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i-
CTI
NOUVEAU
D E S L A N G U E S

R A COIS ¿

E T

ESPAGNOLE:
Plus ampie & plus e x a & , que tous ceux qui ont parajuíqu'á preíéntj
tiré des plus íávans Auteurs Francois, principalement de FÜRETIERE ,
de TACHARE , de RICHELET , d e D A N i T , de BOYER S &
des Di&ionnaires de L'AQADEMIE & de TREVOUX-,
Avec les noms des Roiaumes , des Provinces , des Contrées , des Villes & dea
Rivieres du Monde ; !cs noms propres d'Hommes & de Femmes , & ceux des
Nations; les Explications des Livres de la Bible , beaucoup de Provcr-
bes, & autres chofes fort curieufes des anciennes Hiíloires.

Par F R A N § O I S S O B R I N O , ci-del>ant Métre de k Langue


Efpagnole a la Cour de Bruffelle.
11
R.OISIE' M E E D IT ION
CORRIGE'E ET CONSIDERABLEMENT AUGMENTE'E.

v té
i
V'
VJ-

A B R Ü S S E L L E ,
Chez P I E R R E F O P P E N S , Ü U Saint Eíprit.

M. D C C, X X X I T,
PASCÜAldeGATMGOS

m
>REFACE
Es deux éditions precedentes de ce
i Didtionnaire ayant été bien recues du
Public & debitées en peu de tems > on
a trouvé convenir d e n faire cette troi-
fiéme édition , & pour la corriger &
augmenter le SR. F R A N G Í S SOBRINO íe donna pen-
dant fa vie tous les foins poffibles; mais étant venu á
mourir lorfqu'elle étoit fous prefíe , une Perfonne
de grande capacité a bien voulu prendre le foin de
la continuer & de la mettre en fa perfección. II ne
s'eft pas leulement borne aux additions & remarques
que le SR. SOBRINO y avoit faít, mais il Ta encoré
augmenté des N o m s , Verbes ? Proverbes & Phra-
fes , 6c a fait pluíieurs correétions dont le fens ne
répondoit nullement álelegance de Tune ni del'au-
tre Langue. A cette fin il a examiné les Auteurs
les plus chofis tant Francois qu'Efpagnols , les édi-
tions nouvelles des meilleurs Diétionnaires Fran-
S ; II. PARTIE, *
P R E F A C E.
£ois, les Diétionnaires Eípagnols les plus renom-
m e z , & f u r tout les trois premiers volumes de celui
en LangueCaítillanecompofé par l'Academie Roía-
le d'Efpagne, fans, cependant, rien avoir cbangé á
la Methode de celui du feu SR. SOBRINO.

AVERTISSEMENT. DICTIONAIRE NOUVEAU


L
D E S D E U X L A N G U E S
Es mots qu'oa ne trouvera point par la lettre Y grecque , íé
trouveront par la lettre I. latine. Comme If, fore , Ibrejfe
Fbrognme , Ilvoire , Tiran , Tirante, Tiranifer, Tuiau 3 <src. Au lien FRANCOISE ET ESPAGNOLLE-
d'Yf, Yvre , YvreíTe , Yvrognerie , Yvoire , Tyran , Tyranie , 5
Tyraniíér > Tuyau , &c.
A V E R T I S S E M E N T .
O n y a ajouté les genres , immediatement aprés les Noms , t n
l'un & l'autre langue, l'M. íígnifíe Mafculin, l'F. Feminin & l e C . Les mots que l'on a écrits autrefois avec double lettre, comme par
Commun, c'eft-á-dire , que le Nom eft Mafculin ou Feminin. excmple, Aage , Abbé, abbatre, abbaiffer , accabler , accomplir , ac-
corder, accujer, appelkr > 8c plufieurs autres , on les trouvcra par
une limpie lettre, comme on les voit cy-aprés. Age Abé abane , 7 }

tíbaijjer, acabler , acompiir, acorder ? acujer, apeller } &c.


A & A *$» A
¡ Prcmiere lettre d e l'AI- « de Pedro. A , q u a n d il íignific a p t i m d c s'cx-
} p h a b c t chez t o u s les F e u - «Jf U n e b o é t e a t a b a c , Una caxa de ta- «$• p r i m e par fe. E x e m p l e s , ce chcval
» pies , & la p r c m i e r e ^ buco. ^jy eft a v e n d r é , F.fte c avallo fe vende.
' ^ S í S c S l ^ c s C " 1 C 1 V O I C " c s - -A . ^ C e chcval eft a m o u frere , Efie M - ^ M a m a i í o n eft a. louer , Mica/a fe
2^^*» primera letra- del Abecé- vallo es de mi hermano, <j* alquila,
dario entre todas las naciones del L e s chemifes f o n t a M a r i e , X4í m- * J * II n'eft p a s a fe repentir , car il l'eft
mundo , y la primera de las cincel mifas fon de Marta. d e j a , Ta fe arrepintió , ya fe hit
Vocales. v ^ A , p r o p o f i t i o n , q u a n d il m a r q u e • $ * arrepentido , ya efta arrepentido.
A , le plus f o u v e n t ícrt p o n r le datif. $y q u e l q u e r e p o s s ' e x p r i m e par en. * $ • A , s'exprime par por. E x c m p l e , il eft
Exemples, a m o i , a t o i , a Jean , E x e m p l e s , il eft a P a r i s , á V i c n n e , « J * e n c o r é a f a i r e , Aun efta por hazer.
á r h o m m c , a la f e m m e , a n o u s , á M a d r i d . Efta en Varis , en Vic- ^ Il eft e n c o r é a naitre , Aun cfla por
a eux , a elles. A , las mas vez.es na , en Madrid. nacer.
Jirve al dative cafo. Exemplos, a ^ lis f o n t á R o r a c , a l'Eglife , Tifian II eft e n c o r é a v e n i r , Aun efla por
mi, a ti, a Juan, al hombre, a -ij* en Roma , en la Iglefia. «*» venir.
lamuger ,anofotros, aellas,aellas. 4¡¡t K , s ' e x p r i m e p a r entre. E x e m p l e s , * * • lis f o n t encoré a v e n i r , Aun tfiat%
A, s ' e x p r i m e p a r de en E f p a g n o l , a fix u n e p i f t o l e , entre feys un do- *+• porvenir.
q u a n d il fíguifie p o f l e l ü o n . blon , a t r o i s u n écu , entre tres'fy A ce q u e je v o i s , Según veo, feptfí.

DICTION- E x e m p l e s , cette m a i f o n eft h í k r r e , «J» un Real de a oche. eftóy viendo.


2 A A A A R ABA
A ce q u e l ' o n dit , Según fe dize, de Alemania en Vesphália,ton un -íf- q u i fait le deflous d ' u n e píece ¿é
ABA ABA ^ ABC 5
fegitn dizen. «í* Cafiillo en elObifpadode Munfier.ty pátiflerie , Suelo de un pafiel, i U n e f c m m e a b a n d o n n é e , f. Tina •if- tes. Abar'rm, hilera de Montanas S a m a í f o n ell a b a t u é , Su cafa efia
A m o n a v i s , Según, mi parecer. *í* A A R de una empanada , m. mtger abaldonada , abandonada de la Arabia , en el Pays de los ^í* derribada.
A b a n d o n n e m e n t , m . De ¡amparo , Moabitas. L e s a r b r e s f o n t a b a t u s , Los arboles
A q u o y b o n cela , Para que es ejfo. *í* A A R , r i v i e r e d ' A l l e m a g n e d a n s le & F a i r e u n e abaifle , Hazer el fuelo d*
abandonamiento, m. o abandó- * ^ ABASCIA , riviere de G e o r g i e , q u i ' í * efian derribados,
A , d e n o t e le pofleffif, e x e m p l c s . *•* P a í s d'Eflel. Lat. A b r i n c a . Aar , V un pafiel o de una empanada.
no , m. efl u n g r a n d P a í s de l ' A í i e . Lat. & A b a t u , a b a t u é , fans c o u r a g e , A-
C c c i t i l a m o y , Efloesmio, «í» rio de Alemániaenel Pays de Ejfel. L ' a b a i í í é de ce p á t é e ñ b i e n f a i t e , El
F a i r e u n a b a n d o n n e m e n t de t o u s fes & G l a u c u s . Abafcia ,rio de Georgia batido, abatida.
C e c i eft a eux , Efio esfuyo, * í * A A R , riviere de l a SuiíTe. Lat. A- fuelo de efe pafiel efik bien hecho,
b i e n s , Abandonar , o dexar toda & que es ungran Pays de la Afia. " í * ] e fuis a b a t u , j e fuis a b a t u é , Lfioy
A A *•* r o l a . Aar, rio de la Suezia. * A b a i f l e m e n t , m . Abajamiento, m.
fu hazienda. * * * A b a t a r d ¡ , Degenerado. V abatido, efloy abatida.
A a , ínter j e & i o n q u a n d q u c l q u ' u n ^ AARAU , petite ville de la SuiíTe A b a i f l e m e n t , h u m i l i a t i o n , f. H « «
E t r e d a n s le dernicr a b a n d o n n é - jjj* íl s'efl a b a t a r d i , elle s'eft a b a t a r d i e , j í * II a les y c u x a b a t u s , Tiene los ojos
eft furpris en faute ouen t a i f a n t d u d a n s le C a n t ó n de B e r n e , fur la Y mildad , f. m e n t , No faver a quien bolver los * Ha degenerado. V1 abatidos,
nial; Aa, interneción guando uno es J £ riviere de A a r . Lat. A r o v i u m . Abaifler , h u m i l i e r , Humillar, oios, aliar fe defamparado de todos.^jflh fe f o n t a b a t a r d i s , elles fe f o n t II eft abatu , Tfia. abatido.
cogido haziendo alguna cofa mala. Aarovio, pequeña villa de la Sue- A b a i f l e z v o u s , Humille fe ufied.
A b a n d o n n e r , Dcfamparar , ubal-£ abatardies , Han degenerado. j » * Elle eft abatué , i fia abatida.
AA , riviere a u C o m t é d e F l a n d r e , 1 zia , en el Cantón de Berne , fo- AbaiíTer l ' o r g u e i l , Quitar el orgullo,
donar, abandonar. ^ A b a t a r d i r , Degenerar. * L ' o r g u e i l des e n n e m i s eft a b a t u , El
Lat. A g n i o . Aa , rio en Plandes. 7 breelrio de Aar. reprimir el orgullo. 11 a a b a n d o n n é le P a í s , Abandono í Abatardiííement , m. Degenera- ^ orgullo de los enemigos efia abati-
Aa , riviere d ' A l l e m a g n e en W e f t - ^ AARBOURG , o u ARBOURG , petite £ S'abaifler , Humillarfe. la tierra. ^ cien , f. J* do.
p h a l i e , elle a fa f o u r c e a V e l e n . J Í ^ ville de la Suifle , ÍIIR la riviere ^ - D i e u abaifle l'un & eleve l ' a u t r e
L e s a m i s l ' o n t a b a n d o n n é , Los ami- 1 A b a t e m t n t , m . Abatimiento, m. i Jl eft fort abatu . T.fia muy abatido.
Lat. A a . Aa, rio de Alemania en í d ' A a r . Lat. A r b u r g u m . Aarburgo Dios humilla a uno y enfalzah otro, gos le han defamparado. ^ A b a t c m e n t , a f o i b l i l í e m e n t , Def- X Elle eft f o r t a b a t u é , ~i.fiet muy aba-
Vesfália , tiene fu origen en Velen. ^ ó Arburgo , pequeña villa de la 11 s'efl; abaifle , elle s'eft abaiflee »
V o u s ne dév'iez p a s a b a n d o n n e r la 1 caecimiento , m. X tida.
A A , riviere d'Allemagne c n W c l l - ¿ Suezia , fobre el rio Aar. Se humillo , fe ha humillado. R e p u b l i q u e , Ufied no avia de JT A b a t e m e n t de c o u r a g e , Taita de ^ * A b a t u r e s , f. ou F o u l u r c s de C c r f ,
p h a l i e , d a n s le C o m t é d é l a L i p p e . ^ A a r o n , g r a n d Prétre d u peuple ^ lis fe font a b a i f l e z , elles fe f o n t a «
abandonar la República. £ animo , f. £ t e r m e de c h a f l e , B r o l l a ü l e s . F o u -
Lat. A a . Aa, rio de Alemania en ^ J u i f , Aron , gran Sacerdote del ^ baiílees , Se humillaran, fe bar» A b a n d o n n e r les a r m e s , Dexar las A b a t e u r , n i . Derribador , abati- i g e r e s , & autres h.erbes q u e le
Vesfália, en el Condado de la Lipa. & pueblo Juddyco. V*» humillado. armas. dor , m. ^ ' C c r f a b a t d u venrre , en p a í l a n t ,
Aa , riviere de F r a n c e , elle a fa «G» A A T «*» Abaifler , Abaxar , diminuir. A b a n d o n n e r q u c l q u ' u n , Defampa- ^ A b a t i a l , Abadengo, m. Abacial, t. ^ Malezas o breñas que el Cterví
f o u r c e d a n s le B o u l o n n o i s , e n P i - «J» A A T E R , T a i s d a n s la partie S e p t e n - L e v e n t s'eft a b a i f l e , El viento fe hit
rar a alguno ^ U n e m a i f o n A b a t i a l e , Cafa Abacial. ^ derriba por donde paJJ'a.
c a r d i e . Lat. A a . Aa , rio de • * » t r i o n a l e de l ' A r a b i e heureufe. Lat. **«. echado el viento ha diminuido* II a b a n d o n n a J e a n , Defamparo a ^ A b a t í s , m . Piel, tripas, y entrañas ¿ , A B C
Francia , tiene fu origen en el Bo~ * * » A a t t e r . Aater , Pays en la parte •»+». Abailíér u n e muraille , Abaxar una Juan. de una res muerta. ^ A B C , ra. o n p r o n o n c e A b e c é ,
lenes, en Picardia. *T* Septentrional de la Arabia dichofa. pared, ¿una muralla. N e m ' a b a n d o n n e z p a s , No me de- ^ » A b a t i s , m . Demolición, Ruina f. ^ l'alphabet , ABC, el abecedd-
AA , petite riviere d ' A l l e m a g n e , AB A L a m u r a i l l e eft a b a i f l e e , La pare4 fampare ufied. efirago m. ^ rio , m.
d a n s l'Evéché de Munfler , en A b a c a r e s , peuples de l ' A m e r i q u e * J * efiá abaxada. J e ne v o u s a b a n d o n n e r a i p a s , No le ^ A b a t r e , r e n v e r f e r , Derribar, aba- ^ II eft e n c o r é en I'Abc , Lee aun en
W e f l p h a ü e . Lat. A a . Aa , pe- •*«• M e r i d i o n a l e . Lat. A b a c a r e s . A- * í * AEANCAY , riviere de la A m e r i q u e
defamparare a ufied , no lade-fy tir. fy. el Abecedario,
queño rio de Alemania , en elobif-fy bacares , pueblos de la America «f* M e r i d i o n a l e d a n s le P e r o u . Lat. jampararé a ufied. ^ . A b a t r e les r i d e a u x , Cerrar las cor- ^ » A bcés , m . Abfcefo , tn. o apofie-
pado de Munfler , en Vesphália. <fy Meridional. tj» A b a n c a í u s . Abttncayo , rio del» 11 ne m ' a b a n d o n n e r a p a s , elle ne «jt. tinas. . ma , f.
AA , riviere de la L i v o n i e . Lat.Aa. * $ • A B A C H , petite ville de B a v i e r e . Lat. *$• America Meridional en el Perú. m ' a b a n d o n n c r a p a s , No me de- A b a t r e des arbres , Derribar árboles, «j» A B D
Aa , rio de la Livonie!. «JÍ* A b a c u m . Abaque , pequeña villa 4» A b a n d o n , m . ce m o t eft peu ufíté ,
[amparara. ^ II a b a t r a des t e t e s , Cortará cabecas. «j^ ABDIARA , petit R o i a u m e de l'Tn-
AA , riviere de la S u i f l e , d a n s le de Baviera. <S» il f g n i f i e l ' a f t i o n d ' a b a n d o n n e r ,
S ' a b a n d o n n e r , Profiituirfe. L e t r a v a i l a b a t les forecs d u c o r p s , «Jé. de de la le G a n g e , riviere d'Afie ,
P a í s d ' A r g d w , elle a fa fource ^ ABACOA , l i e de l ' A m e r i q u e S e p t e n - ^ * Defamparo , dtxamiento , m, S ' a b a n d o n n e r a t o u t e s fortes de v i - El trabajo enflaquece las fuerpas •!$• Lat. A b d i a r a . Abdiara , pequeño
d a n s le C a n t ó n de L ú c e m e . Lat. 4* t r i o n a l e . Lat. A b a c o a . Abacoa , ^ abandono. ees , Entregarfe á los vicios. & !l cuerpo. «j> Réyno de la India que efiá de la
A a iSc A l p h a . Aa, rio de la Sul- & Ifla de la América Septentrional. & A b a n d o n , état de celui q u i efl a b a n »
S ' a b a n d o n n e r a la c o l e r e , Dexarfe L a pluie abtft la pouífierc , La llu- •*» otra parte de la Gange , que es un
za, en el Pays de Argow, tiene fu A E A D A L - C U R I A , petite lie d ' A f r i - * í * b o n n é , Defamparo, m. aban-
llevar de la colera. via abate la polvareda. «J* rio de Afta.
trigen en el Cantón de Lncern*. *** q u e , vers la c o t e O c c i d e n t a l e d e * í * dono.
Cctte f e m m e s'efl a b a n d o n n é e , Efia Petite pluie a b a t g r a n d vent , Efie *%* A b d i c a t i o n , f. a c t i o n p a r laquelle
AAA l ' A r a b i e . Lat. D i o f c o r i d i s í n f u l a . *t* Qiie p e u t - o n faire d a n s u n tel a b a n -
muger fe ha dado al mundo. <$• proverbio enfeña , que las p a l a - o n a b d i q u e , Renunciación, f.
A a a , interjección d'un h o m n i e & Abadal-Curia , pequeña Jfla de & d o n ? Que fe puede hazer en tal
ABANHI , Riviere d ' A f r i q u e , d a n s ^ * bras fuaves mitigan la colera por •«{• A b d i q u é , Renunciado, abdicado.
q u i r i t . A a a , inierjecion de un *|* África , házia la cofia Occidental ^ defamparo ?
1'AbilTinie. Lat. A f t a p u s . Abanhi, •Í* grande que fea. +t+ A b d i q u e r , r e n o n c e r á q u e l q u e d i -
hombre que ric. de Arabia. V " A I ' a b a n d o n , A la buena ventura,
rio de África en la Abifiinia. *S" A b a t r e les m a t s d ' u n V a i f l e a u , en *Í* g n i t é , s'cn dépouiller , Renun-
A A C ^ A B A D A N , ville de la T u r q u i e en ^ Laifler tout a I ' a b a n d o n , Dexarlo ABANVIVAR, P a í s de la haute H o n - t e r m e de m a r i n e , Derribar los 4* ciar a algún titulo o á. algún»
AACH, petite riviere. d a n s la S i l a b e . Y A f i e . Lat. A b b a d a n u m . Abadan, **" todo a. la buena ventura. g r i e , avec titre de C o m t é , a u pié *$•• máfliles de un Navio. "í* dignidad.
Lat. A a c h a . Aaca , pequeño rio ^J* villa de la Turquía en Afta. Mettre t o u t a I ' a b a n d o n , Abando*
' d u M o n t C r a p a x . Lat. A t ' a n v i v a - ^ S ' a b a t r c ' , Dexarfe caer. ^ A B E
enlaSuebia. * * A B A I B E S , M o n t a g n e s de 1 ' A m e r i q u e • narlo todo , dexarlo todo.
rienfis C o m i t a m s . Abanvivar , *r M o n cheval s ' a b a t i t f o u s m o l , Mi *^ Abé, m. Abad , m.
AACH , petite ville d ' A l l e m a g n e j » * M e r i d i o n a l e , f o r t hautes. Lat. Jj* L a i f l l r fes e n f a n s a I'abandon , D ¿ .
Pays de la Hungría fuperior , con ^ cavaUo fe cayó debaxo de mi. ^ Faire l ' A b é a u j e u , j o u e r a q u í p a i e -
d a n s la S u a b e . Lat. A a c h a . Aaca, \ A b a i b a ; . Abaibes , Montes de la famparar fus criaturas,
titulo de Condado, al pié del Monte ^ L a c h a l e u r s' a b a t , El calor vá men- 4 | * ra l ' c c o t , Echar cabras, jugar
pequeña villa de Alemania en la J£ America Meridional, muy altos. ^ U n c h a m p q u i efl a I ' a b a n d o n , 17;»
Crapax. T guando. para ver quien pagará el efeote.
St'.ebia. I A b a í e , f. Abadía , f. ^ campo abandonado.
A b a q u e , m . ou T a i l l o i r , t e r m e d'ar- f S o n c o u r a g e s ' a b a t , Vá perdiendo el ^ Faifons l'Abé , j o u o n s á qui pavera
A A D 1 A b a j o u r , m . t e r m e d'architefture , ^ A b a n d o n n é , Abaldonado , aban» c h i t e ñ u r e , c'cft la partie f u p i - T ánimo. £ l'écot , Echónos cabras.
AADE , petite riviere d u Pa'is-bas j { * o m erture en f o r m e de g r a n d f o u - donado, defvalido.
rieure d u C h a p i t e a u , Abaco, m. X L e v e n t s ' a B a t , El viento fe echa, C'eft u n A b é de fainte Efpcrance ,
t n B r a b a n t . Lat. A a d a . Aada, pe- jf^ pirail p o u r donner d u j o u r a u n e ^ U n malade a b a n d o n n é , Tinferm»
ABARANER , ville d ' A r m c n i e . Lat. ^ A b a t u , renverfé c n t i e r c m e n t , Der- J c'eft-a-dire q u e celui d o n t o n p a r -
queño rio del Pays baxo en Bra- i cave o u á q u e l q u e lien renfermé , 1¡ defatuiado.
A b a r a n u m . Abaraner , villa de*¿ ribado , abatido. V le n'a ni benefices ni A b á i e , Abad
bante. » Cercera , f. un genero de ventana ^ H e ñ a b a n d o n n é des Mcdecíns , J¡J1& Armenia. JT A b a t u , a b a t u é , jetté p a r terre , ^ fin abadía ni beneficio.
A A H A para dar claridad a una bodega , i defauciado de los Médicos.
ABARAUS , petite ville de G u i ñ e e . ^ Derribado, derribada. ^ A b é C o m m a n d a t a i r e , Abad Co-
AAHUS, petite ville d ' A l l e m a g n e en ó a. otro lugar cerrado. Elle efl a b a n d o n n é e des M e d e c i n s ,
Lat. A b a r a u m . Abaraus, pequeña I O n a a b a t u m o n C h a t e a u , Han der- ^ mendatario.
VVcflphalie , avee un C h a t e a u ^ L ' a b a j o u r eft bien fait , La cercera Tifia, de [andada.
villa de la Guinea. ¡£ ribado mi Cafiillo. ,lt Abé.Reguli-:r , Alad Regular.
d a n s l'Evéché de Munfler. Lat. J^. efia bien hecha. . ¿ . U n hommc abandonné m.Xhihont'
ABARIM , c h a i n c de m o n t a g n e s de £ Le C h a t e a u eft a b a t u , El Cafiiüo Abe Seculier , Abad Seglar.
Aalmíiiiai. Aahus, pequen* viHa. j¿. A b a i f l e , f, terrae de f a ú f f i a , páw ^ bre «baldonado, abandonado.
l ' A r a b i e , d a n s le P a í s d c s " M o a b i - A . efik derribado, O n v o u s a t t u i d r a c o m m c les M o i -
A 2
ABO A B O ABR f
4 A B E ABH A B O Abondanmcnt, en a b o n d a n c e , A- A b o r d e r , f e rendre , aller e n quel- de Ifac.
iics f o n t l ' A b é ( p r o v e r b c ) Aguar- -fr 11 eft a b h o r r é , Es aborrecido. ABO # _ lundantemente. & q u e e n d r o i t , Dar con Jigo en al- ADRANTES , petite ville d e P o r t u -
darán a ufted , como los frayles a *%- Elle eft a b h o r r é e , Es aborrecida. *J» A B O , yille de Suede en la P r o v i n e » : A b o n d a u c e , f. afBuence , g r a n d e «Í» gun lugar. 4* g a l , f u r le T a g e , d a n s la P r o v i n c e
fu Abad, empezando a comer. ^ Hs í b n t a b h o r r e z , Son aborrecidos. de Finland. A boa. Abociu- q u a n t i t é , Abundancia , f. ^ T o u t le m o n d e a b o r d o i t la p o u r le 4* d ' E f t r e m a d u r e : Lat. A b r a n t u s .
P o u r un M o i n e , o n n c laiífe p a s 4* Elíes foiit a b h o r r é e s , S Í » a b o n e - d a d de Suecia en la Provincia de A v o i r q u e l q u e chofe en a b o n d a n c e , 4* trafic , Todo el mundo concunia4 ¥ Airantes, pequeña villa de Por-
de frite u n A b e , p r o v e r b e , g_«;'e- 4* cidas. Finlandia. • Tener abundancia, de alguna cofa. 4* allá por el trafico. & tugal, fobre el rio Tajo , en l*
re ¿tr/V , g « e //» opoficion de un *> A b h o r r e r , detener , Aborrecer. ^ *> A b o i ou a b o y , m . b n u t q u e fait l e D e l ' a b o n d a n c e d u coeur la b o u c h e 4* A b o r t i f , ou a v o r t é , Abortivo. V Provincia de Extremadura.
particular, no impídela
" una'comunidad,
delibe- *$* A b h o r r e r q u c l q u ' u n , Aborrecer
ni l a ^ alguno.
á J £
*
chien e n aboíant ,
grito del perro piando
Ladrido
ladro.
p a r l e , La lengua dize le que fien- 4* A b o u c h e m e n t , m . entrevue , Con- jjj*A b r é g é , m . Compendio , m.
rucio;: te el coracon!" £ faena* , f. *j¡f A b r é g é d ' u n e hiftoire , Compendie
conclujion de un negocio. •A.
*•* A B I * * * C h i e n q u i a b o i e , n e m o r d p a s , les A b o n d a n t , a h o n d a n t e , Abundante. 2 * s ' a b o u c h e r avec q u e l q u ' u n , c o n f e - jf de una hiftória.
A b é c é d a i r e , q u i a p r e n d l ' A b c , £ / * * * A B I A M , ou A B I A M U , R i v i c r e d e la j j j * E f p a g n o l s d i í e n t , Ladre el perrt Abonder , avoir en grande q u a n t í - * rer a v e c l u í , Conferir con alguno, V C'eft u n a b r é g é , Es un compendio.
que lee en la cartilla. *<£ g r a n d e T a r t a r i e . L » ; . O x u s . Abiam, J J * y no muerda ; o u , Perro ladrar t é , Abundar. 2* abecarfe con alguno. £ Abregé , Abreviado,
A b c c h e r u n o i f e a u , D<f)- cflwer ¿Abiamu, Rio de la grande Tar- ¿ s r , nunca buen cazador, C e q u i a b o n d e n e n u i t p a s , Lo que * A b o u t i r , t o u c h e r p a r u n b o u t , fe ^ M e t t r e p a r a b r e g é , Poner en abrí'
aun p.ixarillo que no [ave comer I tarta. j » * A b o i e r , japer , Ladrar, abunda, no daña. ^ t e r m i n e r , Confinar, alindar. * • viatura.
filo. * | * A b j e í t , m é p r i f a b l e , v i l , AbieÜo, vil. ^ A b o i e r a l a L i m e , les E f p a g n o l s d i - A b o n n e m e n t , terme d e Palais , S o n champ aboutit a u grand che- * Abregcr , Abreviar.
A h e i l l e , f. m o u c h e a m i e l , Abeja ,f. £ E t r e d'une n a i l l a n c e baile 6c a b j e f t e , Cent, Porfiar centre el ahijon. Concierto, m. m i n , Su tiena confina con el ca- í A b r e v i a t e u r , m. Abreviador, m,
A B E L E , petite ville de la Faleftine. J Ser de baxo nacimiento. j^Aboieur, Ladrador. S ' a b o n n e r , c o m p o f e r a u n prix mino Real. ? A b r e v i a t i o n , f. Abreviación , f.
Lat. A b e l a . Abela, pequeña villa J L A b j e d i o n , f. a b a i l f e m e n t , Abie- J J ^ C e chien"eft a b o i e u r , Efteperro ti certain d ' u n e c h o f e q u i eft cafuel- A b o u t i r en p o i n t e , Rematar en pun- T A b r e u v é , Abrevado.
de la Paleftina. ^ cion, f. ladrador. le & d o n t le p r i x n'eft p a s flxc , ¿ _ ta como pyrdmide. jf A b r c u v c r , Dar de bever.
-AEELLA , petite riviere d e P o ' . o g n e . i A b i m e , m . Abifmo , m. pro fundí-Abois, e x t r e m i t é , Aprieto, m. Concertar fe , ajuftarfe. ^ Oíi a b o u t i t t o u t ce q u e v o u s dites ? ^ A b r c u v c r u n c h e v a l , Dar de íever
Lat. A b e l a , Abela, pequeño rio A dad, f. I E t r e reduit a u x a b o i s , Eftar en C e L a b o u r e u r s'eft a b o n n é a v e c le ^ En que para todo lo qu\ ufted dize > a un cavp.llo.
de Polonia. - X C'cft u n a b a n e , Es un abifmo. ^ grande aprieto. > C u r é p o u r les d i m e s , Efte Labra- ^ T o u t cela n ' a b o u t i r a á r í e n , Tédo ^ A breuver la terre , Regarla tierra.
. A b e n a q u i s , peuplcs de l a nouvclle A A b í m e r , Abifmar , fumergir. ^ 1 1 eíl a n x a b o i s , i l ne p e u t plus refl- dor fe ajuftó con el Cura de fu ejf3 parará en nada, effo y nada ^ A b r e u v o i r , i n . Eevedero, m. lugar
F r a n c e "en A m e r i q u e . Lat. A be- Il c ñ a b í m é , Efta abifmado. ¿¥ fter, Efta en grande aprieto, n* aldea por los diezmos. ^ es lo mifmo. ^ adonde leven los animales.
n a q u i i . Abenaquis, pueblos de la J j ^ Elle eft a b i m é e , Eftá abifmada. ^ puede refiftir mas. A b o n n i r , rendre b o n o h mcilleur , JE» A b o u t i í f a n t , Confinante. ¿+ A b r i , i n . lieu o i i l ' o n eft a c o u v e r t
nueva Francia en Amirica. ^ Hs í b n t a b í m e z , Eftán abifmados. ^ I l s í b n t a u x a b o i s , i l s n e peuvcnC Mejorar. A . A boutiflans d'un c h a m p , Linderos , ^ d e s i n c o m m o d i t e z d u t e n i s , A-
A B E N O J A , petite riviere d ' E f p a g n e ^ Elles f o n t a b i m é e s , Eftan abifinadas. ^ plus rcíifter , Eftan en gran dt S'abonnir , Mejorar fe. jty m. limites. ^ brigo , m. lugar adonde no dá el
d a n s la C a f t i l l e - n e u v e , q u i ib rend ABISCA , P r o v i n c e de l ' A m e r i q u e Í 4 V aprieto , no pueden refiftir mas. Abord , m . l ' a í l i o n d ' a b o r d e r e n «t» A B O Y , petite ville d ' I r l a n d e : Lat. ^ viento.
d a n s la G u a d i a n c : Abenoja , pe- <£, M c r i d i o n a l e d a n s le P e r o u . Lat. « j ^ L a V i l l e e í l a u x a b o i s , La Ciudad
parlant des N a v i r e s , & c . Aborda- ^ A b o y a . Aboya, pequeña villa de <g» E t r e á l ' a b r i , Eftar al abrigo.
queño rio de Efpaña enCaftillala 4jp A b i f c a . Abifca , Province de la efta en grande aprieto,
dura , f. abordo , m. Segada , Irlanda. « j ^ S e m e t t r e a l ' a b r i , Ponerfe al abrigo,
nueva , que entra en el rio Gtta- America Meridional en el Perú. L a R e l i g i ó n eft.aux a b o i s , La Reli-
arrivo. ^ » A b o y , m . bruit q u e fait le chien ^ L a folitude eft u n abri c o n t r e l ' t m -
diana. ifr A B I S O , R i v i e r e d e Sicile : Lat.ify. gion ejla en grande aprieto.
A b o r d , accés a u p r é s de q u e l q u ' u n , •)$• e n a b o y a n t , Ladrido, m. barras d u m o n d e , La foledad es
AEENSPERG , ville d e la B a v i e r e . E l o r u s . Abifo , Rio de Sicilia, J e fuis aux a b o i s , Eftóy en grande
Acceffo , m. A b o y e m e n t , m . cris d u c h i e n , , La- un abrigo contra los embarazos del
Lat. A b e n f p e r g a . Abensbergue , ABISSINIE , R e g i ó n d ' A f r i q u e : Lat. aprieto.
U n lieu de g r a n d a b o r d , Vn lugar **y drido , m. <$»• mundo.
villa de la Baviera. « $ • A b a d e r n a . Abifinia , Región de «j» Il fera aux. a b o i s , elle fera a u x a b o i s 3
adonde concurre mucha gente. C h i e n q u i a b o y e n e m o r d p a s , Per- A b r i c o t , m . forte d e f r u í t , Albn*
A b e q u e r , ou abeeher , Cebar, dar*** África. *** Eflara en grande aprieto. D ' a b o r d , t o u t d ' a b o r d , a u premier 4* ro ladrador nunca mordedor. <J> ricoque , m. fruta.
de comer a un paxar» peqtieñito. ^ > - A b i ñ i n s , peuples d ' A f r i q u e , q u i m i l é t o i t a u x a b o i s , elle c : toit a u x
afpeíl , Al inflante , del primer A b o y e r , j a p e r en parlant d ' u n chien, L e s a b r i c o t s font b o n s , Los albari-
AEERCOBAD , ville d e Perfe. Lat. *Í* h a b i t e n t 1'AbilIinie : Lat. A b i i l i - 4» a b o i s , E/lava en grande aprieto.
encuentro. 4* Ladrar. 4* coques fon buenos.
Abevcoi\o\'mm.Abercobad, villa*%* n i . Abijjinios , pueblos de África , *%* A b o l í , a n n u l é , m i s a n e a n t , Anu-
D ' a b o r d , i n c o n t i n e n t , Aora, agora, 4* C e chien n e fait q u ' a b o y e r , Efte *%* A b r i c o t i e r , m . a r b r e q u i p o r t e l e s
de Pirfia. *Í* que habitan en la Abijfnia. •<$» lado.
J e reviendrai d ' a b o r d , Solvere pre- 4* perro no haze fi no ladrar. *J» a b r i c o t s , Albaricoque , m. árbol..
ABEKDEEN , ou ABERDON , ville d u ^ A b j u r a t i o n , f. r e n o n c e m e n t a u n e *t* T o u t eft a b o l í , Todo efth anulad».
fio. *$> V o t r e chien a b o y e f o u v e n t , El per- ^ A b r o g a t i o n , f. Abrogación , f.
R o í a n m e d ' E c o f l e . Lat. A b c r d o - erreur d e la f o i , Abjuración, f. & A b o l i r , annuller , m e t t r e a n e a n e ,
II reviendra d ' a b o r d , elle r e v i e n d r a 4* ro de ufted ladra a menudo. 4* A b r o g c r u n e l o í , la cafler , l ' a n -
n i a . Aberdona
de Efcocia.
, villa del Reynffy renunciación a un error de la fé. *t* Anular,
& Il a fait a b j u r a t i o n , elle a fait a b - & A b o l i r u n e l o í , Anular una ley.
d ' a b o r d , Bolvera prefto. ^Aboyer, apresa
afpirer a v i d e m e n t nufler, Abregar o anular una ley.
Revenez d'abord , Suelva ufted 4* q u e l q u e chofe , Afpirar con codi- 4* A b r c t o n n e , f. herbé ou plante q u i
A B I R N E T H Y , ville d ' E c o f l e . Lat. j u r a t i o n , Hizo abjuración, ha & A b o l i r u n i m p ó t , Quitar una al-
prefto. _j í * cia por alguna cofa. 4* r e n d de l'odeur & q u i eft f i e v r e u -
A b c r n e t h x u m . Aberneihy, villa * * * hecho abjuración. cabala. .
D ' a b o r d , ou auííi-tót q u e , Luego V i l y a v o i t des g e n s a u t o u r de luí q u i fe , Abrótano, m. planta.
de Efcocia, 4*Abjurer, r t n o n c e r a une erreur de V A b o l i r u n c r í m e , Perdonar un dt- que. 4* a b o y o i e n t a p r é s fa fucceííion , ^ ABRUCKBANIA , petite ville d e U
ABEÍKOUN , ou AEKOU , He d e la jjj*
la f o i , Abjurar, renunciar a un j r lito. A b o r d a g e m . l ' a f t i o n d ' a b o r d e r un Havia gente al rededor del que 4* Principante de T r a n í i l v a n i c . Lat,
M e r C a f p i e n e : Abeskun ,o A(rku,j^ error de la fé. » A b o l i f l e m e n t , m . ou A b o l i t i o n , f, v a i í f e a u , Acometimiento ,• m. afpiravan a fu fuccejfion. 4* A u t a r i a r u m . Abruckbania , pe~
Ifla del Mar Cafpio. ^ A BL * anéantiileinént , e x t i n c l i o n , A- A b o r d a g e , c h o c d e s v a i í l e a u x d ' u n j£ A b o y e r a l a L u n e , Ladrar contra quena villa del Principado di
A b e í l é , f. Abadefa , f. ^ A b l a t i f , m . terme d e Grammaire , bolicien , f. anulación. m é m e p a r t i , Encuentro, m. í la Luna. Tranfiívánia.
A b é t í , Embeftiado. Ablativo, m. termino de la Gra- * A b o l i t i o n d'un c r i m e , Venia , f. A b o r d e r , aller a b o r d , p r e n d r e ter- ^ A b o y c i í r . m . q u i a h o y e , Ladrador,m. ^ ABRUSSE , P r o v i n c e d u R o í a n m e d e
A b é t i r , Embeftiar, abtflializar. £ mática. perdón de un crimen ó delito. re , Abordar a un puerto de mar. I C e c h i e n eft un g r a n d a b o y e u r , Efte J N a p l e s . Lat. A p r u t i u m . Abruzo ,
A E Í I V I L L E , ville d e F r a n c e a u C o m - f A b l e , fl«Ab!ettc, f. fqrte de p o i f - ^ Axbominable , execrable , deteftabte , N o u s a b o r d a m e s á D o u v r e s , Abor- T perro es muy ladrador. * 2 * Provincia del Reyno de Ñapóles.
fé de P o n t h i e u cii Picardie. Lat. f o n d ' e a ü d ó u c e , Pececillo , m. I Abominable. damos a D ubre. ^ A B R ^ A b r u t i , abrutie , Embeftecido ,cm-
A b b a t i s villa. Abevilla , villa de pequeño pez. Abominablcment, Abominablemen- A b o r d e r , a p r o c h e r , Acercar fe. ? A B R A C O N I S , petite ville d e Perfe beftecida.
Erancia en Picardía. Z. A b l u t i o n , f. t e r m e d e l'Eglife R o - I te.
A b o r d e r u n vaifleau , Emleftir un^T e n A r m e n i e : Lat. A b r a c u n i u m . ^ A b r u t i r , Embeftecer, abeftialixar.
A B E X , P a í s d ' A f r i q u e . Lat. A b e - ? m a m é , Abluí cion , f. ^ A b o m i n a t i o n , f. deteftation , e x e -
navio. * Abraconis, pequeña villa de Per- I S ' a b r u t i r , ETmleftccerfe , abeftiali-
x i a . Alexia , Pays de África. ¿ A BN ^ c r a t i o n , Abominación , f.
A b o r d e r q u e l q u ' u n , l ' a c o l l e r Acer- ¿¿
0 fia en Armenia. 1_ zarfe.
A BH ^ ABNAQUIS , voiez. ABENAQUIS; ^ A v o i r e n a b o m i n a t i o n , Deteflar ,
car fe a alguno. A b r a h a m , P a t r i a r c h c de l'anciennc A BS
A E H E R , ville de^Perfe. Lat. A b h e - £ A b n e g a t i o n , f. terme de d e v o t i o n , ^ abominar,
I I m ' a b o r d a , elle m ' a b o r d a , Se ^. L o i , P e r c d ' I f a a c , Abram , Pa- • A b f c c s , xn. apoílurr.e , a m a s d'hu--
r a d . A'Aar , villa de Perfil. qui-ÍIgnifie , r t n O J i c c m t a t , Ab- E t r e en s b o m i n r í t i o n , Ser abomina*
acerco a mi. triam la Uy vieja , Padre m c u r s c o n - o m p u e s , ioftema, f
Abliorréj d e t e í l é , Aborrecido, negación , f, jf- do, i dctejlado.
6 ABS ABS ABU ACÁ ACÁ I C C f
A b f e n c e , cioignement d'une per- s'Abftcnír d u y i n , Abftenerfe del j o u e r a le p r e m i e r , Jugar por la A c a b l e r , Bramar, ó abrumar, Opri- £p q u e en G u i ñ e e : Lat. A c c a r a . Acá- ^ r e , fens a u q u e l u n m o t fe p r e n d ,
f o r m e , Aufencia , f. •vino. »í» mano quando fe juega a los bolos. mir , cargar mucho , agravar , ra, Réynoy ciudad de África en *í> Accepcion , f.
A b f e n c e d ' c f p r i t , Dtftraccion. ^ A b i ü n c n c c , f. P r i v a t i o n des plai- *}>• ABUTICH , petite ville d ' E g y p t e fue afiigir, Molefte.r , abatir. *%* Guinea. ^ Accés , m . a b o r d , m o y e n d ' a p r o -
A b f e n t , A b f e n c e , Aufente. *í* f rs de la b o u c h e , ou M o d e r a t i o n «í* le N i l : La:. A b v d u s . Abúlica . A c a c i a , m . forte d'arbre d ' E g y p t e ACARA LE PETIT , q u e les H o l l a n - 4' cher de q u e l q u ' u n ou de q u e l q u e
E i r e abfent , étre ablente , Eftar d a n s l'uláge des a ü m e n t s , AbJ'a- $P villa de tgrpto fobre el Ntio. on fue Medicinal q u ' o n tire ¿ e cet d o i s apcllent Klein-Acara , c'eft
& c h o f e , Accefjb , ó acceffo, m.
aufente. nencia , f. *3* A B U V E , l l e ' d ' A f e , elle eft une des arbre , Acacia, f. & u n e petite ville de G u i ñ e e , d a n s V A v o i r acces auprés d'un G r a n d , Te*
11 eft abfent . elle eft abfente , Efla & V i v r e d a n s l'abftinencc , Vivir con & Philipines d a n s 1 Occan Oriental , A „ ^ J — „ , A » J , ' « I , V / I m. la P r o v i n c e dite la C o t e d ' o r . Lat.^ entrada en caía de un trata
aufente. V abft'mencia. jj* fous l'obéiftance du R o i d'Efpa- A c a d e m i e , f... licu
... o u P l a t ó n enfei-• V *** A c c a r a m i n o r . Acara el pequeño, •^ Señor
Ils f o n t a b f e n t s , ellcs font abfentes , > • ' A b f t r a í l i o n , f. t e r m e d o g m a t i q u e , V g n e . Lat. A b u i a . Abitya , Ifla dt " n o i t la P h i l o f o o h i e á A t h e n e s , ^ que los Holandefes llaman K l e i n - y U n e place de difficile a c c e s , Ciu-
íftan aufentes. *¿ Abftracion , f. Ajia', es una de las Iflas Phiiipi- La Academia de Alhenas , f. jj£ A c a r a , es una pequeña villa de * dad'de difícil acceffo.
E t a n t a b f e n t , éíant a b f e n t e , Efinn- V " Abftraire , faire préciíion , p r e n d r e ^ ñas en el.Occeano Oriental, fugettt A c a d e m i e , affembléc de perfonnes J Guinea, en la Provincia llamada a * * Accés de fievre , Acceffo dt calen*
do aufente. u n e n o t i o n limpie e n la d e t a - V " al Rey de Efpan a. i H*t" la.Coila, d p nro. *T
O n oublic aifement les abfens , L e
~ ^ c h a n t d u fujet a u q u e l il eft i n h é - ^ * * A B Y des beaux a r t s , Junta de diverfas ^ A c a r i á t r e , c. frenetique , Eantafti- 1 Accelíible , Accefftlle.
xos de los ojos lexos del cor acón. *^ r e n t e , Quitar, abftraer. * A b y m e , m. goufre tres-profond , perfenas que profeffan diferentes ¿ co, fantaftica. ^ A c c e f l l o n , f. Acceffo,
S'abfentcr , s'éloigner de q u e l q u e ' * * Abfttus , cache , o b l c u r , d i f f i c i l a ^ Abifmo , m. profundidad , f. ciencias o artes. T"ACARIG, petite ville de l ' A m e r i q u e ^ Accellbire , m . Accesorio, ó itccjX
licu , Aufcatarfe. *f c o n n o í t r e , Abftrufo , impene- j£ C'eft u n a b y m e , Es un abifmo. A c a d e m i e , J i e u oíi l a Noblefle a- ? M e r i d i o n a l e . Lat. A c a r a g e . Acá- X firio , m.
A b í l n t h c , f. herbé , Abfynthio trabte , recóndita. X A b y m e , d a n s le I a n g a g e de l ' E c r í - prend fes e x c r c i c e s , Academia, /• ^ ?'¡ > pequena villa de la América j ^ A c c i d e n t , m . Accidente, m.
ajenxos , m. ^ A b f u r d e , impertinent , c o n t r a i r e ^ ture íígnifie q u e l q u c f o i s l'Enfer , cafa adonde la Nobleza aprende Meridional ^ Facheux a c c i d e n t , m . Enfadofo ac*
A b f o l u , Abfoluto. j£ a u b o n s f e n s , Abfurdo. * Abifmo en la fagrada Efcriturn los exercicios. %. A C C cidente.
U n p o u v o i r a b f o l u , Vn poder abfo- £ A bfurdité , f. Extravagancia , f.l Jtgnifica algunas vez.es el Infierno. A c a d e m i e , licu oíi o n d o n n e p u b l i - A c c a r e r , c o n f r o n t e r u n c r i m i n e l ^ Par accident , Por ventura,
luto. difparáte, abfurdo, m. £ Abyme, Abifmado. q u e m e n t á j o u e r , Cafa de juego ¿¡^ a u x t é m o i n s , Carear, confrontar ^ A c c i d e n t e l , Accidental,
Tarler d'un t o n a b f o l u , Hablar con 1 A b f y n t h e , Axenjos , m. 2L II eft a b y m é , elle eft a b y m é e , Efta ó de conversación. ^ los teftigos cara ct cara. ^ Accideutellement , terme de P h i l g í ,
refolucion , ó refueltamenté. <t|_ A B U ^ abifmxdo, efta abifmada. A c a d e m i q u e , a d j e c l i f , Lo pertene- ^ Accaftillage , m . t e r m e de m a r i n e , ^ fophie , Accidentalmente,
J e u d i a b f o l u , J e u d i faint , Jueves ^ A b u s , m . Error,yerro , abúfo , m. I H font a b y m e z , ellcs f o n t a b y m é c s ,
s cicnte a la Academia, Académico. ^ c'eft le chateau fur l ' a v a n t & l e ^ A c c i f l e , f. Sifa , f.
. fanto. ^ C'eft un abus , Es un abafo. ^ Eftan abifmados , eftan abifma- Academifte, m . qui aprendles e x e r - ^ chateau fur 1'arriere Caftiüo de A c c l a m a t i o n , f. cri que l ' o n fait era>
A b f o l u m c n t , Abfolutamente , re- ^ A b u s , en termes de Paíais , lors ^ das. cices , Academífta, m. 4* popa y de proa. & í a v e u r de q u e l q u ' u n , Aclama-*
fueltamente. ^ q u ' u n J u g e entreprend fur la j u - ^ A b y m e r , jetter ou enfoncer d a n s C'eft u n Academifte , Es un Acá- ^ Acccleration f. l'aclíon d'accelcrer, cien , f.
II c o m m a n d e a b f o l u m e n t d a n s la ^ rifdiclion d'un autre , Emprefa ^ q u e l q u e a b y m e , Abifmar, arro- demifta. 4¡p Acceleración, f. acccleramiento,m. Acclamations, Aclamaciones.
ville , Manda abfolutamente en ixjufta fobre una junfdicion , o^ jar en un abifmo 6 en una profux- ACADIE , P r o v i n c e de la nouvelle «*» Accelerer , háter , prefler , Accele- Cfy II entra d a n s la ville avec des g r a n » -
la ciudad. yj^ fobre el derecho ageno. didad. F r a n c e en A m e r i q u e Lat. A c c a - r a r , aprefurar , abreviar. ^ des a c c l a m a t i o n s , Entro en l¡*
A b f o l u m e n t , d e t e r m i n e m e n t , De- A b u f e r de q u e l q u e chofe , e n u f e r ¿fr. s ' A b y m e r , s'enfonccr c o m m e d a n s d i a . Acadia, Provincia de la nue- A c c e n t , m . inflexión d e la v o i x , - j » ciudad con grandes acclamactones,.
terminadamente. m a l , XJfar mal de alguna cofa. 4 |» u n a b v m e , Abifmar fe. va Francia en América. Accent o, m. o**Accroupi, Acurrucado.
A b f o l u t i o n , f. l'action d'abfotldre A b u f e r de la patience de q u e l q u ' u n , ^ s ' A b y m e r d a n s les plaiíirs , EngoU ACAFRAN , R i v i e r e de B a r b a r i e d a n s IJ> O n c o n n o i t á fon accent de quellc **<. A c c r o u p i c , Acurrucada.
u n e p e r f o n n e acuíée d'un c r i m e , U Car mal de la paciencia de alguno, <j» farfe en los deleytes. le R o i a u m e d ' A l g c r . Lat. China'- •»}• P r o v i n c e il eft , Se conoce en fu II eft a c c r o u p i , Efta acurrucado,
Remtffion , f. «J» Abufer d'une f e m m e , Engañar hfy A C Á ful. Acafran , rio de Berbería en acecnto de que Provincia es. Elle eft a c c r o u p i e , Efta acurrucada,
D o n n e r 1'abfoíution , Bar la abfo-jfr unamuger. - ^ A c a b i t , m . qualité b o n n e o u _ m a u - el Réyno de Argel. ^ A v o i r b o n accent , Tener buen *c- A c c r o u p i r , s'accroupir, Acurrucarfe*.
lucion. *J- A b u f e r une l i l l c , la féduire, la fubor- JJ* yaife de certaines chofes , fur t o u t s ' A c a g n a r d e r , s'atacher par parefle cento. ^ Accroupiflément , m . Acmruca--
L e s J u g c s o n t c o n c i a a l'abfolution, IJ> n e r , Engañar a una muchacha, des fruits & de l e g u m e s , Buena 5 a quelque chofe de h o n t e u x o u de «$• L e s d o n x accens de fa v o i x , La fuá- •»** miento , m.
Los Juezes concluyeron larcmijfion. ffr s' A b u f e r , fe t r o m p e r , Engañar fe mala calidad de todo genero de b a s , s ' a c o q u i n e r , Ptcarear. jjy vidad de fu voz. ^ A C E
A b f o l u t i o n , ou r e m i f h o n des pc-<3» errarfe, abufarfe. J¡f carne o de futa. s ' A c a g n a r d e r auprés d'une f e m m e , Pouflcr de fúnebres accens , Dar ->Í* ACEMCAON , l i e de l ' A m e r i q u e M e -
c h e z , Abfolucion, f. ^ A b u f é , Errado, abufado. •<$» U n e P o i r e de b o n acabit , Una Per& Sujetarfe a. una muger. grandes gritos. ridionale d a n s la Mer d u E r e í i l .
A b f o r b c r , c n g l o u t i r , Engltüir, ab- J e ni'abufe , Me yerro , me ahufo. 4» de buen faber. ACANES , R o i a u m e d ' A f r i q u e d a n s Accent , petite m a r q u e q u i fe m e t * * * Lat. A f c e n í i o . Afcenfion , Ifta
forver. * í » N e v o u s abufez pas, No fe yerre ufted. A c a b l é , Oprimido, abatido. la G u i ñ e e : Lat. Á c a n a . Acanes , ••?* fur u n e voielle , Accento, m. de la América Meridional en el
A b f o u d r c , deelarer i n n o c e n t , o « re- « í * V o u s v o u s abufez , Ufted fe yerra. *3* E t r e a c a b l é , étre acabléc , Eftat Rcyno de África en la Guinea. Il y a t r o i s accens , f a v o i r , l ' a i g u , ^ Mar del Brafil.
fficttre u n c r i m e , Abfolyer. J e m e fuis a b u í e , Me erre. & oprimido, eftar oprimida. ' ACANES LE GRAND , ville confide- '•f* le g r a v e , & le circonflexe ; áy Accnfcment , m . l ' a ñ i o n d'aceníer
A b f o u d r c q u e l q u ' u n , Abfolver h *$* V o u s v o u s étes abufc , Ufted fe erro, ;
]\ f t acablé , elle eft a c a b l é c , Efta
c
rabie de la G u i ñ e e , d a n s la C o t e tres accent os , uno agudo, clro^ Accnfimiento, m.
alguno. ""í* Il s'eft abufé , elle s'eft abufée , Se ^ oprimido, efta oprimida. d'or : Lat. Á c a n a m a j o e . Acanes ^* grave , y otro circunftexo. ^ A c e n f e r , d o n n e r un h e r í t a g e a c e n í ^
A b f o u d r c u n Pcnitent , lui d o n n e r 4 * erro , fe abufo. ^ lis font a c a b l e z , elles font a c a b l é c s , él Grande , ciudad confierable de^f Accentuer , m a r q i i e r d'un accent , V*" Acenfar , y acenfuar.
l'ahhhiúon,Abfolver unrenitente. y A b u f e u r , m. Engañador,
1
m. el que hftan oprimidos, eftan oprimidas. la Guinea, en la Cofia de oro. V Accentuar. A c e r b e , a i g r e , Agrio, acerbos
Moníieur un tel, que Dicu abfolve, ^ abufa a otro , o le engaña, fedu- v J e fuis acablé , j e fuis a c a b l é e , Eft'oy A c a n t h e , f. ou B r a n c b c - u r f n c , ^ A c c e n t u é , Accentuado. Aceré , Acerado.
Fulano que Dios tenga en gloria. *** ^ or- ^ oprimido, c fio y oprimida. forte d'herbe , Acantho , m. S Acceptable , recevable , Acceptaíle. * Accrer , mettre de l'acier ayec d a
A b f o u s , Abfuelto. * * * A b u f f, Abttfivo, improprio. j £ J e fuis acablé de f o m m e i l , Me cai- Rranca-urfina , f. + A c c e p t a t i o n , f. l'aclion d ' a c c e p t e r , ^ fer , Acerar,
A b f o u t c , Abfiielta. ^ A b u í i v e m c n t , Abufivatnente , im- ^ go de faeno. ACAPONETA , Pf.is de l ' A m e r i q u e ¿£ Accetacion, o acceptacion , f. ^ ACERENZA , ville d u R o i a u m e d e
A b f o u t c , f. abfolution genérale q u i j £ propriamente. _ ^ L a triftefle l'acable , Se muere de d a n s la nouvelle E f p a g n e : Lat. j £ A c c e p r é , Accetado, ó acceptado. t N a p l e s d a n s la P r o v i n c e de B a f i -
fe fait le J e u d i f a i n t , Abfolucion *^ A b u í i v c , d'une m a n i e r e abuíive , * trifteza. C h i a m e t a . Acaponeta , Pays di ^ Acccptei-, Accetar , ó acceptar. £ licata : Lat. A c h e r o n t i a . Aceren*
general que fe dá el Jueves faino. í Impropriamente. j £ V o u s m'acablez de bienf^its , Ufted, la América en la nueva Efpixña. ^ j ' A c c e p t e ees c o n d i t i o n s , Accepto za , villa del Réyno de Ñapóles e»
e'Abftcnir de q u e l q u e chofe , s'em- * A buter , terme de j o u e u r s de quil- J¡ me haz.e mas favores que merezco. ACAPULCO , ville de la nouvelle Ef- ^ eft as condicioms. ^ la Provincia de Bafilicata.
pecher de faire q u e l q u e chofe , f ^ l e s , c'eft pofer une boule a tren- Acablcr q u e l q u ' u n ,. Oprimir a al- p a g n e fui- Ja Mer du S u d : Lat. J 4 Acccpter une lettre de c h a n g e , Ac- ^ ACERNO , ville d u R o i a u m e de N a -
priver de l ' u f i g c de quelque c h o - ^ te , o u q u a r a n t c pas du quiller , gano. A c a p u k u m . Acapulco, villa de la ^ ceptar una letra de cambio. ^ pies dans la Principante C i t c r i e i t -
f e , Abftenerfe , ir fe ala mano. ¿¡^ Sí jetter des quiiles anpres , ele ^ A c a b l c m e n t , o p r e í l i o n , Abaiimien- nueva Efpaña , fobre el mar del ^ Accepto i r , m . celui qui accepte , re. Lat. A c e r m i m . Acerno, ciü-
J e m ' a b f t i e n s , Me abftcngo. ^ la boule , p o u r v o i r la quülc ovn ^ t0 , fatiga; Broma, carga pefa- s
"d- ¿ Acabador, ó acceptador, m. f^. dad del Réyno de Ñapóla en «$
A b f t w i c z - v o u s , Alftingafe ufted. e n f u á la plus p r e s , í x cciui q u i da.
ACARA , R o i a u m e & yilk d'Afri- .¿- Acccption , t\ terme de G r a m n i a i - Principado Citerifr,
8 A C H ACH ACÓ
Voil! én >
ACÓ
Si a ufted le agrada Jír- Acotiít, hi.
ACÓ
herbé v e n i m e u f e , Acó-
ACÓ S>
s ' A c o r d e r c o m m e c h a t , 8c chien

