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INQUÉRITO

POLICIAL
ARTS. 4º a 23 do CPP.

SEGURANÇA PÚBLICA
Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a
preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes
órgãos:
• I - polícia federal;
• II - polícia rodoviária federal;
• III - polícia ferroviária federal;
• IV - polícias civis;
• V - polícias militares e corpos de bombeiros militares.
• § 1º A polícia federal, instituída por lei como órgão permanente, organizado e mantido pela União e
estruturado em carreira, destina-se a:
• I - apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens, serviços e
interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações
cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme, segundo se
dispuser em lei;
• II - prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho,
sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência;
• III - exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras;
• IV - exercer, com exclusividade, as funções de polícia judiciária da União.
• § 2º A polícia rodoviária federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em
carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais.
• § 3º A polícia ferroviária federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em
carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais.
• § 4º - às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira,
incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de
polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as
militares.
• § 5º - às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a
preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares,
além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de
atividades de defesa civil.
• § 6º - As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças
auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as
polícias civis, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e
dos Territórios.
• § 7º - A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos
responsáveis pela segurança pública, de maneira a garantir a
eficiência de suas atividades.
• § 8º - Os Municípios poderão constituir guardas municipais
destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações,
conforme dispuser a lei. LEI Nº 13.022, DE 8 DE AGOSTO DE 2014.
PERSECUÇÃO CRIMINAL
• APURAÇÃO DAS INFRAÇÕES PENAIS E SUA
RESPECTIVA AUTORIA COMPORTA DUAS
FASES:
• 1º)INQUÉRITO POLICIAL OU ATRAVÉS DO MP
(EXTRA JUDICIAL OU EXTRAJUDICIUM).
• 2º) FASE PROCESSUAL (JUDICIAL OU IN
JUDICIUM).
POLÍCIA JUDICIÁRIA E POLÍCIA
ADMINISTRATIVA
• POLÍCIA JUDICIÁRIA: ATUAÇÃO REPRESSIVA
(APÓS A INFRAÇÃO PENAL).

• POLÍCIA ADMINISTRATIVA OU DE
SEGURANÇA: CARÁTER EMINENTEMENTE
PREVENTIVO (ANTES DA INFRAÇÃO PENAL)
CONCEITO, FINALIDADE E NATUREZA
DO INQUÉRITO POLICIAL
• CONCEITO: PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO,
PRELIMINAR (PRÉ PROCESSUAL), INQUISITÓRIO, DE
CARÁTER INFORMATIVO, PRESIDIDO PELO DELEGADO
DE POLÍCIA, NO INTUITO DE IDENTIFICAR O AUTOR DO
ILÍCITO E OS ELEMENTOS QUE ATESTEM A SUA
MATERIALIDADE (EXISTÊNCIA), CONTRIBUINDO PARA A
FORMAÇÃO DA OPINIÃO DELITIVA DO TITULAR DA
AÇÃO PENAL.
• NAT. JURÍDICA: EMINENTEMENTE
ADMINISTRATIVA, DE CARÁTER INFORMATIVO,
PREPARATÓRIO DA AÇÃO PENAL.
INQUÉRITOS NÃO POLICIAIS
• INQUÉRITOS PARLAMENTARES;
• INQUÉRITOS POLICIAIS MILITARES;
• INQUÉRITO CIVIL;
• INQUÉRITO JUDICIAL;
• INQUÉRITO POR CRIMES PRATICADOS POR
MAGISTRADOS OU PROMOTORES;
• INVESTIGAÇÕES CONTRA AUTORIDADES QUE GOZAM
DE FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO;
• INVESTIGAÇÕES PARTICULARES;
• INVESTIGAÇÕES A CARGO DO M.P.
• INVESTIGAÇÕES PELOS DEMAIS ÓRGÃOS PÚBLICOS.
PEÇAS INAUGURAIS DO IP
ART. 5º DO CPP
• APFD; TCO não é IP (lei 9099/95)
• REQUISIÇÕES;
• REQUERIMENTO - REPRESENTAÇÃO;
• PORTARIAS.
• OBS: ART. 5º, § 4º e 5º do CPP.
NOTITIA CRIMINIS
(NOTÍCIA DO CRIME)
• CONCEITO: É O CONHECIMENTO DADO À
AUTORIDADE POLICIAL, AO MEMBRO DO MP OU AO
MAGISTRADO, DE UM FATO APARENTEMENTE
CRIMINOSO.
ESPÉCIES DE NOTÍCIAS DO CRIME
• ESPONTÂNEA (COGNIÇÃO IMEDIATA): É O CONHECIMENTO
DIRETO DOS FATOS PELA AUTORIDADE POLICIAL OU ATRAVÉS DE
COMUNICAÇÃO INFORMAL. A DELAÇÃO APÓCRIFA OU NOTÍTIA CRIMINIS
INQUALIFICADA PODE DAR ENSEJO À INSTAURAÇÃO DO IP, DESDE QUE
VENHA ACOMPANHADA DE OUTROS ELEMENTOS DE PROVA.

