto equivalente àquele submetido ao regime. § 1o O disposto neste artigo aplica-se, exclusivamente, aos seguintes bens: I - partes, peças e componentes de aeronave, objeto das isenções previstas na alínea j do inciso II do art. 2o e no inciso I do art. 3o da Lei no 8.032, de 12 de abril de 1990; II - produtos nacionais exportados definitivamente, ou suas partes e peças, que retornem ao País, mediante admissão temporária, ou admissão temporária para aperfeiçoamento ativo, para reparo ou substituição em virtude de defeito técnico que exija sua devolução; e III - produtos nacionais, ou suas partes e peças, remetidos ao exterior mediante exportação temporária, para substituição de outro anteriormente exportado definitivamente, que deva retornar ao País para reparo ou substituição, em virtude de defeito técnico que exija sua devolução. § 2o A Secretaria da Receita Federal disciplinará os procedimentos para a aplicação do disposto neste artigo e os requisitos para reconhecimento da equivalência entre os produtos importados e exportados. Art. 61. Nas operações de exportação sem saída do produto do território nacional, com pagamento a prazo, os efeitos fiscais e cambiais, quando reconhecidos pela legislação vigente, serão produzidos no momento da contratação, sob condição resolutória, aperfeiçoando-se pelo recebimento integral em moeda de livre conversibilidade. Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se também ao produto exportado sem saída do território nacional, na forma disciplinada pela Secretaria da Receita Federal, para ser: I - totalmente incorporado a bem que se encontre no País, de propriedade do comprador estrangeiro, inclusive em regime de admissão temporária sob a responsabilidade de terceiro;

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158-35.II . ou a seu integrante. no País. a empresa nacional autorizada a operar o regime de loja franca. Art. autárquica ou fundacional da União. 65. Art. bem como aplicar alíquotas de 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor arbitrado dessas mercadorias.entregue.os serviços permitidos no regime de entreposto aduaneiro na importação e na exportação. o termo inicial para o cálculo de juros e multa de mora relativos aos tributos suspensos passe a ser a data da transferência da mercadoria. mediante autorização da Secretaria da Receita Federal. contratadas por empresas sediadas no exterior. para efeitos de controle patrimonial. plataformas de petróleo e módulos para plataformas. 62. 125 . VI . observados os requisitos e condições estabelecidos na legislação específica. e II . na forma e nos prazos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal. O regime de entreposto aduaneiro de que tratam os arts.plataformas destinadas à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural em construção ou conversão no País. previstas na alínea b do inciso II do § 2o do art. dos Estados. e II . de 24 de agosto de 2001. III . elaboração de estatísticas. o beneficiário do regime será o contratado pela empresa sediada no exterior e o regime poderá ser operado também em estaleiros navais ou em outras instalações industriais localizadas à beira-mar. ser também operado em: I . a subsidiária ou coligada. no País. no País. de 7 de abril de 1976. Parágrafo único. a missão diplomática. no País.455. em consignação. V . A Secretaria da Receita Federal fica autorizada a estabelecer: I . destinadas à construção de estruturas marítimas. na substituição de beneficiário de regime aduaneiro suspensivo. Art.entregue. de 25 de fevereiro de 1993.630. ou VII . em substituição de produto anteriormente exportado e que tenha se mostrado.entregue a terceiro. Parágrafo único. na lavratura do correspondente auto de infração para a aplicação da pena de perdimento. 9o e 10 do Decreto-Lei no 1.instalações portuárias de uso privativo misto. transmitidos e recepcionados eletronicamente. repartição consular de caráter permanente ou organismo internacional de que o Brasil seja membro. 4o da Lei no 8. Os documentos eletrônicos referidos no caput são válidos para os efeitos fiscais e de controle aduaneiro. do Distrito Federal ou dos Municípios. 69 da Medida Provisória no 2. 63. Os documentos instrutivos de declaração aduaneira ou necessários ao controle aduaneiro podem ser emitidos. 64. estrangeiro. após o despacho aduaneiro de importação.entregue a órgão da administração direta. para ser incorporado a plataforma destinada à pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural em construção ou conversão contratada por empresa sediada no exterior. formalização de processo administrativo fiscal e representação fiscal para fins penais. com a redação dada pelo art. para distribuição sob a forma de brinde a fornecedores e clientes.hipóteses em que.entregue. poderá. ou a seus módulos. Art. A Secretaria da Receita Federal poderá adotar nomenclatura simplificada para a classificação de mercadorias apreendidas. IV . defeituoso ou imprestável para o fim a que se destinava. No caso do inciso II. para o cálculo do valor estimado do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados que seriam devidos na importação.entregue. em cumprimento de contrato decorrente de licitação internacional. observado o disposto na legislação sobre certificação digital e atendidos os requisitos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal.

