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INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

PSICOLÓGICA II
AULA 9

FORMATIVA
COMPETÊNCIAS

• Situar historicamente os testes


psicológicos e sua relação com a
psicometria.
• Analisar os princípios científicos e
éticos aplicados ao processo de
construção da testagem psicológica.
• Classificar os diferentes tipos de testes
psicológicos e identificar as principais
utilizações de cada um desses.
PASQUALI L. Técnicas de
Exame Psicológico -
Fundamentos das
técnicas psicológicas. São
Paulo: Casa do Psicólogo,
2001. Cap 1: Testes
psicológicos: conceitos,
história, tipos e usos
CFP (2007).
Cartilha sobre
Avaliação
Psicológica.
Brasília.
PASQUALI L. Técnicas de
Exame Psicológico -
Fundamentos das técnicas
psicológicas. São Paulo:
Casa do Psicólogo, 2001.
Cap 2 (Fundamentos
científicos dos testes
psicológicos). A medida
psicométrica.
WECHSLER, David.
WISC III – Escala
Wechsler de
Inteligência para
crianças. São Paulo:
Casa do Psicólogo,
2002.
PASQUALI, L.
Psicometria. Revista
da Escola de
Enfermagem da
USP, 43. VALIDADE E
PRECISÃO.
PROPOSIÇÕES

1. Segundo Pasquali (2001), o que difere a avaliação


psicológica, a avaliação do senso-comum, o
psicodiagnóstico e um teste psicológico?
2. Quais são as etapas do processo de avaliação
psicológica (Pasquali, 2001) e que outros
instrumentos podemos utilizar na avaliação
psicológica, além dos testes psicológicos? Articular
com o caso da Joelma.
3. Apresente psicólogos importantes para o
surgimento da avaliação psicológica e da
psicometria, destacando os que buscaram
enfatizar o estudo da inteligência. Articular com o
caso 50%.
PROPOSIÇÕES

4. O que é um teste psicométrico, quais suas


características e, segundo Pasquali (2001) e a
cartilha do CFP (2007), quais os cuidados que o
psicólogo deve ter para a aplicação de testes
psicológicos? Articular com o caso da Joelma.
5. Quais os limites da avaliação psicológica e
quais os principais cuidados que o psicólogo
deve ter na escolha de um teste psicológico?
Articule tais questionamentos ao caso do
Danilo.
PROPOSIÇÕES

6. O que é inteligência, para David


Wechsler, quais são as aplicações mais
comuns do teste do WISC III, e quais
considerações deve-se observar para
estabelecer e manter o “rapport” na
aplicação com a criança ou
adolescente? Articule tais
questionamentos ao caso do Danilo.
PROPOSIÇÕES

7. O que é um traço latente e qual o problema


da representação comportamental desse
traço latente, apresentado por Pasquali?
Relacionar com o caso 50%.
8. Do que se trata a análise teórica e empírica
dos itens para a construção de um teste,
segundo Pasquali (2001)? Articular com o teste
WISC III.
9. Qual a relevância de estudarmos os vieses de
resposta a um teste psicológico para a
construção de um documento psicológico?
Articular com o teste WISC III.
PROPOSIÇÕES

10.Do que se trata a validade de um teste,


conceitualmente e processualmente falando,
e qual a sua relação com os conceitos de
traço latente, magnitude e representação
comportamental?
11.Do que se trata a precisão/fidedignididade de
um teste, conceitualmente e processualmente
falando, e como esse índice pode auxiliar o
SATEPSI e autorizar ou não o uso de testes
psicológicos no Brasil?
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA II
AULA 2 E 3

POR QUE AVALIAR? PERCURSO


HISTÓRICO DA AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
ATIVIDADE DE CASA:

•Pesquisar alguns testes


psicométricos existentes e
justificar porque
deveríamos estudá-los
nessa disciplina.
QUESTIONAMENTOS

