Vous êtes sur la page 1sur 150

Semin ário sobr e a

Hi stóri a da Igreja
Advent ista do Sé timo
Dia
Con texto Pol íti co

Independênci a am er icana
1776
Conqui stas
Napol eôni cas

Pri sã o de Pi o VI
Cont ex to Prof éti co

Terr emoto de Li sboa 17 55


Con texto 1789
Profét ico
1780

1833
Cont ext o Soci al

76 mil imigrantes
Conquista do Oeste
Cont ex to Soci al
Guerra de Secessão
Co ntexto Científ ico

1807 - 1º bar co a
vapor.
1814 - impr ens a
a vapor.
1825 - trem a
vapor.
1844 - 1º
mensagem
Co ntexto Filo só fic o:

Evol ucio nism o


1859

Char les
Ma ni festo
comuni st
a 1848
Wi lliam C arey (1761 –
Da vid Livin gstone (1813 –
1873)

In spirad o por Mo ffat, seu


sog ro, tamb ém fo i par a a
Áf rica.
Hu dson Taylo r (1832-
1905)

Miss ão pa ra
o interi or da
Chi na
“Sociedade Missionária Metodista”
(1786)
“Sociedade Missionária Batista”
(1792)
“Sociedade Missionária de Londres”
(1795)
“Sociedade Missionária da Igreja”
(1799)
“Sociedade Bíblica Britânica e
Estrangeira” (1804)
“ Sociedade de Londres para a
Promoção do Cristianismo Entre os
Judeus” (1809).
1-
Di ver si dade
Rel
A Oigi
br aosa
dos
irmã os Wesley
frut ificou no
rá pido
cr escimento do
Me todismo.
“Shakers”: Movimento criado por
Ann Lee Stanley, os quais se
envolviam com comunicações
espiritualistas. Seu período de
maior crescimento foi de 1837 a
1844.
Char les Gran diso n Fi nney
(1792 – 1875)
Leva va a e feit o
se us famo sos
rea viva men to s
nos Esta dos
Unid os, sen do
con he cid o com o
o “A pó sto lo dos
Avi va me nt os.”
Os Mórmon s
A “I gre ja de
Jesu s Cri st o
dos San tos do s
Últi mo s D ia s”
foi fund ada p or
Jose ph Smi th
Jr. (180 5 –
184 4) e m 18 30.
O Espir itismo
Em março de 1848 começaram a
surgir as famosas “pancadas”
misteriosas na casa da família
John D. Fox , em Hydesville, Nova
Iorque. (Vida e Ensinos, pp. 167 – 169).
“ A bendi ta
esperança
” dos
cri stãos,
menci onad
a mai s de
300 veze s
no NT .
Is aac Newton(1642- 1727)

As
Profecias
de Dani el e
Apocal ips e
Ma nuel de La cunz a (17 31
– 1 801) -

“La Venida del


Mesías en Gloria
y Majestad”
Em 1824, o livro
foi inserido no
“Index de Livros
Proibidos”
ose ph W olff (179 5 – 1 862),

Miss io nár io a
todas as
nações
He nry D rum mon d - 1826

Banqueiro e
membro do
Parlamento
inglês,
patrocinou a
Assembléia
de Albury
Ge orge Müll er (1805 –
189 8),
Filantropo e
pregador,
famoso
fundador
dos
Orfanatos
de Bristol
Na Escandinávia, entre 1842 e
1843, surgiram os “pregadores
infantis...” (O Grande Conflito, p. 366).
“Pai do Movimento Adventista na
América”, nasceu em Pittsfield
Massachusetts, a 15/02/1782.
“Participou como voluntário da Guerra
de 1812. Por associação com amigos
deístas, adotou as idéias do deísmo.
Continuou mantendo suas idéias
durante mais ou menos 12 anos” (O
Grande Conflito, p. 318).
Setembro de 1816, no meio da
leitura de um sermão de domingo à
noite, foi tomado de emoção.
Miller posteriormente declarou:
“...em Jesus encontrei um amigo.”
Su a ded icação ao E studo
da Bíbl ia

Entre 1816 e 1818, dedicou-se


intensamente ao estudo e a
meditação
Concl usões de
Miller:
Que Jesus virá outra
vez pessoalmente, com
todos os santos anjos
com
 QueEle.
o reino de Deus
será estabelecido por
ocasião de Sua vinda.
 Que a Terra será
destruída num dilúvio de
fogo.
 Que a Nova Terra
surgirá de sua cinzas.

