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Facilitadora: Patrícia Costa


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j | ores no canal anal são ais freqüentes no
sexo feinino e t ores na arge anal (parte
externa do ân s) são ais freqüentes no sexo
asc lino. Esses t ores exibe diferentes
tipos histológicos, sendo o tipo carcinoa
epideróide aq ele q e ocorre e cerca de 98%
dos casos.
j O câncer anal é raro, correspondendo apenas a
4% de todos os tipos de câncer q e acoete o
intestino grosso.
|



j rlg ns aspectos infecciosos, coo o HPV e


o HIV, estão relacionados co o
desenvolviento do câncer anal. Ua dieta
pobre e fibras, a prática de sexo anal, o alto
cons o de prod tos do tabaco, e a físt la
anal crônica (doença caracterizada pela
presença de  trajeto entre o canal anal e a
arge do ân s co secreção p r lenta) são
o tros fatores de risco.

 34

j Ua dieta balanceada, co boa ingestão


de fibras e q e seja pobre e gord ra, é
considerada a edida preventiva. É
iportante estar atento para alterações nos
hábitos intestinais e para a presença de
sang e nas fezes. Caso isso ocorra, deve
ser proc rado o édico.
|34

j å ando detectado e estágio inicial, o câncer anal
poss i grandes possibilidades de c ra. É iportante
cons ltar  édico sepre q e sintoas coo dor,
pr rido e sangraento anal esteja presentes,
principalente nos indivíd os co fatores de risco
para o câncer anal.
j Os indivíd os co ais de 50 anos, f antes, co
história de físt la anal, infectados pelo HPV e co
feridas no ân s, são considerados sob risco de
desenvolver câncer de ân s. Procedientos q e
exaine o ân s e o reto (toq e retal, an scopia e
proctoscopia) são sados para a detecção destes
t ores.
 |,

j O câncer anal apresenta coo sintoas


ais co ns: coceira, dor o ardor no
ân s; sangraento nas evac ações;
secreções inco ns no ân s; feridas na
região anal e incontinência fecal
(ipossibilidade para controlar a saída das
fezes).
 5 6| 

j Inicialente realiza
realiza--se  exae de toq e
e, se necessário, a an scopia e
proctoscopia. O diagnóstico será realizado
através de biópsia de a aostra do
tecido. O tros exaes, coo ltraltra--
sonografia e ressonância agnética, pode
ser solicitados pelo édico para detectar a
extensão do t or e o elhor trataento.
|
|, |
j r escolha do trataento depende do estágio do câncer
anal.

O trataento ais tilizado é a cobinação de


q iioterapia e radioterapia. Esta cobinação oferece
a taxa ig alitária e teros de c ra ao trataento
de ressecção abdôino-
abdôino-perineal tilizada
anteriorente, co a vantage da preservação
esfincteriana.

E estágios iniciais, o trataento cirúrgico


noralente é eficiente para reover a parte da região
afetada (lesão)
 

O câncer de boca é a denoinação
q e incl i os cânceres de lábio e de
cavidade oral ( cosa b cal, gengivas,
palato d ro, líng a oral e assoalho da
boca).
O câncer de lábio é ais freqüente
e pessoas brancas e registra aior
ocorrência no lábio inferior e relação ao
s perior. O câncer e o tras regiões da
boca acoete principalente tabagistas e
os riscos a enta q ando o tabagista é
tabé alcoólatra.
|



j Os fatores q e pode levar ao câncer


de boca são idade s perior a 40 anos,
vício de f ar cachibos e cigarros,
cons o de álcool, á higiene b cal e
so de próteses dentárias al-
al-
aj stadas.
 |,
j O principal sintoa deste tipo de câncer é o
apareciento de feridas na boca q e não
cicatriza e a seana. O tros sintoas são
lcerações s perficiais, co enos de 2 c de
diâetro, indolores (podendo sangrar o não) e
anchas esbranq içadas o averelhadas nos
lábios o na  cosa b cal. Dific ldade para
falar, astigar e engolir, alé de eagreciento
acent ado, dor e presença de linfadenoegalia
cervical (caroço no pescoço) são sinais de câncer
de boca e estágio avançado.

 3 5 6| 


j Hoens co ais de 40 anos de idade, dentes
frat rados, f antes e portadores de próteses al-
al-
aj stadas deve evitar o f o e o álcool, proover a
higiene b cal, ter os dentes tratados e fazer a
cons lta odontológica de controle a cada ano. O tra
recoendação é a an tenção de a dieta sa dável,
rica e vegetais e fr tas.
j Para prevenir o câncer de lábio, deve-
deve-se evitar a
exposição ao sol se proteção (filtro solar e chapé de
aba longa). O cobate ao tabagiso é ig alente
iportante na prevenção deste tipo de câncer.
7,(8 

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|
|, |
j r cir rgia e/o a radioterapia são, isolada o associadas aos étodos
terapê ticos aplicáveis ao câncer de boca.
j rs lesões iniciais são aq elas restritas ao se local de orige e q e não
apresenta disseinação para gânglios linfáticos do pescoço o para
órgãos à distância.
j Nas deais lesões, se operáveis, a cir rgia está indicada,
independenteente da radioterapia. å ando existe linfonodoegalia
etastática (a ento dos ¶gânglios·), é indicado o esvaziaento cervical
do lado coproetido. Nestes casos, o prognóstico é afetado
negativaente.
j r cir rgia radical do câncer de boca evol i co a incorporação de
técnicas de reconstr ção iediata, q e periti largas ressecções e a
elhor rec peração do paciente.
j r q iioterapia associada à radioterapia é epregada nos casos ais
avançados, q ando a cir rgia não é possível. O prognóstico, nestes
casos, é extreaente grave, tendo e vista a ipossibilidade de se
controlar totalente as lesões extensas, a despeito dos trataentos
aplicados.
 
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j Os principais fatores de risco são: idade acia de
50 anos; história failiar de câncer de cólon e reto;
história pessoal pregressa de câncer de ovário,
endoétrio o aa; dieta co alto conteúdo de
gord ra, carne e baixo teor de cálcio; obesidade e
sedentariso.
j |abé são fatores de risco doenças inflaatórias
do cólon coo retocolite lcerativa crônica
e Doença de Cronh; alg as condições hereditárias
(Polipose rdenoatosa Failiar (FrP)e Câncer
Colorretal Hereditário se Polipose (HNPCC).

 34
j Ua dieta rica e fr tas, vegetais, fibras,
cálcio, folato e pobre e gord ras aniais
é considerada a edida preventiva. r
ingestão excessiva e prolongada de bebidas
alcóolicas deve ser evitada. Coo
prevenção é indicada a dieta sa dável e
a prática de exercícios físicos.
|34

j O câncer colo-
colo-retal q ando detectado e se estágio
inicial poss i grandes chances de c ra, diin indo a
taxa de ortalidade associada ao t or. Pessoas co
ais de 50 anos deve se s beter an alente ao
exae de pesq isa de sang e oc lto nas fezes.
Indivíd os co exae positivo deve realizar
colonoscopia.
j Para indivíd os co histórico pessoal o failiar de
câncer de cólon e reto , portadores de doença
inflaatória do cólon (retocolite lcerativa e Doença
de Chrohn) e de alg as condições hereditárias (FrP
e HNPCC) deve proc rar orientação édica.
 |,
j Indivíd os acia de 50 anos co aneia de orige
indeterinada e q e apresenta a s speita de perda
crônica de sang e no heograa, deve realizar
endoscopia gastrointestinal s perior e inferior.
j O tros sintoas q e pode ocorrer são dor
abdoinal, assa abdoinal, constipação, diarréia,
ná seas, vôitos e fraq eza.
 5 6| 

jO diagnóstico da doença é feito


através de biópsia endoscópica co
est do histopatológico.
|
|, |
j r cir rgia é o se trataento priário, retirando a parte do
intestino afetada e os linfonodos próxios a esta região.
j M itos t ores do reto são tratados co cir rgias q e
preserva o esfíncter anal, através da tilização dos
grapeadores, evitando assi as colostoias.
j rpós o trataento cirúrgico, a radioterapia associada o não à
q iioterapia é tilizada para diin ir a possibilidade da volta
do t or (recidiva).
j å ando a doença está disseinada, co etástases para o
fígado, p lão o o tros órgãos, as chances de c ra
diin e.
 
