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Vírus

Virus (Do latim virus = veneno)


- São constituídos por DNA ou RNA (nunca ambos no mesmo vírion, ao
contrário de todas as outras formas de vida celular, que tem os dois tipos
em cada célula) e envolvidos por uma capa protéica (capsídeo). O
capsídeo tem estrutura simétrica, em geral icosaédrica ou helicoidal. Ao
conjunto do material genético viral e do capsídeo denomina-se
nucleocapsídeo.
 - Alguns podem também ser envolvidos externamente por um 
envelope lipoprotéico. Esses virus são denominados virus 
encapsulados ou envelopados.
Virus Encapsulado
Estrutura Geral dos Vírus
Genoma viral:
Em organismos superiores (animais e vegetais) é constituído de DNA
de fita dupla (DNAfd). Já o genoma viral pode ser constituído de DNA
ou RNA, de fita dupla ou simples, encontrando-se os quatro tipos de
genoma em vírus bacterianos, animais e de plantas:
DNA de fita dupla (DNAfd)
RNA de fita dupla (RNAfd)
DNA de fita simples (DNAfs)
RNA de fita simples (RNAfs)

A estrutura de DNA, de fita dupla ou única, pode ser linear ou circular.


O RNA, tendo fita dupla ou única, por sua vez, apresenta-se apenas na
forma linear, embora alguns vírus de planta pareçam ter RNA circular.
Enzimas virais:

As mais comuns são as polimerases, que atuam na transcrição do ácido


nucléico dos vírus, sendo liberadas dentro da célula hospedeira.
Outros componentes: Em geral são encontrados vários compostos
lipídicos, como fosfolipídeos, glicolipídeos, ácidos e aldeídos graxos e
colesterol. Os fosfolipídios, presentes no envelope viral, são os
principais componentes lipídicos dos vírus. Vírus envelopados
geralmente possuem resíduos de açúcares no seu envelope, que podem
estar envolvidos em processos de reconhecimento celular.
Tamanho: 0,02 a 0,3 µm (Bactérias tem de 2 a 10µm). → Só podem
ser visualizados com o microscópio eletrônico.
Metabolismo: Não apresentam. (Podem ser considerados
funcionalmente ativos ou inativos)
Alguns Tipos de Vírus
Reprodução: São incapazes de crescer de forma independente em
meios artificiais. Só se replicam dentro de outros organismos
(eucariotos ou procariotos), subvertendo sua maquinaria genética
para produzir outros vírus.

Bacteriófago
Vírus Bacteriófagos
Identificação: - Frederick W. Twort (Inglaterra, 1915)
- Felix d’Hérelle (França, 1917)

- Identificação de lise em colônias bacterianas. O agente lítico era transmitido a


outras culturas bacterianas mesmo com a filtração do material da colônia lisada
(Twort:“agente infeccioso filtrável”), só se conseguindo a inativação do misterioso
agente com o aquecimento do meio. d’Hérelle concluiu que o agente filtrável era uma
entidade invisível, que ele denominou de “bacteriófago” (comedor de bactérias).
Em 1933, d’Hérelle co-fundou na República Soviética da Geórgia, juntamente com
o microbiologista Georgiano George Eliava, o Instituto de Bacteriófagos da Geórgia,
para estudar o uso terapêutico dos bacteriófagos. Esse tipo de estudo ficou esquecido
no ocidente após a descoberta da penicilina, mas volta a ter grande interesse com a
descoberta de mecanismos de resistência a multidrogas e o crescimento do número de
bactérias patogênicas resistentes a antibióticos.

Felix d’Hérelle
Principais Famílias de
Bacteriófagos
Introdução de DNA viral numa Bacteria
Introdução de DNA viral numa Bacteria
Reprodução
do
Bacteriófago
Montagem do Virus
Ciclo lisogênico

O DNA viral pode ser incorporado ao DNA bacteriano. Quando a


bacteria se multiplica, reproduz o DNA viral silenciosamente, até
que ele se torna ativo e volta a produzir novos virus.
Reprodução do Vírus Animal
Reprodução
Virus
Animal
Adsorção de Vírus à Membrana
Vírus Não-Encapsulado
Adsorção de Vírus à Membrana
Vírus Encapsulado
Ciclo do Vírus da
Herpes
Liberação de Vírus Encapsulado
Principais Vírus que
Infectam Vertebrados
Vírus em Plantas
Principais Vírus que
Infectam Plantas

Vírus do Mosaico
da Tulipa
Montagem do Vírus do Mosaico do Tabaco