 Que os justos
mortos serão
ressuscitados por
ocasião da volta de
Cristo.
 Que os ímpios mortos não
ressurgirão até o fim dos mil anos

 Que a ponta pequena papal será


destruída com a volta de Cristo

 Que os 2.300 dias-anos,


estendendo-se de 457 AC até cerca
de 1843 AD, trará o clímax da
profecia e da história humana; e que
Jesus voltará “antes ou durante” o
ano judaico de “1843”.
3. Seu Prime iro Sermã o
No sá ba do, 13 d e a go st o de
183 1, ap ós 1 3 an os d e
pro teelaç
- “Vai ão : isto ao mundo”, dizia-
anuncia
lhe uma voz.
- “Não, Senhor.
Não! Tu Sabes que
eu não sei pregar.
Eu não sei pregar”.
Dr. Jos ia s Lit ch (1 80 9–
188Em
6) 1841, deixa o
ministério metodista para
dedicar-se integralmente
à pregação da breve volta
de Cristo.
Litch foi pioneiro na
interpretação profética da
‘cena judicial de
julgamento.’
Car los F itch ( 18 05 –
184 4)da Igreja Congregacional
Era pastor
Em 1842, Fitch e
Apollos Halle,
“elaboraram o famoso
diagrama profético de
1843”
1843: Salientou o anúncio do anjo:
“Caiu, caiu a grande grande
Babilônia”.
Em sua primeira
visão, Ellen G.
White viu o
irmão Fitch na
Nova Terra,
debaixo da
árvore da Vida.
(Primeiros Escritos,
p. 17).
José Bat es ( 179 2 –
187 2)
Aos 15 anos de
idade, deixou o lar
de seus pais para
seguir a vida do mar.
Sua vida foi cheia de
aventuras
Investi u todos os recurs os n
pregação
Josu é V . H ime s (1 805 –
“O grande agente de publicidade”
1895)
“Sob a influência de
Himes, o milerismo
transformou-se de
uma mera curiosidade
local para uma causa
que receberia
atenção nacional.”
(Schwarz, Op. Cit., p. 34).
LeR oy E dwin Froo m
me ncion a oit o fas es
1. A pregação solitária de Miller em
pequenas cidades e comunidades
rurais (1831 – 1838).
2. Após associarem-se a ele alguns
ministros de influência, Miller passa a
pregar nas grandes cidades (1838 –
1840)
3. Período das
Assembléias
Gerais (1840 –
1842)

4. Período da
grandes reuniões
campais (1842 –
1843)
5. Período de oposição e de
expulsão das igrejas (verão de
1843 - outono de 1844).

6. Período conhecido
como o “Tempo de
Tardança” (abril de 1844
–agosto de 1844).
7. O “Movimento do Sétimo Mês”
ou o “Clamor da Meia
Noite”(agosto de 1844 – 22 de
outubro de 1844).

8. O Grande
Desapontamento (22 de
outubro de 1844)
Fix ação de D atas

“No início de 1843, Miller estava


disposto a aceitar que Cristo
voltaria durante o ano judaico,
que ele calculava como
estendendo-se de 21 de março
de 1843 à 21 de março de 1844.”
(R. W. Schwarz, Op. Cit., p. 43).
O Prim eiro
De sapo ntam
“A despeito ento os sermões
de todos
pregados, a despeito de todas as
publicações distribuídas, de todas
as campais realizadas, de toda a
clara evidência bíblica de Miller, e
a despeito de seu miraculoso
chamado para anunciar isto ao
mundo, o ano do fim do mundo
passou e Cristo não voltou.” (C.
M. Maxwell, Op. Cit., p. 27).
Os mi le ri tas enc on tra ra m
con fort o e â ni mo ,
espe ci alm en te em d oi s
tex to s bí bli co s:

