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Máquinas de Corrente

Contínua
• Enrolamento encontra-se na parte
rotativa (rotor);
• Enrolamento de armadura
consiste de várias bobinas
conectadas entre si para formar
um laço fechado;
• Quando o rotor está girando, um
contator mecânico rotativo é
usado para fornecer corrente ao
enrolamento de armadura.
• Máquinas cc possuem um
segundo enrolamento
(enrolamento de campo).
• Gerador CC de dois polos.
• Enrolamento de armadura com N espiras.
• O rotor gira com velocidade constante.
• Rotação da bobina gera uma tensão
de bobina que é uma função de tempo.
• Gerador CC produz tensão e corrente CC.
• Tensões e correntes CA induzidas no
enrolamento de armadura devem ser retificadas.
• Uso de comutador para retificação.
• Cilindro formado de segmentos de cobre onde são conectadas as
bobinas das armaduras.
Função do comutador como retificador

• Comutador conecta o lado da bobina mais próximo ao polo sul à


escova positiva.
• Comutador conecta o lado negativo mais próximo ao polo norte à
escova negativa.
• A cada meia rotação do motor, as escovas mudam de polaridade em
relação à polaridade da bobina.
• Embora a tensão da bobina seja alternada, o comutador realiza
retificação de onda completa, transforma tensão de bobina na tensão
entre escovas.
• Torna disponível uma tensão unipolar para o circuito externo.
Tensão

• Tensões CA são produzidas nas bobinas do enrolamento da armadura


à medida que essas bobinas giram através da distribuição de fluxo CC
do enrolamento de campo estacionário;
• A tensão alternada do enrolamento de armadura deve ser retificada;
• Considerando a bobina de armadura de N
espiras;
• Comutador realiza a retificação de onda
completa da tensão da bobina;
• Uma distribuição de fluxo produzirá uma
tensão CA senoidal na bobina de
armadura.
• A retificação produzirá uma tensão CC
sobre as escovas;
• O valor médio da tensão unidirecional que
aparece entre as escovas é:
1 𝜋
𝐸𝑐 = ‫׬‬0
𝜔𝑁𝑐 Φ 𝑠𝑒𝑛 𝜔𝑡 𝑑𝜔𝑡 = 4𝑓𝑁𝑐 Φ
𝜋
(Eq. I)
• Expressando a frequência em termos da velocidade da armadura, em
rpm:
𝑝𝑛
𝑓= (Eq. II), onde:
120
 p é o número de polos;
 n é a velocidade em rpm.
• Substituindo a eq. II na eq. I, obtemos:

𝑝𝑛 𝑛 𝑛
𝐸𝑐 = 4𝑁𝑐 Φ = 𝑝Φ2𝑁𝑐 = 𝑝Φ𝑍
120 60 60
(f.e.m induzida para bobina individual)
 z representa o número de condutores por bobina.
• Se o enrolamento de armadura possui o total de z condutores e a
caminhos paralelos, a f.e.m induzida do enrolamento de armadura
que aparece nas escovas torna-se:
𝑝𝑍 𝑝𝑍
• 𝐸𝑎 = Φ𝑛 = 𝐾𝐸 Φ𝑛, onde 𝐾𝐸 ≡
60𝑎 60𝑎
(𝐾𝐸 ): Constante do enrolamento
• Se a velocidade é dada em rad/s, temos que:

𝐸𝑎 = 𝐾𝑇 Φ𝜔

𝑝𝑍
• Onde: 𝐾𝑇 =
2𝜋𝑎
Torque
• Fórmula fundamental:

𝑝
𝑇= 𝐽Φ (Eq. I) N-m
2
• p – número de polos;
• J – lâmina de corrente equivalente da distribuição ampère-condutor
do enrolamento de armadura, em A/rad;
• Φ – fluxo por polo, em Wb.
• Torque magnético depende de uma distribuição do campo (Φ),
distribuição ampère-condutor (J) e do deslocamento angular entre as
duas distribuições.
• Lâmina de corrente em fase com a curva de densidade de fluxo.
Todas as partes da lâmina de corrente experimentam um torque
unidirecional.
• A f.m.m por par de polos é dada por: ℱ = 𝜋𝐽 (Eq. II)
𝜋𝐽
• A f.m.m por polo é: ℱ𝑝 = (Eq. III) (Quando o enrolamento da
2
armadura é representado por uma lâmina de corrente.)
• Situação real, enrolamento da armadura é representado por uma
distribuição finita de ampère-condutor.
• Assim, a f.m.m da armadura por polo é expressa em termos de
corrente total 𝐼𝑎 e condutores totais Z, na superfície da armadura.
𝐼𝑎 𝑍 1
• ℱ𝑝 = (f.m.m/polo ou A-e/polo) (Eq. IV)
𝑎 2𝑝

• Substituindo Eq. III em Eq. IV, obtemos:

𝐼𝑎 𝑍
•𝐽= (Eq. V)
𝜋𝑝𝑎

• Substituindo a eq. V na eq. I, obtemos:


𝑝² 𝑝𝑍
𝑇= 𝐽Φ = Φ𝐼𝑎 ou 𝑇 = 𝐾𝑇 Φ𝐼𝑎 (N-m) , onde:
2 2𝜋𝑎
𝑝𝑍
• Onde: 𝐾𝑇 = (constante de torque)
2𝜋𝑞
• A forma precedente da fórmula de torque enfatiza a distribuição
ampère-condutor usada em conjunto com o campo de fluxo.
• É análoga à equação para máquina CA.
• Outra expressão para o torque eletromagnético é:

1
𝑇 = 𝐸𝑎 𝐼𝑎
𝜔

• O exame da equação acima mostra a relação de equilíbrio de potência


que forma a base da operação dos dispositivos eletromecânicos da
conversão de energia.
Desvantagens – Motor de Corrente Contínua

• Comutação mecânica.
• Perdas de energia devido ao atrito mecânico e comutação da
corrente.
• Motores com comutadores limitam sua capacidade de fornecer
potência nominal em altas velocidades por causa do faiscamento
excessivo do comutador .
Vantagens – Motor de Corrente Contínua

• Velocidade pode ser controlada pelo campo ou pela armadura.


• Alta dinâmica para aceleração e frenagem.