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ASSOCIAÇÕES E CONSÓRCIOS PÚBLICOS Carlos Henrique de Magalhães Marques Advogado-Associado PINHEIRO, MOURÃO E

ASSOCIAÇÕES E CONSÓRCIOS PÚBLICOS

Carlos Henrique de Magalhães Marques Advogado-Associado

PINHEIRO, MOURÃO E RASO ADVOGADOS

CONCEITOS e

D E F I N I Ç Õ E S

CONCEITOS e D E F I N I Ç Õ E S • A ASSOCIAÇÃO É

A ASSOCIAÇÃO É A UNIÃO DE PESSOAS QUE SE ORGANIZAM PARA FINS NÃO ECONÔMICOS

(ART.53 DO CÓDIGO CIVIL )

Características:

a) não há direitos e obrigações recíprocas entre os

associados (ART.53, parágrafo único do CÓDIGO CIVIL)

b) pode ser formada tanto pela união de pessoas naturais, quanto de pessoas jurídicas, públicas ou privadas (Enunciado do

do art. 53 - IAMG)

CONCEITOS e D E F I N I Ç Õ E S

CONCEITOS e D E F I N I Ç Õ E S c) os associados devem

c) os associados devem ter iguais direitos, mas o estatuto poderá instituir categorias com vantagens especiais

(Art. 55 – C.Civil)

d) dissolvida a associação o remanescente do seu patrimônio líquido terá a destinação prevista no estatuto, ou, na sua omissão, incorporado à instituição municipal, estadual, ou federal de fins idênticos ou semelhantes

(Art. 61 – C.Civil)

O traço distintivo entre a Associação Civil, ou Privada, e a Associação Pública é o de que esta pode ter fins econômicos e a primeira não

CONCEITOS e D E F I N I Ç Õ E S

CONCEITOS e D E F I N I Ç Õ E S • O CONSÓRCIO PÚBLICO

• O CONSÓRCIO PÚBLICO É A PESSOA JURÍDICA FORMADA EXCLUSIVAMENTE POR ENTES DA FEDERAÇÃO (1) PARA ESTABELECER RELAÇÕES DE COOPERAÇÃO FEDERATIVA, INCLUSIVE DE OBJETIVOS DE INTERESSE COMUM, CONSTITUÍDO COMO ASSOCIAÇÃO PÚBLICA , COM PERSONALIDADE DE DIREITO PÚBLICO E NATUREZA AUTÁRQUICA, OU COMO PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO SEM FINS ECONÔMICOS (2) (3) (4)

(ART.2º, INCISO I DO DECRETO 6.017 DE 17/01/2007 )

CONCEITOS e D E F I N I Ç Õ E S

• CONCEITOS e D E F I N I Ç Õ E S CONSÓRCIO PRIVADO ,

CONSÓRCIO PRIVADO,

O

TEM PERSONALIDADE JURÍDICA, CONSTITUINDO-SE NUMA UNIVERSALIDADE DE DIREITO (5), DE CARÁTER ASSOCIATIVO, ENTRE EMPRESAS PRÉ-EXISTENTES, NÃO RESULTANDO, NEM SENDO OBRIGATÓRIA A CONSTITUIÇÃO DE UMA NOVA PESSOA JURÍDICA DISTINTA DAS EMPRESAS CONSORCIADAS. (6)

OU

CONVENCIONAL

NÃO

(ARTS.278 E 279 DA LEI 6.404/76)

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- c o n s t i t u i ç ã o -

N S Ó R C I O P Ú B L I C O - c

Autorização legislativa dos Estados, Distrito Federal e Municípios .

(ARTs.25 e 29 e 30 da CONSTITUIÇÃO FEDERAL)

Subscrição de um protocolo de intenções, que deverá ser ratificado por lei e ser publicado na imprensa oficial . (7)

(8) (9)

(ARTs. 3º, 4º e 5º DA LEI 11.107/2005)

Constituição por contrato .

(ART. 3º DA LEI 11.107/2005)

Aquisição da personalidade jurídica (10) com o início da vigência das leis de ratificação do protocolo de intenções editadas pelos entes federados integrantes do consórcio público constituído como ASSOCIAÇÃO PÚBLICA .

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- c o n s t i t u i ç ã o -

N S Ó R C I O P Ú B L I C O - c

Aquisição da personalidade jurídica (11) com o registro e arquivamento dos atos constitutivos do consórcio público constituído como ASSOCIAÇÃO.

(ART. 6º, I , da LEI 11.107/2005)

Os Estatutos Sociais são obrigatórios, tanto para o Consórcio Público de direito público (Associação Pública),

quanto para o de direito privado (Associação).