Mate us 25 :5 e 6
Haba cu que 2:3
De 12 a 17 d e a go st o de 18 44
foi rea liz ad a a c ampa l d e
Ex et er, N ew H amp sh ir e, na
qua l foi a pr esen ta do o
“c la mo r da me ia- no it e”, que
dá iní ci o ao “mo vim en to do
Sam uel Sheff ield Snow
(18 06 – 1870)
Al guém di z ao
pregador
Bate s: “ É
demasi ado
tarde para
gastar mos
tempo. .. Aqui
esta um homem
com a
Snow apresentou quatro
pontos:
1- A correção do
erro de cálculo
anteriormente
reconhecido, ao
mudarem a data de
1843 para 1844.
2- As 70 semanas de anos que
iniciaram e terminaram no
outono.
3- Os tipos de
tabernáculo mosaico
indicam que o segundo
advento ocorrerá no
outono e não na
primavera. Ocorrerá
no Dia da Expiação ,
no 10º dia do 7º mês,
assim como o
sacrifício do cordeiro
pascal apontava para a
morte de Cristo no 14°
dia no primeiro mês.
4- Assim como a
páscoa da crucifixão,
o molho movido da
ressurreição e o tempo
anunciado para o
pentecostes no tempo
exato, o antitípico Dia
da Expiação ocorrerá
no dia exato
especificado pela
profecia. (L.E. Froom, Op.
Cit., vol. 4 , pp. 813 e 814).
Por q ue Jesu s nã o ve io?
 4. 500 serm ões

 Oi to mi lhões de
exempl ares de
literatura
adventi st a
 Gra nde s reuniõ es
Co meçam a su rgir
divi sõ es

Al guns começar am a
marcar nova s da tas para a
vol ta de Cri sto; outros
tornavam -s e fanáti cos e
acal entavam idéi as
estra nha s. Surge fa nat ismo
Em janeiro de
1845, dois
editor es
advent ist as,
Apol los Hale e
Joseph Turner ,
desenv olver am o
que pass ou a ser
conhecido como
a teor ia da ‘por ta
Interpretação mi leri ta de:
 Apocal ipse 22: 11 e 12

 Si mbol ismo da pará bo la


das dez virg en s Mat.
(25:10)
 Apocal ipse 3: 7 e 8.
“Deus, em s ua pr ovi dê nci a
fec ho u a po rta; e po de mo s
ape na s est im ula r u ns a os ou tros
a se rmos pac ie ntes , e em
se rmo s di lig en tes em a ss eg urar
noss a voc aç ão e el eiç ão .” ( L. E.
Froo m, O p. Cit ., v ol . 4, p.
831 ).
José Bates, Ti ago Whi te e El len
Harmon cri am in ici al mente na
‘port a f echada’ , j untamente com
Mi ller, Snow, Crosie r, e quase
todos os o ut ros adventi st as.
As Três Divisões do Milerismo
1. Dat a e rrada e ev en to cor re

 Himes persuade Miller a


abandonar a teoria da porta
fechada.
 Este grupo marcou várias datas
posteriores para a volta de Cristo:
1845, 1846, 1847, 1854 e outras.
 Originaram os Adventistas
Evangélicos e os Cristãos
Adventistas.
2. A d ata e o event o corret
 Pequeno grupo fanático mantém
uma posição extremista a respeito
da “porta fechada”.

 Jesus voltou de
maneira espiritual

 Samuel Snow cria ser o Elias que


haveria de vir.
3. Dat a certa e o e vento r e-
inter preta do.
 José Bates, Tiago White, Hirã
Edson e outros.
 O terceiro grupo rejeitou tanto o
formalismo como o fanatismo
 Núcleo dos Adventistas
Sabatistas, que posteriormente se
transformaria na Igreja Adventista
do Sétimo Dia . (L.E. Froom, Op. Cit., vol
4, pp. 837 – 842)
Hirã Edson (1806 – 1882)
Ao chegar a di a
22 de outubro de
1844, um grupo
de crentes
estav a re un ido
em sua casa
aguardando o
gl ori oso
apareci mento de
Cr ist o.
“Ele pela primeira
vez entrava nesse
dia no segundo
compartimento
desse santuário; e
que Ele tinha uma
obra para realizar
no Santíssimo
antes de vir à
Terra.”Maxwell.p.
50.
“O santuário a ser purificado, ele
acrescentou, era claramente o
santuário celestial, e não esta
terra no seu todo.” (L.E. Froom, Op.
Cit., vol. 4, p. 881-883)

Apocalipse 10
A experiência de
Hirã Edson:
Cleópas e seu
companheiro no
caminho de Emaús
(Luc. 24:13-35).
Eno ch Jacobs
Day-Star Extra:

 Um santuário
real, literal,
existe no céu;

