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Conforto Térmico

DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DA ARQUITETURA AUT 264 CONFORTO AMBIENTAL IV- TÉRMICA

AGOSTO DE 2011

Prof : Marcia P. Alucci

Desempenho térmico das edificações

Objetivo • Calcular a temperatura interna máxima de um ambiente e avaliar se os usuários

Objetivo

Calcular a

temperatura

interna máxima de

um ambiente e

avaliar se os

usuários estão em

conforto térmico.

A timax indica condição de

conforto????

A timax indica condição de conforto???? • Tneutra inferior=15,5 + 0,29*Tmed • Tneutra superior=20,5 + 0,29*Tmed

Tneutra inferior=15,5 + 0,29*Tmed

Temperatura interna máxima (Timax)

Temperatura interna máxima (Timax) t e med m E Δt temperatura media do ar externo inércia

te med

m

E

Δt

temperatura media do ar externo

inércia da construção (depende dos materiais) variação da temperatura externa diferença entre a temperatura interna e externa

Δt depende da relação entre ganho e perda de calor pela

edificação

Cálculo de Δt

Δt (°C)

expressa o balanço entre ganho e perda de

calor pelo ambiente da edificação:

Qganho= Qperda

ti max = te med + (1−m).E + (1−m).Δt (°C)

Ganho de Calor Total pelo Ambiente

Q tot = Q sol + Q e + Q il + Q eq

- Solar (Q sol )

- Pessoas (Q e )

- Iluminação artificial (Q il )

- Equipamentos (Q eq )

Total de perdas de calor pelo ambiente

Q’ tot = Q’ 1 + Q’ 2 +

+ Q’ n + Q’ vent

- Pelas superfícies (Q’ 1 ,Q’ 2

Q’ n )

- Pela ventilação (Q’ vent )

Passo a passo para calcular ganhos e perdas

de calor pelo ambiente

Trocas térmicas

Trocas térmicas nos materiais de

construção

Trocas térmicas secas: envolvem diferença de temperatura

Condução

Radiação

Convecção

Trocas térmicas úmidas: envolvem mudança de estado

Evaporação

Condensação

ti max = te med + (1−m).E + (1−m).Δt (°C)

Condução

troca de calor entre dois corpos que se tocam, ou mesmo

partes do mesmo corpo, que estejam a temperaturas diferentes (θe ≠ θi).

λ é a condutibilidade térmica do material

e/λ = r

sendo r a resistência térmica da parede (m 2 °C/W)

Características Térmicas dos Materiais (condutibilidade λ )

Características Térmicas dos Materiais (condutibilidade λ )

Características Térmicas dos Materiais

Características Térmicas dos Materiais
Características Térmicas dos Materiais
Características Térmicas dos Materiais

Características Térmicas dos Materiais

Características Térmicas dos Materiais Características térmicas dos materiais. Fonte: CSTB - Régles de Calcule
Características Térmicas dos Materiais Características térmicas dos materiais. Fonte: CSTB - Régles de Calcule

Características térmicas dos materiais.

Fonte: CSTB - Régles de Calcule (1958); Gomes, R. José (1962); Puppo E. & Puppo, O. (1979) Manual de conforto pag 184)

Calcular a resistência térmica:

Parede de concreto com espessura de 10cm e

densidade de 2300 kg/m³;

Parede de madeira (cedro) com espessura de

5cm.

Cobertura de alumínio com 10mm de

espessura

Qual espessura deve ter o concreto para ter a

mesma resistência térmica que a madeira????

Fluxo de calor por Condução (W/m²)

fluxo térmico por condução será :

q cd =(θe−θi) / r

ou

(W/m2)

q cd = λ/e * (θe−θi)

(W/m²) fluxo térmico por condução será : q c d =( θe−θi ) / r ou

Fluxo de calor por Condução (W/m²)

Intensidade do fluxo térmico por condução:

q cd = λ/e (θe−θi) (W/m 2 )

q cd : intensidade do fluxo térmico por condução (W/m2); λ: coeficiente de condutibilidade térmica do material

(W/m°C);

e: espessura da parede (m); θe: temperatura da superfície externa da envolvente

(°C); θi: temperatura da superfície interna da envolvente (°C).

Convecção

troca de calor entre dois corpos, sendo um deles sólido e o

outro um fluido (líquido ou gás).

