Vous êtes sur la page 1sur 48

UFCD 7206

O SETOR DOS SERVIÇOS DE PROXIMIDADE: SERVIÇOS PESSOAIS E DE APOIO À COMUNIDADE


25 HORAS
FORMADORA: SILVANA CARVALHO
Objetivos

Identificar os conceitos fundamentais relacionados com


Saúde e Ação Social.

Identificar o enquadramento e a orgânica de


funcionamento do Sistema Nacional de Saúde e no
Sistema de Segurança Social.

Caracterizar a lógica de intervenção, organização e as


respostas prestadas pela Rede de Cuidados de Saúde e de
Ação Social
Serviços de Apoio Social
1.1.Tipologia de respostas sociais existentes
em Portugal
1.2.Âmbito de intervenção
1.3.Breve enquadramento legal dos serviços
pessoais e de apoio à comunidade
1.4.Legislação, normas e regulamentos
aplicáveis
1.5.Entidades que prestam serviços
pessoais e de apoio à comunidade
1.1. Tipologia das respostas sociais existentes em Portugal - ENQUADRAMENTO

Nova
organização
familiar
Agregados familiares cada vez mais pequenos,
famílias monoparentais, novas formações
familiares, Individualismo crescente, trabalho das
mulheres fora de casa
Incapacidade de resposta às necessidades atenção e
cuidado dos indivíduos mais vulneráveis

Impossibilidade
de cuidar, “Abandono Institucionali
apoiar e educar ” de zação de
Solidão e
crianças familiares pessoas com
isolamento
pequenas e portadores doenças do
jovens
dos idosos
de foro
deficiência; psiquiátrico
1.1. Tipologia das respostas sociais
existentes em Portugal

 A rede social
A Rede Social é um programa que incentiva os
organismos do setor público (serviços
desconcentrados e autarquias locais), instituições
particulares de solidariedade social (IPSS) e outras
entidades que trabalham na área da ação social (por
exemplo, misericórdias, fundações e cooperativas,
empresas da economia social) a conjugarem os seus
esforços para:
 prevenir, atenuar ou erradicar situações de pobreza e
exclusão;
 promover o desenvolvimento social local através de um
trabalho em parceria.
1.1. Tipologia das respostas sociais
existentes em Portugal

Rede social

Instituições
particulare Outros
Organismos
s de organismos
do setor
solidarieda de utilidade
público
de social pública
(IPSS)

Empresas de
Autarquias Fundações e
Misericórdias economia
Locais Cooperativas
Serviços social
desconcentra
dos
1.1. Tipologia das respostas sociais
existentes em Portugal

 Carta Social
A partir de estudo de análise da dinâmica da
RSES (Rede de Serviços e Equipamentos
Sociais), a Carta Social dá a conhecer as
respostas sociais, no âmbito da ação social,
tuteladas pelo MTSSS – Ministério do Trabalho,
Solidariedade e Segurança Social, em
funcionamento no Continente, a sua
caracterização, localização territorial,
equipamentos e entidades de suporte.
www.cartasocial.pt
1.2. Âmbito de Intervenção
 9 áreas de intervenção:
1.Crianças e jovens
2.Adultos com deficiência
3.Idosos
4.Família e comunidade
5.Toxicodependentes
6.HIV/ Sida
7.Sem-abrigo
8.Vítimas de violência doméstica
9.Doentes do foro psiquiátrico
1.2. Âmbito de Intervenção

Ama

Creche
Educaçã
o Pré-
1. Crianças escolar
e Centro
Jovens de ATL
Interven
ção
Precoce
Estrutur
as
residenc
iais
1.2. Âmbito de Intervenção
Atendimento em
ambulatório

Acolhimento familiar
Centro de
Atendimento,
2.Adultos Acompanhamento e
com Animação
deficiência Estruturas residenciais

Centro de Atividades
ocupacionais
Transporte de pessoas
com deficiência
1.2. Âmbito de Intervenção
Acolhimento familiar