 No dia 22 de outubro de 1844,


Cristo passou do primeiro
compartimento deste santuário
para o segundo (o Lugar
Santíssimo).
 An tes de Seu r eto rno à
Te rr a, Cr ist o tem u ma ob ra a
fazer n o lug ar san tíssi mo ,
que d ifer e d a que Ele
esti ve ra r eal iz an do de sd e a
Su a ascensã o
 O rit ua l do sa ntu ári o
heb ra ico er a uma c om pl eta
rep re se nt açã o vis ua l do
pla no da salvaç ão , c om ca da
tip o t en do o seu an tí tip o
 O ver dad ei ro prop ósi to do
Di a d a Ex pi açã o (que in ic iou
par a os c rist ão s no d ia 22 de
out ub ro e 184 4) é pr ep ara r
um po vo p ur if ic ad o

 A pur ifica çã o de Cr ist o d o


Sa nt uár io c ele sti al tamb ém
envo lve a pu rif icaç ão do s
cor aç ões de Seu po vo
 O tipo lóg ico “bode
emi ssár io ” nã o r ep rese nt a a
Cr isto m as a Sa tan ás.

 Co mo o “au tor
do pe cad o”,
Sa ta nás re ceb er á
a c ul pa fina l pel os
pec ado s q ue el e
levo u I sr ael ( o
povo de D eu s) a
 A exp iaç ão
pel o pec ad o
não i nic io u a té
que C rist o
ent ro u n o
sa nt uá rio
cel est ial a pós a
Su a
ressu rr eiç ão .
(R.W. Sc hw arz. O p.
Cit ., p. 62 e 63).
“ana bat ist a
s
sa ba ti st as”

Co nde N ic ol au
vo n
A observ ânci a do
sábado na Amér ica

1ª Igreja Batista
do 7º Dia
A o bserv ância do sábado
penetr ou na Amér ica por
Stephen Mu mf ord , que
“emigro u d a Inglate rra em
1664 e or ganizou, em Rh ode
Island, em 1671, a prime ira
igre ja B atis ta do s étimo dia na
O sábado é a cei to
no mei o
Fre de ric o
adventi stWhe
a el er
(1811 – 191 0) ,
Hill sbo ro, N ew
Hamp shi re , a o
cel eb rar um a san ta
cei a num d om ing o
pel a ma nhã d o
iní cio d e 184 4.
Ra que l Oake s ( 18 09
– 18 68 ).
Apó s le r o artig o de Preble
pub li cad o no “The H ope of
Isr ael ”, e m ma rço de 1 845 , ele
dec id iu pe rco rrer 2 20 Km a fim
de se e nco nt rar co m Fr eder ico
Wh ee ler , e m Hill sb oro.

Ponte ent re New Bedf ord e


Ell en G. (Harmo n)
Whi te (1827 – 19 15)
Nas ceu e m G or ham, Maine.
Ellen e sua ir mã
gêmea Eliz abet h eram
as f ilhas ma is novas
de uma família de 8
filhos. Quando ambas
ainda era m c rianças, a
família mudou-se para
Aos 9 anos
uma pedra
ati ngi u o s eu
rost o e por 2
anos não
pode respi rar
pel o nari z.
Aos 12 anos
tent ou
reto rnar para
Em ma rço de
1840, E lle n e
sua família
ouvir am as
pregações de
Guilherme
Miller em
Portland, e
aceitar am a
segunda v inda
de Cr isto a
ocorr er cerc a
Numa r euniã o c amp al
met odista r ealiz ada nas
pr oximidades de Buxt on, Maine,
poucos me ses depois , ela
entr egou seu cor ação a Deus .
(V id a e En sin os , p . 1 6-2 0)
or insi stência de s ua parte, Ellen
foi batizada por imers ão ( o
bati smo metodis ta é por
26 de junho no
as persão), de dia
1842, em Ca sco
Bay . (Vid a e E ns ino s, p.2 0)

Em 1843 f or am
deslig ados da
igre ja M etodis ta
de Pine S treet .
Sua pri meira vi são

Em dez emb ro de
1844 , na casa
da Sra. Haines,
em Sou th
Po rt land, Maine .

Prime iros Es critos , p p. 13-20.