• PROVOCADA (COGNIÇÃO MEDIATA) REQUISIÇÃO DO JUIZ OU DO


MP; REQUERIMENTO DA VÍTIMA; DELAÇÃO; REPRESENTAÇÃO DA VÍTIMA;
REQUISIÇÃO DO MINISTRO DA JUSTIÇA.

• COERCITIVA : PODE SER TANTO ESPONTÂNEA COMO PROVOCADA,


DEVENDO SER APRESENTADA COM O INFRATOR PRESO EM FLAGRANTE.
PROVIDÊNCIAS: ARTS. 6º e 7º DO CPP
• Art. 6o Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial
deverá:
• I - dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e
conservação das coisas, até a chegada dos peritos criminais;
• II - apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos
peritos criminais;
• III - colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas
circunstâncias;
• IV - ouvir o ofendido;
• V - ouvir o indiciado, com observância, no que for aplicável, do disposto no Capítulo
III do Título Vll, deste Livro, devendo o respectivo termo ser assinado por duas
testemunhas que Ihe tenham ouvido a leitura;
• VI - proceder a reconhecimento de pessoas e coisas e a acareações;
• VII - determinar, se for caso, que se proceda a exame de corpo de delito e a
quaisquer outras perícias;
• VIII - ordenar a identificação do indiciado pelo processo datiloscópico, se possível, e
fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes;
• IX - averiguar a vida pregressa do indiciado, sob o ponto de vista individual, familiar
e social, sua condição econômica, sua atitude e estado de ânimo antes e depois do crime
e durante ele, e quaisquer outros elementos que contribuírem para a apreciação do seu
temperamento e caráter.

