Vous êtes sur la page 1sur 136

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL

INTERPESSOAL

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL – – COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ASSERTIVA ASSERTIVA DE DE EMPREGO CENTRO E E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL – – COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ASSERTIVA ASSERTIVA DE DE EMPREGO CENTRO E E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

CENTRO DEDE EMPREGO

CENTRO

EMPREGO EE FORMAÇÃO

FORMAÇÃO

PROFISSIONAL PROFISSIONAL
PROFISSIONAL
PROFISSIONAL

Objectivos

Objectivos

Adquirir e desenvolver as competências comunicacionais com vista a melhorar as capacidades de inserção profissional e manutenção no emprego;

Consciencializar para a importância dos comportamentos e atitudes para a manutenção do emprego;

Desenvolver a autoconfiança e a motivação (fontes da comunicação assertiva).

OBJETIVOS ESPECIFICOS

OBJETIVOS

ESPECIFICOS

Identificar e caraterizar os elementos intervenientes no

processo de comunicação

Identificar e transpor barreiras no processo de

comunicação

Identificar e caraterizar perfis comunicacionais no

relacionamento interpessoal

Desenvolver a comunicação assertiva

Aplicar os diferentes tipos de perguntas no processo de

comunicação

Realizar os diversos tipos de processamento interno da

informação

AA COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO

A Importância da Comunicação nas Relações

Interpessoais

O Processo de Comunicação

Diferentes Formas de Comunicação

Barreiras à Comunicação

Atitudes Facilitadoras da Comunicação

Estratégias na Comunicação Interpessoal

QUE ÉÉ COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO

OO QUE

O estabelecimento da relação interpessoal é feito através do processo de comunicação, o qual é fundamental para qualquer pessoa.

É É COMUNICAÇÃO O O QUE O estabelecimento da relação interpessoal é feito através do

Comunicar “é trocar

ideias, sentimentos e

experiências com outras

pessoas que conhecem o

significado daquilo que

se diz e do que

se faz”.

COMUNICAR

Inevitabilidade e importância da comunicação

Comunicação

COMUNICAR  Inevitabilidade e importância da comunicação Comunicação Processo de aprendizagem  Diversidade de significações (significado

Processo de aprendizagem

Diversidade de significações (significado que atribuímos às

coisas, gestos, palavras, expressões e possiveis significações

atribuídas pelos outros)

OO Processo

Processo dede Comunicação

Comunicação

O O Processo de de Comunicação • EMISSOR EMISSOR O que emite ou transmite a mensagem

EMISSOR

EMISSOR

O que emite ou

transmite a mensagem

MENSAGEM

MENSAGEM

O conteúdo da

comunicação

O O Processo de de Comunicação • EMISSOR EMISSOR O que emite ou transmite a mensagem

RECEPTOR

RECEPTOR

Aquele a quem se dirige a

mensagem

O O Processo de de Comunicação • EMISSOR EMISSOR O que emite ou transmite a mensagem

O Processo de Comunicação

CANAL

Todo o suporte que serve

de veículo à mensagem

1 2 3 = 4 5 6 7 8 9 R SEKR 0 # *
1
2
3
=
4
5
6
7
8
9
R
SEKR
0
#
*

CONTEXTO

O conjunto das variáveis

que rodeiam e

influenciam a situação de

comunicação

CÓDIGO

O conjunto de elementos

com significado, aceites

pelo emissor e receptor

O Processo de Comunicação

CODIFICAÇÃO

A capacidade de construir

mensagens segundo um

código compreendido pelo

emissor e receptor

DESCODIFICAÇÃO

A capacidade de

interpretar uma mensagem

O Processo de Comunicação

INFORMAÇÃO DE

RETORNO

(Feedback)

A resposta do receptor à

mensagem enviada pelo

emissor

O Processo de Comunicação • INFORMAÇÃO DE RETORNO (Feedback) A resposta do receptor à mensagem enviada

Diferentes

Diferentes Formas

Formas dede Comunicação

Comunicação

Linguagem Verbal

(palavras)

Escrita

Livros Cartazes Jornais Cartas Telegramas ...

Oral

Diálogo Rádio Televisão Telefone ...

Diferentes

Diferentes Formas

Formas dede Comunicação

Comunicação

Linguagem Não

Verbal

(emoções,

sentimentos)

Sinais Visuais Gestos Expressões faciais roupa

Sinais Sonoros

Buzinas Tambores Timbre de Voz

Sinais Especiais

Linguagem Gestual Bandeiras Braile

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

Nem sempre conseguimos comunicar de forma eficaz, isto é, emitir mensagens para que estas sejam compreendidas.

Porque é que existe esta deficiência na comunicação?

Barreiras à Comunicação: obstáculos que dificultam a emissão e/ ou recepção de mensagens.

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

Barreiras da Comunicação Mensagem Mensagem Mensagem tal como é tal como é tal como é enviada
Barreiras da
Comunicação
Mensagem
Mensagem
Mensagem
tal como é
tal como é
tal como é
enviada
enviada
recebida
Barreiras da
Comunicação

Instruções do Capitão ao Sargento

SARGENTO!

DANDO-SE AMANHÃ UM ECLIPSE DO SOL, DETERMINO QUE A COMPANHIA ESTEJA FORMADA, COM UNIFORME DE CAMPANHA, NO CAMPO DE EXERCÍCIO, ONDE DAREI EXPLICAÇÕES EM TORNO DO RARO FENÓMENO QUE NÃO ACONTECE TODOS OS DIAS. SE POR ACASO CHOVER, NADA SE PODERÁ VER E, NESTE CASO, A COMPANHIA FICA

DENTRO DO QUARTEL.