(@|

|


j aixas condições sócio-
sócio-econôicas.
j Início precoce da atividade sex al.
j M ltiplicidade de parceiros sex ais.
j |abagiso (diretaente relacionados à q antidade de
cigarros f ados).
j Higiene íntia inadeq ada.
j Uso prolongado de contraceptivos orais.
Est dos recentes ostra ainda q e o vír s do
(HPV)) te papel iportante no
papiloa h ano (HPV
desenvolviento da neoplasia das cél las cervicais e na
s a transforação e cél las cancerosas. Este vír s
está presente e ais de 90% dos casos de câncer do
colo do útero.
|
|A5 
 34
j Uso de preservativos d rante a relação sex al
(prevenção priária)
j Realização do exae preventivo do câncer do
colo do útero conhecido pop larente coo
exae de Papanicola (prevenção sec ndária).
j O INCr te realizado diversas capanhas
ed cativas, voltadas para a pop lação e para os
profissionais da saúde, para incentivar o exae
preventivo.
r fi de garantir a eficácia dos res ltados,
a  lher deve evitar relações sex ais, so
de d chas o edicaentos vaginais e
anticoncepcionais locais nas 48 horas
anteriores ao exae. rlé disto, exae
não deve ser feito no período enstr al,
pois a presença de sang e pode alterar o
res ltado.
å@,å@  B
7,

 | 
j |oda  lher q e te o já teve atividade sex al, especialente se
estiver na faixa etária dos 25 aos 59 anos de idade.
j Se o exae ac so :
‡ Negativo para câncer: se esse for o prieiro res ltado negativo, é
necessário fazer novo exae preventivo daq i a  ano.
‡ rlteração (NIC I): repetir o exae daq i a 6 eses;
‡ o tras alterações (NIC II e NIC III): o édico deverá decidir a elhor
cond ta. Será necessário fazer novos exaes, coo a colposcopia;
‡ infecção pelo HPV: o exae deverá ser repetido daq i a 6 eses;
‡ aostra insatisfatória: a q antidade de aterial não de para fazer o
exae. Repetir o exae logo q e for possível.
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 34
j Recenteente foi liberada a vacina para
o HPV. No oento está e est do no
Ministério da Saúde o so pelo SUS. É
iportante enfatizar q e esta vacina não
protege contra todos os s btipos do HPV.
Sendo assi, o exae preventivo deve
contin ar a ser feito eso e  lheres
vacinadas.
 |,
j Existe a fase pré-clínica (se sintoas)
do câncer do colo do útero, e q e a
detecção de possíveis lesões prec rsoras é
através da realização periódica do exae
preventivo. Confore a doença progride,
os principais sintoas do câncer do colo
do útero são sangraento vaginal,
corriento e dor.
|
|, |
j O trataento adeq ado para cada caso
deve ser avaliado e orientado por 
édico.
j Cir rgia

j Radioterapia

j å iioterapia

É a sigla e inglês para papiloa
vír s h ano. Os HPV são vír s da
faília p    (Fig. ), capazes de
provocar lesões de pele o  cosa.
Na aior parte dos casos, as lesões
tê cresciento liitado e
habit alente regride
espontaneaente.
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(@|

j Existe ais de 200 tipos diferentes de HPV. Eles
são classificados de baixo risco de câncer e de alto
risco de câncer. Soente os de alto risco estão
relacionados a t ores alignos.
j Os vír s de alto risco, co aior probabilidade de
provocar lesões persistentes e estar associados a lesões
pré-cancerosas são os tipos 16, 18, 31, 33, 45, 58 e
o tros. Já os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na
aioria das verr gas genitais (o condiloas genitais)
e papiloas laríngeos, parece não oferecer nenh 
risco de progressão para alignidade, apesar de sere
encontrados e peq ena proporção e t ores
alignos.
|
 , 4 (,8
@

j Contato direto co a pele infectada. Os HPV


genitais são transitidos por eio das relações
sex ais, podendo ca sar lesões na vagina, colo do
útero, pênis e ân s.
j |abé existe est dos q e deonstra a
presença rara dos vír s na pele, na laringe (cordas
vocais) e no esôfago. Já as infecções s bclínicas são
encontradas no colo do útero.
3D(8 
rs infecções clínicas ais co ns na
região genital são as verr gas genitais o
condiloas ac inados, pop larente
conhecidas coo ´crista de galoµ (Fig. ).
Já as lesões s bclínicas não apresenta
nenh  sintoa, podendo progredir para
o câncer do colo do útero caso não seja
tratadas precoceente.
 5 6|  (,8
@

j rs verr gas genitais encontradas no ân s, no pênis, na


v lva o e q alq er área da pele pode ser
diagnosticadas pelos exaes rológico (pênis),
ginecológico (v lva) e deratológico (pele).
j O diagnóstico s bclínico das lesões prec rsoras do
câncer do colo do útero, prod zidas pelos
papiloavír s, é feito através do exae citopatológico
(exae preventivo de Papanicolao ).
j O diagnóstico é confirado através de exaes
laboratoriais de diagnóstico olec lar, coo o teste
de capt ra híbrida.
|
|, |?

 34
j r aioria das infecções é assintoática
o inaparente e de caráter transitório. rs
foras de apresentação são clínicas
(verr gas) e s bclínicas (se lesão
aparente).
j Diversos tipos de trataento pode ser
oferecidos (tópico, co laser, cirúrgico).
Só o édico, após a avaliação de cada
caso, pode recoendar a cond ta ais
adeq ada (Fig.).
 
E 5
j O câncer de esôfago ais freqüente é o
carcinoa epideróide escaoso,
responsável por 96% dos casos.
j O tro tipo de câncer de esôfago,
o adenocarcinoa, ve tendo 
a ento significativo principalente e
indivíd os co esôfago de arrett, q ando
há cresciento anoral de cél las do
tipo col nar para dentro do esôfago.
|


j O câncer de esôfago está associado ao alto
cons o de bebidas alcóolicas e de prod tos
derivados do tabaco (tabagiso).
j O tras condições q e pode ser predisponentes
para a aior incidência deste t or são a tilose
(espeçaento nas palas das ãos e na planta
dos pés), o esôfago de arrett, lesões cá sticas
no esôfago, Síndroe de Pl erer--Vinson
(deficiência de ferro), agentes infecciosos
(papiloa vír s - HPV
HPV)) e história pessoal de
câncer de cabeça e pescoço o p lão.

