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TREINAMENTO

Operação e Manutenção
VIDEOJET 3320 – LASER

PAG 1 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


VIDEOJET LASER SERIES CO2 3120 e 3320

O sistema Laser é um aparelho ótico de precisão


Laser pulsado CO2 (Dióxido de Carbono)
Comprimento de ondas em nanômetros (10.600 ou 9300)

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VIDEOJET LASER SERIES CO2 3120 e 3320

LIGHT
AMPLIFICATION
STIMULATED
EMISSION
RADIATION

LUZ AMPLIFICADA POR EMISSÃO ESTIMULADA DE RADIAÇÃO

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VIDEOJET LASER SERIES CO2 3120 e 3320

VANTAGENS LASER X INK-JET

Custo operacional muito baixo


Limpeza do local
Sem consumíveis
Marcação indelével
Necessidade de mercado (exportação)
Toxidade (ISO 14000) Ambiental

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Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Laser Series

Segurança

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Espectro Electromagnetico
Wave- Frequency
length in Description in Hertz
meter (m) (Hz)

Luz Gamma radiation O Espectro Eletromagnético é


10-12 1021
Visivel
dividido em comprimento de
10-10
X-ray radiation
1018
ondas.
10-9
Ultraviolet 16
Quanto mais perto do espectro
bis 10
400 nm 10 -6 radiation (UV) visível, mais perigoso é.
700 nm
10-6 Luz visível: 380 á 780 nM.
Infrared
bis
radiation (IR) 1013
10-3
Millimeter waves
10-3 1011
Nd:YAG
1064 nm 10-2
Centimeter waves
1010
(Microwaves)

CO2 10600 nm 100


Meter waves
108
(FM-Radio + TV)

Kilometer waves
103 (AM-Radio) 105

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Efeito do feixe Laser sobre o Olho Humano

Lens Cornea

Ultravioleta e Infravermelho
Retina
 200 nm – 380 nm
Celulas sensoriales
 1400 nm – 1 mm
Nervio
Optico PERIGO!!! (Cornea)

Luz Visivel e próximo do Infravermelho


 380 nm – 1400 nm
PERIGO!!! (Retina)

A radiação Laser é emitida no campo infra-vermelho. (não é visível para o olho humano)
Pele: produz aquecimento local e extremo gerando queimadura do tecido. Ainda que a pele suporte
radiação muito mais forte que os olhos, evite de todas as formas que o raio Laser toque a pele.
Olhos: diminuição ou perda da capacidade visual.

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Classes de Laser
Norma DIN EN 60825-1 (Oct / 2003)

Classe 1M Grau de perigo


Classe 2
Classe 2M
Classe 3R
Classe 3B
Classe 4 - Marcação a
Laser

Classe 4 é a mais perigosa.


LASER Radiação
Todos os equipamentos de marcação Evitar contato com Olho ou Pele Evitar
exposição direta ou refletida de Radiação
Laser são classe 4. CLASS 4 LASER

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Classes de Laser
Norma DIN EN 60825-1 (Oct / 2003)

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Tabela de Representação das Classes

Laser Videojet CO2 e YAG ..... Classe 4

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Segurança Laser 1

Onde está o perigo no Sistema de Marcação a Laser?

• Feixe de luz invisivel


Pode estar acionado e você não sabe
• Feixe de luz focado com alta densidade de energia
• Reflexo sobre superficies (Sistema de feixe aberto e/ou substrato)
Ponto focal: toda a energia do Laser é concentrada
A córnea vai absorvendo e com o tempo existe o risco de catarata.
(vai esbranquiçando a córnea)

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Segurança Laser 2

Onde está o perigo no Sistema de Marcação a Laser?

• Gás venenoso e pó (partículas) geradas no processo de marcação


PVC – Cloreto de polivinila: Quando é atingida pela radiação Laser CO2, acontece uma
reação química onde a marcação fica dourada, ´porem libera gás tóxico (gás clorídrico)
neste caso é obrigatório o uso do extrator de fumaça.
PET – Vaporiza o PET que é um material não tóxico, porem quando queima levanta uma
nuvem vaporizada que em contato com o ar frio condensa e forma PET novamente,
grudando em tudo (linha de produção vai ficar com cheiro forte e haverá acumulo de
resíduo pegajoso que poderá fazer com que todas as garrafas tombem – efeito dominó)
• Perigo de Fogo e/ou Explosão em materiais combustiveis
Madeira / Papel etc..., dependendo da potência pode queimar. (pega fogo)
Deixar extintor próximo ao equipamento!

