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Compressores centrífugos

Grupo:

Bruno Morais nº 3078246-5 Daniel Marcovici nº 3072051-6 Mattheus Fabiani nº 3070779-1

Introdução

Os compressores centrífugos, também chamados de radiais, configuram-se entre os compressores dinâmicos.

Quando se quer alcançar pressões muito altas, um único rotor (estágio), não basta, sendo

necessários estágios múltiplos. Nesse caso, existem vários rotores em série, um descarregando na sucção do outro, o que permite atingir pressões mais altas.

Uma característica dos compressores dinâmicos é que uma pequena mudança na pressão de

descarga resulta em uma grande mudança na vazão.

A grande vantagem de um compressor centrífugo é sua construção simples. Não há válvulas, engrenagens nem pistões e as cargas são constantes tanto em magnitude quanto na direção. A única parte móvel é o rotor (ou rotores) e o eixo no qual está fixado.

Compressores centrífugos

• A capacidade de um compressor dinâmico tem dois limites, um superior e outro inferior. •
A capacidade de um compressor dinâmico tem dois limites, um superior e outro
inferior.
No limite superior, a velocidade do gás equivale à velocidade do som nesse mesmo

gás. No limite inferior, a pressão na descarga chega a um valor tão alto que o gás que

sai não consegue supera-la e regressa para dentro do compressor. Estabelece-se assim uma situação pulsante, chamada em inglês de surge, que é extremamente instável e perigosa para a máquina e que deve ser evitada.

Faixa de utilização

Para este tipo de compressor a faixa de utilização está compreendida entre:

Pressão de descarga máxima 100 a 700 bar

Razão de compressão por estágio 3 a 4,5

Vazão de sucção 3,3 a 330 Mm³/h

Componentes

Os compressores centrífugos são constituídos por componentes estacionários e centrífugos.

O grupo rotativo é constituído pelos impelidores, eixo, pistão de balanceamento e anel de escora.

O grupo estacionário é constituído pela carcaça, bocais de sucção e descarga, e diafragma sendo neste composto de condutos como o difusor, curva de retorno e canal de retorno.

Componentes • Os compressores centrífugos são constituídos por componentes estacionários e centrífugos. • O grupo rotativo

Princípio de funcionamento

Compressores centrífugos, possuem um impelidor (ou uma série de impelidores) montado em um eixo e dotado de palhetas que se dispõem na direção do raio do

impelidor, geralmente encurvadas no sentido inverso ao da rotação do eixo.

Sob o efeito da rotação, forma-se uma corrente de gás que é aspirado pela parte central do impelidor e projetado para a periferia, na direção do raio, pela ação da força centrífuga, alcançando os difusores.

Princípio de funcionamento • Compressores centrífugos, possuem um impelidor (ou uma série de impelidores) montado em

Princípio de funcionamento

Os difusores são um conjunto de condutos estacionários, que envolvem o rotor e conduzem o gás em uma trajetória radial e espiral para a periferia.

Dessa maneira a área de passagem é aumentada gradativamente, pois o escoamento é de dentro para fora, fazendo com que o gás ao atravessá-lo sofra uma desaceleração, de que resulta um aumento de pressão (efeito difusor).

O efeito dos difusores é oposto ao dos bocais e orifícios como os dos medidores de

fluxo, que provocam uma queda de pressão do gás ao passar pela restrição, em virtude do aumento da velocidade de fluxo.

Princípio de funcionamento • Os difusores são um conjunto de condutos estacionários, que envolvem o rotor

Princípio de funcionamento

Os difusores constam geralmente: do difusor principal, situado logo em seguida ao impelidor, dos diafragmas, que nos compressores de mais de um estágio dirigem o

gás axialmente para o olhal da parte central do impelidor seguinte e da voluta, de

forma espiral, que no último estágio orienta o gás para a tubulação de descarga.

Portanto, o gás é acelerado no impelidor e sua velocidade é então transformada em pressão adicional por desaceleração gradual no difusor, ou seja, o impelidor transfere

energia ao gás e o difusor converte a energia de velocidade em pressão.

Os compressores centrífugos são idênticos às bombas centrífugas, possuindo ambos as mesmas partes básicas.

Contudo pode-se distinguir uma bomba de um compressor centrífugo de vários estágios pela variação da espessura dos impelidores dos compressores, ao passo que os impelidores das bombas tem a mesma espessura em todos os estágios. Isto porque os gases, contrariamente aos líquidos, são compressíveis, portanto sofrem uma redução de volume a cada pressurização.

Compressores de centrífugos

Chama-se relação de compressão a relação existente entre a pressão de saída e a de entrada. Nos compressores centrífugos, a relação de compressão a vazão constante não pode ultrapassar um certo limite, característico de cada tipo e marca de compressor, sob perigo de entrar na região de surge.

Chama-se eficiência total de um compressor centrífugo a relação existente entre a energia fornecida pelo equipamento para comprimir o gás e a energia recebida do acionador, sendo normal chegar a eficiências de 80 ou até 90%. O resto é perdido na forma de atritos de mancais, atrito do gás contra as paredes e rotores, curtocircuitos e turbulências do gás no interior do compressor, calor dissipado com o óleo lubrificante etc.

Eficiência total

Podemos obter a eficiência total através da equação:

Sendo:

total

HP teór .

BHP

HP teor : a potência teórica requerida pelo compressor BHP: a potência realmente absorvida pelo compressor

Velocidade específica

Chama-se velocidade específica de um compressor dinâmico a seguinte expressão:

n s = n . q e 0,5 / H pl 0,75

Sendo:

n s - velocidade específica em rpm, n - rpm do eixo do compressor,

q e - vazão de entrada em litros por segundo,

H pl a carga politrópica em Nm/kg

A velocidade específica é um parâmetro importante para escolher o tipo de impelidor de um determinado compressor, pois o mesmo depende da velocidade específica calculada.

Dimensionamento

No dimensionamento de um compressor centrífugo, o expoente adiabático “K” é substituído pelo expoente politrópico “n”, que reflete melhor a transformação que

tem lugar no mesmo.

O trabalho teórico requerido pelo compressor centrífugo é equivalente à sua carga, representada pela equação.

W t =

1.545 T s (Z 1 + Z 2 ) n
1.545
T s (Z 1 + Z 2 ) n

2 Z 2 M (n 1)

[ r (n 1) / n

- 1 ]

Sendo:

W t é o trabalho teórico requerido para a compressão em libras pé,

T s é a temperatura de sucção do gás

em graus Farenheit,

M é a massa molecular do gás em libras por mol, r é a relação de compressão (p 2 / p 1 ), sem unidades, n é o expoente politrópico,

Dimensionamento

A potência teórica requerida para a compressão está dada por

HP teor =

q gm W t __

33.000

Sendo:

q gm é a vazão mássica do gás em lbs / min,

A potência realmente absorvida pelo compressor, deduzida da equação acima, será a potência teórica dividida pela eficiência total.

A quantidade de estágios de compressão, que nos compressores centrífugos consiste na quantidade de rotores (chamados também de impelidores) em série, será:

estágios =

__W

t __

9.500