 34

j Para prevenir o câncer de esôfago é


iportante adotar a dieta rica e fr tas
e leg es, e evitar o cons o freqüente de
bebidas q entes, alientos def ados,
bebidas alcóolicas e prod tos derivados do
tabaco.
|34

j r detecção precoce do câncer de esôfago
torna-se  ito difícil, pois essa doença não
apresenta sintoas específicos.
j Indivíd os q e sofre de , tílose, refl xo
gastro-esofageano e esôfago de arrett
poss e ais chances de desenvolver o
t or, e por isso deve proc rar o
édico reg larente para a realização de
exaes.
 |,
j Na s a fase inicial não apresenta sintoas. Poré,
alg ns sintoas são característicos coo a dific ldade
o dor ao engolir, dor retroesternal, dor torácica,
sensação de obstr ção à passage do aliento,
ná seas, vôitos e perda do apetite.
j Na aioria das vezes, a dific ldade de engolir
(disfagia) já deonstra a doença e estado avançado.
r disfagia progride geralente de alientos sólidos
até alientos pastosos e líq idos.
j r perda de peso pode chegar até 10% do peso
corporal.
 5 6| 
j Endoscopia digestiva, est dos citológicos e de étodos co
colorações especiais (az l de tol idina e l gol) para q e seja
possível se fazer o diagnóstico precoce, fazendo co q e as
chances de c ra atinja 98%.
j Na presença de disfagia para alientos sólidos é necessária a
realização de  est do radiológico contrastado, e tabé de
a endoscopia co biópsia o citologia para confiração.
j r extensão da doença é  ito iportante e f nção do
prognóstico, já q e esta te a agressividade biológica
devido ao fato do esôfago não poss ir serosa e, co isto,
haver infiltração local das estr t ras adjacentes, disseinação
linfática, ca sando etástases heatogênicas co grande
freqüência.
|
|, |
j Cir rgia, radioterapia, q iioterapia o a cobinação
destes três tipos. Para os t ores iniciais pode ser
indicada a ressecção endoscópia, no entanto este tipo
de trataento é bastante raro.
j Na aioria dos casos, a cir rgia é o trataento
tilizado. Dependendo da extensão da doença, o
trataento pode passar a ser nicaente paliativo,
através de q iioterapia o radioterapia.
j Nos casos de c idados paliativos, tabé dispõe-
dispõe-se
de dilatações co endoscopia, colocação de próteses
a to
to--expansivas, assi coo so da braq iterapia.
 
|E,5
j O câncer de estôago (tabé
denoinado câncer gástrico) é a doença
e q e cél las alignas são encontradas
nos tecidos do estôago.
j rpresentação histológica: o
adenocarcinoa, responsável por 95% dos
t ores gástricos, o linfoa, diagnosticado
e cerca de 3% dos casos, e o
leioiossarcoa.
|


j r dieta, a alientação pobre e vitaina r e C, carnes e peixes, o
ainda co a alto cons o de nitrato, alientos def ados,
enlatados, co corantes o conservados no sal, á conservação dos
alientos e a ingestão de ág a proveniente de poços q e conté a
alta concentração de nitrato.
j Fatores de risco de orige patológica: a aneia perniciosa, as lesões pré-
pré-
cancerosas coo a gastrite atrófica e etaplasia intestinal e as infecções
gástricas pela bactéria Helicobacter pylori pode ter fortes relações co
o apareciento desta neoplasia.
j Período de evol ção de a lesão pré pré--cancerígena: +/-
+/- 20 anos para
evol ir para a fora grave. Sendo assi, a edida ais eficaz para
diin ir os riscos é iniciar a dieta balanceada precoceente, ainda na
infância.
j Pessoas f antes, q e ingere bebidas alcoólicas o q e já tenha sido
s betidas a operações no estôago tabé tê aior probabilidade
de desenvolver este tipo de câncer.

 34
j Para prevenir o câncer de estôago é
f ndaental a dieta balanceada
coposta de vegetais cr s, fr tas cítricas e
alientos ricos e fibras. rlé disso, é
iportante o cobate ao tabagiso e
diin ição da ingestão de bebidas
alcoólicas.
|34

j r detecção precoce pode ser feita por rastreaento
pop lacional, através de exae radiológico
contrastado do estôago. Este procediento é
indicado soente para pessoas q e reside e áreas
co elevado índice de incidência e ortalidade, coo
o Japão.
j No entanto, ao sentir sintoas digestivos coo dor
de estôago, vôitos, incl sive heorrágicos,
proc re  édico.
 |,
j Não há sintoas específicos. Poré, alg as características
coo perda de peso, anorexia, fadiga, sensação de plenit de
gástrica, vôitos, ná seas e desconforto abdoinal persistente
pode indicar a doença benigna o eso o câncer de
estôago.
j Massa palpável na parte s perior do abdoe, a ento do
taanho do fígado e presença de linfonodo (íng a) na região
s praclavic lar esq erda (região inferior do pescoço) e
nód los peri bilicais indica o estágio avançado da doença.
j Sangraentos gástricos são inco ns e lesões alignas,
entretanto, a heateese (vôito co sang e) ocorre e
cerca de 10 a 15% dos casos de câncer de estôago.
 5 6| 
j rt alente são tilizados dois exaes na detecção
deste tipo de câncer: a endoscopia digestiva alta, o
étodo ais eficiente, e o exae radiológico
contrastado do estôago.
j r endoscopia perite a avaliação vis al da lesão, a
realização de biópsias e a avaliação citológica da
esa. rtravés da ltrassonografia endoscópica é
possível avaliar o coproetiento do t or na
parede gástrica, a propagação a estr t ras
adjacentes e os linfonodos.
|
|, |
j O trataento cirúrgico é a principal alternativa terapê tica
para o câncer de estôago. r cir rgia de ressecção
(gastrectoias) de parte o de todo o estôago associada à
retirada de linfonodos, alé de peritir ao paciente  alívio
dos sintoas, é a única chance de c ra.
j Para deterinar a elhor abordage cirúrgica, deve-
deve-se
considerar a localização, taanho, padrão e extensão da
disseinação e tipo histológico do t or. São tabé esses
fatores q e deterina o prognóstico do paciente.
j r radioterapia e a q iioterapia são considerados trataentos
sec ndários q e associados à cir rgia pode deterinar
elhor resposta ao trataento.
 
 85
j O câncer de fígado é dividido e d as categorias: o
priário do fígado e o sec ndário, o etastático
(originado e o tro órgão e q e atinge tabé o
fígado). O tero ´priário do fígadoµ é sado nos
t ores originados no fígado, coo o
hepatocarcinoa o carcinoa hepatocel lar (t or
aligno priário ais freqüente q e ocorre e ais
de 80% dos casos), o colangiocarcinoa (q e acoete
os d ctos biliares dentro do fígado), angiossarcoa
(t or do vaso sangüíneo) e, na criança, o
hepatoblastoa.
hepatoblastoa.
j rpesar de não estar entre as neoplasias ais
prevalentes, o câncer hepatobiliar req er alta
coplexidade no se diagnóstico e proficiência no
trataento.
|


j "  $ 
Cerca de 50% dos pacientes co carcinoa hepatocel lar apresenta
cirrose hepática, q e pode estar associada ao alcooliso o hepatite
crônica, c jo fator etiológico predoinante é a infecção pelo vír s da
hepatite  e C, q e estão relacionados ao desenvolviento de câncer de
fígado.
j r esq istossoose é considerada fator de risco. rtenção especial deve
ser dada à ingestão de grãos e cereais. O tepo de vida após o
diagnóstico de  paciente co o hepatocarcinoa clinicaente
detectável é extreaente c rto. rssi considerando, o índice de
incidência passa a ser eq ivalente ao de ortalidade.
j r prevenção priária é baseada principalente no interropiento da
transissão do vír s da hepatite , através da tilização de vacinas. r
prevenção sec ndária depende da detecção precoce do t or,
constando da reoção cirúrgica q ando o t or ainda não prod zi
reperc ssão clínica, as já foi detectado pela dosage no sang e de 
arcador t oral chaado alfafeto-
alfafeto-proteína, q e é a s bstância
prod zida e 40% a 70% dos fígados acoetidos pelo câncer, as não
pelo fígado noral.
|


j  $  $ 
O colangiocarcinoa está relacionado co afecções
inflaatórias das vias biliares, principalente co a
infestação por  treatódio (clonorchis sinensis),
bastante freqüente nos países asiáticos e africanos, entre
o tros fatores, alg ns desconhecidos.
j  $ 
O potencial carcinogênico das s bstâncias q íicas
coo o cloreto de vinil, os arsenicais inorgânicos e o
|horotraste (sol ção de dioxido de tório) está associado
ao angiossarcoa
 5 6| 
"  $ 
j r aioria dos pacientes apresenta alg a anoralidade dos
níveis das bilirr binas, fosfatase alcalina e transainases. E
pacientes sabidaente cirróticos, o a ento br sco da
fosfatase alcalina, seg ida de peq ena elevação das bilirr binas
e transainases, é s gestivo de alignidade. r
alfafetoproteína sérica se apresenta elevada e 75% a 90%
dos pacientes co carcinoa hepatocel lar. O tipo
fibrolaelar não está associado a altos níveis deste arcador.
j Nos pacientes de alto risco, a identificação precoce do
carcinoa hepatocel lar poderá ser realizada facilente
através da dosage de alfafetoproteína sérica e
ltrassonografia hepática. r exatidão da ltrassonografia na
identificação de peq enos t ores a ento de 25% para
90% nos últios 10 anos.
,|F|F| 