AcERRA , p e t i t e ville de la F r O v í n - -í*- Acheté , Comprad». A C Ó


vafe de ello. nito, m. yerva veneno fa.
II s ' a c o m m o d e de t o u t ce q u ' i l t r o u - ^J* * A c o q u i n e r , s ' a c o q u i n e r , Picarear.
, *S* Eftar como perros y gatos.
II v a u t m i e u x u n m a u v a i s acord ,
ce de L a b o u r d a n s le R o i a u m e de * > • Acheter , Comprar. •»$• A c o l a d e , f. e m b r a í l e m e n t r e c i p r o - v e f o u s fa m a i n , Echa mano de ' í * hazerfe picaro y holgazán , como'i* q u ' u n . b o n p r o c é s , Mas valen»
N a p l e s . Lat. A c c r r a . bicerra , & Q u ' a v e z - v o u s acheté ? Que ha com-^ - q u e , Abraco, m. todo lo que halla. & Lazarillo de Tormesy Guzman de ' í * mal ajufte , que un buen pleito.
pequeña, villa de la Provincia de *|* prado ufted í 4 * D o n n e r une acolade á quelqu'un , s ' A c o m m o d e r , prendre fa c o m i s o - Alfarache. A c o r d e r u n inftrument de m u f i q u e ,
Labur en el Réyno de Ñapóles.
A C H
y Que v o u l t z - v o u s a c h e t e r ! 6¡ue quie- &
V re ufted comprar !
Dar un abrapo a alguno.
& A c o l a d e d e L a p e r e a u x , deux L a p e -
díte , fes aifes , Tomar fu cerno- V s' A c o q u i n e r a u p r é s d ' u n e f e m m e , ^ Templar un inftrumento de múfica.
didad. *J Sujetarfe a una muger. *J L a g u i t a r r e eft a c o r d é e , Laguitar-
ÁCHA, petite n v ¡ c r c d ' A l c m a g n e , y Achcteur , m . Comprador , m. & r e a u x r o t i s ou fervis enfcmble , 11 s ' a c o m m o d e a u t a n t q u ' i l peut , Acord , m . convention , paftion * ^ ra efta templada.
qtii a fa (buree d a n s 1c C o m t é de y A c h e v a n t , Acalcando. ^ Dos Conejos affados juntos. Se acomoda lo mejor que puede. **v q u e T o n fait p o u r ter m i n er u n *+ L e elaveein eft a c o r d é , El clai ÍOTfíN
T i r o l . Lat. A c l i a . Acha , peque- A c h e v a n t de d i n c r , Acahande de * * * A c o l é , Abracado, A c o m p a g n é , Acompañado. ^ difterend , Concierto , m. Con-^ dio efta, templado.
tw rio de Alemania , que tiene fu **^ comer. A c o l e r , j e t t e r les bras a u c o u d e E t r e a c o m p a g n é , Eftar acompañado. * vención , f. 1 L e luth eft a c o r d é , El laúd efta,tent-
erigen en el Condado de Tirol. J A c h e v é , Acabado. . y q u e l q u ' u n en figne d'afFe¿tion ,
E t r e a c o m p a g n é e , Eftar acompa- A c o r d , b o n n e intelligence , c o n - ^ piado.
A c l i a l a n d c , Aparroquiado, acre- y T o u t eft a c h e v é , Todo efta acabado, y Echar loslracos alcuello de alguno
nada. ^ corde Concordia, f. buena inteli- ^ A c o r d e r fa v o i x avec un, inftru-
ditado. ^ A c h e v c m c n t , na. l ' a ñ i o n d ' a c h e - y pal a abracarle.
11 cft a c o m p a g n é , Efta acompañado. J gencia. m e n t , Ajuftar fu- voz con un in-
11 cft bien achalandé , Efta bien a- £ v e r , Acabamiento , m. * A c o l e r la v i g n e , la ü c r á Téchalas ,
E l l e eft a c o m p a g n é e , Efta acompa- j ^ E t r e bien d ' a c o r d , étre bien e n - ¿¥ frumento.
parroquiada, efta bien acreditada. ^ Achever , Acabar. y Bardar una cepa, de •viña.
nada. i femble , Eftar bien avenidos. A c o r d e r T a d j e c l i f a v e c te fubflan-
U s f o m bien achalandcz , Eftan bien * ^ Q u a n d a c h e v e r e z - v o u s ? guando y A c o l e r deux lapereaux , Juntar do*,
A c o m p a g n e m e n t , m . Acompaña- ^ Us f o n t bien d ' a c o r d , Eftan bien 4 ? t t i f , t e r m e de G r a m m a i r e , Con-
aparroquiados , eftan bien acre- acabara nfted ! conejos para affarlos.
miento , m. avenidos. t cardar el adjetivo con el fubftan-
ditados. ^ J ' a c l i c v e r a i b i e n - t ó t , Acabare prefto.\ A c o l i t e , m . c'clt Tun des Miniftrcs
+ k

A c o m p a g n e m e n t , ce q u i a c c o m - ^ Elles f o n t bien d ' a c o r d , Eftan bien tivo.


Elles font bien achalandées , Eftan ^ J acheyerai plutót q u e v o u s , Aca-¿^ q u i fert á l ' a u t e ! , Acolito, m.
p a g n e , ce q u i eft j o i n t , Acom- avenidas. ^ A c o r d e r , conceder , o ñ r o i e r u n e
bien aparroquiados , eftan bien ¿y haré antes que ufted. 1 A c o m m o d a b l é , q u i Ce peut acordef
pagamiento , lo que acompaña. W N o u s í b m m e s bien d'acord , nous g r a c e , Conceder , otorgar.
acreditadas. ^ A c h c v e z d o n e , Acabe ufted pues. ^ en parlant d'un differcnd, Acamo*
A c o m p a g n e r , allcr de c o m p a g n i e ^ f o m m e s bien enfemble , Eftamos A c o r d e r fa filie e n - m a r i a g e , Dar
A c h a l a n d e r , faire a v o i r des c h a - ^ A c h e v o n s , Acabemos. £ dable, el que fe ajufta con otro.
avec q u e l q u ' u n , Acompañar a bien avenidos. fu hija en cafamiento.
Jands , Aparroquiar , acreditar , ¿+ H faut q u e j ' a c h e v c , Tengo de acabar. ^ A c o m m o d é , Acomodada,
alguno. *+<. E t e s - v o u s bien d ' a c o r d ? Eftan ufte- ^ s ' A c o r d e r , étre d ' a c o r d , Avenirfe
hazer tener parroquianos. ^ ACHONRV , - petite ville d ' I r l a n d e . N eft a c o m m o d é , Efta. acomodada,
A c o m p a g n e r J e a n , Acompañar• a. «t» des bien avenidos? eftan uftedes «t» bien.
B'Achalander , commencer- á a v o i r Lat. A c h o n r i t a . Achonry, peque- ^ Elle e f t a c o m m o d é e , Efta acomodada,
Juan. *+» bien avenidas ? lis s ' a c o r d e n t en c e c i , Concnerdan
des chalands ,' Acrcditarfe. ña villa de Irlanda. ^ A c o m m o d é , q u i e í l a fon a i f e , Ha*
A c o m p a g n e r Fierre , Acompañar a •>*•• A c o r d , a c o m m o d e m e n t , r e c o n c i - en efto.
A c h a r n é , Encaminado , irritado. A c h o p e m e n t , m . Tropezón , tro- ^ rendado.
Pedro. •»£«• Hation entre des p e r f o n n e s q u i fe s ' A c o r d e r d u prix , Concertarfe en
A c h a r n e m e n r , m . Encarnizamien- pieza, m. ' ^ Acommodement , m . acord, Ajufte,
A c o m p a g n e r M a r i e , Acompañar a «*«• v o u l o i e n t d u m a l , Reconcilia- Vj» el precio.
to , m. irritación , f. «ti. II fít un a c h o p e m e n t , elle fít un ^ concierto , acomodamiento , m.
Maria. ~ -tj» cion , f. - <í* A c o r d é , Concertado.
X-es foldats f o n t a c h a r n e z les u n s «$«. a c h o p e m e n t , Dio un tropezrn. «*» S ' c n t r e m c t t r e d'un a c o m m o d e m e n t ,
II a c o m p a g n a fa f e m m e , Acom- «j» Mettre d'acord , Poner en paz , ha- ify J e m e fuis a co r d é a v e c lui , Me he
c o n t r e les autres , Los foldados J e fis un a c h o p e m e n t , D i un tropezón. 4t¡, Ser medianero en- un ajufte , me-
paño a fu mugir. zer las dmiftades. concertado con el.
cftan irritados los unos contra los -ij* ACHRIDA , ville de T E m p i r e du ^ diar un ajufte.
11 a c o m p a g n a fa filie , elle a c o m - • » * * T o u t d'un a c o r d , De común es n- ->í* J e m e fuis a c o r d é avec e l l e , Me he
otros. 4* T u r c , l a n s
l ' A l b a n i e . Lat. A c r i - Faire l ' a c o m m o d e m c n t d'un d i f l i -
p a g n a fa filie, Acompaño A fu hija. **«• fntimiento. ' •>%*• concertado con ella.
II cft a c h a r n é , elle cft acharnée , «j» d u s . Achrida , villa del Imperio <$• rend , Ajuftar una diferencia.
í l a c o m p a g n a fon a m i , Acompaño * J » E t r e , t o m b e r o h demeurer d'acord , * $ • A c o r d é , o f t r o y é , Concedido , otor-
Efta irritado , efta irritada. «}• del Turco en Albania. 1 ne v e u t r n í e n d r e a aucun a c o m -
;

a fu amigo. *%* Convenir, *í* gado.