Centro de Convívio

Centro de Dia lares


3. Idosos
Estruturas residenciais
Resid
ências
Centro de Noite sénior
es

Serviço de Apoio
Domiciliário
1.2. Âmbito de Intervenção
Ajuda Alimentar

Cantina Social
Atendimento
Social
Grupos de
4. Família e Autoajuda
Comunidade Comunidades de
inserção
Centro
Comunitário
Centro de
Alojamento
Temporário
Centro de Férias
e lazer
1.2. Âmbito de Intervenção

Apartamento de
reinserção Social

5. Toxicodependentes
Equipa de
Intervenção direta
1.2. Âmbito de Intervenção

Centro de
Atendimento/Acolhi
mento Psicossocial
6. Portadores de
HIV/SIDA
Residência para
pessoas Infetadas
1.2. Âmbito de Intervenção

Atelier Ocupacional

7. Sem Abrigo

Equipa de Rua
1.2. Âmbito de Intervenção

Centros de
Atendimento/Acomp
anhamento
8. Vitimas de
violência doméstica
Casas Abrigo
1.2. Âmbito de Intervenção

Fórum sócio
ocupacional

9. Doentes do foro Unidades de vida


psiquiátrico protegida

Unidades de vida
apoiada
Unidades de vida
autónoma
LICENCIAMENTO DOS EQUIPAMENTOS
SOCIAIS
 OBJETIVO DO LICENCIAMENTO: dotar as entidades
requerentes de uma licença que lhes permita o
desenvolvimento das respetivas atividades de acordo com
as condições e requisitos estabelecidos na lei.
  As Entidades Privadas e Instituições Particulares de
Solidariedade Social sem acordos de cooperação necessitam
de licenciamento para que possam exercer atividade.

 O processo de licenciamento da atividade (ou processo de


substituição de alvará de licenciamento/licença de
funcionamento) e a decisão do pedido de licenciamento são
da competência dos Centros Distritais, do Instituto da
Segurança Social.
LICENCIAMENTO OBRIGATÓRIO DOS
EQUIPAMENTOS SOCIAIS

 Destinados ao apoio a crianças e jovens


Creche, creche familiar, centro de atividades de
tempos livres, centro de apoio familiar e
aconselhamento parental.

  Destinados ao apoio a pessoas idosas


Serviço de apoio domiciliário, centro de dia, lares…

 Destinados ao apoio a pessoas com deficiência


Centro de atividades ocupacionais, lar residencial,
lar de apoio, residência autónoma…
LICENCIAMENTO OBRIGATÓRIO DOS
EQUIPAMENTOS SOCIAIS

 No âmbito de apoio a outros grupos


vulneráveis
Apartamento de reinserção social.

  Apoio à família e comunidade


Centro comunitário, comunidade de
inserção, centro de férias e lazer e
serviço de apoio domiciliário.
LICENCIAMENTO OBRIGATÓRIO DOS
EQUIPAMENTOS SOCIAIS

Podem requerer licenciamento dos equipamentos


sociais:

 Sociedades ou empresários em nome individual;


 IPSS’s ou instituições legalmente equiparadas;
 Entidades privadas que desenvolvem atividades de
apoio social.

 Estão dispensados do licenciamento os organismos da


Administração Pública - central, regional e local - e os
estabelecimentos da Santa Casa da Misericórdia de
Lisboa.
LICENCIAMENTO OBRIGATÓRIO DOS
EQUIPAMENTOS SOCIAIS

a) Existência de instalações e de equipamento


adequados ao desenvolvimento da atividade;
b) Apresentação de projeto de Regulamento
Interno;
c) Regularidade da situação contributiva da
pessoa que pretende obter a licença, perante
a Segurança Social e a administração fiscal;
d) Da idoneidade do requerente e do pessoal
ao serviço do estabelecimento
No Regulamento Interno deve constar:

 Missão e Objetivos da Instituição;