j Nos t ores etastáticos colo


colo--retais, pode-
pode-se
notar e geral  a ento exacerbado da
dosage do antígeno carcinoebrionário
(CEr).
|
|, |
j O trataento cirúrgico é o ais indicado nos t ores
hepáticos priários, na a sência de etástases à distância e
nos t ores hepáticos etastáticos e q e a lesão priária
foi ressecada o é passível de ser ressecada de aneira
c rativa.
j r indicação de a cir rgia de ressecção hepática dependerá
do estado clínico do paciente e da q antidade prevista de
parênq ia hepático restante, q e deve ser e torno de 10%
do peso corporal. Nos pacientes cirróticos, soente os co
a classificação de Child r (cirrose inicial) são candidatos a
ressecção hepática seg ra.
 
  | (
 $  $ corresponde a  gr po de várias
doenças q e tê e co  a proliferação
descontrolada de cél las anorais e q e pode ocorrer
e q alq er local do organiso. rs neoplasias ais
freqüentes na infância são as & $
& $(glób
(glób los
brancos), &$ 0  
$  (sistea linfático). |abé acoete
crianças o &# (t or de cél las do
sistea nervoso periférico, freqüenteente de
localização abdoinal), &G$ (t or
renal), $ # (t or da retina do olho),
&$ $0 (t or das cél las q e vão dar
orige às gônadas),   (t or ósseo),
sarcoas (t ores de partes oles).

,
 |34
|@,
    
j Nas le ceias, pela invasão da ed la óssea por
cél las anorais, a criança se torna s scetível a
infecções, pode ficar pálida, ter sangraentos e sentir
dores ósseas.
j No retinoblastoa,  sinal iportante de
anifestação é o chaado ´reflexo do olho do gatoµ,
q e é o ebranq eciento da p pila q ando exposta
à l z. Pode se apresentar, tabé, através de
fotofobia o estrabiso. Geralente acoete
crianças antes dos três anos de idade. Hoje a pesq isa
desse reflexo poderá ser feita desde a fase de recé-
recé-
nascido.
j rlg as vezes, os pais nota  a ento do vol e
o a assa no abdoen, podendo tratar-
tratar-se nesse
caso, tabé, de  t or de Wils o
ne roblastoa.
j | ores sólidos pode se anifestar pela foração
de assa, podendo ser visíveis o não e ca sar dor
nos ebros, sintoa, por exeplo, freqüente no
osteossarcoa (t or no osso e cresciento), ais
co  e adolescentes.
j | or de sistea nervoso central te coo sintoas
dor de cabeça, vôitos, alterações otoras, alterações
de coportaento e paralisia de nervos.
|
|, |

Copreende três odalidades principais:


å iioterapia, cir rgia e radioterapia, sendo
aplicado de fora racional e individ alizada para
cada t or específico e de acordo co a
extensão da doença.
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 |,
j dinofagia (dor de garganta) s gere t or
s praglótico.
j Ro q idão indica t or glótico e s bglótico. O
câncer s praglótico geralente é acopanhado de
o tros sinais e sintoas coo a alteração na q alidade
da voz, disfagia leve (dific ldade de engolir) e
sensação de  ´caroçoµ na garganta.
j Nas lesões avançadas das cordas vocais, alé da
ro q idão, pode ocorrer dor na garganta, disfagia e
dispnéia (dific ldade para respirar o falta de ar).
|


j Há a nítida associação entre a ingestão excessiva de
álcool e o vício de f ar, co o desenvolviento de
câncer nas vias aerodigestivas s periores.
j O tabagiso é o aior fator de risco para o
desenvolviento do câncer de laringe.
j å ando a ingestão excessiva de álcool é adicionada ao
f o, o risco a enta para o câncer s praglótico.
j Pacientes co câncer de laringe q e contin a a f ar e
beber tê probabilidade de c ra diin ída e a ento do
risco de apareciento de  seg ndo t or priário na
área de cabeça e pescoço.
|
|, |
j O ipacto da preservação da voz na q alidade de vida do paciente é
iportante, já q e a laringectoia total (retirada total da laringe) iplica
na perda da voz fisiológica e e traq eostoia definitiva.
j De acordo co a localização e estágio do câncer, ele pode ser tratado
co cir rgia e/o radioterapia e co q iioterapia associada à
radioterapia, havendo a série de procedientos cirúrgicos disponíveis
de acordo co as características do caso e do paciente.
j E alg ns casos, co o int ito de preservar a voz, a radioterapia pode
ser selecionada prieiro, deixando a cir rgia para o resgate q ando a
radioterapia não for s ficiente para controlar o t or.
j r associação da q iio e radioterapia é tilizada e protocolos de
preservação de órgãos, desenvolvidos para t ores ais avançados. Os
res ltados na preservação da laringe tê sido positivos.
j Da esa fora, novas técnicas cirúrgicas fora desenvolvidas
peritindo a preservação da f nção da laringe, eso e t ores
oderadaente avançados.
 
(
Coo a pele é  órgão heterogêneo, esse tipo de
câncer pode apresentar neoplasias de diferentes
linhagens. Os ais freqüentes são: carcinoa
basocel lar, responsável por 70% dos diagnósticos de
câncer de pele, o carcinoa epideróide co 25%
dos casos e o elanoa, detectado e 4% dos
pacientes. Felizente o carcinoa basocel lar, ais
freqüente, é tabé o enos agressivo. Este tipo e o
carcinoa epideróide são tabé chaados de
câncer de pele não elanoa, enq anto o elanoa
e o tros tipos, co orige nos elanócitos, são
denoinados de câncer de pele elanoa.
 
( ,( ,
O elanoa c tâneo (fig.) é  tipo de
câncer q e te orige nos elanócitos
(cél las prod toras de elanina, s bstância
q e deterina a cor da pele) e te
predoinância e ad ltos brancos.
Ebora só represente 4% dos tipos de
câncer de pele, o elanoa é o ais grave
devido à s a alta possibilidade de etástase
etástase..
|



j Os fatores de risco, e orde de


iportância, são: a sensibilidade ao sol
(q eiad ra pelo sol e não bronzeaento),
a pele clara, a exposição excessiva ao sol,
sol, a
história prévia de câncer de pele, história
failiar de elanoa, nevo congênito
(pinta esc ra).

 34
j Coo os o tros tipos de câncer de pele, o
elanoa pode ser prevenido evitando-
evitando-se a
exposição ao sol no horário das 10h às
16h, q ando os raios são ais intensos. Meso
d rante o período adeq ado é necessária a
tilização de proteção coo chapé , g arda-
arda-sol,
óc los esc ro e filtros solares co fator de
proteção 15 o ais.
 |,
j O elanoa pode s rgir a partir da pele noral o de
a lesão pigentada. r anifestação da doença na
pele noral se dá a partir do apareciento de a
pinta esc ra de bordas irreg lares acopanhada de
coceira e descaação.
j E casos de a lesão pigentada pré- pré-existente,
ocorre  a ento no taanho, a alteração na
coloração e na fora da lesão q e passa a apresentar
bordas irreg lares.
  6| 
j r coloração pode variar do castanho-
castanho-claro passando por
vários atizes chegando até à cor negra (elanoa típico) o
apresentar área co despigentação (elanoa co área de
regressão espontânea).
j O cresciento o alteração da fora é progressivo e se faz no
sentido horizontal o vertical. Na fase de cresciento
horizontal (s perficial), a neoplasia invade a epidere,
podendo atingir o não a dere papilar s perior. No sentido
vertical, o se cresciento é acelerado através da espess ra da
pele, forando nód los visíveis e palpáveis.
|
|, |
j r cir rgia é o trataento ais indicado.
j r radioterapia e a q iioterapia tabé pode
ser tilizadas dependendo do estágio do câncer.
j å ando há etástase, o elanoa é inc rável
na aioria dos casos.
j r estratégia de trataento para a doença
avançada deve ter então coo objetivo aliviar os
sintoas e elhorar a q alidade de vida do
paciente.
 