J l s f o n t a c h a r n e z , Eftan irritados. ^ ACHYR , petite ville de P o l o g n c m o d e m e n t , No quiere ajuftar fe.
J e v o u s a c o m p a g n e r a i , Acompaña- *t* d ' A c o r d , j e le v e u x bien , Soy con- ¡1 m ' a a c o r d é ce q u e j e lui ai d e m a n -
Elles font acharnées, Eftan irritadas. d a n s la RuíIIe. Lat. A c h y r u m . Acommoder , Acomodar.
re a ufted. tentó. *** dé , Me ha concedido lo que le he
Achat, m. Compra, f. Achyr, pequeña villa de Polonia *J* Acommoder une m a i í b n , Reparar
A c o m p n g n e z m o i , Acompáñeme Etre t o u s d ' a c o r d , Eftar todos con-ty pedido.
11 a fait un b o n a c h a t , elle a fait un en la Riíjfia. 'fy una cafa. ufted. cardes. *** Acord , harmonieux , m . Concen-
b o n a c h a t , Ha hecho buena compra. *J» A C I :1 s a c o m m o d é t o u j o u r s fort p r o p r c - Acompagncr une perfonne q n i «í* A c o r d , u n i ó n , c o n f o r m i t é des e f - ^ to , m.
ACHBALUC , ville de la T a r t a r i e O - * * * A c i , petite ville de Sicile , fítuée *í* m e n t , Anda fiímpre afeado. c h a n t e , c'eft j o u c r e n ' m é m e tems *í* prits & des v o l o n t e z , Concordia, V A c o r d o i r , m . petit inftrument d o n t
rientale. Lat. A c h b a l u c u m . Ach-ty dans la Vallee de Dtmona. Lat. A c o m m o d e r Ta m a i f o n , Poner fu les parties- fur q u e l q u e iuftru- unión ,. / . *** o n fe fert p o u r acorder les iiiflru-
laluc,villa de la Tartaria Oriental. 'í* A c i s . Aci, pequeña villa de Sicilia, cafa en orden. m e n t , Acompañar en la múfica a * » * A c o r d , c o n f o n a n c e de fons o h de y m r n s de m u í i q u e , Silvato , m.
A c h e , f. herbé , Apio , m. yerva. ^ fituada en el Valle de Demona. ^ A c o m m o d e r , aprcter a m a n g e r , alguno. *j* v o i x en m u f i q u e , Confonancia , f. V * inftrumento por cuyo tono fe tem-
ACHEM , R o i a u m e des I n d e s O r i e n - V AciAroNDA , ville de l'Indc de la & Aparejar la comida. s'Acompagner , choifir certaine *»* L e s inftrumens ne f o n t pas d ' a c o r d . , * » * plan, los demás inftrument os.
tales d a n s la partie S c p t e n t r i o n a - - G a n g e fur la cote Oriéntale d u ^ * C c t e m p l o i m ' a c o m m o d e r o i t f o r t , • c o m p a g i n e , Acompañarfe con al- y Los infrumentos eftan difeordes. y A c o r c r , terme de M a r i n e , Apoyar
k de Tile de S u m a t r a . Lat. A c h e - & G o l f e de B e n g a l e . Lat. Acipon-'V" Efteempleo feria de mi conveniencia. gano. * ? ^ ' t - s i n f t r u m e n s f o n t d ' a c o r d , Los**^ ó foftener alguna-cofa.
m u m . Achem, Réyno de las Indias V d a . Aciaponda , villa de la India j * * s ' A c o m m o d e r avec q u e l q u ' u n , Ajtt' A c o m p l i , a c h e v é , finí, í a k e n t i c - y inftrumentos concnerdan bien. ** A c o r u s , ni. Acoro , hierba femé-
Orientales en la parte Septentrio-^ de la Gange fobre la cofta Orien-^ ftarfe con alguno, r e m e n t , Acabado. y L e s d o u x a c o r d s de m a L y r e , La jante al Lirio , m.
nal de la Ifla de Sumatra. tal del Golfo de Bengala. ^ s ' A c o m m o d e r á l ' h u m e u r des a u t r e ? , A c o m p l i , parfait, Cumplido, perfeólo. « dulce armonía de mi Lira. ^ A c o r e s , voiez A z o r e s .
A C H L M , ville capitale d u R o i a u - * ^ A c i d e , a i g r e , Acedo, agrio. Avenir fe con el humor de otros. 11 y a cent ans a c o m p l i s , Ha cien y A c o r d a i l l e s , f. k s c e r e m o n i e s q u i * ^ Acoftable , q u i eft facile a a b o r d e r ,
me. de ce n o m . Lat. A c h e m u m . ^ II eft acide , elle cft a c i d e , Es acido, * s ' A c o m m o d e r , n'étre p a s diiíicile , años cabales. J fe f o n t p o u r fígner un c o n t r a e ! de Hombre tratable que no fe de filena
Achem , ciudad principal del Rey- es agrio , es acida, es agria. *r ctre aiíé á contcnter , Allanar-, •Acomplir , Cumplir , executar. J m a r i a g e , Otorgaciones de cafa- de hablar con alguno,
no del mifmo nombre. , ^ Aciditc , f. Acedía , f. fe , conteníarfe fácilmente. A c o m p l i r un o u v r a g e , Dar perfec- ^ miento , f. ^ Acofter q u e l q u ' u n , Juntar fe ton
A c h e m i n c , Encaminado. 1 Acier , m . Acero , m. - ? ll s ' a c o m m o d e d e t o u t , De todt . cion a una obra. ^ A c o r d e r , mettre d ' a c o r d , r e c o n c i - ^ alguno, acercar fe a alguno.
A c h e m i n e m e n t , m . Encaminamien- £ A C L X echa mano. A c o m p l i r fa promefle , Cumplir I licr , Poner en paz a los que eftan ^ A c o u c h é e , f. f e m m e q u i eft en c o u -
te , m. ^ A c l a m a t i o n , f. Aclamación , f. X 1
' s ' a c o m m o d e de ríen ,
l l e
Nad» una promejfa. en difiordia. ^ che aprés a v o i r e n f a n t é , Pari-
A c h e m i n e r , Encaminar. X ACLIEÍA , petite ville d ' A f r i q u e fur ^ le agrada. A c o m p l i f l e m e n t , m . a c h e v e m e n t , ^ A c o r d e r u n difíercnd , le t e r m i n e r ^ da-, f. muger que ha parido.
A c h e m i n e r q u e l q u ' u n , Encaminar a ^ la c o t e du R o i a u m e d e T u n i s . ^ J e n c i a u r o i s m ' a c o m m o d e r de ect- e x e c u t i o n cntiere-, Remate, o cum- . J . á T a m i a b l e , Ajuftar una dije-Elle s'eft accouchée , Ha parido.
alguno. L n t
- C h i p i a . Aclibia , pequeña^ te m a n i e r e de v i v r e , Eftegénerv plimiento de alguna cofa , m. renda. - E í l - e l k a c o u c h é e í lia parido i
A c h e m i n e r u n e affairc , Encaminar villa de África fobre la cofta del jfy. . de vida no me agradaría.
I I . PARTIE, ' ü
ttn negocio. <fr -Reyno de Tunis, S i v o u s v o u s en a c o m m o d e z fervea

VOUS
io A C O ACÓ A C CL ACR A C T ACU it>
Acoucliemcnt., m . e n f a n t e m c n t ,-íf- me, Habitud, coftumbre', f. l¡f- en fu profefiton.
E n i t i r , Faire a c r o i r e ', faite crol-^
A £ l e d e v e r t u , ABo de virtud. -fr F a i r e b o n acueil á q u e l q u ' u n , A*
re ce q u i n'eft p a s , Hazer creer. 4 ¡ * A £ t e d e c o n t r i t i o n , Aclo de con- ^ gafidjar k alguno.
Parto, m, L ' A c o u t u m a n c e , eft u n e feconde n a - ' • S * Accjuifition , f. l ' a é l i o n d ' a c q u e r i r , E n faire a c r o i r e a q u e l q u ' u n , le & tricion , m. • II m e fit b o n a c u e ü , Me agaffajh.
H e u r e u x a e o u c h c m e n t , Buenalum-^ t u r e , La coftumbre es fegunda na- ^ Adquirimiento ,m. ádquificion ,f. t r o m p e r , Engañar k alguno , ha-^ Añe, p a r t i e d ' u n e píece de T h e a - ^ Elle m e fit b o n acueil , ídem,
bramiento. 4p turaleza. ^ A c q u i t , m . Recivo , m. quitanza, ziendole creer lo que no es. ^ tre.Jornada o año de Comedia, m. ^ J e v o u s ferai b o n a c u e i l , Agajpt*
Q u e D i e u luí d o n n e u n heureux •í*' S ' a c o u t u m a n t , Acoftumbrandofe. carta de pago-, f. S ' c n faire a c r o i r e , prefumer t r o p *j* A f t e , t o u t ce q u i fe fait p a r le M i - 4* jare k ufied.
a c o u c h c m c n t , Dios la dé un buen *t* A c o u t u m é , qui a pris une c o u t u - V " P a r maniere" d'acquit , rtegligen- de f o i - m e m e , Preciar fe k fi mif- niflre d ' u n OfEcier de Juftice , * Il v o u s ' fera b o n a c u e i l , Agaffaja*
D i enlumbramiento.
u v o u s d o n n e un heureux a c o u - ^ V- brado.
m e , ou u n e h a b i t u d e , Acoftum- * A c m q ucint et r , q Defcuydadamente,
u e l q u ' u n , 'le r c n d r e. q u i - mo , préfumirfe. *|*" ¿uto de Jufiicia , m. jj£ rk a ufied.
'ieu v o u s d o n n e un heureux a c o u - V "
Clicmcnt , D e D'lOS a tlílcd un buen**'
c h c m e n t , De Dios a ufied un buen ^
F.frr nmntimip
brado.
Tft^r nrntlu™\,*»J
E t r c a c o u t u m é , EftarEftk acofiumbrado.
& ' te de fes dettcs , Perdonar la dete-
*«*
**'
*
n
da k
' -
alguno.
• -
II s'en f ü t a c r o i r e , Se precia
• mífmo.
a ft*JA&es
x
, a u pluricl , écrits publics , V " Elle v o u s fera b o n a c u e i l ,
r e g l e s , Autos de Notario , ó ^ * A c u e i l f a v o r a b l e , Buen
ídem.
acogimien-
A c alumbramiento.
o u c h e r , e n f a n t e r , Parir. *•£ 11 eft eft
Elle é ,m éEftk
a c oauctouumt u e \ Eftkacofiumbrado.
acoftum-* A c q u i t e r d « m á r c h a n d i f e s á la d o u a - X l l e s'en fait a c r o i r e , Se precia aj¡*& eferivano publico , m. *•* to , buena acogida.
A c o u c h e r a v a n t le terme , Mal- X bradeí. ***• Declarar las mercancías en- mifma. ^ L c s A í t e s des A p o t r e s , Actos de /AÍ*j* F a i r e b o n acueil a q u e l q u ' u n , A-
parir. lis f o n t a c o u t u m e z , Efian acoftum- ^ la aduana y pagar los derechos. N c v o u s en faites p a s a c r o i r e , Nofe * Apoftoles. ^ _ gafidjar k alguno.
A c o u c h e r , aider une f e m m e a a c o u - J brados. ^ A c q u i t e r fes dettes , Pagar fus deu- precie ufied a fi mifme , no fe pre- J A é l e u r , m . celui q u i reprefente u n * ^ Acueiilir , reccn'oir q u e l q u ' u n q u i
chcr , Partear una muger. ^ Elles f o n t a c o u t u m é e s , Efian acó-^ das. cié ufied kfi mifma. *^ p e r f o n n a g e d a n s u n e piece de *^ v i e n t n o u s v o i r , Acoger a algu-
A c o u e h e u r , m . celui q u i aide a $ fiambradas. ^ s ' A q u i t e r dé fon devoir , Cumplí* AcroitTcment , m . a u g m e n t a t i o n , T h e a t r e , Comediante, m.elque^ no, hofpcdarle y agafi'ajarle.
a c o u c k e r , Hombre que haze la ^ A la m a n i e r e a c o u t u m é e ,- Como es con fu obligación, a g r a n d i f i e m e n t , Acreccntamien- JS reprefenta algún perfonage en una ^ Il fur acucilli d ' u n e fácheufe m a l a -
función de una partera. í coftumbre , frgun la cofiumbre. ^ s ' A c q u i t a n t de f o n devolf,Cumplí en- to , er.gr aiitlec:miento , m. ^ Comedia, Ador. ^ d'ic, Le dio una grande enfermedad.
s ' A c o u d c r , s ' a p u y c r d u c o u d e , A- £ A'coinumer , faire prendrc u n e c o u - ^ do con fu obligación. A e r o i t r e , rendre plus g r a n d , A- ^ A c t i f , q u i a g i t , Aclivo. i N o u s f u m e s acueillis d'une t e m p e -
codarfc , apoyar fe fobre el codo. ^ t t u r n e , ou u n e h a b i t u d e , Acó- j f II s'eft a c q u i t é de f o n d e v o i r , Cum-
v
crecentar. 4 ? ¡ . ^
c t
^> a g i t avec p r o m p t i t u d e , ^ t e , Nos cogió una grande borrafca.
A c o u d o i r , m . Almohada ó otra co- ^ ftumbrar. ^ plio con fu obligación. S ' a c r o í t r c , Acreccntarfe. Aclivo , diligente. ^ Acueilli , Acogido.
fa para poner debaxo del codo , b ^ s ' A c o u t u m c r , Acofiumbrarfe. ^ s ' A c q u i t e r de fa p r o m e f l e , Cumplir A c r o f l i c h c , f. forte de Poéfie d o n t V i e active , ou q u i confine d a n s A c u l , m . lieu é t r o i t S : b o u c h c d ' o u
para recoftarfi. ^ j e ne faurai m ' a c o u t u m e r , No podre lo prometido. c h a q u é vers c o m m e n c e p a r u n e ^ l ' a í t i o n , Vida activa. ^ l ' o n ne peut forrir , Rincón , e
C h a i f e a a e o u d o i r s , Silla de ref- jt¥ acoftumbrarme. ^ A c q u i t e r fa confeience , Defcargar lettre de celles q u i c o m p o f e n t le ^ A i l i o n , f. Ación , o acción , f. ^ callejón efirecho , fin falida , m.
paldar. A c o u t u m e r , a v o i r de c o u t u m e , la conciencia. n o m , q u ' c n écrit de t r a v e r s d a n s A c l i o n de g r a c e s , r e m e r c i m e n t , ¿ ¿ A c u l e r , poufler q u e l q u ' u n & le r e -
A c o u p l é , Apareado. Tener por coftumbre. , * » s ' A c q u i t e r d'un v c e u , Cumplir un la m a r g e , Acrofiico , m. verfos Agradecimiento, m. ^ duire en u n c o i n , ou en u n e n d r o i t
l i s f o n t a c o u p l e z , Efian apareados. »** A C Q «* voto.v
cuyas letras iniciales forman el A f l i o n p u b l i q u e , Aceton publica. ¿* d ' o u i l ' n c peut reculer , Arrince-
l i s fe font a c o u p l e z , Se han apareado. «J». A c q s , ville de F r a n c e d a n s la G a f - í * » A C R nombre que fe eferive de lado en ¿ y A í t i o n , u n e p a r t q u ' o n a d a n s les * í f r nar k alguno , obligarle k que fe
A c o u p l e m e n t , m . Conjunción , /".•»*«• c o g n e . Lat. A q u x T a r b e l l i c x . A C R E , ville de Siric fur la M e d i t c r - la margen. , «*(. C o m p a g n i e s des Indcs , Acción , retire k un lugar de donde no puc~
apareamiento , copula , ayunta- •»*«• Acqs, villa de Francia en la Gaf- «J» r a n e e . Lat. A c á . Acre, villa en A c r o t e r e s , m . terme d ' A r c h i t e f l u - u n a parte que fe tiene en las Com- da recular.
miento de una cofa con otra. •»** cuña. •»*• Siria. re, ce font de petiy, piedefiaux »J» partías de las Indias. «*(. S'aeuler , fe r a n g e r c o n t r e u n e m u -
A c o u p l e r , j o í n d r e cnfemble , Apa- * J * A c q u e r e u r , m . celui q u i a c q u i c r t , A c r e , Agrio, mordaz, acerbo, q u í foutiennent de petitcs ftatués « * • Se m e t t r e en • a é t i o n , Empezar a <fy raille , Arrinconarfe contra una,
rear , copular. «••• fur t o u t , des biens i m m e u b l e s , «J» H u m e u r acre , Humor mordaz. a u haut des b á t i n i e n s , Remates, •*«• obrar. pared,
A c o u p l e r , o h aparier le m á l e avec « * * Aquiftador , adquiridor, m. * $ • A c r e d i l e r , . mertre en credit , Acre- tn. termino de Architcciura , / ¿ » •»+«• E t r e t o u j o u r s en a c t i o n , Obrar con- *j» A c u l é , Arrinconado,
la femelle , Aparcar macho con * j » A c q u e r i r q u e l q u e chofe , .en obte-*3> ditar. los pede fíales, ó peanas que fojlie- tinuamente. s'eft aculé c o n t r e la m u r a i l l e , elle
hembra , Copular, juntar. n i r la poflcílion , Adquirir , a- *$«• Acredité , Acreditado. nen las efiatuas en un edificio. « * • A c l i o n , c o m b a t , mélée , Acción , *J» s'eft aculée c o n t r e la m u r a i l l e , Se
s ' A c o u p l e r , fe j o i n d r e p o u r la g e - 'fy quifiar. * $ • II eft bien acredité , Efik bien acre- A c r o u p i , Acurrucado. termino de guerra, que quiere de-¿¡y arrincono contra la pared.
n e r a t i o n , Aparearfe macho con »J* s ' A c q u e r i r , Grangear. ditado. Il efl a c r o u p i , Efik acurrucado. «í* zir combate. A C U M , petite ville de l ' A b i f f i n i c .
hembra para la generación. «$* Acqueft , m . t e r m e de d r o i t , chofe *5* Acredftée , Acreditada. lis font a c r o u p i s , r / 7 ¿ 7 z acurrucados, ¿fr A c l i o n réclle & perfonnelle , Ación *$+ Lat. A u x u m e . Acum , pequeña
A c o u r c i , Acortado. *í v
a c q u i f e , Adquirimiento, m. ad-'fr'E.We eft bien acreditée , Efik bien A c r o u p i e , Acurrucada. real y per fonal. *í* villa de la Abiffinia.
II eft a c o u r c i , Eftk acortado. *t* quificicn , /. & acreditada. Elle eft a c r o u p i e , Efik acurrucada. I n t c n t e r a c l i o n a q u e l q u ' u n , luí f a i - *%* ACUMOLI , petite ville du R o i a u -
Elle eft a c o u r c i e , Efik acortada. ^ A C Q U I , ville E p i f c o p a l e d'Italic , * * * A c r e t é , f. Agrura , f. agror , m. Elles font a c r o u p i e s , Efian acurru- re q u e l q u e p r o c é s , Citar k al- *í* m e de N a p l e s . Lat. Acumalum.
A c o u r c i , Copilado, epilogado, re-***" d a n s le D u c h é de M o n t f e r r a t . Lat. A c r i m o a i e , f. Acrimonia , f. cadas. , •í* grato ante la jufiicia. *t? Acumoli, pequeña villa del Rey-
fumido , recopilado. *> AAq. u. .x_ CStatyclla:. Acqui
. . . . . . , ciudad * • * A c r o c , m.. déchirure q u e f a i t ce q S ' a c r o u p i r , s'abaifler fur le d e r r i c - * Í * A v o i r a c l i o n c o n t r e q u e l q u ' u n , Te- no de Ñapóles.
Ul
A c o u r c i r , rendre plus
i
c o u r t ,, Acor- Epifcopal de Italia en el Ducado de * » * acroclie , Girón, defgarron , r.m. r e , Acurrucarfe'. *^ ner pretenfion a ca rgo de alguno. *«* Acumulant, Acumulando.
tar. *í* Monferrato. V " A c r o c , m . ce q u i a c r o c h e , Gancho, S ' a c r o u p i f l i i n t , Acurrucandofe. & A c l i o n n c r / terme de p r a t i q u e , c'eft & A c u m u l c r , entafler , Acumular.
A c o u r c i r la v u e , Acertar la vifia. *|* Acquiefcement, m . confentement, garfio, ;n. Acroupifiement , n i . la m a n i e r e * ! * ' intenter a í l i o n , Emplazar k al- * | * A c u m u l c r des ríchefles , Acumula*
s'Acourcir , Acortarfe. j£ Confcntimiento , m. *j* A c r o c h e , f. e m b a r a s , . r e t a r d c m e n t , d o n t u n e p e r í b n n c efl a c r o u p i e , *j* guno , citarle ante algún juez. riquezas.
A c o u r c i f t a n t , Acortando. ^ A c q i u e f c e r , d o n n e r f o n c o n f e n t c - d i f i c u l t é , Embarazo, m. tar- Acurrucxmiento , m. A c l i v e m e n t , t e r m e de G r a m m a i r e *» A c u m u l é , Acumulado.
A c o u r c i f l e m e n t , m . Acortamiento,m. ^ m e n t á q u e l q u e c h o f e , Confien- *^ danza, dificultad , f. A c r u , Crecido , acrecentado. en fígnification a d i v e , Acliva- * A C U R I , lie du G o l f e de V c n i f e , fur
A c o u r c i r , Copilar , epilogar, rf/J*-^ tir , dar fu confcntimiento , con- ^ A c r o c h c r , attacher á u n e r o c , Col- U n e riviere acrué p a r des ruifleaux , mente. ^ la c o t e de D a l m a t i e . Lat. Azura.
mir ,recopilar. formar fe. ^ gar en un garabato. XJn rio crecido por los arroyos que A é l i v i t é , f. Actividad , f. ^ Acuri, Ifia del Golfo de Vcnecia ,
A c o u r c i f l e m e n t , m . Refümen, epi- ^ A c q u i e í c e r a ía p a r t i e , luí d o n n e r J J ^ A c r o c h e r u n Yaifleau , Aferrar un fe defeargan en el. ^ A d r i c e j f. celle q u i j o u é u n rolle ^ fobre la cofia de Dalmacia.
logo, m. copilacion, recopilación, f. ^ g a i n d e caufe , Confentir que la £ navio. A CS £ fur le théatre , Comcdtanta, f.la Acufant, Atufando.
A c o u r c i f l e m e n t de c h e m i n , Ata- ^ pane adverfa gane el pleyto. (J t L e vaifleau eft a c r o c h e , El navt» A C S E R A , villa de la N a t o l i c . Lat. ^ que reprefenta algún perfonage en ^ Á c u f a t e u r , m . Aeufador, m.
jo, tn. ^ ^- l ñ >
J C c l
p a r l a n t des chofes d o n t
s e n
efik aferrado. A x d r a . Acfera villa d.e la Natalia. ^ una Comedia , Actriz. I A c u f a t i f , , m . r e r m e de G r a m m a í »
A c o u r i r , v e n i r p r o m p t e m e n t , A- ^ o n a la poflefllon , Aquifiado , ^ A c r o c h c r un P r o c é s , Retardar *» A c s u , riviere d ' A f i e d a n s la N a t o - ^ A é l u e l , q u i e f t , q u i exifte a f t u e l - ^ r e , Acufativo, m. termino de IX
cudir. ^ grangeado , adquirido. ^ pléyto. lie. Lat. A í c a n ¡ a . . < í r / » , rio de i l e m e n t , Aüual. ^ Gramática.
A c o u t r é , Ataviado. ^ A v o i r de l'acquis , oti b e a u c o u p ^ L e p r o c é s eft a c r o c h e , Han retar» Afia en la Natalia. X A t l u e l l e m e n t , Anualmente. ^ A c u f a t i o n , f. l ' a í l i o n d'acufer
A c o u t r e m c n t s , m . Atavíos, m. ^ d ' a c q u i s , a v o i r b e a u c o u p de fa- ^ dado el pléyto. A C T £ A C U ^ Ácufacion , delación, crimina-
A c o u t r c r , p a r e r , Ataviar. ^ v o i r , & d'experience d a n s fa p r o - Acroche , Agarrado. A £ l c , m . ou a í l i o n , Aclo , m-Acueil, va. Agaffajo , acogimiento,^, cion , f.
A c o u t u m a n c e , f. habitude, coutu- f e l l l o n , Tener mucha experiencia A c r o i r e , i l n'eft e n u f a g equ'a l'ia* ficción , f. jfy m. acogida , f. &• A c u f a t r i c c , f. Ac ufad ora , f.
i! z
\ z ACU A D D A D j ADJ A D M A D O 15
A d j u d í c a t i f , Adjudicativo. $}r q u e q u ' i l faut a d m i r e r , m a r q u é c -rj^ A d o p t é , Adoptado.
A c u f é , Acufado. & A D D > A D I
A d j u d i c a t i o n , f. Adjudicación , f. •*?* ainíi ! Admiración , puniluacion *t* A d o p t i f , q u i cít a d o p t é , Adoptivo.
s ' A c u f c r de fes pechez , Confefar • A D D A , q u e les F r a n c o i s apellent *t* A d j a c e n t , Adyacente, contiguo.
A d j u g e r , p r o n o n c e z , a j u g e r , at- 4* • que flgnifica el efecto de la admi- 4* A d o p t i o n , í. a c l i o n d ' a d o p t c r , A-
fus pecados. *í* l'Adde , riviere d'Italie d a n s la *í* A d j e d l i f , m . t e r m e de G r a m m a i -
' tribuer , delivrer p a r a u t h o r i t é 4* ración feñalada afii ! *í* dopcion , adoptación , f.
A c u f e r , intenter u n e actioii c r i m i - *$* L o m b a r d i e . Lat. A d d u a . Adda, 4* r e , Adjetivo, m. termino de Gra-
de j u f t i c e , Adjudicar. 4* A d m i r a c i ó n f. a c t i o n p a r laquelle 4* A d o r a b l e , Adorable.
nelle contre q u e l q u ' u n , Acufar*** rio de Italia en Lombardia. 4* viatica.
A d j u g é , Adjudicado. 4* on a d m i r e , Admiración, f. V A d o r a t e u r , n i . celui q u i a d o r e ,
1

a alguno. * * * A d d i t i o n , furcroit , fupplement , * | * A d j c f í i v c m e n t , AdjeHivtimenit ,


A d j u r a t i o n , f. a í l i o n p a r laquelle 4* R a v i en a d m i r a c i ó n , Pafmado de & Adorador , Cultor , m.
II m'acufii , elle m'acufii , Me acuso. *** Añadidura, f. fuplemento, m.adi- *•* coordinadamente.
o n a d j u r e , Adjuración , f. 4* admiración. T* A d o r a t e u r a u figuré s'entend p o u r
A c u f e r • J e a n , Acufar a Juan. *|* cion, f. _ V A d j e f t i o n , f. t e r m e D o g m a t i q u e ,
F a i r e a d j u r a t i o n , Hazer adjuración. ^ * A d m i r a t r i c e , f. celle q u i a d m i r e , * » * un A m a n t , Adorador enfentido
A c u f e r u n h o i n m c , Acufar a « » V A d d i t i o n , p r e m i e r e regle d ' A r i t h - *?* Adjeccion , conjunción, f. o fupli-
II a fait a d j u r a t i o n , Ha hecho adju- J £ Admiradora , f, la que admira. * j * figurado , fe entiende por un Ae-
hombre. Y m e t i q u e , Adición, f. primera re- *|* mentó, m.
ración. A d m i r a n t e ou A m i r a u t é , f. la c h a t - mante.
A c u f e r u n e femrrx , Acufar a una Y gla de la Arifmética. * f ' A d i a i , t e r m e de civilité & d ' a m í -
Elle a fait a d j u r a t i o n , ídem. g e Sí 1 é t a t d ' A m i r a l , Almiran- * j * A d o r a t i o n , f. l ' a c l i o n d ' a d o r c r ,
muger. . I * A d d i t i o n n e r , m e t t r e plufieurs f o m - *** tié d o n t o n f e l m en p r e n a n t c o n -
A d j u r e r , t e r m e d o n t o n fe fert d a n s ^ tazgo , m. Adoración , f. culto , ?n. #
N e m ' a c u f e z p a s , No meacufe ufted. £ " í e s e n f e m b l e p o u r en f a v o i r le j»* g é les u n s des atures , a Dios.
les Exorcifmes , p o u r c o m m a n - ^ A d m i r a n t e , " l e fiege de la juftice de * A d o r e r , rendre un cuite , a un é t r e
J e ne v o u s acuftrai p a s , No le acu- j£ t o t a l , Sumar , adicionar. *2* A d i e u p o u r j a m á i s , A Dios partí
der , requerir , Conjurar. Z' l ' A d m i r a l , Tribunal del Almi- J en le r e c o n n o i i f a n t , Adorar.
fare a ufted, no la acu fare a £ A D E ^ fiemprt.
A D M ^* rantazgo. * J * A d o r e r D i c u , Adorar a Dios..
ufted. ¿ . - ^ D E A ' R o i a u m e d ' A f r i q u e . Lat. ^ D i r e adicu , p r e n d r e c o n g é , Def-
A d m e t t a n t , Admitiendo. ^ A d m i r e r , confiderer avec f u r p r i f e , ^ A d o r e r une perfonne , a u figuré,
J e ne l'acuferai p a s , No le acufaré , A d e a . Adea , Réyno de África. ^ pedir fe de alguno.
no la acu fare. Jí+Abíl , R o i a u m e d ' A f r i q u e . Lat. ^ je v a i s diré a d i c u a M o n f i e u r 1c A d m c t t r e q u e l q u ' u n á íe juftifier , J
l'admettre a la jiiftification , a fes
a v e c é t o n n e m e n t , Admirar.
A d m i r é , Admirado, atónito. ^
fignine cherir , aimer d ' u n a m o u r
v i o l e n t , Adorar, figuradumcn--
F o u r q u o i m ' a c u f z - v o u s ? Por que ¿¿ A d e l u m . Adel , Réyno de África. M a r q u i s de N . Voy a defpedirmi
prcuves juftificatives , Permitir ^ A d m i s , d u v e r b e A d m e t t r e , Ad- ^ te, flgnifica amar excesivamente,
me acnfa ufted ? +5 ADEN , R o i a u m e d'Afie d a n s l'Ara- 1 del Marques de N.
que alguno fe jufiificjue. mitido. j j ^ A d o r e r le V e a u d ' o r , p r o v e r b c ,
A c u f e r , Acufar , culpar, achacar , ^ bie h e u r c u f e . Lat. A d c n u m . A- ^ Il efl venit m e diré adieti , Vino a,
A d m c t t r e les excufes de q u e l q u ' u n , ¿ ^ Il eft a d m i s , Efta admitido. ^ p o u r diré , faire bien des f o u m i f - •
criminar , acriminar. ¿¥ den , Réyno de Afia en la Arabia ^ defpedirfe de mi.
les recevoir p o u r valables , Creer A d m i f e , Admitida. íions a un h o m m e , en confidera-
A c u f e r la r e c e p t i o n d ' u n e lettre , dichofa. „*,. II a dit adicu a t o u s fes a m i s , Se
l.ts e faifas de alguno. J J Elle cít a d m i f e , Efta admitida. ^ t i o n feuiement de fes richefles ,
Acufar el recivo de una cana. ADEN , ville capitale d u R o i a u m e ^ defpcdio de todos fus amigos.
t

A d m i n i c u l e , m . t e r m e de p r a t i q u e , A d m i l l i b l e , t e r m e de p r a t i q u e , v a - ^ Adorar el Bezerro fe dize de los


A c u f e r fon j e u , en t e r m e de j o u e u r , v?» d u m é m e n o m d a n s T A r a b i e h e u - ^ Si l'acccz le p r e n d , adieu le b o n
Adminiculo, m. ^ l a b l e , recevablc , Valedero , ad- ^ que fumifumsnte reverencian a¡^
Acufar fu juego. & reufe. Lat. A d e n u m . Aden , ciu- ^ h o m m e , Si la calentura le viene
A d t n i n i l l r a n t , Adminiftrando. ^ mifible. _ ^ los hombres falo por fu riqueza.
A c u f e r a faux , Levantar falfo tefti- dad capital del Réyno del mi fino fe morirá.
A d m i n i í l r a t c u r , n i . celui q u i a la ? A d m i í l i o n , f. a c t i o n p a r laquelle ^ A.do-é , Aderado.
monio , acufar faifa-mente, nombre en la Arabia dichofa. ^ S i v o u s t o u c h e z a ce cabinet , adíen
4 t

c o n d u i t c ou le g o u v e r n e m c n t de ^ o n eft a d m i s , Admijfion , f. ADGRF , petite ville d ' A H e m a g n c -


