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CONTROLE ESTATÍSTICO

DO PROCESSO (CEP)
 TODO PROCESSO POSSUI
VARIAÇÃO
 A VARIAÇÃO É INERENTE AO
PROCESSO

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
 DEFINIÇÃO DE TAGUCHI
 UM PRODUTO OU SERVIÇO DE QUALIDADE É
AQUELE QUE ATENDE PERFEITAMENTE AS
ESPECIFICAÇÕES, ATINGINDO O VALOR ALVO
CONSIDERAÇÕES
COM A MENOR VARIABILIDADE POSSÍVEL EM
TORNO DELE
INICIAIS
FÍSICAS
 TODO PRODUTO POSSUI UM
NÚMERO DE ELEMENTOS QUE,
TEMPORAL SENSORIAIS EM CONJUNTO, DESCREVEM
SUA CARACTERIZAÇÃO AO USO

PRODUTO

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
 TÉCNICA ESTATÍSTICA
APLICADA À PRODUÇÃO QUE
PERMITE REDUZIR A
VARIABILIDADE NAS CONSIDERAÇÕES
CARACTERÍSTICAS DA INICIAIS
QUALIDADE DE INTERESSE.
É um sistema de
inspeção por DEFINIÇÃO DE
amostragem, operando CONTROLE
ao longo do processo, ESTAÍSTICO DO
com o objetivo de PROCESSO
verificar a presença de
causas especiais.
O principal objetivo
do CEP é possibilitar OBJETIVOS DO
um controle eficaz CONTROLE
da qualidade, feito ESTAÍSTICO DO
pelo próprio PROCESSO
operador em tempo
real.
OCEP fornece uma
radiografia do processo,
identificando sua OBJETIVOS DO
variabilidade e CONTROLE
possibilitando o controle ESTAÍSTICO DO
dessa variabilidade ao PROCESSO
longo do tempo através
da coleta de dados
continuada.
Possibilitao
monitoramento das
características de OBJETIVOS DO
interesse, assegurando
que elas irão se manter CONTROLE
dentro de limites ESTAÍSTICO DO
preestabelecidos e PROCESSO
indicando quando
devem ser tomadas
ações de correção e
melhoria.
Objetiva aumentar a
capacidade dos OBJETIVOS DO
processos, reduzindo CONTROLE
refugo e retrabalho, e, ESTAÍSTICO DO
por consequência, o PROCESSO
custo da má
qualidade.
 O controle da qualidade
iniciou na década de 20, nos
Estados Unidos, como resultado
de avanços na tecnologia de
medição e da aplicação
industrial das cartas de
controle,
 Ele propôs o uso de cartas de
controle para a analise de
dados provenientes da
amostragem.

ORIGEM DAS CARTAS DE CONTROLE


 Após a guerra o Japão adota o
CEP.
 A partir de 1954, com os
seminários do americano J. M.
Duran no Japão, os japoneses
entenderam que o controle da
qualidade dependia muito dos
fatores humanos e culturais.

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL


SISTEMA DE
CONTROLE
DO
PROCESSO
O processo em si é uma
combinação de
equipamentos, insumos,
métodos, procedimentos
e pessoas
AÇÕES
SOBRE O
PROCESSO
São orientadas para o
futuro, permitem que o
defeito seja detectado
na hora, possibilitando
a correção do
processo.
AÇÕES SOBRE O
PRODUTO
São orientadas para o passado,
permitem apenas separar o
produto conforme do produto
não-conforme (refugo) que pode
eventualmente ser retrabalhado.
 Inerente ao processo;
 Pode ser GRANDE OU PEQUENA;
 Fonte de variabilidade: Habilidade do operador; Matéria-prima
 Alteração gradual do processo: Desgaste da ferramenta;
Temperatura do dia; Umidade, etc.
 Alteração brusca no processo: Queda de energia; troca de set-
up; troca de procedimento, etc.

VARIABILIDADE
 Representa o padrão natural do processo;
 Um processo que apresenta apenas causas comuns é
dito estável e sob controle; CAUSAS
 Quando o processo é estável, esse padrão pode ser
descrito por uma distribuição de probabilidade. COMUNS
 Nãorepresenta o padrão natural do
processo;
 Nãosão pequenas e não seguem um
CAUSAS
padrão aleatório; ESPECIAIS
 São
consideradas falhas de
operação;
 Sãocorrigidas por ação local e são
de responsabilidade dos operadores;
ANÁLISE DAS
CARTAS DE
CONTROLE
BASE ESTATÍSTICA DO
GRÁFICO DE
CONTROLE
 – Elementos de um gráfico de controle
 Abscissa (X): ordem cronológica da amostra ou
a sequência das extrações. Deste modo, a
escala horizontal é uniforme e associada ao
tempo;
 Ordenada (Y): representa os valores
observados da característica da qualidade,
que pode ser uma variável ou um atributo;
 Linha média ou central (LM): representa o valor
médio da característica da qualidade quando
em estado sob controle, ou seja, quando
apenas causas aleatórias estão presentes;
 Limites de Controle: duas linhas horizontais
denominadas limite inferior de controle (LIC) e
limite superior de controle (LSC). São escolhidos
de forma que, se o processo estiver sob
controle, os pontos amostrais estarão entre eles;
 Suposição: os pontos amostrais devem ser
independentes.
BASE ESTATÍSTICA DO
GRÁFICO DE
CONTROLE
 Elementos de um gráfico de controle
 Processo sob Controle
 Pontos amostrais entre os limites de controle
ou sem apresentar um comportamento
sistemático ou não-aleatório
 Nenhuma ação precisa ser tomada
 Processo fora de Controle
 Presença de pontos fora dos limites de
controle ou presença de padrões não-
aleatórios no gráfico
 Realizar investigação para descobrir a
possível causa
 Geralmente, faz-se necessária uma ação
corretiva para que tal fato não se repita.
PROCESSO ISENTO DE
CAUSAS ESPECIAIS