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Práticas

Práticas 1) Coeficiente convectivo de transferência de massa em geometria cilíndrica 2) Determinação do coeficiente de

1) Coeficiente convectivo de transferência de massa em geometria cilíndrica

2) Determinação do coeficiente de difusão em uma mistura binária

3) Determinação de difusividade em meio líquido

Coeficiente convectivo de transferência de massa em geometria cilíndrica

Coeficiente convectivo de transferência de massa em geometria cilíndrica Uberlândia - 2014 2
Introdução  O que é coeficiente de transferência de
Introdução
 O
que
é
coeficiente
de
transferência
de

massa convectivo?

Mede a facilidade que um certo soluto tem para se difundir em um fluido escoando em sua superfície. Depende da temperatura, pressão e composição do sistema.

Objetivo

Objetivo  Determinar o coeficiente convectivo de transferência de massa (Kc) para um cilindro de naftaleno.

Determinar o coeficiente convectivo de transferência de massa (Kc) para um cilindro de naftaleno.

Material e Métodos

 Material:
 Material:

Soprador centrífugo de 1 CV; Tubo de Pitot; Resistência elétrica acoplada a um variador de voltagem; Tubulaçao de PVC e amianto; Anemômetro de fio quente;

Controlador eletrônico de rotação do corpo de prova com motor de 1/15 HP;

Naftaleno puro fundido; Moldes de latão de 14 x 14 mm; Placa de Petri; Peça de cobre para remover os pellets; Chapa de alumínio sob aquecimento.

Material e Métodos

Material e Métodos Figura 1 – Esquema do equipamento: (a) soprador centrífugo, (b) Sistema para controle

Figura 1 – Esquema do equipamento: (a) soprador centrífugo, (b) Sistema para controle de fluxo, (c) Tubo de Pitot, (d) Manômetro de tubo inclinado, (e) Resistência elétrica, (f) Variador de voltagem, (g) Anemômetro de fio quenete, (h) Motor elétrico de 1/15 HP, (i) Ajuste da rotação do cilindro.

Material e Métodos

 Metodologia
 Metodologia

Obtenção dos cilindros de naftaleno

Inserir naftaleno puro fundido nos moldes de latão de 14 x 14 mm.

Colocar os moldes sobre uma placa de Petri, deixando na parte superior um pequeno excesso de naftaleno.

Remover os

pellets

com

o

auxílio

de uma

peça de

cobre , após o resfriamento do material.

Ajustar as bordas do cilindro de naftaleno através da fricção deste em chapa de alumínio sob aquecimento.

Material e Métodos

 Metodologia:
 Metodologia:

Obtenção do coeficiente global de massa

Calibrar a unidade experimental, fixando uma velocidade inicial (8 m/s) sobre rotação de 0 rpm (partícula estática) para verificar as condições de temperatura que a unidade pode submeter.

Determinar a massa do pellet e inseri-lo no centro do tubo.

Fazer leituras de velocidade e temperatura do ar a cada 15 minutos e de diâmetro, com auxílio de paquímetro de precisão de 0,01 mm, a cada 30 minutos por um período de cerca de 60 minutos.

Submeter os cilindros equiláteros de naftaleno puro a um conjunto de ensaios experimentais:

 

Velocidade média do gás: 2, 4, 6, 8 e 12 m/s

Rotação do cilindro: 0, 10, 30 e 60 rpm

Resultados e Discussão

  Balanço material no cilindro de naftaleno: (1) (2)
  Balanço material no cilindro de naftaleno:
(1)
(2)

Resultados e Discussão

 Igualando as equações (1) e (2) e desprezando a concentração média de soluto na corrente
 Igualando as equações (1) e (2) e desprezando
a concentração média de soluto na corrente
de ar:
(3)

Resultados e Discussão

 Isolando e rearranjando a equação (3), temos: (4) Considerando a altura do cilindro constante podemos
 Isolando e rearranjando a equação (3), temos:
(4)
Considerando a altura do cilindro constante
podemos dizer que:
(5)