11 fut acufé á faux , elic fut acufée a ADENA , ville de la C a r a m a n i e , m e s p o r e e l a i n e s , Si ufted toca a.
q u e l q u e c h o f e . Adminiftrador, m. A d m o d i a t c u r , m . pluficurs p r o n o n - . d a n s le V o i g t - l a n d , quartier d e
f a u x ' , Le levantaron falfo tefti-4fy d a n s la N a t o l i e . Lat. A d a n a . A- efte eferitorio a Dios todo la por-
A d m i i i i i l r a t i o n , f. direction , Ad- «J^ c e n t , A m o d i a t e u r , t e r m e de p r a - ^ l a N i i l h i c , í o u s l'Elccteur de S a x e .
monio, la levantaron falfo tefti- •»*«. dena, villa de la Caramania, en **y celana.
miniftracion , f. ^ t i q u e . C'eft celui q u i prend une Lat. A d o r f i u m . Adorfo , pequeña
. , monio. 4* Natalia. - * * » F a i r e fes a d i e u x ; Defpedirfe de fui
L'adminiftration des S a c r e m e n s ,
*jy terre a fernie , Arrendador, m. *iy villa de Alemania en el Voigt-land,'-
A C Z ADENA , riviere de la N a t o l i e . Lat. *** amigos.
Adminiftracionde losSacramentos. 4ty A d m o d i a t i o n , f. Arrendamiento, tn. •»*• quartel de la MifrJa, en la jurif-
A c z u , ville d ' A f i e . Lat. A u g z a c i a . S a r u s . Adena , rio de la Natalia. <i|r S a n s adieu , Sin defpedida.
A d m i n i f t r a t r i c e , f . Adminiftradora,f. ^ A d m o d i é , Arrendada. *** d.cion del Eleclor de Saxonia.
Aczu, villa d'Afia. •** A D E N D U U , ville d u R o i a u m e de •*»• Il eft en alié fans diré adicu á p e r f o n -
Adniiniftrer , Adminiftrar. A d m o d i e r ou A m o d i e r u n e terre , * * * A d o l l é , q u i a le d o s t o n r n é c o n t r e
A C Z U D , ville d e la V a l a c h i c . Lat. '»$'• F e z . Lat. A d c n d u m . Adendum, •*%*' ne> Se fue fin defpedirfe de nadie.
A d m i n i í t r e r , ou rendre la j u í l i c c , l'afíérmer , Arrendar una tierra, ify q u e l q u e chofe , Arrimado de ef-
A c z u d i a . Aczttdia, villa de la Va- *%+ villa del Réyno de Fez. •»*•• Elle eft en alié fans diré adieu a
Hazcr juficta. -¿¡y A d m o n e t e r , t e r m e de P a l a i s , ayer-paldas.
láquia. ADERBORN , petite ville d a n s la P o - *%* perfonne , ídem.
A d m i n i f t r é , Adminiflrado. t i r , Amone fiar > avifar. •»*«• A d o f l e , en termes de blafon , Son
A D A m e r a n i e S u e d o i f e ou R o í a l e . Lat. *t* ADIGE , riviere d ' I t a l i e . Lat. A t h e -
A d m i r a b l e , d i g n e d ' a d m i r a t i o n , *$«• A d m o n e t é , Atnoneftado. 4* dos animales juntos en unblafcn.
A d a g c , m . ou P r o v e r b c , Refrán , * * * A d e r b o m a . Aderborna , pequeña 4* íts. Adige , rio de Italia.
ou d'etre a d m i r é , Admirable. *$«• A d m o n i c i ó n , f. r c m o n ñ r a n c e , «J» A d o í l c m e n t , m . l'acrion d'adoller ,
adagio, proverbio, m. *í* villa enlaPomeranla Sueca o Real. 4* A d j o i n d r e , j o i n d r e a v e c , il nc fe
ADATA , riviere d ' E f p a g n e d a n s la4* ADERBOURG , petite ville d ' A l i e - 4* d i t q u e des p e r f o n n e s , Juntar.
A d m i r a b l e m e n t , Admirablemente. *í* Amoneftacion , reprehenfion , f. *í* Arrimadura ,f. la acción de arri-
Caftille la vieille , Adaja , rio de * » * m a g n e . Lat. A d e r b u r g u m . Ader- * ¿ * A d j o i n t , Adjunto. Admiral , ni. prononcez A m i r a l , - A D O 4* mar fe.
Efpaña en Caftilla la vieja. *|* burgo, pequeñavilla de Alemania. 4* II eft fon a d j o i n t , Es fu adjunto. OíEcier q u i c o i n m a n d e en c h e f 4* A d o l e f c e n c e , f. l'áge q u i fuit i m m e - 4* S ' a d o f l c r , m e t t r e le d o ? c o n t r e q u e l -
A D A M , pere du g e n r e h u m a i n , A- v> ADERNO , petite ville de Sicile. Lat. * • * A d j o n d t i o n , f. a c t i o n d ' a d j o i n d r e , fur la m e r , Almirante General *$* d i a t e m e n t l'enfance , c'eft-a-dire *í* q u e chofe , Arrimarfe de efpal-
ejue manda un a armada naval,m. *$* d e p u i s 1 4 j i i f q u ' a 25 a n s , Ado-4* das centra alguna cofa.
dam , padre del genero humano, jjj* A d a r n u m . Ademo, pequeña villa ***" junción , adjunción , f. . '
V i c c - A m i r a l , Teniente General de *•* lefecncia , juventud , f. A d o l l e r un báciment c o n t r e u n
A d a m i t e s , m . anciens h e r e t i q u e s , y de Sicilia. 4* F a i r e l ' a d j o n f t i o n , Hazer ía jun-
Adamitas,
*t?ft¿f.C m. hereges /fv7t:nijr\t
*M faoveaot antiguos. YAdcnt, m. terme de charpenterie , ' - ,.»„,*. . tina armada, naval. 4* A g e d ' a d o l e f c c n c e , Edad de a'dolef-4* r o c h e r , Apoyar un edificio contra
ADAMUZ , petite ville d'Efpagne *j* Diente, m. mué fea , f. termino 4* Adjournemcnt, m. aíTi^nation uour A d m i r a l , m d i g n i t é en E f p a g n e , *•»* cencía , o de juventud. *j* una peña.
d a n s la nouvelle Caftille , vers le ^ de carpintería. *P c o m p a r o i t r e en juftice , a c e r t a i n Almirante, m. 4* A d o l c f c e n t , m . Adolefcente ¡joven, A d o u b c r , terme J e jeu des echets ,
L ' A d m i r a l de C a f t i l l e , El Almirante^ mancebo, m. j * de d a m e s de t r i q u e t r a c , redref-
T a g e ^ Adamuz , pequeña villa de JJ^ A deífein , Ad.rsde. _ V )om , Emplazo , m. citation, f.
Efpaña en Caftilla la nueva, há- 1 F a i r e q u e l q u e chofe a deflein , Ha- *J* A d j o u r n e r , a í í í i n e r . , á c o m o a r o i - de Caftiüa , m. £ ADOLPHE , n o m p r o p r e d ' h o m m e , *jf fer ou ajufter une picce o u u n e
»;» el »; rio Tajo.
n-~:~ •v* .i -J r. *> ' en juftice
• n. A d m í r a l e , f. Almiranta , f. £ Adolfo , ó Adolpho. ^ d a m e fans la v o u i o i r j o u é r , En-
zia X zer alguna cofa adrede. tre , _
h
Emplazar , r ' .citar.
A d a p t a t i o n , f. Aplicación , apro- I A D H T A d j o u r n e u r , m . Citador , empla* ADMIRAL , les lies de l ' A d n i i r a l , A d o n n é , q u i s'eft a d o n n é a q u e l q u e deref.tr.
priacion , f. acomodamiento de £ A d h e r e n c e , f. a t t a c h e m e n t d ' u n e ^ zador , m. lies d ' A f r i q u e . Admiral, las Iftas I c h o f e , Dado a alguna coja. |. f ' a d o u b e , Enderezóte,
una cofa con otra, adaptación. £ chofe a u n e autre, Adherencia ,f. 2 A d j o u t e r , mettre quelque chofe de de Admiral, Iftas de África. 1 A d o n n é a u x f e m m e s , a u x viecs, ¿Ve. £ A d o u c i r , rendre d o u x , ou p l u s
A d a p t é , a d j c £ H f , Aplicado, apro- 1^ A d h e r e n t , m . celui q u i eft d'un p a r - plus, joindre, Añadir.^ . A d m i r a n t , Admirando. ^ Dado alas mugeres,a los vicios,ey>c. ^ d o u x au g o u t , Endttlcar.
priado , acomodado uno con otro ^ t i , Adherente, m. _ _ i A d j o u t e r f o i , c r o i r e , Creer , dar A d m i r a n t fa beauté , Admirando 1 S'adonner á quelque chofe , s'y ^ A d o u c i r , rendre d o u x au t o u c h e r »
adaptado. Adherer , á quelque partí , o u o p i - ^ crédito. fu hermofura. p l a i r e , s'y a t a c h e r , s'y a p l i q u e r , ^¡ Suavirar.
A d ; p : e r , apliquer une chofe a u n e i n i o n , Adherecer , adherir , a ^ A d j u d i c a t a i r e , m . celui a q u i q u e l - A d m i r a t c u r , m . celui q u i a d m i r e , !¡£ D.irfe a, alguna cofa. ^ A d o u c i r $ v o i x , Sitzvicar lit vez*
Aplicar Htlii fofa 0 Otra, jf. algún
autre , partido, diclamen,ó opinión. ^ q u e chofe eft a d j u g é e , Adjttdi* Admirador, m. j,. A . ! . ' p c / r q u e l q u ' u n , l'adoptcr "pour , ¿ . A d o u c i r , r c n J r c ir.oiüi fteheus >
Admiratif, poncluation qui m a r - . ^ íbnfils, Adoptar, ahijar, Moderar.
adaptar, S « adherents, Sh¡ atibtmts}. emrh, m.
1 4 . A D O ADR A D U AFF AFF AFF if
A d o u c i r mi a p a i í e r la colere de A d r c í í c , finefíe, rufe , Aflúda, f. mtnte , tnañofamente, AfTabilité , f. d o u c e u r , h u m e u r c o t e . C'eft lors q u e la forcé dü A f R r m e r , p r e n d r e a ferme , Tomar
q u e l q u ' u n , Aplacar la colera de • J » T o u r d ' a d r e f í e , Lance, m. Treta, f.^ A D U o b l i g e a n t e , Afabilidad , f. ^ v e n t le c o n t r a i n t de fe teñir prés en arrendamiento.
alguno. 4* Adrefle , c o n d u i t e p o u r le m a n i c - ' S * A d v e n i r , voiez A v e n i r . Aftable , c i v i l , b o n e t e , Afable. 4fr de terre , ou q u e faute de v e n t il A f f e r m i , r e n d u fiable , f e r m e , A-
A d o u c i r , rcndre m o i n s r u d e , A- m e n t des afíaires , Recato, m. Adverbe , m . tírme de G r a m m a í * U n d ó r a m e affable , Un hombre ne f a u r o i t s'élever a u l a r g e ; Con- firmado.
blandar. Prudencia, f. *í* re , Adverbio , m. afable. ftreñido a arrimarfe a, la cofia por ^ II eft a ñ e r m i , elle eft a í f e r m i e Efta
A d o u c i r une h u m e u r f a r o u c h e , A- Ad-.tíkr le d i í c o u r s , ou !a p a r o l e a * » * A d v e i b i a l , q u i c o n c e r n e l'adverbe , U n e f e m m e "affable , Una mugerfy fer el viento .contrario. Detenido afirmado, efta afirmada.
vianfar. q u e l q u ' u n , Dirigir el dtfcurfo a & Adverbial. afable. ^J* en la cofia por falta de viento. * • * AfFermi, r e n d u ' d u r , Endurecido,
A d o u c i r un tablean , Su avie ar una ^ alguno. *|* Adverbialcment, Adverbialmentt. 11 eft affable , elle eft affable , Es v Affaler , t e r m e de M a r i n e , q u i ÍI--»T* 11 eft a f f e r m i , elle'eft a í f e r m i e , Eft»
r , „ , , , , „ . . • i * Adrd'icr une lettre a q u e l q u ' u n , En- ^ A d v c r f a i r c , m . celui q u i eft c o n t r a i -
afable. ^£ gnifie abaifler , faire baifler , Ra- *** endurecido , efta. endurecida.
A d o u c i r le fon de la T r o m p c t t e , * ¿ * caminar una carta a alguno. *** ré a u n autre , Adverfario , m. l i s font a f f a b l e s , clles f o n t affables , j £ xar las velas del navio. * í * A f f e r m i r , rendre ferme , Afirmar.
Suavicar ti fon dé una Trompeta. *í£ Adrcíler fes prieres á q u e l q u ' u n , * • * A d v e r f a t i f , t e r m e d e G r a m m a i r e , Son afables. j A f f a m e r , caufer la f a i m , ou la f a - ^ A f f e r m i r f o n p¡é,Afirmar bien el pie.
L a phiie a a d o u c i le tenis , La llu- *|* Dirigir fus ruegos a alguno. *** Advcrfativo , termino de Grama' E t r e a f f a b l e , Ser afable. m i n e , Hambrear. *|*' Affermir , r e n d r e d u r , Endurecer.
liaba fuavicado el tiempo. * * * Adrcíler fes p a s vers u n e n d r o i t , » tica A f f a b l c m e n t , a v e c afFabilité , A- A f f a m é , Hambriento. V Affermlífement, m . Afirmamiento,
S ' í d o u c i r ' c n parlant des a n i m a u x , * J * Encaminar fe a algún lugar. *T Particule a d v e r f a t i v e , Partícula ad- fablemente , con afabilidad. ^ E t r e a f l a m é , étre a f í i m é e , Eftar•*•* fortalecimiento, m.
¡anfarft. * * * S'adrcíícr á q u e l q u ' u n , a v o i r r e - ^ £ verfativa. A fiad i , m . Empalagado , m. £ hambriento , eftar hambrienta. * * * Afreté , Afectado, ó afetado.
S ' a d o u c i r , en parlant d'un h o m m c c o u r s a luí , Acudir, ó recurrir A d v c r í c , c o n t r a i r e ; il n ' a d ' u f a g e Afl'adiflemcnt,. Defabrimicnto , m. ^ ¡1 eft a f l a m é , elle eft affaméc , Efta * * * A f f é t c r i e , f, poIiteíTe t r o p r e c h e r -
en t o l e r e , Reportar fe , apaciguar- £ a alguno. q u ' c n ees deux phrafes , Contra- empalagamiento. ^ hambriento, efta hambr'tevita. c h é e , m a n i e r e d ' a g i r , o u de p a r -
fe, moderarle. £ S'adrcllant au R o i , Acudiendo alRey. ^ rio, adverfo. s'Affadir , Defabrirfe f empalagarfe. ^ H s f o n t a f i a m e z , Eftan kambrientes. J_ 1er t r o p étudice , Afectación, fi-
A d o u c i r les d o u k u r s , Aplacar los £ A d r c l f c z - y c u s a M o n í l e u r le D u c , ^ Partic adverfe , La parte adverfa. A f l a d i r , rendre fade , Defabrir , Ellos f o n t affaniées , Eftan bam- t neza, f.
dolores. +X Acuda ufted al Señor Duque. ^ F o r t u n e a d v e r í e , Fortuna contrarin. quitar el fabor a alguna cofa. brientxs. J A f l i c h e , f. feuille i m p r i m é c q u ' o r t
Ixtcmss'adouát.'El tiempo ablanda. A d r c í i b n s n o u s s u R o i , Acudamos Advcrfitc í , f. Adverfidad ,f. A f í a i r e , f. ce q u ' o n a a faire , fujet ^ A f f a m é , q u i a de P a v i d i t é p o u r l afliche a u x licux p u b l i c s , Carta~
A d o u c i , Endulpado , ablandado , £ al Rey. jf,. A d u l a t c u r , m . Adulador, m. d ' o c u p a t i o n , de travail , d ' a p l i - ^ q u e l q u e chofe , Codiciofo, m. ^* peí, b Cartel, m.
moderado! ^ C e d i í c o u r s s'adrcflc a v o u s feul , ^ C'eft un a d u l a t c u r , Es un adulador. c a t i ó n , Negocio , m. ocupación , / . ^ A f R é l a n t , Afcñando. ^ A f f i c h é , Fixado, pegado.
Adouciílcincnt , m . aftion d'adou- ^ Eftc difeurfo viene dirigido a ufted. ¿¥ A d u l a l i o n , f l a t e r i e , f. Adulación, T c r m i n e r une afíaire , Acabar un ^ Affeclation > p a í í i o n q u e l'on a p o u r { Il eft affiché, Efta fixado, efta pegado.
cir , Ablandadura , f. ^ A q u i v o u s adrefiez-vous ? V o u s ^ Lifonja , f. negocio. cercaines m a n i e r e s d ' a g i r o u d e ^ E I l e eft affichée , Eftafixada , efth
A d ó u c i f l é m c n t , allegement , d i m i - ^ v o u s étes m a l adrefle ; v o u s m e A d u l t e , q u i a palie l ' á g e de l'en- S atirer des afíaires , Mtterfe en p a r l c r , Afectación , f. £y pegada.
n u t i o n d'une peine , Moderación ^ preñez p o u r u n a u t r e ; a quien a- f a n c e , Adulto, que ha llegado ala, rttydos , ó embarazos. A í l e c l a t i o n , f. air q u ' o n fe d o n n e ^ Afíicher un placard r Fixar, apegar
de alguna pena. +\ ende ufted ? Ufted fe ba encamina-edad de diferecion. Scúrerdvsaft\m-es,Sa!ir de embarazos «J» e n m a r c h a n t , Cantoneo, m. un placarte.
A d ó u c i f l é m c n t , temperament dans ^ do mal; ufted me toma por otro. ^ . A d u l t e r e , q u i v i o l e la foi c o n j u g a - A v o i r afísirc de q u e l q u e c h o f e , Ha- M a r c h e r avec affeclation , Canto- ¿¡t Afíicher u n e a í í i c h e , Pegar un car-
les a f í a i r e s , Temperamento, m. ^ Adrcíler , t o u c h e r d r o i t oíi l'on v i - i j j . l e , ou q u i peche avee une p e r f o n - ver menefter alguna cofa , neceft- * | » nearfe. tel, o un cartapel.
A d o u c i í í c m e n t en parlant des d o u - ^ f e , Acertar, dar en el blanco. nc mariée , Adultero. tarde alguna cofa. * j » A f R c l a t i o n d a n s la m a n i e r e dé p a r - A f n c h e u r , m . celui q u i met des a f -
leurs , Mitigación , f. ++» AdrcíTé , Encaminado, dirigido. ¿¡y U n adultere , m . crime de ceux q u i J ai bien afíaire cíe cet h o m m ^ l a , k r , Cultedad, ó Cultería, f. ii:h<:s,Fixador, m. el que pega car~
ADOUR DE UAUDEAN , riviere de jiy A D R I A , ville d ' I t a l i c d a n s , l ' E t a t violent la foi c o n j ú g a l e , ou q u i He menefter a aquel hombre , lie- * | * A f í l e l e " , Afectado. teles, ó cartapeles.
G a f c o g n e , Adur de Rodean, rio , * » de V e n i f c . Lat. A d r i a . Adria ,j¡y péchent avec des p e r f o n n e s m a - cefito de aquel hombre. Afleclée , Afectada. ^ A f i r d é , a q u i o n l é £ e , Amigo fiel.
de la Gafcuña. villa de Italia en el Eftado de Ve- «$• riées , Adulterio , m. pecado que A v o i r aífaire a q u e l q u ' u n ,. Tener Paroles a i f e f l é c s , Palabras afieladas, ¿¡¡y C'eft u n a m i afidé , Es un amigo fiel..
ADOUR DE SUEBE , petite riviere de •»*» necia. -fy fe comete con una perfona cafada. que ver con alguno. • J * Afteclé , h y p o t h e q u é , Hipotecado , **» A f f i d é , n i . con-fident, Confidente, m.
G a f c o g n e . Lat. A t u r u s Silvenfis. •»** ADRIEN , n o m p r o p r e d ' h o m m e , •»** C o m m e t t r e u n adultere , Cometer A v o i r aífaire avec q u e l q u ' u n , a v o i r •»+* ó afectado. Añilé , a ' g u i í e , Afilado, amolado^
Adur de Sucba, rio de la Gafcuña. •»** Adrián. *S* un adulterio. a traiter avec lui , Tener algún <$* Affeclcr , h y p o t l i c q u c r , Hipotecar', -¡£* A v o i r la l:;nguc b i e n a f f i l é e , Tener
A D R <fy S a i n t A d r i c n , San Adrián. & A d u l t e r i n , q u i eft n c d'adultcre , negocio que tratar con alguno. 6 ajfeélar. la lengua muy aguda.
A D R A , petite ville du R o i a u m e de •>*»• ADRIENNE , n o m p r o p r e de f e m m e , • J * Adulterino,m. el que hanacido dt A v o i r aífaire avec une f e m m e , la * | * Aífecfcr q u e l q u e c h o f e , la recher- * J * -Affiler, d b n n c r l e f i l , a i g u i f é r , A-
G r c n a d e , fur la cote de la- m e r Adriana. '•i* un adulterio. connoítr.e charncllcment , Ttner *Z+ cher t r o p , Afeitar, *%* filar, amolar, aguzar,
M e d i t c r r a n é e , avec u n petit p o r t . •»*<• ADROBE , r i v i e r e de la T a r t a r i e Adufte , q u i eft bríüe , t e r m e de comercio con una muger. Aífeclion , f. a m o u r , b o n n e v o l o n - A l i i n a g e , m , o u aílinement, I ' a í l i o i t
Lat. A b d a r a . Adra,pequeña villa * > M o f c o v i t e . Lat. A d r o b a . Adrobe, & Medecine , Adufto. A f í a i r e s , a u p l u r i e l , toutes les c l i o - * | * té q u ' o n a p o u r q u e l q u ' u n , Afi-<fy p a r laquelle o n a l ü a e les m e t a u x , .
les q u i c o n c e r n e n t les ínicrets du V cion, f. Carino, m. *%*• Afinadura, f.
y puerto de mar del Réyno de rio de la Tartaria Mofcovita. ^ * A D Z E L , petite ville de L i v o n i e . Lat.
public
II• 5co d u
1 particulier
.• I• , Negó- * í * A f f e
„ ^ . ^ „ .í l i o n J , p a í í i
^ o n q u ' o. n a p o u r •**«•
... . n„ dJ e. ,
A f i Para, J
Granada en la cofia del mar Me- • $ * A d r o i t , Dieftro , hábil. *í* A d z e l i a , Adzel , pequeña villa
dos. , m. ^ V
i " q u e l q u e c h o f e , Afecto, m. paf- - í * Afin de faire v o i r air m o n d é , Para-
diterráneo. ••«*• Etre a d r o i t , etre a d r o i t e , Ser die- * > * , de Livónia.
A d r a g a n t c , g o m m e a d r a g a n t c , D r ¿ - ' " í * " flro , ferdieftra. A E L Etre m a l dans fes a f í a i r e s , Hallar- V f¡nn del alma. ' •** dar r. entender al mundo
fe embarazado, jl* A f t e í l i o n n é , Aficionado. q u e r i r la fageíTe , Para
Afin d ' aaqi ad-
gante, gomma dragante. • ? * Il eft a d r o i t , elle eft a d r o i t e , í í ^ A e l c , f. petit ais f o r t m i n e e q u e les
F a í r e bien fes afíaires , Hazer bien ^ A f t é é l i o n n é á q u e l q u e c h o f e , Afi-& quiririr lla fabidurta..
AdreíTant , q u i s'adreííe , q u i eft V " dieftro, es dieftra. ^ C h i r u r g i c n s licnt a u t o u r d'un
adrefle , La cofa que fe embia a V lis font a d r o i t s , elle f o n t a d r o i t c s , m e m b r e o u il y a q u e l q u e f r a f l u - fus cofas. ^ clonada a alguna cofa. *»* Afiné, Afinado.
ttlguno. *|* Son dieflros, fon dieftras. r e , Tablilla que losCirujanos po- E t r e tres aflairé , Eftar ocupadijp-*^ II eft a f f e é l i o n n é , Es aficionado. * * * C e t o r eft bien affiné , Efíe oro efth
A d r e f l e , f. i n d i c a t i o n d'un licu ou * * Il eft plus a d r o i t q u e m o i , Es mas * nen en un miembro roto , f. mo , muy cargado de negocios. ^ E l l e eft a f t c í l i o n n é e , Es aficionada.^ bien affinado.
d ' u n e p e r f o n n e , Encaminamien-*^ dieftro que yo. A E R A í f a i r e , Embarazo, ocupación. * S'afléclionner á q u e l q u e chofe , s'y C e t a r g e n t eft bien a f f i n é , Eftdplít-:
lo , m- encaminadura , direc- ^ Il eft fort a d r o i t , Es muy dieftro. ^ A é r é , q u i eft e n bel air , Sacado II eft en afíaire , Efta embarazado , £ a t a c h e r , s'y apliquer avec ardeur, * j v ta efta bien afinada.
cion , II eft m a l a d r o i t , elle eft m a l a d r o i - ^ al ayre , ayreado. efta ocupado. 2 Aficionar fe a alguna cofa. * j * A f n n e m e n t , m , voiez A f f i n a g e .
AffaifTement, rn. Sedimento , def- ^ A f f e a u e u f e m e n t , a v e c afféftion , *jf Affincr-, purificr en p a r l a n t des m e -
L'adrefle d ' u n e l e t t r e , Sobre-efcrito ^ t e , No tiene maña para nada. J J ^ A é r i e n , q u i eft d'air , Ayrofo, cofa
cendimiento , abaxamiento, m. ^ AfeBuofamente; con afición. j¡f t a u x , Afinar, purificar..
de una carta, m. * lis f o n t m a l a d r o i t s , elles f o n t m a l i de dyre , aereo.
S'affaiífer , s'abaiífer par fa p r o p r e 1 Affeftueux , o b l i g e a n t ; il n e fe d i t • AfEner le S u c r e , Purificar el acucar*
T a i r e teñir des lettres a leurs adref- g á d r o i t e s , No tienen maña para ^ A E S
pefanteur , Bejarfe por fu pro- ^ q u e des p a r o l e s & des a í l i o n s , * ; Affincr le C h a n v r e , le paííer p a c
fes , Dar las cartas a quienes van nada. Jf^ AESCHECHER , petite ville de la T u r -
priopefo , ajfentarfe. ^ ^ Afecluofo. V l ' a f í i n o i r , Raftriüar el cáñamo.
encammadas. • ^ A d r o i t , f i n , r u f é , f u b t i l , Dieftro,^ q u i c d a n s la N a t o l i e . Lat. A c l a r a .
Adrefle , indnftrie , dexterité , De- fagáz , aftúto , fubtil, mañofo. Aclara , pequeña villa de la Tur- A í f a l é , t e r m e de M a r i n e . U n vaif- ^ j . A f f e r m é , d o n n é a f e r m e , Arrendado. ^ A f f i n e u r , m . celui q u i affine l'or o í »
Jlreza , maña , f. . -rp- A d r o i t c m e n t , avec adrefle , Dieftra- qttia en la Natalia. feau afíalé á une cote , oh fur l a ^ . Affermcrdontietafeniie^/-fW^r..jJji
J J l'argenttAfiníídtrds-oro-ó-de-jilAía»
A F U A F G AGE i>
i6 AFF - -A P F A F F i l f f i t , m . machine de bois p o u r ^ Ágatn, f. piedrapreciof*. en G u y e n n e . Lat. A g e n n o . Agen,
Affinitc , f. alliance par m a r i a g e , fy <*«« ella fe aflija. ^ Franqueza, effencion , f.
foütenir le c a n o n & p o u r le faire • AGATHE , n o m p r o p r e d e f e m m e , • ciudad Epifcopal de Francia e»
Pareniefco , m. fy]e m ' a f f l i g e , t u t'affliges , il s'af- O n a affranchi le p a í í á g e , Ha»
r o u l e r , Afufte , m. • Ágata , ó Agatha , nombrt de & Guiéna.
Affinité , r a p o r t , Afinidad,
janza, f, fy
fme- fy fiige, elle s'afflige , Me aflijo , J
te afliges , fe aflige.
franqueado el pajfo.
^ L ' e n t r é e eft a f f r a n c h i e , Han fran-
Afut t e r m e de c h a í f e r , P e n d r o i t oíi fy bautifmo. ^5* Agence , f. e m p l o i d ' A g c n t , Agen»
Yon fe place p o u r atendré le g i - ^ S a i n t e A g a t h e , Santa Ágata, , 6 ^ cía, f.
A f f i n o i r , m . S e r á n p o u r affiner le fy N o u s n o u s a í f l i g e o n s , v o u s v o u s af- fy queado la entrada.
bier , Azechanca , ó acechanza, f. ^ ' Santa Agatha. v A g e n c é , a r r a n g é , Vuefto en orden.
c h a n v r e , Raftrillo para raftriüar
il cáñamo , m. fy
fy fligez,
fligent,
ils s ' a f f l i g e n t , elles s'af- fy Il eft affranchi des g a b e l e s ,
Nos afligimos, os afligís, co de alcabalas.
Esfran-
Etre a Tafut , étre a u g u e t , Efiar AGAY , p o r t de m e r de F r a n c e en fy A g e n c e m e n t , m , Cotnpoftura , f.
en acechanza. J Ttovenc*. Agay, punto de mtr de'P Afeo, m. .
A f f i q u e t s , m . m e n u s a t o u r s de fcm- fy fe afligen. ' jt ^ n e ^ c r a P a s a f f r a n c n ' • & 9 f er* A f ü t a g e , m . la f o u r n i t u r e d e t o u t e s fy Francia enProvcnpa. ^ A g e n c e r , a n a n g e r , m e t t r e en o r -
mes, Dixes , m. * * * Affiuence, f. a b o n d a n c e de c h o f e s , panqueado. fortes d'outils neceftaires , ledos -fy AGE) fy dre , Componer, poner en orden ,
A f f i r m a n t , Afirmando. *** Afluencia, abundancia, f. A f f r e u f e m c n t , efFroiablcment , Ef. les inftrumentot ntcefaries farafyhGTst, ville E p i f c o p a l e d e F r a n c e , ^ Afear.
A f l i r m a t i f , Afirmativo. * * * Aífluénce de m o n d e , Ajlueneia de fy pantofamente. } trabajar. T d a n s le bas L a n g u e d o c . J>í. A g a - T ACENOIS , P r o v i n c e de F r a n c e d a n *
A f f i r m a t i o n , f. l ' a t t i o n d'aftSrnier & gente. -i?- Aftreux , eftioiable , Efpantofo. í Afútcr u n c a n o n , le m e t t r e en état fy t h a . Agde , dudad Epifcopal de ? la G u í c n n e . Lat. A g i n n c n f i s . A-
• ou d'aflt-urer q u e l q u e chofe , A- \ A f n u e n t , Afluente, copiofo. Aftriandé , rendu friand , Engoli' ¡ de tirer , Encavalgar una pieza Jf Francia en la Lengua-dt-oca inft- X genoes , Provincia dt Francia em
filmación , f. ^ AfHuer , fe rendre en u n m e m e ca- "fr finado. 3 de artillería. J rior. 2 laGuiena.
He artillería. i «»r. *.
Affirmative , f. c ó r a m e q u a n d on J * nal , e n parlant des eaux , Def- j\ c{[ alTiiancíé, Efta. engolofinado.
Afúter u n o u t i l , Amolar un inftru- T AGDESINDI , petit P a í s de N o r w c - X A g e n o u i l l é , Arrodillado.
•dir , prend.re o u teñir Taffirmati •• cargar fe el agua en algún lugar. Elle eft affriandée, Efta. engolofinadá.
mentó. 7T gS uu ee-. LLat.
a t
- AA gg aa tt hh aa .. Agdtfinda
Agdtfinda ,, TX II eft a g e n o u i l l é , Efta arrodillada
•ve, Afirmativa, f. j ^ A í F o i b l i , Debilitado, defcaecido. fy A f f r i a n d e r , rendre f r i a n d , Engo- Afúté , Amolado. IT pequeño íays de Norvtga. I T Elle cft a g e n o u i l l é c , Efta arrodillada.
A i r i r m a t i v c m c n t , d'iine m a n i e r e ^ il eft afToibli, elle eft afloiblic , Efta fy lopnar. L e couteau eft afúté , £ / CHchille efta. I T A G E X S ' a g e n o u i l l c r , fe m e t t r e á g e n o u x .
a f f i r m a t i v e , Afirmativamente. £ debilitado, efta debilitada. -ifr A f r i a n d e r , atirer p a r q u e l q u e c h o - amalado. 3»-^Se' r n > ' a durce o r d i n a i r e de l a X Arrodillarfe.
A f f i r m é , afléuré , foiitenu , Afir- jf* lis font affbiblis , elles font affoi- -fr fe , Cebar. ••¡- A G A fy v i e , Edad , f. fy A g e n o u i l l c z v o u s , Arrtdillefe ufted.
mado. 1 b l i c s , Eftan debilitados, eftan dc-'& A f f r o n t , m. Afrenta , f. ."••• A g a , m . c'eft un C o l o n c l q u i c o m - ^ A g e , le tems qu'il y a q u ' u n h o m - fy J e m ' a g e n o u i l l a i , Me arrodille.
A f f i r m e r , afleurcr , foütenir q u ' u - ^ bilitadas. .^j. SoufFrir, cíTnier un a f f r o n t , Sufrir ' m a n d e u n r e o i m e n t de J a n i f l a i r e s fy m e ou u n a n i m a l eft en v i e , ídem, fy V o u s v o u s agenouillates , Ufted fit
n e chofe eft v r a / e , Afirmar , a fe- J J A f t o i b l i r , debililcr , r e n d r e f o i b l c , fy una afrenta. qui fervent le T u r e , Aga, m. es fy Qiiel age a cet h o m m e ? Jdue edad fy arrod'llo.
gurar que una cofa es verdad. Jj¡ Debilitar, defeaecer. fy ¡1 ne í h u r o i t d i g e r e r cet aflf'ront, N» un Coronel délos Génizaros que fy tiene eft hombre ? fy II s ' a g e n o u i l l a , elle s ' a g e n o u i l l a , Sa
A f R i c t i f , t e r m e de P a l a i s , qui fe ^ S ' a f t o i b l i r , perdre fes forces , De-i}- puede olvidar efta afrenta. fsrven en el exército del Turco. fy Qiiel a g e a v e z - v o u s ? ^hte edad tie- fy arrodillo.
dit des peines c o r p o r e l l e s , Afii- bilitarfe, perder las fuerzas. ^ F a i r e un f a n g l a n t affront a q u e l - A g a c e , f. forte ele p i e , Ticaca., bfy ne ufted ? ^ A g e n t , m . celui qui fait les aftaircg
tivo. X Mes forces c o m m e n c e n t a s'aftoiblir, [J£ q u ' u n , Hazer una grande afren- picaza , f. fy Quel age a- t-il ? q u e ! a g e a-t-elle ? fy d'un P r i n c e , d'une C o m m u n a u t é *
P e i n e affliftive, Vena aflitiva. ¿+ Mis fuerzas fe van perdiendo. ^ ta a alguno. •i A a a c t r n c n t , m . Dentera , / . fy ^ue edad tiene ? fy d'un R c g i m e n t , & c . Agente , m.
A f f l i é t i o n , f. doulctir q u e T a m e r e f - ^ AfFoibliíTcrnent , m . debilitation , fy A f f r o n t é , Afrentado. A g j c e r les dents , leur caufer u n e n - fy B a s a g e , jeune a g e , á g e t e n d r é fy AGER , p r t i t e ville d ' E f p a g n e en
f e n t , trifteffe, Afii cien, f. fy d i m i n u t i o n des f o r c e s , Debilita- fy U a été affronté , Fue afrentado. g o u r d i t í i m e n t , Dar dentera. fy Tierna edad. ,fy C a t a l o g n e . Lat. A g e r a . Ager , ó
Affligé , q u i r e d a n de la d e u l c u r , fy miento, m-flaqueza , f. -fr Elle a éte affrontéc , Fue afrentada. A g a c e r , p r o v o q u e r , i r r í t e r , Pro- fy A g e viril , a g e de diferction , á g e fy Ager a , pequeña villa de Efpaña,
• o u de la trifteíTe , Afligido. fy A f í o i b l i f í l m e n t de c o ü r a g e , Elaqut- -fr AfiSmtcr , a t t a q u e r avec h a r d i c í l c , •- vocar , irritar. ^ de r a i f o n , Edad de diferecion. fy en Cataluüa.
E t r e a f l i i g é , Eftar afligido. fy za de ánimo. X avec i n t r e p i d i í é , Acometer con
ÁGAPES, petite ville d ' A f r i q u e . Lat. fy A g e d'adolefcence , c'eft Táge q u i fy A G Í
II eft a f f l i g é , Efta afligido. fy Affoler , d e v e n i r f o n , Enloquecer. ^ denuedo a, alguuo.
A b a d e s . Agades , pequeña ville fy fuit i m m e d i a t e m e n t Tenfancc . fy AGIA-SARAI , ville fituée fur la c o t e
Elle cft aftligée , Efta afligida. i$» A f f o r a g e , f.-droit S e i g n c u r i a l q u ' o n fy AfFronter la m o r t , Defpreciar la
.í de África. fy c'eft-a-dire d e p u i s q i i a t o r z e juf- fy de la mer C a f p i c n n c . Agia-Í'arai,
l i s f o n t affligez , Eftan afligidos, fy paie au S e i g n e u r p o u r p o u v o i r - j ¡ ¡ . muerte. '
\ AGADES, R o i a u m e d ' A f r i q u e d a n s fy q u ' á q u i n z e a n s , Edad de adolef- fy villa fituada en la. cefta del mar
Elles font aftligécs , Eftan afligidas, fy v e n d r é du v i n & atitres l i q u e u r s , AfFronter q u e l q u ' u n , Afrentar &
•:; le País des N e g r e s . Lat. A g a d e s . fy cencía. fy Cáfpio.
T r e s aftligé , Afligí di ¡fimo , muy fy Derecho Señorial que fe paga al~& alguno.
Agades, Réyno de África en la fy L a fleur de Táge , La flor de laedad, fy A g ü e , l e g e r , difpos , Ágil.
aflixido. fy Señor para poder vender vino y ^ A f F r o n t c u r , m . Afrentador, m. el
.¡' tierra de los Negros. fy II cft a la fleur de fon á g e , elle eít á fy E t r e a g ü e , Ser ágil.
A f f l i g c a n t , qui caufe de l ' a f f l i f t i o n , fy otros licores. fy que afrenta.
AGADES, ville capitale du R o i a u m e fy la fleur de f o n á g e , Efta en la fy II eft a g ü e , elle eft a g ü e , Es ¿gil.
Cofa trifte , que caufa trifteza. fy AíFourcher , terme de M a r i n e , j e t - fy A F I
de ce n o m , au P a í s des N e g r e s . • flor de fu edad. fy A g i l c m c r . t , avec agilité , Agilmenm
E ' a f f l i g e a n t , Afligiendofe. fy ter une ancre en telle forte q u e -if- Afín , cette particule m a r q u e la fin
jjj Lat. A g a d e s . Agades, dudad ca- ^ E t r c h o r s d ' á g e d ' a v o i r des enfans , ^ te , con agilidad.
Affliger , caufer de TaíHiclion , A- fy fon cable falle une fourche a v e c le -fr p o u r laquclle o n fait quelque c h o -
|| pitxl del Réyne del mifmo nom-fy No poder engendrar mas per fu fy A g i l i t é , f. fouplellé de c o r p s , AgU
fligir , Cercar. cable d'une p r e m i e r e ancre q u ' o n ^ * f e ; elle a deux r e g i m e s , l ' u n a v c c
t; bre , en tier-a de Negros. fy crecida edad. fy lidad , f.
L e s guerres affligent les g e n s , Las * J » y a deja jettéc , Ahorquillar. 'Y que & le f u b j o n í t i f , & l'autre
IGAG , ville d ' E t h i o p i e . Lat. A g a g a . II cft en á g e de g a g n e r fa vie , Tiene fy AGIOMANA , petite ville de la T u r -
guerras afligen a la gente. fy A f f r a n c h i , delivré , Libertado, puef- ^ avec la p r e p o f i t i o n de & l'infi-
' A gaga , viUa de Ethiópia. ^ baftantt edad para ganar fu fu- fy q u i e d a n s la M a c e d o i n e . Lat T o -
S'afliiger , s'atriftcr, Afligirfe , en-fy to en libertad, horro. j¡¡. n i t i f , a fin para.
AGAN , cti PACÁN , lie de T A r c h i - • flento. & r o ñ e . Agiomana , pequeña villa
•tri'ftecerfe. fy Affranchi , excrapt , Franqueado , fy Afín q u e , Vara que, afinque.
peí de Saint L a z a r e , d a n s T O c - fy Etre en á g e n u b i l e , ou en á g e de fe fy de Turquía en Macedcnia,
A f f l i g e r q u e l q u ' u n , Afligir a alguno, fy ejfinto , o exempto. -i? Afín d e , Tara.
cean Oriental. Lat. A g a n a S c P a - ^ m a r i c r , Eftar en edad difcafarfe. ¿ A g i r , faire q u e l q u e c h o f e , c t r e
N e v o u s affligez p a s , No fe aflija Affranchie , f. Franqueada , f. ^ A~F R
g a n a . A gana , ó Pagana, lfta del A g e , m a i o v i t é , Mayoría, f. £ d a n s Taction , Obrar,
ufted. V A f t r a n c h i r q u e l q u ' u n de q u e l q u e Y A f r i c a i n , n é e n A f r i q u e , Africam.
•n Archipiélago de San Lázaro, en * II n e p e u t p a s vendré f o n b i e n , il i * A g i r d e c o n c e r t avec q u e l q u ' u n ,
P o u r q u o i v o u s afíligez-vous \ Par y c h o f e , l'en exempter , Eximir a fy A f r i c a i n c , n é e c n A f i q u e , Africana.
ti Occeano Oriental. fy n'cft pas en á g e , No tiene baftante j j * Obrar de mancomún,
que fe aflige ufted ? *** alguno de alguna cofa. fy L e s A f r i c a i n s , Los Africanos.
y A g a r c n i c n s , ou A g a r é e n s , p e m i l e s ? edad para vender fu hazienda. ¿ A g i r e n a m i , Obrar como amigo.
J e ne m'afflige pas , No me aflijo. AfFranchir , m e t t r e en liberté , Vo- fy Les A f r i c a i n e s , Las Africanas.
- de TArabie heureufe , q u i fe r e n - ^ U n h o m m e entre deux a g e s , Hom- ? A g i r b i e n avec q u e l q u ' u n , Obrar
J ' a i beau a m'affliger, p c r f o n n e n c V ner en libertad a alguno. AFRIQUE , u n e des q u a t r e parties d u
dirent celebres f o u s T E m p i r e de I bre de mediana edad. ^ bien con alguno.
m e c o n f o l e , For mas que me afii- y S'afFranchir , Eximir fe de alguna^ m o n d e , Lat. Á f r i c a . África, una,
T r a j a n . Lat A g a r e n i . Agarenos, X L ' á g e ou le f. ecle d ' o r , Edad de ora. A g i r contre q u e l q u ' u n , Obraren'
ja, nadie me cenfjiela, ** cofa. X de las quatro partes del mtinde.
pueblos de la Arabia dichoja, cele- X A g e de fer A Edad de yerro. X tra alguno.
V o u s a v e z beau a v o u s affliger, Por ? S'afFranchir de la d o m i n a t i o n d'un "fy A F U
> bres durante el Imperio de Trajano X A g é , Anciano. X l l s ' a g i t , il eft q u e í l i o n , La qut.
mas que ufted fe afija. fy T y r a n , Eximirfe de la domina- fy Afublé , Arrebolado.
| A g a n c , m. certaine d r o g u e , Aga- fy II eft á g é de v i n g t a n s , Tiene véyn- X ft'on es.
11 a b e a u a s'aftiiger , Por mas que fy don de un Tyrano. fy Afubler , c o u v r i r , enveloper la 'tS-
rico , m. fy te arios. fy De q u o i s'agit-il ? En J«# tonfiftt 9
el fe aflija. -i?r Afíranchiiíant , Franqueando. -if- te de quelque h a b i l l c m e n t , Arre**
Jhgzte, f. forte d e p k r r e preexcufe, fy AGEN , ville E p i f c o p a l e d e F r a n c e ^ de que fe trata 1
f j l e a beau a «'affliger, Por mas AíFranchiflement, m . e x e m p t i o n , locar-,
IL PARTIE. C
Áfíitj,
i8 A G T A G O A G R
Il ne s ' a g i t p a s de p e u de c h o f e , Im-fy A g n u s - c a i t a s , m . forte d ' a r b r i f í c a u , blei , Son agradables,
A GR _ A H E A I C i9
portafmucho. ' *** .'gnocafto , m. * * * T r e s - a g r c a b l c , Muy agradable. a q u e l q u e c h o f e , Agarrarfe. ¿fr A l i a n e r , a v o i r bien de la peine en C o r f e . Lat. A d j a c i u m . Ajaza ,
II n e s ' a g i t p a s de cela , No confifte *l* A G O *%* U n e odeur a g r e a b l e , Oler agrada» ACRIGAN , He de l ' O c c e a n O r i e n - faifant q u e l q u e c h o f e , Afanar. *•*• villa de Italia en la ¡Jlx de. Garfa.
en efjb. AGOLA , ville d'l t h i o p i e d a n s l ' A * « * ble. tal en A f i e . Agrigan , Ifta del *t» AHASSA , ville d ' A r a b i e . Ahaffa , *?* A.IAZZE , petit G o l f e de la mer M e -
mar Occeano Oriental en Afta. villa de Arabia. *** diterranée. Lat. Adjacii íinus.
11 s'aí'it de v o t r e vie , Le Importa a biíliiiic. Lat. A g o l a . Agola, villa *í* A g r é a b l e m e n t , d'une m a n i e r e a g r é a -
ufted la vida. *** de Ethiópia en la Abijjinia. *** ble, Agradablemente. A g r i m o i n e , f. forte d e p l a n t e , Eu- * ^ ^ A H E *|* Aj*z& > pequeño Golfo del mxr
A g i f t a n t , Diligtnte. *** A g o n i e , f. dernier c o m b a t de la na- * | * AGREDA , ville d ' E f p a g n e d a n s la ^ patorio, Gaferi, bGafeti, m. A h e u r t é , obftiné , o p i n i á t r é , Ol- Mediterráneo.
31 'eft agiílant , elle eft agiíTante , ^ ture c o n t r e la m o r t , Agonía, / . Y vieille C a f t i l l e , fur la f r o n t i e r e
1
AGRIOMELA , riviere de la G r c c e . * | * finado, pertinaz. *»*ATAZZO , ville de la N a t o l i e . Aja»
Lat. S p c r c h i u s . Agriomela , rio v A h e u r t é a f o n o p i n i ó n , Pertinaz,** zo , villa de la Natalia,
Ls diligente. 17
tre a l ' a g o n i e , Eftar agonizando. d ' A r a g o n . Lat. A g r e d a . Agreda ,
f de la Grecia. V obftinado en fu opinión. A I C
l i s font agiíTánts , clles f o n t agif- \ ^ A g o n i f a n t , Agonizante , m. el que *j£ villa de Efpaña en Caftilla la
•| A g r i ó t e , f. forte d e ccrife a i g r e , V A h e u r t é d a n s fes defteins , Pertinaz , * | * A r c H s r E T , ville d'Alleir.aguc d a n s
( a n t e s , Son diligentes. *^ efta c.gonivando. * vieja en la frontera de Aragón.
* Guinda , f. Y obftinado en fus definios. le ccrc'e de F r a n c o n i e . Lat. A i f t a -
A C I S V M S A . ville du R o i a u m e de *J A g o n i f a n t , étant a l ' a g o n i e , Ago- Y AGREDA , ville de l ' A m e r i q u e M e -
& A g r i p a u m c , f. plante q u i reffem- * * S'ahcurtcr , s'opini.itrer , s'obflincr, ^ d i u m Q u e r c o p o l i s . Aichftet, villa.
C o n g o en F t h i o p i c . Lat. A g y - *. nizando. | í i d i o n a l e . Lat. A g r e d a . Agreda,
% ' b l e a l ' o r t i c , Agripalma , f. *í* Obftinarfe , perfiftir. ^ de Alemania en el circulo de Fran-
í i m b a . Agyfimba , villa del Rey- ^ A g o n i f e r , étre a l ' a g o n i e , Agoni-£ villa de la America Meridional.
i- A g r i p c r , veiez G r i p e r . ^ S'ahcurtcr a f o n o p i n i ó n , n c v o u - 1 cenia,
no de Congo en Ethiópia. ¿.% zar. ^ A g r é é , t r o u y é b o n , a p v o u v é , A-
i A G U ^ loir p o i n t d é m o r d r e , Perfiftir en J £ A I D .
A a i t a t i o n , f. Agitación , f. £ A c o u r , riviere de F r a n c e d a n s le X trovado.
i A G U A S , la P r o v i n c e de los A g u a s , * ! ; fu opinión, eftar fiempre en fus ^ A i d a n t , D i e u a i d a n t , o h avec i'aí-
A g i t é , Agitado. ^ b.aut L a n g u e d o c . Lat. A g o r á i s A g r é é , recen f a v o r a b l c m c n t , Ac-
E t r e a g i t é , Eftar agitado. Agoto , rio de F/ancia en la Lcn- ^ ceptado. "% p a í s de l ' A m e r i q u e M e r i d i o n a l e . ^ treze. ^ de de D i e u , Con- ayuda de Dios.
Aguas , Provincia de los Aguas, ^ H s s'étoient aheurtez a v a i n c r e o u fj^ A i d a n t f o n a m i , Ayudando a fu a-
11 eft a g i t é , Efta agitado. ^ gua-dt-oca fuperior. Agréer , recevoir favorablcmcnt»
Elle ctt a g i t é e , Efta agitada. ^ A G R ^ Acceptar. , Pays de-la America Meridional. ^ á m o u r i r , Eftavan rcfueltos a ¿y migo.
1 Á G U E D A , riviere d ' E f p a g n e d a n s vencer ó morir. J f ^ A i d c , f. aíTiftance , Ayuda, affi-
l i s font a g i t e z , Eft an agitados. »*»AGRA, R o i a u m e de l ' E m p í r c du $ t A g r é e r , t r o u v e r b o n , aprouver ,
E l h s font a g i t é e s , Eftitn agitadas. #¡. g r a n d A'.ogol. Lat.. Agrá. Agrá , ¿t¥ Aprov.ir. t ¡\ l'Eftrcmadura. Lat. A m i n i u m . X A h c u r t e m c n t , m . Pertinacia, obfti- ^ ftencia , protección, concurren-
Águeda, rio de Efpaña en Efire-^ nación , f. + *
v cia , f.
A g i t e r , Agitar. ^¥ Réyno del imperio del gran Mogol, , * , , ] ' a g r é c v o t r e e x c u f e , Acccptoladif-
madura, A h i , i n t e r j c c l i o n de d o u l e u r , áy. ^ C r i e r a l'aidc , Pedir ayuda.
A G L AGRÁ , ville c.ipitale d u R o i a u m e ^ culpa que ufted da.
» A g u e r r í , f a i t aux travaux de la g u e r -
¡
A H L E N , petite ville d ' A l l e m a g n c Apelier D i e u a f o n a i d . , Pedir k
AGLA , petite ville de B a r b a r i e d a n s d e ce n o m . Lat. A g r á . Agrá , L e R o í l'a a^réé , El Rey lo ¡tprovb.
r e , Hecho alas armas, acoftum- d a n s la S i l a b e . Lat. A l e ñ a . Ale- ^ Dios que le ayude.
le R o i a u m e de F e z . Lat. A g l a . •*» ciudad principal del B.éyno del A g r é e r , p l a n e a q u e l q u ' u n , Agra~
J brado a la guerra. ,t¡. na, pequeña villa de Alemania ¿fr A i d c , m. celui q u i f o u l a g e q u e ! -
Agla , pequeña villa de Berbería •»** mi fin o nombre. dar a a'guno.
t