Instruções do Capitão ao Sargento SARGENTO! DANDO-SE AMANHÃ UM ECLIPSE DO SOL, DETERMINO QUE A COMPANHIA

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

Utilizar um código desconhecido pelo receptor (sinais, sons, gestos)

Complexidade da mensagem (longa, palavras pouco comuns ou ambíguas, desmotivadoras)

Papéis sociais desempenhados (influenciam atitudes que se têm habitualmente, ex. desempregado)

Quadros de referencia diferentes (visão do mundo divergente)

Ruído

Fadiga (doença, falta de concentração, atenção) Canal utilizado

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

INTERNAS INTERNAS

Obstáculos que se referem

ao emissor e/ou receptor

(ex:)

  • - Falta de motivação para desempenhar as funções -Estereótipos

  • - Atitude para com o interlocutor

  • - Atitude para consigo,

  • - Não distinguir opiniões de factos

EXTERNAS EXTERNAS

Referem-se ao contexto

onde decorre comunicação

  • - Distância (ex: provocada por balcão)

  • - Natureza física do contexto (conforto)

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

Ao nível do Emissor e Receptor: - Codificação - Expressão - Audição - Descodificação Tipos de
Ao nível do Emissor e Receptor:
-
Codificação
-
Expressão
-
Audição
-
Descodificação
Tipos de
Barreiras da
Comunicação
-
Interpretação
Ao nível do Contexto
Ao nível do Meio
Ao nível do Código
Ao nível da Mensagem

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

AOAO NÍVEL NÍVEL DODO EMISSOR EMISSOR EE DODO RECETOR RECETOR

Construção da ideia a nível conceptual.

Colocam-se questões de âmbito psicológico e mental.

Faz-se apelo à capacidade de abstracção e raciocínio.

Codificação

Colocam-se questões do domínio do código (Ex: caso da

língua) e de capacidade verbal.

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

AOAO NÍVEL

NÍVEL DODO EMISSOR

EMISSOR EE DODO RECETOR

RECETOR (cont.)

(cont.)

Expressão

Na comunicação verbal, colocam-se questões de foro

fisiológico (ex: dificuldades de pronúncia) ou do foro psíquico

(ex: como gaguez e outras)

Audição

Receptor – questões que podem ser de foro fisiológico (ex: a

surdez) ou fadiga, que interfira com capacidades cognitivas

(ex: concentração)

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

AOAO NÍVEL NÍVEL DODO EMISSOR EMISSOR EE DODO RECETOR RECETOR (cont.) (cont.)

Descodificação

A questão do conhecimento do código utilizado.

Interpretação

O receptor confronta a mensagem com o seu quadro

referencial, ou seja, os seus conhecimentos,

opiniões, valores, crenças, preconceitos, etc ...

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

AOAO NÍVEL

NÍVEL DODO CONTEXTO

CONTEXTO

Existem contextos mais adequados ou menos adequados

a cada tipo de comunicação.

AOAO NÍVEL

NÍVEL DODO MEIO

MEIO

O meio utilizado para suportar ou veicular a mensagem

nem sempre é o mais adequado. Assim, é necessário

que exista uma certa coerência, entre o tipo de

mensagem e os objectivos a alcançar.

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

AOAO NÍVEL

NÍVEL DODO CÓDIGO

CÓDIGO

Sintonia

Sintonia nono código

código

Este elemento do tem de ser partilhado pelos interlocutores para que

o emissor possa codificar e o receptor descodificar a mensagem.

AOAO NÍVEL

NÍVEL DADA MENSAGEM

MENSAGEM

Esta deverá ser oportuna, pertinente, motivadora, para suscitar a

atenção do receptor. Podem existir situações de recusa à

mensagem, que dificultam ou impossibilitam a comunicação.

ATIVIDADE OO RELATO

ATIVIDADE

RELATO

Sr. João da Silva fez um ferimento grave na

mão esquerda.

Este acidente é narrado por:

- Um encarregado de oficina

- Um jornalista

- Um romancista

Trabalho grupo: reconhecer autor de cada texto

e justificar

BARREIRAS ÀÀ COMUNICAÇÃO

BARREIRAS

COMUNICAÇÃO

CURIOSIDADE

Estudos mostram que uma mensagem que é

simultaneamente ouvida, vista e discutida é

mais facilmente retida porque abrange um

maior número de órgãos dos sentidos.

Retemos:

  • - 20% do que ouvimos

  • - 30% do que vemos

  • - 50% do que vemos e ouvimos

  • - 70% do que ouvimos, vemos e discutimos

Atitudes Facilitadoras

Atitudes

Facilitadoras dada

Comunicação

Comunicação

É fundamental melhorar a nossa capacidade de comunicação

interpessoal, quer como emissor quer como receptor. Existem

três atitudes que reforçam o sistema de comunicação:

a atitude para consigo próprio (a estima por si próprio);

a atitude para com o assunto (a capacidade de ouvir);

a atitude para com o outro (capacidade de dar

informação de retorno).

AA Atitude

Atitude Para

Para Consigo

Consigo Próprio

Próprio

Aquilo que o indivíduo pensa de si próprio, das

suas capacidades e o seu grau de auto-estima,

influenciam o modo como comunica.

O indivíduo

tem

que

ter

autoconfiança e

consciência de que é capaz de assumir

determinada forma de estar e de se relacionar

com os outros.

AA Atitude

Atitude Para

Para Com

Com oo Assunto

Assunto

Se não se acredita num determinado assunto

ou tema, estes não serão comunicados

correctamente.

O receptor que não gosta ou discorda de

determinado assunto que ouve ou lê, tende a

rejeitá-lo.

AA Atitude

Atitude Para

Para Com

Com oo Outro

Outro

Se a atitude do emissor para com o receptor e

do receptor para com o emissor for negativa,

se não gostarem um do outro, a comunicação

não se fará correcta e abertamente. Fala-se e

ouve-se de forma indelicada e incorrecta.

A realidade é que se aceita mais o que o

indivíduo diz, quando se gosta dele.

AA RELAÇÃO

RELAÇÃO CONSIGO

CONSIGO MESMO

MESMO

O Auto-Conceito

A Auto-Estima

A Auto-Confiança

AA RELAÇÃO

RELAÇÃO CONSIGO

CONSIGO MESMO

MESMO

A capacidade de adaptação ao desempenho de

diferentes papéis está relacionada com dificuldades no

relacionamento interpessoal

A A RELAÇÃO CONSIGO MESMO • A capacidade de adaptação ao desempenho de diferentes papéis está

Importância da interação social no desenvolvimento

individual

A A RELAÇÃO CONSIGO MESMO • A capacidade de adaptação ao desempenho de diferentes papéis está

não é independente da perceção de

si próprio!