 Âmbito da Intervenção;
 Condições de admissão dos utentes;
 Regras internas de funcionamento;
 Preçário ou tabela de comparticipações, com
a correspondente indicação dos serviços
prestados e forma e periodicidade da sua
atualização.
 Existência de pessoal adequado à atividade a
desenvolver;
Licenciamento
Na licença deve constar:
 A denominação do estabelecimento;

 A localização;

 A identificação da pessoa ou entidade

gestora do estabelecimento;
 A atividade que pode ser desenvolvida no

estabelecimento;
 A lotação máxima;

 A data da emissão.
Licenciamento
Após a emissão da licença:

 Facultar entrada aos serviços competentes de fiscalização e


inspeção o acesso a todas as dependências do estabelecimento e
as informações indispensáveis à avaliação e fiscalização do seu
funcionamento.
 Fazer prova anual ao Instituto da Segurança Social, I.P. :
 o preçário em vigor;

os mapas estatísticos dos utentes;

o mapa do pessoal existente no estabelecimento;

Caso se verifiquem alterações ao regulamento interno do


estabelecimento, estas devem ser informadas À segurança
Social, 30 dias antes da entrada em vigor.
Impedimentos a considerar
 Não podem exercer, a qualquer título, funções nos
estabelecimentos as pessoas que:
 Tenha sido condenadas, por sentença transitada
em julgado, qualquer que tenha sido a natureza do
crime, nos casos em que tenha sido decretada a
interdição de profissão relacionada com a atividade
de estabelecimentos de idêntica natureza;
 Tratando-se de pessoa coletiva, os impedimentos
aplicam-se às pessoas dos administradores, sócios
gerentes, gerentes ou membros dos órgãos sociais
das instituições.
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

RNCCI Rede Nacional de


Cuidados Continuados
Integrados
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

 A Rede Nacional de Cuidados Continuados


Integrados (RNCCI) é constituída por um
conjunto de instituições, públicas ou
privadas, que prestam cuidados continuados
de saúde e de apoio social a pessoas em
situação de dependência, tanto na sua
casa como em instalações próprias.
 A RNCCI resulta duma parceria entre os
Ministérios do Trabalho e Solidariedade Social
(MTSS) e da Saúde (MS) e vários prestadores de
cuidados de Saúde e de Apoio Social.
A RNCCI inclui:

 Unidades de internamento, que podem ser de:


 Cuidados continuados de convalescença
 Cuidados continuados de média duração e reabilitação
 Cuidados continuados de longa duração e manutenção
 Cuidados paliativos

 Unidades de ambulatório

 Equipas hospitalares de cuidados continuados de saúde


e de apoio social
 Equipas domiciliárias de cuidados continuados de saúde
e de apoio social.
Objetivo geral da RNCCI
 Nos Cuidados Continuados Integrados
a pessoa em situação de
dependência, independentemente da
sua idade, recebe cuidados de saúde
e apoio social.
 O objetivo é ajudar a pessoa a

recuperar ou manter a sua autonomia


e maximizar a sua qualidade de vida.
PROBLEMAS QUE JUSTIFICARAM A CRIAÇÃO DA RNCCI

 – Envelhecimento demográfico
progressivo;

 – Prevalência de doenças crónicas


incapacitantes;

 – Inexistência de uma política integrada


de Saúde e de Segurança Social, para
responder a ambas as necessidades.
INTERVENÇÃO
Quem tem direito ao Cuidados Continuados Integrados?

 Tem direito aos cuidados continuados integrados as


pessoas nas seguintes situações:

 Dependência funcional temporária (por estar a


recuperar duma doença, cirurgia, etc.)
 Dependência funcional prolongada;
 Idosos com critérios de fragilidade (dependência
e doença);
 Incapacidade grave, com forte impacto
psicológico ou social;
 Doença severa, em fase avançada ou terminal.
Como aceder aos Cuidados Continuados Integrados?