'•''H A g u e r r i r , a c o u t u m e r a u x f a t i g u e s , en la Suebia. «J> qu'un dans fon e m p l o i , Affiften-


en el Réyno de Fez. •>*«. A g r a t T e r , f. petit c r o c h e t , Cerche- C cía n e m ' a g r é e p a s , Effo no mt
A G N *¿* te, o breche, m. *J* agrada. fi ou aux f o n c l i o n s de la guerre , ,*(. A H U *•* t e m
> -
A g n e a u , m. Ic petit d ' u n e B r e b i s , * J * A g r a ñ l r , atach^r avec u n e a g r a f t e , sj> A g r e g a t i o n , f. Agregación , f. >: Hazer a las armas, acoftumbrar a A H U A Z , ville de Perfe. Lat. A h i t a - A i d c á mafTon , Peón de albañil, m.
Cordero, m. *fy Abrochar, acorchetar. **• Agregé, Agregado. la-guerra. <¡$t> a
' - Ahuaza , villa de Perfa. -»<$» Aidc de cuiíine , Galopín de cozi-
P e t i t a g n e a u , Corderilla, m. <$* A g r a f f é , Abrochado, acorchetado. *j»Agre^er, Agregar. \ A g u c t , m . Aceehanca, f. <J> A H U N , petite ville de F r a n c e . Lat. »+» na, m.
A g n e a u Pafial , c'eft l ' a g n e a u q u e «J* S'agrafler , Agarrarfe , engarrafar fe. Agrément , m. aprobation , c o n - i t r e aux a g u e t s , Eftar en aceehanca. •£» A g e d u n u m . Ahttn,pequeña villa -¡jt- A i d e de C a m p , Ayudante de un Te-
í n a n g e o i e n t les fuifs a P a q u e s en 4* Ac-RAM , ville de I l o n g r i e d a n s fenrement , Aprovacion , f. II eft aux a g u e t s , elle eft a u x a g u e t s , 4 * de Francia. «£*• niente General, ni.
m e m o i r e de la delivrance du peu- * ? • l'Ffclavonie , fur la S a v c . Lat. *í» Il a obtenu l ' a g r é m c n r de la P r í n - Efía en aceehanca. •»*+ A H U Y S , ville de Suede dans la P r o - « J t - A i d c M a j o r , Ayudante de Sargenta
ple de D i e u , Cordero Fa fatal , es * í * Y a g r a b i a . Agram , villa deVn-fy celTe p o u r cette c h a r g e , Coiifiguio l i s f o n t a u x a g u e t s , clles font aux **> v i n c e de B l e k i n g . Lat. A n u í a . mayor, m.
el cordero que comían los ludios en * í * gria en la Efclavonia, junto al rio <$* la aprovacion déla PrincejJ'.t pura • a g u e t s , Eftan en aceehanca. *+v Ahuys, villa de Suecia en la Pro- <5*'Aidc , Eglife , ou Cliapeile bátie
Pafaia , en memoria de la foltu-*** Sava. *** efte puefio. ' AGUILAR E E CAMPO , petite ville «J» vincia de Elcquir.guc. p o u r ia c o m m o d i t é de ceux q u i
j§ d ' E f p a g n e d a n s la vieille Caftiilc , A J A -í* font t r o p é l o i g n c z de l'Eglife P a -
ra del pueblo de Dios. , *** AGRAMONT , petite ville d ' E í p n g n e A g r é m e n t , q u a ü t é p a r laquelle
$ fur la frontiere de l'Aftiirie de A J A T U N I , petite ville de l ' A fie M i - *t* roiíliale , Ayuda de Parroquia.
A g n e a u d'un a u , Vn Borro. *|* d a n s la Catalo:>ne. Lat. A n r a - * • * q u e l q u e chofe plait , Agrado.
?¡. S a n t i l l a n e . Lat. A g u i i a r i a C a m - * S * neure ou d e la N a t o l i e . Lat. Villa *í* A i d e s , f. au pluriel , Subfidios, m.
M'archand d ' A g n c a u , Borreguero. m o n t i u n i . Agramante , pequeña * * * A g r t í l e u r , m . celui q u i a t r a q u e k
peftris. Aguilar de Campo , pe- S a n c l i J o a n n i s . Ajajuni , villa **%Aidé , f e c o u r u , Ayudado,
A g n e a u q u i t e t e , Choto. *• villa da Efpaña en Cataluña. V" p r e m i e r , Agre Cor, m.
quena villa de Efpaña en Caftilla * * * de la Afta Menor, ó de la Natalia. ^Hkiázr , affifter , f e c o u r i r , Ayudar,
D e l 1 a g n e a u , ou chair d ' a g n e a u , 1 A g r a n d i , Engrandecido. * j * A g r e d e , ruftique , «roíTicr , A-
.>;!• la Vie'¡a , en la frontera de la A j a m b é c , f Paffo , m. *J* ajfiftir, focorrer , favorezer, au-
Cordero, carne de cordero. * * * A g r a n d i r , Engrandecer. *|* grefte , rúflico.
Aftúria de Santiüana. *t* F a i r e de graneles a j a m b é e s , Dar * J * xiliar.
A g n e l e r , mettre h a s , en parlant de .S'agrandir , Engrandecer fe. *** AGRI , riviere du R o í a n m e de N a -
AGUEIIA , lie d ' A f r i q u e d a n s l ' O c - * * * grandes pafjbs. V A i d e r q u e l q u ' u n , ou aider a quel-»
la brebis , Parir un cordero. ^ S'agrandi<Tant , Engrandeciendo fe. *+ pies d a n s la "afilic.lta. Luí. A »
cean E t h i o p i c n . Lat. A c u s . A- * * * Il faifoit de g r a n d e s a j a m b é e s , elle Y q u ' u n , Ayudar a alguno,
A g n e l e t , m . petit a g n e a u , Corde- J A g r a n d i f l c n i e n t , m . Engrandecí-*^ g r i n s . Agri , rio del Réyno ds
gnlha , Ifta de .África en el mar *-» * <
faifoit de g r a n d e s a j a i n b c c s , Da- Y A i d c z m o i , Ayúdeme ufted.
rillo, m. ^ miento, i». Ñapóles en la Baftücata.
Occeano de Ethiópia. "|* va grandes pajjos. Y J e v o u s a i d e r a i , Ayudare a ufted.
ACNÉS , n o m p r o p r c de f c m m e , ^ A g r a v é , Agravado. J_ AGRTA , ville d e la liante H c n j r r í c ,
•: AGURANDE , ville de F r a n c e dans ^ II fit de g r a n d e s a j a m b é e s , elle lit ^ V o u l e z - v o u s m ' a i d c r ! Quiere ufted
Inh , nombre de muger. ^ Etre a g r a v é , Eftar^agravado. £ fur la riviere d'A<;ria ; elle a u n e
le D u c h é de B e r r y . Ágnranda , de g r a n d e s a j a m b é e s , Dio gran- * ayudarme i
S a i n t e A g n e s , Santa Inés. ¿¡^ : ! eft a g r a v é , Efta agravado. ^ forre Citadellc n o m m é e E r l a . Lat.
villa de Francia en el Ducado de\ de:..paj]'os. J * S'aider , Ayudar fe , Afiflirf:.
• ACNO , ou CLANIO , petite riviere ^ Elle eft a g r a v é e , Efta agravada. ^ Awria. Agria , villa de la alta
.; Bcry. Y A j a m b e r , faire u n o u pluficurs • S ' a i d e r , ou s'cntr'aidcr l'un l'autrc ,
du R o i a u m e de N á p l e s , dans la ^ ! ls font a g r a v e s , Eftan agravados. Vngria , fituada fobre el rio A-
*i AGUSTA ville de Sicile , petite , Y g r a n d s p a s , Dar uno ó diycrfosg Ayudar fe el uno al otro.
P r o v i n c e de L a b o u r . Lat. C í a - ^ Ellos f o n t a g r a v e e s , Eftan agrava- Íf gria , con una fuerte Cindadela
( m a i s forte. Lat. A n g u i l a . Agnfta, fj¡^ grandes pafjbs, ^ S'aider de q u e l q u e c h o f e , s'cn fer-
n i u s . Agno , ó Clanio, rio' del ^ das. ¿ que fo llama Erla.
| villa de Sicilia , pequeña, pero A i a n t , Aviéndo , teniendo. ^ v i r , Valer fe , ó echar mano de
liéyno de Ñapóles, en la Provin- j^. A g r a v e r , Agrttver. ^ Agriculteur, m . Agricultor , labra*
| fuerte. * A i a n t m a n g é , Avien do comido. - ^ alguna cofa para fervirfe de ella.
cia de Labur. ^ Agreable , q u i agree , q u i plalt , ^ dor , m. i§ AH A A i a n t d o r m í , Aviendo dormido. J^ll nc ¡icut pas s'aider de la m a i n
A g n u s , ou A g n u s D e l , m.* C i r e ^ Agradable. ^ A g r i c u l t u r e , f. l'art de cultiver la I A h '. I n t c r j e ñ i o n q u i m a r q u e la ^ A i a n t j o u é , Aviendo jugado. d r o i t c , i! en eft p e r c l u s , No pue-
b e n i t e p a r le P a p e fur laquelle eft » \ E t r e a g r e a b l e , Ser agradable. ^ t e r r e , Agricultura , f. j o i c , la douleur , l ' a d m i r a t i o n , ^ A i a n t g a g n é , Aviendo ganado. ^ de firvirfe de la mano derecha ,
í m p r i m e e la figure d'un agneau+J». II eft agreable , elle eft a g r e a b l e , ^ S ' a g r i f e r , s'atacher a v e c les g r i - •il l ' a m o u r , & c . fuivant la difieren- A i a n t pcrdii , Aviendo perdido. ^ • que la tiene baldada.
o u q u e l q u e autre i m a g e de píete , Es agradable. ¿fr fes , Agarrarfe con las uñas. \ t e des f i í j e t s , áy. A i a n t de l'argent , Teniendo dinero. _^¡. A i d e t o v <T\; D i e u t ' a i d e r a , l ' E l p a -
¿gnus Dd, nu . ¿ . l i s font agrcablcs, clles f o n t a g r e a - ^ S ' a g t i f c r , s'auc.her^vcc les atólas | A b a n , m. Afán, fatiga , f. ^ . A J A Z Z E , ville d'Italie d a n s l ' I l e d e ^ . g n o l dit , Ayúdate, y te ayudare,
ta AI G AI G AI G AIL AI M AJO tt
A i d e r a la k i t r c , Suplir los defeUos.fa A i g r e fin , m. efpece de poííTbn de ciudad de Francia ert LengUo-it* tfik amolado , aguzado. ^ t a v í e t&zlmatie.LavidatS amable. t é d ' S g e , Primogeniturs , f.
A i d e r a la lettre , m a n i e r e de parler 4* m c r c ó r a m e u n g r o s M e r l á n , 4* oca. A i g u i f e r , Amolar, aguzar. • A i m a n t , Amando. * $ * D r o i t d'atneile , Derecho deprimo*
i r o n i q u e , Viciar una narración , 4* Cierto ptfcado de mar , como un 4* AIGUE-PERSE , ville de F r a n c e . Latt A i g u i f e r un c o u t e a u , Amolar « » $ A i m a n t fa f e m m e , Amanda
< f c
a ftt^ gmitura.
añ adiendo maliciofamentt algunas^ Efpiringue grande , Lat. J e c o r a - 4* A q u a - S p c r f a . Agua-Perfo, villtt "cuchillo. ^ muger. ^ A I N S A , petite ville d u R o i a u m e
circunftanciasqttenohavia enella.^ rius. 4* de Francia. ?* A i g u i f e r la p o i n t e d'un p o i n c o n o u 4* A i m a n t , m . pierre q u i atire 1c fer , ^
!
á'Aragón. Lat. A i n f a . Ainfa ,
A I D I N D I , P r o v i n c e de la N a t o l i e , 4* A i g r e m c n t , n i d e m e n t , d a n s un 4* A i g u i e r e , f. p o t a l'eau , Aguama* '{ d a u t r e c h o f e , Aguzar la punta^P Piedra yman, f. ^* villa del Réyno de Aragón.
Lat. A i d i n c l l i . Aidindi, Provin-^ fens figure , Afperamente. 4* nil, m. ^ de un puncen o de otra cofa. j^himé. Amado. ^ A i n f i , en cette m a n i e r e , AJfi.anfi.
da dt Natalia. . 4* R e p r c n d r e q u e l q u ' u n a i g r e m e n t , R e - 4* A i g u i l l e á c o u d r e , f. ''Aguja dt •?; A I L " J U e f t a i m é , Es amad». • Faites-lc ainfi , Hágalo ufied affi.
A J E 4* prehender a alguno afperamente. J* coftr. \. A i ' , m . plante de la n a t u r e de l ' o i - X E l l e e f t a i m é e , Es amada. 2^^- C E ' ' H ^a U 1 1 v o u
étudiez ? Efi¿-
s

ATILLO , petite ville du R o í a n m e *J* A i g i c m o i n c , f. Agrimonia , f. en- A i g u i l l e a berger , f o r t e d'herbe t í g n o r i , & d o n t l ' o d e u r eft tres- X H font ainiez , Son amado),
s
^ dia ufied de ejfa manera t
d e N a p l e s , fin- u n e m o n t a g n e d a n s X potería , f. Aguja , f. un género de yerva. v f b u e , Ajo, m. jt E M C S
font a i m é c s , Son amadas, X I I eft a i n f i , Afiles.
la C a l a b r e C i t e r i e u r c . i * í . T h y c l l a . X A i g r e t , q u i eft u n peu a i g r e , A- J T A i g u i l l e d'emballeur , Almarada, f. \ A i l s , plurier d ' a i l , Ajes, tn. 2 * - A i m e r , a v o i r de l ' a ñ e f t i o n p o u r ^ A I N Z I A , petit P a í s de l'Ecofle Sep-«
Ajelo, pequeña viüa del Réyno j7 grete , agrillo. X Aguja de farmar. ,1 A I L A
> petite ville de l ' A r a b i e , f u r ? 1111
o b j » Amar. c t
2 tentrionale. Lat. A i n z i a . Ainzia,
de Ñapóles fobre una montaña en ? A i g r e t e s ,~f. b o u q u e t de p l u m c s > X A i g u i í l e de t e t e , d o n t les f e m m e s ;{ Ja cote de la m e r r o u g e . Lat. ALla- ? Q u i a i m e B e r t r a n d , a i m e f o n c h i e n , ^ pequeño Pays de la Efcocia S*/-»
la Calabria Citerior. Jf d ' u n e a i g r e t t e , Martineta , m. 7 fe fervent p o u r fe coifer , Partid n a . Aila,, villa dt Arabia , en 7 ^uien bien auiere a Beltran a fu ^ tentional.
A i c u l , m . Agüelo, o abuelo. Jt Garpólas , f. 7 dor del cabello, m. la cofia del mar Bermejo. Xp: fan regala. ^ A j o i n d r e , voiez A d j o i n d r e .
A i e u l e , f. Agüela , ¿abuela, f, 7 A i g r e t t e d ' c a u , Garrota , ¡arpa >TAiguillcs a tricotter , Agujas de ha* i A l i e , f. partie de t o u t ce q u i v o l é , 3, A i m c r q u e l q u e c h o f e , y prendre ^ AJOMAMA , petite ville de la R o «
A y e u x , Abuelos, abuelas. 2* pequeña, f. 2, c e r
media. f. Ala, /. ^ p l a i f i r , Hallar gufto tn alguna j^. melie dans la M a c e d o i n e . Lar.
A I G X - A i g r c u r , f. g o í i t d e ce q u i efl a i - 3 * A i g u i f l c r l'efprit , Aguzar el ingenio. yic batre q u e d'une a ü c , Eftar ali- ^ cofa. ^ T o r o n e . Ajomama , viña de l»
AISLE , ville de F r a n c e en N o r - X S r e • - /Ig ru>'a , f. ^ A i g u i l l e de C a d r a n , Mano del re* • \ quebrado. s i m e le j e u , il a i m e á j o u é r , Es ^ Romélia en Macedonia.
j n a n d i e . Lat. ad A q u i l a s . Águila. ^ A i g r i , Avinagrado. ^ lox , f. •{•'•; J l n e b a t q u e d ' u n a i l e , Efta alique- ^ aficionado al juego. ^ » AJOMAMA , G o l f e de l ' A r c h i p c l
villa de Francia en Normand^ta. ^ L e v i n eft a i g r i , El vino (fia avi- ^ A i g u i l l e d e M o n t r e , Ídem. brado. ^ A i m e r q u e l q u ' u n , Amar a alguno, dans les cotes de la M a c e d o i n e .
A i g l a t , Aguilucho. ^ nagrado. ^ A i g u i l l e de fleau de balance , ou do p n lui a r o g n é les ailes , Lt han A i m e r u n e f e m m e , Atnar a tina Lat. T o r o n i c u s S i n u s . Ajomama:.,
A i g l e , c. le plus g r a n d 8c le plus A i g r i r , f a i r e devenir a i g r e , Avi- ^ t r e b u c h e t , Fiel del pefo , m. cortado las Alas. 4» muger. Golfo del Archipiélago en las coftat
fort de t o u s les o í í é a u x de p r o i e , 4^ nagrar. A i g u i l l e , f. p o i f l b n de m e r , Aguja, í?atrc les a i l e s . Alear, facudir las^•J'aime M a r i e , Amo a Maria. de la Macedonia.
Águila, f. ^ A i g r i r , irriter , Irritar, exafptrar. ^ f. pefeado. [i alas. <J> A i m e r D i e u , Amar a Dios. < J » A j o u r é , terme de b l a f o n , o u v e r t ,
I.es A i g l e s R o m a i n e s , les E n f e i g n e s <fr ll eft a i g r i , Efia irritado. ^ . A i g u i l l e a i m a n t é e , aiguille m a r i - ji t-es ailes d'un m o u l i n a v e n t ,Afpas *y A i m e r f o n p r o c h a i n , Amar a fu*%>
1
q u i a une o u v e r t u r e , Abierto*,
des L e g i o n s R o m a i n e s , Las agui- 4>Elle eft a i g r i e , Efiá irritada. <£- n e , Aguja de marear, de un molino de viento , f. próximo. qui tiene una abertura.
las Romanas ; cada legión de los «$» S ' a i g r i r , devenir a i g r e , Avina- 4» A i g u i l l é e de fil, í. Hebra de hilo , f. y JLes ailes d'une a r m é e , Las alas, ó ll a i m e fes e n f a n s , Ama a fus hijos. i$T Ajourrvc , a j o u r n é c , Emplazado-,
Romanos lleva va una águila por 4» grarfe. 4* A i g u i l l e r , m . l'ouvrier q u i fait des los cuernos de un exército , tn. , ' l ' a ú n c r , Por mas que la
3 c a u a
emplazada.
infignia, ¿ o r «•/?/» r»£¡>» llamavan 4> A i g u , a d j . S a r i / , , ingenio- 4» aiguilles , Agujetero, •': í-cs ailes d'un b a t i m e n t , Los lados ^ ame. < » A j o u r n c r , Emplazar, citar,
k las legiones , Aguilai Romanas. 4* }^ > penetrante. 4* Aiguitiette , f. c o r d ó n , ruban , tiflu de ttn edificio , tn. ^ Elle a beau a I'aimer , Por mas que 4* A j o ú t a n t , Añadiendo.
^ i g l e n t i c r , tu E g l c n t i c r a u t r e m e n t 4» A i g u , q u i fe t e r m i n e e n p o i n t e , <•$» ferré par les d t u x b o u t s q u i fert í - ' a ü e du chapcau , La falda del 4* léame. « J ^ A j o ú t é , a j o ú t é e , Añadido , etñ'A'
g r a ' c c u , f. Zarza perruna, f. 4* Puntiagudo. 4* a atacher , Agujeta, f. fombrero. *\S Se faire a i m e r , g a g n e r l'afFcíiion 4* dida.
A i g l e par a l l u f i o n , p e n c t r a n t , e l e - 4* II eft a i g u , Fj puntiagudo. 4* Fer d'aiguillctte , Herrete, m. A ü é , q u i a des ailes , Alado, que4f de t o u t le m o n d e , Grangcar las4^ A j o ú t e r , Aüadir.
v e , Águila por aluffion , pene- 4* Elle eft s i g u e , Es puntiaguda. 4* Aiguilletter , atacher a v e c des a i » tiene alas. & voluntades dt todos, bien qui- J ' a j o ú t e , t u a j o ú t c s , il a j o ú t e , elle
trante , elevado. 4* Maladie a i g u é , Enfermedad aguda. 4* guillettes , Atacar. i A i l e r o n , m . petite aile , Alilla , / . *S* flarft. 4* a j o ú t e , Añado, añades, añade,
•Jl v o i t plus q u ' u n A i g l c , Vé mas que ^ 11 a la v o i x a i g u c , Tiene la voz pe- • A i g u i l l i c r , m . e t m a aieíiilles i A ü c r o n de p o i l f o n , les n a g e o i r e s 4* A i m e r m i e u x u n e c h o f e q u ' u n e a u - 4» N o u s a j o ú t o n s , v o u s a j o ú t e z , ils
una Águila. ' • netranu. & Eftuche de agujas, agujeréro, i f de q u e l q u e p o i l f o n s , Xetas, ó& tre , la lui p r e f t r e r , ¿guertr mas4* a j o ú t e n t , elles a j o ú t e n t , Añadí-
C ' e f t u n A i g l e , c'cft-a-dire il eft pe- & F i e v i e a i g u e , d o u l e u r a i g u e , Ca- azerico , tn. alas de un pez, f. 4* una cofa que otra. 4* mos, añadís , añaden.
¿ A i l c r o n s du n c z , Son los dos lados 4*11 a i m e m i e u x danfer q u e chanter , 4* A j o ú t e z qwelquc chofe , Añada

4**
n e t r a n t , il eft habile ; Es ttntf^ Untura violenta, dolor violento. • AIGUILLOK , p e t i t e ville d e F r a n c e
•i de la punta de la nariz. 4* Mas quiere baylar que cantar. 4* ufied algo.

4
Águila quiere decir , es penetran-^ R e n d r e a i g u , é g u i f l e r , Aguzar. ^* en G u i e n n e . Lat. Aiguillionum.
te, es hábil. ^ A c c e n t a i g u , t e r m e de G r a m m a i r c , Eguiüon , villa di Francia en AUctte de foulier , terme de C o r - S ' a i m e r , Amorfo. • J e n ' a j o ú t e r a i rien , JNi> afiadiri
11 cric c o n u n e tm A i g l c , l e s E f p a - ^ Acento agudtque fe pene fobre una & Gttiina. d o n n i e r , Vira, fuerza del rapa- S'cntr'ainicr , s ' a i m e r reciproque-4* nada,
- c.[-.oís cüfenr, Grita como un loco. & letra para la pronunciación. A i g u i l l o n , m. Acicate, aguijón, «#, to , f. es una tira de cuero que el 4* m e n t , Amorfo reciprocamente. 4* A I R
A i g l e t c s , terme de Ehifon , fe d i t * ^ Aigur.de , f. t e r m e de M a r i n e , p r o - V A i g u i l l o n d ' u n b o u v i e r , Aguijón, m. {.apaiero pone a cada lado del " * * A i m o r a g i e , voiez H e m o r r a g i e . 4* A i r , m . celui des q u a t r e E l c m e n s
o'.iand il y a phtíieurs aigles d a n s v í f i o n d'eau d o u c e , Aguada, f. U n c o u p d ' a i g u i l l o n , Vn aiuijo- j f apata, por adentro. A I N 4* q u i e n v í r o n n e l'eau & la i e r r e ,
v.'.x c'cu, Aguiluchos, termino de F a i r e a i g u a d e , Hazer aguada. nazo. A i l l c u r s , a otra parte, en otrapar-J?Am , riviere de F r a n c e . Lat. Ida-4* áyre , m. uno de les quatre Ele-
Xlafon , fe dice quando hay mu-'jfAiGvzttiii, ville de S a v o i e . Lat.^Donncr un coup d'aiguillon a u n te. X s . Ain,
, i u
rio de Francia. 4* mentes.
thas Águilas en el efeudo. jj* A q u a b e l l a . Aguabela , ciudad de j T b c r u f p o u r le faire aíler , Dar un Aller a i l l c u r s , Ir a otra parte. j T A i n e , f. partie du c o r p s h u m a i n , 4* Air fain , b o n air , áyre fuxo , buen.
A l c i ó n , m . le petit de l'aigle , A-jf Saveya. ^ aguijonazo a un buey para hazer* E r r e aillcurs , Eftar en otra parte. X Ingle, f. áyre.
, guilucho, m. A i g u c M a r i n e , f. cfpece de p i e r r e ^ le andar. D'ailleurs , De atraparte. ^ A i n é , le p r e m i e r n é des e n f a n s Prcñdre l'air , Tomar ti áyre.
A i g r e , q u i a de l ' a i g r e u r , ou de X precicufe de la couleur de la m c r , 1 A i g u i l l o n n e r , Aguijonear. | c v i e n s d'ailleurs , Vengo de otra d ' u n m é m e pere , ou d'une m c r a e * A l ' a i r , a d é c o u v c r t , Al áyre,
l'acidité , Agrio, acedo, acerbo. ¿! q u i n a i t le l o n g de fes cotes v e r s X A i g u i l l o n n é , Aguijoneado. parte. 1 m e r e , Hijo primogénito, hija P ri-¿^ En 1';lir , fans f o n d e m e n t , en v a i n .
C e v i n eft a i g r e , Efe vino es agrio. j£ l ' O r i e n t , & r e t o i t fa c o u l e u r d e » A i g u i f a n t , Amolando , aguzando, J e v a i s aillcurs , Voy á atraparte. ]jt mogénita. 1 En el áyre, fin fundamento.
C c t te p o m m e eft a i g r e , Eft as man- ^ f o n flux & reflux . Verdemar , f. ^ A i g u i f a n t u n c o u t e a u , Amolando ¡D'ailleurs , A demás de cffo , fuera ^ L e (ils a í n é , El hijo mayor. X D o n n c r de l'air a un t o n n e a u , Dar
cana es agria. piedra preciofa que nace en las ^ uu cuchillo. de efio. » L a filie aínce , La hija mayor. ¿ áyre á un tonel.
A i g r e don.x , Agri dulce. JL orillas de la mar , y que es de la ^ A i g u i f é , Amolado , aguzado. A I M ^ 1 1 eft m o n fils a í n é , Es mi hijo X U n h o m m e de bel a i r . , Hombre ay-
P a r o l e s a i s r r e s , Palabras afptras. color del agua de la mar. ^ L a pointe de l'aiguille eft bien a i g u í - A i m a b l c , d i g n e d'étre a i m é , A-^ mayor.. _í rofo , garbofo, briofo.
A i g r e de cidre , boiflon q u ' o n fair ^ AIGUIMORTES , petite ville de F r a n - ^ l e e , La punta dt la aguja efik tnable , digno de fer amado. J ^ L ' a í n é de deux freres , El mayor de 7 V o u s verrez de quel air il v o u s p a e -
avec du c i t r ó n & d u fuere , A- A . ce d a n s le bas L a n g u c d o c . Lat. bien aguzada, 11 eíl a i m a b l e , ells eft. a i m a b l e , los dos hermanos. ^ l e r a . , Ufied vtra c»n que tent U
Es- ñmnble, A ü i t í l e , . f. p r i m o g t u i t u r c , p v i o r i , fa haílm*>
¿rie de cidra. ^ Aqui-mortux. Aguamutna , fa L e c o u t e a u eft a í g u i f ? , £ / tmhiü\
z z AIR AIR ATS AKI ALA ALB I ?