pelo prazo decadencial estabelecido na legislação tributária a que estão submetidos. de procedência e de aquisição. O descumprimento pelo importador. 84 da Medida Provisória no 2. 66. em boa guarda e ordem.identificação completa e endereço das pessoas envolvidas na transação: importador/exportador. pela mesma via de transporte internacional. A multa prevista no art. obtidos inclusive junto a clientes ou a fornecedores. fabricante. sem prejuízo de outras que venham a ser estabelecidas em ato normativo da Secretaria da Receita Federal. 68. § 2o Na falta de informação sobre o peso da mercadoria. marca comercial. acrescida de 2 (duas) vezes o correspondente desvio padrão estatístico. não poderá ser superior a 10% (dez por cento) do valor total das mercadorias constantes da declaração de importação.países de origem. para fins de determinação dos impostos e dos direitos incidentes.portos de embarque e de desembarque. 67. IV . Para efeito do disposto no caput. conforme dispuser o Poder Executivo. adotar-se-á o peso líquido admitido na unidade de carga utilizada no seu transporte. As mercadorias descritas de forma semelhante em diferentes declarações aduaneiras do mesmo contribuinte. constantes de declarações registradas no semestre anterior. 70. modelo. ou da obrigação de os apresentar à fiscalização aduaneira quando exigidos. As diferenças percentuais de mercadoria a granel. Parágrafo único. incorporação ao ativo. implicará: 126 . Na impossibilidade de identificação da mercadoria importada. agente de compra ou de venda e representante comercial. incluindo: I . e V . Art.descrição completa da mercadoria: todas as características necessárias à classificação fiscal. com base em informações coligidas em documentos. Art. em razão de seu extravio ou consumo.Art.destinação da mercadoria importada: industrialização ou consumo. Art. Art. até o limite de 1% (um por cento). compreendem a descrição detalhada da operação. da obrigação de manter. nome comercial ou científico e outros atributos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal que confiram sua identidade comercial. incluídas as despesas de frete e seguro internacionais. III . a identificação das mercadorias poderá ser realizada no curso do despacho aduaneiro ou em outro momento. a base de cálculo do Imposto de Importação será arbitrada em valor equivalente à média dos valores por quilograma de todas as mercadorias importadas a título definitivo. são presumidas idênticas para fins de determinação do tratamento tributário ou aduaneiro. II . espécie. de 24 de agosto de 2001. exportador ou adquirente de mercadoria importada por sua conta e ordem. apuradas em conferência física nos despachos aduaneiros. não serão consideradas para efeitos de exigência dos impostos incidentes.158-35. ou no processo produtivo em que tenham sido ou venham a ser utilizadas. § 1o Na hipótese prevista neste artigo. § 1o A multa a que se refere o caput aplica-se também ao importador. salvo prova em contrário. revenda ou outra finalidade. os documentos relativos às transações que realizarem. cambial ou comercial necessária à determinação do procedimento de controle aduaneiro apropriado. adquirente (comprador)/fornecedor (vendedor). § 2o As informações referidas no § 1o. 69. exportador ou beneficiário de regime aduaneiro que omitir ou prestar de forma inexata ou incompleta informação de natureza administrativo-tributária. serão aplicadas. as alíquotas de 50% (cinqüenta por cento) para o cálculo do Imposto de Importação e de 50% (cinqüenta por cento) para o cálculo do Imposto sobre Produtos Industrializados. e de descrição genérica nos documentos comerciais e de transporte disponíveis.

a correspondência comercial. § 4o Somente produzirá efeitos a comunicação realizada dentro do prazo referido no § 2o e instruída com os documentos que comprovem o registro da ocorrência junto à autoridade competente para apurar o fato. O despachante aduaneiro. por escrito. quando exigidos. conforme os critérios definidos no art. de transporte e seguro das mercadorias. deverá ser feita comunicação. 100% (cem por cento) sobre a diferença entre o preço declarado e o preço efetivamente praticado na importação ou entre o preço declarado e o preço arbitrado. 71.158-35. os documentos e registros relativos às transações em que intervierem. extravio ou qualquer outro sinistro que provoque a perda ou deterioração dos documentos a que se refere o § 1o. 88 da Medida Provisória no 2. § 1o Os documentos de que trata o caput compreendem os documentos de instrução das declarações aduaneiras.se relativo aos documentos comprobatórios da transação comercial ou os respectivos registros contábeis: a) a apuração do valor aduaneiro com base em método substitutivo ao valor de transação. § 2o Nas hipóteses de incêndio. de 24 de agosto de 2001. com efeitos retroativos à data do fato gerador. Art.se relativo aos documentos obrigatórios de instrução das declarações aduaneiras: a) o arbitramento do preço da mercadoria para fins de determinação da base de cálculo. § 6o A aplicação do disposto neste artigo não prejudica a aplicação das multas previstas no art. caso não sejam apresentadas provas do regular cumprimento das condições previstas na legislação específica para obtê-lo. ou outros definidos em ato normativo da Secretaria da Receita Federal. e b) o não-reconhecimento de tratamento mais benéfico de natureza tarifária. e 2. 77 desta Lei. o transportador. caso exista dúvida quanto ao valor aduaneiro declarado. nos termos da legislação específica. se existir dúvida quanto ao preço efetivamente praticado. 5% (cinco por cento) do valor aduaneiro das mercadorias importadas. o agente de carga. com a redação dada pelo art. 72. incluídos os documentos de negociação e cotação de preços. nem a aplicação de outras penalidades cabíveis. de 18 de novembro de 1966. à unidade de fiscalização aduaneira da Secretaria da Receita Federal que jurisdicione o domicílio matriz do sujeito passivo. e a apresentar à fiscalização aduaneira. roubo. tributária ou aduaneira eventualmente concedido. os registros contábeis e os correspondentes documentos fiscais. o depositário e os demais intervenientes em operação de comércio exterior ficam obrigados a manter em boa guarda e ordem. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas do sinistro. 107 do Decreto-Lei no 37. na forma e nos prazos por ela estabelecidos. Art. os instrumentos de contrato comercial. Aplica-se a multa de: 127 . II .I . bem como outros que a Secretaria da Receita Federal venha a exigir em ato normativo. financeiro e cambial. § 5o No caso de encerramento das atividades da pessoa jurídica. a guarda dos documentos referidos no caput será atribuída à pessoa responsável pela guarda dos demais documentos fiscais. e b) a aplicação cumulativa das multas de: 1. furto. § 3o As multas previstas no inciso II do caput não se aplicam no caso de regular comunicação da ocorrência de um dos eventos previstos no § 2o.

