Vous êtes sur la page 1sur 33

Comunicação Audiovisual

|    

V   V 

 

× Um audiovisual serve para ultrapassar os limites
da comunicação verbal.

× De uma mensagem memoriza-se:

× 10% de comunicação escrita;

× 15% de comunicação verbal;

× 30 a 35% de comunicação visual;

× 50 a 60% de comunicação audiovisual;

        
u
    V 

 

× Vumentam o interesse e a atenção;

× Facilitam a actividade do professor;

× Facilitam a retenção na memória;

× Estimulam o processo de aprendizagem;

× Desafiam as capacidades do aluno;

× Estimulam a imaginação;

× Economizam tempo de ensino.


        


  V 

 


× Vuditivos;

× Visuais;

× Vudiovisuais.

        
V 



× ÿ dio

× Leitor de Cassetes

× Leitor de CD

× Leitor de DVD
        
u
 
× Vantagens
× Económicos e f ceis de utilizar;
× Vprendizagem de grupos ou individual;
× Eficaz para alunos com problemas visuais;
× Os CD´s ou as cassetes são f ceis de duplicar.

× Desvantagens
× Dispersão da audiência;
× Sem imagens, menos possibilidade de compreensão.

       

è
 


× ëão project veis: × Project veis

× Quadros; × Projector de

× Documentos; diapositivos;

× Modelos e maquetas; × ÿetroprojector;

× Meio Vmbiente. × Episcópio.

        
è
 
    


× §  
×       
×    
×  ! "    #$ 
× %& " '

× §  % ()  


× * #$   
×   + +  # 
× ,  -    ('

        
è
 
   

× , /  #    
× , / 0 "#   1
& 2 3

× #  #
× 4 ## / -/ 
# 1 - - 

× 5 # / 
× 5#    2   1
 #  6   #'

        .
ÿ  
× Verificações:
× Colocar sobre mesa segura;
× Verificar funcionamento da lâmpada e ventilador;
× Focar a imagem;
× Usar uma transparência de teste.

× Princípios a respeitar:
× Fazer planificação do trabalho;
× V mensagem não dever ser apresentada na sua
totalidade;
× ÿepartir a mensagem por v rios acetatos, se necess rio;
× Desligar durante a mudança entre acetatos;
× Desligar no fim da utilização.

        7
ÿ  
× Métodos de Vpresentação Tradicionais:
× Escrita directa sobre os acetatos;
× Uso de acetatos j preparados;
× Projectar objectos transparentes ou silhuetas escuras;

× Outros métodos:
× Técnica da m scara;
× Vcetato composto (Técnica da Sanduíche)
× Setas móveis.

        77
ÿ  


× Concepção:
× Definição do conteúdo;
× ÿealização da maqueta numa folha V;
× Escolha da técnica a utilizar;
× ÿealização manual da transparência;
× Verificação e avaliação da transparência.
× ÿegras:
× Ter um título;
× Ter 3 ideias chave no m imo;
× ëa vertical: ter 10 a 1 linhas ( a 7 palavras por linha);
× ëa horizontal: ter 10 linhas (6 palavras por linha);
× Usar letras legíveis letra de imprensa;
× Escrever sempre as palavras completas.

        7
º 
 

CVÿVCTEÿSTICVS DV
TÿVëSPVÿëCIV

1. VISIBILIDVDE
2. LEGIBILIDVDE
3. COëCISÃO

        7
º 
 

V    

  

         




   

    



     

   



  

        7
V   
× Evitar a simples leitura;
× Completar e dar eemplos do que escreveu;
× Evitar ter uma transparência em projecção mais
de  minutos;
× Desligar o projector sempre que tenha de fazer
coment rios;
× Vpontar, podendo fazê-lo no próprio prato do
retroprojector.

        7
V 

 

× Diaporama
× Projecção de diapositivos
com som sincronizado.

× Televisão/Video

× Computador

× Videoprojector

× Data-Show

        7

V 

 

× Vantagens × Desvantagens
× ëão h obscurecimento × Conhecimentos
da sala; específicos;
× Posicionamento do
× Custos;
Professor;
× Suporte ÿeutiliz vel; × Incompatibilidade entre
× ÿeprodução formatos;
instantânea; × Preparação prévia.
× ÿeutilização dos
documentos.

        7
u 
   


   


        7
º   

× Ecrã é normalmente: × Técnicas Vntigas:


× Espaços brancos;
× Mais pequeno;
× Comprimento de linhas;
× Com mais grão;
× Margens.
× Menos legível;
× Técnicas ëovas
× ëão manipul vel.
× Uso de cor;

× Vnimação.

        7.


    


    
× Dividir p gina para cada tipo de informação:
× E:

× *   ,  #

× *    !  0/ 3

× *      08 91  65:)3

× Centrar a rea principal e colocar reas mais


pequenas em torno da periferia do ecrã.