A v o i r b o u a i r , Ser Iriofo , f:rgar- Aire , nid d ' o i f e a u de p r o i e , Nido -fr Tres aiíement , tres facilement i A K I ALANDT , l i e de la m e r S a l t i q u e gue en el Monte negrt.
bofo , fer ayrofo. *t* de uve de rapiña, m. & Muy fácilmente ,facilifftm amenté* A K I L , les lies d ' A k i l , ce f o n t d c u x " ^ " en S u e d e . Lat. A l a n d i a . Alanda, ALBAMIE , p a r t i e de la T u r q u i c e n
II a b o u a i r , Es garbofo, es ayrofe, & A i r e , terme d'architeíl-ure , c'eft A I S N E , r i v i e r e de F r a i l e e . Lat. pcrir.es lies d ' I r l a n d e . Lat. A c h i - T [ Ifta del mar Báltica en Suecía. X E u r o p c . Lat. A l b a n i a . Albania,
es bríofo. & l'efpace du c o n t e n u entre les m u r s , & A x o n a . Axona, rio de Francia, l i x . Akil, las Ifias de Akil, fon ALANGUER , ville d ' E f p a g n c d a n s ^ j . parte de la Turquía en Europa,
P r e n d r e l'air , fe p r o m e n e r , Va- *** E< el efpacio que ay entre las pare- -fr Aifele , f. le deflous d é l a j o i n t u r e dos pequeñas lftas de Irlanda. ¿ty. le R o i a u m e de P o r t u g a l & d a n s ALBANO , petite ville d'It.-.lic- d a n s
fearfe , tomar el ayre. *•* des de-dos cafas. du bras avec l'épaule , Sobaco, m, \| A K L r E í l r e m a d u r e . Alanguer , villa-^t- l'Etat de l'hglife & d a n s la C a u í -
P r e n d r c l'air d u feu , Tomar el calor *** A i r e , o « c o u r o n n e q u i p a r o í t a u - * • * Aiífette , f. Azuelilla, ó azuelita, f. \ A K L A T H , ville de l ' Á r m e n l e . A-ifr de Efpaña en el Réyno de Portugal"*? p a g n e de R o m e , Lat. A l b a n u m .
de la lumbre. t o u r des a í ' r e s , Corona del Sol , *í* A i í l é a u , m . Ripia , tabilia , f. klath , viña de Armenia. y en Eftremadtira. jf Albano, villa de Italia en el . fta-
CliauíTcr d'air , Mudar de ayre. *+* ó de la Luna; circulo al rededor ^ Aiííicu , n i . picce de b o i s ou d e f e r , • AK M «J» Alarbes , certains Á r a b e s é t a b l i s ^ do hclefiáft.coy en la Cam¡a.:a de
II n ' a ' p o i n t l'air de m e plaire , No J>* del Sol, o de la Luna. ^ pailant d a n s le m o y e u des r o u é í l¿ A X H I N , ville d ' E c v p t c . Akm'rn,^ dans la B a r b a r i e , q u i nc v i v e n t Roma.
tiene traza de agradarme. ? * A i r c r , nicher e n p a r l a n t des F a u - * des v o i t u r e s r o l d a n t e s , Exe , m. M villa de Egypro. ' q u e de b r i g a n d a g e ; Alarbes, cicr- Jj- ALBANO , ou M O N T E - A I B A N O , p e -
L ' a i r fe c o u v r c , El Ciclo fe nubla , ^ * c o n s & des V a u t o u r s , Hazer fu A J U JB A L A j¡y tos Árabes eftabíecidos en Bcrbe- -if- ti te ville d u R o i a u m e de N a p l e s ,
o fe obfeurece. J nido. *^ A j u d i c a t a i r c , a j u d i c a t i o n , voiez, ¡p ALABA , R o i a u m e d ' A f r i q u e d a n s <fc ' < que viven con le que hurtan.
r a
d a n s la l í a í . l i c a t e . Albano , b
D a n f e r de b o n a i r , Raylar congra- A i r i e r , ou A é r i e r , Ayrear , orear. Adjudicatairc , a d j u d k a t i o n . !j| l ' E t h i o p i e . Alaba , Réyno de A- A LARCON , petite ville d ' E f p a g n e X Monte-Albano , villa del Réyne
cía , ó con garbo. £ ' A I S 1 A j u g c r , voiez A d j u g c r . f frica en Ethiópia. d a n s la C a n i l l e n e u v e . Lat. Illar- .¿¡. de Ñapóles, en la Bafilicata.
S e d o n n e r des airs étant en c o m p a - Y " A i s , m . P l a n c h e de b o i s , Tabla>ft^. Ajulíant, Ajuftando. ff A L A D U L I , P r o v i n c e de la N a t o l i e - 4 * * c o . Alarcén , villa de Efpaña en A i b a n o i s , q u i eft 11 é en A l b a n i e ,
g u i e , Hazer el gran Señcr. ¿ A i f c e a u , m . Azuela , f. fegur, ó\A]uQé, Ajuftado. d a n s la T u r q u i e . Lat. A l a d u l i a . ^ Caftilla la nueva. -j¡¡- Alíanos, nacido en Allknia.
11 fe d o n n o i t des airs , llazia el deflral , para dolar , m. T o u t eft a j u í í é , Todo efta ajufiado. $ Aiadidi, Provincia de la Natalia^ A l a r g u c r , t e r m e de M a r i n e , fe L e s A i b a n o i s , Los Alhanifes.
gran Señor. 1 A i f a n c e , f. Facilidad , f. I A j u f i c m e n t , m . aílion par l a q u e l k • -tí cnTurquia. m e t t r e au l a r g e , s ' é l o i g n e r de la ALBANOPOLI , ville d ' A l b a n i c . Lat,
S e d o n n e r des a i r s en m a r c h a n t , ^ A i ! e , q u i a de la p i e , q u i eft c o n - T o n r c n d j u f t e , Ajuftamiento ,m. T A L AGÓN , riviere d ' E f p a g n c dans' 1 ?'' c o t e , Hazer fe ala mar. fjf A l b a n o p o l i s . Albanopolis, villa
m a r c h e r avec g r a v i t é , Echar t e n t , Alegre, contento, guftofo , t+t A j u í l e m e n t , a c o m m o d e m e n t , ./í- i le R o i a u m e de L e ó n & d a n s la ^ A l a r m e , f. cri p o u r faire c o u r i r aux ^ de Albania.
piernas, prefumir. t ^ gozofo. ^ jnfle, acomodamiento, m. •'frj P r o v i n c e d ' E f t r a m a d u r e . Lat. A ^ a r m e s , cu E m o t i o n caufee par les ALBARASIM , ville* d u R o i a u m e d ' A -
11 fe d o n n o i t des airs en m a r c h a n t , J e fuis bien aife de v o u s v o i r en b o n - ^ Ajuflcr , r e n d r e un p o i d s , ou u n e l a g o n i u s . Alagan, rio de Efpaiia e m e m i s , P.tbato, m. al arma, f. -{£- r a g o n . Lat. L o b c i u m . Albarx-
il m a r c h o i t a v e c g r a v i t é , Iva. ^ ne í a n t é , Me huelgo de vsr a ufled mefurc j u í l e , Ajuflar. en el Réyno de Leen y en la P r o - * * * S o m i e r h a l a r m e , Tocar arma , io- zin , villa del Réyno de Aragón.
echando piernas, iva prefuwicn- con. falud. ¿¥ A j u f t c r u n e balance, Ajuflar unpefo. • vincia de Eftremadura. *** car a rebato. A l b á t r e , m . m a r b r e tendré d'une-
do. * 5 * J e u t ) S bien ailc d e c e m a r í a g e , Me jty A j u f t c r , a c o r d e r , r e c o n c i l i e r , P i - • • ALAGON". p e t k e ville d ' E f p a g n e d a n s * * * A l a r m e , cf.'ioi' , é p o u v a n t e , Rf-'í g r a n d e b l a n c h e u r , Alabap.-.o m.
l i fe d o n n e de g r a n d s airs , Es muy jt* huelgo de efte cafamicnto. jty ner en paz alos que eftan difeordes. le R o i a u m e d ' A r a ^ o n . Lat. Al * * * panto, temor, m. J3¡[ A I B A Z I N , ville de la T a r t a r i e . Lat..
prefutnido. V o u s ne ferez p a s bien aife q u e j e -fy S'ajuftcr , s ' a c o m m o d c r , Ajuftar- 1 b a b o n a . Alagon , villa de Efpa- A l a r m é , Efpantado, atemorizado.^. A l b a z i n u m . A'.baz'n , villa de It*
A v o i r un air de qualitc , a v o i r l'air ^ v o u s dife la veriré , Vfted no fe-fy. fe, acomodar fe. V r.a en el Ryno de Aragón. £ II eft a l a r m é , Efta efpantado, efta-Qr Tartaria.
g r a n d , Tener buen afpeclo. 4|S, holgara que yo lo digala verdad. ^ » S ' a j u f t c r , fe parer , Compontrfe , ••!• A l a i g r e , « a i , d i f p o s , Alegre. T atemorizado. -íj¡-ALEE , ville d'Italie d a n s le M o n t -
D'un air r i a n t , De una manera ri- IJJ-. A i f e , f. c o n t c n t e m e n t , fentiment «$• adornar fe. A l a i g v e m e n t , Alegremente. T Elle eft a l a r m é e , Efta effantada, "í" ftrrat. Lat. A l b a P ó m p e l a . Alba,
fueña. de j o i e , Alegría , f. contento, m. * | * A j u f t o i r , m . petite balance d o n t A L A I S , ville de F r a n c c d a n s le b a s *j£ efta atemorizada. y villa de Italia.
L n n g ü e J o c . Lat. A l c f i a . Ale fia , ^ A l a r m c r , d o n n e r h a l a r m e , c a u f t r ^ A L B E , ville d ' E f p a g n e d a n s le I t o i a u -
A i r , ce q u i rcfulte de t o u s les traits «$• ^ t r c a * o n a --" c > Eftar a fu gufto. o n fe fert a la M o n n o i e , Pefito
d u v i f a g e , h a r m o n i e des p a r t i c s <j» O n n ' a p a s t o u t e s fes aifes en ce *J* de que fe firven en. la cafa de la •i villa ds Francia en la Lengua-de- ^ de l ' c p o u v a n t c , Atemorizar, ef-^. m e de L e ó n Lat. A l b a . Alba,
d u v i f a g e , Buena gracia. m o n d e , No fe tiene en efte mundo moneda, para dar el pefo a las i> cea inferier. I pantar , amedrentar. -r¿t- ó Alba de Termes, villa de Ef--
• •? Á i a i í e o u A l e í c , f. Fax* de parida, ¿ ALARO , petite riviere ciu R o i a u m e -i/r- paña en el Réyno de León.
A v o i r l'air de q u e l q u ' u n , lui ref- todo lo que fe deftea. monedas.
fembler d u v i f a g e , Farecerfe P r e n d r e fes aifes , Tomar fu como- •*?* A IX
• \ f. venda para faxar a una pa- ^ de N a p l e s d a n s la C a l a b r c tilte- ^ ALBEGNA , riviere d'Italie d a n s 1:1
Lat. S a g r a . Alp.ro , rioj¡ T o f c a n e . Lat. A l b a n i a . Albegna,,
alguno en la cara. •»*• didad. «J* A i x , ville de F r a n c c , c.lpirale d e
:*4 A l a i t c r , n o u r r i r d e l a i t , donr.cr a del Reyno de Ñapóles tn la Cali- Q no de Italia en la Tofcana.
" A i r de v e n t , t e r m e de M a r i n e , trait ->t* C h c r c h e r fes aiícs , Btifcar fu como- ^ P r o v e n c e . Lat. Aqiue Scxtice.
I ttter, Dar la teta h un niüo, ama- ^ bria ulterior. .fj. ALBETED , ville d'Aíie. Lat. Albe-
de v e n t , r u m b de v e n t , o:i p o m t e •»$«• didad. •<$• Effe , ciudad de Francia , capital
•l mantar una criatura. ^ ALASCHEHIR , ville d e T u r q u i e t n j e d a . Albejeda, villa de Ajia.
d e c o m p á s , eft u n des 3 2 . v e n t s , E t r e a f o n aife , a v o i r d u b i e n , étre de Provenfa.
< A l a i t é , Amamantado, criado a la ^ » Afie. Lat. H y p f u s . Aiafchchir ,-tjt- A L B E L , petite riviere des G r i f o n s , ,
Rumbo de viento. *?* richc , Ser rico. ^ A i x , ville de la S a v o i e ñtué p r é s
' >k< teta. 4j£ villa de Turquía en Afia. -fr Lat. Albula.. Albel , rio de lo»;
A i r , t e r m e de m u f i q u e , c h a n f o n V i v r c a f o n aife , Vivir defcanfada-^ du L a c de B o u r g e l . Lat. Aqua:
• \ A l a m b i c , m . forte de vaiíH-au q u i A L A I R I , ville d'Italie d a n s l'Etat Gt i funes.
n o t é e , Tono , m. canción, 1
f. í* mente. *í* G r a t i a n x . Effe, villa de Sabaya
fert a d i i l ü k r , Alquitara , /. ^ de l'Fglife & d a n s la C a m p a g n e £ ALEEMARIE , riviere de l ' A m e r i q u e
A i r n p u v c a u de m u í i q u c , Nueva L e s v o i l a bien a leur aife , Ta fe han *í* cerca del Lago llamado Btirgel,
alambique, m. ^* de R o m e . Lat. A l a r i u m . Alairi,^.. Septcntrionale. Lat. Albemala.
tono, canción nueba. *?*• hecho rices. A I J : - L A - C H M E L L E , ville libre &
:

E'alambiquer l'efprit de qr.elque «|> villa de Italia en el EftadoEclefiá- -¿- A/bcmaria , rio de la América.
A i r a i n , m . e f p e c c d c c i i i v r c , . í í > 7 » / » - * * * A l'aifc , c o m m o d e m e n t , facile- * « * I m p c r i a l e de la bafle A l l e m a g n c .
c h o f e , s'apliquer a une chofe d i f - < | * ftico y en la Campaña de P.oma. Septentrional.
bre, m. ^ m e n t , í a n s e f f o r t , Con cor,*.odi-^f
Lat. A q u i r g r s n u m . Tifgrcina, , o
ficile , Alambicarle el celebro. ALVA , Province d ' E f p a g n e , au- ALBENGA , ville d ' I t a l i e d a n s la R e -
A I R E , ville de F r a n c c d a n s la G a f - * | * dad, defeanfiadamente. Aquifgrana , ciudad libre y Im-
A l a n , m . terme de-Venerie , cfpcce <J* trefois de la N a v a r r e , enfuite de p u b l i q u e de G e n e s . Lat. Albin-
c o g n e {¡tuce fúr la r i v i e r e d ' A - A i f e , loiíir, Efpacio detiempo, lugar. perial de la baxa Alemania.
dc D o g u e d o n t il y en a de t r o i s Rifcaye , di a prefent de C a f t i l k ^ g a u n u m . Albenga, villa de Ita-
d o u r . Lat. A t u r i u m . Altura, ciu- * | * V o u s ferez cela a v o t r e aife , á v o t r e A I Z
f o r t c s , Alano , m. perro de ayuda •»$• la Vieille. Lat. A l v a . Alva, Pro-¿ty lia en la República de Genova.
dad de Gafcuña fobre el rio Adour. * j * l o i í i r , fans v o u s preífer , Vfted**
A i z u , P r o v i n c e du J a p ó n d a n s I'IIe
ALAN , petite riviere d ' A n g k t e r r e . *J* vincia de Efpaña en Caftilla la ALEERCHE , petite riviere d'Efpa-
A r R E , ville des P a i s - b a s d a n s l ' A r - ^ lo hará quando tenga lugar, ufted de N i p h o n . Lat. A i z n a . Aizu ,
1 Lat. A l a n u s . Alan, rio de Inga-tft Vieja. -É* g n e d a n s la Caftille n e u v e . Al--
t o i s , f u r i a riviere de L i s . Lat. J la hará defp.tcio. ^
Provincia del Japón en lalflade
i| ¡aterra. A l ' a v e n i r , En lo venidero. berche , rio de Efpaña enCaftiÜA
A r i a . Eres , 6 Ayres , ciudad del \ A i l c , f i c i l e , Fácil. J¡
Niphon.
Pays-baxo en el Condado de Ar- II eft aifé , Es fácil. ^ A KE
•:> A L A N , vi'le de Perfe d a n s la P r o - - 5 * 1 ' A L A U T A , r i v i e r e de T u r q u i c e n ? la nueva.
;' v i n c e d e ce n o m . Lat. A l a n u m . * * * E u r o p e . Lat. A h i t a . Alauta, no ^ A l b é r g a m e , f. P o m m e d ' a m o u r *
tois junto el rio Lis. ^ A i f é , c o m m o d c , Cómodo. J J ^ A K E R K U Y S , petite ville de N o r -
« Alan, villa de Perfia, en la Pro-$¡? de Turquía en Europa. ¿fy Berenjena , f.
A i r c , f. place 011 la terre eft unic & ^ U n caroffe a i f é , Un coche cómodo. ^ w e g u e . Lat. A c h c r h u í i a . Aker~
vincia del ?nifmo nombre. *fc A L B -¿jr A l b e r g e , f. Alberchiga , f. b Al-
b a t n e , Planta para edifiar. ' ^ U n h o m m c aifé a f e f á c h e r , q u i fe ^ huys , villa de Norvega.
A i r e d'une G r a n g c , aire a batre les í a c h e a i f é m e n t , Hombre que fe ^ AKERSONDT, petite lie de N o r w e -
ALANDRIA , ville d e G r e c e . I / Í / . ' S ^ A L B , p a r t i e du P u c h é de VVirtcm- berchigo , m.
Macandria. AlmAxia , Villa de 4*** b e r g d a n s la F o r é t n o i r c . Alba, *fr A l b e r g i e r , m . A r b r e q u i p o r t e le».
g r ^ i n s , Eras ¡ lugar adonde fe enoja por cofas leves. g u e . Lat. Acherfunda. Akerfun-
trilla el grano, A i l é m c n t , f a c i l e m e n t , Fácilmente. da, pequeña Ifta dt'Norvega. •
ERFH*. *
purtt dd Dhmíq dt Vinatikr-^ A l b c r g e s . Albcrch^o árbol, m..
t * ALB AtC ALD ALE ALF ALI if
A L B E - R e í A t í > ville de la bailé 1¥«R- it tortftgal, e » la Previncla de Majorque Lat. A l c u d i a . Ahto* AtíMTIJÓ, Province de Portugal.-fr Les Alexandrins, Los AlexttndrtHS!.& dans le Roiaume de G r e n a d e . Lat.
g r i e . Lat. A l b a - R e g a l i s . Alba- fy Efiremadura. fy día , villa de U Ifia de Mallorca, Lat. TranftaganaProvincia.jí/en-^Alezan, ou a l z a n , en parlant du fy A l h a m a . Alhama, ciudad de Ef-
Rfí»/, villa de la Vngria inferior, fy ALCALÁ D I GUADAIRE , petite ville • A l c y o n , m. O i f e a u f a m i u x de iner, tejo , Provincia d* Portugal. fy poil d'un c h c v a l , Alazán. fy paña en el Réyno de Granada.
ALBERT , n o m p r o p r e d ' h o m m c , • d ' E f p a g n e e n A n d a l o u í i e . Lat. fy o n d i t q u ' i l fait í b n n i d a u b o r d ' A l e n t i , Afioxado. U n cheval alezan , « « alzan , Ca- & A L I
Alberto. • H i e n i p a . Aicata de Guadaira,^ d e la m e r v e r s le m i l i e u d e 1 h i v e r , • A l e n t i r , r e n d r e plus l e n t , Afloxar. valio alazán. fy A l i a g e des metaux, m . Liga de me*
S a i n t ALBERT , San Alberto. • ville de Efpaña en Andaluzta. fy & q u e p e n d a u t u n e q u i n z a i n c de S ' a l e n t i r , Afloxar fe. fy A L F • tales, /.
ALBERTINE , n o m p r o p r e de frm- fy ALCALÁ DE HENARES , v i l l e ' & D n i - fy j c u r s , q u i eft le tenis q u ' i l m e t i A l c n t o u r . a u x e n v i r o n s , ^ í / rededor, fy ALFAQUES , petite ville de B a r b a r i e ^ A L I , petite n v i e r e d u R o i a u m t dt
m e , Albertina , nombre de muger.& v c r f t é d ' E f p a g n e e n la C a í l i l l c ^ a faire fes petits , la m e r d e m e u - ALEP , ville de T u r q u i c e n S y r i e . ^ d a n s le R o i a u m e d e T u n i s . Alfa- fy N a p l e s , d a n s la C a l a b r c ultericu-
ALBERTON , petite ville d ' A f r i q u e ^ n o u v e l l e . Lat. C o m p l u t u m . Al- • r e c a l m e , Alcyon , ?». páxar* Lat. Alepum. Alepo , ciudad de fy ques , villa de Berbería en el fy r e , Lat. A l l i u s . Ali, rio del Rey-
dans le R o i a u m e de B a r c a . Lat fy cala de Henares, ciudad de Ef-fy marino, fe dize que haze fu n:di Syria. X K é y n
" d e T. Hnis.'. . 5 ^o de Ñapóles, en la Calabria ul'
P a r a t o n i u m . Alberton , villa de fy paña, adonde ay una Vniverfi-j' en la orilla de lámar cafen ¡ne- 'ALER, ou A L R E , riviere d ' A l l e m a - ¿ ALFAO , petite r i v i e r e de Sicile d a n s fy terior.
África en el Réyno de Barca. fy dad. fy dio del hipierno , y que durante g n e dans la baile S a x e . Lat. A l i e - J£ l a Vallée de N o t o . Lat. A n a p u s , fy ALIBALUCH , l i e de la m e r C a f -
A L B I , ville p r e í q u e ruinó dans le fy ALCALADIE , F r o v i n c c d u R o i a u m e fy quinze dias, que es el tiempo que r a . Aler, ó Aire, rio de Alema- fy Alfeo , rio de Sicilia en el Vallefy p i e n n e . Lat. A ü b a l u c h i a . Aliba-
R o i a u m e de N a p l e s . Lat. Alba J T de F e z dans ía partie S e p r c n t r i o - X cubre fus huevos, la mar eftd en nia en la Saxonia inferior. * de Nato. fy luca, Ifia dd mar Caftpio.
M a r f o r u m . Albi, villa cc.fi aruy- fy nale. Lat, A l c a l a d i a . Alcaladia,j? calma, i ALERIA, ville d'Italie d a n s Tile de * * * _ A L G ^ A L I C A N T E , ville & p o r t d ' E í p a g n e
xada en el Réyno de Ñapóles. Jf Provincia del Reyno de Fez enftiji A L D C o r f e . Lat. A l e r i a . Aleria, villa * A l g a l i e , f. i n f t r u m e n t d e C h i r u r g i e , fy fur les c o t e s d u R o i a u m e d e V a -
kLBiGEois , P r o v i n c e de F r a n c e dans T pane Septentrional. X A L D E G O , p e t i t e riviere de L o m * de Italia en la Ifla de Corfa. *^ c'eft une f o n d e creufe á faire pifler * * lcncc. Lat. A l i c a n t a . Alicante ,
le h a u t L a n g u e d o c . Lat. A l b i g c n - X ALCALÁ ROÍALE , petite ville d'Efpa- X bardic. Lat. A i d c g u s . Aldrgo , . ALERIA , riviere d e Tile de C o r f e . ¿ ecux q u i o n t u n e r c t e n t i o n d ' u n - j £ ciudad y puerta de mar de Efpa.
FIS T r a f h í s , Albiges , Provincia X , g n e e n A n d a l o u í i e . Lat. Alcalá X rio de Lombardta. Lat. R h o c a n u s . Aleria, rio de 1 n e , Sonda inftrumento Chirur-j£ ña en la cofia del Réyno de' Va-
de Francia en la Lsngua-de-eea 1 R c g a ü s , Alcalá Rea!, ciudad de X ALDENBOURG , petite ville d u D u > la Ifia de Corfa.' X S' co- X ¡encía.
fuperier. ^ Efpaña en Andaluzia. X che d e Hoiftein e n A l l e m a g n e j A l e r i o n , m . t e r m e de B l a f o n , p e t i t ^ A l g n r a d e , f. Alboroto, ni. algara- ¿ ALICATA , v i ü e d e S i c ü e . d a n s b .
T.ES A l b i g e o i s , Los Albigcfcs. ^ ALCAMO , ville de Siciie d a n s la V a l - A Lat. AldebitrQum. Aldenburg*, ; a i g l e d o n t i l ne p a r o i t n i bec n i ^ da, f. ^ V a l l é e d e N o t o . La:. Leocata.
ALBISTAVERATI , petite viilc de ¡a X. lee de M a z a r e . Lat. A k a m u s X vill* del Ducado de Hoiftein ett \ p i e s , Águila fin pico ni pies. ^ ALGARBES , P r o v i n c e d u R o i a u m e Allicata, villa de Sicilia , en el
N a t o l i e . Lat. A l b o f a . Albiftra- ¿h Alcamo , villa de Sicilia en el fy Alemania, Alerte , v i g i l a n t , f o i g n e u x , Vigi- fy <fe P o r t u g a l . Lat. A l g a r b i a . Al-fy Valle de Noto.
•verati, villa de la Natalia. fy Valle di Mazara. fy A L E lame , alerta. fy garbos, Provincia en el Réyno de fy A L I C U R , l i e d e la iner M e d i t e r r a -
A L E O N A , petite ville de la R e p u b l i - fy ALCANIZES , petite ville d ' E f p a g n c fy A l é c h é , a t i r é d o u c e m e n t a v e c d e s
; A L E S , petite ville d e S a r d a i g n e . Lat. Portugal. fy n é e . Lat. E r i c u f a . Alicur, Jfta.
q u e de V e n i f e d a n s la P r o v i n c e ^ a u R o i a u m e d e L e ó n . Lat. A l - ^ c a r r i l e s o u p a r quelque p r e f e n t .
L e f a . Ales , villa de Cerdeña. A l g a r o t , m . t e r m e de c h i m i e , Re- fy del mar Mediterráneo.
d ' í í i r i c Lat. A l b o n a . Albena , fy c a n i t i u m . Alcanizas , villa de fy Atraydo con alagas, ó con alga»
'.. ALESSANO , ville d u R o i a u m e de N a - fy galo de Antimonio , m. termino fy A l i b i , m . lien difterent d e c e l u i , o u
villa de la República de Venecia , fy Efpaña en el Réyno de León. fy frefente.
pies dans la P r o v i n c e d ' O t r a n t e . v>> chimico. fy o n prctend qu'un h o m m e étoit
en la Provincia de Iftria. ^ A L C Á N T A R A , petite ville d ' E f p a g n c fy Alécher o u allccher , atirer d o u c e -
Lat. A l e x a n u m . Aleffano , villa fy A L C A R R I A , P r o v i n c e d ' E f p a g n e dans fy A l i b i , Lugar diferente de aquel
ALBONA , petite n v i e r c d u D u c h é fy dans T E f t r c m a d u r e . Lat. A i c a n - ^ » ment avec des carriles o u p a r q u e l »
del Réyno de Ñapóles en la Pro- fy l a n o u v e l l e Caftille. Lat. A l g a r - fy en que fe fuponia que eftaba un
d e M i l á n . Lat. A l b u n c a . Albona, fy t a r a . Alcántara, villa dt Efpaña fy q u e prefent. Atraer con alagast
viñeta de Otrante. fy iw. Algarria , Provincia de Ef-fy hombre en otra parte.
rio del Ducado de Milán. fy en Efiremadura. fy ó con algún prefente.
ALESSIO, ville d ' A l b a n i e . Lat. Lif- fy paña en Caftilla la nueva. ^ P r o u v e r p a r u n A l i b i la fauffeté
ALBORAN, petite lie d ' A f r i q u e . Lat. fy ALCARAZ , ville d ' E f p a g n c dans la fy A l e c h e m e n t , n i . Alago, m. *¡ra<.
l í u s . Aleftio , villa de Albania, fy A l g e b r a i q u e , a d j . q u i a p a r t i e n t a fy d ' u n e a c u f a t i o n , probar la quar-
E r r o r i s Ínfula. Alboran, pequeña fy nouvelle C a n i l l e . Lat. A l c a r a t i u m fy cion , f.
ALESSO , riviere d'Italie d a n s l e i j » T A l g e b r e , Algebraico ; lo que fy tada.
Jfta de África. fy Alcaraz, villa de Efpaña en Caf- fy Alegreflé , f. j o i c q u i ¿cíate a u -
R o i a u m e d e N a p l e s . Lat. A l c x . fy pertenece a la Algebra. fy C h c r c h e r des A l i b i s . Bufar rodeos,
/ILBORG , viilc d u R o i a u m e d e D a - fy tilla la nueva. fy d e h o r s , Alegría , f.
Aleffo, rio de Italia en el Réyno fy C a r a f t e r c A l g e b r a i q u e , calcule A l - fy ó fubterfugios.
n e m a r c . Lat. A l b u r g u m . Albor- fy ALCAUDETE , ville de T A n d a l o u f i e . • A I E M , en A L E N , petite ville d e
de Ñapóles. fy g e b r a i q u e , CaraSer Algebraico . fy D e s A l i b i s f o r a i n s ; Vanas alegado*
ga, villa delRéyno de Dinamarca, fy Lat. A l c a d c t a . Alcaudete, vtñafy W e f t p h a l i e . lat. A l e ñ a . Alem 4
ALESTEROSO , ville d e M a c e d o i n c fy calculo Algebraico. fy nes, efeapatorias.
A l b r a n , m. j e u n e c a n a r d f a u v a g e , fy de Andaluzta. fy villa de Vesfália.
Lat. A l c c l r i o p o l i s . Alefierofo , fy A l g e b r e , f. efpcce d ' A r i t h m e t i q u e fy A l i d a d e , f. cfpece d e regle m o b i l e
Anadino, m, fy ALCHABAR , petite v i ü e d'Affe. Lat. fy ALENCHES , petite ville de F r a n c o
villa de Maccdónia. fy u n i v e r f e l l e , Algebra , f. fy fur le centre d ' u n a f t r o í a b l e , d ' u n
ALBRET , ville de F r a n c e e n G a f c o - fy C i r c e f i u n i . Alchabar , villa defy d a n s la haute A u v c r g n e . Lat. A -
; ALET , ville d e F r a n c e a u b a s L a n - fy A l g e b r i í í e , m . q u i fait T a l g c b r e , • * * d e m i cerele o u d ' u n q u a r t de c e r -
g n e . Lat. A l b r e t u m . Albrete, vil-fy Afia. fy l a u c a . Aleñe a , villa de Francim
g u e d o c . Lat. A l e ñ a . Aleta, villa fy Algebriftx , m. _ fy e l e g r a d u é , Alhadida, f. regU
ía de Francia en Gafcuña. fy ALCHASIR , ville d ' A f r i q u e . Lat. B e - fy en la Auverña fuperier.
de Francia en la Lengua-de-oca fy ~ ALGER , R
t/tjtsitui. o i a u m 4e & ville de B a r - fy de un . aftrolabio.
----
ALBURQUERQUE , ville d ' E f p a g n c fy r e n i c c . Alchaftr , villa de África. • A l e n c o n t r e , ou c o n t r e ; il n'a g ü e r o t T

inferior. *í* b a r i e e n A f r i q u c . Lat. A l g e r i a . fy A l i e n a b l e , q u i fe peut a l i e n c r , Ena-


d a n s le R o i a u m e de L e ó n ¿ d a n : , fy A l c h i m i e , f. prononcez A l q u i m i e , fy d'ulage q u ' a u P a l a i s , Encontraría•« ALEXANDRE, n o m propre d ' h o m - * í * Argel, Réyno y ciudad en África, fy genable, alienable.
la P r o v i n c e d ' E í t r e m a d u r e , a v e c ^ t * • Alquimia, f. • Aller alencontre d e q u e l q u e c h o f e , m e , Alexandro. 4»ALOEZIRA, ville d ' E f p a g n e en A n - fy II eft a l i e n a b l e , Esenagenable, alie-
titre de D u c h é . Lat. A l b u q u e r - V A l c i ó n , voiez A l c y o n . fy s'y o p o f e r , Ir contra alguna cafa. S a i n t Alexandre , San Alexandro. fy d a l o u f i c . Algezira, ciudad de Ef- fy nable.
c u m . Alburquerque , villa de Ef-fyÁLCUAK , ville d e s P r o v i n c c s U n i e s fy ALENDORF , petite ville d ' A l l e m a - ALEXANDRIE, ville E p i f c o p a l e d'Ita- paña en Andaluzia. _ ^ fy A l i e n a t i o n , f. t r a n f p o r t ou ceíTTon
f aña en el Réyno de León, y en la fy d a n s la H o l l a n d e S e p t e n t r i o n a l e . fy g n e , d a n s le L a n d g r a v i a t de H e í í - lie d a n s le D u c h é de M i l á n . Lat. fy ALGHER , ou ALGUER , ville E p i f c o - fy d e poífeffion , Enagenamiento ,
Provincia de Efiremadura, fy con fyALCOLEA Alcmar , , petite ciudadville
de dHolanda. A l e j a n d r í a S t a t i e l l o i u m . Alexan- ^ palé d u R o i a u m e d e S a r d a i g n e _£ m. alienación , f.
titulo de Ducado. ' A n d a l o u í i e .fy Cafíél.
dorfo , villa Lat. de l t n d o r f i a . , Alt)
A lAlemania en el
aria , ciudad Epifcopal de Italia^* avec u n p o r t d e m e r . Lat. A l g e - • A l i e n a t i o n d'efprit , Difracción ,
ALBY, ville A r c h i é p i l c o p a l e d e F r a n - X A l e ó l a . Alcolea, villa de Principado de Iiejfe-Caffel.
en el Ducado de Milán. * r i u m , A l g e r i a . Algher , 6 Al- J locura.
ce d a n s le h a u t L a n g u e d o c . Lat. ? Andaluzta. j f Alénc , f. i n f t r u m e n t d e C o r d ó n *
ALEXANDRIE , petite ville d e P o l o - ^ guer , ciudad Epifcopal y puerto Alienation d'amitié , Aborrecimien-
A b i g a . Alba-Agofta, ciudad Ar- X A l c o r á n , m . livre q u i c o n t i e n t la r nier Lefia, f.
g n e dans la V o l h y n i c . Lat. A l e - de mar del Réyno de Zerdeña. £ to , averfion , odio cflrañeza.
fobifpal de Francia tn la Ltngu*-j? l o i d e M a h o m e t , Alcorán, W Í . X A L E N S O N , ville d e F r a n c e e n Ñ o r -
x a n d r i a . Alexandria , villa de A l g u a c i l , m . m o t q u i v i c n t de • A l i e n é , Enagenado , alienado.
de-ocx fuperier. X libro qui condene la ley de A í « - X m a n d i e . Lat. A l e n c o n i u m . Alen*
Polonia en la Volhinia. 1 í ' E f p a g n o l , Si íignitie u n S e r - j £ A l i e n e r , tranfporter a u n a u t r e la
A L C - homa. zon ciudad de franela en NoT' ALEXANDRIE , ville d ' E g y p t e fur l a *¡¡£ g e n t , Alguacil, m. _ ¿ p o í l e í í i o n d ' u n bien , Enaganar,
AICACER-DO-SAL , ville de P o r t u - X A l c o v e , f. e n d r o i t d a n s une c h a m - ^ mar.l.a. M e d i t e r r a n é e . Lat. A l e x a n d r i a . ¿ A l g u e , f. herbé q u i c r o i t a u b o r d ¿ trafpaffxr alguna hazienda h
g a l , dans la P r o v i n c e d'Eftrema- ^J. b r e , o ü T o n place d ' o r d i n a i r r le ^ ALEMSTEIN , petite ville de la P r u t Alexandria , ciudad de Egypto. ¿ d e la m e r , Ova marina , f. ^ otro.
d u r e . Lat. S a l a c i a , A l c a r i u m S a - fy. lit , Alcoba, 6 ale .va . f. ^ fe R o í a l e . Lat. A l l e n f t e n i u m . A- Alexandrin , né a Alexandrie , fy A L H fy A l i e n e r , faire perdre T a f e d i o n ele
J j n a r u m . A}easir-Át-Sal , vill* fyAicvviA , petite ville d e l i l e de^JT Unfte'm, villa de la Prujf* Real. Alexandrino. fy ALHAMA , petite ville d ' E f p a g n c ^ . q u e l q u ' u n , Defviar, difuadir ,9
ALEN-

II. PARTIE, D
A L I A LL A L L ALL A LL A L L 2 7
apartar a alguna, del cariño , ó fa tn. termino Químico, es el diffol- fa U n e allée c o u v e r t e , Vajfeo cubiertt »
rechirle , falgamos á recivirla. fa C e n e v e n g e a n c e eft allée t r o p l o í n , fa l i s v o n t fe p r o m e n e r , Van á pafiear-
partido de otro. «j» vente univerfal. 4 * A l l e g a t i o n , f. c i t a c i ó n , Alegación, f.
Aller q u e r i r q u e l q u e c h o f e , Ir por*** Efia venganca fue muy grande. 4* fe, fe van á pafiear.
A l i e n e u r , m . celui q u i aliene ,Ena- •f* A l k a k e n g e , f. fruit de B a g u e n a u - 4 * A l l e g c , d é c h a r g é , Aligerado, ali-
alguna cofa. Alier , fe dit p o u r m a r q u e r t o u t e s • $ * Alier fe battre , ott s'aller batre , It
genr.dor , alienador , » z . 4* dier , Alkakengi, m. nombre ara- *S* viado.
Alier q u e r i r d u v i n , de l ' e a u , & c . fortes d e p r o g r é s . 4* á reñir , falir a reñir.
A L I E R , r i v i e r e de F r a n c e , d a n s la 't* bigo , propriamente llamado^ Be- 4* A l l e g e m c n t , m . f o u l a g e m e n t , l i -
Ir por vino, por agua, &c. 4 * C e s o u v r i e r s v o n t bien l e n t e m e n t , 4 ' Elles v o n t d a n f a n t , Van danf ando.
1

barte A u v e r g n e . Lat. E l a v e r . A- *?* xiga de perro. 4* ligeramiento , alivio, m.