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Segurança Laser 3

Na instalação de um equipamento Laser, a grande preocupação do técnico será


transformar o Laser classe 4 em uma instalação classe 1. Como:

Proteção de policarbonato: Acima de 4 mm‘s de expessura.


Intertravamento: Switch de segurança das portas.
Beam Shutter
Dispositivos de advertência: Quando o tubo Laser está energizado, a luz vermelha da cabeça de
marcação está acesa.
Outras luzes de sinal podem ser conectadas.
Mensagens externas especificas para cada aplicação.
Uso de óculos especifico para Laser: Proporcionam proteção contra a radiação Laser direta, refletida
ou dispersa.
São concebidos para o campo de longitude de ondas de um Laser CO2, que é de 10,6um ou
opcionalmente de 9,3 um (PET).
Óculos de proteção para outro tipo de Laser, por exemplo YAG, não proporcionam proteção suficiente
contra radiação Laser CO2 e vice-versa.

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Segurança Laser 2

O feixe de luz Laser pode


causar danos severos aos
Olhos e Pele como também
danificar objetos!

No pior caso significa:


PERDA DE VISÃO!

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Segurança Laser 3

Nunca se esquecer:
Trabalhando com um Sistema Laser Pulsado de feixe aberto
Usar oculos de Segurança para Laser !
Código Alltec: 210820

Indicacão de Óculos de Segurança para Laser :


DI 10600 L5 CZ DIN

DIN Check Character


Manufacturer (here: Carl Zeiss)
Protection Level: L5
Wavelemgth: 10600 nm
Continous- and Puls Operation

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Efeitos Sobre Materiais

Remoção de Tinta
Fina camada de tinta é removida de uma
superfície. Mostra a cor do fundo do
produto. ( ex : Papel ).

Troca de Cor
Alguns tipos de plásticos (ex: PVC)
mostram uma troca de cor. Termo –
quimico ( alguns depois de acrecentado
algúm tipo de pigmentação )

Remoção de Material ( Baixo Relevo )


Plásticos, vidros, ceramica, borrachas,
madeiras, metais , etc. Remoção de
material da Estrutura.

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Exemplos 1
Etiquetas / Papel

Efeito:
Remoção de tinta

CO2- Laser

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Exemplos 2
Componentes Eletronicos

Efeito:
Troca de cor

Nd:YAG- Laser
CO2- Laser

Alguns produtos alteram de cor naturalmente. Outros precisam de aditivos para mudar de cor.
O aditivo mais comum do mercado é o Iriodhim da Merk. (existem +/- 850 tipos)
O que é usado é o 825. (só reage com o comprimento de onda do Laser YAG)

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Exemplos 3
Vidro
Efeito:Remoção do vidro (baixo relevo)
CO2- Laser

Alguns produtos absorvem a energia do Laser, outros


transpassam.
Vidro só dá para marcar com CO2. Como a radiação
da YAG está muito próximo da luz visível, o feixe
passa pelo vidro. O vidro não absorve energia para
esquentar e queimar. Vai queimar o que estiver
atrás do vidro.

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Exemplos 4
Metal

Efeito:
Remoção do metal (baixo relevo)
Nd:YAG- Laser

CO2 – A radiação Laser é refletida. (nem arranha o metal)


Não esquenta o suficiente para fundir o metal.

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Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Marcação a Laser
Princípios Básicos

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Tipos de Laser - Exemplos
Visible Luz
380 nm 780 nm

1 nm 10 nm 100 nm 1 µm 10 µm 100 µm
1 mm

„X-Ray-Laser“ Excimer Argon Helium Rubem Nd:YAG Chem. CO,CO2 Optical Exited Laser
Laser Gas Neon Laser Laser Laser Gas
Laser Laser Laser

Dye Laser

Semiconductor Laser

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Comparativo
Luz Branca x Luz Laser

1. Monocromaticidade
• Luz Laser consiste de uma unica cor
(unico comprimeto de onda) só uma frequência

2. Direcionalidade
•Todas as ondas viajam em paralelo.
Luz Branca
Tem que esrar no mesmo sentido
• Consiste de muitas cores diferentes juntas
Depois serão focalizadas em um unico ponto.
(muitas frequências).
3. Coerência
• As ondas não navegam na mesma direção.
• Todas as ondas navegam sincronizadas.
• As ondas não estão coerentes
Não podem estar defasadas