§ 3o Presume-se de propriedade do transportador. § 4o Compete à Secretaria da Receita Federal disciplinar os procedimentos necessários para fins de cumprimento do previsto neste artigo. § 1o Na hipótese de transporte rodoviário. a aplicação de outras penalidades cabíveis e a representação fiscal para fins penais. ou que transite por zona de vigilância aduaneira. o veículo será retido. § 2o As mercadorias transportadas no compartimento comum de bagagens ou de carga do veículo.00 (quinhentos reais).00 (quinze mil reais) ao transportador. com a redação dada pelo art. ou de admissão temporária para aperfeiçoamento ativo. as características ou a quantidade dos volumes transportados evidenciarem tratar-se de mercadoria sujeita à referida pena. devem estar acompanhadas do respectivo conhecimento de transporte.000. que não constituam bagagem identificada dos passageiros. na forma estabelecida pela Secretaria da Receita Federal. Art. para efeitos fiscais. 23 do Decreto-Lei no 1. pelo descumprimento de condições. Art. § 1o No caso de transporte terrestre de passageiros. O transportador de passageiros.455. ou II . 59 da Lei no 10. e II – 5% (cinco por cento) do preço normal da mercadoria submetida ao regime aduaneiro especial de exportação temporária. § 1o O valor da multa prevista neste artigo será de R$ 500. 74. § 1o Na hipótese prevista no caput. na forma estabelecida no caput ou nos §§ 1o e 2o deste artigo. a identificação referida no caput também se aplica aos volumes portados pelos passageiros no interior do veículo. 75.ainda que identificado o proprietário ou possuidor. em viagem doméstica ou internacional que transportar mercadoria sujeita a pena de perdimento: I . de 7 de abril de 1976.sem identificação do proprietário ou possuidor. fica obrigado a identificar os volumes transportados como bagagem em compartimento isolado dos viajantes. quando for o caso.637. Verificada a impossibilidade de apreensão da mercadoria sujeita a pena de perdimento. e seus respectivos proprietários. pelo descumprimento de condições. quando do seu cálculo resultar valor inferior. Art. 73. a mercadoria transportada sem a identificação do respectivo proprietário. de 30 de dezembro de 2002. requisitos ou prazos estabelecidos para aplicação do regime. ou de exportação temporária para aperfeiçoamento passivo. até o recolhimento da multa ou o deferimento do recurso a que se refere o § 3o.I – 10% (dez por cento) do valor aduaneiro da mercadoria submetida ao regime aduaneiro especial de admissão temporária. em razão de sua não-localização ou consumo. Aplica-se a multa de R$ 15. de passageiros ou de carga. em viagem internacional. requisitos ou prazos estabelecidos para aplicação do regime. que será processado e julgado nos termos da legislação que rege a determinação e exigência dos demais créditos tributários da União. 128 . extinguir-se-á o processo administrativo instaurado para apuração da infração capitulada como dano ao Erário. será instaurado processo administrativo para aplicação da multa prevista no § 3o do art. § 2o A multa a que se refere o § 1o será exigida mediante lançamento de ofício. § 2o A multa aplicada na forma deste artigo não prejudica a exigência dos impostos incidentes.

ao titular da unidade da Secretaria da Receita Federal responsável pela retenção. ou da ciência do indeferimento do recurso. 104 do Decreto-Lei no 37. § 5o A multa a ser aplicada será de R$ 30. Art. § 7o Enquanto não consumada a destinação do veículo. de 18 de novembro de 1966. § 8o A Secretaria da Receita Federal deverá representar o transportador que incorrer na infração prevista no caput ou que seja submetido à aplicação da pena de perdimento de veículo à autoridade competente para fiscalizar o transporte terrestre.§ 2o A retenção prevista no § 1o será efetuada ainda que o infrator não seja o proprietário do veículo. e não recolhida a multa prevista. c) atraso.modificações da estrutura ou das características do veículo. a pena de perdimento prevista no § 4o poderá ser relevada à vista de requerimento do interessado. 129 . § 9o Na hipótese do § 8o. ficando vedada a expedição de novas autorizações pelo prazo de 2 (dois) anos. 76. na hipótese de: a) descumprimento de norma de segurança fiscal em local alfandegado. e) prática de ato que prejudique o procedimento de identificação ou quantificação de mercadoria sob controle aduaneiro. a ser apresentado no prazo de 20 (vinte) dias da ciência da retenção a que se refere o § 1o. com a finalidade de efetuar o transporte de mercadorias ou permitir a sua ocultação. caracterizando dano ao Erário e ensejando a aplicação da pena de perdimento. Os intervenientes nas operações de comércio exterior ficam sujeitos às seguintes sanções: I .reincidência da infração prevista no caput. na chegada ao destino de veículo conduzindo mercadoria submetida ao regime de trânsito aduaneiro. § 3o Caberá recurso. d) emissão de documento de identificação ou quantificação de mercadoria em desacordo com sua efetiva qualidade ou quantidade.455.advertência.000. b) falta de registro ou registro de forma irregular dos documentos relativos a entrada ou saída de veículo ou mercadoria em recinto alfandegado. que o apreciará em instância única. de forma contumaz. § 6o O disposto neste artigo não se aplica nas hipóteses em que o veículo estiver sujeito à pena de perdimento prevista no inciso V do art. as correspondentes autorizações de viagens internacionais ou por zonas de vigilância aduaneira do transportador representado serão canceladas. com efeito exclusivamente devolutivo. observado o rito estabelecido no Decreto-Lei no 1. de 7 de abril de 1976.00 (trinta mil reais) na hipótese de: I . ou II . desde que haja o recolhimento de 2 (duas) vezes o valor da multa aplicada. cabendo a este adotar as ações necessárias contra o primeiro para se ressarcir dos prejuízos eventualmente incorridos. nem prejudica a aplicação de outras penalidades estabelecidas. § 4o Decorrido o prazo de 45 (quarenta e cinco) dias da aplicação da multa. envolvendo o mesmo veículo transportador. o veículo será considerado abandonado.