AA Parábola

Parábola dodo Cavalo

Cavalo

A A Parábola do do Cavalo Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos da sua pequena fazenda. Um dia, o seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num poço velho e abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá.

O fazendeiro foi rapidamente até ao local do acidente, avaliou a situação, certificando-se de que o animal não se tinha magoado. Mas, pela dificuldade e pelo alto custo de retirá-lo do fundo do poço achou que não valia a pena salvá-lo.

Tomou, então uma difícil decisão; determinou ao capataz que sacrificasse o animal atirando terra para dentro do poço até enterrá-lo, ali mesmo. E assim foi feito. Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do poço de forma a cobrir o cavalo, mas à medida que a terra caía no seu dorso, o animal sacudia-a e ela ia-se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Assim, os homens aperceberam-se de que o cavalo não se deixava enterrar, mas pelo contrário, estava a subir à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair!

MORAL DA HISTÓRIA: Se estiver “lá em baixo”, sentindo-se pouco valorizado, quando, certos do seu “desaparecimento” os outros atirarem sobre si a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta história. Não aceite a terra que atirarem para cima de si, mas sacuda-a e suba sobre ela. E quanto mais atirarem, mais você vai ...

Subindo subindo subindo

Auto-Conceito

Auto-Conceito

“O auto-conceito é a percepção

que o indivíduo tem de si.”

“É o que cada um pensa acerca

de si”.

Auto-Conceito Auto-Conceito “O auto-conceito é a percepção que o indivíduo tem de si.” “É o que

O modo como cada um se vê ou descreve a si próprio (Auto-

Conceito) tem a ver com:

A apreciação que os outros fazem de nós (as pessoas bem aceites

desenvolvem um auto-conceito valorizado e têm maior facilidade

nos contatos pessoais)

Os diferentes papeis e a forma como cada um os desempenha,

Os quadros de referência.

Auto-Conceito

Auto-Conceito

Conhecermo-nos implica conhecer e avaliar as nossas

competências e limitações (capacidades, interesses,

valores, atitudes, necessidades, motivações)

Auto-Conceito Auto-Conceito • Conhecermo-nos implica conhecer e avaliar as nossas competências e limitações (capacidades, interesses, valores,

Superar pontos fracos e

Desenvolver p. fortes

manter relações

construtivas com o outro

Auto-Conceito

Auto-Conceito

A complexidade do ser humano não permite que cada um tenha uma exacta imagem de si mesmo.

Janela de Johari

ilustra

as

relações

iinterpessoais

CONHECIDO PELO EU

DESCONHECIDO PELO EU

CONHECIDO PELOS OUTROS

DESCONHCIDO PELOS OUTROS

I

II

“EU ABERTO”

“EU CEGO”

III

IV

“EU SECRETO”

“ EU DESCONHECIDO”

Auto-Conceito

Auto-Conceito

Área I (Eu Aberto) constitui o nosso comportamento em

muitas actividades, conhecido por nós e por qualquer um que nos

observe. K Varia de acordo com a nossa estimativa do que é correto

num ambiente especifico e com diferentes pessoas.

Ex:

Ex: nossas

nossas características,

características, nossa

nossa forma

forma dede falar,

falar, habilidades ...

habilidades

...

CONHECIDO PELOS OUTROS

DESCONHCIDO PELOS OUTROS

CONHECIDO PELO EU

DESCONHECIDO PELO EU

I

II

“EU ABERTO”

“EU CEGO”

III

IV

“EU SECRETO”

“ EU

DESCONHECIDO”

Auto-Conceito

Auto-Conceito

CONHECIDO PELO EU

DESCONHECIDO PELO EU

CONHECIDO PELOS OUTROS

DESCONHCIDO PELOS OUTROS

I

II

“EU ABERTO”

“EU CEGO”

III

IV

“EU SECRETO”

“ EU

DESCONHECIDO

Área II (Eu Cego) representa

representa asas nossas

nossas características

características dede

comportamento

comportamento que

que são

são facilmente

facilmente percebidas

percebidas pelos

pelos outros,

outros, mas

mas das

das

quais, geralmente,

quais,

geralmente, não

não estamos

estamos conscientes.

conscientes.

Ex:

Ex: nosso

nosso comportamento

comportamento sob

sob tensão

tensão

...

reacções

reacções

agressivas, desprezo

agressivas,

desprezo

por aqueles

por

aqueles que

que discordam

discordam dede nós.

nós. Somos

Somos mais

mais críticos

críticos comcom outros

outros semsem

percebemos

percebemos que

que nos

nos estamos

estamos aa comportar

comportar dada mesma

mesma forma

forma

Auto-Conceito

Auto-Conceito

CONHECIDO PELOS OUTROS

DESCONHCIDO PELOS OUTROS

CONHECIDO PELO EU

DESCONHECIDO PELO EU

I

II

“EU ABERTO”

“EU CEGO”

III

IV

“EU SECRETO”

“ EU

DESCONHECIDO”

Área III (Eu Secreto) representa

representa tudo

tudo oo que

que conhecemos

conhecemos sobre

sobre nós

nós

mesmos, mas

mesmos,

mas que

que escondemos

escondemos dos

dos outros.

outros. Pode

Pode variar

variar entre

entre assuntos

assuntos

inconsequentes

inconsequentes aos

aos dede grande

grande importância.

importância.

ÉÉ nesta

nesta área

área ee nana IIII que

que podem

podem ser

ser conseguidas

conseguidas modificações

modificações entre

entre

indivíduos

indivíduos que

que trabalham

trabalham juntos

juntos ee têmtêm espirito

espirito cooperação

cooperação ee

Auto-Conceito

Auto-Conceito

CONHECIDO PELOS OUTROS

DESCONHCIDO PELOS OUTROS

CONHECIDO PELO EU

DESCONHECIDO PELO EU

I

II

“EU ABERTO”

“EU CEGO”

III

IV

“EU SECRETO”

“ EU

DESCONHECIDO”

Área IV ( Eu Desconhecido) inclui

inclui coisas

coisas das

das quais

quais não

não estamos

estamos

conscientes ee das

conscientes

das quais

quais nem

nem osos outros

outros oo estão.

estão.