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Excitacão dos Atomos
Nucleo
a) Absorção A primeira fase de criação do Laser é a mesma
b) Emissão espontânea Electron de uma luz normal.
Photon
No centro de um átomo, existem o Próton e o
Nêutron.
Os elétrons viajam em camadas concêntricas,
cada uma tem um nível de energia, e quanto
mais próximo do centro, maior é o nível de
energia do elétron. Quando o elétron é
excitado, isto é, aplicado energia em um
material seja ele um gás ou um sólido, ele
absorve a energia e joga o elétron para uma
camada mais externa. Quando é cessada a
energia, a tendência natural é o elétron voltar
a camada original, ocorrendo um efeito em
alguns materiais chamado de efeito
fotoelétrico, que devolve essa energia em
forma de luz. (pacote mínimo de luz chamado
Fóton.

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Excitacão dos Atomos
c) Emissão Estimulada Nucleo
Electron
Photon

Emissão estimulada: No momento que é enviado um Fóton e ele


sobe para a camada superior, quando desce, em vez de devolver
um fóton, ele devolve dois. (efeito avalanche)
Emissão estimulada na Laser CO2: Rádio freqüência

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Amplificação de Luz (Efeito Avalanche)

Atomo

Photon

Efeito avalanche: Quando um fóton é enviado, voltam dois e assim por diante, gerando uma quantidade
enorme de fótons.
Para que isso fique mais eficiente, são colocados dois espelhos, fazendo com que os fótons vão e voltem
(cada vez mais) até que chega um ponto que o dielétrico não agüenta e ocorre o rompimento, fazendo com
que a luz vaze através do espelho.

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Ressonador Optico (Tubo Laser)

Refrigeração (agua ou ar) Meio emisor de Laser CO2 ou Yag Feixe Laser

Acoplador Traseiro entrada de energia e RF Acoplador de Saida


(espelho 95% reflectivo)
( espelho semi transparente
75% reflectivo )
Dois espelhos
Na câmara de ressonância, onde é gerado o Laser propriamente dito. (LUZ)

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Ressonador Optico (Tubo Laser)

Vai refletindo, até que chega um ponto que a potência é tão grande que vara o espelho.
Nesse momento tem-se uma luz monocromática e direcional.(espelhos)
Coerência: Sincroniza as ondas. Será usado radiofreqüência, na freqüência de oscilação das
moléculas para fazer com que todos os átomos fiquem em coerência.
Vai esquentar, por isso é necessário a refrigeração.

Micro-ondas: Faz com que as moléculas de água vaporizem. (Magnetrom: gerador de ondas
em uma única freqüência, ou seja a freqüência de ressonância da água)

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Estrutura do Cabeçote

Tubo Laser Telescópio Scanner do Cabeçote

Telescópio amplia o tamanho do feixe Laser (diâmetro)


3320 (SHC 60) – multiplica por 2. (sai 3 mm’s do tubo Laser, quando passa pelo telescópio, fica em
6mm’s)
Scanner do cabeçote: O feixe passa por dois espelhos (X,Y) movimentados por dois motores
(galvanômetros) que vão direcionar o feixe para a lente que no ponto focal vai queimar o produto, é
de 0,1 mm.

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Estrutura do Telescopio

Telescópio Standard com Expansor de Feixe (2.36x) p/ 10W/25W


Telescópio Standard com Expansor de Feixe (2.00x) p/ 30W

Tubo Laser
Painel Frontal

Feixe Laser
Feixe Laser
Mais espesso

lente divergente lente coletora Permite imprimir um vetor


mais fino (melhor resolução)

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Espelho e Galvo

Estrutura do Motor do Scanner

Atencão:
Nunca tocar no espelho ou no
motor. (Principalmente quando
energizado)
Pode sujar ou queimar

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Espelho e Galvo - 3320

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Principios de Funcionamento - Sistema Marcação Vetorial

Telescópio
Fatores de Expansão:
2,00:1; 2,36:1 ou Tubo emisor
3,15:1 de Laser
Galvanômetros -Motores

Y-espelho

X-espelho

Lente Focal
(Lente F-Theta)

Produto

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Distância de Trabalho
Quanto maior a lente, maior é a área de marcação.
Scanner do Cabeçote
A lente STD (SHC 60) é de 5” (127 mm’s)
As lentes não são especificadas quanto a distância
focal. (o que muda é a curvatura)
A curvatura da lente fica para fora

Deve ser configurado corretamente no


parâmetro MARKING HEAD
Lente Focal
(F-theta Lens)
Distância Focal

Produto

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Distância de Trabalho Smart /CS

