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ATOS NORMATIVOS

Conversando sobre atos normativos

Willams Lima
NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO
DE ATOS NORMATIVOS
Lei Complementar n° 95/96

Art. 10. Os textos legais serão articulados com observância dos


seguintes princípios:

I - a unidade básica de articulação será o artigo, indicado pela


abreviatura "Art.", seguida de numeração ordinal até o nono e
cardinal a partir deste;
II - os artigos desdobrar-se-ão em parágrafos ou em incisos; os
parágrafos em incisos, os incisos em alíneas e as alíneas em itens;
III - os parágrafos serão representados pelo sinal gráfico "§",
seguido de numeração ordinal até o nono e cardinal a partir deste,
utilizando-se, quando existente apenas um, a expressão
"parágrafo único" por extenso;
IV - os incisos serão representados por algarismos romanos, as
alíneas por letras minúsculas e os itens por algarismos arábicos;
NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO
DE ATOS NORMATIVOS
Lei Complementar n° 95/96
V - o agrupamento de artigos poderá constituir Subseções; o de
Subseções, a Seção; o de Seções, o Capítulo; o de Capítulos, o
Título; o de Títulos, o Livro e o de Livros, a Parte;

VI - os Capítulos, Títulos, Livros e Partes serão grafados em letras


maiúsculas e identificados por algarismos romanos, podendo estas
últimas desdobrar-se em Parte Geral e Parte Especial ou ser
subdivididas em partes expressas em numeral ordinal, por extenso;

VII - as Subseções e Seções serão identificadas em algarismos


romanos, grafadas em letras minúsculas e postas em negrito ou
caracteres que as coloquem em realce;

VIII - a composição prevista no inciso V poderá também


compreender agrupamentos em Disposições Preliminares, Gerais,
Finais ou Transitórias, conforme necessário.
NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO
DE ATOS NORMATIVOS
Lei Complementar n° 95/96

As disposições normativas serão


redigidas:
com clareza,
precisão e
ordem lógica,
Lei Complementar n° 95/96

I - para a obtenção de clareza:

a) usar as palavras e as expressões em seu sentido comum,


salvo quando a norma versar sobre assunto técnico,
hipótese em que se empregará a nomenclatura própria da
área em que se esteja legislando;

b) usar frases curtas e concisas;

c) construir as orações na ordem direta, evitando


preciosismo, neologismo e adjetivações dispensáveis;
Lei Complementar n° 95/96

I - para a obtenção de clareza:

d) buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o


texto das normas legais, dando preferência ao tempo
presente ou ao futuro simples do presente;

e) usar os recursos de pontuação de forma judiciosa,


evitando os abusos de caráter estilístico;
Lei Complementar n° 95/96
II - para a obtenção de precisão:

a) articular a linguagem, técnica ou comum, de modo a


ensejar perfeita compreensão do objetivo da lei e a permitir
que seu texto evidencie com clareza o conteúdo e o alcance
que o legislador pretende dar à norma;

b) expressar a idéia, quando repetida no texto, por meio das


mesmas palavras, evitando o emprego de sinonímia com
propósito meramente estilístico;

c) evitar o emprego de expressão ou palavra que confira


duplo sentido ao texto;
Lei Complementar n° 95/96
II - para a obtenção de precisão:

d) escolher termos que tenham o mesmo sentido e


significado na maior parte do território nacional, evitando o
uso de expressões locais ou regionais;

e) usar apenas siglas consagradas pelo uso, observado o


princípio de que a primeira referência no texto seja
acompanhada de explicitação de seu significado;
Lei Complementar n° 95/96
II - para a obtenção de precisão:

 f) grafar por extenso quaisquer referências feitas, no


texto, a números e percentuais;

 f) grafar por extenso quaisquer referências a números e


percentuais, exceto data, número de lei e nos casos em
que houver prejuízo para a compreensão do texto;
(Redação dada pela Lei Complementar nº 107, de
26.4.2001)

 g) indicar, expressamente o dispositivo objeto de


remissão, em vez de usar as expressões ‘anterior’,
‘seguinte’ ou equivalentes; (Alínea incluída pela Lei
Complementar nº 107, de 26.4.2001)
Lei Complementar n° 95/96

III - para a obtenção de ordem lógica:

reunir sob as categorias de agregação - subseção, seção,


capítulo, título e livro - apenas as disposições relacionadas com o
objeto da lei;

b) restringir o conteúdo de cada artigo da lei a um único assunto


ou princípio;

c) expressar por meio dos parágrafos os aspectos


complementares à norma enunciada no caput do artigo e as
exceções à regra por este estabelecida;
d) promover as discriminações e enumerações por meio dos
incisos, alíneas e itens.
TIPOS DE ATOS NORMATIVOS