Ex: memórias

Ex:

memórias dede infância,

infância, potencialidades

potencialidades latentes

latentes ee aspectos

aspectos

desconhecidos dada dinâmica

desconhecidos

dinâmica interpessoal.

interpessoal.

Auto-Estima

Auto-Estima

Só existe um amor

que aguenta tudo ...

e dura toda a vida.

É o amor próprio”.

(Moliére)

Auto-Estima Auto-Estima “ Só existe um amor que aguenta tudo ... e dura toda a vida.

A auto-estima é o grau em que o sujeito

gosta de ser como é

...

e corresponde

aos aspectos avaliativos e emocionais do

indivíduo.

Auto-Estima

Auto-Estima

Torna

Torna aa pessoa

pessoa mais

mais disponível

disponível para

para

gostar dos

gostar

dos outros

outros ee cultivar

cultivar relações

relações

Auto-estima fundamenta-se:

positivas

positivas

Auto-Estima Auto-Estima Torna a a pessoa mais disponível para dos gostar outros e e cultivar relações

Auto-conhecimento

qualidades,

Características Pessoais: gostos,

defeitos, interesses ...

Aceitação de si próprio

Auto-Estima Auto-Estima Torna a a pessoa mais disponível para dos gostar outros e e cultivar relações

Conhecimento de si: implica pontos

fortes e fracos (dar a si próprio forças e gosto para aceitar dificuldades e

desenvolver potencialidades); gostar de ser diferente; aceitar critica

(relativização)

Responsabilização pelas

decisões tomadas e

acções a realizar

Auto-Estima Auto-Estima Torna a a pessoa mais disponível para dos gostar outros e e cultivar relações

Assumir a responsabilidade: de iniciativas

e iniciativas e decisões próprias, assim

como das acções e comportamentos

Baixa Auto-estima

Baixa

Auto-estima

Atitudes passivas, desmotivado,

apático, tem reacções

defensivas, tem dificuldade em

aceitar criticas.

Baixa Auto-estima Baixa Auto-estima Atitudes passivas, desmotivado, apático, tem reacções defensivas, tem dificuldade em aceitar criticas.
Baixa Auto-estima Baixa Auto-estima Atitudes passivas, desmotivado, apático, tem reacções defensivas, tem dificuldade em aceitar criticas.

Elevada Auto-estima

Elevada

Auto-estima

Atitudes activas, iniciativa,

criativo, compreende os

diferentes pontos de vista,

motivado, aceita as

críticas.

Auto-Confiança

Auto-Confiança

Auto-Confiança Auto-Confiança “O que há de mais seguro para nos tornarmos pessoas de mérito e valor

“O que há de mais seguro

para nos tornarmos pessoas

de mérito e valor é

confiarmos em nós próprios.”

Miguel Ângelo

A autoconfiança é uma atitude que exerce influência positiva no

desenvolvimento pessoal e na relação com os outros.

Situação

Situação nova

nova encoraja-se

encoraja-se aa si si próprio

próprio

Auto-Confiança

Auto-Confiança

Auto-Confiança Auto-Confiança Sinais: • Corpo direito • Cabeça erguida • Apresentação cuidada • Olhar as pessoas

Sinais:

Corpo direito

Cabeça erguida

Apresentação cuidada

Olhar as pessoas nos

olhos

Sorriso nos lábios

Mostrar-se natural e

espontâneo(a)

OO ciclo

ciclo vicioso

vicioso

Baixos resultados nas tarefas Preocupa-se de uma forma exagerada com a avaliação Reduzida auto confiança Baixa
Baixos resultados nas
tarefas
Preocupa-se de uma
forma exagerada com a
avaliação
Reduzida auto
confiança
Baixa expectativa
Não acredita nas suas
possibilidade
Fixa-se nas
dificuldades
Auto-conceito negativo
E
Auto-estima desvalorizada
Insegurança

OO ciclo

ciclo vicioso

vicioso

Elevados resultados nas tarefas Expectativas elevadas Elevada auto confiança Trabalha e empenha-se Confiança elevada nas suas
Elevados resultados nas
tarefas
Expectativas elevadas
Elevada auto confiança
Trabalha e empenha-se
Confiança elevada nas
suas possibilidade
Focaliza a sua atenção
(concentração na tarefa)
Auto-conceito positiva
E
Auto-estima valorizada
Segurança

ESCOLHA DODO JOÃO

JOÃO

AA ESCOLHA

O João é um bom desportista e um mau aluno. Decidiu

desistir da escola e dar o seu máximo no desporto”.

- Que relação tem esta decisão com o autoconceito e a

auto-estima?

AA RELAÇÃO

RELAÇÃO COM

COM OSOS OUTROS

OUTROS

A Percepção Social (aquilo que 2 pessoas comunicam é

determinado pela perceção de si mesmas e do outro na

situação, e por fatores motivacionais – objetivos,

necessidades, defesas)

O Grupo

O Relacionamento Interpessoal

AA Percepção

Percepção Social

Social

A Percepção Social é o meio pelo qual, a pessoa forma

impressões de uma outra, tentando compreendê-la.

A percepção do mundo é algo que se

vai construindo através do processo

de comunicação interpessoal. Trata-se

de um fenómeno interno

Fachada)

(Odete

AA Percepção

Percepção Social

Social

A A Percepção Social

AA Percepção

Percepção Social

Social

A A Percepção Social

AA Percepção

Percepção Social

Social

Na Percepção Social existem 3 aspectos que devem

ser considerados:

Quem percepciona – pessoa que está a observar e

a tentar compreender;

O que é percepcionado – pessoa que está a ser

observada;

A situação – conjunto de forças sociais e não sociais

dentro das quais ocorre o acto da percepção social.

AA Percepção

Percepção Social

Social

AA perceção

perceção pode

pode ser

ser melhorada

melhorada sese tivermos

tivermos emem atenção

atenção

que:

que:

Conhecendo-se a si mesmo, torna-se mais fácil perceber

os outros;

As características do observador, influenciam as

características que ele vê nos outros;

A pessoa que se aceita é mais propensa a ver

favoravelmente o outro.