( 4,( ,

O carcinoa basocel lar e o carcinoa


epideróide, tabé chaados de
câncer de pele não elanoa, são os
tipos de câncer de pele ais freqüentes
(70% e 25%, respectivaente). Poré,
apesar das altas taxas de incidência, o
câncer de pele não elanoa apresenta
altos índices de c ra, principalente
devido à facilidade do diagnóstico
precoce.
|


j r exposição excessiva ao sol é o principal fator de
risco do câncer de pele. Pessoas q e vive e países
tropicais coo rasil e r strália, país co o aior
registro de câncer de pele no  ndo, estão ais
expostos a esse tipo de doença.
j Poré, doenças c tâneas prévias, fatores irritadiços
crônicos (úlcera angiodérica e cicatriz de
q eiad ra) e exposição a fatores q íicos coo o
arsênico, por exeplo, tabé pode levar ao
diagnóstico de câncer de pele. Nestes casos, a doença
cost a se anifestar  itos anos depois da
exposição contín a aos fatores de risco.

 34
j r exposição ao sol deve ser evitada no período das 10h às
16h. Meso d rante o horário adeq ado é necessário
tilizar a proteção adeq ada coo: chapé , g arda
arda--sol,
óc los esc ros e filtros solares co fator de proteção 15 o
ais.
j O filtro solar aeniza alg ns efeitos nocivos do sol, coo
as q eiad ras, dando portanto a falsa sensação de
seg rança. É iportante lebrar q e os filtros solares
protege dos raios solares, no entanto, eles não tê o
objetivo de prolongar o tepo de exposição solar. |odos os
filtros solares deve ser repassados a cada 30 in tos de
exposição.
 |,
j Pessoas q e apresenta feridas na pele q e
deore ais de q atro seanas para cicatrizar.
j Variação na cor de sinais.
j Manchas q e coça, arde, descaa o sagra,
deve recorrer o ais rápido possível ao
deratologista.
 5 6| 
j O câncer de pele não elanoa pode apresentar
dois tipos de diagnóstico. O carcinoa
basocel lar é diagnosticado através de a lesão
(ferida o nód lo) co a evol ção lenta.
j O carcinoa epideróide tabé s rge por
eio de a ferida, poré, q e evol i
rapidaente e ve acopanhada de secreção e
de coceira.
|
|, |
j E abos os casos, a cir rgia é o trataento ais
indicado.
j Dependendo da extensão, o carcinoa basocel lar
pode tabé ser tratado através de edicaento
tópico o radioterapia.
j No caso do carcinoa epideróide, o trataento
s al é feito basicaente através de procediento
cirúrgico e radioterapia.
 
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 |,

j Os sintoas do câncer de aa palpável são o


nód lo o t or no seio, acopanhado o não
de dor aária.
j Pode s rgir alterações na pele q e recobre a
aa, assi coo nód los palpáveis na axila.
|


j História failiar co parentes de prieiro gra
(ãe o irã).
j r idade.
j r enarca precoce (idade da prieira enstr ação).
j r enopa sa tardia (após os 50 anos de idade).
j r ocorrência da prieira gravidez após os 30 anos.
j r n liparidade (não ter tido filhos).
j rinda é controvertida a associação do so de
contraceptivos orais.
j r ingestão reg lar de álcool.
j r exposição a radiações ionizantes e idade inferior a
35 anos.
|34


j rs foras ais eficazes para detecção


precoce do câncer de aa são o exae
clínico da aa e a aografia.
|
|, |

j Cirúrgia

jå iioterapia
j Radioterapia

Prognóstico: |NM
 
 

j É dividido e três partes: a cabeça (lado direito); o
corpo (seção central) e a ca da (lado esq erdo). r
aior parte do casos de câncer de pâncreas localiza-
localiza-se
na região da cabeça do órgão.
j O risco de desenvolver o câncer de pâncreas a enta
após os 50 anos de idade, principalente na faixa entre
65 e 80 anos, havendo a aior incidência no sexo
asc lino.
j r aior parte dos casos da doença é diagnosticada e
fase avançada, e portanto, é tratada para fins paliativos.
O tipo ais freqüente é o adenocarcinoa co 90%
dos casos.
|


j Uso de derivados do tabaco.
j Cons o excessivo de gord ra, de carnes e de
bebidas alcoólicas. Coo tabé a exposição a
copostos q íicos, coo solventes e petróleo,
d rante longo tepo.
j Há  gr po de pessoas q e poss i aior chance de
desenvolver a doença, e estas deve estar atentas aos
sintoas. Pertence a este gr po indivíd os q e
sofre de pancreatite crônica o de diabetes
elit s, q e fora s betidos a cir rgias de úlcera no
estôago o d odeno o sofrera retirada da
vesíc la biliar.

 34
j Evitar o cons o de derivados do tabaco e a ingestão
excessiva de bebidas alcoólicas e adotar a dieta
balanceada co fr tas e vegetais.
j Para indivíd os s betidos a cir rgias de úlcera no
estôago o d odeno o q e sofrera retirada da
vesíc la biliar, recoenda
recoenda--se a realização de exaes
clínicos reg larente, coo tabé para aq eles
co histórico failiar de câncer. Pessoas q e sofre
de pancreatite crônica o de diabete elit s deve
tabé fazer exaes periódicos.
|34

j r localização do pâncreas na cavidade ais
prof nda do abdoe, atrás de o tros órgãos,
dific lta a detecção precoce do câncer de
pâncreas.
j O t or noralente desenvolve-
desenvolve-se se
sintoas, sendo difícil diagnosticá-
diagnosticá-lo na fase
inicial.
j å ando detectado, já pode estar e estágio
 ito avançado.
 |,
j Não apresenta sinais específicos, o q e dific lta o
diagnóstico precoce. Os sintoas depende da região onde
está localizado o t or, e os ais perceptíveis são: perda de
apetite e de peso, fraq eza, diarréia e tont ra.
j O t or q e atinge a cabeça do pâncreas poss i coo
sintoa co  a icterícia.
j å ando a doença está ais avançada,  sinal co  é a
dor, q e no início é de peq ena intensidade, podendo ficar
ais forte, localizada na região das costas.
j O tro sintoa do t or é o a ento do nível da glicose no
sang e, ca sado pela deficiência na prod ção de ins lina.
 5 6| 
j É realizado através do relato dos sintoas e de
exaes de laboratório, coo de sang e, fezes e
rina. O tros exaes pode ser solicitados,
coo: toografia cop tadorizada do abdoe;
ltra--sonografia abdoinal; ressonância n clear
ltra
de vias biliares e da região do pâncreas; e
tabé a biópsia do tecido.
|
|, |
j r c ra do câncer de pâncreas só é possível
q ando este for detectado e fase inicial. Nos
casos passíveis de cir rgia, o trataento ais
indicado é a ressecção, dependendo do estágio
do t or.
j r radioterapia e a q iioterapia, associadas o
não, pode ser tilizadas para a red ção do
t or e alívio dos sintoas.
 