O que difere a
avaliação psicológica
e a avaliação do
senso-comum?
Existe diferença entre
Avaliação psicológica,
psicodiagnóstico e
teste psicológico?
Que outros instrumentos
podemos utilizar na
avaliação psicológica,
além dos testes
psicológicos?
Avaliação
psicológica

Psicodiagnóstico

Teste Psicológico
CONCEITOS (AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA)

• A avaliação psicológica é uma função


privativa do psicólogo e, como tal, se
encontra definida na Lei N.º 4.119 de
27/08/62. Refere-se à coleta e
interpretação de informações
psicológicas, resultantes de um conjunto
de procedimentos confiáveis que
permitam ao Psicólogo avaliar o
comportamento. Aplica-se ao estudo de
casos individuais, de grupos ou situações"
(Resolução CFP N.º 012/00).
CONCEITOS (PSICODIAGNÓSTICO)

• Além de ser um procedimento


científico, também é limitado no
tempo, e utiliza testes
psicológicos de forma individual ou
coletiva para entender os problemas
do sujeito à luz de determinados
pressupostos teóricos (Cunha, 2000).
CONCEITOS (TESTE PSICOLÓGICO)

• É um procedimento sistemático para


observar o comportamento e
descrevê-lo com a ajuda de escalas
numéricas ou categorias fixas
(Cronbach, 1996).
PASQUALI (2001). TESTES PSICOLÓGICOS:
CONCEITOS, HISTÓRIA, TIPOS E USO

Quais os principais conceitos


apresentados em um dos tópicos
preliminares? Faça uma articulação
entre o texto do Pasquali e o caso 50%,
do Alan Turing?

Desenvolver perguntas sobre o caso 50%


PASQUALI (2001). TESTES PSICOLÓGICOS:
CONCEITOS, HISTÓRIA, TIPOS E USO

Avaliação Psicológica e testes


psicológicos

Conceituação dos testes psicológicos


Tipos de testes psicológicos
Aplicação dos testes psicológicos
TIPOS DE AVALIAÇÃO

Não-
profissional

Profissional
ETAPAS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA (PASQUALI, 2001)
Etapa Objeto Técnica Produto
Entrevista
Necessidades
Observação Descrições
Identificar Cpto; Proc
Testes psicométricos e Escores
Psicológicos
intuitivos
Descrições Tipologia
Integrar Classificação
Escores Perfil
Perfis
Inferir Dinâmica
Tipos Interpretação
hipóteses psicológica e
cpto futuros
Cura,
Hipóteses e Orientação psicológica prevenção,
Intervir
formulações Terapia e programas autodesenvolvim
ento
Processos Observação Redirecionament
Monitorar
anteriores Entrevista o de ações
CONCEITUAÇÃO DE TESTES

• É um procedimento sistemático
para observar o comportamento
e descrevê-lo com a ajuda de
escalas numéricas ou categorias
fixas (Cronbach, 1996).

• Monista ou dualista?
NOMES IMPORTANTES NA HISTÓRIA
DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
• Galton (Inglaterra): aptidões humanas
e medidas sensoriais eram os seus
interesses.
• Primo de Darwin e não era psicólogo.
• 1883: Questionamentos das faculdades
mentais.
• Capacidade de discriminação sensorial
do tato e do som.
• EX: notas musicais e percepção de
comprimento.
• Criação de escalas, principalmente afetivas.
NOMES IMPORTANTES NA HISTÓRIA
DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

• Cattel (EUA)
• Mensuração de diferenças individuais a partir
dos estudos de Wundt.
• Criação de testes mentais para qual público?
• O que ele avaliava?
• Binet (França)
• Interesse pelas aptidões humanas, em
especial por quais delas?
• Seu teste foi traduzido por Terman, nos EUA, e
ganhou popularidade.
NOMES IMPORTANTES NA HISTÓRIA
DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

• Spearman (Inglaterra)
• Organizou os fundamentos básicos da
psicometria.
• Trabalho estatístico fundamental para
a evolução da testagem psicológica.