Ajustes Standard

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Diâmetro Ponto Focal

F Distância Focal

dL dF
Feixe Laser
do Telescópio

Lente Focal

F = Distância Focal da lente em mm


I = P/A
dL = Diâmetro do feixe sobre a lente em mm
dF = Diâmetro do feixe no Ponto Focal em mm I (YAG) = 100 x I (CO2)
λ = Ângulo da onda nm
4 F  
B = Fator de Modo, B(TEM00)=1 dF  B
  dL dF (CO2) = 10 x dF (YAG)
I = Intensidade em W/mm2
P = Potência Laser em W P  dL2
I
A = Diâmetro Focal em mm2 F 2    B2

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Profundidade Focal

Definição:
Profundidade focal é a distância entre os dois pontos onde o feixe de
luz tem o dobro de seu diâmetro no ponto focal.
Velocidade dos galvos = 25.000 mm por segundo.
Produto tem que ser bem guiado.
Lentes maiores: Tem maior profundidade de foco, pode ter variação maior do produto.
Exemplo: Lente de 10” = profundidade de foco +/- 4 mm’s.

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Lente Focal – Efeito da Distância Focal
Quanto menor a distância focal
Menor é a espessura do vetor impresso
Menor a tolerância de variação da distância focal

Distância de trabalho

Tamanho Campo
de marcação

Profundidade de
Foco

Espessura do Vetor

Intensidade I=1 I=0.25 I=0.09

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Efeitos Sobre Materiais

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Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Laser VJ3320

Gabinete

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Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

S1- Chave principal


S2- Chave de segurança
0- Tubo Laser apagado
1- Tubo Laser aceso
S3- Botão de emergência
L4- Piscando: Maquina inicializando
Aceso normal: Maquina acesa
Aceso forte: imprimindo
L5- Piscando: Erro
CONTROLADOR L6- Aceso: Laser pronto para imprimir
(Chave S2 em posição 1)
OPERAÇÃO

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Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Laser VJ3320

Handheld
G55

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Conexão entre Laser, Handheld G55 e PC

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Handheld G55

Proteção anti – choque

Tela com WYSIWYG

Teclas de função

Teclado alfa-numérico

Porta POE (Power over Ethernet)

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Handheld G55 – Níveis de Usuario
Nível Funcões Disponíveis Todo o software da
máquina está no Flash
Inicio e parada de impressão de mensagens selecionadas
Card.
Ajuste de marcação (Posição, Variáveis, Potência)
Quando liga, entra
Operador Seleção de mensagens existentes sempre no nível
Caso apareçam erros os avisos pode ser lidos e apagados Operador.
Salvar Base de dados Quando liga o
equipamento, ele
Todas as funções do nível Operador
copia todo o
Criação e edição de mensagens simples conteúdo do Flash
Técnico Criação e edição de Registros de Produto Card para as RAM’s.
(gravação e leitura no
Ajuste de Data e Hora Flash Card é muito
Criação e edição de parâmetros lento)

Administrador Criação e edição de Registros de Produto


Criação e edição de Parâmetros
Não pode criar Modificação de ajustes do sistema, incluindo tipo de cabeça,
mensagens
idioma, etc...
Comunicação com o Handheld

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Handheld G55 – Teclado

1- Seleção de funções mostradas no display


2- Caracteres alfabéticos
3- Caracteres numéricos se a função NUM está
habilitada
4- SETAS: Navegação entre menus
INS: Troca de inserir p/ sobrepor caracteres
ESC: Voltar, entrada atual é desconsiderada
HOME/END: Posiciona o cursor no inicio ou final do
campo
DEL: Remove caracteres
ENTER: Seleção e confirmação de valores
Configuração de senhas: Nível administrador / Menu principal /
5- Ativos se o led está aceso Ajustes do sistema / Handheld Password
NUM: Habilita caracteres numéricos Se colocar senha numérica, a tecla NUM deverá estar ativada.
SPACE: Insere espaços (Sem Led) (led aceso)
IME: Insere caracteres especiais
CAPS: Habilita caracteres maiúsculos
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Handheld G55 – Simbolos
Login: Entra na tela de níveis Delete: Remove elemento
de usuário selecionado

Home: Volta à tela inicial Help: Mostra informações


úteis

Start: Começa o processo de


marcação Accept: Confirma processo
ou aviso

Stop: Para o processo de


marcação Cancel: Cancela processo ou
aviso
New: Cria um novo elemento
(mensagem, parâmetro, Insert Variable: Insere um
registro de produto) campo variável

