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As guerras religiosas

na Europa
nos séculos XVI-XVII e a luta pela
hegemonia
Durante o período de 1525 a 1648 a
Europa foi assolada por guerras
religiosas. É importante reconhecer,
porém, que ainda que a religião tenha
sido usada como motivo das guerras
também havia muitas outras
razões,dentre elas terras, dinheiro e
economia, poder político, recursos
naturais e várias outras.
As Revoltas Camponesas pegaram
fogo em 1525, resultando em caos e
derramamento de sangue através da
Áustria, Suíça e no sul da Alemanha.
Os ricos proprietários de terras eram
o alvo dos oprimidos rebeldes, que
exigiam igualdade social e a divisão
da riqueza em comum.
A Paz de Augsburgo em 1555 -
declarou que a religião do príncipe
governante seria a religião oficial da
região ou país sob seu governo
(cuius regio, eius religio).
Isso resultou na aceitação, ou na
necessidade de tolerar o luteranismo
na Alemanha, pelos católicos
Tratado de Cateau-Cambrésis - com
esse tratado em 1559, a Espanha e a
França decidiram parar de lutar entre
si, para poder se unir contra a ameaça
que era comum às duas potências, o
protestantismo. Particularmente, o
calvinismo que era considerado mais
ameaçador do que o luteranismo
Na França, a guerra civil religiosa ocorreu
de 1558 a 1598 entre a realeza (a Liga
Católica) e a nobreza (Protestantes
Huguenotes). As três famílias dominantes
na nação competiam pelo controle da
França.
A família Valois, que estava então, no
poder e era católica.
A família Bourbon, cujos membros eram
huguenotes.
A família Guise, que também era católica.
No final a família Bourbon venceu a
guerra, mas Henrique Bourbon de
Navarre não pode ser coroado porque
a cidade de Paris, extremamente
católica foi fechada.
Henrique sitiou Paris durante um ano
e morreram entre 50 e 70 mil
cidadãos. Finalmente o cerco
terminou com a conversão de
Henrique ao catolicismo em 1593.
A guerra civil na França terminou com o
Edito de Nantes em 1598 que declarava o
catolicismo como religião oficial do país.
No entanto, o Edito permitia uma
significativa liberdade de culto aos
protestantes.
Henrique IV pode ser descrito como
um político, ou, alguém que se preocupa
mais com a paz e a prosperidade da nação
do que com a aplicação da tolerância
religiosa.
O massacre da noite de São
Bartolomeu ou a noite de São
Bartolomeu, foi um episódio, da
história da França, na repressão ao
protestantismo, engendrado pelos
reis franceses, que eram católicos.
Esses assassinatos aconteceram em
23 e 24 de agosto de 1572, em Paris,
no dia de São Bartolomeu.
Números: 2 mil a 70 mil mortos ???
Em 1566, no Dia da Assunção da
Virgem, um grupo de calvinistas na
Holanda invadiu as igrejas católicas
destruindo imagens e relíquias, numa
cidade próxima a Antuérpia
Os calvinistas holandeses tinham especial
implicância com a religião católica, e seus
conflitos eram causados por causa do rei
da Espanha, Filipe II. Ele era
fanaticamente católico e intolerante para
com outras religiões.
A alta nobreza intercedia junto a ele
pedindo mais tolerância e alguns eram até
mesmo condenados a morte, por sua
insolência.
Uma das razões para esse comportamento
do rei da Espanha, era que Filipe II
desejava estabelecer uma monarquia
absoluta na Holanda e o problema
religioso, dava a ele oportunidade para
pressionar o parlamento.
Guilherme de Orange, fugiu para a
Alemanha em 1568, de onde tentou
incitar uma rebelião, a princípio com
pouco sucesso
Guilherme de Orange então,
encorajou os mendigos do mar ou
piratas, a invadir os portos costeiros.
Em 1572, a pequena cidade, de nome
Brielle foi tomada por homens que
eram nada mais do que foras da lei.
Mas, foram recebidos
entusiasticamente pela população
Sem dinheiro, em 1576, os soldados
de Felipe se rebelam e atacam
Antuérpia, matando 7 mil pessoas.
Durante esse mesmo ano, Guilherme
de Orange uniu sete estados do norte
na União de Utrecht, e formou a
Republica Holandesa, que se opunha
abertamente a Filipe e a Espanha
Com apoio de Elizabeth I da
Inglaterra, Felipe não consegue
recuperar as áreas perdidas.
Finalmente a Espanha reconheceu a
independência da Holanda em 1648
A contra-reforma drenou consideravelmente o
tesouro espanhol. Além do mais, muitos dos
recursos das colônias espanholas estavam
exauridos. Adicionalmente, apenas um terço da
população espanhola trabalhava – um terço
pertencia ao clero e outro terço à baixa nobreza
– não havia classe média na Espanha e a classe
alta era pequena. Finalmente os casamentos
consanguíneos resultaram em líderes ineptos
para governar.
Guerra dos 30 anos – 1618-1648
é a denominação genérica de uma
série de guerras que diversas nações
europeias travaram entre si a partir
de 1618, especialmente na Alemanha,
por motivos variados: rivalidades
religiosas, dinásticas, territoriais e
comerciais.
O tratado da Westfália pos fim à
última grande guerra religiosa na
Europa. O acordo serviria como
modelo para resolver conflitos entre
as nações europeias em guerra, uma
vez que representava a primeira vez
que um congresso diplomático
participava e resolvia a disputa.
É a marca para o direito internacional
e para a soberania estatal e do
estado-nação .
A Paz de Westphalia estabeleceu os
princípios que caracterizam
o estado moderno, destacando-se
a soberania, a igualdade jurídica
entre os estados, a territorialidade e
a não intervenção e o equilíbrio de
poder.
- Alemanha se esfacela
- França se torna o poder dominante na Europa
- Holanda tem sua independência reconhecida
- Suíça se liberta do Sacro Império Romano
Germânico
- príncipes alemães tem independência e
podem escolher o calvinismo
- Espanha perde territórios
- Fim da influência do Sacro Império Romano
Germânico com a soberania dos príncipes
- catolicismo perde a supremacia assim como a
autoridade papal
Estão em meio a essa turbulência:
Descartes (1576-1650) , Spinoza
(1632-1677), Bacon (1561-1626) ,
Newton (1642-1727), Harvey (1578-
1627) , Kepler (1571-1630) , Leibniz
(1640-1716), Galileu (1564-1642) ,
Copérnico (1473-1543) ,