AA Percepção

Percepção Social

Social

Podemos confirmar a veracidade de uma percepção através de

várias estratégias:

Validação Consensual – Verificar se os outros estão a percepcionar as

coisas da mesma forma

Repetição – Verificar se a situação/objecto já apareceu no campo perceptivo

anteriormente, uma vez que quanto mais as percepções se tornam

repetitivas, mais confiamos nelas

Percepção Multi-Sensorial – Verificar se a realidade pode ser

percepcionada através de vários sentidos, situação esta que aumenta a

confiança na percepção

Comparação – Comparar a percepção actual com anteriores e verificar se

são semelhantes

AA Percepção

Percepção Social

Social

A Percepção Social pode ser afectada por vários factores,

nomeadamente:

Generalização – Processo pelo qual, uma impressão geral,

favorável ou desfavorável, influencia o julgamento e a avaliação de

traços específicos.

Projecção – Mecanismo de defesa, mediante o qual o indivíduo

tende a atribuir aos outros, características próprias que rejeita

inconscientemente.

Preconceito – construção ou imagem mental que molda a

percepção e condiciona à partida, a qualidade das nossas relações

interpessoais.

OO GRUPO

GRUPO

Grupo é um conjunto limitado de

indivíduos, interdependentes,

interagindo e cooperando com diferentes

O O GRUPO Grupo é um conjunto limitado de indivíduos, interdependentes, interagindo e cooperando com diferentes

papéis, para atingir um objectivo comum.

O Homem é um ser eminentemente social”

Aristóteles

Interação, interdependência,

Interação,

interdependência,

cooperação

cooperação objetivo

objetivo comum

comum

Fenómenos dede GRUPO

Fenómenos

GRUPO

NoNo interior interior dede umum grupo grupo desenvolvem-se desenvolvem-se sentimentos sentimentos (confiança, (confiança, indiferença, indiferença, antipatia) antipatia) que que originam originam oo aparecimento aparecimento dede forças: forças:

Forças de Progressão: Orientadas para a Tarefa e impulsionam o grupo para um objectivo em comum. Este mantém-se unido em função da realização da tarefa, desenvolvendo cada membro, um determinado papel, relativamente á tarefa final a realizar.

Forças de Manutenção: Orientadas para a Relação, que se referem à necessidade de desenvolver e manter relações de trabalho satisfatórias e facilitadoras da realização da tarefa.

Fenómenos dede GRUPO

Fenómenos

GRUPO

Forças Atractivas: Atracção inter-relacional que

contribui para a união e coesão do grupo.

Forças Repulsivas: Relações interpessoais

desagradáveis, geradoras de conflito, que contribui

para a fraca coesão que pode ter como consequência

final a desagregação do grupo.

OO GRUPO

GRUPO

Vantagens da Pertença

Tomada de decisões mais arriscadas

Maior rapidez e eficácia na

concretização (diferenciação de papéis)

de objectivos

Enriquecimento das decisões

Divisão de tarefas (potencialidades)

Criação de laços de amizade

Segurança (partilha de ideias, força

manifestar)

Poder e influência face ao exterior

Desvantagens da Pertença

Tomada de decisões empobrecidas (decisão mais vantajosa para a maioria mas não é a mais correta)

Pensamento em grupo (comunicação precária com o exterior) Transformação do Eu em Nós

PERFIS COMUNICACIONAIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

Comportamento Agressivo

Comportamento Passivo

Comportamento Manipulador

Comportamento Assertivo

OO RELACIONAMENTO

RELACIONAMENTO

INTERPESSOAL

INTERPESSOAL

Os vários PERFIS COMUNICACIONAIS representam diferentes formas de

abordar a situação interpessoal.

Para que a comunicação se torne eficaz é necessário saber quais as

consequências de cada uma das atitudes inerentes ao processo

de comunicação.

TRANSPARÊNCIA

DE

LINGUAGEM

RESPEITO PELO OUTRO

 

ALTO

BAIXO

ALTA

ASSERTIVIDADE

AGRESSIVIDADE

BAIXO

PASSIVIDADE

MANIPULAÇÃO

PERFIS COMUNICACIONAIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

Objectivo: dominar

Objectivo:

dominar osos

outros.

outros.

Necessidade:

Necessidade: mostrar

mostrar aa

sua superioridade

sua

superioridade ee por

por isso

isso

éé excessivamente

excessivamente crítico.

crítico.

Comportamento

Agressivo

PERFIS COMUNICACIONAIS PERFIS COMUNICACIONAIS dominar Objectivo: os os outros. outros. Necessidade: mostrar a a superioridade sua

PERFIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

COMUNICACIONAIS

Características:

Pretende alcançar os seus objectivos à custa dos outros

Ignorar e desvalorizar sistematicamente o que os outros fazem e

dizem

Falar alto

Hostilidade

Frieza

Interrompe constantemente o outro

Intolerância em relação aos outros

Age como se fosse intocável e não tivesse falhas

Neste tipo de comunicação existe Baixo Respeito Pelos

Outros e Alta Transparência de Linguagem.

PERFIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

COMUNICACIONAIS

Comportamento Passivo

Comportamento

Passivo

Objectivo: evitar os conflitos a

todos o custo.

Necessidade: agradar a todos.

Comportamento

Passivo

PERFIS PERFIS COMUNICACIONAIS COMUNICACIONAIS Comportamento Passivo Comportamento Passivo Objectivo: evitar os conflitos a todos o custo.

PERFIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

COMUNICACIONAIS

Comportamento Passivo

Comportamento

Passivo

Características:

Não se afirma abertamente e raramente se manifesta. Os outros não

conhecem os seus desejos, interesses e necessidades

Raramente está em desacordo

Procura a distância porque é mais seguro

Sente-se bloqueado quando lhe apresentam um problema para

resolver

Tem medo de decidir pois receia decepcionar os outros, tendo medo de

falhar

Frequentemente faz coisas que não gosta mas não consegue recusar

Provoca nos outros um aumento de agressividade ou de manipulação

Neste tipo de comunicação existe Alto Respeito Pelos

Outros e Baixa Transparência da Linguagem.

PERFIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

COMUNICACIONAIS

Comportamento

PERFIS PERFIS COMUNICACIONAIS COMUNICACIONAIS • Comportamento Manipulador Objectivo: demonstrar a sua habilidade nas relações interpessoais Necessidade:

Manipulador

Objectivo: demonstrar a sua

habilidade nas relações

interpessoais

Necessidade: manipular os

sentimentos dos outros

PERFIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

COMUNICACIONAIS

Características:

Apresenta diferentes discursos consoante os interlocutores a que se

dirige.

Apresenta-se sempre cheio de boas intenções.

Consegue atingir os seus objectivos sem se afirmar abertamente e sem

que os outros percebam que estão a ser utilizados.

Tende a desvalorizar o outro através de frases que denotem inteligência e

cultura. Podem assumir a forma de sarcasmo, lisonja, insinuação,

chantagem.

É mais hábil em criar conflitos do que em reduzir as tensões existentes.

Exagera a informação emitida pelos outros, manipulando-a em seu

próprio proveito.

Vai perdendo a credibilidade e a longo prazo, torna-se um fracasso, pois

perde a capacidade de estabelecer relações baseadas na confiança.

Neste tipo de comunicação existe uma Baixa Transparência da

Linguagem e Baixo Respeito Pelos Outros.

PERFIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

COMUNICACIONAIS

Objectivo: Construir o seu

próprio espaço de

liberdade e autonomia

Necessidade: Viver e

relacionar-se com os

outros, assumindo-se tal

como é

Comportamento

Assertivo

PERFIS PERFIS COMUNICACIONAIS COMUNICACIONAIS Objectivo : Construir o seu próprio espaço de liberdade e autonomia Necessidade

PERFIS

PERFIS

COMUNICACIONAIS

COMUNICACIONAIS

Características:

É verdadeiro consigo mesmo e com os outros, expressando verbal ou não verbalmente pensamentos e sentimentos positivos e negativos sem sentir ansiedade ou culpa.

É capaz de defender os seus direitos e interesses, bem como os dos outros de forma clara e directa.

Aceita que os outros pensem de forma diferente de si. Negoceia com base nos interesses mútuos e não mediante ameaças. Pronuncia-se de forma serena e construtiva.

Estabelece com o outro uma relação de confiança e não de dominação ou calculismo.

Abstêm-se de fazer juízos de valor sobre os outros. Estão à vontade na relação com os outros.

Neste tipo de comportamento existe Alta Transparência de Linguagem e Alto Respeito Pelos Outros.

ATITUDES EE TÉCNICAS

ATITUDES

TÉCNICAS DEDE

ASSERTIVIDADE

ASSERTIVIDADE

“Pare com isso, está a distrair-me.”

“Não me consigo concentrar contigo a brincar”

“Este trabalho está muito mau”

“Este trabalho está muito incompleto do ponto

de vista da estrutura solicitada…”

Falar Falar nana 1ª1ª Pessoa Pessoa
Falar
Falar nana
1ª1ª
Pessoa
Pessoa
Separar Separar factos factos dede opiniões opiniões
Separar
Separar
factos
factos dede
opiniões
opiniões
Critica Critica construtiva construtiva
Critica
Critica
construtiva
construtiva

Globalmente a sua apresentação foi, há alguns

aspetos que poderão ser trabalhados”

“A sua apresentação foi muito aborrecida”

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

Ex: Esqueceu-se de escrever a carta que ontem lhe

pedi

COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ASSERTIVA ASSERTIVA • Ex: Esqueceu-se de escrever a carta que ontem lhe pedi •

Ex: Você tem isto tudo desorganizado

Acha? Concretamente o

Não está desorganizado

que foi que lhe deu essa

como os seus dossiers

impressão?

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

TÉCNICAS TÉCNICAS DEDE ASSERTIVIDADE ASSERTIVIDADE

Como

Como aceitar

aceitar asas criticas

criticas

Aceitar a critica - sempre que esta for justificada,

deve aceitá-la sem procurar defender-se, justificar-se ou

contra-atacar

Pedir Explicações

Há criticas fundamentadas que são intencionalmente

formuladas incorretamente. Convém centrar-se sobre o

quê, levando o interlocutor a justificar as suas criticas.

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

Distinguir entre pontos de acordo e de desacordo

Dê razão sem oposições quando considera pertinentes as criticas.

Sublinhe os aspetos onde possam continuar a existir desacordos

A aceitação de divergências será tanto melhor aceite quanto

anteriormente tenha existido aceitação em relação a censuras.

Esta atitude consiste basicamente em

Compreendo a sua posição, compreenda também a minha”

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

Como

Como responder

responder àsàs criticas

criticas ameaçadoras

ameaçadoras

Há criticas graves que podem colocar em risco (ex.

emprego)

COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ASSERTIVA ASSERTIVA • Como responder às às criticas ameaçadoras Há criticas graves que podem

Devemos lembrar a quem as faz os danos que podem

causar: “Esta censura afeta-me muito porque…”

Se a intenção não era agressiva, o seu interlocutor irá

clarificar a ideia

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

Se a intenção é provocar consequências graves,

devemos utilizar outras técnicas conforme o

contexto:

Ignorar o ataque

Dizer calmamente ao “atacante” quais as possíveis

consequências para ele, da sua própria agressividade

Neutralizá-lo com uma réplica

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

COMO FAZER CRITICAS

O comportamento assertivo leva os outros a aceitarem as nossa criticas, diminuindo a tensão.

10 Regras:

Saber decidir: compreender o processo de decisão;

Tentar resolver o problema em privado, antes de o fazer em público;

Não permitir que os conflitos se acumulem (regra valida tanto para criticas feitas como para as recebidas)

Ser concreto e preciso – centrar-se nos factos. Evitar pôr em causa as pessoas;

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

  • 5. Fazer uma critica de cada vez;

  • 6. Não pedir desculpa, não se é culpado de ter um critica a fazer;

  • 7. Não utilizar nem o “sempre” nem o “nunca”;

  • 8. Não exigir o impossível – reivindicações irrealistas são agressões ou manipulações, formas de rotura;

  • 9. Realçar lado positivo das situações – tornar mais

objetivo o conteúdo da critica e não produzir no outro

uma atitude defensiva;

10. Sugerir uma solução realista e aceitável para as partes

interessadas.

