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“ A arte existe porque a vida não basta “.

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Raphael Anderson da Costa Ramos


Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Departamento de Letras
Teoria da Literatura I
Professor Dr. José Luiz Ferreira
Gente BOM DIA JÁ É SÁBADO COM S DE SOFRIMENTO então
• “A vida nesse é sempre a mesma
domingão amanhã no caso para todos:
vamos fazer rede
um pikiniki ou de ilusões e
desenganos. O quadro
5piquenique.Ai é único,
pra quem puder é apramoldura
ir e leva umaébeirinha
que de é diferente. “
alguma coisa pra gente mastigar a manhã toda.Sugestão(BOLO.
MACONHA. CAFÉ. REFRI. SUCO. CACHAÇA. QUEIJO. PRESUNTO.
PAO DE QUEIJO SEM O QUEIJO. Etc)🤙 🏽 Não esqueçam os 1
Florbela Espanca
temer q equivalente a entrada do parque.💐😐 #repost
• 1. Introdução/Motivação
• 2. Desenvolvimento do tema:
• Florbela Espanca
• Poema : Fanatismo
• Aspectos estruturais
• Escansão
• Resumo
• Análise Interpretativa
• Referências
• ot

Roteiro
Introdução

• Neste seminário trataremos da Análise literária


do poema : Fanatismo ( Florbela Espanca ). Seus
aspectos estruturais, escanssão, interpretação e
releitura.
Motivação

• fanatismo
• substantivo masculino
• 1.
• zelo religioso obsessivo que pode levar a extremos de intolerância.
• 2.
• p.ext. faccionismo partidário; adesão cega a um sistema ou
doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo; paixão.
Florbela Espanca
A Autora
• Florbela Espanca
• Florbela Espanca (1894-1930) foi uma importante poetisa portuguesa. Escreveu poesias e contos, além de ter sido a
grande precursora do feminismo em Portugal.
• Florbela Espanca, nome literário de Flor Bela Lobo, nasceu em Vila Viçosa, no Alentejo, Portugal. Filha de Antónia da
Conceição Lobo e de João Maria Espanca, que era casado com Mariana do Carmo Toscano, mas não tinha filhos. Flor
Bela foi registrada como filha de Antónia e de pai desconhecido. Em 1903 começou a assinar os seus primeiros textos
com o nome de "Flor d’Alma da Conceição". Nesse mesmo ano, escreve seu primeiro poema intitulado “A Vida e a
Morte”, já mostrando sua vocação pela poesia amarga.
• Em 1906, Florbela escreveu seu primeiro conto “Mamã!”. Em 1907 apresenta os primeiros sintomas de uma doença
nervosa. Em 1908 ficou órfã de mãe e junto com o irmão, passa a morar com o pai e a madrasta. Ingressa no Liceu de
Évora, onde permanece até 1912. No ano seguinte, casa-se com Alberto Moutinho, um amigo da escola. Em 1917 está
novamente sofrendo uma crise nervosa.
• Numa sociedade patriarcal, Florbela foi corajosa e a frente do seu tempo. Foi uma das primeiras mulheres em Portugal
a frequentar o curso de Direito da Universidade de Lisboa. Casou e separou diversas vezes, sentindo o preconceito da
sociedade. Traduziu diversos romances franceses para a Livraria Civilização do Porto. e colaborava com várias
revistas e jornais, como Modas & Bordados (do jornal O Século de Lisboa), Notícias de Évora, A Voz Pública e outros.
• Sua poesia densa, amarga, triste, erótica e egocêntrica, quase sempre era apresentada em forma de soneto, e
principalmente com a temática amorosa. Não fez parte de nenhum movimento literário, embora seu estilo lembrasse
muito os poetas românticos. Florbela suicidou-se com o uso de barbitúricos, no dia de seu aniversário, às vésperas da
publicação de sua obra-prima “Charneca em Flor”, que só foi publicada em janeiro de 1931. Florbela Espanca morreu
em Matozinhos, Portugal, no dia 8 de dezembro de 1930. Em 1949 foi publicado “Cartas de Florbela Espanca”.
Minh'alma, de sonhar-te, anda perdida!
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!

Não vejo nada assim enlouquecida...


Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
Soneto Fanatismo
"Tudo no mundo é frágil, tudo passa...
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!

E, olhos postos em ti, digo de rastros:


"Ah! podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: princípio e fim!..."
Mi/nh‟al/ma, /de/ so/nhar/-te, an/da
/per/di/da (A)
Meus/ o/lhos/ an/dam/ ce/gos/ de/ te/ ver! (B)
Não/ és/ se/quer/ ra/zão/ de/ meu/ vi/ver, (B)
Pois/ que/ tu/ és/ já/ to/da a/ mi/nha/ vi/da!
(A)
Escansão
O soneto apresenta versos decassílabos heróicos(E.R 10
(6-10)), com rimas interpoladas (ABBA/ ABBA) nos
dois quartetos e misturadas (CCD/ CCD) nos dois
tercetos. Ocorre elisão nos versos: 1, 11, 12, 14.. As
rimas são ricas, exceto no caso dos versos: 12 e 13,,
observa-se rima entre substantivo e substantivo
(rastros/astros). Em relação às consoantes, percebe-
se aliteração dos fonemas /S/ e /M/.
Aspectos Estruturais
Análise
interpretativa
Releitura do Poema

https://youtu.be/Wbk5kHlwoRM
Interpretação musical de Raimundo
Fagner e Zé Ramalho.
“Se penetrássemos o sentido da vida seríamos menos miseráveis.”

Florbela Espanca
Referências

CANDIDO, Antonio. Na sala de aula: caderno de análise


literária. São Paulo: Ática, 1985.
GOLDSTEIN, Norma. Versos, sons e ritmos. São Paulo:
Ática, 2002.
http://redesfigurar.blogspot.com.br/2013/10/analise-de-um-
poema-de-florbela-espanca.html?m=1
https://www.pensador.com/autor/florbela_espanca/biografia/

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