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ENGENHARIA CIVIL

Concreto Armado 1
Prof: Manoel Honorio Filho

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS:
- Cálculo e Detalhamento de Estruturas
Usuais de Concreto Armado – 3ª edição
Roberto Chust de Carvalho
Jasson Rodrigues de Figueiredo Filho
EDUFSCAR
Sugestões Bibliográficas

- Curso de Concreto
José Carlos Sussekind – Editora Globo;
- NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto;
- NBR6120 – Cargas para o Cálculo de Estruturas de
Edificações;
- NBR 8681 – Ações e Segurança nas Estruturas;
- NBR 14931 – Execução de Estruturas de Concreto;
- NBR 6123 – Forças devido ao vento em Edificações.
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Histórico
1824- J.Aspdin (francês) – inventa o cimento
Portland;
1855- J.L.Lambot constrói um barco com argamassa
de cimento reforçada com ferro;
1861- J.Monier(francês) constrói um vaso de flores
de concreto com armadura de arame;
1861 – F.Coignet (francês) publica os princípios
básicos para construção em CA;
1867- J.Monier obtém a patente para os seus vasos
e também para tubos, placas;
1867 – F.Coignet apresenta numa exposição em
Paris vigas e tubos em Concreto Armado;
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Histórico
1873- W.E.Ward (americano) constrói uma casa em
concreto armado;
1888 – Dohring (Berlim) obtém uma patente sobre sobre
reforço de placas e pequenas vigas (protensão);
1900 – Início do desenvolvimento – Koenen .. Morsch;
1904- São publicadas na Alemanha “As Instruções
Provisórias para preparação, execução e ensaio de
construções em Concreto Armado.
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado

A viabilidade do Concreto Armado


1- Trabalho conjunto entre concreto e aço
(aderência);
2- Coeficientes de dilatação térmica do
aço e concreto são praticamente iguais;
3- O concreto protege de oxidação o aço
da armadura
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Conceitos Fundamentais
-Pasta: cimento e água;
- Argamassa: pasta + agregado miúdo;
- Concreto : argamassa + agregado graúdo;
- Microconcreto;
- Concreto de Alto Desempenho
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Vantagens e desvantagens do C.A
Vantagens:
- Custo;
- Adaptação a qualquer tipo de forma;
- Facilidade de se obter uma estrutura
monolítica;
- Manutenção e conservação quase
nulas;
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Vantagens:
- Resistência a efeitos térmicos,
atmosféricos e desgastes mecânicos;
Desvantagens:
- Peso específico;
- Dificuldades para reforma ou demolições;
- Necessidade de escoramentos e impermeabilização.
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado

Etapas importantes:
- Adensamento;
- Início do Endurecimento (Pega);
- Cura
Concreto Endurecido
Características mecânicas e reológicas
- Resistência à compressão e à tração;
Introdução ao Estudo das
Estruturas de Concreto Armado

Características mecânicas e reológicas


do Concreto
- Resistência à compressão e à tração
e módulo de elasticidade

- Resistência à compressão simples: fc


NBR5738- Moldagem e cura de corpos
de prova cilíndricos ou prismáticos.
NBR5739 – Ensaio de compressão de
corpos de prova cilíndricos;
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
Curva de Gauss para a resistência do
concreto à compressão
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado

Fcm = Média dos valores de fc


Fck= fcm – 1,645S
S= desvio padrão
- Concreto executado com rigorosa
fiscalização s=~25 Kg/cm²;
- Idem com boa fiscalização s=~40 kg/cm²
-Com controle e pessoal normal s=~55 kg/cm²
-Escasso controle e pessoal pouco
experiente s=~70 kg/cm²
Desvio Padrão / Classes de resistência
do concreto
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Resistência à tração
Ensaio de tração direta
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Ensaio de tração por
compressão diametral
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Ensaio de tração na flexão


Introdução ao Estudo das
Estruturas de Concreto Armado
Ensaio de tração na flexão
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Estruturas de Concreto Armado

Relações entre os resultados dos ensaios


Considera-se a resistência à
tração direta, fct,
igual a 0,9 fct,sp ou 0,7 fct,f, ou
seja, coeficientes de conversão
0,9 e 0,7, para os resultados de
compressão diametral e de
flexão, respectivamente.
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Estruturas Existentes - Testemunhos

0,81
𝑓𝑐𝑜𝑟𝑟 = 𝑓𝑒𝑛𝑠 𝑥
0,697𝑑
0,56 +
0,0515 𝑑2 + ℎ
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Módulo de elasticidade

Módulo de elasticidade ou de deformação


longitudinal
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Módulo de Deformação Tangente Inicial, Eci

NBR 8522 – Concreto – Determinação do


módulo de deformação estática e diagrama
tensão-deformação
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Estruturas de Concreto Armado

Eci = 5600 fck 1/2


Eci e fck são dados em MPa.
O Módulo de Elasticidade Secante, Ecs,
Ecs = 0,85 Eci
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Estruturas de Concreto Armado
Coeficiente de Poisson Pode ser adotado ν = 0,2.

O módulo de elasticidade
transversal
pode ser considerado
Gc = 0,4 Ecs.
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Retração
• Retração química: contração da água não
evaporável, durante endurecimento do concreto.