“Se f alhas sem em
pr osseguir na
infalível luz, eles
tr opeçariam e
cair ia m n o
caminho. A ssim,
eles t ragicament e
jamais
alcançar ia m a
cidade de D eus.”
(LeRo y Edw in Froo m,
Mo ve men t of De sti ny , p.
O ch amad o p ar a o m in isté rio
pro féti co
Guilherme Ellis Foy - “Pregador
milerita de cor parda, teve sua
primeira visão no dia 18 de janeiro
de 1842... e uma
terceira visão
próximo ao tempo de
expectativa de 1844,
na qual ele viu três
plataformas”. (SDA
Encyclopedia , pp. 474 e
475).
“Recebeu algumas visões no outono
de 1844. Viu a caminhada do povo do
advento para a cidade de Deus. Em
uma segunda visão, foi advertido
que, se ele não
relatasse... a
responsabilidade
seria tirada dele e
colocada sobre
uma dos mais
frágeis filhos do
Senhor.” (SDA
Encyclopédia, p. 473).
Ellen G. Harmon: uma frágil
jov em d e 1 7 anos.

Em sua
segunda
visão, o
Senhor
apresentou-
lhe uma
perspectiva
das provas.
No v erão de
1845 ela t eve
a mais longa
vis ão ( 4 hor as
de duração),
em Randolp h.
Condenou o
fanatismo de
Robbin s,
Sargent e
Fr ench.
Em novembro d e 1846, Ellen G.
Whit e teve uma v isão com
deta lhes ast ronômicos , q ue
conv enceram José B ates a
aceita r o dom profético da
ir mã White.
No dia 3 de abri l d e 1847 e la
te ve uma vis ão em T ops ham,
Ma ine, n a qual v iu, no templo
celes tial, a Lei de Deus , com
um halo de luz envolve ndo o 4 °
mandamento . ( Primeir o
Escr itos, pp. 32 e 33).
Aute nticidade do Dom de
Profeci a:
1- Fenômenos
Fí si cos.
2- Conteúdo das
vi sões.
3-
Fundamentação
bí bl ica.
Série de
re uniões dos
‘amig os do
sá bado’
re aliz ados e m
vá rios lugar es
da Nov a
Inglater ra e
Nov a Ior que,
dura nte o
perí odo
Os seis “congressos sabáticos”
de 1848

“Demonstraram ser um poder


unificador, clarificador e
fortalecedor, consolidando as
posições do crescente grupo
sabatista”(L.E. Froom, The Prophetic Faith
of Our Fathers, vol.4, p. 1021).
Dorchester, Massachusetts (18 de
novembro de 1848) na casa de Otis
Nichols:

Visão a respeito da obra de


publicações.
“Tenho uma mensagem para ti. Deves
começar a publicar um pequeno jornal e
mandá-lo ao povo. Desde este pequeno
começo foi-me mostrado assemelhar-se
a torrentes de luz que circundavam o
mundo.” (Vida e Ensinos , p. 127).
Jul ho de 18 49 : M il
exe mp lar es do j orn al “T he
Pr ese nt Tru th”.
“ Aj oel hamo- nos em
redor d os jornai s e,
com o coração
humi lde e mui tas
lágrim as, rogamos
ao Senhor que
abençoasse
aquel es
mensagei ros da
verdade. ” (V id a e
Ensinos, p p.1 28, 1 29)
“Depo is d e
termo s do br ado
os jo rna is e me u
ma rido h ave r
emb rul ha do e
end er eçad o
exe mp la res pa ra
todo s os q ue el e
jul ga va o s l er iam,
pô- lo s nu ma
ma lin ha e, a pé ,
lev ou -o s ao
cor reio de
A importância dos “Congressos
Sabáticos”

1) O segundo advento pré-


milenista;

2) O ministério de Cristo em duas


fases, no santuário celestial, cuja
purificação iniciou em 1844;

3) O sábado do sétimo dia;


4) Dom de Profecia;

5) Três mensagens angélicas;

6) A imortalidade condicional;

7) As sete últimas pragas;

8) Extinção dos ímpios após o


milênio; (R. W. Schwarz, Op. Cit., p. 69).
“Mu itas v ez es f icáv amos
junt os até t arde da noite , e p or
ve zes durante a noit e inteira ,
or ando por luz e e studando a
Os mileritas jamais tiveram a
intenção de fundar uma nova
igreja. O tempo parecia demasiado
curto, e não havia uma concebível
necessidade de uma nova
organização.
George Storrs

“Nenhuma igreja pode


ser organizada por
invenção humana
sem que se torne
Babilônia no
momento em que é
organizada.”
(A .W. Spalding, Origin and
History of Seventh-day
Adventists, vol.1 p. 291)
A premente necessidade de uma
organização:
1- Não havia uma organização para a
disciplina e não havia um registro
organizado de membros e de
congregações.
2- Pregadores
não possuíam
salários.