• Art. 7o Para verificar a possibilidade de haver
a infração sido praticada de determinado
modo, a autoridade policial poderá proceder à
reprodução simulada dos fatos, desde que
esta não contrarie a moralidade ou a ordem
pública. (RECONSTITUIÇÃO DO CRIME).
• HAVENDO PRISÃO EM FLAGRANTE (ARTS. 8º E
301 a 310) DO CPP.
CARACTERÍSTICAS DO I.P.
• DISCRICIONARIEDADE: O DELEGADO CONDUZ AS INVESTIGAÇÕES
COMO MELHOR LHE PROUVER. SÓ NÃO PODE INDEFERIR A REALIZAÇÃO DO
EXAME DO CORPO DE DELITO, QUANDO A INFRAÇÃO DEIXAR VESTÍGIOS.
TEM QUE ATENDER ÀS REQUISIÇÕES DO JUIZ E DO MP.
• ESCRITO: (ART. 9º DO CPP): OS ATOS PRODUZIDOS ORALMENTE SERÃO
REDUZIDOS A TERMO.
• SIGILOSO: O INQUÉRITO NÃO COMPORTA PUBLICIDADE, SENDO
PROCEDIMENTO SIGILOSO. ARTS. 7º, XIII A XV E § 1º DA LEI 8.906/1994 –
ESTATUTO DA OAB. SÚMULA VINCULANTE, 14, STF.
• OFICIALIDADE: O DELEGADO DE POLÍCIA DE CARREIRA É A
AUTORIDADE QUE PRESIDE O I.P. ART 144,§ 4º DA CF.
• OFICIOSIDADE: NA AÇÃO P. INCONDICIONADA O DELEGADO ATUA DE
OFÍCIO. NA AÇÃO PENAL P. CONDICIONADA E NA AÇÃO PENAL PRIVADA A
AUTORIDADE DEPENDE DA PERMISSÃO DA VÍTIMA.
• INDISPONIBILIDADE: A PERSECUÇÃO CRIMINAL É DE
ORDEM PÚBLICA,E UMA VEZ INICIADO O I.P. NÃO PODE O
DELEGADO DE POLÍCIA DISPOR DO MESMO.
• INQUISITIVO: AS ATIVIDADES PERSECUTÓRIAS FICAM
CONCENTRADAS NAS MÃOS DE UMA ÚNICA AUTORIDADE E NÃO
HÁ OPORTUNIDADE PARA O EXERCÍCIO DO CONTRADITÓRIO OU
DA AMPLA DEFESA. EXCEÇÕES:
• AUTORITARIEDADE: O DELEGADO É AUTORIDADE
PÚBLICA. ART. 144 DA CF.
• DISPENSABILIDADE: O INQUÉRITO NÃO É IMPRESCINDÍVEL
PARA A PROPOSITURA DA AÇÃO PENAL. ART. 12 DO CPP.
COMPETÊNCIA (ATRIBUIÇÃO)
• TERRITORIAL: A CIRCUNSCRIÇÃO EM QUE SE
CONSUMOU A INFRAÇÃO.
• MATERIAL: DELEGACIAS ESPECIALIZADAS.
• PESSOA: A FIGURA DA VÍTIMA.
PRAZOS
• ART. 10 DO CPP: REGRA GERAL: 10 DIAS PRESO, PRAZO ESTE
IMPRORROGÁVEL, E DE 30 DIAS (PRORROGÁVEL) SE O
AGENTE ESTIVER SOLTO.
• I.P A CARGO DA P.F. ART. 66 DA LEI Nº 5.010/1966 – 15 DIAS
PRESO E 30 DIAS (PRORROGÁVEL).
• CRIMES CONTRA A ECONOMIA POPULAR: 1º ART. DA LEI Nº
1.521/51 – 10 DIAS SOLTO OU PRESO.
• LEI ANTITÓXICOS: ART. 51 DA LEI Nº 11.343/2006 ACUSADO
PRESO 30 (DUPLICADO) OU 90 (DUPLICADO) SOLTO.
• INQ. MILITAR ART. 20, § 1º DO CPM. PRESO 20 DIAS E SOLTO
40 DIAS.
CONTAGEM DO PRAZO
• EXCLUI-SE O DIA DO COMEÇO E INCLUI-SE O
ÚLTIMO DIA, PARA O INDICIADO SOLTO (ART.
798, § 1º DO CPP)
• SE PRESO, O DIA DA PRISÃO JÁ É COMPUTADO
NO PRAZO (ART. 10 DO CP).
VALOR PROBATÓRIO DO I.P.
• RELATIVO. CARECE DE CONFIRMAÇÃO POR OUTROS ELEMENTOS
COLHIDOS DURANTE A INSTRUÇÃO PROCESSUAL.
• PARA TER VALOR PROBATÓRIO, É PRECISO QUE
SEJA REALIZADO SOB O CRIVO DO
CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA.
• AS PROVAS CAUTELARES OU IRREPETÍVEIS
GANHAM VERDADEIRO STATUS DE PROVA NA FASE
PROCESSUAL (CONTRADITÓRIO DIFERIDO OU
POSTERGADO).
• JÁ A PRODUÇÃO ANTECIPADA DE PROVA DEVE
TRAMITAR PERANTE O MAGISTRADO, COMO A
PRESENÇA DAS FUTURAS PARTES, PARA GANHAR
SEU VALOR PROBATÓRIO.
VÍCIOS
• SENDO O INQUÉRITO DISPENSÁVEL, ALGO QUE
NÃO É ESSENCIAL AO PROCESSO, NÃO TEM
OCONDÃO DE, UMA VEZ VICIADO, CONTAMINAR
A AÇÃO PENAL.
• CONTUDO, CASO A INICIAL ACUSATÓRIA ESTEJA
EMBASADA TÃO SOMENTE EM INQUÉRITO
VICIADO, DEVERÁ SER REJEITADA POR FALTA DE
JUSTA CAUSA, PELA AUSÊNCIA DE LASTRO
PROBATÓRIO MÍNIMO E IDÔNEO AO INÍCIO DO
PROCESSO (ART. 395, III DO CPP).
INCOMUNICABILIDADE
• Art. 21. A incomunicabilidade do indiciado
dependerá sempre de despacho nos autos e
somente será permitida quando o interesse da
sociedade ou a conveniência da investigação o
exigir. (NÃO FOI RECEPCIONADO PELA CF)
INDICIAMENTO
• É A CIENTIFICAÇÃO AO SUSPEITO A RESPEITO
DO FATO OBJETO DAS INVESTIGAÇÕES. TRATA-
SE DE ATO PRIVATIVO DA AUTORIDADE