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

Modificar comportamentos e treinar a assertividade (Bower)

A técnica DEEC, consiste:

DESCREVER: Descrição precisa e objetiva da situação

EXPRESSAR: transmissão do que se pensa e sente em relação à situação (sentimentos, preocupações, desacordos, criticas)

ESPECIFICAR: modificar de forma realista a situação; CONSEQUÊNCIA: mostrar as consequências benéficas da situação.

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

A ASSERTIVIDADE É ÚTIL

Quando é preciso dizer coisas desagradáveis a alguém;

Quando se tem que pedir algo fora do vulgar; havendo

grandes probabilidades de se receber uma resposta

negativa;

Quando é preciso dizer “não”, correndo o risco de

desagradar;

Em face de criticas;

Quando se tem queixas contra alguém;

Quando se tem de reagir a tentativas de manipulação;

Perante pequenas humilhações.

COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

ASSERTIVA

A ASSERTIVIDADE É INÚTIL

Em situações de poder

(Quando o poder do interlocutor é excessivamente superior

(Juiz, hierarquia);

Situações adversas (Calúnias, agressão física)

Melhor atitude:

  • - Não se implicar afetivamente, não entrando no jogo do insulto mútuo;

  • - Tomar posição, manter a calma;

  • - Ser o mais claro possível na definição de objetivos, centrando-se nos factos.

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

(Porter)

(Porter)

Conjunto de palavras ou atos que revelam de forma

explicita ou implícito, uma intencionalidade em relação ao

interlocutor.

ATITUDE DE AVALIAÇÃO

ATITUDE DE ORIENTAÇÃO

ATITUDE DE APOIO

ATITUDE DE INTERPRETAÇÃO

ATITUDE DE EXPLORAÇÃO

ATITUDE DE COMPREENSÃO EMPÁTICA

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

ATITUDE ATITUDE DEDE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO

Emitir (clara ou implicitamente) um juízo de valor acerca do

comportamento (verbal ou não), manifestado pelo outro.

Ex; Fez bem… Fez mal

..

,

feito…

Isso não justifica…Não devia ter

Esta atitude tem uma intenção (ainda que

subconscientemente) de controlo de comportamento do

outro. mostra censura, forma de humilhar os outros

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe:

Choque

Aumento de tensão

Aumento de agressividade

Aumento da probabilidade de recusa

Aumento da resistência em relação à mensagem

Endurecimento de posições

Forte redução da capacidade de comunicar

ATITUDES COMUNICACIONAIS ATITUDES COMUNICACIONAIS • Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe: Choque Aumento de

AVALIAÇÂO

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

ATITUDE

ATITUDE DEDE ORIENTAÇÃO

ORIENTAÇÃO

Carateriza-se por dar (implícita ou explicitamente)

instruções ao outro acerca da forma como queremos que

ele se comporte.

EX: Cale-se e escute; Deve fazer isto até ao fim; No seu

lugar eu faria…; Tens que repetir o que fizeste!

Pretende controlar o comportamento futuro do outro; Não

gera autonomia no outro;

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe:

ATITUDES COMUNICACIONAIS ATITUDES COMUNICACIONAIS • Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe: ORIENTAÇÃO Sensação de

ORIENTAÇÃO

Sensação de autoridade

Aumento da tensão

Tendência a perceber a mensagem como

fundamentada

Aumento de resistência às mensagens (tendências a

rebater)

Redução da capacidade de comunicar

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

ATITUDE ATITUDE DEDE APOIO APOIO

É uma atitude “simpática”, visando criar um clima

afetivamente concordante.

EX: Deixa lá, tem calma…; também já passei por isso;

Otimo, parabéns; Tem toda a razão…;

Tem uma intenção positiva (mostra solidariedade,

simpatia), contudo, nalgumas situações, pode revelar-se

negativa se não houver uma intenção clara e inequívoca

de prestar ajuda.

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe:

APOIO

ATITUDES COMUNICACIONAIS ATITUDES COMUNICACIONAIS • Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe: APOIO Manutenção do

Manutenção do estado afetivo existente

Aumento da tendência para a

conformidade

Entraves À análise do comportamento

Aumento da dependência psicológica

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

ATITUDE ATITUDE DEDE INTERPRETAÇÃO INTERPRETAÇÃO

Consiste na explicitação das razões que julgamos subjacentes ao comportamento do outro.

Ex: O que tu sentes é inveja…; O que diz revela complexo de inferioridade; Deves julgar-te a única pessoa competente;

É sempre um julgamento subjetivo sobre o conteúdo da comunicação do outro. É diferente da avaliação porque não se centra no que o outro diz ou faz, mas “interpreta” o que o levou a dizer ou fazer tal coisa.

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe:

INTERPRETAÇÃO

Choque

Aumento da resistência à mensagem

Provável aumento da agressividade

ATITUDES COMUNICACIONAIS ATITUDES COMUNICACIONAIS • Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe: INTERPRETAÇÃO Choque Aumento

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

ATITUDE

ATITUDE DEDE EXPLORAÇÃO

EXPLORAÇÃO

É um pedido de informação sobre o que foi expresso pelo

outro.

EX: O que é que aconteceu depois de…; Qual é o

problema que o traz por cá?; O que quer dizer com…

Revela necessidade de receber uma informação,

mostrando interesse e desejo de compreender. Contribui

para a clarificação da comunicação.

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe:

EXPLORAÇÃO

ATITUDES COMUNICACIONAIS ATITUDES COMUNICACIONAIS • Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe: EXPLORAÇÃO Aumento da

Aumento da profundidade da

comunicação

Aumento da capacidade de análise

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

ATITUDE

ATITUDE DEDE COMPREENSÃO

COMPREENSÃO

Consiste em reformular claramente as palavras com o objetivo de

confirmar ou estruturar o que ele pensou ou sentiu. Centra-se na

mensagem e no sentimento do recetor, é relativamente neutra.

Ex: Compreendo o que sentes; Ontem não te vi sorridente…; Como te

sentes?

Ex: preocupa-vos pensar que as “atitudes de comum.” poderão não ter

aplicação prática que justifique o investimento de tempo e trabalho

que estão a realizar, não é assim?

Relativiza a situação, situa-se no tempo, explicita o sentimento e a

preocupação do outro.

Assegura o retorno da comunicação, reformula a pergunta “…não é

assim?