 Se a pessoa estiver internado num hospital do


Serviço Nacional de Saúde:
Através do serviço onde está internado ou da Equipa
de Gestão de Altas (EGA) desse Hospital.
Se verificar que o doente tem as condições
necessárias para ser encaminhado para a RNCCI,
envia uma proposta de admissão à equipa
Coordenadora Local da área de residência.
A avaliação interdisciplinar é feita, de preferência,
logo no início do internamento. Isto porque é preciso
preparar, com tempo, a etapa que se segue à alta
clínica.
Como aceder aos Cuidados Continuados Integrados?

 Se estiver em casa, num hospital privado


ou noutras instituições ou
estabelecimentos
Deve-se contactar um médico, enfermeiro ou
assistente social do Centro de Saúde da área
onde reside o doente.
Uma equipa do Centro de Saúde vai avaliar a
situação do doente. Se verificar que tem as
condições necessárias para ser encaminhado
para a Rede, envia uma proposta de admissão
Equipa Coordenadora Local da mesma área.
Funcionamento

Unidade de convalescença
Unidade de média duração
1. Se precisar de e reabilitação
internamento

Unidade de longa duração


e manutenção
Unidades de cuidados
paliativos
Funcionamento

Unidade de dia
e de promoção
da autonomia
(ainda não
2. Se não precisar de internamento existe)

Cuidados
Domiciliários
Unidade de convalescença
DESTINATÁRIOS Serviços
Prestados

Pessoas que estiveram Cuidados médicos;


internadas num hospital Cuidados de enfermagem;
devido a uma situação de Exames complementares
doença súbita ou ao de diagnóstico,
agravamento duma doença laboratoriais e
ou deficiência crónica, que já radiológicos;
não precisam de cuidados Prescrição e administração
hospitalares, mas precisam de medicamentos;
de cuidados de saúde que, Cuidados de fisioterapia;
pela sua frequência, Apoio psicológico e social;
complexidade ou duração,
não podem ser prestados no Higiene, conforto e
domicílio.
Não pode ultrapassar os alimentação;
30 dias Convívio e lazer.
Unidade de média duração (reabilitação)

DESTINATÁRIOS Serviços
Prestados

Para pessoas que perderam Cuidados médicos;


temporariamente a sua Cuidados de enfermagem;
autonomia mas que podem Exames complementares
recuperá-la e que de diagnóstico,
necessitem de cuidados de laboratoriais e
saúde, apoio social e radiológicos;
reabilitação que, pela sua Prescrição e administração
frequência ou duração, não de medicamentos;
podem ser prestados no Cuidados de fisioterapia;
domicílio. Apoio psicológico e social;
Higiene, conforto e
Não pode ultrapassar os
alimentação;
90 dias
Convívio e lazer.
Unidade de longa duração (Manutenção)

DESTINATÁRIOS
Serviços Prestados

Atividades de manutenção
Para pessoas com doenças
e de estimulação;
ou processos crónicos, com
Cuidados de enfermagem
diferentes níveis de
permanentes;
dependência e graus de
Cuidados médicos;
complexidade, que não
Prescrição e administração
reúnam condições para
de medicamentos;
serem cuidadas em casa ou
Apoio psicossocial;
na instituição ou
Controlo fisiátrico
estabelecimento onde
periódico;
residem. Presta apoio social
Cuidados de fisioterapia e
e cuidados de saúde de
de terapia ocupacional;
manutenção que previnam e
Animação sociocultural;
retardem o agravamento da
Para internamentos de mais Higiene, conforto e
situação de dependência,
de 90 dias seguidos. alimentação;
favorecendo o conforto e a
Apoio no desempenho das
qualidade de vida.
Unidade de cuidados paliativos

DESTINATÁRIOS Serviços Prestados

Para doentes em situação Cuidados médicos e de


clínica complexa e de enfermagem diários;
sofrimento, devido a uma Cuidados de fisioterapia;
doença severa e/ou Consulta,
avançada, incurável e acompanhamento e
progressiva avaliação de doentes
internados em outros
serviços ou unidades;
Não há limites de tempo
Acompanhamento e apoio
psicossocial e espiritual;
Atividades de
manutenção;
Higiene, conforto e
alimentação;
Convívio e lazer.
Cuidados continuados integrados domiciliários