• A era dos testes de inteligência


• Análise fatorial
• A era da sistematização
TIPOS DE TESTES (CONSTRUTO QUE
MEDEM)

• Capacidade intelectual
• Aptidão geral
• Inteligência geral, numérica, abstrata,
verbal, espacial, mecânica
• Aptidões específicos
• Psicomotricidade, provas de 50%.
• Preferência individual
• Personalidade
• Atitudes, valores, interesses.
• Projetivos, situacionais.
TIPOS DE TESTES

Forma de resposta
•Verbal, escrito, motor,
computador.
TESTES PSICOMÉTRICOS E
IMPRESSIONISTAS

• Objetividade
Teste Psicométrico Teste Impressionista
Fotográfico Artista
Medida Descrição
Padronizado Não-padronizado
Pobreza Riqueza
Produto Processo
Objetividade Subjetividade
APLICAÇÃO DOS TESTES

• Administração dos testes


(condições físicas e
psicológicas),
• Vieses do examinador,
• O direito do testando,
• Sigilo e divulgação dos
resultados.
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA I/ORIENTAÇÃO
VOCACIONAL E PROFISSIONAL
AULA 4

CRITÉRIOS PARA A
QUALIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
REFLEXÕES DE CASA

Quais as limitações dos


testes psicológicos?
Quais considerações
éticas podemos fazer
quanto à avaliação
psicológica?
PROPOSIÇÕES

A partir do caso da
Joelma, o que se
pode relacionar com
o texto da Cartilha
do CFP (2007)?
PROPOSIÇÕES

Elabore duas perguntas a


partir das respostas dadas
na Cartilha do CFP (2007)
quanto à avaliação
psicológica, observando
tanto pontos questionáveis
quanto inquestionáveis.
QUESTÕES SOBRE AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA

1. O que é avaliação psicológica?


2. Qual a diferença entre avaliação
psicológica e testagem psicológica?
3. Quais os passos mínimos para se fazer
avaliação psicológica?
4. Quais as respostas fornecidas pela
avaliação psicológica?
5. Quais os limites da avaliação
psicológica?
QUESTÕES SOBRE AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
6. Quais instrumentos ou estratégias podem ser
utilizados, considerando os diversos contextos
e objetivos da avaliação psicológica?
7. Quais os problemas frequentemente
identificados pelas Comissões de Orientação
e Fiscalização (COFs) e as possibilidades de
solução?
8. Quais os principais cuidados a serem
seguidos na elaboração de um
relatório/laudo psicológico?
9. Que competências um psicólogo necessita
para realizar avaliação psicológica?
QUESTÕES SOBRE AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA

10.Quais os principais cuidados que o


psicólogo deve ter na escolha de um
teste psicológico?
11.Quais os principais cuidados que o
psicólogo deve ter para utilizar um teste
psicológico?
12.Quais são os princípios éticos básicos que
regem o uso da avaliação psicológica?
13.Quais as condições técnicas para que um
teste psicológico tenha parecer favorável
do Conselho Federal de Psicologia?
PRÓXIMA AULA (LEITURA PRÉVIA)

• PASQUALI L. (org). Técnicas de Exame


Psicológico – TEP - Fundamentos das
técnicas psicológicas, v. 1 São Paulo:
Casa do Psicólogo, 2001.
• Capítulo 2 (Fundamentos científicos dos testes
psicológicos). A medida psicométrica (pg 82-104).
PRÓXIMA AULA (LEITURA PRÉVIA)

• WECHSLER, David. WISC III – Escala


Wechsler de Inteligência para crianças.
São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
WISC III (SUBTESTES)

QI Verbal QI Execução
2. Informação 1. Completar figuras
4. Semelhanças 3. Código
6. Aritmética 5. Arranjo de Figuras
8. Vocabulário 7. Cubos
10. Compreensão 9. Armar objetos
12. Dígitos* 11. Procurar Símbolos*
13. Labirintos*
GRUPOS

1 2 3 4

Completar Semelhanç
Informação Labirinto
figuras as
Vocabulári Procurar
Aritmética Código
o Simbolos
Arranjo de Armar Compreens
Cubos
figuras objetos ão