do registro. credenciamento ou habilitação para utilização de regime aduaneiro ou de procedimento simplificado. pelo prazo de até 12 (doze) meses. credenciamento ou habilitação. autorização. II . transitada em julgado. na prática de crime contra a administração pública ou contra a ordem tributária. ou com a movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro. g) consolidação ou desconsolidação de carga efetuada com incorreção que altere o tratamento tributário ou aduaneiro da mercadoria. autorização. d) delegação de atribuição privativa a pessoa não credenciada ou habilitada. ou para habilitar-se ou manter recintos nos quais tais regimes sejam aplicados. em um mesmo mês. h) atraso. b) atuação em nome de pessoa que esteja cumprindo suspensão. licença. licença.cancelamento ou cassação do registro. e serviços conexos. g) ação ou omissão dolosa tendente a subtrair ao controle aduaneiro. c) exercício. ou e) prática de qualquer outra conduta sancionada com suspensão de registro. autorização. i) descumprimento de requisito. ou erro na tradução que altere o tratamento tributário ou aduaneiro da mercadoria. credenciamento ou habilitação para utilização de regime aduaneiro ou de procedimento simplificado. f) sentença condenatória. de suspensão cujo prazo total supere 12 (doze) meses. b) atuação em nome de pessoa cujo registro. bem como outros documentos exigidos pela Secretaria da Receita Federal. e serviços conexos. ou movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro. ou no interesse desta. licença.f) atraso na tradução de manifesto de carga. ou com a movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro. a importação ou a exportação de bens ou de mercadorias. autorização.suspensão. de atividade ou cargo vedados na legislação específica. os documentos relativos a operação que realizar ou em que intervier. em boa ordem. licença. por mais de 3 (três) vezes. condição ou norma operacional para habilitar-se ou utilizar regime aduaneiro especial ou aplicado em áreas especiais. dificulte ou impeça a ação da fiscalização aduaneira. ou 130 . na prestação de informações sobre carga e descarga de veículos. credenciamento ou habilitação tenha sido objeto de cancelamento ou cassação. na hipótese de: a) reincidência em conduta já sancionada com advertência. ou dele ocultar. exercício de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro. por pessoa credenciada ou habilitada. por participação. em período de 3 (três) anos. c) descumprimento da obrigação de apresentar à fiscalização. exercício de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro. III . ou no interesse desta. obrigações ou ordem legal não previstas nas alíneas a a i. nos termos de legislação específica. ou j) descumprimento de outras normas. direta ou indireta. na hipótese de: a) acúmulo. d) prática de ato que embarace. e) agressão ou desacato à autoridade aduaneira no exercício da função.

