Vous êtes sur la page 1sur 35

Universidade Federal de São João del-Rei

Campus Alto Paraopeba

Controlador
Lógico
Programável
1
Integrantes

◦ Arthur de Oliveira

◦ Dailon Vinicius

◦ Deysiane Martins

◦ Lucas Campana

◦ Matheus Carvalho

2
Sumário

◦ Introdução

◦ Histórico

◦ Surgimento

◦ Desenvolvimento

◦ Funcionamento

◦ Capacidade de um CLP

◦ Conclusão

◦ Referência Bibliográfica
O controlador Lógico Programável é um
equipamento para comandar e monitorar
“ processos industriais.

Figura 1: Painel de um Controlador Lógico Programável


(WIKIPÉDIA, 2006)
4
1 Histórico

5
Histórico

◦ Surgiu na indústria automobilística americana em 1968,


especificamente na General Motors (GM);

◦ Projetado com o objetivo de substituir os antigos painéis do


tipo relés, estes possuíam problemas nos contatos, desgaste
devido a ação repetitiva, dificuldade na modificação da
lógica e necessidade de manutenção periódica.

◦ Desenvolvido em um projeto liderado pelo engenheiro


Richard Morley;

◦ Atualmente é utilizado na indústria automobilística,


siderúrgica, de papel e celulose, entre outras.
6
Histórico

Figura 2: Logo da GM (REVISTA MF, 2017)

Figura 3: Painel de Relé (DREAMSTIME, S.D.)


7
2 Surgimento

8
Por que surgiu?

◦ Surgiu devido a necessidade da mudança na lógica dos


painéis de comando a cada alteração na linha de produção.
Implicando gasto de tempo e dinheiro.

Figura 4: Linha de produção (HELABS, 2016) 9


3 Desenvolvimento

10
Desenvolvimento Histórico

◦ 1ª Geração: Programação ligada ao hardware do


equipamento. Programação em Assembly, sendo
dependente do projeto do CLP e consequentemente de uma
equipe altamente qualificada. Desenvolvido para suportar
as severas condições industriais.

◦ 2ª Geração: Com o aparecimento das primeiras linguagens


de programação que não dependiam do conhecimento de
hardware, a programação foi facilitada. Agora a
programação é realizada em um dispositivo externo ao CLP
e executada através de um dispositivo de memória.

11
Desenvolvimento Histórico

◦ 3ª Geração: O sistema de programação passa a ser


acoplado no CLP, com teclado ou programador portátil
conectado.

◦ 4ª Geração: A programação passa a ser realizada com o


auxílio de microcomputadores. A grande vantagem é que
no computador se utiliza uma variedade maior de
linguagens, havendo a possibilidade de simulações e testes,
treinamento e ajuda por parte do software de programação.
Além disso havia a possibilidade de armazenamento de
vários programas no micro.

12
Desenvolvimento Histórico - 5ª Geração

◦ 5ª Geração: Geração preocupada com a padronização, de


forma que a automação seja facilitada, tomando o
gerenciamento e desenvolvimento flexível e normatizado.

13
3 Funcionamento

14
Composição do CLP

Memória;
Cartão de entrada;
Processador;
Cartão de saída;
Barramento;
Fonte de energia.
Figura 5: Controlador Lógico Programável (CLP) da
Siemens (SAETEC, 2017)

15
Princípio básico de funcionamento

Figura 6: fluxo básico de funcionamento (SALA DA AUTOMAÇÃO, 2013)

16
Princípio de funcionamento - Diagrama em blocos

Figura 7: Caminho das informações (SALA DA AUTOMAÇÃO, 2013)

17
Módulos ou interfaces de entrada
As entradas podem ser divididas em analógicas e digitais.

Entradas digitais: possuem apenas dois estados possíveis:


ligado ou desligado. Tipos de dispositivos que podem ser
ligados a ela:

◦ Botoeiras;

◦ Chaves (ou micro) fim de curso;

◦ Sensores de proximidade indutivos ou capacitivos;

◦ Chaves comutadores;

◦ Termostatos;

◦ Pressostatos; 18
Módulos ou interfaces de entrada

Entradas analógicas: permitem o CLP manipular grandezas


analógicas enviadas por sensores eletrônicos;
Principais dispositivos utilizados com entradas analógicas:

◦ Sensores de pressão manométricas:

◦ Sensores de pressão mecânica;

◦ Taco (geradores para medição rotação de eixos);

◦ Transmissores de temperatura;

◦ Transmissores de umidade relativa.