Intensidade do fluxo térmico por convecção:

q c = hc (t −θ) (W/m 2 )

q c : intensidade do fluxo térmico por convecção (W/m 2 ); hc: coeficiente de trocas térmicas por convecção (W/m 2 °C); t: temperatura do ar (°C);

θ: temperatura da superfície do sólido (parede) (°C), (t ≠ θ).

Convecção

determinação de hc

hc - no caso de convecção natural,

segundo Croiset, são adotados:

para superfície horizontal,

fluxo descendente:

hc = 1,2 W/m2°C;

para superfície vertical:

hc = 4,7 W/m2°C;

para superfície horizontal,

fluxo ascendente:

hc = 7 W/m2°C.

Variação do hc com a velocidade

do ar (parede vertical), Croiset.

• fluxo ascendente: • hc = 7 W/m2°C . Variação do hc com a velocidade do

Radiação

troca de calor entre dois corpos através de sua capacidade de

emitir e absorver energia térmica (sem necessidade de meio para propagação, ocorrendo mesmo no vácuo)

Intensidade do fluxo térmico por radiação:

q r = hr (θ−θr) (W/m 2 )

q r : intensidade do fluxo térmico por radiação (W/m 2 ); hr: coeficiente de trocas térmicas por radiação (W/m 2 °C); θ: temperatura da superfície da parede considerada (°C);

θr: temperatura radiante relativa às demais

superfícies (°C)

Radiação

hr = parâmetro simplificado que considera, com relação às superfícies:

temperatura aspectos geométricos e físicos emissividade

Para os materiais de construção correntes, sem brilho metálico:

ε 0,9

e adota=se hr = 5 W/m 2 °C

Resumo

Fluxo de calor por condução:

q cd = λ/e (θe−θi) (W/m 2 )

Fluxo de calor por convecção:

q c = hc (t −θ) (W/m 2 )

Fluxo de calor por radiação:

q r = hr (θ−θr) (W/m 2 )

Condutância térmica superficial

engloba as trocas térmicas que se dão à superfície da parede.

as trocas térmicas que se dão à superfície da parede. hc + hr = hc +

hc + hr =

hc + hr =

hc + hr

=

he

hi

coeficiente de condutância térmica superficial externa (W/m 2 °C)

coeficiente de condutância térmica superficial interna (W/m 2 °C)

Se he e hi são coeficientes de condutância térmica superficiais, as

resistências térmicas superficiais

serão 1/he e 1/hi.

Coeficiente global de transmissão térmica (K)

para paredes homogêneas

Coeficiente global de transmissão térmica (K) para paredes homogêneas 1/K = 1/he + 1/hi + e/λ

1/K = 1/he + 1/hi + e/λ

K

Valores de he e hi

Valores de he e hi Valores de condutâncias (he, hi) e resistências térmicas superficiais (1/he, 1/hi),
Valores de he e hi Valores de condutâncias (he, hi) e resistências térmicas superficiais (1/he, 1/hi),

Valores de condutâncias (he, hi) e resistências térmicas superficiais (1/he, 1/hi), com v=2,0m/s para paredes exteriores e v=0,5m/s para paredes interiores. (CSTB, 1958)

Cálculo de K (W/m²C)

Calcular o valor do Coeficiente Global de Transmissão de

Calor (K) para:

Uma parede de concreto externa de 20cm , densidade

2200 kg/m³. Temperatura interna de 20°C e externa de

28°C.

Uma cobertura de concreto de 20cm, densidade 2200

kg/m³. Temperatura interna de 25°C e externa de 22°C.

Coeficiente global de transmissão térmica (K)

engloba as trocas térmicas superficiais (por convecção e

radiação) e as trocas térmicas através do material (por condução).

Portanto, para determinado material, considera:

- a espessura da lâmina,

- o coeficiente de condutibilidade térmica,

- a posição horizontal ou vertical da lâmina,

- o sentido do fluxo.

