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SEGURANÇA ELETRÔNICA

(Tópico 12)

Sistemas eletrônicos aplicados


à Segurança

Professor: Hêlbert
A tecnologia a favor do homem

Segurança é uma palavra muito abrangente em


nosso vasto vocabulário, no entanto, por opção
metodológica a dividimos em Pública e Privada.
Existem nesse caso duas subdivisões:

- A "Segurança Armada“; e

- Os "Sistemas Eletrônicos de Segurança (SES)".


Inicialmente a segurança foi exclusivamente
realizada por homens.

Atualmente a qualidade total, tecnologias da


informação, produção enxuta, engenharia,
internet e automação, constituem uma revolução
no âmbito das organizações e paralelamente da
sociedade.
Na segurança, essa revolução se deu com o
surgimento das empresas de segurança eletrônica
(ESE).

A Segurança Eletrônica veio para auxiliar o


homem, maximizando os seus resultados
positivos e minimizando as possíveis falhas
humanas.
É melhor a segurança eletrônica ou a segurança
humana?

Primeiro é necessário analisar cada caso para só


então se estabelecer qual a solução mais
apropriada.

Ao responder uma pergunta como essa, os


profissionais de segurança devem considerar o
grau de risco e o capital disponível.
A expressão “Analise do Custo x Benefício”,
deve ser acrescida de um novo elemento: o
Risco.

Assim é possível se apontar uma nova referência


quando pensarmos em soluções de segurança: a
relação Custo x Risco x Benefício.
Atualmente a segurança eletrônica é evidenciada
principalmente pelos sistemas e serviços que
seguem relacionados:

- Sistema de alarme: Detecta a presença de


intrusos no local protegido, informando o evento
no local e/ou na empresa que monitora o sistema.

- Cerca de Choque Pulsativo: Dificulta a


entrada de pessoas em local protegido através
dos muros e/ou portões. Pode ser acoplado ao
sistema de alarme.
- Circuito Fechado de Televisão: Monitora,
em tempo real ou não, pontos sensíveis através
de imagens. Possibilita ainda, recorrer
posteriormente às imagens como prova
documental.
- Monitoramento 24 horas: É um serviço
prestado por empresas especializadas, que
consiste em supervisionar, de sua sede, os
sistemas eletrônicos de segurança implantados
nos endereços dos clientes.

Dotadas de equipamentos específicos e


profissionais treinados, as ESE têm condições de
identificar, com uma precisão maior, o que se
passa com o cliente.
De posse das informações recebidas pela central
de monitoramento, a empresa poderá deslocar
uma viatura até o local, além de acionar a polícia
e/ou bombeiro e/ou ambulância caso seja
necessário.
A Revolução Industrial preconizava a utilização
da máquina e da tecnologia para substituir parte
da mão-de-obra, barateando assim, os custos
operacionais e mantendo a qualidade constante
onde o produto final não sofresse variação de
trabalhador para trabalhador, dentro do processo
produtivo.
Na prática, se imaginarmos uma residência de
classe média onde temos contratado um posto de
vigilante armado (24h), e se formos substituí-lo
por um sistema de alarme com monitoramento
24h, teremos um investimento mensal
aproximadamente 90% mais econômico.
Ou seja, uma residência de classe média
dificilmente teria disponível, em seu orçamento
mensal, algo em torno de 30 salários mínimos
para investir em segurança contratando um
vigilante, mas seria possível disponibilizar 1
salário mínimo para ter um sistema monitorado
24h.
Já em um complexo industrial, onde se faz
necessário mais de um vigilante, seria
desaconselhável, substituí-los completamente,
por um sistema integrado de segurança.

Seria mais prudente desenvolver um projeto


onde se pode utilizar os sistemas acima descritos
para auxiliar a segurança humana através de uma
central interna de controle que poderia,
inclusive, ser apoiada pelas equipes de pronto
emprego das ESE.
Essa reformulação da estrutura de segurança
interna, pode possibilitar redução em mais de
50% do efetivo de vigilantes, além de
proporcionar um retorno do investimento feito
em equipamentos, em média, em apenas 1 ano,
com o próprio recurso economizado em pessoal.
Com uma reestruturação como essa, as empresas
passariam a ter uma estrutura de segurança
moderna, ágil, econômica e eficiente, já que
teríamos maximizado o trabalho humano, além
de passar a ter uma melhor relação Custo x Risco
x Benefício.
No entanto, todo projeto de segurança deve ser
avaliado por um consultor capacitado, uma vez
que a substituição indiscriminada de postos de
vigilância por sistemas eletrônicos de segurança
não deve ser feita sem um estudo que envolva
todas as vulnerabilidades, ameaças e riscos do
local.
Outra decisão tão importante quanto optar entre
segurança eletrônica e segurança humana, é a
escolha da Empresa de Segurança responsável
pelo planejamento e execução do projeto de
segurança.

As dificuldades nas escolhas existem


principalmente para quem ainda não é ou foi
usuário de serviços de segurança.
O melhor para o consumidor inexperiente será a
realização de pesquisas junto a consumidores
que se utilizam desses sistemas ou serviços, em
suas residências ou locais de trabalho, para saber
o nível de satisfação de cada um em relação às
empresas que lhes prestam o serviço.
Toda essa preocupação, antes de decidir-se por
uma ESE, é de fundamental importância, porque
a mesma tecnologia geradora de conforto e
segurança, se mal empregada e gerenciada,
poderá gerar, também, danos, interferências,
perturbações, prejuízos e desconforto para o
consumidor.
Com base nos aspectos acima analisados é
possível se concluir que a máquina dificilmente
substituirá completamente o homem em todas as
suas atribuições e em tudo que este é capaz de
realizar, porém, se bem empregado, o SE
aumentará consideravelmente seu potencial
operacional e produtivo.

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