19
Módulos ou interfaces de entrada

Figura 8: Cartão de entrada (MFPINFOTRÔNICA, 2016)

Figura 9: Cartão de entrada no CLP


(MFPINFOTRÔNICA, 2016) 20
Módulo ou interfaces de saída

Adequam os sinais vindos dos microprocessadores para que


possamos atuar nos circuitos controlados.

Existem as interfaces digitais e analógicas de saída.

Saídas digitais: ligado/desligado. Podemos controlar


dispositivos do tipo:

◦ Reles; ◦ Solenóide;

◦ Contatores; ◦ Válvula;

◦ Reles de estado sólido; ◦ Inversores de frequência.

21
Módulo ou interfaces de saída

Saídas analógicas: converte valores numéricos em sinais de


saída em tensão ou corrente.

Dispositivos que normalmente são controlados:

◦ Válvulas proporcionais;

◦ Motores CC;

◦ Inversores de frequência;

◦ Posicionadores rotativos.

22
Fluxo de funcionamento

Figura 10: fluxo esquemático básico de funcionamento do PLC a nível industrial (GURI DA
AUTOMAÇÃO, 2015)

23
4 Capacidade de um CLP

24
Capacidade de um CLP - Nano e micro

Pouca capacidade de E/S: 16 entradas e 16 saídas;

E/S digitais.

Figura 11: Micro Processador Lógico Programável (ALLEN-BRADLEY, 2017)


25
Capacidade de um CLP - Médio porte

Até 256 pontos de E/S;

E/S digitais ou analógicas.

Figura 12: Médio Controlador Lógico Programável (ALLEN-BRADLEY,


2017) 26
Capacidade de um CLP - Grande porte

Permitem a utilização de até 4096 pontos de E/S;

E/S digitais ou analógicas.

Figura 13: Macro Controlador Lógico Programável (ALLEN-BRADLEY, 2017)


27
Vantagens do uso de CLPs:

◦ Ocupam menor espaço;

◦ Requerem menor potência elétrica;

◦ São programáveis, permitindo alterar os parâmetros de controle;

◦ Maior confiabilidade;

◦ Manutenção mais fácil e rápido;

◦ Oferecem maior flexibilidade;

◦ Apresentam interface de comunicação com outros CLP’s e


computadores de controle;

◦ Permitem maior rapidez na elaboração do projeto do sistema.


28
5 Conclusão

29
Conclusão

O Controlador Lógico Programável mostrou ser um grande


avanço para a engenharia de processos, fazendo com que as
alterações necessárias durante o processo fossem rapidamente
realizadas e sem necessidade do trabalho humano. O
conhecimento desse tipo de tecnologia foi muito importante
para melhor informação do estado atual de nossa área de
atuação.

30
5 Referência Bibliográfica

31
ALLEN-BRADLEY. Disponível em:
<http://ab.rockwellautomation.com/pt/IO/Chassis-Based/1756-
ControlLogix-IO>. Acesso em: 24 jun. 2017.

ANTONELLI, Pedro. Introdução aos controladores lógicos


programáveis (CLPs). Disponível em:
<http://www.ejm.com.br/download/Introducao%20CLP.pdf>.
Acesso em: 24 jun. 2017.

DREAMSTIME. Disponível em:


<https://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-painel-do-
rel%C3%A9-com-rel%C3%A9s-e-fios-image50507784>.
Acesso em: 24 jun. 2017.

32
GURI DA AUTOMAÇÃO. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=VDMk1R8SOYM>.
Acesso em: 26 jun. 2017.

HELABS. Disponível em: <https://helabs.com/blog/industria-


4-0-a-nova-era-da-tecnologia-de-ponta-ja-comecou/>. Acesso
em: 24 jun. 2017.

MFPINFOTRÔNICA. Disponível em:


<https://www.mfpinfotronica.com/product-
page/cart%C3%A3o-de-entrada-clp-altus>. Acesso em: 26 jun.
2017.

REVISTAMF. Disponível em:


<http://www.meiofiltrante.com.br/internas.asp?id=21223&link
=noticias>. Acesso em: 24 jun. 2017. 33
SAETEC. Disponível em:
<http://www.saetec.com.br/page_24.html>. Acesso em: 26 jun.
2017.

SALA DA AUTOMAÇÃO. Disponível em:


<http://saladaautomacao.com.br/como-funciona-o-clp/>.
Acesso em: 26 jun. 2017.

WIKIPÉDIA. Disponível em:


<https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Paineldeclp.jpg>.
Acesso em: 24 jun. 2017.

34
MUITO OBRIGADO!

35