K: coeficiente global de transmissão térmica (W/m2°C)

R: resistência térmica global (m2°C/W)

R = 1/K

K para paredes heterogêneas em espessura

K para paredes heterogêneas em espessura 1/K = 1/he + 1/hi + e 1 /λ 1

1/K = 1/he + 1/hi + e 1 1 + e 2 2 +

+ e n /λ n

→ K

K para paredes com espaço de ar confinado

Espaço de ar confinado: resistência térmica

(R ar )

Espaço de ar confinado: resistência térmica (R a r ) 1/K = 1/he + 1/hi +

1/K = 1/he + 1/hi + e 1 1 + e 2 2 +

+e

n /e y + R ar

→ K

Resistência térmica de espaço de ar confinado

Materiais

comuns

Resistência térmica de espaço de ar confinado Materiais comuns
Resistência térmica de espaço de ar confinado Materiais comuns

Emissividade (ε) dos materiais

Emissividade ( ε ) dos materiais

Exercício

Calcular o K das seguintes coberturas:

Laje de concreto (2300 kg/m³) de 20cm. Temperatura interna de 20°C e externa de 28°C.

Mesma laje anterior + 2,5cm de madeira

(cedro)

sem

espaço de ar

Mesmo caso anterior com colchão de ar confinado de

10cm.

Mesmo caso anterior com lâmina de alumínio polido

K para paredes heterogêneas em superfície

K para paredes heterogêneas em superfície Média ponderada pelas áreas: K = ( K 1 A

Média ponderada pelas áreas:

K = ( K 1 A 1 + K 2 A 2 +

(A 1 + A 2 +

+ A n )

+

K n A n ) /

Obs: Não é válido se os materiais tiverem valores de K com

diferenças acentuadas

Cálculo dos ganhos e perdas de calor pela

edificação

Ganho de Calor Total pelo Ambiente

Q tot = Q sol + Q e + Q il + Q eq

- Solar (Q sol )

- Pessoas (Q e )

- Iluminação artificial (Q il )

- Equipamentos (Q eq )

Ganho/perda de calor por paredes opacas (ou coberturas)

q= (1/h e ).α.K.Ig + K.Δt

(W/m 2 )

sol → ganho

Δt → ganho ou perda

solar

Ganho devido à radiação

Qop= Aop * α.K/he *Ig

α (depende da cor)

(w)

Perda ou ganho (diferença de temperatura)

Q’op = Aop*K*Δt

(W)

Ganho de calor solar

*Ig

(w)

Qop= Aop.α.K.Ig/he

Aop = área da parede

α (depende da cor)

Absorção da radiação solar (α)

Absorção da radiação solar ( α ) Valores de Coeficientes de Absorção (α) e Emissividade (ε).
Absorção da radiação solar ( α ) Valores de Coeficientes de Absorção (α) e Emissividade (ε).

Valores de Coeficientes

de Absorção (α) e Emissividade (ε). Fonte: Koenigsberger et alii (1977).

Valores de Coeficientes de Absorção (α), específicos de pintura.

Fonte: Croiset (1972).

Exercício

Calcular o ganho de calor solar em:

Parede de concreto de 20 m², com espessura

de 10 cm , densidade de 2300 kg/m³ , de cor branca;

Parede de madeira (pinho) com espessura de

5cm e 20m² de área.

Adotar radiação solar de 300

W/m²

Parede opaca com proteção solar

Parede opaca com proteção solar • Qop= Aop . α*. K.Ig/he α* : fator fictício de

Qop= Aop . α*. K.Ig/he

α*: fator fictício de absorção da radiação solar de uma parede opaca protegida por

quebra-sol

função das características da proteção solar e varia com

- orientação da parede

- latitude e

- época do ano.

Parede opaca com proteção solar

Solução de proteção solar

α*

quebra-sol contínuo, vertical, diante de parede vertical, a 30 cm,

0,20 - 0,25

sem características especiais do material e acabamentos

quebra-sol contínuo, vertical, diante de parede vertical, a 30 cm, com R 0,6 m 2 °C/W, face externa branca e face interna pouco

0,15-0,10

emissiva

quebra-sol de lâminas verticais colocado diante de parede

variável

vertical

beirais e quebra-sol de lâminas horizontais

variável

cobertura com sombreamento de um quebra-sol contínuo, a 30

0,15 - 0,20

cm

cobertura com sombreamento de quebra-sol contínuo, a 30 cm, face externa clara, face interna pouco emissiva, material isolante

0,05

Fator fictício de absorção da radiação solar de uma parede opaca protegida por quebra-sol Fonte: Croiset (1972)

q =

Trocas de calor através de componente

translúcido

Str*Ig

K*Δt

(W/m 2 )