LEI

DECRETO INDICAÇÃO

RESOLUÇÃO PARECER

ATO DE AUTORIZAÇÃO
TIPOS DE ATOS NORMATIVOS

INDICAÇÃO

RESOLUÇÃO PARECER

ATO DE AUTORIZAÇÃO
FUNÇÃO NORMATIVA DO CME

Elaboração de normas educacionais


complementares para o sistema de ensino;

CME
DEFININDO ATOS NORMATIVOS

 LEI – a lei é a mais importante fonte formal do Direito.


Entende-se por lei a norma jurídica escrita emanada de poder
competente. A lei está presente na legislação, que é o
conjunto das leis vigentes em um país.

 DECRETO – é um ato do Poder Executivo que ora


estabelece as condições e a maneira como a Lei deve ser
cumprida, ora fixa medida de natureza administrativa. Não
estabelece normas de conduta.

 INDICAÇÃO – Ato pelo qual o CME propõe medidas


com vistas à expansão e melhoria do ensino.
DEFININDO ATOS NORMATIVOS

 RESOLUÇÃO – Ato pelo qual o CME normatiza as matérias de


sua competência.

 PARECER – Ato pelo qual o CME pronuncia-se de forma


impositiva, sobre matéria de sua competência.

 ATO DE AUTORIZAÇÃO – É ato administrativo discricionário


e precário pelo qual o CME torna possível ao pretendente o
funcionamento da instituição da Educação Integrada ao
Sistema Municipal de Ensino.
ATOS NORMATIVOS
O Colegiado, por seu Conselho Pleno e por suas
Câmaras, manifesta-se por meio dos seguintes atos
normativos:

Indicação – ato propositivo subscrito por um ou mais


Conselheiros, contendo sugestão justificada de estudo sobre
qualquer matéria de interesse do CNE;

Parecer – ato pelo qual o Conselho Pleno ou qualquer das


Câmaras pronuncia-se sobre matéria de sua competência;

Resolução – ato decorrente de parecer, destinado a


estabelecer normas a serem observadas pelos sistemas de
ensino sobre matéria de competência do Conselho Pleno ou
das Câmaras.
ATOS ADMINISTRATIVOS

 Quando uma indicação é aprovada em sessão


plenária, independentemente do mérito da
proposição, será designada comissão para estudo
da matéria e conseqüente elaboração de parecer.

 Toda deliberação final do Conselho Pleno e das


Câmaras depende de homologação do Ministro de
Estado da Educação, o qual poderá devolvê-la para
reexame.
O QUE É UM PARECER?

Parecer tem origem no verbo latino parescere, que significa ter


a aparência de alguém ou de alguma coisa (aspecto fisionômico)
ser semelhante;

O Parecer apresenta-se geralmente de forma concisa e


padronizada, a exemplo dos pareceres do CNE
(www.mec.gov.br), refletindo os resultados de uma ampla gama
de verificação e, normalmente, é obrigatório informar se a
temática obedece às leis e regimentos e também informar sobre
atos inadequados, atos ilegais etc.
COMO ELABORAR UM PARECER

Os pareceres são relatados nas reuniões do CME e,


quando aprovados, dependem de homologação do
Prefeito Municipal, para posterior publicação no Diário
Oficial do Município, para terem eficácia.

Pareceres normativos (aqueles que geram


Resoluções) são aprovados com o respectivo projeto
de resolução.
CARACTERÍSTICAS DE UM PARECER?

Um parecer é o fruto do confronto, mescla e convergência de


opiniões no colegiado. Como instrumento de comunicação oficial
do relator, necessita possuir as seguintes características:

Clareza Completude

Concisão PARECER Fundamentação

Objetividade Diretividade
Adequação às normas
O QUE É UM PARECER? COMO
ELABORAR UM PARECER?
 Clareza: Intelegível, limpidez, transparência. Prático, direto,
positivo.
 Concisão:Prático, direto, positivo.
 Objetividade: Exposição das idéias em poucas palavras,
precisão, exatidão.
 Completude: Tornar completo, fazer-se completo, que não falte
nada no que pode ou deve ter.
 Fundamentação: Conjunto de razões em que se funda, ter base,
ter apoio.
 Diretividade: Linha reguladora de procedimento.
 Adequação às normas: Ajustar-se, amoldar-se as normas.
COMO ELABORAR UM PARECER
A conclusão do parecer deve ser clara e objetiva,
nos seguintes termos:

 Indicação de um dos resultados previstos


(aprovação, pendência, não-aprovação);

 Enumeração das pendências ou dos motivos de


não-aprovação;
COMO ELABORAR UM PARECER

O parecer deverá evitar sempre:

Observações de natureza pessoal;


 Afirmações não fundamentadas ou insinuações;
Expressões lacônicas e formatação como
formulário.
ESTRUTURA BÁSICA DE UM PARECER

Interessado/ Assunto/Conselheiro/Processo/Parecer

Relato da tramitação do processo,


explicitando as razões que motivaram tal solicitação.
Análise a partir da fundamentação legal.

Identificação
Histórico
Manifestação do conselheiro
relator se favorável Análise
ou desfavorável à proposição.
Voto
Deliberação do Plenário

Manifestação final do Conselho Pleno.


PARECER DE ACORDO COM O REGIMENTO
DO CME (Art. 69 – 70).

Os Pareceres apresentados e aprovados no Plenário serão precedidos


de ementa e deverão conter:

 relatório ou exposição da matéria antecedida de histórico;


 fundamentação;
 voto do relator;
 conclusão da câmara;
 decisão do Plenário.

O Parecer da Câmara sobre matéria sujeita a seu estudo e


competência, terá caráter conclusivo/final e constará de:

 histórico,
 análise e
 voto do relator,
 decisão da Câmara.
ESTRUTURA BÁSICA DE UMA INDICAÇÃO

Interessado/ Assunto/Conselheiro/Processo

Identificação
Histórico/Relatório

Relato da tramitação do processo,


explicitando as razões que motivaram tal solicitação
A análise pode ser incluída nesta parte da indicação.
ESTRUTURA BÁSICA DE UMA RESOLUÇÃO

RESOLUÇÃO Nº 005/06 – CME Ananindeua, 18 de dezembro de 2006.

Convalida estudos de concluintes da


Educação de Jovens e Adultos da Escola
Municipal de Educação Infantil e Ensino
Fundamental “Novo Brasil”.

A PRESIDENTE DO CONSELHO DE EDUCAÇÃO DE ANANINDEUA, usando de suas


atribuições legais, consoante com o Art. 32 do Regimento Interno e tendo em vista a
indicação das Câmaras constituídas no exercício anterior e ouvido o Plenário na reunião do
dia 18/12/2006,

RESOLVE:
Art. 1º - Reconstituir a composição das Câmaras setoriais deste Conselho de Educação,
Instâncias Colegiadas de funcionamento intervalar e sistemático, para o novo mandato de 1
(um) ano, no exercício 2006/2007, na forma disposta nesta Resolução.

Art. 3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação, revogando disposições
contrárias.

SALA DE REUNIÕES DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ANANINDEUA,


em 18 de dezembro de 2006.

Presidente do Conselho Municipal de Educação de Ananindeua - Pará


ESTRUTURA BÁSICA DE UMA RESOLUÇÃO

RESOLUÇÃO 001/2015 – CME Ananindeua, 12 de janeiro de 2015.

Convalida estudos da aluna Nathália de Assis


Diniz

A Presidenta do Conselho Municipal de Educação de Ananindeua - PA, no uso de suas


atribuições legais, conferidas pelo Art. 33, Inc. XXVI, do Regimento Interno, homologado
pelo Decreto nº. 15.112, de 24 de outubro de 2012, consoante Resolução 006/09 – CME,
Processo nº. 002/2015 – CME e Parecer Técnico n°. 001/2015 – CLNP/CME

RESOLVE AD REFERENDUM:

Art. 1º. Convalidar estudos da aluna Nathália de Assis Diniz, que cursou, no ano
letivo de 2012, a 8ª Série do Ensino Fundamental de 08 Anos, na Escola Municipal de Ensino
Fundamental “Novo Brasil”, superando, consequentemente, a dependência de estudos em
matemática, verificada na 7ª série dessa mesma organização do Ensino Fundamental.

Art. 3º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação, revogando disposições
contrárias.

SALA DE REUNIÕES DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ANANINDEUA,


em 12 de janeiro de 2015.

Presidente do Conselho Municipal de Educação de Ananindeua - Pará


Aprendi que ainda tenho muito o que aprender...
“Eu pedi favores...
e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi...
mas eu recebi tudo de que precisava.”

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