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Seção 2.

2 Operações de corte

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A usinabilidade depende de
outros parâmetros, tais como:

• Refrigeração, rigidez do sistema


máquina-ferramenta, das
características da ferramenta, tipo
de operação, etc.

Dependendo das condições


de usinagem um mesmo
material poderá ter variações
em sua usinabilidade.

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Os principais critérios, que são
passíveis de serem expressos em
valores numéricos, são:

· Vida da ferramenta

· Força de corte

· Potência consumida

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Dureza e resistência mecânica:

• Valores baixos geralmente favorecem a


usinabilidade

Ductibilidade:

• Valores baixos geralmente favorecem a


usinabilidade

Condutividade térmica:

• Valores elevados geralmente favorecem a


usinabilidade

Taxa de encruamento:

• Valores baixos geralmente favorecem a


usinabilidade
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MOVIMENTO DE AJUSTE

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 Movimento efetivo de corte:

É o movimento entre a ferramenta e a peça, a partir do


qual resulta o processo de usinagem.
Quando o movimento de avanço é continuo, o movimento
efetivo é a resultante da composição dos movimentos de
corte e de avanço.

MOVIMENTO EFETIVO

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 Movimento de recuo:

É o movimento da ferramenta pelo qual ela,


após a usinagem, é afastada da peça

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Tanto os movimentos ativos como
passivos são importantes, pois eles
estão associados a tempos que,
somados, resultam no tempo total
de fabricação.

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Π.d.n
vc 
1000
Vc = velocidade de corte [m/min]
d = diâmetro da peça (ferramenta) [mm] 21

n = rotação da peça (ferramenta) [rpm]


1000.vc
v f  f.n  .f
Π.d
Vf = velocidade de avanço [mm/min]
f = avanço [mm/rot]
n = rotação da peça (ferramenta) [rpm]
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Vc = velocidade de corte [m/min]
d = diâmetro da peça (ferramenta) [mm]
If If Π.d.If
tc   
v f f.n 1000.f.v c

tc = tempo de corte [min]


If = percurso de avanço [mm] 23
Vf = velocidade de avanço [mm/min]
Os tempos passivos nem sempre podem ser calculados.

Geralmente são estimados por técnicas específicas que


estudam os movimentos e a cronometragem dos tempos
a eles relacionados, estabelecendo os chamados tempos
padrões.

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A= 𝑎𝑝 . 𝑓
A= área da seção transversal de um cavaco a ser
removido [mm²]
ap= profundidade ou largura de usinagem, medida
perpendicularmente ao plano de trabalho [mm]

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Potência de Corte

Fc .Vc
Pc  3
[kW ]
60.10

Fc [N] e Vc [m/min]
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Potência de Avanço

Ff .Vf
Pf  6
[kW ]
60.10

Ff [N] e Vc [mm/min]
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Como Pf<<<Pc costuma-se dimensionar o motor da máquina
operatriz apenas pela Pc

Potência fornecida pelo motor

Pc
Pm 

η=60% a 80% para máquinas convencionais e 90% para máquinas CNC.
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Fc  K s .A
A

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A força de corte pode ser expressa pela relação:

Fc  K s .A
Ks = Pressão específica de corte

A = b.h = ap.f = Área da seção de corte 32


ℎ = 𝑓. 𝑠𝑒𝑛(𝑋)

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Fc  K s .A A = b.h ou ap.f = Área da seção de corte