P 
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""C $%$'&
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 |,
j Ua ferida o úlcera persistente, o ainda por a
t oração localizada na glande, prepúcio o corpo do
pênis.
j r presença de a destas anifestações, associadas à
presença de a secreção branca (esega) pode ser
 sinal de câncer no pênis. neste caso,  especialista
deverá ser cons ltado.
j rlé da t oração no pênis, é possível a presença de
gânglios ing inais (íng a na virilha), o q e pode ser 
sinal agravante na progressão da doença (etástases).
|



j Hoens q e não fora operados de fiose.


j r prática sex al co diferentes parceiros se o
so de caisinha.
j rlg ns est dos científicos s gere a
associação entre infecção pelo HPV e câncer de
pênis.

 34
j ãipeza diária co ág a e sabão,
principalente após as relações sex ais. É
f ndaental ensinar às crianças desde cedo os
hábitos de higiene íntia, q e deve ser
praticados todos os dias.
j r cir rgia de fiose é a cir rgia siples e
rápida, q e não necessita de internação.
j |anto o hoe circ ncidado coo o não- não-
circ ncidado red ze as chances de desenvolver
este tipo de câncer co bons hábitos de higiene.
|34

j Realização de higiene íntia e a to-
to-exae do pênis.
j ro realizar o a to-
to-exae, os hoens deve estar
atentos à:
‡ perda de pigentação o anchas esbranq içadas;
‡ feridas e caroços no pênis q e não desaparecera
após trataento édico, e q e apresente secreções e
a cheiro;
‡ t oração no pênis e/o na virilha (íng a);
‡ inflaações de longo período co verelhidão e
coceira, principalente nos portadores de fiose.
ro observar q alq er  destes sinais, é necessário
proc rar  édico iediataente.
 5 6| 
j |odas as lesões o t orações penianas,
independente da presença da fiose, deverão ser
avaliadas por  édico: principalente aq elas
de evol ção lenta e q e não respondera aos
trataentos convencionais.
j Estas lesões deverão ser biopsiadas ( retirada de
 fragento) para análise , q ando será dado o
diagnóstico final.
|
|, |
j Depende da extensão local do t or e do coproetiento
dos gânglios ing inais.
j Cir rgia, radioterapia e q iioterapia pode ser oferecidas.
j r cir rgia é o trataento ais freqüenteente realizado para
controle local da doença.

O diagnóstico precoce é f ndaental para evitar o cresciento


local da doença e a posterior ap tação do pênis, q e
traze conseqüências físicas, sex ais e psicológicas ao
hoe. Por isso, q anto ais cedo for iniciado o trataento,
aiores são as chances de c ra.
 

6||
|


j r idade.
j História failiar de pai o irão co câncer da próstata antes dos
60 anos de idade pode a entar o risco de câncer e 3 a 10 vezes
e relação à pop lação e geral, podendo refletir tanto fatores
hereditários q anto hábitos alientares o estilo de vida de risco de
alg as faílias.
j r infl ência q e a dieta pode exercer sobre a gênese do câncer ainda
é incerta, não sendo conhecidos os exatos coponentes o através
de q ais ecanisos estes poderia estar infl enciando o
desenvolviento do câncer da próstata.
Ua dieta rica e fr tas, verd ras, leg es, grãos e cereais integrais,
e co enos gord ra, principalente as de orige anial, não só
pode aj dar a diin ir o risco de câncer, coo tabé de o tras
doenças crônicas não transissíveis.
 |,

j O Câncer da próstata e s a fase inicial te a


evol ção silenciosa.
j Ua fase avançada da doença pode ser
caracterizada por  q adro de dor óssea, sintoas
rinários o , q ando ais grave, coo infecções
generalizadas o ins ficiência renal.
 5 6| 
j O diagnóstico do câncer de próstata é feito pelo
exae clínico (toq e retal) e pela dosage do
antígeno prostático específico (PSr, sigla e
inglês), q e pode s gerir a existência da doença e
indicare a realização de ltra
ltra--sonografia pélvica
(o prostática transretal, se disponível).
j Ultra--sonografia, por s a vez, poderá ostrar a
Ultra
necessidade de se realizar a biópsia prostática
transretal.
|
|, |
j Depende do estagiaento clínico.
j Para doença localizada, cir rgia, radioterapia e até
eso a observação vigilante (e alg as sit ações
especiais) pode ser oferecidos.
j Para doença localente avançada, radioterapia o
cir rgia e cobinação co trataento horonal tê
sido tilizados.
j Para doença etastática, o trataento de eleição é
horonioterapia.
j r escolha do trataento ais adeq ado deve ser
individ alizada e definida após disc tir os riscos e
benefícios do trataento co o se édico.
 
@(,4
j Classificação anatoo-
anatoo-patológico:
1) Peq enas cél las
2) Não-
Não-peq enas cél las (85%)
j O t or de cél las não-
não-peq enas corresponde a  gr po
heterogêneo coposto de três tipos histológicos principais e
distintos: carcinoa epideróide, adenocarcinoa e
carcinoa de grandes cél las, ocorrendo e cerca de 75% dos
pacientes diagnosticados co câncer de p lão.
j Dentre os tipos cel lares restantes, destaca-
destaca-se o carcinoa
indiferenciado de cél las peq enas, co os três s btipos
cel lares: linfocitóide (
( 
 ),

 ), interediário e cobinado
(cél las peq enas ais carcinoa epideróide o
adenocarcinoa).
|


j O tabagiso é responsável por 90% dos casos.
j O tros fatores relacionados são certos agentes q íicos
(coo o arsênico, asbesto, berílio, croo, radônio, níq el,
cádio e cloreto de vinila, encontrados principalente no
abiente oc pacional).
j Fatores dietéticos (baixo cons o de fr tas e verd ras).
j Doença p lonar obstr tiva crônica (enfisea p lonar e
bronq ite crônica).
j Fatores genéticos (q e predispõe à ação carcinogênica de
copostos inorgânicos de asbesto e hidrocarbonetos
policíclicos aroáticos) e história failiar de câncer de
p lão.
 |,
j |osse, estridor (ronco), dor no tórax, escarros
heópticos (escarro co raias de sang e), dispnéia
(falta de ar) e pne onia.
j Os t ores de localização periférica são geralente
assintoáticos.
j å ando invade a ple ra o a parede torácica,
ca sa dor, tosse e dispnéia do tipo restritivo, o
seja, po ca expansibilidade p lonar.

 34

j r ais iportante e eficaz prevenção do


câncer de p lão é a priária, o seja, o
cobate ao tabagiso.
j r ação perite a red ção do núero de
casos (incidência) e de ortalidade.
|
|, |
j Do ponto de vista terapê tico existe três
alternativas: cir rgia, radioterapia e
q iioterapia.
j rté o oento não existe benefício
coprovado co i noterapia.
j Os pacientes s betidos a cir rgia se
beneficia de q iioterapia copleentar, dita
adj vante, q e red z as chances de
reapareciento da doença.
 
F

j O câncer de ovário é o câncer ginecológico ais
difícil de ser diagnosticado. Cerca de ¾ dos
t ores alignos de ovário apresenta
apresenta--se e
estágio avançado no oento do diagnóstico
inicial.
j É o câncer ginecológico de aior letalidade,
ebora seja enos freqüente q e o câncer de
colo do útero.
|


j Fatores horonais, abientais e genéticos estão relacionados
co o apareciento do câncer de ovário. Cerca de 90% dos
cânceres de ovário são esporádicos, isto é, não apresenta
fator de risco reconhecido. Cerca de 10% dos cânceres de
ovário apresenta  coponente genético o failiar.
j História failiar é o fator de risco isolado ais iportante.
j r presença de cistos no ovário, bastante co  entre as
 lheres, não deve ser otivo para pânico. O perigo só
existe q ando eles são aiores q e 10c e poss e áreas
sólidas e líq idas. Nesse caso, q ando detectado o cisto, a
cir rgia é o trataento indicado.