autorização. cassação ou cancelamento. 131 . o depositário. licença. ou qualquer outra pessoa que tenha relação. Feita a intimação. sem autorização do titular da unidade jurisdicionante. pessoal ou por edital. nos casos de advertência ou suspensão. § 6o Na hipótese de cassação ou cancelamento. o administrador de recinto alfandegado. Apresentada a impugnação. que o julgará em instância final administrativa. cabendo a imediata aplicação da sanção pela autoridade competente a que se refere o § 8o. ou com a movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro. considera-se interveniente o importador. o exportador. instaurado com a lavratura de auto de infração. ou II . os danos que dela provierem e os antecedentes do infrator. e serviços conexos. no período de 5 (cinco) anos da data da aplicação da sanção. devendo ser cumpridas todas as exigências e formalidades previstas para a inscrição. a não-apresentação de impugnação pelo autuado no prazo de 20 (vinte) dias implica revelia. de regime aduaneiro. Da decisão que aplicar a sanção cabe recurso. cometer nova infração sujeita à mesma sanção. é vedado o ingresso em local sob controle aduaneiro.h) prática de qualquer outra conduta sancionada com cancelamento ou cassação de registro. à autoridade imediatamente superior.ao titular da unidade da Secretaria da Receita Federal responsável pela apuração da infração. a autoridade preparadora terá prazo de 15 (quinze) dias para remessa do processo a julgamento. ou o exercício de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro. § 12. devendo a anotação ser cancelada após o decurso de 5 (cinco) anos da aplicação da sanção. enquanto perdurarem os efeitos da sanção. § 13. nos termos de legislação específica. § 3o Para efeitos do disposto na alínea c do inciso I do caput. a ser apresentado em 30 (trinta) dias. § 2o Para os efeitos do disposto neste artigo. o perito. § 10. o operador de transporte multimodal. § 9o As sanções previstas neste artigo serão aplicadas mediante processo administrativo próprio. § 11. acompanhado de termo de constatação de hipótese referida nos incisos I a III do caput. o transportador. com a operação de comércio exterior. se superior a 5 (cinco) o número total de operações. § 7o Ao sancionado com suspensão. será considerado reincidente o infrator sancionado com advertência que.à autoridade competente para habilitar ou autorizar a utilização de procedimento simplificado. o agente de carga. O prazo a que se refere o § 11 poderá ser prorrogado quando for necessária a realização de diligências ou perícias. § 5o Para os fins do disposto na alínea a do inciso II do caput. § 1o As sanções previstas neste artigo serão anotadas no registro do infrator pela administração aduaneira. considera-se contumaz o atraso sem motivo justificado ocorrido em mais de 20% (vinte por cento) das operações de trânsito aduaneiro realizadas no mês. o beneficiário de regime aduaneiro ou de procedimento simplificado. o operador portuário. a reinscrição para a atividade que exercia ou a inscrição para exercer outra atividade sujeita a controle aduaneiro só poderá ser solicitada depois de transcorridos 2 (dois) anos da data de aplicação da sanção. credenciamento ou habilitação. o assistente técnico. direta ou indireta. o despachante aduaneiro e seus ajudantes. nos casos de cancelamento ou cassação. § 4o Na determinação do prazo para a aplicação das sanções previstas no inciso II do caput serão considerados a natureza e a gravidade da infração cometida. § 8o Compete a aplicação das sanções: I .

em trânsito aduaneiro de passagem..... destinados a fins culturais.... acidentalmente destruída............. 77.................... em horários determinados..... também devem prestar as informações sobre as operações que executem e respectivas cargas. 36.........bens doados..avariada ou que se revele imprestável para os fins a que se destinava........ desde que seja destruída sob controle aduaneiro............." (NR) "Art. na forma e no prazo por ela estabelecidos...... 104... O rito processual a que se referem os §§ 9o a 13 aplica-se também aos processos ainda não conclusos para julgamento em 1ª (primeira) instância julgados na esfera administrativa......... tenha sido consumida ou revendida.. sem ônus para a Fazenda Nacional..... 1o... suspensão.. quando for o caso.................. as informações sobre as cargas transportadas. O transportador deve prestar à Secretaria da Receita Federal............. 107 e 169 do Decreto-Lei no 37.. As sanções previstas neste artigo não prejudicam a exigência dos impostos incidentes. nos portos....................... relativos a sanções administrativas de advertência..... ......... exceto na hipótese em que não seja localizada............................ II ..." (NR) "Art.................... de 18 de novembro de 1966........ pontos de fronteira e recintos alfandegados.. nos locais referidos no caput..... Parágrafo único......................... desde que os beneficiários sejam entidades sem fins lucrativos. ou III . aeroportos.. 37... em nome do importador ou do exportador.................. A fiscalização aduaneira poderá ser ininterrupta.... . cassação ou cancelamento..§ 14.. 132 ........... assim considerada qualquer pessoa que... 37... 17........." (NR) "Art........ antes de despachada para consumo.......... contrate o transporte de mercadoria... V . a aplicação de outras penalidades cabíveis e a representação fiscal para fins penais... científicos e assistenciais......... § 15..................... .. e o operador portuário..que tenha sido objeto de pena de perdimento...................... consolide ou desconsolide cargas e preste serviços conexos......... ou eventual. passam a vigorar com as seguintes alterações: "Art...... Os arts. § 1o O agente de carga.............. § 4o O imposto não incide sobre mercadoria estrangeira: I .......... Art............ 50... 36........... bem como sobre a chegada de veículo procedente do exterior ou a ele destinado.. .......... . 17.............. 1o .. § 1o A administração aduaneira determinará os horários e as condições de realização dos serviços aduaneiros....