Dígitos
PROPOSIÇÕES

•Destacar termos-chave do
caso do Danilo.
•Construir perguntas e
hipóteses, a partir do que
vem sendo estudado na
disciplina.
CASO DANILO

Considerando os textos
mencionados, além do manual
do WISC III, justifique a escolha
do referido teste por Davi para
a realização da testagem
psicológica com o Danilo.
PROPOSIÇÕES WISC III (GRUPO 1)

• O que é inteligência, para David


Wechsler?
• Qual a importância de estarmos
validando recorrentemente um
teste?
• Quais são as aplicações mais
comuns do teste?
• Qual é o público-alvo?
PROPOSIÇÕES WISC III (GRUPO 2)

• Como se dá o diagnóstico de
deficiência mental e de
superdotados?
• Quanto a padronização do teste,
quais as características da
amostra estudada?
• Como foi a coleta de dados para
a padronização?
PROPOSIÇÕES WISC III (GRUPO 3)

• Por que o teste possui critérios de


início, de interrupção, de bonificação
para itens cronometrados e pontos
ponderados?
• Na interpretação quantitativa, qual o
maior e o menor valor bruto possível?
E o valor intermediário?
• Na interpretação qualitativa, quais
são as classificações possíveis?
PROPOSIÇÕES WISC III (GRUPO 4)

• No capítulo 3, quais são os


princípios básicos para
aplicação?
• Quais considerações observar
para estabelecer e manter o
“rapport” na aplicação?
• Como obter os escores das
escalas verbal, execução e total?
PSICOMETRIA

•O modelo da psicometria
• Traço latente
• Sistema
• Propriedade
• Magnitude
• Problemas da representação
comportamental
PARÂMETROS PSICOMÉTRICOS DA
MEDIDA
• Como representar a inteligência?
• Isomorfismo: Demonstrar que a
operacionalização do atributo
latente em comportamentos (itens,
fases) de fato corresponde a esse
atributo.
• Fidedignidade.
• Perspectiva de análise com o viés
mais estatístico que psicológico.
Análise •Análise teórica
dos itens
dos •Análise empírica
itens dos itens
ANÁLISE TEÓRICA

Análise de
Análise
conteúdo
semântica
(juízes)

Verificar se os itens
são inteligíveis; Ajuizar se os itens
estão se referindo
Evitar deselegância ou não ao traço
na formulação dos em questão.
itens
ANÁLISE TEÓRICA

Análise de
Análise
conteúdo
semântica
(juízes)

3. Código
2. Informação
Usar os códigos de
21. Como o
acordo com os
oxigênio volta para
estímulos
o ar?
apresentados.
ANÁLISE EMPÍRICA DOS ITENS

Dificuldade Discriminação
dos itens dos itens

É definida em termos Poder de um item


de percentagem em diferenciar
(proporção) de sujeitos com
participantes que magnitudes
dão respostas diferentes do qual o
corretas ou de item constitui a
preferência. representação
comportamental
ANÁLISE EMPÍRICA DOS ITENS

Dificuldade dos itens


Objetivo: seleção.
Itens com 50% de erro
Dificuldade está relacionada
fornecem mais informações.
a proporção de candidatos.
Devo sempre utilizá-los?
Ex: R1 (Inteligência não- Observar a curva normal.
verbal adulto)
ANÁLISE EMPÍRICA DOS ITENS

Mas que
desgraça é Curva
Normal?
DISTRIBUIÇÃO NORMAL

É uma das distribuições de


probabilidade mais utilizadas para
modelar fenômenos naturais.
Elaborada pelos matemáticos, físicos
e astrônomos francês Pierre-Simon
Laplace (1749 – 1827) e alemão Carl
Friedrich Gauss (1777 – 1855).
POSSIBILIDADES DA CURVA NORMAL
DISCRIMINAÇÃO DOS ITENS

• Como determinar os grupos-


critérios?
• Psiquiátricos e não-psiquiátricos.
• Aprovados e Reprovados.
• Crianças-adultos.
• Depressivos e não-depressivos.
• Inteligentes e não-inteligentes.
ÍNDICES DE DISCRIMINAÇÃO

O índice D: diferença de percentagens de acertos


no grupo superior e no inferior.