Centra-se no outro procurando compreendê-lo.

ATITUDES COMUNICACIONAIS

ATITUDES

COMUNICACIONAIS

Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe:

COMPREENSÃO

OU

EMPÁTICA

ATITUDES COMUNICACIONAIS ATITUDES COMUNICACIONAIS • Efeitos sobre o comportamento de quem as recebe: COMPREENSÃO OU EMPÁTICA

Movimento de apoio (adesão) no recetor

Redução da intensidade do estado afetivo

Aumento da capacidade de análise

Aumento muito significativo, em certas situações,

da profundidade da comunicação

Aumento da racionalidade

AA HISTÓRIA

HISTÓRIA DODO MARTELO

MARTELO

Um homem queria pendurar um quadro, já tinha o prego, mas faltava-lhe o martelo. O vizinho possuía um e o nosso homem resolveu ir até lá pedi-lo emprestado. Mas ficou na dúvida. “ E se o vizinho não quiser emprestar- me o martelo? Ontem cumprimentou-me muito secamente. Talvez estivesse com pressa. Mas isso devia ser só desculpa. Ele deve ter alguma coisa contra mim. Mas porquê? Eu não lhe fiz nada! Ele deve estar a imaginar coisas. Se alguém quisesse pedir-me emprestada alguma ferramenta, eu emprestaria imediatamente. Por que será que ele não me quer emprestar o martelo? Como é que alguém pode recusar um simples favor desses a um semelhante? Gente desta laia só complica a nossa vida. Por ser ele imagina que eu dependo dele só porque ele tem um martelo. Mas agora chega!” E correu até à casa do vizinho, tocou na campainha, o vizinho abriu a porta. Mas antes que pudesse dizer “Bom dia”, o nosso homem berrou: “ pode ficar com o seu martelo, seu imbecil!”

1.Identificar a atitude de comunicação subjacente à atitude da personagem 2.Respostas que caraterizem 6 atitudes comunicacionais (vivências)

REGRAS PARA UM BOM

RELACIONAMENTO HUMANO

  • 1. 1. Saber

Saber deixar

deixar falar,

falar, ouvindo

ouvindo comcom atenção;

atenção;

  • 2. 2. Olhar comcom atenção

Olhar

atenção para

para aa pessoa

pessoa que

que fala;

fala;

  • 3. 3. Não interromper

Não

interromper oo outro;

outro;

  • 4. 4. Eliminar

Eliminar qualquer

qualquer juízo

juízo imediato;

imediato;

  • 5. 5. Não falar

Não

falar depressa

depressa nem

nem nervosamente;

nervosamente;

  • 6. 6. er estima

TTer

estima ee confiança

confiança emem si si próprio;

próprio;

  • 7. 7. Esforçar-se

Esforçar-se por

por perceber

perceber oo ponto

ponto dede vista

vista dede

outro;

outro;

  • 8. 8. Saber corrigir

Saber

corrigir semsem ferir

ferir ouou humilhar

humilhar osos outros;

outros;

  • 9. 9. Estar sempre

Estar

sempre bem

bem humorado,

humorado, dominando

dominando osos

momentos dede

momentos

má disposição;

disposição;

  • 10. 10.Não

Não contradizer

contradizer nem

nem criticar

criticar osos outros,

outros,

evitando

evitando ser

ser ofensivo

ofensivo ee desagradável.

desagradável.

ESTRATÉGIAS

ESTRATÉGIAS NANA COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO

INTERPESSOAL

INTERPESSOAL

O Saber Dialogar

  • - Clareza na linguagem

  • - Firmeza nas Convicções

  • - Abertura aos outros

O Saber Escutar

  • - Disponibilidade para Escutar

  • - Interesse pelos outros

  • - Interpretar correctamente as palavras

  • - Valorização dos pontos de Acordo - Observar a linguagem corporal

O Saber Falar

  • - Clareza (palavras simples)

  • - Convicção

  • - Brevidade

  • - Prudência nos conselhos

O Saber Perguntar

  • - Perguntas Abertas

  • - Perguntas Claras

  • - Perguntas Positivas

  • - Perguntas Sugestivas (conquistar os outros)

  • - Perguntas Discretas (oportunas)

ESTRATÉGIAS

ESTRATÉGIAS NANA COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO

INTERPESSOAL

INTERPESSOAL

SABER SABER DIALOGAR DIALOGAR

A falar é que a gente se entende!

Facilita a compreensão do outro, aproxima as

pessoas, gera confiança mútua e ajuda a

resolver os conflitos.

ESTRATÉGIAS

ESTRATÉGIAS NANA COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO

INTERPESSOAL

INTERPESSOAL

SABER

SABER ESCUTAR

ESCUTAR

Implica:

Implica:

Disponibilidade para ouvir sem interromper

Mostrar interesse, compreensão pelo que é dito, colocar-se no lugar do outro

Interpretar corretamente e reformular se necessário (a mesma palavra poderá ter interpretações diferentes, consoante regiões, culturas, profissões)

Observar linguagem corporal para completar linguagem falada para a com. Interpessoal ser mais rica

Resistir ao efeito de halo - deixar que uma característica da pessoa encubra todas as outras.

Afastar o desconforto usualmente gerado pelos silêncios

ESTRATÉGIAS

ESTRATÉGIAS NANA COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO

INTERPESSOAL

INTERPESSOAL

SABER

SABER PERGUNTAR

PERGUNTAR

Facilita a relação interpessoal, desde que as

perguntas sejam delicadas, oportunas e discretas

positivas: dirigem-se ao que as pessoas sabem

e que lhes dá gosto. (Ex: Que tipo de trabalho o

satisfaz mais?)

Sugestivas: permitem estimular o

desenvolvimento de capacidades no outro. (Ex: Já

pensou na hipótese de…)

ESTRATÉGIAS

ESTRATÉGIAS NANA COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO

INTERPESSOAL

INTERPESSOAL

SABER SABER FALAR FALAR

Envolve:

Utilizar palavras simples (clareza)

Selecionar essencial a transmitir

Dizer muito em poucas palavras

Mostrar bom humor

Complementar a palavra com um ritmo de fala

moderado, tom de voz calmo, gestos

expressivos