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MADEIRA

- Provavelmente o material mais antigo utilizado na construção

Fonte: casa.abril.com.br. Acesso em 13 de maio de 2015


-É um produto vegetal proveniente de árvores e arbustos lenhosos

Fonte: pt.wikihow.com. Acesso em 13 de maio de 2015.


-A madeira é um material extremamente flexível;

Fonte: portuguese.alibaba.com. Acesso e 13 de maio de 2015.


-As primeiras estruturas de madeira eram feitas a partir de conhecimento empírico.

-Só a partir do séc. XVIII as construções passaram a ter um dimensionamento mais


próximo da realidade, possibilitando estruturas mais leves e com possibilidade de
vencer grandes vãos.

- Inicialmente usava-se vigas retas e depois foram substituídas por treliças

Fonte: vfco.brazilia.jor.br. Acesso em 13 de maio de 2015.


- Os japoneses usaram muita madeira nas coberturas de seus edifícios

Fonte: mahmind.com. Acesso em 13 de maio 2015.


- No Brasil ela é usada para diversos fins, tais como, em construções de igrejas,
residências, depósitos em geral, pontes (grande utilização do Eucalipto), passarelas,
linhas de transmissão de energia elétrica, na indústria moveleira, construções rurais e,
especialmente, em edificações em ambientes altamente corrosivos, como à beira-mar,
nas indústrias químicas, curtumes, etc.

Fonte: www.apreflorestas.com.br. Acesso em 13 de maio de 2015.


CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS
- Medula – parte morta da árvore, apresenta-se deteriorada e sem interesse de
aplicação.
-Lenho- duas partes o cerne ( células inativas com cor mais escura) e o alburno ( parte
mais mole onde de localizam as células vivas).
-A madeira do cerne é mais indicada para uso estrutural.

Fonte: www.ebah.com.br. Acesso em 13 de maio de 2015.


-As células são acrescidas ao tronco em forma de anel, e através dele é possível saber
a idade da árvore.

- A estrutura, resistência e peso específico das árvores estão relacionados com as


regiões onde se produzem e crescem.

CARACTERISTICAS FÍSICAS
-Anisotropia- possui diferentes propriedades em relação aos diversos planos ou
direções perpendiculares entre si. Não há simetria de propriedades em torno de
qualquer eixo.
- Umidade- é medido em relação entre o peso da água contida numa amostra e o
peso dessa mesma amostra seca em estufa.

Especialmente em relação ao teor de umidade são usados dois termos bastante


comuns:

- madeira verde: caracterizada por uma umidade igual ou superior ao ponto de


saturação, ou seja, umidade em torno de 25%.

- madeira seca ao ar: caracterizada por uma umidade adquirida nas condições
atmosféricas local, ou seja, é a madeira que atingiu um ponto de equilíbrio com o meio
ambiente. A NBR 7190/97 considera o valor de 12% como referência.
- Retração- alteração nas dimensões da peça provocada pela perda ou ganho de
umidade, ocorrendo em maior quantidade na direção transversal às fibras.

- Dilatação térmica – o coeficiente na direção perpendicular às fibras chega a ser da


ordem de 20 vezes da direção longitudinal. Ou seja a dilatação perpendicular à
fibra é maior que a paralela.

- Resistência ao fogo -Diante de altas temperaturas provavelmente terá maior


resistência que o aço, pois sua resistência não se altera sob altas temperaturas. Assim,
em um incêndio ela pode ser responsável pela propagação do fogo, mas em
contrapartida suportará a ação do fogo em alta temperatura durante um período de
tempo maior.
ÁRVORES PARA APLICAÇÕES ESTRUTURAIS
São classificadas em dois tipos quanto à sua anatomia: coníferas e dicotiledôneas.
-As coníferas são chamadas de madeiras moles, pela sua menor resistência, menor
densidade em comparação com as dicotiledôneas. Têm folhas perenes com formato de
escamas ou agulhas; são típicas de regiões de clima frio. Os dois exemplos mais
importantes desta categoria de madeira são o Pinho do Paraná e os Pinus. Os
elementos anatômicos são os traqueídes e os raios medulares.

Fonte: escola.britannica.com.br. Acesso em 14 de maio de 2015.


- As dicotiledôneas são chamadas de madeiras duras pela sua maior resistência; têm
maior densidade e aclimatam-se melhor em regiões de clima quente. Como exemplo
temos praticamente todas as espécies de madeira da região amazônica. Podemos citar
mais explicitamente as seguintes espécies: Peroba Rosa, Aroeira, os Eucaliptos
(Citriodora, Tereticornis, Robusta, Saligna, Puntacta, etc.), Garapa, Canafístula, Ipê,
Maçaranduba, Mogno, Pau Marfim, Faveiro, Angico, Jatobá, Maracatiara, Angelim
Vermelho, etc. Os elementos anatômicos que compõem este tipo de madeira são os
vasos, fibras e raios medulares.

