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Planejamento Regional

Acadêmicos: Dyego dos santos


Leonardo Fonseca
Universidade do vale do Itajaí – UNIVALI Natan Reimers
Arquitetura e Urbanismo
HIERARQUIA URBANA SEGUNDO A TEORIA DOS LUGARES M1
CENTRAIS DE WALTER CHRISTALLER
Resumo m1 Como método para o desenvolvimento do trabalho, coletamos dados estatísticos de serviços
hierárquicos por definição, ou seja, Saúde e educação, juntamente com dados populacionais e a economia (PIB), que
foram tabulados de acordo com níveis de especialização dos serviços da Mesorregião da Grande Florianópolis.

Foram coletados dados nas Bases do IBGE, DataSUS, IBGE cidades, MEC, SEF-SC(Secretaria de
Estado da Fazenda). Como critério para estabelecer a hierarquia, desenvolvemos um score de cada
especialidade, da mais especializada pára a menos especializadas. Saúde e educação utilizamos média ponderada para
definir o score, estabelecendo a pontuação dos serviços com o método da calculadora AHP, que classifica as variáveis
hierarquicamente de acordo com sua importância. Nos scores da economia e população, estabelecemos uma média
simples, adotando o maior valor como score 100 e pontuando proporcionalmente os outros valores. Após os scores de
cada especialidade, fizemos a média simples entre todas as especialidades, tratando-as como variáveis de iguais
importâncias para assim obter o score geral.

Com base no alcance das funções de


Alcance espacial máximo
diferentes ordens, nos permite entender quais são os
Função central agentes modeladores da rede urbana e qual a logica
subjacente nessas ações, nos quais a distribuição da Rede
Alcance espacial mínimo
está fortemente ligada ao principio de transporte, tanto
no desenvolvimento das próprias cidades, quanto nas
divisões e características físicas das regiões.
M2
M3
138.000
Pessoas travessam a ponte
para trabalhar ou estudar
(85% das viagens para ilha)
Proposta de
desenvolvimento orientado pelo
transporte, visando diminuir os
custos de transporte para
aquisição de bens e serviços de
maior nível hierárquico.
O transporte abrange toda a rede,
com ênfase na rede de serviços de
saúde.
O trecho detalhado
corresponde à área de intervenção
01, que conecta o Hospital Regional
de São José com o restante da rede
por meio de um terminal Intermodal.
ÀREA DE INTERVENÇÃO
Ampliação Hospital Regional

Praça e Estação Hospital Regional VLT

Terminal de BRT

Terminal de VLT

Terminal de catamarã
REFERÊNCIAS
• http://contornodeflorianopolis.autopistalitoralsul.com.br/o-contorno-de-florianopolis/
• cnes.datasus.gov.br
• http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/videos/t/todos-os-videos/v/superlotacao-compromete-atendimento-no-hospital-regional-de-sao-
jose/6641033/
• http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3357&Itemid=523
• https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/prefeitura-municipal-de-biguacu/biguacu-linda-de-viver/noticia/hospital-regional-
de-biguacu-soma-mais-de-222-mil-atendimentos.ghtml
• https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/aeroporto-de-florianopolis-registra-aumento-de-passageiros-em-janeiro-de-2018.ghtml
• http://dpae.seoma.ufsc.br/
• https://www.archdaily.com.br/br/01-177988/hornsbergs-strandpark-slash-nyrens-arkitektkontor
• http://www.plamus.com.br/plamus.html
• http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2014/08/migracao-e-principal-motivo-de-crescimento-populacional-em-santa-catarina-
4586836.html
• SCHAFER, Karine Lise; OLIVEIRA, Lisete Assen de. Manual de equipamentos comunitários. Florianópolis: UFSC/PGAU-Cidade,2012
• OLIVEIRA, ATR., and ONEILL, MMVC. Cenário sociodemográfico em 2022/2030 e distribuição territorial da população. uso e ocupação do solo. In
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. A saúde no Brasil em 2030 - prospecção estratégica do sistema de saúde brasileiro: população e perfil sanitário
[online]. Rio de Janeiro: Fiocruz/Ipea/Ministério da Saúde/Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, 2013. Vol. 2. pp. 41-93.
• MIOTO, B. T. Movimentos Migratórios em Santa Catarina no Limiar do Século XXI. 85f. Monografia – Curso de Ciências Econômicas,
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2008.
• Rev. Inter. Mob. Hum., Brasília, Ano XX, Nº 39, p. 77-100, jul./dez. 2012