Copy: Faz uma copia do Edit Variable: Edita um


elemento selecionado campo variável

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Handheld G55 – Simbolos

Conteúdo:
-Intensidade de
marcação
Conteúdo: -Velocidade de
marcação
-Texto -Freqüência
-Números -Atrasos
-Data/Hora
-Serializadores
-Logos
-Linhas Como será marcado
-Objetos Conteúdo:
geométricos
-Marcação em
Organização movimento
-Posicionamento -Marcação em angulo
-Rotação, Espelho -Encoder
-Opções de texto -Sensor de produto
-Atraso
-Bloqueio
O que será marcado
Quando será marcado
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Handheld G55 – Exercícios

Exercício 1
Fazer uma mensagem como a do lado, onde:
As datas são automáticas, a data de validade é
de 180 dias; o lote é um contador e o turno é
a hora atual.
Trocar os parâmetros para que o equipamento
imprima corretamente.

Exercício 2
Ajustar a Data e Hora do sistema
Trocar a lente do sistema
Trocar o idioma do IHM

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Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Laser VJ3320

Software Smart Graph

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Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Instalação do software Smart Graph

Usar CD G2 -VJA

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Arquivos

Base de dados no PC

Botões de Função

Base de dados no
Equipamento

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Marcação

Status do
sistema

Dados da
marcação

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Ajustes de Marcação

Seleção de
Template

Programa a
seleção externa
de mensagens

Rotação e
posicionamento

Preview da
marcação Ferramentas de Zoom
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Mensagens

Mostra lista de Erros e


Avisos !!!!!

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Template 1

O que será
marcado?

Selecionar e editar Parâmetros e


Registros de Produto

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Template 2 (Barra de Botões)

Ferramenta de seleção Zoom

Polígonos Retângulos

Elipse Curvas (não implementado)

Variáveis (Texto, data, hora, Impressão circular (não


serializadores, turnos) implementado)

Códigos de Barras Códigos 2D

Logos Matriz

Informações Barra de símbolos

Parâmetros Registro de produtos

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Template 3 (Barra de Ferramentas)

Polígonos
Elipse, Circulo,
Arco
Retângulo
Texto, Data,
Hora, SN, Turno

Logo

Código de Barras

Código 2D

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Exercícios

Exercício 3
Fazer uma mensagem como a do
lado, onde:
As datas são automáticas, a data de
vencimento é de 180 dias; o lote é
um contador e o turno é a hora
atual.
Trocar os parâmetros para que o
equipamento imprima corretamente.

PAG 64 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Parâmetros

-Qual a intensidade de marcação (Potência)?


Como o laser deve marcar? -Que freqüência usar?
-Quais os atrasos do laser e dos espelhos?
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Parâmetros – Intensidade de Marcação

A Intensidade de Marcação afeta extremamente a qualidade da marcação.


Este parâmetro altera a potencia de marcação
A intensidade pode ser ajustada de 0% a 100% conforme a necessidade
Caso depois de um longo tempo de operação a qualidade baixar, podemos aumentar a
intensidade para corrigir.

PAG 66 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Parâmetros – Freqüência

Podemos ajustar a freqüência desde 3000 até 25000 Hz


A freqüência afeta a qualidade da marcação
A freqüência varia em função do substrato
Por isso, para identificar é necessário fazer amostras.

Freqüência de Ressonância

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Parâmetros – Mark Speed y Jump Speed

Significado: Mark Speed = velocidade dos espelho quando imprime um vetor. (1000 – 3000) Máx = 25000 mm/s

Jump Speed = velocidade dos espelhos quando se salta de um vetor para outro. (20000) Máx = 40000 mm/s

Laser status: Mark ......... Ativo


Jump ...........Inativo

Ajustes: depende da aplicação

Mark speed muito pequeno Jump speed muito pequeno


Marcação muito forte (queima de mais) Marcação muito lenta (desnecessáriamente)
Marcação muito lenta

Mark speed muito grande Jump speed muito grande


Marcação muito fraca Vetores podem deformar-se nos extremos
Marcação mais rapida
Vetores podem deformar-se nos extremos

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Parâmetros – Atraso de Salto (Jump Delay)

Significado: Tempo de espera em ligar o laser depois de cada Salto. Salto

Laser status: Inativo Linha (Marcação)


Ajustes: Standar: 800 µs
Inicio e fim de vetores
minimo: 0 µs
maximo: 13000 µs
(400) Vetor