Fonte: www.viveiroportoamazonas.com.br. Acesso em 13/05/2015


Segundo a NBR 7190: 1997 a etapa de execução deve
compreender em :
1- Trabalho de Carpintaria

Deve ser feito por operários hábeis e assistidos por um mestre carpinteiro que deve
verificar se a peça está em perfeita ordem.

Fonte: jf-tendais.com. Acesso em 13/05/2015


2- Elaboração das ligações

As superfícies de sambladuras, encaixes, ligações de juntas e articulações devem ser


feitas de modo a se adaptarem perfeitamente.

Fonte: construironline.dashofer.pt. Acesso em 13/05/2015


3- Quanto ao corte

Somente é permitido vergar artificialmente madeiras esquadrejadas ou cortar peças


curvas de peças retas de maior seção quando se demonstrar a possibilidade de
aplicação desse processo sem prejuízo da segurança da estrutura.

Fonte: marcenaria.f1cf.com.br. Acesso em 13/05/2015


4- Quanto à qualidade das peças

As peças que na montagem não se adaptem perfeitamente às ligações ou que se


tenham empenado prejudicialmente devem ser substituídas.

Fonte www.guiadomarceneiro.com:. Acesso em 13/05/2015


5- Quanto às perfurações

Todas as perfurações e escariações, bem como ranhuras e frestamentos para meios de


ligações, devem ser feitos a máquina e perfeitamente ajustados.

Fonte pt.dreamstime.com:. Acesso em 13/05/2015


SEQUENCIA DE PRODUÇÃO DA MADEIRA
Até chegar ao nosso uso a madeira sofre uma série de transformações.

1- Corte da árvore

2-Retira a casca

3- Transforma o tronco em toras de 5 a 6 metros

4- Desdobra-se em pranchas e é levada para secagem

5- Depois são transformadas em barras com seções padronizadas


CONTROLE DE QUALIDADE
- Ela deve ter um grau de umidade compatível com o meio ambiente onde vai ser
aplicada, pois o desequilíbrio pode causar movimentações indesejáveis.

- P ara o controle de qualidade deve-se observar:

- 1. TEOR DE UMIDADE,

- 2. IDENTIFICAÇÃO BOTÂNICA,

- 3. DEFEITOS,

- 4. DIMENSÕES
BITOLAS COMERCIAIS E SEUS USOS
-Viga- barra com seções convencionais de 6x12. É usada principalmente para vigas de
piso, além de também poderem ser usadas em telhados.

Fonte: www.flaviense.com.br. Acesso em 13/05/2015


- Tábua- Barra com seções de 2,5 x 20cm e de 2,5 x 30cm. É muito usada como piso, e
podem ser vigas resistentes e econômicas.

Fonte: www.flaviense.com.br. Acesso em 13/05/2015

- Sarrafo- Apresenta dimensões de 2,5x5 cm , 2.5 x 10 cm, 2.5 x 15 cm. Usa-se muito
nas tesouras.

Fonte: equipedeobra.pini.com.br. Acesso em 13/05/2015


Caibro- Usado para apoio das ripas em coberturas com telhas cerâmicas.

Pontalete- Usada na composição das vigas e pilares semelhantes ao caibro.

Ripa- Apoio das telhas,

Prancha- lâmina com espessura maior que 4cm, pode ser usada como viga para
grandes vãos.
NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE
TRABALHO NA INDÚSTRIA DA
CONSTRUÇÃO
18.7 Carpintaria

18.7.1 As operações em máquinas e equipamentos necessários à realização da


atividade de carpintaria somente podem ser realizadas por trabalhador qualificado nos
termos desta NR.

18.7.2 A serra circular deve atender às disposições a seguir:

a) ser dotada de mesa estável, com fechamento de suas faces inferiores, anterior e
posterior, construída em madeira resistente e de primeira qualidade, material
metálico ou similar de resistência equivalente, sem irregularidades, com
dimensionamento suficiente para a execução das tarefas;

b) ter a carcaça do motor aterrada eletricamente;


c) o disco deve ser mantido afiado e travado, devendo ser substituído quando
apresentar trincas, dentes quebrados ou empenamentos;

d) as transmissões de força mecânica devem estar protegidas obrigatoriamente por


anteparos fixos e resistentes, não podendo ser removidos, em hipótese alguma,
durante a execução dos trabalhos;

e) ser provida de coifa protetora do disco e cutelo divisor, com identificação do


fabricante e ainda coletor de serragem.