 34
j rs  lheres deve estar atentas aos fatores de
risco e cons ltar reg larente o se édico,
principalente as  lheres acia de 50 anos.
j O chaado exae preventivo ginecológico
(Papanicolao ) não detecta o câncer de ovário,
já q e é específico para detectar o câncer do
colo do útero
,

|@,
 
j São s bstâncias detectadas no exae de sang e e q e
a entaria na presença de t ores alignos.
j No caso do ovário estas seria o Cr 125, a rlfa-
rlfa-feto-
feto-
proteina e o beta-
beta-HCG.
j Estes arcadores te baixa especificidade co grande
núero de falsos positivos. Os arcadores são  ito
úteis no seg iento da paciente co câncer de ovário,
poré po co confiáveis para o diagnóstico inicial. O
Cr 125, por exeplo, pode estar elevado e doenças
benignas coo o ioa terino o a endoetriose.
|
|, |
j Cir rgia, radioterapia e q iioterapia.
j r escolha vai depender principalente do tipo
histológico do t or, do estagiaento clínico
e/o cirúrgico do t or, da idade e das
condições clínicas do paciente e se o t or é
inicial o recorrente.
j Se a doença for detectada no início -
especialente nas  lheres ais jovens - é
possível reover soente o ovário afetado.
 
||8@(
j O câncer de testíc lo é  t or enos
freqüente, as co o agravante de ter aior
incidência e pessoas jovens e idade
prod tiva.
j r criptorq idia (testíc lo q e não desce para a
bolsa escrotal) é  fator iportante q e infl i
no apareciento deste tipo de t or.
 |,
j rpareciento de  nód lo d ro, geralente indolor,
aproxiadaente do taanho de a ervilha.
j r alteração encontrada pode se tratar soente de a
infecção, poré, no caso de  t or, o diagnóstico
precoce a enta as chances de c ra.
j Deve--se ficar atento à alterações coo a ento o
Deve
diin ição no taanho dos testíc los, dor iprecisa
no abdôen inferior, sang e na rina e a ento o
sensibilidade dos ailos.
|


j Os principais fatores de risco para o
desenvolviento de câncer de testíc lo são:
histórico failiar deste t or, lesões e tra as
na bolsa escrotal.
j Na infância, é iportante o exae do pediatra
para verificar se ocorre noralente a descida
dos testíc los para a bolsa escrotal.

 34

j O a to-exae dos testíc los é  hábito


sal tar e  ito iportante na prevenção
deste tipo de câncer e deve ser realizado
ensalente.
|34


j r presença de nod lações o end recientos


testic lares deverão ser avaliada por  édico
especialista.
j O exae físico é o elhor eio de detecção
precoce, visto q e a presença de assa testic lar
é a q eixa ais freqüente.
 5 6| 
j Se por  lado é a doença agressiva co alto índice
de d plicação das cél las t orais (q e pode levar à
rápida evol ção da patologia), por o tro lado é de fácil
diagnóstico e  dos t ores co aior índice de
c ra, visto ser altaente responsivo aos
q iioterápicos disponíveis no oento.
j O câncer do testíc lo poss i arcadores t orais
sangüíneos (alfa-
(alfa-feto proteína e beta-
beta-HCG) q e pode
aj dar no diagnóstico e no acopanhaento f t ro da
doença.
|
|, |
j O trataento inicial é sepre cirúrgico e ocorre através de 
peq eno corte no abdoe, q ando se expõe o testíc lo e a biópsia é
realizada.
j O res ltado do aterial retirado é feito no oento da cir rgia.
j Nos casos de positividade para câncer, é procedida a retirada do
testíc lo q e não afeta a f nção sex al o reprod tiva do paciente,
caso tenha o o tro testíc lo noral.
j r copleentação do trataento dependerá da pesq isa, q e será
realizada para identificar a presença o a possibilidade de
disseinação da doença para o tros órgãos.
j O trataento posterior poderá ser cirúrgico, radioterápico,
q iioterápico o através de controle clínico.
(@, 5@
j r le ceia é a doença aligna dos glób los
brancos (le cócitos) de orige, na aioria das
vezes, não conhecida. |e coo principal
característica o acú lo de cél las jovens (blásticas)
Fig. 2
1

anorais na ed la óssea, q e s bstit e as cél las


sangüineas norais.
j r ed la é o local de foração das cél las
sangüíneas, oc pa a cavidade dos ossos
(principalente esterno e bacia) e é conhecida
pop larente por t tano. Nela são encontradas as
cél las ães o prec rsoras, q e origina os
eleentos fig rados do sang e: glób los brancos,
glób los verelhos (heácias o eritrócitos) e
plaq etas.
O tipo de le ceia ais freqüente na criança
é a le ceia linfóide ag da (o
linfoblástica).
r le ceia ielóide ag da é ais co  no
ad lto. Esta últia te vários s btipos:
ieloblástica (enos e ais diferenciada),
proielocítica, ieloonocítica,
onocítica, eritrocítica e egacariocítica.
 5 6| 
j rs anifestações clínicas da le ceia ag da são
sec ndárias à proliferação excessiva de cél las iat ras
(blásticas) da ed la óssea, q e infiltra os tecidos do
organiso, tais coo: aígdalas, linfonodos (íng as),
pele, baço, rins, sistea nervoso central (SNC) e o tros.
j r fadiga, palpitação e aneia aparece pela red ção da
prod ção dos eritrócitos pela ed la óssea.
j Infecções q e pode levar ao óbito são ca sadas pela
red ção dos le cócitos norais (responsáveis pela
defesa do organiso).
j Verifica-se tendência a sangraentos pela
Verifica-
diin ição na prod ção de plaq etas
(trobocitopenia).
j O tras anifestações clínicas são dores
nos ossos e nas artic lações.
j São ca sadas pela infiltração das cél las
le cêicas nos ossos.
j Dores de cabeça, ná seas, vôitos, visão
d pla e desorientação são ca sados pelo
coproetiento do SNC.
j r s speita do diagnóstico é reforçada pelo exae físico.
O paciente pode apresentar palidez, febre, a ento do
baço (esplenoegalia) e sinais decorrentes da
trobocitopenia, tais coo epistaxe (sangraento
nasal), heorragias conj ntivais, sangraentos
gengivais, petéq ias (pontos violáceos na pele) e
eq ioses (anchas roxas na pele).
j Na análise laboratorial, o heograa estará alterado,
poré, o diagnóstico é confirado no exae da
ed la óssea (ielograa).
|
|, |
j Para alg ns casos, é indicado o transplante de ed la óssea
óssea..
j O trataento é feito e várias fases. r prieira te a finalidade de
atingir a reissão copleta, o seja,  estado de aparente noralidade
q e se obté após a poliq iioterapia.
j Esse res ltado é conseg ido entre  e dois eses após o início do
trataento (fase de ind ção de reissão), q ando os exaes não ais
evidencia cél las le cêicas. Isso ocorre q ando os exaes de sang e
e da ed la óssea (reissão orfológica) e o exae físico (reissão
clínica) não deonstra ais anoralidades.
j Nas etapas seg intes, o trataento varia de acordo co o tipo de
le ceia (linfóide o ielóide), podendo d rar ais de dois anos nas
linfóides e enos de  ano nas ielóides.
j São três fases: consolidação (trataento intensivo co s bstâncias não
epregadas anteriorente); reind ção (repetição dos edicaentos
sados na fase de ind ção da reissão) e an tenção (o trataento é
ais brando e contín o por vários eses).
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ãINFOMr DE HODINK
j
ãINFOMr DE HODINK
j r Doença, o ãinfoa de Hodgkin, é a
fora de câncer q e se origina nos linfonodos
(gânglios) do sistea linfático,  conj nto
coposto por órgãos, tecidos q e prod ze
cél las responsáveis pela i nidade e vasos q e
cond ze estas cél las através do corpo.
j Os órgãos e tecidos q e copõe o sistea
linfático incl e linfonodos, tio, baço, aígdalas,
ed la óssea e tecidos linfáticos no intestino.
j r linfa,  líq ido claro q e banha estes tecidos,
conté proteínas e cél las linfóides. Já os
linfonodos (gânglios) são encontrados e todos as
partes do corpo, principalente no pescoço, virilha,
axilas, pelve, abdoe e tórax; prod ze e
arazena le cócitos denoinados linfócitos.
j Existe três tipos de linfócitos: os linfócitos  (o
cél las ), os linfócitos | (o cél las |), e as cél las
´nat ral killerµ (cél las NK).
j r Doença de Hodgkin s rge q ando  linfócito (ais
freqüenteente  linfócito ) se transfora de a
cél la noral e a cél la aligna, capaz de crescer
descontroladaente e disseinar-
disseinar-se.
j r cél la aligna coeça a prod zir, nos linfonodos, cópias
idênticas (tabé chaadas de clones). Co o passar do
tepo, estas cél las alignas pode se disseinar para
tecidos adjacentes, e, se não tratadas, pode atingir o tras
partes do corpo.
j Na Doença de Hodgkin, os t ores disseina-
disseina-se de 
gr po de linfonodos para o tros gr pos de linfonodos
através dos vasos linfáticos. O local ais co  de
envolviento é o tórax, região tabé denoinada
ediastino.
|