+

sol→ganho

Δt→ganho ou perda

q: intensidade do fluxo térmico (W/m 2 ); Str: fator solar K: coeficiente global de transmissão térmica (W/m2°C); Ig: intensidade de radiação solar incidente global (W/m2); Δt: diferença de temperatura (°C)

global (W/m2); Δt : diferença de temperatura (°C) Ganho → Q t r = A t

Ganho Q tr = A tr * Str * Ig (W)

Perda

Q’ tr = A tr * K

Δt

(W)

A tr = Área de parede opaca (m 2 )

Ganho de calor solar em componente

envidraçado

Ganho Q tr = A tr * Str * Ig (W)

A tr

área do vidro

Str = Fator Solar

Ig = Radiação solar (W/m²)

Fator solar de vidros (Str)

Fator solar de vidros (Str) Fator Solar (Str) de vidros Fonte: Catálogos de vidros produzidos no

Fator Solar (Str) de vidros Fonte: Catálogos de vidros produzidos no Brasil.

Parede translúcida com proteção solar Ganho Q tr = A tr * Str * Ig (W)

Parede translúcida com proteção solar Ganho → Q t r = A t r * Str
Parede translúcida com proteção solar Ganho → Q t r = A t r * Str

Fator solar das proteções de envidraças (Str)

Fator solar das proteções de envidraças (Str) Fator Solar (Str) das proteções das vidraças ( para

Fator Solar (Str) das proteções das vidraças (para vidros simples com Str = 0,85) Fonte: Croiset (1972).

Exercício

Calcular o fluxo de ganho solar pelos seguintes

componentes envidraçados (adotar radiação solar = 746 W/m²) :

1. Vidro incolor (com e sem persiana externa e interna

de cor clara)

2. Vidro verde com Str= 0,55

3. Vidro duplo com persiana no interior da câmara

branca e preta.

Ganho Q tr = A tr * Str * Ig (W)

Dados de radiação solar (W/m²)

(lat=20°)

Dados de radiação solar (W/m²) (lat=20°)

Ganho de calor

Pessoas

Equipamentos

Sistema de iluminação

Ganho de calor (ocupantes)

Considerar só calor sensível

Exemplo:

10 pessoas em escritório

Qe = 10 * 65 = 650

W

Ganho de calor (ocupantes) Considerar só calor sensível Exemplo: 10 pessoas em escritório Qe = 10

Ganho de calor (equipamentos)

Considerar

60% da potência de

placa ou

100% qdo a

função é

aquecer.

Ganho de calor (equipamentos) • Considerar 60% da potência de placa ou • 100% qdo a

Ganho de calor(sistema de iluminação artificial)

Considerar lâmpada + reator
Considerar lâmpada + reator
Considerar lâmpada + reator
Considerar lâmpada + reator

Considerar

lâmpada + reator

Considerar lâmpada + reator
Considerar lâmpada + reator

Lâmpadas Incandescentes 10% da potência → Luz 90% da potência → Calor, sendo 80% por radiação 10% por condução e convecção

Lâmpadas Fluorescentes

25% da potência → Luz

75% da potência → Calor, sendo 25% por radiação 50% por condução e convecção

Porém:

- a luz se transforma em calor depois de absorvida pelos materiais;

- as fluorescentes funcionam com reator.

Portanto:

Calor cedido ao ambiente (W),

Incandescente:

Fluorescente com reator convencional:

Fluorescente com reator eletrônico:

por lâmpadas incandescentes e fluorescentes

100% da potência 125% da potência 110% da potência

Ganho de Calor Total pelo Ambiente

Q tot = Q sol + Q e + Q il + Q eq

- Solar (Q sol )

- Pessoas (Q e )

- Iluminação artificial (Q il )

- Equipamentos (Q eq )

Total de perdas de calor pelo ambiente

Todas as “perdas” dependem da diferença

de temperatura entre o interior e o exterior do ambiente:

As perdas ocorrem por condução e por ventilação:

Q’ tot = Q’ 1 + Q’ 2 +

+ Q’ n + Q’ vent

- Pelas superfícies (Q’ 1 ,Q’ 2

Q’ n )

- Pela ventilação (Q’ vent )

‘Perdas’ por diferença de temperatura

Lembrar que:

q= (1/h e ).α.K.Ig + K.Δt

(W/m 2 )

sol → ganho

Δt → ganho ou perda

A perda por qq componente será :

Q’op= Aop*K*Δt

sendo Δt = (te-ti) ou (ti-te)

Q’env= Avidro*K*Δt

Carga térmica transferida pela ventilação

(W)

Q vent = 0,35 N V Δt

0,35: calor específico × densidade do ar (W/m 3 °C);

N: taxa de renovação horária do ar do recinto (1/h);

V: volume do recinto (m 3 )

Δt: diferença entre a temperatura do ar interno e externo (°C).