• Retração capilar: ocorre por evaporação parcial


da água capilar e perda da água adsorvida. A
tensão superficial e o fluxo de água nos capilares
provocam retração.
• Retração por carbonatação: Ca(OH)2 + CO2 →
CaCO3 + H2O (ocorre com diminuição de volume).
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Estruturas de Concreto Armado

- Expansão;
- Deformação Imediata;
- Fluência
- Variações Térmicas
F atores que influenciam nas
propriedades:
. Tipo e quantidade de cimento;
• Qualidade da água e relação água-cimento;
• Tipos de agregados, granulometria e relação
agregado-cimento;
• Presença de aditivos e adições;
• Procedimento e duração da mistura;
• Condições e duração de transporte e de
lançamento;
• Condições de adensamento e de cura;
• Forma e dimensões dos corpos-de-prova;
• Tipo e duração do carregamento;
• Idade do concreto; umidade; temperatura etc.
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
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Aços – NBR7480
Liga composta de ferro e pequenas quantidades de
carbono apresentando elevada resistência e
ductilidade.
Introdução ao Estudo
das Estruturas de Concreto Armado
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Di
Introdução ao Estudo das Estruturas
de Concreto Armado
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As Bases do Dimensionamento
•Objetivos: Garantir, a um só tempo, uma
adequada segurança contra a ruptura provocada
pelas solicitações; a limitação de deformações
oriunda das ações atuantes de tal forma a não
haver comprometimento ao seu próprio uso; e
finalmente a adoção de providências visando a
evitar a corrosão e a garantir a durabilidade.

O que se busca é ESTABILIDADE, CONFORTO E


DURABILIDADE
Introdução ao Estudo
das Estruturas de Concreto Armado

Estados limites últimos

- Perda de estabilidade da estrutura;


- Ruptura de seções críticas da estrutura;
- Transformação da estrutura em um mecanismo
(ruptura após plastificação);
- Instabilidade elástica (flambagem);
- Deterioração por fadiga
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das Estruturas de Concreto Armado
Estados limites de utilização

- Aparecimento de deformações excessivas;


- Fissuração prematura;
- Corrosão;
- Vibrações.
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Métodos Clássicos ou das Tensões Admissíveis;


Métodos de Cálculo Na Ruptura ou dos Estados Limites;

Métodos Clássicos: Determina-se M,N e V


correspondentes as cargas de utilização;
- Calcula-se as tensões máximas supondo um
comportamento elástico dos materiais e limita-se as
tensões máximas a uma fração da resistência dos
materiais (tensões admissíveis)
São deterministícos, consideram-se fixos, não aleatórios
os valores numéricos;
Introdução ao Estudo
das Estruturas de Concreto Armado

Restrições:

- Valores são fixos, não aleatórios. Grandezas


aplicadas com valores máximos
(Superdimensionamento);
- Mau aproveitamento dos materiais;
- Tensões oriundas das cargas de serviço;
- Solicitações não são proporcionais às ações
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das Estruturas de Concreto Armado

Método de Cálculo na Ruptura


- A segurança é atingida determinando-se as
solicitações correspondentes as cargas
majoradas(solicitações de cálculo) e comparando-
as com as solicitações últimas que são as que
levariam a estrutura à ruptura se os materiais
tivessem a suas resistências reais(resistências
características) minoradas por um coeficiente de
segurança ou de ponderação das resistências
(resistências de cálculo)
- Em qualquer caso devemos ter Rd>=Sd
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das Estruturas de Concreto Armado

Valores Característicos das Resistências (fk)


Fk,inf usualmente < fm
Valores de de Cálculo das Resistências (12.3.1 NBR 6118)
Fd= fk/gm

Valores de de Cálculo das Tensões Resistentes


tRD ou s RD

Valores de de Cálculo da Resistência do Concreto


Fcd = fck/gc
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das Estruturas de Concreto Armado

Coeficientes de Ponderação das Resistências


gm = gm1.gm2.gm3
gm1= leva em conta a variabilidade da resistência dos
materiais envolvidos;

gm2= leva em conta a diferença entre as resistências do


material no corpo de prova e na estrutura;

gm3= leva em conta os desvios gerados na construção e


aproximações feitas em projeto no tocante as
resistências.
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das Estruturas de Concreto Armado
Estados Limite: Último e de Serviço
ELU – Relacionados ao colapso ou qualquer outra forma de
ruína estrutural;
Segundo a NBR 6118 devem ser verificados:
- Perda de equilíbrio;
- Esgotamento da Capacidade Resistente por solicitações
normais e tangenciais;
- Esgotamento da Capacidade Resistente da Estrutura
considerando os efeitos de 2ª ordem;
- Provocados por solicitações dinâmicas;
- De colapso progressivo;
- Outros que , eventualmente possam ocorrer em casos
especiais.
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das Estruturas de Concreto Armado

Estados Limite de Serviço

ELS-F – de formação de fissuras;


ELS-W – de abertura das fissuras;
ELS-DEF – deformações excessivas - estado em que
as deformações atingem os limites estabelecidos
para utilização da estrutura;
ELS-D – descompressão, ELS-DP - descompressão
parcial e ELS-CE - de compressão excessiva;
ELS-VE – de vibração excessiva;
- Casos especiais
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Estados Limite de Serviço de acordo com o ítem


4.1.2.2 da NBR 8681/2203 : decorrem de ações que
podem ser combinadas de três maneiras:

- Combinações quase permanentes;

- Combinações frequentes;

- Combinações raras
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das Estruturas de Concreto Armado

Ações – Denomina-se ação qualquer influência, ou


conjunto de influências capaz de produzir estados de
tensão em uma estrutura.

As ações a considerar classificam-se em:

- Ações permanentes;

- Ações variáveis;

- Ações excepcionais
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Coeficientes de Ponderação das Ações


g f= gf1.gf2.gf3
gf1= leva em conta a variabilidade das ações;
gf2= leva em conta a simultaneidade das ações;
gf3= leva em conta os possíveis erros das ações , seja
por desvios gerados na construção e deficiência do
método de cálculo empregado.
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