a multa de R$ 200. enquanto não forem prestadas as informações referidas neste artigo. Aplicam-se cumulativamente: I .. no curso da conferência aduaneira ou em qualquer outra ocasião.de R$ 50.....de R$ 15. II . podendo ser adotados critérios de seleção e amostragem. para efeitos de identificação. do exportador. a verificação poderá ser realizada na presença do depositário ou de seus prepostos..... § 3o Nas hipóteses dos §§ 1o e 2o. IV .." (NR) "Art.." (NR) "Art.00 (quinze mil reais).. quantificação e descrição da mercadoria verificada.. § 1o Na hipótese de mercadoria depositada em recinto alfandegado..... além do perdimento da mercadoria que transportar. ou sob a sua supervisão. que não seja localizado.. por contêiner ou veículo contendo mercadoria.no caso do inciso II do caput. Aplicam-se ainda as seguintes multas: I ... A verificação de mercadoria.....000. 32 da Lei no 5. o depositário e o transportador. do importador...de R$ 5..000.. de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal. inclusive a granel.... o importador ou o exportador." (NR) "Art... § 2o A verificação de bagagem ou de outra mercadoria que esteja sob a responsabilidade do transportador poderá ser realizada na presença deste ou de seus prepostos. dispensada a exigência da presença do viajante.§ 2o Não poderá ser efetuada qualquer operação de carga ou descarga.. § 4o A autoridade aduaneira poderá proceder às buscas em veículos necessárias para prevenir e reprimir a ocorrência de infração à legislação.00 (duzentos reais) por passageiro ou tripulante conduzido pelo veículo que efetuar a operação proibida..00 (cinqüenta mil reais). dispensada a exigência da presença do importador ou do exportador.. III ... que não seja localizado. inclusive a granel. do importador ou do exportador... inclusive em momento anterior à prestação das informações referidas no caput. II . 104....000. ou seus prepostos.025. por contêiner ou qualquer veículo contendo mercadoria.... Parágrafo único. por servidor integrante da Carreira Auditoria da Receita Federal. por desacato à autoridade aduaneira... . a pena de perdimento da mercadoria... de 10 de junho de 1966.....000.. no regime de trânsito aduaneiro.de R$ 10.no caso do inciso III do caput. 50... ingressado em local ou recinto sob controle aduaneiro.......00 (dez mil reais)...00 (cinco mil reais): 133 ... § 3o A Secretaria da Receita Federal fica dispensada de participar da visita a embarcações prevista no art.. na presença do viajante.. será realizada por Auditor-Fiscal da Receita Federal. 107. representam o viajante...... em embarcações. ou de seus representantes.

00 (três mil reais). sem autorização prévia da autoridade aduaneira. em operação de trânsito aduaneiro. omissiva ou comissiva. na forma e no prazo estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal. bem como outros documentos exigidos pela Secretaria da Receita Federal. pelo descumprimento de requisito. inclusive no caso de nãoapresentação de resposta.de R$ 2. VII . d) a quem promover a saída de veículo de local ou recinto sob controle aduaneiro. ou de dispositivo de segurança. na forma e no prazo estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal. condição ou norma operacional para habilitar-se ou utilizar regime aduaneiro especial ou aplicado em áreas 134 . c) pela substituição do veículo transportador.de R$ 1. a quem não apresentar à fiscalização os documentos relativos à operação que realizar ou em que intervier.000. 105. c) a quem. ou sobre as operações que execute. pelo descumprimento de exigência estabelecida para a circulação de veículos e mercadorias em zona de vigilância aduaneira. ou sobre as operações que execute. e) por dia. sem autorização prévia da autoridade aduaneira. a intimação em procedimento fiscal. na diferença de peso apurada em relação ao manifesto de carga a granel apresentado pelo transportador marítimo. ou não mantiver os correspondentes arquivos em boa guarda e ordem.00 (dois mil reais). aplicada ao depositário ou ao operador portuário. que não seja localizado. fluvial ou lacustre. dificultar ou impedir ação de fiscalização aduaneira. por qualquer meio ou forma. ao transportador de carga ou de passageiro. ou ao agente de carga. no caso de violação de volume ou unidade de carga que contenha mercadoria sob controle aduaneiro. à saúde ou à ordem pública.000. VI . b) por mês-calendário. e f) por deixar de prestar informação sobre carga armazenada. V . embaraçar. aplicada à empresa de transporte internacional. aos bons costumes. sem prejuízo da aplicação da pena prevista no inciso XIX do art.de R$ 3.00 (mil reais): a) por volume depositado em local ou recinto sob controle aduaneiro. pelo descumprimento de condição estabelecida pela administração aduaneira para a prestação de serviços relacionados com o despacho aduaneiro. ou sob sua responsabilidade. no prazo estipulado.a) por ponto percentual que ultrapasse a margem de 5% (cinco por cento).000. d) por dia. inclusive a prestadora de serviços de transporte internacional expresso porta-aporta. e) por deixar de prestar informação sobre veículo ou carga nele transportada. b) pela importação de mercadoria estrangeira atentatória à moral.

no caso de veículo que.00 (cem reais): a) por volume de carga não manifestada pelo transportador.000. por volume de mercadoria. f) por dia. e serviços conexos. pelo descumprimento de requisito.de R$ 200. em operação de trânsito aduaneiro. e c) pela apresentação de fatura comercial em desacordo com uma ou mais de uma das indicações estabelecidas no regulamento. 135 . em regime de trânsito aduaneiro. e b) por ponto percentual que ultrapasse a margem de 5% (cinco por cento).00 (quinhentos reais): a) por ingresso de pessoa em local ou recinto sob controle aduaneiro sem a regular autorização. aplicada ao administrador do local ou recinto. e g) por dia. condição ou norma operacional para executar atividades de movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro.00 (quinze mil reais).00 (trezentos reais). b) para a pessoa que ingressar em local ou recinto sob controle aduaneiro sem a regular autorização.de R$ 500. limitada ao valor de R$ 15. d) por erro ou omissão de informação em declaração relativa ao controle de papel imune.00 (duzentos reais): a) por tonelada de carga a granel em regime de trânsito aduaneiro que não seja localizada no veículo transportador.especiais.de R$ 100. c) por dia de atraso ou fração. pelo descumprimento de condição estabelecida para utilização de procedimento aduaneiro simplificado. b) por tonelada de carga a granel depositada em local ou recinto sob controle aduaneiro. que não seja localizada. limitada ao valor de R$ 15. sem prejuízo da aplicação da pena prevista no inciso IV do art. e e) pela não-apresentação do romaneio de carga (packing-list) nos documentos de instrução da declaração aduaneira.00 (quinze mil reais). que não seja localizado no veículo transportador. VIII . ou para habilitar-se ou manter recintos nos quais tais regimes sejam aplicados. IX . sem motivo justificado. X . 105. chegar ao destino fora do prazo estabelecido. e XI .de R$ 300.000. na diferença de peso apurada em relação ao manifesto de carga a granel apresentado pelo transportador rodoviário ou ferroviário.