A renovação do ar dos ambientes pode ocasionar ganho de calor (se te > ti) ou perda de calor (se te< ti).

No cálculo das cargas térmicas, adota-se uma taxa de renovação (N)

adequada ao ambiente para depois dimensionar as aberturas.

Temperatura interna máxima (Timax)

Temperatura interna máxima (Timax) t e med m E Δt temperatura media do ar externo inércia

te med

m

E

Δt

temperatura media do ar externo

inércia da construção (depende dos materiais) variação da temperatura externa diferença entre a temperatura interna e externa

Δt depende da relação entre ganho e perda de calor pela

edificação

Calculo de Δt

Calcular todos os ganhos (Q):

Qop= Aop . α*. K/he (W)

Q tr = A tr * Str * Ig (W)

Qeq,Qe,Qil

Q=Qop+Qtr+Qeq+Qe+Qil

Calcular todas as perdas (Q’):

Q’cond=Area*K* Δt (cobertura,paredes,vidros)

Q’vent= 0,35*N*V* Δt

Q’= (X)* Δt

Q= Q’= (x)* Δt

Δt (°C)

Determinação de te med

ver página 238 do Manual

te med verão) ver

Exemplo: Para São Paulo ver pág 232 (Manual de Conforto)

representa a temperatura média do clima da região (escolher

Temax = 30,7 °C Temed das máximas= 24,6°C

Temax = (30,7+24,6)/2= 27,6°C

Da mesma forma para temperatura mínima:

Temin= (17,4+13,8)/2= 15,6°C

Portanto,

te med = (27,6 + 15,6)/2 =

21,6°C

ti max = te med + (1−m).E + (1−m).Δt (°C)

se

Amplitude

Temax = 27,6°C

Tmin = 15,6°C

a amplitude térmica (A) será:

A = 27,6 15,6 = 12°C

e elongação (E)

E= A/2 = 6°C

ti max = te med + (1−m).E + (1−m).Δt (°C)

Cálculo de m (inércia térmica)

Cálculo de m (inércia térmica)

Cálculo da inércia térmica (m)

Usar o conceito de “superfície pesada

equivalente” = somatória das 6 áreas x coeficiente que depende do peso e da resistência térmica dos componentes, em relação à área do

piso.

6 áreas x coeficiente que depende do peso e da resistência térmica dos componentes, em relação

Cálculo da inércia térmica (m)

1. Peso do componente: (e/2) * densidade

Exemplo:

laje de 18 m² , 15cm de espessura e densidade=2400kg/m³; sem revestimento

Peso= (0,15/2)*2400= 180 kg/m²

2. Calcular a resistência térmica (e/λ) do revestimento e determinar o coeficiente:

Exemplo: se é sem revestimento e o peso é 180 kg/m², o

coeficiente será 2/3

e determinar o coeficiente: • Exemplo: se é sem revestimento e o peso é 180 kg/m²,

Cálculo da inércia térmica (m)

2. Multiplicar a área do componente pelo

coeficiente:

Exemplo: (18m² * 2/3) = 12 m²

Repetir o cálculo para todos os seis componentes

e repetir o cálculo anterior

Somar todos os valores e dividir pela área do

piso.