        
º
!
  
× V leitura deve ser feita:
× Uniformemente;
× Da esquerda para a direita;
× De cima para baio.

× Vgrupar itens idênticos:


× Sub-ecrãs mais simples;
× Colocar em volta uma margem;
× Desenhando uma caia;
× Usando cor ou mudar tipo de letra.

        7
º
!
    "
× Formas de destacar informação:
× Destaque discreto;
× ëunca destacar mais de 10% de informação;
× Informação de leitura, evitar redução legibilidade;

× nfase × nfase mais × nfase ainda


Discreto: forte: mais forte:
× Maiúsculas; × ëegrito; × Piscar;
× It lico; × Mais brilho; × Vnimar.
× Outra fonte. × Mudança de cor.

        
º
!
    "

× Densidade de informação:
× ëão empacotar informação de forma densa;

× Evitar muitos detalhes (sintetizar);

× Mostrar informação progressivamente;

× Estruturar teto;

× Usar espaços em branco;

× Manter coerência.

        
º
   
× Legibilidade × Estilo
× Linhas curtas; × Conciso, claro, coerente;
× Misturar maiúsculas e × ÿespeitar gram tica;
minúsculas;
× Par grafos curtos;
× Teto por blocos;
× Estar adaptado ao
× Ocupar um terço ou
destinat rio.
metade do ecrã;

        
o


× V Comunicação é visual;

× O homem tem 2 hemisférios cerebrais:


× Esquerdo ± analítico e racional;

× Direito ± Intuição e criatividade;

× Equilíbrio entre imagens e tetos;

× Dois terços do ecrã com imagens;

        
o
  "
× Tipos:
× Devem ser:
× Figurativos:
× Vdequados; ×   6!#   
× ;   ! # '
× Estimular o interesse;
× Esquem ticos:
× ëão ser lentos; ×   ##$ 
×   ! '
× Servir para apoiar e × Simbólicos:
ilustrar; × ,  " '
× Vbstractos:
× Ter qualidade.
× *      & 
'
        

º 
  
 


× Som × Imagens animadas

× ëão perturbar a × Elevada qualidade;

comunicação; × Motivar;

× Estimular interesse; × Vpoiar;

× Ter qualidade; × Ser claras.

× Ser analisado.

        
ÿ #
  
× Utilização da Cor para:

× ÿelacionar ± Cores semelhantes (laranja e amarelo);

× Diferenciar ± Cores contrastantes (azul e amarelo);

× Chamar atenção ± Cores claras e brilhantes (Branco,

amarelo, verde, azul, vermelho);

× ÿetratar objectos naturais;

× Vtrair.

        
ÿ #
    "

× Problemas
è  
× Dispersão da atenção;

× Fadiga por combinações inadequadas;

× Daltonismo;

× Conotações intra-culturais.

        .
ÿ #
    "
× Vs cores devem: × ëão se deve:
× Contar apenas com as
× Ser poucas, n.º cores;
desej vel é 3; × Usar demasiadas cores;
× Usar cores com brilho
× Diferenciar-se bem; semelhante;
× Usar cores não
× ÿespeitar códigos social contrastantes;
e cultural; × Usar cores em reas
pequenas e pormenores;
× Vtribuir um sentido. × Usar cores em tetos
densos.

        
ÿ #
    "
× Semiologia da cor:
× Vermelho: força vital e activa (parar, fogo, perigo,
quente, paião);
× Vzul: efeito calmante (frio, gua, calma, céu);
× Vmarelo: estimulante (cuidado, devagar);
× Verde: estabilidade (OK, avançar, segurança,
vegetação);
× Violeta: Transformação;
× Cinzento: negação (neutralidade);
× Preto: negação total;
× Branco: efeito positivo.
        7
ÿ #
    "
× Fundos: × Primeiros planos
× ëegros, castanhos × Diferentes dos fundos;
(letras verdes em vez × Cores mais quentes e
de branco); activas;
× ëão-reflectores; × Usar pouco branco se
× ëão devem ser: usar outras cores
Vermelhos, amarelos, claras;
verdes ou azuis;
 
 

è  è 
 

        
ÿ #
    "
× Escolha das cores:
× Usar cores com moderação (2 ou 3);
× Usar cores brilhantes para enfatizar;
× Escolher cores harmoniosas.

× Cores Quentes: × Cores para pormenores:


× Vermelho; × Preto;
× Laranja; × Cinzento;
× Vmarelo. × Branco.
× Cores Frias: × Cores contrastantes:
× Verde; × Preto/Branco;
× Vzul; × Vzul/Branco;
× Violeta. × Vzul/Vmarelo.
        

Centres d'intérêt liés