3- Propriedades
legalizadas.
As propriedades
do movimento
(especialmente os
terrenos sobre os
quais haviam sido
construídas as
igrejas) ainda não
estavam
assegurados por
uma organização
legal.
“Levar a obra a novos
campos, para proteger dos
membros indignos tanto as
igrejas como os ministros,
para a conservação das
propriedades da igreja, para
publicação da verdade pela
imprensa e para muitos
outros fins.” (Testemunhos Para
Ministros, p. 26)
A nomeação de diáconos
“A primeira evidência de
organização... foi a nomeação de
diáconos em cada grupo ou igreja.
Esta prática
começou em
1853, na
própria igreja
de José Bates
em Fairhaven.”
(A . W. Spalding,
Op. Cit., vol.1, p.
294)
As credenciais e a ordenação de
ministros:
Foi Emitido um cartão de
certificado, assinado por eles
mesmos como ‘ministros
dirigentes’, para qualquer
pregador que desse evidências de
aptidão.

Tiago White José Bates


Em 1854 Ellen White escreveu:

“A igreja precisa acorrer para


a Palavra de Deus e
estabelecer-se na ordem
evangélica que tem sido
subestimada e negligenciada.
Isto é indispensável para
levar a igreja à unidade da
fé.” (Primeiros Escritos, p. 97 e 100)
O plano da Benevolência
Sistemática
“Em realidade, o pagamento de um
pregador era muitas vezes uma medida
de trigo, a metade de um porco, ou ‘um
pedaço de um peixe assado e de um
favo de mel’. Os líderes perceberam
que chegara o
tempo para o
estabelecimento
de um plano
mais eficaz.”
(Idem, vol.1 , p. 296) Evangelistas de 1860
“Em abril de 1858,
J. N.Andrews
formou uma classe
bíblica na casa de
J.N. Loughborough,
em Battle Creek,
em busca de luz
para o sustento do
ministério”.
(C.M.Maxwell, Op. Cit.,
p. 145).
Em Janeiro de 1859, o plano
das c ontribuições semanais foi
adot ado pela i greja de Bat tle
Creek:
5 a 20 centa vos de dólar es
para os homens e 2 a 10
cent avos par a as mulhere s.
A Escolha de um Nome
A formação de uma corporação legal:
Até 1850, o
movimento
adventista
possuía três
tipos de
propriedades:
tendas, algumas
igrejas, e a casa
publicadora de
Battle Creek
De 28 de setembro a 1º de outubro
de 1860 foi realizada uma das mais
significativas assembléias gerais
da época, convocada por
J.N.Andrews, Uriah Smith,
J.H.Waggoner e Tiago White.
“Após dois dias de debates, um
estatuto simples para uma
associação de publicações (ainda
sem um nome) foi votado.” (C.M.
Maxwell, Op.cit., p. 148)

evie w a nd He rald : 1ª Or ganiza ção Legal AS


No último dia de reuniões, a
comissão decidiu que deveriam
adotar um nome.

David Hewitt propôs:


“Que nos chamemos
Adventistas do
Sétimo Dia.”
(C.M.Maxwell , Op. Cit., p.
148 e 149)
Aprovação do Espírito de Profecia:

“O nome Adventista do Sétimo Dia


exibe o verdadeiro caráter de
nossa fé, será próprio para
persuadir aos espíritos
indagadores. Como uma flecha da
aljava do Senhor fere os
transgressores da lei divina,
induzindo ao arrependimento e à fé
no Senhor Jesus Cristo”.(Testemunhos
Seletos, vol.1 p. 80)
“Não podemos adotar
outro nome que se
enquadre melhor do que
esse que concorda com
a nossa profissão,
exprime a nossa fé e
nos caracteriza como
um povo peculiar.” (Idem,
p. 79)
A organização de uma Associação
Geral
De 20-23 de maio de
1863, representantes
de cinco outros
Estados, reuniram-se
em Battle Creek,
para formularem os
estatutos para uma
associação geral,
bem como para
elegerem os seus
oficiais. Local da Reuni ão
A comissão de nomeações
apresentou Tiago White como
Presidente, que declinou da função.
John Byington foi eleito em seu
lugar.