O teste t: análise da diferença entre as médias dos


grupos-critério.

Coeficientes de correlação: mede o grau da


correlação (e a direção dessa correlação - se
positiva ou negativa) entre duas variáveis de escala
métrica.
O ÍNDICE D
O ÍNDICE D

•Subtestes Completar Figuras


• Item 1: Termômetro
• Item 2: Gato
• Item 3: Ben 10
• Item 4: Raposa
• Item 5: Guarda-chuva.
TESTE T

Subtestes/ Crianças Adultos


Grupo
Arranjo de 39 53
figuras (64)
Aritmética 18 25
(30)
Cubos (69) 55 63
PENSE NAS SEGUINTES AFIRMAÇÕES:

• 1. Quanto mais velha a pessoa, de


menos coisas ela se lembra;
• 2. Quanto mais se dá às crianças, mais
elas querem;
• 3. As pessoas mais altas tendem a ter
mais sucesso nas suas carreiras;
• 4. Quanto mais punição física as
crianças recebem, mais agressivas elas
vão ficar quando crescerem;
PENSE NAS SEGUINTES AFIRMAÇÕES:

• 5. A estimulação cognitiva na infância


aumenta a inteligência da pessoa;
• 6. Bons músicos são, em geral, bons em
matemática;
• 7. Pessoas que são boas em matemática
tendem a ser ruins em literatura;
• 8. Quanto mais se pratica um
instrumento musical, menos erros são
cometidos ao tocá-lo.
TIPOS DE CORRELAÇÕES

Memória

Raciocínio
lógico

Idade

Estudo
ÍNDICE DE CORRELAÇÕES ->
CONSISTÊNCIA INTERNA
Subtestes QI Total
Informação 0,80
Semelhanças 0,76
Aritmética 0,77
Vocabulário 0,79
Compreensão 0,70
Completar figuras 0,78
Código 0,70
Arranjo de Figuras 0,71
Cubos 0,82
Armar objetos 0,70
QI Verbal 0,92
QI Execução 0,81
QI TOTAL 0,93
TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM (TRI)
OU TEORIA DA CURVA
CARACTERÍSTICA DO ITEM (ICC)
•Teoria criada nos anos 50 a
fim de contribuir para a
análise específica por itens,
a partir de suas
propriedades, formando o
traço latente.
TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM (TRI)

•Parâmetros
•Dificuldade (1)
•Discriminação (2)
•Resposta aleatória (3)
• Não analisa unidimensionalidade.
TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM (TRI)
VIESES DA RESPOSTA

•Cultura (Brasil x EUA)


•Técnica de Agoff
VIESES DA RESPOSTA

•A resposta ao acaso
(aleatória).
•A resposta estereotipada
•Desejabilidade social
A RESPOSTA ESTEREOTIPADA

• Resposta sistemática
• Efeito Halo: um avaliador tende a
avaliar um indivíduo de modo
semelhante sobre todas as
dimensões.
• Erro de leniência: Dizer apenas
coisas boas sobre todo mundo. E
qual a diferença para a
desejabilidade social?
A RESPOSTA ESTEREOTIPADA

•Resposta sistemática
• Tendência central: marcar
apenas os itens centrais.
• Erro de contraste: tendência
de avaliarem os outros ao
aposto do que avaliam a si
mesmas.
PRÓXIMA AULA (LEITURA PRÉVIA)

• PASQUALI L. Psicometria. Revista


da Escola de Enfermagem da
USP, 43, 992-999. VALIDADE E
PRECISÃO.
PROPOSIÇÃO 1
TERMOS DESCONHECIDOS?

