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TEORIA DA FIRMA

Disciplina/Área: Economia
Professor: Diógenes Pinheiro de Medeiros Júnior.
Tema da aula: Teoria da Firma
Data: 29/07/2014

Angicos
07/2014
TEORIA DA FIRMA

• Teoria da produção

• Teoria dos custos

• Teoria dos rendimentos


Apresentação
• A Teoria da Firma, ou Teoria de Empresa, foi
um conceito criado
pelo economista britânico Ronald Coase, em
seu artigo The Nature of Firm, de 1937.
Em administração e microeconomia, Firmas sã
o organizações que produzem e vendem bens
e serviços, que contratam e utilizam fatores de
produção, que podem ser classificados em
primárias ou secundárias.
TEORIA DA PRODUÇÃO
Conceitos (Passos & Nogami, 2003).
Firma (ou empresa) – É a unidade técnica que produz bens e
serviços.
Empresário – É quem decide quanto e a maneira pela qual
uma ou mais mercadorias serão produzidas
Fatores de produção – São os bens e serviços transformáveis
em produção.
Produção – Pode ser definida como a transformação dos
fatores de produção adquiridos pela firma em bens e serviços
para a venda no mercado.
Produto – Qualquer bem ou serviço resultante de um
processo de produção.
Tecnologia – É o conjunto de processos de produção
conhecidos.
Função de Produção
• Q = f (L, K, T)
• Q – é a quantidade total produzida, por
unidade de tempo.
• L – é a quantidade de mão-de-obra utilizada
por unidade tempo.
• K – é o capital físico utilizado por unidade de
tempo; e
• T – é a quantidade de área utilizada por
unidade de tempo.
Fatores de Produção
• Fixos – é definido como fixo quando a
quantidade desse fator não pode ser mudada
de imediato.
– Ex.: Prédio, Administração.
• Variável – é aquele cuja a quantidade pode
variar facilmente, quando se deseja aumentar
ou diminuição da produção.
– Ex.: Matérias primas, Energia elétrica.
Períodos de Tempo
• Curto prazo – diz respeito ao período de
tempo em que pelo menos um dos fatores de
produção empregados na produção é fixo.

• Longo prazo – é definido como sendo o


período de tempo em que todos os fatores de
produção são variáveis.
Produção a Curto Prazo
• Ex: Produção a curto prazo, uma fazenda de
trigo, possua 10 hectares, fator variável será a
mão-de-obra.

• Q = f (T, L)
• T= terra e L= trabalho
Passos & Nogami, 2003
Produto Médio do Fator de Produção
Variável (Pme)
• O produto médio do fator de produção variável é
obtido a partir da divisão da produção total pela
quantidade de fator de produção variável empregada
para se atingir esse nível de produção.
𝑄
• Pme =
𝐿
• (Q = produção total e L = Nº trabalhadores)
22
• Pme = , Pme = 11
2

39
Pme = , Pme = 13
3
Produto Marginal do Fator de
Produção Variável (Pmg)
• É definido como a variação na produção total decorrente da
variação de uma unidade no fator de produção variável.

Δ𝑄
• Pmg =
Δ𝐿

• (Δ𝑄 = Variação na produção e Δ𝐿 = Variação fator trabalho)

10−0
• Pmg = = Pmg = 10
1 −0

22−10
• Pmg = = Pmg = 12
2 −1
Curvas de Produtos Médio e Marginal

Passos & Nogami, 2003


Lei dos Rendimentos Decrescentes
• “Aumentando-se a quantidade de um fator de
produção variável em iguais incrementos por
unidade de tempo, enquanto a quantidade dos
demais fatores se mantém fixa, a produção total
aumentará, mas, a partir de certo ponto, os
acréscimo resultantes no produto se tornarão
cada vez menores. Continuando o aumento na
quantidade utilizada do fator variável, a produção
alcançará um máximo, podendo, então
decrescer.” (Passos, 2003)
TEORIA DOS CUSTOS
• Minimização de custos.

• Maximização dos lucros.


Custos Explícitos e Custos Implícitos
• Custos Explícitos – pagamentos explícitos
realizados pela firma para adquirir ou
contratar recursos.
– Ex.: Energia Elétrica, água, aluguel prédio, etc.
• Custos Implícitos – utilização de recursos da
própria firma.
– O fato é que por pertencer a empresa nenhum
pagamento é feito.
Lucro Econômico e Lucro Contábil
• LC = Receita Total – Custos Explícitos Totais
• LE = Receita Total – Custos de Oportunidade Total (Custos
Explícitos + Implícitos)

Passos & Nogami, 2003


Custos de Produção no Curto Prazo
• Custo Fixo (CF) – Os custos estão associados ao
emprego dos fatores de produção fixo.
– Ex.: Aluguel de prédios, seguros, depreciação, etc.
• Custos Variáveis (CV) – Dizem respeito aos
pagamentos que a firma terá de efetuar pela
utilização de fatores de produção variáveis.
– Ex.: Matérias-primas, energia elétrica, etc.
• Custo Total (CT) – Custo de produção total
associado a cada possível nível de produto.
– É dado pela soma dos CF+CV.
Tabela Custos

Passos & Nogami, 2003


Gráficos Custos

Passos & Nogami, 2003


Passos & Nogami, 2003
Demonstração de como a Lei dos
Rendimentos Decrescente determina o
formato da Curva de Custo Variável.