18.7.3 Nas operações de corte de madeira, devem ser utilizados dispositivo


empurrador e guia de alinhamento.

18.7.4 As lâmpadas de iluminação da carpintaria devem estar protegidas contra


impactos provenientes da projeção de partículas.

18.7.5 A carpintaria deve ter piso resistente, nivelado e antiderrapante, com cobertura
capaz de proteger os trabalhadores contra quedas de materiais e intempéries.
PROTETOR FACIAL, CAPACETE,
MÁSCARA, PROTETOR AUDITIVO,
LUVA, AVENTAL E BOTA PROTEÇÃO CONTRA IMPACTO

SUPORTE P/ CORTE DE
COIFA GUIA DE
PEÇAS LONGAS
ALINHAMENTO

PROTEÇÃO PARTE CARCAÇA


INFERIOR DO DISCO ATERRADA
EMPURRADOR

COLETOR DE
SERRAGEM DISCO SEMPRE
AFIADO
PISO ANTI
ACIONAMENTO DO MOTOR
DERRAPANTE
POR CHAVE
http://hom.gerenciadordeconteudo.com.br/produtos/PEO/construcao-reforma/62/imagens/i389974.jpg
NBR 7190
Esta Norma fixa as condições gerais que devem ser seguidas no projeto, na execução e
no controle das estruturas correntes de madeira, tais como pontes, pontilhões,
coberturas, pisos e cimbres. Além das regras desta Norma, devem ser obedecidas as
de outras normas especiais e as exigências peculiares a cada caso particular.

10 Disposições construtivas

10.1 Disposições gerais

O sistema estático deve estar claramente definido, de modo a reduzir ao mínimo as


incertezas sobre os valores dos esforços nas seções críticas. Nos sistemas estruturais
estaticamente indeterminados, deve-se ter sempre em vista o emprego obrigatório de
ligações rígidas como definidas em 8.3.1.

Para evitar a deterioração rápida das peças, devem ser tomadas precauções tais como:
tratamento preservativo adequado, facilidade de escoamento das águas e arejamento
de faces vizinhas e paralelas. Todas as peças da estrutura devem ser projetadas de
modo a oferecer facilidade de inspeção.
As peças porventura sujeitas a uma deterioração mais rápida que o resto da estrutura
devem ser facilmente substituíveis, tomando-se as precauções para facilitar essas
operações, que devem ser consideradas como parte normal dos trabalhos de
conservação.

No caso de pontes ferroviárias lastradas, os pranchões resistentes, dispostos


transversalmente, deverão ser de madeira tratada.

Em pontes rodoviárias ou para pedestres, sem revestimento protetor, deve-se admitir


uma camada de desgaste com pelo menos 2 cm de espessura.

10.7 Durabilidade da madeira

A madeira é um material orgânico sujeito à biodeterioração.

No desenvolvimento do projeto de uma estrutura de madeira, é preciso assegurar uma


durabilidade mínima compatível com sua finalidade e com o investimento a ser
realizado.
Os componentes de uma construção de madeira podem estar expostos a diferentes
classes de risco de biodeterioração em função dos organismos xilófagos presentes no
local e das condições ambientais que possam favorecer o ataque.

Na execução das estruturas de madeira, devem ser empregadas espécies que


apresentem boa resistência natural à biodeterioração ou que apresentem boa
permeabilidade aos líquidos preservativos e que sejam submetidas a tratamentos
preservativos adequados e seguros para as estruturas.

CONAMA RESOLUÇÃO Nº 307


Art. 2º Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições:

I - Resíduos da construção civil: são os provenientes de construções, reformas, reparos


e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da
escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos,
rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa,
gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc.,
comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha;
V - Gerenciamento de resíduos: é o sistema de gestão que visa reduzir, reutilizar ou
reciclar resíduos, incluindo planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos
e recursos para desenvolver e implementar as ações necessárias ao cumprimento das
etapas previstas em programas e planos;

VI - Reutilização: é o processo de reaplicação de um resíduo, sem transformação do


mesmo;

Art. 3º Os resíduos da construção civil deverão ser classificados, para efeito desta
Resolução, da seguinte forma:

II - Classe B - são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos,
papel, papelão, metais, vidros, madeiras e gesso; (redação dada pela Resolução n°
431/11).
Art. 10. Os resíduos da construção civil, após triagem, deverão ser destinados das
seguintes formas: (nova redação dada pela Resolução 448/12)

II - Classe B: deverão ser reutilizados, reciclados ou encaminhados a áreas de


armazenamento temporário, sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou
reciclagem futura;

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