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RELAÇÕES

INTERPESSOAIS
APRESENTAÇÃO

Nome Profissão

Sou uma pessoa… O meu ponto forte é…

Sou diferente das outras pessoas


O meu ponto fraco é…
porque…

O que mais valorizo noutra O que menos gosto noutra


pessoa é… pessoa é…

Escolhi este curso porque… Espero que neste módulo…


PROGRAMA

1.Atitude no Trabalho;

2.Relação de Ajuda;

3.Ética e Deontologia.
RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: RELACIONAMENTO ENTRE DUAS OU
MAIS PESSOAS

•Porque assume importância no mundo laboral?

•Ninguém trabalha sozinho;

•Interação eficaz com os utentes e com os colegas – bom atendimento e boa


produtividade;

•Aceitação, compreensão e cooperação por parte de cada um;

•Empatia;

•Diminuição de conflitos.
RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: RELACIONAMENTO ENTRE DUAS OU
MAIS PESSOAS

•É determinado por:

•Características Pessoais (história de vida, crenças, valores, personali-dade,


escolaridade, cultura, conhecimento, entre outros);

•Estado Actual de Cada Pessoa (situação de maior ou menor vulnerabili-


dade, alterações significativas na sua vida, estados de humor);

•Historial da Relação (há quanto tempo, contornos da situação);

•Contexto (pessoal, profissional);

•Papel na Relação (domínio pessoal, profissional).


RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: RELACIONAMENTO ENTRE DUAS OU
MAIS PESSOAS

•Intrapessoal:

•Autoconceito;
•Autoestima;
•Autoconfiança.

•Interpessoal:

•Eu e os Outros: a importância de dar e receber.

Competência para administrar relacionamentos e criar redes;

Capacidade de encontrar pontos em comum e cultivar afinidades;

Envolve habilidades de comunicação e cooperação.


RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: RELACIONAMENTO ENTRE DUAS OU
MAIS PESSOAS

•Forças que Restringem:

•Vaidade;
•Apatia;
•Dependência;
•Timidez;
•Manipulação.

•Forças que Impulsionam:

•Empatia;
•Motivação;
•Iniciativa;
•Competência;
•Apoio.
RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: RELACIONAMENTO ENTRE DUAS OU
MAIS PESSOAS

•Dificuldades:

•Falta de objetivos pessoais;


•Dificuldades em priorizar;
•Dificuldades em escutar.

•Facilitadores:

•Saber escutar atentamente os outros;


•Não interromper o outro;
•Evitar a agressividade;
•Não impor as ideias;
•Ser empático;
•Discutir ideias e não pessoas.
ATITUDE NO TRABALHO

•Profissionalismo – assiduidade, pontualidade, empenho, compromisso, dis-


ciplina;

•Autoconhecimento;

•Trabalho em Equipa – com os colegas, chefes, coordenação, direção,


pacientes e famílias;

•Atualização Técnica – formação contínua;

•Respeito – por si próprio e pelo outro;

•Empatia;

•Proatividade e dinamismo;

•Motivação.

•Fazer a Diferença!!!
ATITUDE NO TRABALHO

•Garantir um serviço de qualidade:

•Respeitar os utentes, as suas necessidades e opiniões, valorizando-as;

•Estabelecer relações interpessoais próximas de cuidado e profissional-


lismo;

•Ter uma postura e atitude positivas;

•Diferenciar o serviço pela positiva;

•Investir na formação;

•Não recear a mudança;

•Aceitar e implementar a inovação;

•Contribuir para um serviço multidisciplinar de excelência.


ATITUDE NO TRABALHO

•Individualmente:

•Valorização enquanto profissional de saúde;

•Consciencialização que são a “cara” da instituição, tal como qualquer ou-tro


profissional;

•Confiança nos conhecimentos;

•Humildade para reconhecer erros e pedir ajuda;

•Valorizar o impacto do trabalho (na equipa, na qualidade de vida do uten-te,


no apoio à família);

•Melhorar o desempenho.
ATITUDE NO TRABALHO

•Trabalho de Equipa:

•Juntos somos mais fortes;

•Sinergia: 1+1 =3;

•Junção de qualidades, defeitos, limitações, pontos fortes e pontos fracos;

•Importância da equipa no apoio mútuo.