Passos & Nogami, 2003


Curvas dos PT, CV e CT

Passos & Nogami, 2003


Passos & Nogami, 2003
Custos Médios e Custo Marginal

Passos & Nogami, 2003


• Custo Fixo Médio (CFme): é o custo fixo divido
pela quantidade produzida.
𝐶𝑢𝑠𝑡𝑜 𝑓𝑖𝑥𝑜 𝐶𝐹
– Custo Fixo Médio: = = CFme
𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢çã𝑜 𝑄
• De acordo com o ultimo quadro, pode-se assim achar o
CFme para as respectivas produções uma e duas
unidades produzidas.
𝐶𝐹 𝐶𝐹
• CFme = CFme =
𝑄 𝑄

$ 180 $ 180
• CFme = CFme =
1 2

• CFme = $180 CFme = $90


• Custo Variável Médio (CVme): é o custo
variável divido pela quantidade produzida.
𝐶𝑢𝑠𝑡𝑜 𝑉𝑎𝑟𝑖á𝑣𝑒𝑙 𝐶𝑉
– Custo Variável Médio: = = CVme
𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢çã𝑜 𝑄
• De acordo com o ultimo quadro, pode-se assim achar o
CVme para as respectivas produções uma e duas
unidades produzidas.
𝐶𝑉 𝐶𝑉
• CVme = CVme =
𝑄 𝑄
$ 90 $ 120
• CVme = CVme =
1 2
• CVme = $90 CVme = $60
• Custo Médio (Cme): é o custo médio é obtido
pela divisão do custo total pelo volume de
produção.
𝐶𝑢𝑠𝑡𝑜 𝑇𝑜𝑡𝑎𝑙 𝐶𝑇
– Custo Médio: = = Cme
𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢çã𝑜 𝑄
• De acordo com o ultimo quadro, pode-se assim achar o
Cme para as respectivas produções uma e duas
unidades produzidas.
𝐶𝑇 𝐶𝑇
• Cme = Cme =
𝑄 𝑄
$ 270 $ 300
• Cme = Cme =
1 2
• Cme = $270 Cme = $150
• Custo Marginal (Cmg): é o acréscimo no custo
total resultante do acréscimo de uma unidade
na produção.
Δ𝐶𝑇
– Custo Marginal: = = Cmg
Δ𝑄
Δ𝐶𝑇 Δ𝐶𝑇
• Cmg = Cmg =
Δ𝑄 Δ𝑄

$ 270 −$ 180 $ 300 −$ 270


• Cmg = Cmg =
1 −0 2 −1

• Cmg = $90 Cmg = $30


Curvas Cfme,Cvme, Cme e Cmg

Passos & Nogami, 2003


Passos & Nogami, 2003
Passos & Nogami, 2003

Passos & Nogami, 2003


ANÁLISE DO BREAK-EVEN POINT
(PONTO DE EQUILÍBRIO)

• Definição: é definido como sendo o nível de


produção e vendas em que todos os custos
fixos e variáveis são cobertos pela receita, isto
é, o ponto em que o lucro é igual a zero (ou
normal).
Determinação Algébrica
• Ponto de equilíbrio
• CT = CF + CV (Custo Total)
• RT = P x Q (Receita Total)
• LT = RT – CT (Lucro Total)
• RT = CT (Break-Even Point)
• P x Q = CF + Cv

• Quantidade produzida
𝐶𝑉
• CVme=
𝑄
• CV = CVme x Q

• Substituindo as equações
• P x Q = CF+Cvme x Q

• Equação final
𝐶𝐹
• Q=
𝑃−𝐶𝑉𝑚𝑒
• Aplicações: • RT = P x Q
• RT= 100x2000
• Q=
𝐶𝐹 • RT =$200.000
𝑃−𝐶𝑉𝑚𝑒

$ 100.000
• CT = CF + CV
• Q= • CT = CF + Cvme x Q
$100 −$ 50
• CT = $ 100.000 + $ 50
• Q = 2.000 x 2.000
• CT = $ 200.000
Quadro com Informações

Passos & Nogami, 2003


Gráfico Demonstrativo

Passos & Nogami, 2003


CONCLUSÃO
• A Teoria da Firma tem como objetivo estudar
e analisar os dados da produção. Minimizar os
custos de produção, para possuir uma
produção sem custos excessivos ou
desnecessários em seu produto final, com o
intuito de encontrar seu ponto de equilíbrio
(Break-Even Point).

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