John Byington
“Fui muitas vezes instruída pelo
Senhor de que o juízo de homem
algum deve estar sujeito ao juízo
de outro homem qualquer.
Quando, porém, o julgamento da
Associação Geral, que é a mais
elevada autoridade que Deus tem
sobre a Terra, é exercido, a
independência e o juízo privados
não devem ser mantidos, mas
submetidos.” (A Igreja Remanescente, p. 66)
“Ninguém acaricie o pensamento de que
podemos dispensar a organização. A
ereção desta estrutura custou-nos muito
estudo e orações em que rogávamos
sabedoria, e as quais sabemos que Deus
ouviu. Foi a mesma edificada por Sua
direção, por meio de muito sacrifício e
contrariedade. Nenhum de nossos irmãos
esteja tão iludido que tente derrubá-la,
pois acarretaria assim um estado de
coisas que nem é possível imaginar-se. Em
nome do Senhor declaro-vos que ela há de
ser firmemente estabelecida, robustecida
e consolidada.” (Testemunhos Para Ministros, p.
27 e 28)
“Deus tem na Terra uma igreja que é
Seu povo escolhido, que guarda os
Seus mandamentos. Ele está
guiando, não ramificações
transviadas, não um aqui e outro ali,
mas um povo.” (Testemunhos Seletos,
vol.2 p. 362)

“Não podemos agora entrar para


qualquer organização nova; pois isto
significa apostatar da verdade.”
(Idem, vol.2, p. 362)
“Sei que o Senhor ama Sua
Igreja. Ela não deve ser
desorganizada ou esfacelada
em átomos independentes. Não
há nisto a mínima coerência;
não existe a mínima evidência
de que tal coisa venha a se dar.
Aqueles que derem ouvidos a
essa falsa mensagem e
procurarem fermentar outros,
serão enganados e preparados
para receber mais avançados
enganos, e virão a nada.”
(A Igreja Remanescente, p. 60)
A ref orma pró- saúde
Em 1821 Bates abandonou o uso de
bebidas fortes;
Em 1822 abandonou o vinho, fumo e
tabaco;
Em 1838 abandonou chá e café;
Em 1843 deixou alimentos cárneos.

Bates: Pi onei ro da tem perança


Sanatóri o de B attl e Cree k
In cêndio em
Fevereiro
de 1902

John H. Ke llo gg(1 852-1 943)


Pr im ei ra visã o so br e a
ref or ma p ró -saú de:

6 de Junho de 1863,
em Ots ego, Michigan

Casa d o i rmã o A. Hil li ard


Princ ípi os bási cos
revel
“O perados
ig o de u so de drogas
tó xicas, o dano do chá, do
alcool,
café, f e alimento
umo, s
cárn eos; Os
benefícios do
ve stuár io higiênicos,
do exerc íc io , d o
desc anso, sol e ar
puro e d e c onfiar n o
poder
Históri div
a de ino”
N ossa Igreja. p. 447
Vis ão e m R och es ter N. York em
25 de de zem bro de 18 65 :

Os
advent ist as
dever iam
est abelecer
sua pr ópria
inst ituição de
hidrot erapia e
veget arianis m Insti tuto Oci dental de
Ref or ma Pró- Saúde
Educação A dventi st a
Após 1844 as cr ianças eram
di scri min ada s e ri di cul ari zadas
pel as cr ianças de outr as rel igi ões.
Ti ago W hite
sugeriu que
fossem
“i nstruí das no
lar pel os pai s o u
por um tutor
observador do
sábado ”(R. W.
Schw arz, A hi story of
Seven Day Adventist
Em 1 872 fo i a ber ta a p rime ira
esco la o fic ial da IA SD e m B att le
Cre ek , te ndo a G oe dlo e Be ll
como o pr ime iro Pro fe sso r.

Go edlo e Bell
Miguel
Czechowski

Ex-sacerdote católico, é
considerado o primeiro
missionário não oficial
Em 1864 Czechowski pediu a J.N.
Loughborough, que então realizava
uma série de reuniões na cidade de
Nova York, para interceder junto à
Associação Geral para enviá-lo
como missionário para a Itália.

J. Loughborough
Chegando na
Europa,
Czechowski
trabalhou
inicialmene 14
meses nas
proximidades de
Torre Pellice, na
região valdense
dos Alpes da
Itália
Em 1867 foi organizada a sua
primeira igreja Adventista do
Sétimo Dia na Europa em
Tramelan.
Alberto Vuilleumier encontrou um
exemplar de Review and Herald de
16 de julho de 1867

Alberto Vuilleumier

James H. Erzberger
John N. Andrews (1829 – 1883)

Primeiro
missionário oficial
a deixar a
América do Norte
como missionário
além mar.