POLICIAL, NOS TERMOS DA LEI Nº
12.830/2013.
• É POSSÍVEL O DESINDICIAMENTO.
ENCERRAMENTO
• OS AUTOS DO IP, INTEGRADOS COM O
RELATÓRIO, SERÃO REMETIDOS AO
JUDICIÁRIO, PARA QUE SEJAM ACESSADOS
PELO TITULAR DA AÇÃO PENAL.
• ART. 10,§ 1º e 19.
ARQUIVAMENTO
• Art. 17. A autoridade policial não poderá mandar
arquivar autos de inquérito.
• Art. 18. Depois de ordenado o arquivamento do
inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base
para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a
novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia.
• Art. 28. Se o órgão do Ministério Público, ao invés de
apresentar a denúncia, requerer o arquivamento do
inquérito policial ou de quaisquer peças de informação,
o juiz, no caso de considerar improcedentes as razões
invocadas, fará remessa do inquérito ou peças de
informação ao procurador-geral, e este oferecerá a
denúncia, designará outro órgão do Ministério Público
para oferecê-la, ou insistirá no pedido de arquivamento,
ao qual só então estará o juiz obrigado a atender.
QUESTÕES COMPLEMENTARES
• DA NEGATIVA DE ABERTURA DE IP: (RECURSO
ADMINISTRATIVO) POLÍCIA CIVIL, ART. 5, § 2º
CHEFE DE POLÍCIA; POLÍCIA FEDERAL –
CORREGEDOR REGIONAL DA
SUPERINTENDÊNCIA DA PF NO ESTADO.
• DECISÃO DE ARQUIVAMENTO A PEDIDO DO
MP E DEFERIDA PELO JUIZ. CABE RECURSO?
• OBS: LEI 1.521/51 ART. 7º
ATUAÇÃO DO MP
• OFERECIMENTO DA DENÚNCIA;
• REQUISIÇÃO DE DILIGÊNCIAS POLICIAIS;
• PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO.
• HIPÓTESES DE ARQUIVAMENTO DO IP:
INEXISTÊNCIA DA CONDUTA; CONDUTA
EXISTENTE, PORÉM NÃO É TÍPICA; CAUSA
EXCLUDENTE DE ILICITUDE; EXCLUDENTE DE
CULPABILIDADE, salvo a inimputabilidade
(art.397); CAUSA DE EXCLUSÃO E EXTINÇÃO DA
PUNIBILIDADE; FALTA DE AUTORIA.
CONCEITOS DE ARQUIVAMENTO
• IMPLÍCITO: OMISSÃO MINISTERIAL QUE PASSA
DESAPERCEBIDA PELO MAGISTRADO. (AUSÊNCIA DE
DISCIPLINA LEGAL)
• INDIRETO: O MP DEIXA DE OFERECER DENÚNCIA POR
ENTENDER QUE O JUÍZO É INCOMPETENTE,
REQUERENDO A REMESSA DOS AUTOS AO ÓRGÃO
COMPENTENTE.
• ORIGINÁRIO: QDO PARTE DO PROCURADOR GERAL
NAS AÇÕES EM QUE O MESMO ATUE.
• PROVISÓRIO: QUANDO AUSENTE UMA CONDIÇÃO DE
PROCEDIBILIDADE (ART. 72 DA LEI 9099/95).
• NATUREZA JURÍDICA DO IP: ATO COMPLEXO
(JUIZ +MP). MANIFESTAÇÃO EXPLÍCITA DO MP
E CONCORDÂNCIA EXPRESSA DO JUÍZO
COMPETENTE.
• LC 75/93, ART.62,IV. CCR – CÂMARA DE
COORDENAÇÃO E REVISÃO. (ARQUIVAMENTO
NO MPU).
OBSERVAÇÕES
• Art. 19. Nos crimes em que não couber ação pública, os autos do
inquérito serão remetidos ao juízo competente, onde aguardarão a
iniciativa do ofendido ou de seu representante legal, ou serão
entregues ao requerente, se o pedir, mediante traslado. (AÇÕES
PRIVADAS NO PRAZO DE 06 MESES EM REGRA)
• Art. 20. A autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário à
elucidação do fato ou exigido pelo interesse da sociedade.
• Parágrafo único. Nos atestados de antecedentes que lhe forem
solicitados, a autoridade policial não poderá mencionar quaisquer
anotações referentes a instauração de inquérito contra os
requerentes. (Redação dada pela Lei nº 12.681, de 2012)
SÚMULAS APLICÁVEIS
• STJ - Súmula 234 - A Participação de membro do
Ministério Público na fase investigatória criminal não
acarreta o seu impedimento ou suspeição para o
oferecimento da denúncia.
• Súmula 444: “É vedada a utilização de inquéritos
policiais e ações penais em curso para agravar a pena-
base”.
• Súmula Vinculante 14 : É direito do defensor, no
interesse do representado, ter acesso amplo aos
elementos de prova que, já documentados em
procedimento investigatório realizado por órgão com
competência de polícia judiciária, digam respeito ao
exercício do direito de defesa.