Atraso de Salto

Atraso de Salto muito pequeno Atraso de Salto muito grande


Vibração no inicio dos vetores depois de um salto Tempo de marcação é prolongado desnecesariamente

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Parâmetros - Atraso Inicio Vetor (On Delay)

Significado: Tempo entre iniciar o movimento dos Salto


espelhos no inicio de um vetor e ligar o feixe de Laser
Linha (Marcação)
Laser status: ativo

Ajustes: Standar: 400 µs


Inicio e fim de vetores
minimo: 0 µs
maximo: 13000 µs Vetor
(0)
Atraso de Salto

Atraso Inicio Vetor muito pequeno Atraso do inicio do vetor muito grande
Ponto queimado Perde o começo da marcação

PAG 70 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Parâmetros – Atraso Fim do Vetor (Off Delay) Contrário do on Delay

Significado: Tempo entre parada de espelho no final Salto


de um Vetor e desligar o feixe de Laser.
Linha (Marcação)
Laser status: Ativo

Ajustes: Standar: 400 µs


Inicio e fim de vetores
minimo: 0 µs
maximo: 13000 µs Vetor

Atraso de Salto

Off-Delay muito pequeno Off-Delay muito grande


O final dol vetor não é marcado porque o feixe do O final do vetor é marcado en demasia porque
Laser é desativado antes do término do vetor. os espelhos chegarão ao seu fim de curso e o
Desliga o Laser antes de acabar de marcar feixe de Laser segue ativado e queimando.
Ponto marcado no fim do vetor

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Contrário do Jump Delay

Parâmetros - Atraso Final de Direção (Stroke Delay)

Significado: Tempo de espera Salto


ao final de cada Vetor.
Linha (Marcação)
Laser status: Inativo

Ajustes: Standar: O mesmo que Off Delay


Inicio e fim de vetores
minimo: 0 µs
maximo: 13000 µs Vetor
(400)
Atraso de Salto
* O valor que colocar em OFF DELAY, colocar em
STROKE DELAY

Atraso final de direção muito pequeno Atraso Final de Direção muito grande
Os espelhos recebem o comando para saltar para Tempo de marcação é prolongado desnecesariamente
nova posicão antes que o vetor esteja terminado. Marcação fica mais lenta
Faz uma perninha no salto

PAG 72 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Parâmetros - Atraso Final do Vetor (Mark Delay)

Significado: Tempo de espera Salto


no final de cada Mini Vetor.
Linha (Marcação)
Laser status: Inativo

Ajustes: Standar: 0 µs
Inicio e fim de vetores
minimo: 0 µs
maximo: 13000 µs Vetor
(0)
Atraso de Salto

Atraso Final do Vetor muito pequeno Atraso Final do Vetor muito grande
Em velocidades de marcação muito grande as trocas Tempo de marcação é prolongado desnecesariamente.
de direção muito bruscas aparecem arredondadas. No final de cada mini vetor, aparece um ponto sobre a
Vai deformar em alta velocidade queima.
Faz um pontinho entre um vetor e outro.

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Exercícios

Exercício 4
Trocar os parâmetros da mensagem feita
no exercício 3 e ver os resultados.

PAG 74 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Registro de Produtos (referente a linha de produção)

Velocidade fixa: Velocidade da esteira


em mm/s. (velocidade linear da linha –
usar tacômetro)
Qualquer variação por mínima que seja,
vai afetar a qualidade da marcação.
•Sempre recomendado usar o Encoder!
A marcação é sempre contrária ao
movimento do produto!
Distância por rotação: Que distância
(mm) o produto percorre em uma volta
do eixo do Encoder

Quando o Laser deve Marcar? (Se deve marcar em movimento ou não)


Com ou sem movimento do produto?
Pode-se criar registros de produtos diferentes para:
Trigger consecutivo?
Linhas diferentes
Borda de subida ou descida?
Produtos com atrasos diferentes
Velocidade fixa ou encoder?
PAG 75 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart
Cabeça de marcação

Que componentes devemos usar?