(12)

(ART. 7º, da LEI 11.107/2005)

Os Estatutos serão obrigatoriamente aprovados pela Assembléia Geral dos Entes Federados consorciados e deverão,sob pena de nulidade, atender a todas as cláusulas do seu contrato de constituição.

(ART. 8º, caput e §1º da LEI 11.107/2005)

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- c o n s t i t u i ç ã o -

N S Ó R C I O P Ú B L I C O - c

Os Estatutos do Consórcio Público de direito público só produzirão efeitos com a sua publicação na imprensa oficial de cada ente consorciado, podendo a publicação ser resumida desde que seja indicado o local e o sítio da rede mundial de computadores – internet em que se poderá obter o texto integral. (13)

(Art. 8º, §§ 3º e 4º do Decreto 6.017 de 17/01/2007)

Pode haver a transformação dos Consórcios constituídos em desacordo com a Lei 11.107/2005 em Consórcios Públicos de direito público, ou de direito privado, desde que atendidos os requisitos de celebração do protocolo de intenções e de sua ratificação por lei de cada ente da Federação consorciado. (14)

(Art. 41º, §§ 3º e 4º do Decreto 6.017 de 17/01/2007)

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- a s p e c t o s

r e l e v a n t e s -

C I O P Ú B L I C O - a s p e c

Os objetivos dos Consórcios Públicos serão determinados pelos entes da Federação que se consorciarem, observados os limites constitucionais.

(ART. 2º da LEI 11.107/2005)

O Consórcio Público pode:

a) outorgar concessão, permissão ou autorização de obras, ou de serviços públicos, mediante autorização prevista no contrato de consórcio público, que deverá indicar de forma específica o objeto da concessão, permissão ou autorização e as condições a que deverá atender, observada a legislação de normas gerais em vigor.

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- a s p e c t o s

r e l e v a n t e s -

C I O P Ú B L I C O - a s p e c

b) Ser contratado pela Administração Direta, ou Indireta dos entes da Federação consorciados, dispensada a licitação.

(ART. 2º, § 1º, III da LEI 11.107/2005)

c) Firmar convênios, contratos, acordos de qualquer natureza, receber auxílios, contribuições e subvenções sociais ou econômicas de outras entidades e órgãos do governo, sendo, porém nula a cláusula do contrato de consórcio que preveja determinadas contribuições financeiras ou econômicas de ente da Federação ao consórcio público, salvo a doação, destinação ou cessão do uso de bens móveis ou imóveis e as transferências ou cessões de direitos operadas por força de gestão associada de serviços públicos. (15)

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- a s p e c t o s

r e l e v a n t e s -

C I O P Ú B L I C O - a s p e c

d) A Assembléia Geral é a instância máxima do Consórcio Público. (16)

(ART. 4º, VII da LEI 11.107/2005)

e) O representante legal do Consórcio Público será, obrigatoriamente, o Chefe do Poder Executivo do Ente da Federação consorciado.

(ART. 4º, VII da LEI 11.107/2005)

f) Os

contratantes

têm

o

direito

de

exigir

o pleno

cumprimento das cláusulas do contrato de Consórcio Público, quando estiverem adimplentes. (17)

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- a s p e c t o s

r e l e v a n t e s -

C I O P Ú B L I C O - a s p e c

g) A alteração do contrato ou a extinção do Consórcio Público dependerá de instrumento aprovado pela Assembléia Geral, ratificado mediante lei por todos os entes consorciados. (18)

(ART. 12 da LEI 11.107/2005)

h) Até que haja decisão que indique os responsáveis por cada obrigação, os entes consorciados responderão

solidariamente

pelas

obrigações

remanescentes,

garantindo o direito

beneficiados ou dos que deram causa à obrigação. (19)

de

regresso em face dos entes

(ART. 12 da LEI 11.107/2005)

C O N S Ó R C I O

P Ú B L I C O

- a s p e c t o s

r e l e v a n t e s -

i) A União poderá

celebrar

convênios com

e v a n t e s - i) A União poderá celebrar convênios com os

os Consórcios

Públicos, com o objetivo de viabilizar a descentralização e a prestação de políticas públicas em escalas adequadas. (20)

(ART. 14 da LEI 11.107/2005)

j) A legislação que rege a organização e funcionamento das associações civis aplica-se subsidiariamente à organização

e funcionamento

quando

Lei 11.107 de 06/04/2005.(21)

dos

Consórcios

com

não

houver

conflito

(ART. 15 da LEI 11.107/2005)

Públicos,

ou

seja,

as

disposições

da

Dados de Contato do Palestrante

Dados de Contato do Palestrante Carlos Henrique de Magalhães Marques – Advogado Associado PINHEIRO, MOURÃO E

Carlos Henrique de Magalhães Marques – Advogado Associado PINHEIRO, MOURÃO E RASO ADVOGADOS carloshenrique@pmradv.com.br

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