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O sistema de produção de minério norte é formado pelo conjunto mina, porto e ferrovia. O
Terminal Ferroviário de Ponta da Madeira (TFPM), em São Luis no Maranhão é responsável pela
descarga de minério transportada pela EFC e o Terminal Ferroviário de Carajás no Pará pelo
carregamento de minério de Carajás. A capacidade destes terminais deve estar em sintonia com a
capacidade da ferrovia de forma a atender a demanda de minério.

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Evolução do volume transportado de minério na EFC

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èolume de minério em Mta


  



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(24 - tempo de manutenção) xK


Capacidade diária em pares de trens =
tempo desloc. trem sentido 1 + tempo desloc. trem sentido 2

Tempo de manutenção: Intervalo em que o segmento é interrompido para a circulação de trens


para manutenção.
Tempo de deslocamento: Tempo necessário para o trem transpor um segmento de linha.
K ± Fator de regularidade e utilização da disponibilidade

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P- Prod desejada (t)
C- Ciclo do transporte (dias)
F= Produção x Ciclo
Nd- Número de dias de operação no período
Nd x Cv x (1-m)
Cv- Capac do vg
m- Tx de indisponibilidade p/ transporte
F- Frota necessária
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Segundo Fogliatti (2007) um Sistema com Fila é composto fisicamente por usuários (trens), por
canais ou postos de serviço/atendimento (silos e viradores de vagões) e por um espaço
designado para a espera (capacidade do sistema).

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Conforme notação de modelos de filas básicos, utilizamos o modelo M/M/c/’/ FIFO, onde o 1º. M
denota a taxa de chegada, o 2º. M a taxa de atendimento, o c o número de servidores e o ’
significa que o processo de chegada de trens ao sistema segue o processo de nascimento e morte
(chegada e saída do terminal).
No modelo M/M/c/’/ FIFO, os tempos entre chegadas sucessivas seguem uma distribuição
exponencial de parâmetro NJ e há c servidores, cada um dos quais com tempos de atendimento que
seguem distribuições exponenciais, de parâmetro µ.

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      %
Foi modelado no software extend os terminais (TFPM e TFCJ), conforme premissas de
movimentação de trens e tempos de carregamento nos silos e descarga nos viradores.

Saída
dos trens

Medidor de fila

Gerador: tx de
chegada de trens
      %

Saída
dos trens
Medidor
de fila

Gerador: tx de
chegada de trens
 

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Os resultados a seguir referem-se a análise de capacidade de 2011, resultados análogos
foram obtidos para os anos de 2012-2014.

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‡ Tempo médio de espera em fila caótico p/ sistema


desequilibrado.

‡ Chegada e partida de trens desbalanceada no


sistema em desequilíbrio.

‡ Taxa de ocupação dos viradores 86% p/ sist.


equilibrado e 92% no desequilibrado.
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‡ Tempo médio de espera em fila caótico p/ sistema


desequilibrado.

‡ Chegada e partida de trens desbalanceada no


sistema em desequilíbrio.

‡ Taxa de ocupação dos viradores 86% p/ sist.


equilibrado e 92% no desequilibrado.
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TFPM [TBN] O+4O/5

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Conforme resultados apresentados deve-se atentar para os seguintes pontos ao avaliar a
capacidade do terminal:

‡ O tempo médio de espera do trem na entrada do terminal, deve ser o menor possível já que o
pátio de recepção deve absorver a chegada dos trens.

‡ Trem aguardando para entrar no terminal, gera custos operacionais para o processo
(manutenção, hora extra, ativos, etc.).

‡ Os servidores (silos e viradores de vagões) devem ser dimensionados para taxas de ocupação
abaixo de 90%, de preferência com coeficiente de segurança para evitar geração de filas e
desequilíbrio do sistema.

‡ Conforme observado no gráfico de capacidade dos terminais simulado, podemos verificar que nos
anos de 2010 e 2011 a capacidade ficou muito próxima da demanda o que vem gerando algum
desequilíbrio no sistema.

‡ Melhorias operacionais e de indicadores de manutenção dos servidores devem ser contemplados


no dimensionamento do sistema, taxas de atendimento mais eficientes alteram o comportamento
do sistema (filas, taxas de ocupação, etc.).
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marcos.miranda@vale.com
(98) 3218-4429
(98) 8817-0448