DESTINATÁRIOS Serviços
Prestados
Cuidados domiciliários de
enfermagem e médicos
(preventivos, curativos,
Para pessoas em situação de reabilitadores ou
dependência funcional ou paliativos);
doença terminal, com rede Cuidados de fisioterapia;
de suporte social, que não Apoio psicossocial e de
precisem de ser internadas terapia ocupacional,
mas que não possam envolvendo os familiares e
deslocar-se de forma outros prestadores de
Não há limites de tempo
autónoma. cuidados;
Educação para a saúde
aos doentes, familiares e
cuidadores;
Apoio na satisfação das
necessidades básicas;
Apoio no desempenho das
A RNCCI pretende alcançar:
a) A reabilitação, a readaptação e a
reintegração social;

b) A provisão e manutenção de conforto e


qualidade de vida, mesmo em situações
irrecuperáveis;
Coordenação da RNCCI
 A coordenação da Rede processa-se a
nível:

 Nacional
 Regional
 Local
Terminologia básica da Ação Social e da
Saúde

 Ajuda Alimentar
Resposta social, desenvolvida através de um serviço, que
proporciona a distribuição de géneros alimentícios,
através de associações ou entidades sem fins lucrativos,
contribuindo para a resolução de situações de carência
alimentar de pessoas e famílias.
 Ama
Resposta social desenvolvida através de um serviço
prestado por pessoa idónea que, por conta própria e
mediante retribuição, cuida de crianças que não sejam
suas parentes ou afins na linha reta ou no 2º grau da
linha colateral, por um período de tempo correspondente
ao trabalho ou impedimento dos pais.
Terminologia básica da Ação Social e da
Saúde

 Ação Social
Destina-se a assegurar a especial proteção aos grupos
mais vulneráveis, nomeadamente crianças, jovens,
pessoas com deficiência e idosos, bem como a outras
pessoas em situação de carência económica ou social,
disfunção ou marginalização social.
 Acolhimento Familiar para Crianças e Jovens
Resposta social, desenvolvida através de um serviço, que
consiste em confiar a criança ou jovem a uma família ou
a uma pessoa singular, habilitadas para o efeito,
tecnicamente enquadradas, decorrente da aplicação da
medida de promoção e proteção, visando a sua
integração em meio familiar.
Alguns conceitos importantes para o
Assistente familiar

 Cliente utilizador final que usufrui da resposta social


organizada pela Instituição de Enquadramento;

 Instituição de Enquadramento  Instituição responsável


pelas respostas sociais a crianças, jovens, idosos, doentes ou
outros públicos vulneráveis e carenciados e que contrata e
enquadra o Assistente Familiar;

 Pessoas Significativas familiares ou outras pessoas que


estabelecem com o cliente uma relação de confiança e
proximidade, como por exemplo vizinhos e amigos;

 Família de Acolhimento família que operacionaliza a


resposta social; família onde o cliente está integrado e
acolhido na ausência de família própria;
Alguns conceitos importantes para o
Assistente familiar

 Família de Origem familiares ou outras


pessoas do contexto familiar do cliente,
sendo que no caso de crianças e jovens
corresponde à relação de responsabilidade
parental;

 Direção responsáveis pela Instituição de


Enquadramento promotora da resposta
social;
Alguns conceitos importantes para o
Assistente familiar

 Diretor responsável pelas decisões sobre a execução da


resposta social, na Instituição de Enquadramento;

 Coordenador de Caso  técnicos com formação superior ou


equivalente nas áreas da psicologia, serviço social ou educação;

 Equipa Técnica técnicos com formação superior ou


equivalente nas áreas da psicologia, serviço social ou educação;

 Outros Técnicos técnicos não integrados na equipa da


resposta social da Instituição de Enquadramento, por exemplo
um enfermeiro ou advogado que se contratam para casos
específicos;