Equipa: conjunto de pessoas organizado para que


alcancem um objetivo comum.
ATITUDE NO TRABALHO

•Apesar de nem sempre ser fácil trabalhar em equipa, existem inúmeras


vantagens:

•Apoiar e ser apoiado;

•Conseguir fazer mais e melhor;

•Respeitar e ser respeitado nos diferentes comportamentos, posturas e


decisões;

•Aceitar o contributo singular de cada pessoa;

•Interdependência;

•Conflitos: saber resolvê-los dentro da equipa e usá-los para construir


melhores relações e estabelecer mais e melhores progressos.
ATITUDE NO TRABALHO

•Autoconhecimento:

•Quem sou eu?

•Como sou enquanto pessoa e enquanto profissional?

•Quais os meus pontos fortes?

•Quais os meus pontos fracos?

•Como posso trabalhar os meus pontos fracos?

•Qual é maior dificuldade para mim na profissão que escolhi?

•Em que me posso apoiar para ultrapassar essa dificuldade?


ATITUDE NO TRABALHO

•Autoconhecimento em situação de crise:

•Saber identificar e nomear sentimentos (positivos e negativos);

•Expressar sentimentos negativos de forma adequada;

•Reconhecer a importância dos sentimentos negativos e saber lidar com


eles;

•Proteger-se, tanto quanto possível, do stress profissional.

•Como?
ATITUDE NO TRABALHO

•Que sinais/sintomas tenho?

•Porque estão a ser provocados?

•O que posso controlar?

•O que não posso controlar?

•De 0 a 100, quanto é que estão a afetar a minha vida:

•Familiar;
•Pessoal;
•Social;
•Laboral?

•Que mudanças posso promover?

•O que necessito para promover essas mudanças?


ATITUDE NO TRABALHO
RELAÇÃO DE AJUDA

•Objetivos:

•Ajudar na recuperação;

•Diminuir a evolução de estados degenerativos;

•Promover a (re)aquisição e manutenção do máximo de funcionalidade e


autonomia;

•Assistir em tarefas quotidianas;

•Promover a autoestima;

•Promover o respeito;

•Identificar eventuais novas necessidades de apoio aos níveis físico, psi-


cológico e social.
RELAÇÃO DE AJUDA

• É fundamental e imprescindível;

• É desigual, no que diz respeito às posições ao nível da ajuda (ajudante/


ajudado);

• Quem ajuda sofre desgaste do ponto de vista físico e emocional, embora


seja muito gratificante;

• No caso do paciente/utente, a ajuda pode gerar sentimentos de revolta,


baixa autoestima, depressão e apatia;

• A boa qualidade pode ser promovida através de um bom sistema de comu-


nicação entre todas as partes envolvidas.
RELAÇÃO DE AJUDA

• Conhecer:

Características Contexto
Limitações Público
Potencial Eu
RELAÇÃO DE AJUDA

• Público:

• Conhecer as características de desenvolvimento inerentes à faixa etária do


nosso público-alvo;

• Conhecer as características da patologia ou incapacidade;

• Estar atento e intervir (ou encaminhar para intervenção) nas vulnerabi-


lidades ou necessidades psicológicas, físicas e sociais.
RELAÇÃO DE AJUDA

• Algumas características:

• Identidade: quem é o nosso utente;

• Iniciativa: voluntário ou forçado;

• Idade: crianças, adolescentes, adultos, idosos;

• Nível de (in)capacidade;

• Tipo de incapacidade: motor, sensorial, cognitivo, etc.;

• Duração: temporário, permanente, crónico;

• Natureza: congénito, acidente, doença, etc.;

• Vulnerabilidade física, social e/ou psicológica.


RELAÇÃO DE AJUDA

• Crianças:

•Intervir de acordo com o seu nível de desenvolvimento;

•Explicar os procedimentos de forma a que os entendam: demonstrar e


permitir que toquem nos objetos, se tal for possível;

•Brincar para afastar a dor física e psicológica: introduzir o máximo de


elementos lúdicos.
RELAÇÃO DE AJUDA

•Apoio incondicional aos pais:

•Mostrar empatia e compreensão para com as suas preocupações, ansie-


dades, medos e pedidos;

•Ser assertivo na recusa do que não podem fazer e, se possível,


indicando o que podem fazer em compensação;

•Encorajar, numa atitude de esperança;

•Ser verdadeiro na informação prestada aos pais;

•Colocar à sua disposição e conhecimento os recursos existentes.


RELAÇÃO DE AJUDA

•Adolescentes:

•É uma fase muito desafiante, e com a qual às vezes é complicado de lidar,


devido:

•Às alterações hormonais e de humor;

•Aos sentimentos de diferença e isolamento;

•Ao espertar da sexualidade;

•Ao desafio da autoridade;

•À dificuldade em compreender consequências a longo prazo.


