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Tecnologia Dos Materiais

Estrutura Cristalina
Conceitos Fundamentais Célula
Unitária
Antes que comecem o choro
Queiram fazer isso comigo
Estruturas dos materiais
Todos os materiais utilizados para fins industriais são
formados de elementos cuja menor parte estruturada que
ainda mantém características próprias do tipo individual da
matéria é o átomo.
Estrutura cristalina ... A Estrutura que
se repete
Ligações atômicas
Os átomos podem se reunir em estruturas mais complexas
formando a matéria ou outras estruturas ainda mais complexas.
Eles se tornam mais estáveis se puderem ficar com
configurações de menor energia, seja recebendo elétrons,
perdendo elétrons, compartilhando elétrons com outro átomos
vizinho ou consorciando os mesmos com todos os outros
átomos, conhecidas como ligação iônica, ligação covalente e
ligação metálica. Outro tipo de ligação mais fraca é a força de
Van der walls.
Tudo caminha para a condição de
menor energia
Valor mínimo de Energia
A estabilidade das ligações atômicas deve-se à existência de
um valor mínimo de energia, correspondente a uma certa
distância interatômica, onde ocorre um balanço entre as
forças de atração e de repulsão. A natureza das forças entre
os átomos depende do tipo de ligação atômica. As forças de
repulsão crescem a medida que os átomos aproximam suas
camadas de elétrons mais externas, que se repelem por
serem ambas de carga negativa.
Relação entre a força e energia de
ligação química
Estrutura Cristalina
Por que estudar?

As propriedades de alguns materiais estão diretamente


associadas à sua estrutura cristalina. Explica a diferença
significativa nas propriedades de materiais cristalinos e

não cristalinos de mesma composição.


Estrutura
Conceitos Fundamentais
Os materiais sólidos podem ser classificados em cristalinos
ou não-cristalinos de acordo com a regularidade na qual os
átomos ou íons se dispõem em relação à seus vizinhos.
Material cristalino : é aquele no qual os átomos encontram-
se ordenados sobre longas distâncias atômicas formando
uma estrutura tridimensional que se chama de rede
cristalina. Materiais não-cristalinos cristalinos: não existe
ordem de longo alcance na disposição dos átomos.
TIPOS DE ESTRUTURAS CRISTALINAS
Estrutura da Célula cristalina
Célula Unitária
Consiste num pequeno grupos de átomos que formam um
modelo repetitivo ao longo da estrutura tridimensional. A
célula unitária é escolhida para representar a simetria da
estrutura cristalina.

Os átomos são representados como esferas rígidas


Célula unitária
Três estruturas cristalinas são comumente encontradas
nas maiorias dos materiais, são elas:

• Cubica Simples (CS)

• Cúbica de corpo centrado (CCC)

• Cúbica de face centrada (CFC)

• Hexagonal compacta ( HC) C


Cúbico Simples
O fator de empacotamento!

a  2 R 
V  8R 3

4 
1 R 3 
FEA     0,523
3
8R 3
Neste arranjo atômico um átomo em cada vértice de um
cubo. Um parâmetro de grande importância no estudo das
estruturas cristalinas é o parâmetro de rede (a). No caso
das estruturas cristalinas CS, o parâmetro de rede é dado
pelo tamanho da aresta deste cubo, ou seja a=2R, onde R
é o raio atômico. A figura mostra a representação
esquemática de tal célula cristalina.
Fator de Empacotamento Atômico
(FEA)
O FEA representa a fração do volume de uma célula
unitária que corresponde a esfera sólida.
Cúbica de Corpo Centrado (CCC)

Na CCC cada átomo dos vértices do cubo é dividido com


8 células unitárias. Já o átomo do centro pertence
somente a sua célula unitária. Número de átomos por
célula: 2 Exemplos: Fe, Cr e W.
Cúbica de Face Centrada (CFC)

Na CFC cada átomo dos vértices do cubo é dividido com 8


células unitárias. Já os átomos das faces pertencem somente
a duas células unitárias. Número de átomos por célula: 4
Exemplos: Al, Cu e Pb, Ag e Ni. C
Estrutura cristalina CFC
Calcule o volume de uma célula unitária CFC em
termos do raio atômico R.

a 2  a 2  4 R  Vc  a 3
2

2a 2  16 R 2 Vc  (2 R 2 ) 3
a  2R 2 Vc  8 R 3 2 2
Vc  16 R 3 2
Mostre que o FE da célula cristalina é 0,74.

Volume total de esferas


FEA 
Volume total da célula unitária

4 
4 R 3 
FEA   3   0,74
3
16R 2
Estrutura cristalina CCC
a a  x
2 2 2 (4 R) 2  (a 2 ) 2  a 2
x  2a
2 2 16 R 2  2a 2  a 2
xa 2 16 R 2  3a 2
4R
a
3
Calculando o FE ?
Volume total de esferas
FEA 
Volume total da célula unitária

 4 3  8R 3
2 R 
FEA     3  0,6801
3
3
 4R 3  64 R 3
 
 3  3 3
Hexagonal Compacta (HC)
O sistema HC é o mais comum nos metais Exemplos: Mg,
Zn.
CÁLCULO DA DENSIDADE
O conhecimento da estrutura cristalina permite o cálculo da
densidade:

n= número de átomos da célula unitária


A= peso atômico
Vc= Volume da célula unitária
NA= Número de Avogadro (6,02 x 1023 átomos/mol)
O cobre possui um raio atômico de 0,128nm, uma estrutura
cristalina CFC, e um peso atômico de 63,5g/mol. Calcule a sua
densidade e compare a resposta com a sua densidade medida
experimentalmente.

n. A R  0,128nm ou 0,128.10 cm -7

 4(63,5)
Vc.N Avogrado 
 3

2 R 2 .(6,02.10 23 )

4(63,5)
 7 3 23
16 2 (0,128.10 ) .(6,02.10 )
  8,89 g / cm 3
Alotropia e Polimorfismo
Alotropia é o fenômeno que consiste no fato de um
elemento apresentar duas ou mais formas cristalinas,
obedecendo tanto para aquecimento quanto para
resfriamento a mesma mudança na forma cristalina.

Exemplo: Grafite e Diamante.

Oxigênio e Ozônio.

Ferro (Ferrita, austenita e ferrita delta)


Estrutura amorfa
São materiais que não apresentam regularidade interna
dos cristais. Incluem os gases, líquidos e o vidro.

• Gases

• Líquidos

• Vidros