j Pessoas co sistea i ne coproetido,
coo conseqüência de doenças genéticas
hereditárias, infecção pelo HIV, so de drogas
i noss pressoras, tê risco  po co aior
de desenvolver Doença de Hodgkin.
j Mebros de faílias nas q ais a o ais
pessoas tivera diagnóstico da doença tabé
tê risco a entado de desenvolvê-
desenvolvê-la, as não
se deve pensar q e é certo de acontecer.
 |,
j Os sintoas da doença depende da s a localização.
j E linfonodos q e estão próxios à pele, no pescoço,
axilas e virilhas, os sintoas provavelente incl irão a
apresentação de linfonodos a entados e indolores
nestes locais.
j Se a doença ocorre na região do tórax, os sintoas
pode ser de tosse, ´falta de arµ (dispnéia) e dor
torácica.
j å ando se apresenta na pelve e no abdoe, os
sintoas pode ser de plenit de e distensão
abdoinal.
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#:$:& & :"":
"&$%Q  $ "R';
 5 6| 
j r biópsia é considerada obrigatória para o diagnóstico de
Doença de Hodgkin. D rante o procediento, reove-
reove-se
a peq ena aostra de tecido para análise, e geral 
gânglio linfático a entado. Há vários tipos de biópsia:

j ‡ $/"$? $$ &$ $$  - o édico, através de


a incisão na pele, reove  gânglio inteiro (excisional),
o a peq ena parte (incisional);
‡ $/"$&/ - retira-
retira-se  peq eno
fragento da ed la óssea através de ag lha. Esse
procediento não fornece diagnóstico da Doença de
Hodgkin, as é f ndaental para deterinar a extensão da
disseinação da doença;
9$:-&$$+&$"?
<&I&$   !$ " !$ 
 9&&$  $#$"$;
$ &S
‡ & $ 9$  para deterinar alterações
croossôicas nas cél las;
‡ & =$<&!$ 
& =$<&!$ ,, na q al anticorpos são sados
para disting ir entre vários tipos de cél las cancerosas;
‡ & 9$  &
& 9$  &,, q e são testes de
DNr e RNr altaente sensíveis para deterinar traços
genéticos específicos das cél las cancerosas.
|
|, |
j O trataento clássico da Doença de Hodgkin, e geral,
consiste de poliq iioterapia, co o se radioterapia.
j Dependendo do estágio da doença no oento do
diagnóstico, pode-
pode-se estiar o prognóstico do paciente
co o trataento.
j Para os pacientes q e sofre recaídas (retorno) da
doença, são disponíveis alternativas, dependendo da
fora do trataento inicial epregado.
j rs foras epregadas s alente, e co indicações
relativaente precisas, são o eprego de
poliq iioterapia e do transplante de ed la
6|
|, |
j r radioterapia e os esq eas de q iioterapia
epregados reg larente traze riscos para os
pacientes após o trataento.
j Entre os ais iportantes estão o desenvolviento de
o tros tipos de câncer (aa, p lão, tireóide,
linfoas e le ceias) e possível infertilidade. No
entanto, estes riscos não são s ficienteente grandes a
ponto de se q estionar o so dessas foras de
trataento, visto q e a Doença de Hodgkin é c rável
se tratada adeq adaente.
j Os pacientes deve ser seg idos contin aente após o
trataento, co cons ltas periódicas c jos intervalos
pode ir a entando progressivaente
( , 4 T
j ãinfoas são neoplasias alignas q e se origina
nos linfonodos (gânglios), q e são  ito
iportantes no cobate a infecções.
j Os ãinfoas Não
Não--Hodgkin incl e ais de 20
tipos diferentes. O núero de casos praticaente
d plico nos últios 25 anos, partic larente entre
pessoas acia de 60 anos por razões ainda não
esclarecidas.
|


j $$&  "$ - Pessoas co deficiência de
i nidade, e conseqüência de doenças genéticas hereditárias, so de
drogas i noss pressoras e infecção pelo HIV, tê aior risco de
desenvolver linfoas. Pacientes portadores da bactéria Helicobacter
pylori (q e ca sa úlceras gástricas), tê risco a entado para alg ns
tipos de linfoa;
j ?"$)-å&!$ 
?"$)-å&!$  Os ãinfoas Não Não--Hodgkin estão tabé
ligados à exposição a certos agentes q íicos, incl indo pesticidas,
solventes e fertilizantes. Herbicidas e inseticidas tê sido relacionados
ao s rgiento de linfoas e est dos co agric ltores e o tros gr pos
de pessoas q e se expõe a altos níveis desses agentes q íicos. r
containação da ág a por nitrato, s bstância encontrada e
fertilizantes, é  exeplo de exposição q e parece a entar os riscos
para doença;
‡ ?"$)-$)-;

 34
j rssi coo e o tras foras de câncer, dietas
ricas e verd ras e fr tas pode ter efeito
protetor contra o desenvolviento de ãinfoas
Não--Hodgkin.
Não
 |,

j r ento dos linfonodos do pescoço,


axilas e/o virilha.
j S dorese not rna excessiva.

j Febre.

j Pr rido (coceira na pele).

j Perda de peso inexplicada.


 5 6| 
j $/"$SD rante a biópsia, é retirada peq ena
porção de tecido (e geral linfonodos) para análise
e laboratório de anatoia patológica. Há vários
tipos de biópsia, incl indo os seg intes:
‡ $/"$? $$ &$ $$  através de a
incisão na pele, retira-se o linfonodo por inteiro
(excisional) o a peq ena parte do tecido
acoetido (incisional).
‡ & )-"$$0"&=$  retira-se
peq ena porção de tecido por aspiração através de
ag lha.
‡ $/"$"$)-&/
$/"$"$)-&/ retira
retira--se
peq ena aostra da ed la óssea (biópsia) o do
sang e da ed la óssea (aspiração) através de a
ag lha. Este exae é necessário para definir se a
doença estende-
estende-se tabé à ed la óssea, inforação
iportante q e pode ter iplicações no trataento a
ser epregado.
‡ & )-#
& )-# retira
retira--se peq ena porção do líq ido
cerebroespinhal (líq or), q e banha o cérebro e a
ed la espinhal (não conf ndir co ed la óssea).
Esse procediento deterina se o sistea nervoso
central foi atingido.
|
|, |
j r aioria dos linfoas é tratada co q iioterapia,
radioterapia, o abos. r i noterapia está sendo
cada vez ais incorporada ao trataento, incl indo
anticorpos onoclonais e citoq inas, isoladaente o
associados à q iioterapia.
j I noterapias, partic larente interferon, anticorpos
onoclonais, citoq inas e vacinas t orais estão
sendo s betidos a est dos clínicos para deterinar
s a eficácia nos ãinfoas Não
Não--Hodgkin.
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