J e v a i s q u e r i r d u v i n , Voy por vino. & Efios travajadores travajan muy 4* S e laifíer alier á q u e l q u e chofe , n'y
lier, rio de Francia en la Auver- *t* A l k a l i , m . t e r m e d e C h y m í c , & * • * ' A l l e g e r , d é c h a r g e r d ' u n e p a r t i e d ' u n
Elle v a querir de l ' e a u , Vá por agua. j £ defpacio. p a s refifter, s'y a b a n d o n n e r , De-
tía inferior. *** d e P h i f i q u e , c'eft un fcl p o r e u x f a r d e a u , Aligerar, aliviar.
Allez q u e r i r v ó t r e m a n t e a u , Vaya 7 ^ e
h o m m e i r a bien l o i n d a n s les > j *
t
xarfe llevar de alguna cofa.
A l i e r , m . o u trcmaillcr. R í ¿ barre- * | * & a b f o r v a n t , difpofé a fe j o i n d r e * • * A l l e g o r i e , f. figure de R h e t o r i q u c .,
ufied por fu capa. jj* fciences , Efte hombre ferá muy & S'en alier , f o r t i r , p a r t i r d ' u n l i e u 4
der a, f. V f a c i l c m e n t á t o u s les a c i d e s , Al-J? c'eft u n e m e t a p h o r e c o n t i n ú e s ,
II v a q u e r i r fa f e m m e , Va por fu j £ verfado en las fcienciat. j** Ir fie.
A L I F E , petite ville d u R o i a u m e de * ^ kali ,m. termino Químico , y Phi- Z Alegoría, f.
muger. 7 AUer de m a l en p i s , / r de mal en peor. 4 * S ' e n alier d ' u n e c a r t e , e n j o u a n t ,
N a p l e s , d a n s la P r o v i n c e de L a - * * * fico , es una fal porofa , y ¿ Í ¿ / Í > I ' - A l l e g o r i q u e , a d j . Alegórico , adj.
Elle eft allée q u e r i r f o n m a r i , Ha * L e c o m m e r c e ne v a p l u s , No ay mas ** s'en d é f a i r c , Irfe de un naype.
b u r . Lat. A l i p h a . Alifa , vil/a*£ bente , muy\ difpuefla a recibir fa- I A l l e g o r i q u e m e n t , Alegóricamente,
ido por fu marido. '1 tráfico. ^ * Il s'eft en alié du R o í de cceur , &
del Réyno de Ñapóles, en la Pro- 1 cilmente en fi, los ácidos. ^Allegoriíer , Alegorizar.
A l l o n s q u e r i r J e a n , Vamos par Juan. C e t t e affaire v a de bien en m i e u x , j £ de l'as de p i q u e , Se fue del Rey da
vincia de Labur. l A l k a l i f e r , tirer le fel de t o u s les v e - J^ A l e g o r i f t e , m . Alegorifia, m.
A l l o n s les q u e r i r , Vamos por ellos , I Efio negocio lleva muy buencamino ^ copas , y del as di efpadas.
A l i g n c , r a n g é fur u n e m i m e l i g n e , 7 g e t a u x & m i n e r a u x a p r é s leur cal- J^ A l l e g u é , c i t é , Alegado, citado.
vamos por ellas. 7 alguna cofa. J^ Alier f o n g r a n d c h e m i n , a g i r f a n s
Picefto en una mifma hilera. 7 c i n a t i o n , en v e r í a n t de l'eau def- J ^ A l l e g u e r , citer u n e a u t o r i t é p o u r
A l l o n s le q u e r i r , a l l o n s la q u e r i r , 7 J e v a i s q u e r i r m o n frere , Voy por 1 artifice , Obrar fencillamente, ne-
A l i g n e m e n t , m . l ' a c l i o n d ' a l i g n e r , JT fus plufieurs f o i s , Alkalizar, j'a- J^ p r o u v e r ce q u ' o n a v a n c e , Alt-
vamos por el, vamos por ella. 7^ mi hermano. 7 andar con embufies.
Lincamiento, m. * car la fal de todos los vegetables y gar , citar.
J e ne feral qu'alier & v e n i r , No ha- J^ Il v a q u e r i r f o n m a n t e a u , Vá por 7^ II s'en eft alié c o m m e il eft v e n u , il
A l i g n c r , r a n g e r fur u n e m é m e li- ^ minerales defpues de haverlos cal- J ^ A l l e l u i a , m . forte d'herbe ,. Ale-
re fino irybolver. J^ fu- capa. I n ' a rien fait d e ce q u ' i l vouloir.
one , Poner en una mifma hilera. J^ cinado , echando agua fibre ellos ^ luya , yerva.
Alier , fe dit de t o u t e s les c h o f e s , X Allez q u e r i r v ó t r e é p e c , Vaya ufied £ faire , Se fui como fe vino, fe bol-
Aligncr , terme d e V c n e r i e , c o u - ^ muchas vezes. ¿¿ ALLEMAGNE , p a r t i e de l ' E u r o p c
Mi artificielles foit naturelles , ^ por fu efpada. Jf# vio fin efetuar nada.
v r i r , en p a r l a n t d u L o u p q u i c o u - ^ A l k e r m e s , n i . t e r m e d e M e d i c i n e , J^, avec titre d ' E m p i r e . L/Ȓ.__Germa-
q u i o n t un m o u v e m e n t d'un lieu J,, AUer r o n d e m e n t , Ir h la llana , ^ A u pis a l i e r , Por mal que fuceda, a
v r e la L o u v e , Generar. ^ confección c o r d i a l e , Alkermes , n i a . Alemania , parte de Euro- á un autre , Ir , fe dize de todas ¿y obrar con fencillez. ^ mal fuceder , qttando todo turbio
A l i m c n t , m . n o u r i t u r e , Alimen- ^ m. termino de Medicina,confeccion «g» pa , con titulo de Imperio. las cofas que fe mueven. J^ C o m m e n t v a v ó t r e fanté ? C o m - ^ corra.
to , m. cordial. nj» A l l e m a n d , n é en A l l e m a g n e , Alt- T o u t e s les eaux des rivieres v o n t a ^ m c n t v o u s e n y^. Como efia ufied!Jj^ A l l i a g e , m . m é l a n g e de m e t a u x ,
A l i m é n t e m e , a d j . Alimentofo. ntt- A L L man.
la m e r , Todos los rios corren ala ^ C o m m e n t v o n t v o s afíaires ? Como ^ Aleación , ó liga de metales, f.
tntivo. ¿fr. A L L Á , riviere de P o l o g n e d a n s la Allemande > Alemana. mar. van las cofas de ufied ? ^ A l l i a n c e , f. affinité q u i fe c o n t r a e r é
Alimens, a u pluriel , t o u t ce q u ' i l ,*». Prufle D u c a l e . Lat. G u t a l u s . Alia, L e s A l l c m a n d e s , Las Alemanas. M a m o n t r e ne v a p a s , Mi relox no T o u t v a bien , Todo va bien. p a r le m a r i a g e , Parentefco, m.
f a u t p o u r l'cntreticn d ' u n e per- ••*«. rio de Polonia en la Prufila Ducal. 4 » ^ A l k ' m a n d s , Los
c s
Alemanes. anda. A i e z f o i n q u e t o u t aille c o m m e il ^ alianca por via de cafamiento.
f o n n e , Alimentos, m. A l l a n t , en a l l a n t , Tendo. jfy A l i e r , fe m o u v o i r d ' u n lieu á u » * A l i e r , fe dit auffi des c h o f e s q u i «J» f a u t , Tenga ufied cuydado que to- ^ » A l l i a n c e , c o n f é d e r a t i o n , Alianca,
A l i m c n t c r , d o n n e r les a l i m e n s , <$> Allant a l'Eglife , Yendo á la Iglefia. «$• a u t r e , m a r c h e r , Ir. n ' o n t p o i n t de m o u v e m e n t , m a i s 4* da vaya bien. confederación , f.
<¡J*
«j»
Alimentar, dar los alimentos. Allant á la chaílc , Tendo á la caca. J e v a i s , t u v a s , il v a , elle v a , q u i y o n t q u e l q u e r a p o r t , c o m m e J¡> N o s a f í a i r e s v o n t m a l , Nuefiras co- 4» Allié , j o i n t p a r q u e l q u e alliance ,
ALINGSE'ES , petite viile d e S u e d c . <j» A l l a n t a P a r i s , a M a d r i d , & c . Ten-*%* Voy , vas, va. le t e m s , l'étendué , le n o m b r e , fas van mal. Emparentado.
Alinguefa , villa de Succia. «5* da á Paris , á Madrid, r^c. *fyNous allons , v o u s allcz , ils v o n t » Ir,fe dize también de todas las co- **<> Alier de p a i r , étre é g a l , étre p a r e l l , « * * A l l i é , m . p a r e n t , Pariente,
A L I Ó L A , lie d ' A f r i q u e d a n s I'O- A l l a n t en F r a n c e , e n E f p a g n e , & c . elles v o n t , Vamos, vais, van. fas que no fe mueven. «j* Ser igual á otro , correr parejas, «j* A l l i é , c o n f e d e r é , Aliado, confs-
cean E t h i o p i q u e . Lat. A l i o d o r a . *fr Tendo á Francia , á Efpaña , &t. 4 * Allez , Vaya ufied, vayan uftedts. R i c n n e v a plus vite q u e le t e m s , C e s deux f e m m e s v o n t de p a i r p o u r derado.
Alióla, Ifia de África en el Ocea- L e s allans , & les v e n a n s , Lagen- 4 * O ü allez v o u s ? Adonde va ufied ?
Nada fe paffa mas prefio que el 4& la beauté , Efias dos mugeres fon *** Allier , j o i n d r e enfemble , en p a r -
no Ethiópico. te , & pueblo , los que van , y A l l o n s enfemble , Vamos juntos.
tiempo. ••í* iguales en hermofura. *%* lant des m e t a u x , Ligar los meta-
A l i q u o t e , partie aliquote , terme 4* vienen. 4 * N ' a l l e z p a s a v e c l u i , No vaya ufied
L a F o r c t v a depuis le v i ü a g e j u f q u ' a -*3S»- Alier de pair & c o m p a g n o n a v e o J 1 ,
les, mezclar los unos con otros.
de G c o m e t r i c Se d ' A r i t h m e t i q u e , 4 * A L L A - S C H E Y R , ville de la í í a t o l i e . 4 * con el.
la riviere , El B o fique fe efiitnde*^ q u e l q u ' u n , Ir de camarada con 4 * S ' a l l i e r , fe j o i n d r e p a r le m a r i a g e
a

p a r t i e q u i eft c o m p r i f e plufieurs *S* Lat. P h i l a d e l p h i a . Alla-Scheyr , * £ • O í i irez v o u s ? Adonde irá ufied ?


hafia el rio. 4* alguno. 4* Emparcntarfe.
fois dans un n o m b r e , o u dans une 4* villa de la Natolia. Alier a pié , Ir á pie , andará pie.
C e caicul v a á t a n t , La cuenta mon- 4* Alier cóté a c ó t é de q u e l q u ' u n , Ir *t* S'allier a , d a n s , ou a v e c u n e b o n -
q u a n t i t é , Alicata, partidas ali- *§* A L L A T U R , ville de M c f c o v i e . Lat. 4* Alier á g r a n d p a s , Ir apriffa , ir
ta hafia tanto. á la par con alguno. *t* n e f a m i l l e , Emparcntarfe con una
catas en termino de Geometría y 4* A l l a t u r a . Allatur a ¡villa de Mof-^ apriejfa.
L e R a f o i r v a bien , La Navaja cor- *t* Alier en decadence , Ir de capa cai- •!* buena cafa.
de Arifmética. 4* cavia. & E t r e prét a s ' e n a l i e r , Eftar para irfr.
ta bien, da, ir en decadencia, dejeaecer. * • * S'alücr , faire alliance ou u n i ó n ,
A l i f e , f. fruit de l'alifier , Aime- * * * Alleché , atirc , Halagado, cebada , 4* Il eft prét a s'en alier , elle eft préte
A l i e r , a b o u t i r , finir, fé t e r m i n e r , 4 * Alier d ' u n c ó t é a 1' autre , Cazca- a v e c q u e l q u ' u n , Vnirfe con alguna.
zina, f. fruta del almez. atraydo. v a s'en a l i e r , Efiá para irfe.
Ir aparar. lear , andar de un cabo á otro. *t* A l l o n g e , « « « « A l o n g é .
Alifier , f. a r b r e , Almez , tn. ar- 4 * A l l e c h e m e n t , m . Halaga , cebo , m. Ils font préts a s'en alier , elles f o n t
C e chemin v a a l ' E g l i f e , Efte cami- 4* Alier a la felle , Hazer , ó dar del j j * A l l o n g é , voiez A l o n g é .
bol frutal. atracción, / . ó atrañivo. prétes á s'en a l i e r , Efian para irfe,
no va á parar á la Iglefia. 4* cuerpo, exonerar el vientre. * j * A l l o n g e r , voiez A l o n g e r .
¿ l i í b n , 011 A l u f o n , m , petit ver * Allecher , a t i r e r , Halagar, c ebar, * Alier le t r o t , Trotar.
S o n entreprife eft allée á rien , Su Alier p a r h a u t , & par bas , Vomi- A l l o ü a b l c , Lo que puede conceder-
q u i r o n g e le b o i s , Carcoma, f. atraer. 7^ Allcr l ' a m b l e , Ir de portante.
émprefa no fe logro , fu emprefa * tar , y hazer del cuerpo. » f e > P af arfi e n
quentay aprobarfe.
gufanillo que roe ¡a madera. 7 A l l é e , f. I'aftion d'aller , Ida, f. Alier á t á t o n s , Andar á tientas.
paro en nada. Alier a u - d e v a n t de q u e l q u ' u n , Salir ^J* A l l o u e r , Conceder, pafar en quema
S ' a l i t e r , fe mettre-áu lit f a u t í de f a n - 7 AUée , f. paftage entre deux m u r s í Alier a la r e n c o n t r e de q u e l q u ' u n ,
Alier , fe dit p o u r m a r q u e r la forcé J^ al encuentro á alguno. aprobar.
t é , Encantar fe , acofiarfeenlajf d a n s u n e m a i f o n , Pajfadize, m. 7 Salir á recivir á alguno.
Se les eftets de t o u t e s les a é t i o n s J^ Allcr a u - d e v a n t de ce q u i fait plaifír, ^ Alloiicrtc , f. Cogujada , f.
cama. 7 Allccs & v e n u é s , idas y venidas. 7 II eft alié « fa r e n c o n t r e , Salió a r f »
& des paflions de l ' a m e . J^ Prevenir /* que puede dar gufio. J^,Allouvi , Hambriento.
ALTUCEN , r i v i e r e d ' E f p a g n e d a n s 7 Allée , Lieu p r o p r e á fe p r o m e n e r , ^ civirle , falto á reccvirla.
S o n i m a g i n a t i o n v a fi l o i n qu'elle J^ lis v o n t cóté a c ó t é , Van á la par. J^ A l l o y , n i . Quilate, m. ley dt mo-
i'Eftremadurc. Aljucen , rio á e T Paffeo , m. camino ancho y llano JL J ' i r a i a v ó t r e r e n c o n t r e , Saldré tt
fa perd , Su imaginación va tan J^ Il v a rendre l ' a m e , Va átfpirar. nena.
Efpaiiaen Éfiremadura. A para paffearfe. ^ re civirle á ufied.
lexos que fe pierde. J^ Il y v a de v ó t r e v i e , Le importa á J^ A l l o y a u , m , Coftilla de vaca , f.
A L K 7 U n e allée d ' a r b r c s , q u a n t i t é d'arbres Jj^ J ' i r a i á fa r e n c o n t r e , Saldré a reci-
S o n amour v a jufqu'a l'excés, swjuf- ^ ufied la vida. J ^ A l l o y c r , d o n n e r á l'Or & a l ' A r -
Alkaeft , m . t e r m e d e C h i m i c , c'eft plantez en d r o i t e l i g n e aux deux ^ virle , faldré á recivirla.
q u ' a la f o l i e , Su amor es tan gran- Allcr fe p r o m e n e r , ou s'aller p r o m e - g e n t , l'alloy r e q u i s , Dar al oro,
j e d i f l b l v a n t u n i v c r f e l , Alkaejl, fa c ó t e z d ' u n c h e t n i n , Alameda ,f. fa A l l o n s á fa r e n c o n t r e , Salgamos k
tit qutlthaubolvtrhcQ. fa n e r , Ir á paffearfe, fa y a la plata el quilate netefario,
D z
ALP A L T A L V ± i
48 AL L A L M A L O A l p e s . Alpes, mentes de Italia. villa del Réyno de Ñapóles en la4¡f- Althea , ó Bifmalva , f. planta.
A l l u m a n t , Encendiendo, l a g e d u T o b o f o . Lat. A l m a g r u m . -ty crece en las Indias. A l p h a b e t , m . les lettres m i f e s p a r * } * Provincia de Barí. «S» A l t i e r , fuperbe , fier , h a u t a i n ,
A l l u m á n t l a chandclle , incendien- *i* Almagre , ciudad de Efpaiía en la *J* A l o ! , m. le jufte titre q u e les me- o r d r e , Abecedario, m. A L T A V I L L A , petite ville d u R o i a u - «$• Altivo , fobervi».
do la vela. *í* Mancha a cinco leguas de Ciudad- *í* taux d o i v e n t a v o i r p o u r faire l a A l p h a b e t , abecé , livre q u i c o n - *í* m e N a p l e s d a n s la P r i n c i p a u t é * * * Il eft altier . Es altivo.
A l l u m a n t un ílambcau , Incendien- *í* Real cerca del Tobofo. *í* m o n n o i e , Liga que fe echa en lot tient l'alphabet , Cartilla, f. *J* . C i t e r i c u r c . Lat. A l t a v i l l a . Alta- & Elle eft a l t i e r e , Es altiva.
do una hacha. *Í* ALMAGUER , ville d e l ' A m e r i q u e M e - *t* metales, y en moneda, ley, quilate,. A l p h a b é t i q u e , Alphabético. *j* villa, villa de Réyno de Ñapóles,*»* l i s f o n t altiers , Son altivos.
A í l u n i é , a l l u m é c , Encendido , en- * • * r i d i o n a l e . Almaguer , villa de ^* M o n n o i e d e b o u a l o i , Moneda de A L P H E ' E , riviere de la M o r é e . Lat. en el Principado Citerior. ^ Elles f o n t a l t i e r e s , Son altivas.
tendida. *** la America Meridional. *•* buena ley. Alphcus.Alpheo, rio déla Merea. • A l t e , voiez H a l t e . V A l t i e r e m c n t , d ' u n e facón altiere ,
L e c h a r b o n eft allumé , El carbón ALMALIG , v.ille d e Perfe. Almali- M o n n o i e de b a s , d e f a u x ou d e m a u - ALPHEN , tu A L P E N , petite ville * • A L T E N , & ALTENBOTTEN , riviere Altivamente , con un modo Al-
efta encendido. ga , villa de Vérfia. *** v a i s a l o i , Moneda de baxa ley. d a n s le D i o c e f e de C o l o g n e . Lat. * r & G o l f e d e N o r w e g u c . Lat. A l t a . tivo.
L e flambeau eft a l l u m é , La hacha ** A l m a n a c h , m . C a l e n d r i e r q u i c o n - j** A l o i a u de b c e u f , m . piece de b c e u f A l p h e n u m . Alphen , 6 Alpen , ^ Alten , y Altenbote , rio y Golfo » A l t i m e t r i a , f. p r e m i e r e p a r t i e de l a
efta encendida. * tient les j o u r s de l'année , Alma- jj* c o u p é de l o n g d u d o s , Carne del villa del Diocefts de Colonia. i de Norvega. *j£ • G e o m e t í i c p r a t i q u e , q u i enfei-
L a chandclle eft a l l u m é e , La vela *¿ naque, Calendario, m. JT lomo de un buey , ó de una vaca. ALPHONSE , n o m p r o p r e d ' h o m m e , ^ ALTENIOURG , ville d ' A l l e m a g n e , * g n e á mefurer les l i g n e s , Alti-
efta encendida. ALMANCORA, petite r i v i e r e d u R o i a u - A l o i c r , terme d e m o n n o i e , donner Alonfo , ó Alfonfo , nombre de ^ c a p i t a l d u P a i s d'Oftcrland. Lat. **^ metria ,. f. primera parte de la
A l l u m c z le feu , Encienda ufted la m e de G r c n a d e . Almanpora , rio a l ' o r & á l ' a r g e n t l'aloi r e q u i s , bautifmo. ^ A l t e m b u r g u m . Altenburgo, villa Geometría pratlica , que enfeñn
lumbre. 1 del Réyno de Granada. I Echar la liga neceffaria al oro ó a S a i n t A l p h o n f e , San Alfonfo. ^ de Alemania, capital del Pays de 1 a medir las lineas.
A l l u m c z la chandellc , Encienda *2T A l m a n d m e , f. forte d e r u b i s , C/Vr-.*j£ la plata, dar el quilate. Alpifte , f. forte d e g r a i n e , Alpifte, ^ Ofterlanda. _ _ * ^ A L T I N , R o i a u m e d ' A í i e d a n s la
ufted la vela. Y piedra femejante al ruby , pero Jl A l o n g e a n t , Alargando. »;. femilla que firve de paftopara ALTENBOURG , petite ville de la b a ñ e I g r a n d e T a r t a r i e . Lat. A l t i n u m .
A l l u m c r , Encender. ^ algo mas clara. Y A l o n g é , f. piece q u ' o n m e t a u n los canarios. <*V H o n g r i e . Lat. Fle.xum A l t c m b u r - T Altin , Réyno de Apa ep lagran^
J ' a l l u m e , t u a l l u m e s , il a l l u m e , el- ALMANSOR , n o m d ' u n R o i d ' A r a - ^ h a b i t , & c . p o u r l ' a l o n g e r , Véda- ALPON-VECCHIO , petite riviere de g u m A r a r í a . Altenburgo , villa j . de Tartaria.
le a l l u m é , Enciendo, enciendes,^ bic q u i c o n q u i t l ' E f p a g n e , A l - c o de qualquiera cofa para alargar l ' E t a t de V e n i f e . Lat. A l p i n u s . de la Hungría inferior. * A L T M U L , riviere d ' A l l e m a g n e d a n s
enciende. ^ manfor , Rey de Arabia que con- i, un beftido ó otra cofa. Alpon-Vecchio., ríe del Eftado de Alterable , q u i peut étre c h a n g é , ^ l a F r a n c o n i e . Lat. A l e m a n n u s .
N o u s a l l u m o n s , v o u s a l l u m e z , ils ^ qttifto la Efpaña. j ^ A l o n g e s de perruques , Guedejas Venecia. _ **p Alterable. ^ Aljmul, rio de Alemania en Fran-
a l l u m e n t , clles a l l u m e n t , Encen- ^ ALMARAZ , ville d e la P r o v i n c e d ' E - ^ poftizas en una cabellera, A L P U J A R R A S , M o n t a g n e s d u R o i a u - ^ A l t e r a t i f , m . Alterativo , m. ^ cania.
demos, encendéis, encienden. ,t» fíremadura. Lat. Almaraíium. ¿ » Alongé , Alargad». m e de G r e n a d e . Lat. A l p u x a r s e . <£. A l t e r a t i o n , f. c h a n g e m e n t , ^ / « - J ^ A L T O R E , petite ville d u cercle d e
A l l u m c r u n e cbandelle , Encender Almaraz, villa dt la Provincia , * » A l o n g e m e n t , m . Alargadura , f. Alpuxarras, montañas del Réyno <$» ración , f. & F r a n c o n i e . Lat. A l t o r f i u m . Al-
fina vela. 4^, de Eftremadura.
A l l u m e r le feu , Encender la lumbre. ,¿» A l m a r c h e s , f. Alamares , m.
v*» alargamiento, m.
A A l o n g e r , rendre plus l o n g , Alargar.
de Granada. «j¡* A l t e r a t i o n , f o i f e x t r e m e , Grande^ torfa , villa del circulo de Eran-
A L Q_ *J* fed. «t» cania.
S ' a ü u m e r , prendre f e u , Encenderfe. ALMAZAN , ville d e Caftille la v i c i l - «g» A l o n g e r u n e b o t e , u n c o u p d ' é p é e . A l q u e m i e ou A l q u i m i e , f. m é l a n g e «jk A l t e r a t i o n , t r o u b l e , Alteración. 4tv ALTORE , ville de SuiíTe , c a p í t a l e
L a g u e r r e s'allume de t o u t e s p a r t s , <J» l e . Lat. A l m a z a n u m . Almazan , •»$• Tirar una eftocada. de m e t a u x , q u i fe fait p a r l a C h y - ^ A l t c r c a t i o n , f. c o n t e n t i o n , debat , d u C a n t ó n d ' U r i . Lat. A l t o r f i u m .
La guerra fe enciende por todas villa de Caftilla la vieja. «J» A l o n g e r le b r a s , Eftender el braco, m i é , Alquimia, f. <j» Altercación, f • Al torfa , ciudad de Suiza, capi-
partes. <j» ALMERIE , f. ville E p i f c o p a l e d ' E f p a - «$• S ' a l o n g e r , Eftenderfe. A L S «J1, A l t e r é , c h a n g é , Alterado. <$» tal del Cantón de Uri.
L a eolere s'allume , La cólera fe en- «$• g n e a u R o i a u m e de G r e n a d e , & <¡jt.
A l o p e c i e , f. m a l a d i e q u i fait t o m - ALSACE , P r o v i n c e d ' A l l e m a g n e , A l t e r é , q u i a f o i f , Sediento. A L T - S A X , petite ville d e la S u i í l e .
ciende. *J> P o r t de m e r , Almería , f. villa ber les cheveux , q u c l q u e f o i s les diyifée en deux L a n d g r a v i a t s , fa- <$• A l t e r e r , c h a n g e r u n e c h o f e , Alterar. Lat. A l t S a x í u m . Alt-Sax , villat
A l l u m e t t e , f. petit m o r c e a u de b o i s <$• Epifcopal de Efpaiía , en el Réyno <j» fourcils & l a barbe , Pelambre , v o i r haute & baile Alface. Lat. Alterer , caufer de la f o i f , Dar fed. de Suiza.
ou de cartc foufré , Pajuela, f. «$• de Granada, y puerto de mar. *}• tifia, Pelona, f. A l f a t i a . Alfada , Provincia de <fr S'alterer , Alterarfe.. A L T S O L , petite ville de la h a u t e
A l l u r e , f. f a c ó n d e m a r c h a r , An- ALMISSA , petite ville de D a l m a t i e . A l o r s , en ce tems-la , Entonces. Alemania dividida en dos partes. & A l t e r n a t i f , q u i fe fait l ' u n a p r é s H o n g r i e . Lat. A l t i f o l i u m . Alt-
dadura , f. •«3» Lat. Alminium. Almijfa , villa «$• A la m o d e d ' a l o r s , Al ufo de en» ALSEM , ile de D a n e m a r c d a n s la ***• l a u t r e , ote t o u r a t o u r , Alter-^f- fol, "villa de la Hungría fuperior.
J e le c o n n u s a f o n a l l u r e , Le conocí *J* de Dalmácia. *í* tonces. nierBaltique.Z,/»/. Alfa. Alfenjfla ^ nativo.. A L T Z E Í , ou A L T Z E Y M , petite ville
en el andar. ALMODOVAR DEL C A M P O , petite ^ Al o f e , f. forte d e poiíTon d e m e r , de Dinamarca en el mar Báltico. *í* A l t e r n a t i v e , f. u n e des p r o p o f i t i o n s d u b a s P a l a t i n a t . Lat. Altzeia.
C e t t e h a q i u n é e a u n e allure fort *S* ville de Caftille la ncuve , d a n s » * 1
Sábalo, m.pefeado de mar. ALSIETE , petite riviere d a n s le D u - * ? * q u ' o n fait a q u e l q u ' u n & def-'«J» Al'tzey , ó Altzeym , villa del
d o u c c , Efta hacanea camina muy *t¿ la M a n c h e . Lat. A l m o d o v a r i a *J* A L O S T , C o m t é 6c Ville d e F l a n d r e . che de L u x e m b o u r g Lat. A l i z u n - *í* quellcs.il peut c h o i í i r celle q u ' i l Palatinado inferior..
lien. C a m p e f t r i s . Almodovar del Cam- *í* Lat. A l o f t u m . Alofte , Condado y t a . Alfiett , rio en el Ducado de *í* v e u t , Alternativa , f. A L U
Allufion , f. q u a n d o n d i t u n e c h o - *5* pe , villa de Caftilla la nueva, en *•* villa de la Provincia de Flandes. Luxemburgo. *** l i faut p r e n d r e 1'alteniative de ees ' t * A l v e o l e , m . petit t r o u d a n s le r a i o r t
fe q u i a d u r a p o r t a u n e a u t r e , A- *** la Mancha. **•* A l o ü e r , terme de p r a t i q u e , Accep- ALSONE , petite ville de F r a n c e , d e u x p r o p o f i t i o n s , Es menefter *J* d u m i e l , Agujero en un panal de
lufion , f. ALMONT , ville d e Perfe. Almonte, *|* tar , aprobar , conftntir , pafar d a n s le b a s L a n g0 u e d o c . Lat.
_. Al- *•* efeoter
efeoger una una de de ellas dos prepoficio-
eftasdos prepofuio- *í*•J* miel.
miel.
T a i r e allufion a q u e l q u e c h o f e , Ha- *** villa de Pérfia. jj* en quema. f o n a . Alfana , villa dt Francia , *** nes. *j* A l v e o l e , t r o u o ü les dents f o n t p l a -
zer alufion a alguna cofa. *** ALMONTE , r i v i e r e d ' E f p a g n e d a n s A l o ü e r les frais d ' u n C o m p t e , Apro- en la Lengua-de-oca inferior. ^ J e v o u s d o n n e r a i t e r n a t i y e , Doy a ^ c e e s , Affiento de muela.
A L M *** l ' E f t r c m a d u r e . Almonte, rio de*** bar los gafos de una quent a. ALSWANGEN , petite ville d e L í v o - £ ufted a efeoger. *** ALVERCHE , r i v i e r e d e Caftille l a
A L M A , riviere d e la petite T a r t a - E f p a ñ a en Eftremadura. * * * A I o u e t t e , f. forte d e petit o i f e a u d e nie fur la cote de la m e r B a l t i q u e . * A l t c r n a t i v c m e n t , t o u t á t o u r , Al- jj* n c u v e . Alverche , rio de Caftilla,
r í e . Lat. A l m a . Alma, rio de la** ALMUNECAR , petite ville d n R o i a u - * c h a n t , & b o n a m a n g e r , Calan- Lat. A l v a n g a . Alvanga, villa de*£ ternativamente. £ la nueva.
fequeña Tartaria. ** m e de G r c n a d e . Lat. M a n o b a . dría , 6 Alondra, f. LivoniaenlacofiadtlmarBáltico, I A l t e r n e r , t e r m e de g u e r r e , Alternar. • A l u i n e , f. ou A b f ] r n t h e , herbé a m e -
ALMACAREN , petite ville d u R o i a u - * * * Almunecar , villa del Réyno de ^ S i le C i e l t o m b o i t , il y a u r o i t b i e n A L S Z , petite riviere d a n s le D u c h é *J* L e s H o l l a n d o i s alternent a v e c les * ^ re , Ajenxos, m.
m e d e M u r c i e . Lat. A l m a c a r a . ? Granada. í d e s alouettes p r i f e s ; 011 d i t cela de B a v i e r e . Lat. A l z a . Alza , rio £ A n g l o i s , Los Olandefes alternan * A l u m , ou A l u n , m . forte de m i n e -
Almacaren , villa del Réyno dc£ A L N p r o v c r b i a l e m e n t , de ceux q u i c r a i - tn el Ducado de Baviera. i con los Ingle fes. X r a l , Alumbre , f.
Múrcia. J J ^ A L N E , petite riviere d ' A n g l e t e r r e . I g n e n t ce q u i n ' a r r i v e r a j a m á i s , A L T AltcíTe , f. titre a p a r t e n a n t a u x P r i n - X A l u m i n c u x , pleíh d ' A l u n , Llene
AEMACHARANA , ville de l ' A r a b i e i Lat. A l a u n u s . Alne , rio de Inga- ? les E f p a g n o l s d i f e n t , SÍ el Ciel» A L T , petite riviere d ' A n g l e t e r r e . I ees & a u x Princefies f o u v e r a i n s . * ^ de Alumbre , aluminofo.
h e u r c u f e . Lat. A l m a c h a r a n a . Al- Y latería, £ fe cae, nos coxera debaxo. Lat. A l t a . Alta , rio de Ingala-j^ Alteza, f.. ¿ A l u n e r , t r e m p e r d a n s \'Alan, Re»
machar ana , villa de la Arabia^ A L O 1 A L P térra. i V o t r e Altcííe , Vueftra Alteza. T mojar en la Alumbre.
dichofa. ^ A l o e , 111. plante q u i a u n e o d e u r ^ A L P E S , c'eft u n e g r a n d e c h a i n e d e A L T A M A U R A , ville d u R o i a u m e de ^ S o n Alteffe , Su Alteza. ^ A l u f o n , ou A l i f o n , m . petit v e r
ALMAGRO , petite ville d ' E f p a g n e ^ f o r t a m e r e , Azibar, m. ^ m o n t a g n e s f o r t celebres p a r leur N a p l e s d a n s la P r o v i n c e d e B a r í . L e u r » Altefles , Sus Altezas. q u i r o n g e le b o i s , Carcoma,
d a n s l a M a n c h e a c i n q petites A l o e s , n i . arbre q u i croít dans les é t e n d u é , elles f e p a r e n t l'Italie d e lat. Altus muíus, Altamanra Althea, tu Quiinauye , f. plante , ^ gufanilh que roe la madera*
licúes de C i u d a d - R e a l p r e s d u v i l - l u d e s , Cicttrino, m, árbol que-j¡¡? Ja France & de l'AUcmagne. LM. ' I> 2
AMA AMB A MB $ t
5 o ALZ A M A A M A i l en- a m a t e u r d e la m u f í q u e , "Es-fy a m e n e d e u x a s , Dos afes. <fr v e . Lat. A m b r o n i a c u m . Ambur-
A L Z & Amalgamer, calciner quelque me- 4ff- g a l , d a n s la Province Entre-Don» aficionado a la mufica. * * £ A m b i d e x t r e , q u e fe fert é g a l e m e n t noy, villa de Francia, en el cami-
A L Z E T E , m A L Z E T O , c'croit au- <&• tal p a r l c m o i e n d u M e r c u r e , A í e - r > - > 5 » ro & M i n h o . Lat. Amaranthus. II eft a m a t e u r d e l'étude , Es oficio- X deux m a i n s , Maniego , am- X no que va defde León a Geneva.
r r e f o i s u n e ville considerable d e la •*!• ciar el azogue con algún metal. Amarante, villa de Portugal, en nado al efludto. bidextro , m. Jfy. AMERACHIA , ville d e T u r q u i e d a n s
F a l e i l i n e , oii il y a v o i t un T c m - *S» A M A N , ville d e la S o u r i e , d a n s * } • la Provincia dt Entre-Duro y A m a t h i í l e , ou A m e t h i f t e , f. pierre ^ A M B I E R T E , petite ville d e F r a n c e . ^ P A l b a n i e i n f e r i e u r e . Lat. A m -
pie confacré a D a g o n . Lat. Azo- & l ' E m p i r e des T u r e s . Lat A p a m e a . Mine. p r e c i e u f e , Amatijla , /. piedra 4fy Lat. A m b i e r t a . Ambicrta , vtlla b r a c i a . Ambrachia, ville de Tur-
t u s . Alzete , ó Alzeto , era en*** Aman , villa de la Súria , en el A m a r a n t e , f. fleUB» q u ' o n n o m m e preciofa, «§• de Francia. quia en la Albania inferior.
tiempo pajfado una ciudad confide-^f Imperio del Turco. *}• a u t r e m e n t , fleur d ' a m o u r , A m a - A M A T I Q U E , petite ville de l a n o u - -4» A m b i g ú , d o u t e u x , q u i a d o u b l e fens Y A m b r e , m . efpcce d e g o m m e , Am-
rabie de laPaleftina,'adonát « W V A M A N , p o r t d u R o i a u m e d e Ma- •S* rante , ó Brepo , m.flor. velle E f p a g n c , d a n s la P r o v i n c e ^ en p a r l a n t des p a r o l e s , Ambiguo. X bar , m.
un Templo con/agrado a Dagon. jj* r
o c , fur la cote d e l'Ocean A t l a n - *5* A m a r a n t e , c o u l e u r , Amarante, í¿>« d e H o n d u r a s . Lat. A m a t i c a . . A- II eft a m b i g ú , E j ambiguo, es dudofo. ^ A m b r e g r i s , fue o d o r i f e r a n t , Am-
A M A t i q u e . Lat. A m a n a . Aman, puer- lor entre lo rojo y lo amufeo. matica, villa de la nueva Efpaña, 4p A m b i g ú , m . r e p a s o ü l ' o n fert en ^ bar gris , m.
A m a b i í i t c , f. Cariño , m. * to de mar del Réyno de Marruecos, AMARMOCHDY , ville d ' A f r i q u e . Lat, en la Provincia de Honduras. *í* m é m e t e m s l a v i a n d e & le fruit , -ijr A m b r e r , p a r f u m e r a v e c d e l ' a m b r c -
AMACK , petite l i e de la m e r B a l t i - j £ en la cofia del Océano Atlántico. V A m a r m o c h d u m . Amarmochdy , A M A T I T U C , riviere de l ' A m e r i q u e <f» Comida adonde todos Jos manjares "fr g r i s ,W Aderefar con ámbar.
<]iic. Lat. A m a g r i a . Arnaco, pe- ^ A M A N A , lie de l ' A m e r i q u e Septen- £ villa de África, d a n s la nouvelle E f p a g n e , Lat.^t fe ponen de una vez en la mefa. ^ A m b r é , Aderezado con ámbar..
quena I/la del mar Báltico. t r i o n a l e d a n s la m e r d u N o r d , & * ^ A m a r r a g e , f. terme de m a r i n e , an- A m a t i m c u s . Amatituco , rio de & A m b i g u i t é - , f. d o u b l e fens de p a r o - ^ AMBRISE , r i v i e r e d ' A f r i q u e , d a n s
AMACORE , riviere de l ' A m e r i q u e í u n e des L u c a y e s . Lat. A m a n a . » crage", ou m o u i l l a g e des vaiífcaux, América en la nuevaEfpaña. l e s , Ambiguidad, f. le R o i a u m e de C o n g o . Lat. A m -
M c r i d i o n a l e . Lat. A m a c u r a . A- Amana, Ifla de la América Sep-**^ Amarradura , f. AMATO , petite riviere d u R o y a u m e • A m b i g ú m e n t , d'une maniere a m - briíius. Ambrifi, rio de África ,
macara , rio de la América Me- tentrional en el mar del Norte , A m a r r e , f. t e r m e de m a r i n e , g r o f - de Naples dans la Calabre Ulte- bigu'é , Ambiguamente. en el Réyno de Congo.
ridional. ¿ y "na de las Lucayas. JJ^ fe OH m e n u é c o r d e q u i fert á lier r i e u r e . Lat. A m a t i u s . Amato , Ambitieufement , avec ambition , AMBROISE , n o m p r o p r e d ' h o m -
AMACUSA , R o i a u m e ou P r o v i n c e du A m a n d e , f. fruit d e l ' a m a n d i e r , £ q u e l q u e c h o f e , Amarra, /. rio del Réyno de Ñapóle, en-la'i* Ambtciofamente , con ambición. ^ me, Ambrófio.
J a p ó n . L a r . A m a c u f a . Amacufa Almendra, f. J J ^ A m a r r e r , t e r m e de m a r i n e , lier , Calabria Ulterior. • A m b i t i e u x , q u i a d e l ' a m b i t i o n , il X S a i n t A m b r o i f e , San Ambrófio.
Réyno, 6 Provincia del Japón. ^ „ A m a n d e verte , f. Almendruco, m. attacher , Amarrar. A M A T R I C E , ville d u R o y a u m e de & fe prend t o u j o u r s e n m a u v a i f e ^ A m b r o i í i e , f. forte de p l a n t e , Am-
A M A C U S A , ville capitale d u R o i a u - J ^ . Alloza, arzolla , f. ^ A m a r r e s , f. t e r m e d e charpenterie , N a p l e s , d a n s l'AbruíTc uíterieu- ^ p a r t , Ambicitfo, codiciefo. ^ brófia , f. planta.
m e ou P r o v i n c e d u m e m e n o m . A m a n d e s fuerces , f. Peladillas. _ ^ Maromas, f. r e . Lat. A m a t r i c e . Amatrice ,^ A m b i t i e u f e , f. Ambiciofa, codiciofa. A m b r o f i e , la v i a n d e des D i e u x ,
Lat. A m a c u f a . Amacufa, villa ^ A m a n d e , ce q u i eft d a n s le n o i a u AMARUMAYE , riviere d e l ' A m e r i - villa del Réyno de Ñapóles, en el y Etre a m b i t i e u x , Ser ambiciofo. •<£ felón les P o e t e s , Ambr o fia , los
capital del Réyno ó Provincia del d e q u e l q u e fruit q u e ce f o i t , Me- £ q u e M c r i d i o n a l e . Lat. Amaru- Abruzo ulterior. c
^ ambitieux., Es ambicio fo. *¡f Poetas dizen que era manjar de-
mifmo nombre. A ello de cuefeo, de qualquiera fruta. m a i a . Amarumxya, rio de la A- AMAYA , petite ville d u R o y a u m e Elle eft a m b i t i e u f e , Es ambiciofa. X los Dio fes.
A M A C U S A , l i e d u J a p ó n . Lat. A m a - -|» A m a n d e , forte de p e i n e , Pena ,f. mírica Meridional. . de L e ó n . i / « . A m a g i a . Amaya , X *"
o n t
a m b i t i e u x , S o n ambiciofos. ^¡¡[ A M B R U N , ville 8c E v é c h é d e F r a n -
cufa. Amacufa , Ijla del Japón. -£». A m a n d é , a m a n d é e , Enmendado , ^ A m a s , m . a í f e m b l a g c d e pluíieurs villa del Réyno de León. ^ Elles f o n t a m b i t i e u f e s , Son ambi-jfc -ce en D a u p h i n é . Lat. E b o r o d u -
AMADABATH , ville d ' A í t e . Lat. A - Jfy enmendada. c h o f e s , Montón , m. A m a z o n e , f, f e m m e de c o u r a g e m á - ciofas. -i)? m i r a . Ambrun, ciudad Epifcopal
m a b a t u m . Amadabatha , villa 4fr S ' a m a n d e r , Enmendarfé. ^ U n a m a s d e f o i n , Vn montón de- le & guerrier , Amazona, 2| A m b i t i o n , f. defir i m m o d e r é d ' h o n - de Francia en el Delfinado.
de Afta. A m a n d e z - v o u s , Enmiendefe ufled. heno. A M B *P n e u r & d e g r a n d e u r , Ambición, ~& AMBRUNOIS , petit P a í s de F r a n c e ,
A m a d o t e , f. forte d e P o i r e , Cierto ^¡y J e m ' a m a n d e r a i , Me enmendare. i j t . U n a m a s de paille , Vn montón de A m b a g e s , f. d é t o u r s , a m a s c o n f u s X codicia, f. X d a n s le h a u t D a u p h i n é . Lat. E -
¿enero de pera que no fe halla en <*>• U s ' a m a n d e r a , elle s ' a m a n d e r a , Se «*» paja. de paroles , Ambages, m. rodees j £ A m b i t i o n n c r , defirer a v e c a m b i t i o n , ^ brodunenfis T r a f t u s . Ambrunés y