........superiores a R$ 5.............. quando for o caso...........00 (dois reais) por maço de cigarro ou por unidade dos demais produtos apreendidos... § 2o Os direitos antidumping e os direitos compensatórios são devidos na data do registro da declaração de importação.....00 (quinhentos reais)..... item 2............. a aplicação de outras penalidades cabíveis e a representação fiscal para fins penais............. f e g do inciso VII não garante o direito a regular operação do regime ou do recinto..§ 1o O recolhimento das multas previstas nas alíneas e... 3o ......... limitada a 20% (vinte por cento).............inferiores a R$ 500........... Os arts................." (NR) Art.......... .......................... Parágrafo único...SELIC....... nem a execução da atividade... passam a vigorar com a seguinte redação: "Art.. para títulos federais...... passa a vigorar com a seguinte redação: "Art........ 3o do Decreto-Lei no 399.... além da pena de perdimento da respectiva mercadoria................." (NR) Art..no caso de pagamento espontâneo................... § 2o .. I ........ de 30 de dezembro de 1968.. § 3o A falta de recolhimento de direitos antidumping ou de direitos compensatórios na data prevista no § 2o acarretará. b e c. 78....... 169.000............. 7o e 8o da Lei no 9..... sobre o valor não recolhido: I .................. a multa de R$ 2. ...... por dia de atraso.............. a partir do 1o (primeiro) dia do mês subseqüente ao do registro da declaração de importação até o último dia do mês anterior ao do pagamento e de 1% (um por cento) no mês do pagamento.................. será aplicada..................33% (trinta e três centésimos por cento). calculada à taxa de 0. II .... e 136 . ...... do inciso III do caput deste artigo... de 30 de março de 1995..... Sem prejuízo da sanção penal referida neste artigo..... 7o .............. § 2o As multas previstas neste artigo não prejudicam a exigência dos impostos incidentes...... do serviço ou do procedimento concedidos a título precário.................................. e b) a incidência de juros de mora calculados à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia ...019..." (NR) "Art... após o desembaraço aduaneiro: a) a incidência de multa de mora................... O art......................... a partir do 1o (primeiro) dia subseqüente ao do registro da declaração de importação até o dia em que ocorrer o seu pagamento.........00 (cinco mil reais) nas hipóteses previstas nas alíneas a. 79. acumulada mensalmente...........

.. inclusive na hipótese de mercadoria sob regime suspensivo de tributação....218... § 5o A exigência de ofício de direitos antidumping ou de direitos compensatórios e decorrentes acréscimos moratórios e penalidades será formalizada em auto de infração lavrado por Auditor-Fiscal da Receita Federal.às multas previstas no art....II ..." (NR) Art..235.............no caso de exigência de ofício. passa a vigorar acrescido do § 3o. observado o prazo de prescrição de 5 (cinco) anos. O art.. a Secretaria da Receita Federal intimará o contribuinte ou responsável para pagar os direitos antidumping ou compensatórios. .. sem a incidência de quaisquer acréscimos moratórios. aplicando-se a multa e os juros de mora previstos no inciso II do § 3o do art......... § 3o Para efeito do disposto no inciso I. de caráter material... para inscrição em Dívida Ativa da União e respectiva cobrança. mas sem os acréscimos moratórios......... sem que tenha havido o pagamento dos direitos... 137 . 2o da Lei no 4..... 72 e 75 desta Lei......... enseja a restituição dos acréscimos legais correspondentes e das penalidades pecuniárias... 81.... a partir do término do prazo de 30 (trinta) dias previsto no § 1o deste artigo............ com a seguinte redação: "Art. § 2o Vencido o prazo previsto no § 1o. considerar-se-á ocorrido o respectivo desembaraço aduaneiro da mercadoria que constar como tendo sido importada e cujo extravio ou avaria venham a ser apurados pela autoridade fiscal................. § 7o A restituição de valores pagos a título de direitos antidumping e de direitos compensatórios.. de 29 de agosto de 1991. prejudicados pela causa da restituição............ a Secretaria da Receita Federal encaminhará o débito à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional........ 77 desta Lei..... A redução da multa de lançamento de ofício prevista no art. no prazo de 30 (trinta) dias." (NR) "Art............... de 30 de novembro de 1964........ 6o da Lei no 8.......... de multa de 75% (setenta e cinco por cento) e dos juros de mora previstos na alínea b do inciso I deste parágrafo.. 7o. de 6 de março de 1972. não se aplica: I ...502..... § 6o Verificado o inadimplemento da obrigação..... provisórios ou definitivos. 107 do Decreto-Lei no 37... com a redação dada pelo art............ a Secretaria da Receita Federal deverá exigi-los de ofício........ mediante a lavratura de auto de infração..... observado o disposto no Decreto no 70.às multas previstas nos arts.................. e o prazo de 5 (cinco) anos contados da data de registro da declaração de importação........ II .. provisórios ou definitivos..." (NR) Art.. 70. § 1o Nos casos de retroatividade. 8o ..... 2o ...... de 18 de novembro de 1966..... § 4o A multa de que trata o inciso II do § 3o será exigida isoladamente quando os direitos antidumping ou os direitos compensatórios houverem sido pagos após o registro da declaração de importação.. 80..

