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O Reino de Deus

Quando o Reino de Deus chegar, não será uma coisa que se possa ver.
Ninguém vai dizer: “Vejam! Está aqui” ou “Está ali”. Porque o
Reino de Deus está dentro de vocês. Jesus (Lucas 17, 20-21)
Reino de Deus:
ponto central da pregação de Jesus
Ao longo do tempo, fomos nos perdendo nas
interpretações teológicas do que seria este Reino Celestial.
O Reino Celestial não vem com aparência exterior. É um
estado de espírito que se acessa mediante certas condições.
Atitudes exteriores nem sempre nos abrem as
portas do Reino.
Atitudes exteriores nem sempre nos abrem as
portas do Reino.
Muitas vezes, exaltamos a figura de Jesus, mas
nosso coração está cheio de inveja do próximo.
É no campo da nossa intimidade que o Reino de Deus
deve ser estabelecido, pelo cultivo das virtudes.
O amor ao próximo é o único elo que,
de fato, nos aproxima de Deus.
Bem-aventurados os humildes de espírito, porque
deles é o reino dos céus. – Jesus (Mateus 5, 3)
As pessoas simples são felizes porque precisam de
pouco ou quase nada para se contentar.
Somente a experiência de amar nos propicia a
permanência no Reino.
O Reino de Deus é um presente que o Pai
Celestial colocou em cada um de nós.
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
Compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
Quando formos ofendidos, temos que
deixar a semente do perdão brotar.
Vamos usar o poder de Deus que está em nós ou
vamos continuar sofrendo no reino das trevas?
Edificação do Reino
In: Vinha de luz – Emmanuel/Chico Xavier (cap. 177)
“O Reino de Deus está no meio de vós.”
Jesus (Lucas, 17:21)
Nem na alegria excessiva que ensurdece.
Nem na tristeza
demasiada que
deprime.
Nem na ternura incondicional que prejudica.
Nem na severidade
indiscriminada que
destrói.
Nem na cegueira
afetiva que jamais
corrige.
Nem no rigor que resseca.
Nem no absurdo afirmativo que é dogma.
Nem no absurdo negativo que é vaidade.
Nem nas obras sem
fé que se reduzem a
pedra e pó.
Nem na fé sem obras que é estagnação da alma.
Nem no movimento sem ideal de elevação
que é cansaço vazio.
Nem no ideal de elevação sem movimento
que é ociosidade brilhante.
Nem cabeça excessivamente voltada para o
firmamento com inteira despreocupação do
valioso trabalho na Terra.
Nem pés definitivamente chumbados ao chão
do Planeta com integral esquecimento dos
apelos do Céu.
Nem exigência a todo instante.
Nem desculpa sem fim.
O Reino Divino não será concretizado na
Terra, através de atitudes extremistas.
O próprio Mestre asseverou-nos
que a sublime realização está no meio de nós.
A edificação do Reino Divino é obra de
aprimoramento, de ordem, esforço e aplicação aos
desígnios do Mestre, com bases no trabalho metódico e
na harmonia necessária.
Não te prendas excessivamente às
dificuldades do dia de ontem, nem te inquietes
demasiado pelos prováveis obstáculos de
amanhã.
Vive e age bem no dia de hoje, equilibra-te e
vencerás.