Classificar:

Superf. Equiv. Pesada / Área de piso

Inércia

Fator de

inércia

inferior a 0,5

muito fraca

m=0,4

entre 0,5 e 1,5

fraca

m=0,6

superior a 1,5 e sem cumprir a condição definida para inércia forte

média

m=0,8

superior a 1,5 e se a metade das paredes pesar mais de

300 Kg/m2

forte

m=1,0

Inércia térmica da construção: receita para cálculo

(e/2)*densidade

1) Calcula-se o peso de cada superfície:

2) Calcula-se a resistência térmica do revestimento de cada superfície: e/λ (m o C/W) 3) Determina-se o coeficiente de cada superfície: Tabelado, usando *(e/2).d+ e (e/λ)

4) Calcula-se a superfície equivalente pesada: (A 1 .coef 1 ) + (A 2 .coef 2 ) +

5) Calcula-se: Superfície Equivalente Pesada / Área de piso 6) Determina-se Fator de Inércia (m): Tabelado, usando Superf. Equiv. Pesada / Área de piso

(kg/m2)

+

(A n .coef n ) (m2)

Parede pesando + de 200 kg/m 2

Parede pesando entre 200 e 100 kg/m 2 Parede pesando entre 100 e

50 kg/m 2

Parede pesando menos de

50 kg/m 2

Superf. Equiv. Pesada / Área de piso

Inércia

Fator de

 

inércia

inferior a 0,5

muito fraca

m=0,4

entre 0,5 e 1,5

fraca

m=0,6

superior a 1,5 e sem cumprir a condição definida para inércia forte

média

m=0,8

superior a 1,5 e se a metade das paredes pesar mais de 300 Kg/m2

forte

m=1,0

Calcular temperatura interna do

ambiente

Calcular temperatura interna do ambiente

Exercício

Avaliar o desempenho térmico em um dia de

dezembro, de um ambiente com as seguintes características:

- ambiente de 5x5x4 m, executado em concreto

(2300kg/m³), laje e paredes com 10cm, sem

revestimento interno ou externo, localizado em

São Paulo, com janela (vidro comum) de 2m²

voltada para oeste, sem proteção solar.

- adotar para ventilação : N= 6 volumes por hora

- 2 pessoas digitando - 4 lâmpadas incandescentes de 100 W

-2 computadores (400W cada)

Dados de radiação solar para o exercício (São Paulo) página 215 (manual de conforto)

Dados de radiação solar para o exercício (São Paulo) página 215 (manual de conforto)

Passo a passo para resolver o exercício

1. Calcular o K de todos os componentes (1/K= 1/he+1/hi+e/λ);

2.

Calcular o ganho de calor solar (cobertura, paredes e vidro)

atenção:

construir

tabela em função de Ig (hora a hora) e identificar o horário de maior ganho;

Qop= Aop*α*K*Ig/he (W)

 

Q tr = A tr * Str * Ig

(W)

3.

Calcular perdas por diferença de temperatura:

 

Q’=Area*K* Δt

(W)

Q’= 0,35*N*V* Δt (W)

4.

Calcular Δt

(Δt= Q/Q’)

 

5.

Calcular m (inércia)

6.

Calcular E (elongação)

 

7.

Calcular ti (temperatura interna do ambiente) e

ti max = te med + (1−m).E + (1−m).Δt (°C)

8. verificar se está em conforto usando ábaco de temperatura efetiva

Exemplo de Tabelão para determinar

o horário crítico de ganho solar (Ig)

Exemplo de Tabelão para determinar o horário crítico de ganho solar (Ig)

A timax indica condição de conforto????

Calcular temperatura efetiva

condição de conforto???? Calcular temperatura efetiva WBT: temperatura de bulbo úmido Usar a carta psicrométrica

WBT: temperatura de

bulbo úmido

Usar a carta psicrométrica para calcular Tbu (WBT)

Se v(ar)=0 m/s

Tef=27ºC

Se v(ar)= 1 m/s

Tef= 25°C

Tneutra inferior=15,5 + 0,29*Tmed

Carta Psicrométrica

0

30 30 Temperatura de Bulbo Úmido 25 25 20 20 15 15 10 10 5
30
30
Temperatura de Bulbo Úmido
25
25
20
20
15
15
10
10
5
5
0
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
M[g/Kg]

TBS[°C]

Carta Psicrométrica

100% 80% 50% 1. TBS = 32° C e UR= 60% TBU = 25° C
100%
80%
50%
1. TBS = 32° C e UR= 60% TBU = 25° C
30
30
2. TBS = 10° C
UR=40%
TBU=5°C
3. TBS = 23 ° C UR = 65% TBU=18°C
25
25
20
1
20
15
15
3
10
10
5
0
5
2
0
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
TBS[°C]
M[g/Kg]

EXERCÍCIO

Retirar no Xerox : exercício e gabarito