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DISPOSITIVOS E MARCOS REGULATÓRIOS

Territórios das Comunidades Remanescentes dos Quilombos

Artigo 68 do ADCT e 215 e 216 da Constituição da República

Art. 68. Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a
propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos.

Decreto (executivo) 4887, de 20 de novembro de 2003

Art. 2º – Consideram-se remanescentes das comunidades dos quilombos, para fins deste decreto, grupos étnico-raciais,
segundo critério de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com
presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida.

Convenção 169 da OIT de 07 de junho de 1989

1. Ao aplicarem as disposições desta parte da Convenção, os governos deverão respeitar a importância especial que para as
culturas e valores espirituais dos povos interessados possui a sua relação com as terras ou territórios, ou com ambos,
segundo os casos, que eles ocupam ou utilizam de alguma maneira e, particularmente, os aspectos coletivos dessa
relação.
2. A utilização do termo "terras" nos Artigos 15 e 16 deverá incluir o conceito de territórios, o que abrange a totalidade do
habitat das regiões que os povos interessados ocupam ou utilizam de alguma outra forma.
Decreto Legislativo nº 143, de 20 de junho de 2002

Aprova o texto da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre os povos indígenas e tribais em países
independentes.

Decreto 5.051 de 19 de abril de 2004

Promulga a Convenção no 169 da Organização Internacional do Trabalho - OIT sobre Povos Indígenas e Tribais.

Instrução Normativa n.º 57 do INCRA

Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação, desintrusão, titulação e registro
das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que tratam o Art. 68 do Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias da Constituição Federal de 1988 e o Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003.

Portaria n.º 98 da Fundação Cultural Palmares

Institui o Cadastro Geral de Remanescentes das Comunidades dos Quilombos da Fundação Cultural Palmares e o
regulamenta.
HISTORIOGRAFIA DA OCUPAÇÃO TERRITORIAL QUILOMBOLA NO BRASIL

• TURY-ASSÚ – Nascentes de um território quilombola do Maranhão setentrional.

• O Norte Maranhense e os “povos sem história”: uma proposta histórico-analítica.

• Referência Sumular às Fontes Arquivísticas, Bibliográficas e Orais (R.S.F.).

• Tapuitapera, Capitania de Cumã: aldeamentos, paróquias e vilas (c. 1534 – 1835).

• O sistema sesmarial e o território dos “grandes quilombos do Tury-Assú” (c. 1883-1889).

• Primeiro afluxo da ocupação quilombola de Mariano dos Campos: os “quilombos de pretos fugidos” e o
tráfico negreiro de cabotagem entre a vila de São João Batista de Cururupu e o rio Turiaçu, segundo
suas fortunas arquivísticas (c. 1702 – 1855)
• Serrano Grande de Cururupu e a crise da plantation maranhense (c. 1855 –1889)

• Segundo afluxo da ocupação quilombola de Mariano dos Campos: o projeto camponês dos “quilombos
de pretos libertos” do Turiaçu e Rio das Almas (c. 1889...)

• As “enseadas dos pretos” de Mariano dos Campos

• Os “campos negros” de Nazaré e Santa Rosa.

OBS.: encerrar a história da ocupação dentro da historiografia da região.

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