14 de agosto de 1874
“Andrews trabalhou na Suíça, Itália,
Alemanha, Inglaterra e França. Não é
sem razão que em 1878 Ellen White
escreveu para a Suíça: ‘Enviamo-vos o
homem mais capaz em nossas fileiras!”
(C.M.Maxwell, Op. Cit., p. 175).
Sua sepultura no Cemitério
Wolf:

“Almas estão perecendo, e


que podem ser alcançadas
agora. O tempo para o
trabalho é curto; a noite,
em que nenhum homem pode
trabalhar, está próxima. Não
devemos então, enquanto é dia,
fazer o que pudermos para que de
algum modo possamos salvar
alguns?” (Idem, p. 179).
Outros Missionários para a Europa

John G.
Matteson
(1835 –
1896)

Durante dois anos


(agosto/1885 a
agosto/1887) a Sra. White
permaneceu na Europa.
Para a África
Em 1887, o pastor Asa T. Robinson
(1850-1949) foi como missionário para
a África do Sul, onde ele organizou a
primeira
Missão
Para a Austrália
10 de maio de 1885: O primeiro grupo
de missionários adventistas aportou
em Sydney em 7 de junho, e radicou-
se em Melbourne. O grupo era
dirigido pelo pastor Stephen N.
Haskell.(História de Nossa Igreja, p. 287).

Stephen N. Haskell
(1833-1922)
De 1891 a 1900, Ellen G. White
permaneceu na Austrália, auxiliando
na consolidação da obra. Nesse
período foi estabelecido o Colégio de
Avondale.
Para as Ilhas do Pacífico

Na vio P itcairn Bounty


Por sua vez a obra nas ilhas
Salomão foi iniciada em 1914 pelo
missionário Griffiths F. Jones
(1864-1940).

Entre os conversos das


ilhas Salomão
encontra-se o
conhecido Kata
Ragoso (1902-1964)
O Desenvolvimento da Idéia de
Missão na IASD
MISSÃO LIMITADA AOS
“ADVENTISTAS” (1844-1852)
Este conceito
deve-se
especialmente
à teoria da
“porta
fechada” (Mat.
25:10), mantida
nesta fase.
MISSÃO LIMITADA À AMÉRICA DO
NORTE (1852-1874)
Neste período Miguel B.
Czechowski e Ana More
manifestaram o seu desejo de
serem enviados como
missionários
além mar, sem
contudo serem
apoiados em
suas aspirações.
Mor ning Star
MISSÃO LIMITADA A PAÍSES
CRISTÃOS (1874-1901)

Esta nova etapa


foi inaugurada com
a partida de John
N. Andrews, em
1874, como nosso
primeiro
missionário oficial,
para a Europa.
MISSÃO A TODO MUNDO (1901-c.
1950)
Essa etapa começa
com a
reorganização da
estrutura
administrativa da
igreja, a partir de
1901, ao serem
organizadas as
“uniões” e mais
tarde as “divisões”.
ESFORÇOS POR SISTEMATIZAR A
MISSÃO (c. 1950)

Populações não-
cristãs mui
resistentes à
evangelização
“A missão é a pulsação da igreja.
Se ela pára, a igreja deixa de ser.
Cada instituição, todo programa, e
qualquer atividade da igreja tem
significado – e o direito de existir –
somente se ele participa na
missão... ...Ninguém pode
verdadeiramente afirmar que
pertence ao povo Deus, a menos
que ele sirva a Cristo como um
missionário.” (Gottfried Oosterwal,
Mission: Possible, p. 15).
Matheson orou: “Mandai-me para os
corações sem lar, para as vidas
sem amor, para as fileiras sem
refúgio. Mandai-me às crianças a
quem ninguém abençoou, aos
famintos a quem ninguém
alimentou, aos doentes a quem
ninguém visitou, aos caídos a quem
ninguém levantou, aos leprosos a
quem ninguém tocou, aos aflitos a
quem ninguém confortou.” (Citado por
Rosalee M. Appleby, em A vida Vitoriosa, págs. 67 e
68).
A quem enviarei, e quem há de ir
por nós?

“Eis-me aqui, envia-me a mim.”


(Isa. 6:8).