77 da Lei no 8. e VI .578. 67 e 84 da Medida Provisória no 2.O. de 7 de abril de 1976. 59 da Lei no 10. V . LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Antonio Palocci Filho Este texto não substitui o publicado no D. a partir da data de início dos efeitos desta Lei.502. de 30 de dezembro de 2002. de 3 de dezembro de 1968. 137 do Decreto-Lei no 37.à multa prevista no art. IV . Ficam revogados: I .às multas previstas nos arts. o art.. 182o da Independência e 115o da República.III .472.2003 (Edição extra-A) 138 . de 1966.. este com a redação dada pelo art..637. de 30.. de 30 de novembro de 1964. 6o da Lei no 10. .336... de 20 de janeiro de 1995..à multa prevista no § 3o do art. de 1988. 28 de dezembro de 2001. 75 da Lei no 9.532. com a redação dada pelo art.779.o art. 5o da Lei no 10. de 10 de dezembro de 1997. e VI . 7o do Decreto-Lei no 1.o inciso II do art. III . de 19 de janeiro de 1999.o art. II .à multa prevista no inciso I do art.. de 30 de dezembro de 2002.981.os §§ 5o e 6o do art.637. 1o do Decreto-Lei no 400. 94. de 24 de agosto de 2001. com a redação dada pelo art.158-35. de 11 de outubro de 1977. Brasília..o art. IV . Art..as alíneas a dos incisos III e IV e o inciso V do art. V . 19 da Lei no 9.U.12. 109 e o art. 83 da Lei no 4. 23 do Decreto-Lei no 1. 106. 4o do Decreto-Lei no 2. 29 de dezembro de 2003.455.

José Renato dos Santos. Coordenadora de Despacho Aduaneiro (SP).com. Sócio – Diretor SANCOR – Assessoria Contábil Empresarial S/C Ltda. Capítulo VII. E-mail: diretoria@sancorsp. Sr.br Matéria revisada: Capítulo IX – Incentivos Fiscais na Exportação. Maria Aparecida Moura dos Santos. e-mail: cidamoura@correios. 139 . contribuindo com a nossa proposta de tornar esse Manual Operacional mais esclarecedor e preciso aos interessados. agradecemos aos profissionais que revisaram a matéria pertinente ao seu conhecimento técnico.br Matéria revisada: EXPORTA FÁCIL – Item 1ª.AGRADECIMENTOS Em especial.com. ECT – Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Sra.

José Augusto de Castro.Ministério do Desenvolvimento Industria e Comercio Exterior (Secretaria de Comércio Exterior).Guiomar Coelho. • 140 . Câmara de Comércio • Carta de Crédito e URR 525. Regulamento Aduaneiro . INCOTERMS 2000 Publicação nº 560.IBGM.BIBLIOGRAFIA • • Consolidação das Normas Cambias . Edições Aduaneiras.José Manoel Cortiñas Lopez.Edições • • • • • • • • • Câmara de Com[ercio Internacional • Regras Uniforme Para Cobrança Internacional . Câmara de Com[ercio Internacional UCP 500 + Aduaneiras. Portaria SECEX nº 12 de 03 de setembro de 2003 . Jóias e Afins .Edições Aduaneiras. novembro/2000. .Secretaria da Receita Federal.Edições Aduaneiras.543 de 26 de dezembro de 2002 (DOU 28/12/02). Financiamento à Exportação e Seguro de Crédito . Tributos sobre o Comércio Exterior .Edições Aduaneiras. Manual Operacional das Exportações de Gemas. UCP 500. SISCOMEX Exportação . Drawback. Edições Aduaneiras.Banco Central do Brasil. eUCP. Legislação Básica – Edições Aduaneiras. Câmara de Comércio Internacional Edições Aduaneiras. Instruções Normativas . Edições Aduaneiras. Normas Administrativas de Exportação. de Rômulo Francisco Vera Del Carpio . .Decreto 4. URC 522.

com www.br Secretaria da Receita Federal www.WEB SITES Internacional Chamber of Commerce Certificado do Processo de Kimberley www.br 141 .com Ministério do Desenvolvimento.gov.exportafacil.apexbrasil.br/comext/secex/secex Banco Central do Brasil www.br Agencia de Promoção às Exportações www.com.Exporta Fácil (Correios) www.braziltradenet.gov.com.gov.gov. Indústria e Comércio www.br Associação Brasileira de Transporte Internacional Expresso de Cargas www.abraec.desenvolvimento.kimberleyprocess.br Brazil Trade Net www.com.com.iccwbo.jewelbrazil.bc.receita.fazenda.gov.br Jewel Brazil www.br Guia do Exportador .desenvolvimento.br Secretaria de Comercio Exterior www.