RELAÇÃO DE AJUDA

•Adolescentes:

•Na intervenção:

•Saber lidar com estas características;

•Promover interesses adequados à idade e à sua (in)capacidade;

•Combater o isolamento e promover o contacto com o exterior.


RELAÇÃO DE AJUDA

•Idosos:

•Perdas sistemáticas e significativas a vários níveis: físico, intelectual,


autonomia, social (morte/distância);

•Aumento/aparecimento de doenças degenerativas e outras alterações


do sistema nervoso;

•Falta de perspetivas de futuro;

•Lidar com o final de vida:

• Satisfação vs Frustração com o seu percurso;

• Necessidade de continuidade (através da passagem do seu conhecimento


e experiência).
RELAÇÃO DE AJUDA

•Idosos:

•Independentemente da situação em que o idoso esteja (residente em lar


de idosos, frequentador de centro de dia, internado num hospital) é
fundamental promover contatos com a família, mantendo-a sempre infor-
mada e integrando-a no processo de cuidar do seu familiar.
RELAÇÃO DE AJUDA

•Ajudá-lo a:

•Identificar necessidades, bem como pontos fortes e fracos;

•Aceitar a sua condição e torná-la o mais adaptativa possível;

•Construir uma visão adequada/racional dos seus problemas;

•Dar ênfase ao que pode fazer e não ao que não pode fazer;

•Mostrar ao utente a sua importância no processo;

•Promover a sua autonomia, tanto quanto possível;

•Respeitar a sua intimidade e os seus segredos.


RELAÇÃO DE AJUDA

•Em situações de cuidado com sexos opostos:

•Respeitar, tanto quanto possível, a privacidade do utente;


•Compreender eventuais situações de embaraço e encará-las com natura-
lidade.

• Na comunicação:

• Falar de forma clara e com linguagem adequada;


• Aguardar feedback;
• Ter sempre escuta ativa;
• Estar atento a sinais verbais e não verbais;
• Clarificar algo que não tenha ficado bem esclarecido;
• Não partir de nenhum princípio.
RELAÇÃO DE AJUDA

•O que NÃO fazer:

•Subestimar o utente;

•Tratá-lo como se fosse criança (caso não o seja), inútil ou ignorante;

•Dar ordens e exigir obediência total às mesmas;

•Não escutar o utente;

•Não ter em conta a sua história de vida, situação atual e outros aconteci-
mentos relevantes;

•Não resolver problemas ou conflitos;

•Fazer perguntas que não são importantes para a informação profissional;


RELAÇÃO DE AJUDA

•O que NÃO fazer:

•Ter uma atitude negativa para com os utentes e as situações;

•Ter um estilo comunicacional passivo ou agressivo;

•Usar linguagem imprecisa ou demasiado técnica;

•Fazer juízos de valor;

•Usar frases feitas;

•Ser preconceituoso;

•Ser antipático.
ÉTICA E DEONTOLOGIA

•Ética: juízo de apreciação que distingue o bem e o mal, o comportamento


correcto e o incorreto. Os princípios éticos constituem-se enquanto diretri-
zes, pelas quais o Homem rege o seu comportamento, tendo em vista uma
filosofia moral dignificante.

•Deontologia: dever ou o conjunto de deveres, princípios e normas adotadas


por um determinado grupo profissional. A deontologia é uma disciplina da
ética especial adaptada ao exercício da uma profissão.
ÉTICA E DEONTOLOGIA

•Alguns Princípios do Código Ético e Deontológico:

•Valores Humanos;
•Direito à Vida e à Qualidade de Vida;
•Direito ao Cuidado;
•Dever de Informação;
•Dever do Sigilo;
•Respeito pela Intimidade;
•Respeito pelo Doente Terminal;
•Excelência do Exercício;
•Humanização dos Cuidados.
O AUXILIAR de ACÇÃO MÉDICA é tão importante como qualquer
outro profissional na área da Saúde, devendo ser valorizado nas suas
ações e no seu trabalho. O seu papel é fundamental na proteção da
qualidade de vida e dignidade da pessoa!
BIBLIOGRAFIA

• Código Deontológico de Enfermagem - Lei n.º 111/2009 de 16 de


Setembro;

• Fachada, O. (2012). Psicologia das Relações Interpessoais. Lisboa:


Edições Sílabo;

• Lazure, H. (1994). A relação de ajuda, abordagem teórica e prática de um


critério de competência de enfermeira. Lusodidacta, 1.ª Edição.

• Santos, O. (2011). Como Lidar com o Stress. Lisboa: Edições Deco Pro-
teste.
DÚVIDAS