Qual é a finalidade do sistema? (marcar que?)
Qual é o tamanho dos espelhos?
Que lente usar? (qual área de impressão?)
Que espaço de impressão há?
PAG 76 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart
Configuração do Sistema

Configurações importantes do sistema


Configuração de direção IP
Data e Hora
Horas de trabalho
Configuração de idiomas
PAG 77 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart
Exercícios

Exercício 5
Criar uma etiqueta de visitas seguindo o
exemplo ao lado.
Dimensiones: 84mm x 55mm
Altura de caracteres: 4mm y 2,5mm
Fontes: A seu gosto
Posição: Centrado
Com um logo (livre)
Os parâmetros do retângulo devem ser
ajustados para que o laser corte a tarjeta

PAG 78 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Laser VJ3320

Marcacão em Movimento

PAG 79 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Sistema de compensacão (Mark on the Fly) I

1. Criar um Template com um quadrado de 10mm x 10mm


2. Configurar no Registro de Produto para marcacão em Velocidade Fixa ou Encoder
3. No caso de velocidade fixa, com um tacômetro medir a velocidade aproximada da esteira e colocar o valor no
campo de Velocidade em mm/s
4. No caso de Encoder, verificar em Encoder o valor de Pulsos/Rotacão (Lembre-se que o valor é o dobro da
resolução do Encoder – usa os dois canais)
5. Coloque um valor inicial no parâmetro Distância/Rotacão.
6. Imprima o quadrado em movimento e em funcão do resultado modifique a Distância/ Rotacão

Quadrado aberto na direcão daimpressão:


Distância/Rotacão ou velocidade fixa, deve ser
diminuida!

Quadrado fechado na direcão daimpressão:


Distância/Rotação ou velocidade fixa, deve ser
aumentada!

Direção da impressão

PAG 80 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Sistema de compensação (Mark on the Fly) II

Quando o quadrado estiver aberto ou fechado na direcão transversal á direcão do movimento, o


ângulo deve ser modificado na posicão de armado do cabeçote.

Quadrado aberto na direcão transversal á esteira.


Correção: Ângulo deve ser aumentado!

Quadrado fechado na direção transversal á esteira.


Correção: Ângulo deve ser diminuido!

Direção da esteira

Advertência: Primeiro imprima o quadrado estático, para ter certeza que todos os
parâmetros estão corretos!

PAG 81 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Laser VJ3320

Manutenção

PAG 82 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Plano de Manutenção
Diária (dependendo do ambiente)
• Verificar se a lente está suja. Limpar caso necessário.
Folhas para limpeza de lente: 50 folhas – Kodak (vem com o equipamento)
Não utilizar papel toalha por exemplo, pois poderá riscar a lente. (riscos na lente podem
causar uma qualidade de marcação deficiente ou até a sua inutilidade)
Limpar somente com acetona pura. (retira a gordura e é altamente volátil) Usar luvas de
proteção (Latéx)
Não retirar a lente para limpeza!

Mensal (dependendo do ambiente ou do material que esta sendo marcado)


•Se instalado: devemos verificar, limpar ou trocar se necessário o filtro Bag do extrator de
fumaça (Fumex)

Trimestral (mas frequêntemente caso o ambiente seja sujo ou agressivo)


Fazer uma inspeção visual do equipamento Laser.
Limpar os ventiladores do equipamento.
Limpar o filtro do exaustor.
Semestral
Se instalado: devemos verificar e trocar se necessiário e o filtro de carvão ativado do
extrator de fumaça.

PAG 83 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Treinamento Operacional, de Manutenção e Serviço

Laser VJ3320

Serviço Técnico
Interface I/O

PAG 84 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Hardware – Overview

PAG 85 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Interface I/O

PAG 86 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


X2 – INTERLOCK

PINO 1 e 2 - JUMPER Segurança (NF)

Chave de segurança
Intertravamento da máquina. (Interlock aberto, máquina para de marcar)
PLC – Programar uma saída
Usar Switch de segurança.
Obrigatório instalação

Se o Interlock for aberto, é necessário dar Start novamente!

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X6 – SENSOR DE PRODUTOS - PNP

PINO 1 - SINAL
PINO 5 - VCC
PINO 3 - NÃO USADO
PINO 4 e 6 - GND
PINO 2 - TRIGGER ENABLE (jumper para 24 volts)
Aplicação especial!
Se tirar os 24 volts, ignora o trigger.

Entradas não são separadas galvanicamente


Os sinais não estão separados galvanicamente. O sistema de sensores que se conectará aqui é
considerado como pertence ao sistema de marcação.