Pasquali (2009) –
Psicometria.
PROPOSIÇÃO 2

Considerando os textos
mencionados, além do manual
do WISC III, justifique a escolha
do referido teste por Davi para
a realização da testagem
psicológica com o Danilo.
PROPOSIÇÃO 3

• Precisamos construir um teste que


seja válido, conceitualmente
falando. Partindo do exposto, como
poderíamos propor um teste que
avaliasse o seguinte traço latente:
• Percepção.
• Tomada de decisão.
• Personalidade.
• Liderança.
VALIDADE

•Propriedade que indica se


o instrumento mensura o
que se deve medir.
•O teste psicológico é válido
se de fato mede o que
supostamente deve medir.
VALIDADE

•Diz respeito ao aspecto da


medida ser congruente
com a propriedade medida
dos objetos e não com a
exatidão com que a
mensuração é feita.
VALIDADE

•Busca demonstrar a
correspondência
(congruência) entre:
Representação
Traço Latente
comportamental
EXEMPLOS DE MENSURAÇÃO DE
PROPRIEDADES FÍSICAS
O PROCESSO DE VALIDAÇÃO DE UM
TESTE

•A validade do teste será


estabelecida pela testagem
empírica da verificação da hipótese.
• Momentos do processo de
elaboração do instrumento:
• Teoria subjacente
• Coleta empírica da informação/dos
dados
• Análise estatística da informação/dos
dados.
Teoria subjacente

•Qual a teoria que embasa


o WISC III?
•Qual a teoria que embasa
o ELSE (Escala de Liderança
Servidora)?
TÉCNICAS PSICOMÉTRICAS DE
VALIDAÇÃO

• Validade de
construto/intrínseca/aparente
• Cronbach e Meehl o definem
como a característica de um
teste enquanto mensuração de
um atributo ou qualidade (ou
traço latente).
TÉCNICAS PSICOMÉTRICAS DE
VALIDAÇÃO

Qual o problema de construir


itens, como feito por vocês,
formar um teste e depois da
coleta de dados afirmar que
os resultados encontrados
correspondem ao traço
latente?
TÉCNICAS PSICOMÉTRICAS DE
VALIDAÇÃO

•Validade de critério
• Grau de eficácia que ele
tem em predizer um
desempenho específico de
um sujeito.
• (1) validade preditiva e (2)
validade concorrente.
TÉCNICAS PSICOMÉTRICAS DE
VALIDAÇÃO

• Validade de conteúdo
• Consiste em verificar se o teste
constitui uma amostra representativa
de um universo finito de
comportamentos (domínio). É
aplicável quando se pode delimitar
a priori e com clareza um universo
de comportamentos, como é o caso
em testes de desempenho.
PRECISÃO/FIDEDIGNIDADE/CONFIABILIDA
DE

• Diz respeito à característica que ele


deve possuir, a saber, a de medir
sem erros, de onde deriva o nome
precisão.
• Caso um teste possa ser aplicado em
momentos diferentes, ou aplicado
junto a outro teste, dizemos que se
ele for perfeitamente idêntico, terá o
valor 1.
PRECISÃO/FIDEDIGNIDADE/CONFIABILIDA
DE

•O 1 não existe, pois parte-se


do princípio que toda
medida possui erros.
•Técnicas:
• Correção de Pearson (r) –
WISC III
• Consistência interna (α)
ÍNDICE DE CORRELAÇÕES ->
CONSISTÊNCIA INTERNA
Subtestes QI Total
Informação 0,80
Semelhanças 0,76
Aritmética 0,77
Vocabulário 0,79
Compreensão 0,70
Completar figuras 0,78
Código 0,70
Arranjo de Figuras 0,71
Cubos 0,82
Armar objetos 0,70
QI Verbal 0,92
QI Execução 0,81
QI TOTAL 0,93
LEITURA PRÉVIA (AULA 8)

• Apresentar testes psicológicos que


avaliem a inteligência: BPR-5, R-
1/R-2, G-36, Matrizes Progressivas
de Raven.
• DALVESCO, A.; MATTOS, D.; BENINCÁ,
C.; TARASCONI. Correlação entre WISC
e rendimento escolar na escola pública
e na escola privada. Psicologia:
Reflexão e crítica. 11 (3), 1998.