Resultados e Discussão

 Logo: (6) em que a densidade aparente do naftaleno no ar é dada por: (7)
 Logo:
(6)
em que a densidade aparente do naftaleno no
ar é dada por:
(7)

Resultados e Discussão

  Pressão de vapor do naftalento (  Massa molar (): 128,171 g/mol
 Pressão de vapor do naftalento (
 Massa molar (): 128,171 g/mol

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão Uberlândia - 2014 14

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão Uberlândia - 2014 15

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão  Analisando a velocidade do ar percebe-se que na medida em que ela

Analisando a velocidade do ar percebe-se que na medida em que ela aumenta, para rotações similares, o Kc também aumenta. Já analisando a variação da rotação, o resultado não foi satisfatório. Não ocorreu uma tendência, pois o aumento da rotação provocou tanto o aumento como a redução do Kc. Esperava-se que o Kc aumentasse nos dois casos. Comparando-se os valores experimentais com os teóricos observou-se uma diferença de ordem decimal.

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Uberlândia - 2014

Determinação do coeficiente de difusão em uma mistura binária

Determinação do coeficiente de difusão em uma mistura binária Uberlândia - 2014 17
Introdução  Devido ao processo de transferência de
Introdução
 Devido
ao
processo
de
transferência
de

massa ser de grande importância em vários setores da indústria é necessário o estudo do

coeficiente de difusão mássica, a fim de se

poder

compreender

melhor

o

comportamento

e

interação

entre

substâncias envolvidas nos processos em geral.

Introdução  O Método de Stefan aplica-se a
Introdução
 O
Método
de
Stefan
aplica-se
a

determinação experimental

do

coeficiente

de difusão em misturas gasosas binárias (A e

B),

onde

um

dos

constituintes químicos

procede de uma substância liquida pura em evaporação.

Objetivo

Objetivo  Determinar o coeficiente de difusão de um líquido em um gás em estado estacionário

Determinar o coeficiente de difusão de um líquido em um gás em estado estacionário pela experiência de Stefan.

Material e Métodos

 Material:
 Material:

Acetona Clorofórmio Balão volumétrico Termômetro Papel milimetrado Cronômetro

Material e Métodos

Material e Métodos Figura 2 – Montagem experimental para o cálculo do coeficiente de difusão de

Figura 2 – Montagem experimental para o cálculo do coeficiente de difusão de um líquido em um gás

Material e Métodos

 Metodologia:
 Metodologia:

Anotar para cada um dos líquidos utilizados: a densidade e a massa molar.

Adicionar ao balão volumétrico o líquido que se deseja calcular o coeficiente de difusão.

Anotar a altura tempo.

inicial do

menisco e iniciar a contagem do

Anotar a temperatura e suas alterações, pressão atmosférica local.

se

houver, e

a

Anotar a altura final do menisco no término da contagem do tempo.

Determinar a difusividade mássica dos líquidos analisados.

 

Resultados e Discussão

  Para se calcular o fluxo molar de acetona e de clorofórmio, utilizou-se a definição
Para se calcular o fluxo molar de acetona e de
clorofórmio, utilizou-se a definição apresentada
pela Equação 8:
(8)
 Para a acetona o valor encontrado foi de 1,88e-
4 mol/cm2.min, e para o clorofórmio, 5,45e-5
mol/cm2.min.

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão Uberlândia - 2014 25

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão Uberlândia - 2014 26

Resultados e Discussão

  A partir dos valores de fluxo molar, pode-se calcular a difusividade de cada substância
  A partir dos valores de fluxo molar, pode-se
calcular a difusividade de cada substância
pela seguinte fórmula:
(9)

Resultados e Discussão

  Comparou-se esses valores obtidos com os valores encontrados pela Correlação de Fuller apresentada pela
  Comparou-se esses valores obtidos com os
valores encontrados pela Correlação de
Fuller apresentada pela Equação 10:
(10)

Resultados e Discussão

 A difusividade da acetona calculada
 A
difusividade
da
acetona
calculada

experimentalmente foi de 11,3 cm2/min, e o valor obtido pela Correlação de Fuller foi de 10,2 cm2/min. Ou seja, um erro de 10,78%. Já a difusividade experimental do clorofórmio foi de 2,17cm2/min, e a teórica foi de 8,56cm2/min, o que caracteriza erros durante o experimento ou no tratamento dos dados.