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X7 – ENCODER

PINO 1 - CANAL A (AZ)


(BR)
PINO 2 - CANAL B
PINO 3 - INDEX -
Cada vez que o eixo do Encoder girar exatamente uma
volta, ele manda um pulso no Index, para saber a posição absoluta.
Engarrafadoras por exemplo usam o Index como Trigger. (não precisam da
fotocélula) Uma volta do eixo do Encoder é exatamente o passo de uma garrafa.
PINO 4,5,6 e 8 - GND
PINO 7 - VCC (12 OU 24 VOLTS - Dependendo da posição de um jumper na placa
ACC3, muda-se de 12 / 24 V.)
Comutação de 12 e 24V. = X17 na placa ACC
X17 fechado = 12V.
X17 aberto = 24V.
Encoder padrão = Hohner 2000 pulsos

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X14 – CAN - Bus

NÃO USADO

Desenvolvimento futuro
Placas se comunicarão através de um software inteligente.
Rede interna. (rede CAN)
No futuro poderá ser criado periféricos que se comunicarão via CAN.

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X16 – ENTRADAS DIGITAIS

O painel de conectores é isolado galvanicamente do circuito da máquina.


As tensões 12 – 24 volts são geradas pela máquina e pode ser alimentado todo o
banco de conectores externamente.
Por exemplo: Puxar alimentação dos conectores do PLC. (12/24V / GND)
Todos os dispositivos serão alimentados pelo PLC. (Encoder, Sensor, etc...) Para
evitar problemas de realimentação.
PINO 1 = VCC (CLIENTE)
PINO 2 = VCC (ACC 3)
PINO 5 = GND (CLIENTE)
PINO 6 = GND (ACC 3) 0 Volt’s
Se for utilizar alimentação do cliente, retirar os 2 jumpers
PINO 3 – START EXTERNO 24 Volt’s
PINO 4 – STOP EXTERNO
PAG 91 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart
X20 – SAÍDAS DIGITAIS

PINO 1 – SYSTEM READY – Quando o sistema está ligado. (não quer dizer que está pronto para marcar)
PINO 2 – READY TO MARK – a chave está na posição 1, pressiono o botão de START (F3), só aguarda o
TRIGGER para marcar.
PINO 3 – MARKING – Efetivamente está marcando. Dá um pulso exatamente da largura da marcação.
Se a marcação demora 35 ms, (por exemplo) esse pulso vai ficar em nível alto por 35 ms.
Se precisar de um contador, colocar esse sinal ligado em um contador.
PINO 4 – SHUTTER CLOSE – Contrário do READY TO MARK. Quando está pronto para marcar, o SHUTTER
CLOSE tem que estar desligado. (abre o SHUTTER)
Quando para de marcar fecha o SHUTTER.
Quando a chave de segurança está na posição 1, o tubo está energizado e a partir deste ponto poderia sair
Laser.
O sistema de segurança dentro da cabeça da 3320, possui uma chapa metálica que quando houver um
SHUTTER CLOSE, orienta os espelhos X e Y para uma posição, direcionando o feixe Laser em cima desta
chapa. Então mesmo que saia Laser, ele vai bater na chapa não causando portanto perigo.
A chapa é de aço inox (grossa), e o Laser CO2 não atinge esse material.

PAG 92 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


X20 – SAÍDAS DIGITAIS (cont.)

PINO 5 – ERROR – Sempre que ocorre algum erro, o sinal vai para 0. (sinal inverso)
Quando está funcionando bem, saída = nível alto
Quando ocorre um problema, a saída vai para o nível baixo
Isto ocorre por segurança.
PINO 6 – BAD – A máquina além de falhas, pode indicar avisos, por exemplo se no momento que estiver
marcando, a linha acelerar muito e não der tempo de marcar a mensagem completa, o sistema detecta
que houve outro pulso enquanto marcava, acusando um aviso.
PINO 7 – GOOD – Informação OK.
PINO 8 – EXTERNAL ERROR – Sinal de entrada para erro externo.
Exemplo: Marcação em PVC, onde o gás gerado pela queima é tóxico, por segurança não pode ocorrer
marcação se o extrator de fumaça estiver desligado ou com defeito.
Um sinal que vem do extrator de fumaça deverá ser ligado no controlador , quando houver uma falha o
Laser para e consequentemente irá parar a linha.

PAG 93 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Interface I/O

PAG 94 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Interface I/O

PAG 95 Setembro / 2006 Treinamento Laser: 3320, CS e Smart


Instalação tipica

INTERLOCK SENSOR ENCODER

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ACC – 3

12/24V: I/O
5V: Alimenta quase
todos os componentes
3,3V: Processador
(Power PC)
1,8V: Alimenta o DSP Fonte grande: 30V. – Alimenta o tubo
(Processador digital de
Sinais) Fonte pequena: + e – 30V. – Alimenta os Galvos

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