Determinação de difusividade em meio líquido

Determinação de difusividade em meio líquido Uberlândia - 2014 30
Introdução Simplicidad e
Introdução
Simplicidad
e

Uberlândia - 2014

Célula de diafrag ma Rapidez poroso Facilidade na de obtenção manipulaçã de o resultados 31
Célula
de
diafrag
ma
Rapidez
poroso
Facilidade
na
de
obtenção
manipulaçã
de
o
resultados
31

Objetivo

Objetivo  Apresentar um método para se determinar o coeficiente de difusão de líquidos, utilizando um

Apresentar um método para se determinar o coeficiente de difusão de líquidos, utilizando um aparelho de fácil manipulação e que seja eficiente na obtenção dos dados experimentais.

Material e Métodos

 Material:
 Material:

Célula de diafragma poroso; Cronômetro; Tacômetro; Condutivímetro; Soluções de KCl (0,1; 0,15; 0,20; 0,25; 0,30; 0,35; 0,40; 0,45; 0,50

M); Soluções de NaCl (0,1; 0,15; 0,20; 0,25; 0,30; 0,35; 0,40; 0,45; 0,50 M); Balança digital; Becker; Funil.

Material e Métodos

 Metodologia:
 Metodologia:

Preparar as soluções de KCl e NaCl. Construir as curvas de calibração para os sistemas NaCl-H2O e KCl-H2O. Preenchimento das células em água fervendo por 5 minutos. Posicionar a célula na horizontal e preencher um dos compartimentos. Posicionar a célula na vertical, deixando em baixo o compartimento preenchido.

Retirar, com seringa, a solução que possivelmente tenha passado para o compartimento superior quando do preenchimento do inferior.

Preencher o compartimento superior. Ajustar a célula no suporte. Acionar o motor (300 rpm) e o início da contagem de tempo.

Ao terminar o tempo escolhido, posicionar a célula na vertical e tomar amostra suficiente para análise.

Inverter a célula na vertical e retirar a amostra para análise.

A análise é realizada em um condutivímetro. Daí sabe-se as concentrações finais de cada compartimento.

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão  Curva de calibração Uberlândia - 2014 35

Curva de calibração

Resultados e Discussão  Curva de calibração Uberlândia - 2014 35

Resultados e Discussão

  O cálculo do coeficiente de difusão ( de KCl está apresentada pela Equação (11):
  O cálculo do coeficiente de difusão ( de KCl
está apresentada pela Equação (11):
(11)
O valor encontrado foi de: 1,88e-9 cm2/s

Resultados e Discussão

Em seguida, calculou-se o valor de através da seguinte equação:  (12) Sabemos que o valor
Em seguida, calculou-se o valor de através da
seguinte equação:
(12)
Sabemos que o valor de
é o mesmo tanto para o
NaCl quanto para o KCl. Dessa maneira, calculou-se
o coeficiente de difusão para o NaCl através da
Equação 10 e obteve-se um valor de 1,23e-7 cm2/s.

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão  Obteve-se uma difusividade de 1,8808232E- 09 cm2/s para o KCl e 1,2315974E-07

Obteve-se uma difusividade de 1,8808232E- 09 cm2/s para o KCl e 1,2315974E-07 cm2/s para o NaCl. Comparando-se com os dados da Tabela a seguir, observou-se que para o KCl, o resultado foi próximo ao esperado, diferentemente do NaCl.

Resultados e Discussão

Resultados e Discussão Uberlândia - 2014 39

OBRIGADO(A)!

OBRIGADO(A)! Uberlândia - 2014 40