Efpaña. *•<• enmendara. ^ f ^ U n a m a s d e b o i s , Vn montón de y phrafes obfeuras. ^ Codiciar, degear con ambición, .¡¡j. pequeño Vays de Francia, en el
A m a d o u c r , flater , carefter p o u r <j» Amand'ier , m . arbre q u i p o r t e les •*«. leña. A m b a í í a d e , f. c o m m i f f i o n d ó n t un ^ A m b l e , m . p a s de h a q u e n é c , a l l u - D e l p h i n a d o fuperior.
a t i r e r a f o i , Acariciar, halagar.^* a m a n d e s , Almendro, m. árbol, jjjy AMASIA , ville de T u r q u i e d a n s l a Souvcrain charge une p e r f o n n e ^ re d'un cheval entre le p a s & Je A m b u l a n t , q u i n'eft p ? s fíxe en u n
A m a d o u c . Acariciado, halagado. *J» AMÁNDOLA , petite ville d'Italie , t j » N a t o l i e . Lat. A m a f e n u m . Ama- d'experience p o u r aller traiter ^ t r o t , Portante, m. buen pajj'o de ~& lien, Paffagero.
A M A G U A N A , He de l ' A m e r i q u e S e p - * } • d a n s l'Etat de l'Eglifc. Amando- ^y fia.villadeTurquta en la Natalia. quelque aífaire d'importance, ^ una cavalgadura.. X T r o u p e de C o m e d i e n s a m b u l a n t e ,
t e n t r i o n a l c . Lat. A m a g u a n a . A- "t* I a > vtlla de Italia, en el Eftado A M A S I E , P r o v i n c e de l'Afíe m i n e u - Embaxada,f. ^ Aller a m b l e , Ir de portante. ^ Compañía de Comediantes de U
maguana , Ifla de la America *t* Eclejiáflico. -»}• r e . Lat. A m a f i a . Amafia , Tro- Aller e n Ambaííade, Ir en Embaxada. , J » A m b l e u r , m . Oíficier d e l a petite ^ legua.
Septentrional. *t* AMANGUCI , ville d u J a p ó n . Lat. •*» viñeta de la Afta menor. E n v o i e r u n e A m b a í í a d e , Embiar ^ é c u r i e d u R o y , Oficial déla ca- A m b u l a t o i r c , q u i n'eft p a s fíxe e n
A m a i g r i , Enflaquecido. A m a n g u c i u m . Amanguci) , villa & AmaíTant c e q u i eft p a r t e r r e , Ce- una Embaxada. 4fr valleriza Real inferior. -fy u n lieu , Cofa movediza.
V o u s étes a m a i g r i , Vfted ha enfla- *t* del Japón. giendo. AmbaíTadeur , m . celui q u i eft e n - AMBLETEUSE , p o r t de m e r de F r a n - A M E
quecido. & A m a n t , m . a m o u r e u x , Amante,m.*t* A m a f l a n t des n o i x , Cogiendo nuezes, v o i é p a r un S o u v c r a i n , a un autre ^ » ce en P i c a r d i e . Lat. A m b l e t o f a . X A m e , f . p r i n c i p e de la v i é , Alma,f.
H eft a m a i g r i , elle eft a m a i g r i e , ^ A M A N T I A , petite ville d u R o i a u - A m a f l a n t , m e t t a n t pluíieurs c h o - S o u v c r a i n , ou p o u r c o m p l i m e n t *JT Ambletofa, puerto de mar de Fran- j^Vame de l ' h o m m e , El alma del.
Ha enflaquecido. ^ m e de N a p l e s , d a n s la C a l a b r e « í * fes e n f c m b l c , Juntando. ou p o u r a f f a i r e s , Embaxador, m. cia en Picardía. ^ hombre.
A m a i g r i r , rendre m a i g r e , Enfla- & C i t c r i c u r e . Lat. A m a n t i a . Aman- V A m a f l a n t de l ' a r g e n t , Juntando di- A m b a í f a d r i c e , f. D a m e e n v o i é e en 4» AMBLEVE , riviere dii P a í s - b a s d a n s -^fc A v o i r l ' a m e fur les levres , étre pret
quecer. *¿ tea, villa del Réyno de Ñapóles, V ñero , acumulando dinero. a m b a l f a d e , Embaxadora , f. le D u c h é de L u x c m b o u r g . Lat. a expirer , Eftar con el alma entre
S'amaigrir , « « a m a i g r i r , d e v e n i r » en la Calabria Citerior. _ V " A m a f i e , Amontonado, acumulado. A m b a í f a d r i c e , f. f e m m e d ' u n Am-4* A m b l a v i a . Ambleva, rio del Tays "fr- ludientes, eftar para efpirar.
m a i g r e , Enflaquecer fe. AMANZERIEDIN , ville d e l ' A r a b i e V A m a í f e r , aífembler pluíieurs c h o - bafTadeur, La muger de un Em-4fc baxo, en elDucado de Luxemburgo. "*jf R e n d r e l ' a m e , Efpirar.
A m a i g r i í f c m a i t , m . Enflaquecí- • heurcufe. Lat. Amanzirifdiuin. • fes eníemble , Amontonar, acu- baxador. « 8 » A M B O I N A , He d'Afie.. Lat. A m b o i - ^ R e n d r e l ' a m e , ou r e d o n n e r ta v i e »
miento , m. ^ Amanzerifdin, villa de la A r a - m u l a r . A H B E R , r i v i e r e d ' A l l e m a g n e dans ^ na. Amboina , Ifla de Afia. jfy. Bolver ti alma al cuerpo.
A M A L H , ville d u R o i a u m e de N a - bia dichofa. * A m a í f e r des n o i x , Coger nttezes. la B a v i c r e . Amber, rio de Ale- AMBOISE , 'ville de F r a n c e en T ó u - C e t t e n o u v e l l e m e rend l ' a m e , E/7/6
p i e s , dans la P r i n c i p a u t é C i t e - ^ AMAPALA , petite Uc de l ' A m e r i q u e A m a í f e r de l ' a r g e n t , Juntar dine- manía, en laBaviera. r a i n c . Lat. A m b a f i a . Amboifa noticia me bulve el alma al cuerpo.
r i c u r c . Lat. A m a l p h i s . Amalfi , S e p t e n t r i o n a l e . Lat. Amapalla.^ ro , atefforar dinero. AMBERG . ville d ' A l l e m a g n e , ca-*!* ciudad de Francia en Turena. "Sjje ^ v c u
^
x e
m o n a m e , Le
t o u t e

• -villa del Réyno de Ñapóles, en el J Amapala, Ifla de la América Sep- S ' a m a í T e r , Juntar fe. pítale du P a l a t i n a t de B a v l e r e . ^ A M B O U L E , P r o v i n c e de l'IIe de M a - X quiero de todo coracen..
Principado Citerior. ^ tentrional. ^ L e s g a r c o n s s ' a m a í l c r e n t , Los mu- Lat. A m b e r g a . Amberga, ciudad *S* d a g a f c a r en A f r i q u e . Lat, A m b o - U n e b o n n e a m e , Buena alma.
A m a l g a m e , ou A m a l g a t i o n , f. ter- AMAPAVA , P r o v i n c e d e l ' A m e r i - £ chachos fe juntaron. de Alemania en el Palatinado de& l a . Ambola, Provincia de la Ifla M a chere a m e , Alma mi*.
m e d e C h y m i e , corrección d ' u n q u e M c r i d i o n a l e . Lat. A m a p a i a . ^ A m a t e l o t e r , t e r m e de m a r i n e , af- Baviera. de Madagafcar en África. jfc L a charité eft l ' a m e des vertus c h r c -
m e t a l i n c o r p o r é avec le M c r c u r e . Amapaya , Provincia de la Amé- ^ focier les m a t e l o t s d e u x á d e u x , A m b e f a s , m . c o u p a u ]eu d e T r i e - & AMBOURNAY , petite ville de F r a n - tiennes , La caridad es el alma di-
Mezcla de /tzo¿nt ten otros meta- rica Meridional. X. Hermanar los marineros dos a dos, trac quand ayee les deux dez on ^ ce fur le chemin de L i o n á G e n e - ^ la¡ virtudes ckriflimus,
les. -üjh AMARANTE , petite ville de Portu- ¿fr A m a t e u r , m . Aficionado, m.
%% A ME AME A M I A M I AMO AMO .
L a v e r i t c eft l'ame de l ' h i f t o i r c , La que lieu en celui a u q u e l on e í t , pérfonne , Amigo, m. amiga, f, m. General que manda un/tama-^f" l i a b i t o i e n t d a n s la S i r l e & d a n s ^ u n o b j e t q u e l ' o n confidere corri-
verdad es el alma de la hiftoria. "fr ou d ' o u l'on p a r t , Traer. & A m i d u c c e u r , Amigo de cor acón.
J
da naval. l ' A r a b i e deferte. Amonitas, Pue-ty m e u n b i e n , Amorjn. afección,f.
L ' a m e d'une d e v i f e , les paroles que *^ A m e n e r a f o i , tirer a f o i , Atraerá fi. T r a i t e r q u e l q u ' u n en a m i , Tratar V i c e - A m i r a l , m . Teniente General 4* blos debaxo del amparo de Amon , *X* A m o u r d i v i n , ou cclefte.^raor divino,
l ' o n j o i n t a la figure q u i y efl *j A m e n e r , terme d e m a r i n e , a b a i f - V a alguno como amigo. de una armada naval. 4* hijo de Loth, fibrina del Patriarca & A m o u r t e r r e f t r e , Amor terreftre ,
p e i n t c , Alma de una divifa. *** fer ou mettre b a s , Calar las velas y A m i de table , a m i de bouteille , Amiral , m . dignité en Efpagne , 4> Abrham : habitavan en la Siriay*t* A m o u r p r o p r e , Amor propio.
AMEDEWAT , ville d ' A í i c . Amede-*f de un navio. *** Amigo para comer y íever. Almirante, m. 4* en la Arabia defieria. ^ * P a i r e l ' a n i o u r a u n e f e m m e , Galán*
vata, villa de Afia. *i A m e n e r , t e r m e de j e u des dez , * » * E t r e A m i tres i n t i m e , Morder en Ha A m i r a u t é , f. Admirantazgo , m. "v* A m o n t , t e r m e de Batelicr , q u i fi- *í* tear a una muger.
AMEL , petit P a í s d ' A f r i q u e a v e c * * * Echar. *f piñón, phrafe. A m i t i é , f. Amiftad , /. *J* gnific e n r e m o n t a n t la r i v i e r e , 4* A m o u r s , m . Amores, m.
titre de R o i a u m e . Lat. A m e l i u m . ¡ * A m e n e r u n q u a t r e & u n fix , Echar 1** A m i , ou G a l a n t d'une f e m m e m a - A m i t i e z , Amifiades. ** Centra la corriente del agua. V P o m m e d ' a m o u r , Berengena , f.
Amel, pequeño Pays de África*? un quatro y un féis. y r i c e , Amigo de una muger, el qut I l m ' a fait millc a m i t i e z , Me a he- * AMORBACH , petite ville d ' A l l e m a - P o u r l ' a m o u r de D i e u , Por amor
con titulo de Réyno. 7 A m c n e u r , m . q u i a m e n e , Trae-*f lagalantea. cho mil favores. V g n e dans la F r a n c o n i e . Lat. A - £ de Dios.
AMELAND , petite lie d u P a í s - b a s 7 dor, m. quien trae. *£' A m i de la v e r i t é , Amigo de la ver- AMIVAM , petite lie d ' A f r i q u e d a n s m o r b a c h i u m . Amorbaca , villa A m o u r a c h é , Enamorado , 6 ena-
fur la cote de Frife. Lat. A m e - 7 A m c n i t é , f. Amenidad , f. dad. l'Occean E t h i o p i q u e . Amivan , * de Alemania en la Francónia. J** moricado.
landia. Amelandia, ¡fia del Pays *? A m e n u i f e r , rendre plus m e n u . ^ á á e / - * £ L e chicn eft a m i de l ' h o m m c , El
baxo en la cofia de Erifa. A ganar , defmenuzar. J£ perro es amigo del hombre. pequeña Ifla de África en el Ocrea- J£ A m o r c e , f. a p á t p o u r prendre des Jj£ H efl a m o u r a c h é , Eftk enamorado.
A m e l c t t e , i". Tortilla de huebas, f. ^ A m c n u i f é , Adelgazado, defmenu- Etre a m i , étre a m i e , Ser amigo , no Ethiópio. p o i f l b n s , des o i f e a u x , 6cc, Cebo, í Elle eft a m o u r a c h é c , Efik enamorada.
AMELIE , ville Epifcopale d'Italie , ^ zado. fer amiga. A M N bCevo, tn. ^ T S ' a m o u r a c h e r , Enamorarfe , b tna-
d a n s l'Etat de l'Eglife. Lat. A m e - ^ Il eft bien a m e n u i f é , Efik bien adel- - II eft m o n a m i , Es mi amigo, ÁMNASAN , ville de T u r q u i e . Lat. ^ Amorce d'armc a feu, poudre qu'on ¿ moricarfe.
ria. Amelia, ciudad Epifcopalde ^ gazado , ó defmenuzado. ^ Elle eft a m i e d e f a t a n t e , Es amiga. A m a f i a . Amnafan , villa de Tur- m e t d a n s le b a f í m e t , ¿ce. Cebo, 6 II s'eft a m o u r a c h é d'une C o m e d i e n »
qui a. X Polvorín , m. J n e , Se enamoro de una Come*
Italia en el Efiado Eclefiáflico. ^ A m e r , q u i a de l ' a m e r t u m e , A- ^ de fu tia. V

A m n i f t i c , f. Perdón , amnifticio,m. J ~ A m o r c é , a m o r c é c , Cebado, cebada. I dianta.


A m e l i o r a t i o n , f. l'action de rendre «j» margo. ^ A m i lecteur , Amigo leBor. A M O ^ L e fuíil eft a m o r c é , La efeopeta eftk A m o u r e t t e , f. Enamoramiento, m.
meilleur , Mejoría , f. « j , II eft a m e r e , Es amargo. ^ Amiable , doux , gracicux , Ami- A m o d i a t c u r , m Arrendador, m. ^ cebada. -fy^ "m a c
p r
amourette,
a r
Cafarfe
A m e l i o r e r , rendre meilleur , Me- Elle eft a m e r , Es amarga. ^ gable. A m o d i a t i o n , f. Arrendamiento , m. ^ A m o r c e r , atircr avec de 1'amorce , ^ por amor.
jorar. ^ A m e r e m e n t , d o u l o u r e u f e m e n t , A- ^ Il eft a m i a b l e , elle eft a m i a b l e , Es A m o d i e r , ou d o n n e r en A m o d i a - ^ Cebar, bCevar. ^ Amourcufemcnt , d'une m a n i e r e
A m c n a g e , m . l'aílion d'amener , margamente. ^ amigabh. t i o n , Arrendar, ó dar en Ar- ^ A m o r c e r les p o i f l b n s , Cebar los ^ amoureufe, Amorofamente.
Traedura , /. Traymiento, m. «$» A m e r i c a i n , q u i eft n é en A m e r i - ^ lis font a m i a b l c s , elles font a m i a - rendamicnto. *V pezes. & Amoureux, m. qui aime , Enamo-
A m e n a n t , Trayendo. **f q u e , Americano. <fa bles , Son amigables. A m o i n d r i , Apocado, difminuido , ^ A m o r c e r u n e a r m e a feu , Echar el rado , m. el que ama.
A m e n d e , f. peine pecuniaire , Pe- «J» A m e r i c a i n c , Americana. «j» A l'amiable , par la v o i e de l a d o u - minorado, menguado. HS» polvorín , ó cebar una boca de A m o u r e u f e , f. cellc q u i a i m e , Ena-
na pecunaria , multa , f. «5* ^ c s A m c r i c a i n s , Los Americanos. ceur , Amigablemente. Amoindrir , d i m i n u e r , rendre ^ fuego. morada , /,
C o n d a n n e r , mettre q u e l q u ' u n á l'a- 4* L e s A m e r i c a i n e s , Las Americanas. T e r m i n e r u n differend á l'amiable , m o i n d r e , Apocar , difmittuir , A m o r c e r , atircr a d r o i t e m e n t , al- ^ Etre a m o u r e u x , éíre a m o u r e u f e ,
m e n d e , Condenar k alguno en *f¡* AMERIQUE , une des q u a t r e parties ifr Ajufiar una diferencia amiga- minorar, -menguar. l e c h e r , Atrf.tr. Eflkr enamorado , eftar ename-
una pena, multar, «j» d u m o n d e . Lat. A m e r i c a . Amé-*\ blemente. S ' a m o i n d r i r , Apocar fe , difminuir- AMORGO , He de la G r e c e . Lat. A - rada.
E n c o u r i r une a m e n d e , Incurrir en • $ * . rica , una de las quatro partes del *j¡* A m i a b l e m e n t , d'une m a n i e r e a m i a - fe, m inorarfie , menguar fe. **» m o r g u s . Amorga , Ifla de la Gre- j¡¡, Il eft a m o u r e u x , Efik enamorado.
una pena, multa. 4* mundo, **? b l e , Amigablemente, como ami- Anioindrifiemcnt , ni. diminution , <** cía. ij» Elle eft a m o u r e u f e , Eftk enamorada,
A m e n d e h o n o r a b l e , forte de peine *X* AMERSFORT , ville de H o l l a n d e d a n s t¿> gos.
Apocamiento, m. difminucion , «j» A m o r t i , Amortiguado, extinguido, «j» Ils f o n t a m o u r e u x , Eftkn citf.mo-
q u i p o r t e n o t e d'infamie , En- * * * la P r o v i n c e d ' U t r e c h t . J U ; . A m c r s - A m i a , ou A m i t , m . forte d e linga
min oración , mengua, f. *J» A m o r t i r , Amortiguar , extinguir. «** rados.
mienda pública, multa honoraria.*** f o r d i a . Amersforte , viüa de O-4* q u e le Prétre fe m e t l o r s qu'il v a
AMOL , ville de Perfe, Lat. Amo- •»•>• A m o r t i r le f e u , Apagar la lumbre. **t- Elles f o n t a m o u r e u f e s , Efian ena-
A m e n d e , rendu m e i l l e u r , Enmen- *** landa. *t* diré la M e f l e , Amito, b amiHo, m. lia. Amol, villa de Pcrfia. <fy L e feu eft a m o r t i , La lumbre efik *$* moradas.
dado. «S*AMERGO , petite ville d ' A f r i q u e . ^ A M I D , ville de T u r q u i e dans l a N a - A m o l i , Ablandado , amollentado. ->$>• apegada. 4* H eft a m o u r e u x de cette D a m e ,
A m e n d e m e n t , m . c h a n g e m e n t d'un V Lat. T o c o l o f i d a . Amergo, villa*fr t o l i c . Lat. A m i f u s . Amid, villa A m o l i r , rendre m o u & m a n i a b l c , *%* A m o r t i r les paffions , les rendre-»?* Efik enamorado de efta Señora.
ctat dans u n meilleur , Mejora- 4* de África. «f* de Turquía en la Natalia, Ablandar, amollentar, emblan-& m o i n s v i v e s ou m o i n s a r d e n t e s A m o u r e u x d ' o n z e mille vierges ,
miento, m. y A m e r t u m e , f. g o ü t a m e r , Amar- «í* A M I D , ville d'Afie. Lat. Amida. decer. *** Amortiguar las pafftones. Enamorado de las onze mil vir-
L ' a m e n d e m e n t d'une t e r r e , Ídem. V gor , m. amargura , f. y Amid, villa de Afia. S ' a m o l i r , perdre fa d t i r c t é , Ablan- *p L e s p a l l t o n s f o n t a m o r t i e s , Las paf- genes.
A m e n d e r , rendre meilleur , Me- ** A m e t h y f t e , f. pierre p r e c i e u f e , ^ í - y A m i d o n , m . páte d e f r o m e n t d o n e
dar fe, amollentar fe , cmblande-fy ¡iones efian amortiguadas. V L c t t r e a m o u r e u f e , Billete amorofo.
jorar. y matifta, f. piedra precio fa. V 0 n fait d e l ' e m p o i s , Almidón, m.
cerfe. S ' a m o r t i r , Amortigttarfe. ^ A m o u r e u x , m. amant, Amante,
A m e n d e r , ou engraifler les terres , ^ £ A m e u b l e m e n t , m . les m e u b l e s d o n t 4* AMIENS , ville E p i f c o p a l e de F r a n -
S ' a m o l i r , devenir lache Sí t f í l m i - * ^ A m o r t i r , t e r m e de p r a t i q n c , il fe ^ ó enamorado , m.
Eftercolar los campos, ó las tierras. une m a i f o n eft g a r n i e , Alhajas ce , capitale de la P i c a r d i e . Lat.
n é , Acabar dar fe. 4* - dit en m a t i e r e de rentes , de p e n - U n a m o u r e u x t r a n f i , Amante frió ,
S'amender , devenir meilleur , En- T de cafa, f. ^ V A m b i a n u m . Amiens, ciudad Epif- A m o i i f l e m e n t , m . Ablandadura, f.*^ l i o n s & de d e v o i r s de fiel , ék fi- * * * amante fin vigor.
mendarfe. X A v o i r u n fort j o l i a m e u b l e m e n t , * copal de Francia , capital de Pi-
amollentamiento , emblandecí- V g n i f i c les faire cefler , Extinguir. V AMOUS , g r a n d Active de l'Afie ,
je m ' a m c n d e , t u t ' a m e n d e s , il s'a- T Tener la cafa bien alhajada. y
1
cardia.
miento, tn. X A m o r t i r une r e n t e , Extinguir una** dans la T a r t a r i e . Amus , rio cau-
m e n d e , elle s ' a m e n d e , Me en- Y A m e u b l e r , Alhajar. ^ £ A m i g d a l c s , f, petites g l a n d e s a u x
A m o n c e l e r , t n t a f i e r , mettre e n u n V renta. *£ dalofo de Afia , en la Tartaria.
mitndo,tt enmiendas, fe enmienda. _¡Í A m c u b l e r u n e m a i f o n , Alhajar £ cótez d u c o n d u i t d u g o z i c r , A-
m o n c e a u , Amontonar. * ^ L a rente efl a m o r t i e , La renta efik * » * A M P
N o u s nous amendons , vous vous 7 una cafa. X gaUas en la garganta.
A m o n e d é , Amontonado. extinguida.'' ^ A m p h i b i e , animal qui vit tantbt
a m e n d e z , ils s ' a m e n d e n t , elles A A m e u t e r , mettre des chiens en e'tat f AMINEL , petite ville de B a r b a r i e en
L e foin eft a m o n e d é , 1 / heno efik A m o r t i í í e m e n t , m . t e r m e de p r a - fur terre & t a n t b t d a n s l ' e a u , Am-
s ' a m e n d e n t , Nos enmendamos, os ¿ t de bien chafler enfemble , Apa-^T A f r i q u e . Lat. A m i n e l i a . Aminel,
amontonado. £ t i q u e , r a c h a t , extinction d'une J phibia, m. animal que vive en la
mmendais, fe enmiendan. ^ rear los perros de caza. 7 villa de Berbería en África.
A H O N D E , riviere d'Ecofle. Lat. A I - * p e n f i o n , d'une rente , ¿kc. Extin- tierra y en el agua.
A m e n d e z - v o u s , Enmiende fe ufied. ^ A M H ^ AMIRAGLIO , petite riviere de S i c í -
m o n . Amanda , rio de Eficacia. ^ don , f. A m p h i b o l o g i e , f. difcours a m b i g ú ,
J e m ' a m e n d c r a i , Me enmendare. ^ AMHARA , R o i a u m e de l'Abiífinie. ^ le , d a n s la Valléc d e M a z a r e .
A M O N E , riviere d'Italie. Lat. A n e - £ A m o r t i í í e m e n t d ' u n h c r l t a g e , A- Amphibologia.f.di feurfo ambiguo.
II s ' a m c n d e r a , elle 6 ' a m e n d e r a , Se ^ Amhara , Réyno de la Abiffinia. ^ Amiraglio , rio de Sicilia , en el
m o . Amona , rio de Iialia. ¿ mortizacion , f. ¿¡y A m p h i b o l o g i q u e , a m b i g ú , Am-
enmendara. <$» A M I ^ Valle de Mazara.
A m o n i t e s , Peuples fous la p r o t c - ^ A M O U , riviere de la T a r t a r i e . Lat. ^ phiLológico , ambiguo.
A m e n é , Traydo. <$» Ami , m. A m i e , f. celui ou celle ^ A m i r a l , m . Oíficier quí comman-
¿ t í o n d ' A m o n , fils .T.nth, ne ^ A n u í s . Atntt, rio de la Tartaria. ^. A m p h i b o l o g i q u e m e n t , ambigú-
A m e n c r , conduire, merter <ie quel- qui a de l'aSeílion pour quelque fa de en chef par m e r , Almirante,
v c u du ;j:"'.!Íi; t vr. : i!& fa AiT.our . n i . affcction Qi.i'on i >;.»!.;.£. ••v.ivt, Ambiguamente.
tn. Gt-
34 A MP AMS A MU ANA ANA ANC 5f
A m p h i f c i e n s , m . terme d é l a G e o - A M R inutile , Entretenimiento Inútil.
de l'Eglífe & d a n s la C a m p a g n e * A n a t n e m e , la p e r f o n n e ftapéc d'a- & A n c i c n n e t c , f. a n t i q u i t é , v i e u x
g r a p h i e ; o n apelle ainfi les h a b í - *í* AMRON , petite l i e de D a n e m a r c . «í* A m u f c m e n t d'enfans , Juego dé
d e R o r n e . Lat. A n a g n i a , Ana-"& n a t h e m e , Defcomulgado. t e m s , Antigüedad, f.
t a n s de-la Z o n e T o r r i d e , Amphi- *í* Lat. A m r o m a . Amron , pequeña **> niños.
gnia , villa de Italia en el Eftade x A N A T O L I E , a n c i e n n e m e n t A í i e M i - X A N C I A M , ville d ' A l l e m a g n e d a n s
cines, m. fon los habitadores de la *** Ifl* de Dinamarca. * ? * A m u f e r , arréter i n u t i l e m e n t , o c u - Eclefiáftico , y en la Campaña de ^ n c u r c , c'eft la partie la p l u s O c c i - ^ la P o m e r a n i e C i t e r i e u r e . Lat. A n -
Zona Tórrida. *»* A M S *$* per , faire p e r d r e le t e m s , De- Roma. ¿t)r dentale de l a T u r q u i e . Lat. N a t o - ^ . c l a m u m . Anciam , villa de Ale-
A m p h i t h e a t r e , m . lieu d e n m e a u x A M S T E L , petite riviere d e la P r o - *t* tener. A n a g r a m m a t i f t e , m . u n faiíeur d ' A - - í j » l i a . Anatólia, Provincia en Afia.-if- manía en la Pomerania Citerior.
c o m b a t s des G l a d i a t e u r s , a u x j e u x * • * vince de H o l l a n d e . Lat. A m u e l a . * ? * Qui v o u s a a m u f é d a n s R o m e ? Jgluien. n a g r a m m e s , Anagrámatifta A n a t o m i e , f. difleclion d u c o r p s , •fr A n c o ü e , f. fleur , Paxariüa , f.
5¿ a u x fpcftaclcs p a r m i les anciens Amftel, rio de la Provincia de le detuvo a ufted en Roma ? A n a g r a m m e , f. a r r a n g e m e n t des <{* ou d ' u n e partie d u c o r p s d ' u n a n i - "j¡£ flor.
R o m a i n s , Amphiteatro, m. Holanda. * j A m u f e r l ' e n n e m i , Entretener al lettres d u n o m d ' u n e p e r f o n n e , ij> m a l , ou l'art d e faire cette d i í í é c - X ANCONE , ville d'Italie d a n s l'Etat
A m p i e , g r a n d en é t e n d u é , Amplio. * » * AMSTERDAM , ville d e s P r o v i n c e s » * enemigo. en forte qu'elles faífent u n autre t i o n , Anatomía, f. 3£ Ecclefiaftique. Lat. A n c o n a . An-
J l eft a m p i e , Es amplio. U n i e s , capitale d e la H o l l a n d e . J£ 11 a a m u f é cette filie en luí p r o m e t - fens , Anagrama , f. *Í* A n a t o m i f e r , Anatomizar. cona , ciudad de Italia en el Efta-
U n c r o b e fort a m p i e , Una ropa muy *¿ Lat. A m f t c l o d a m u m , Amfterdam, j£ t a n t de 1'époufer , Engaña a efta - • A n a l e s , f. c'eft l'hiftoire d e ce q u i •>?* A n a t o m i f é , Anatomizado. -ijr do Eclefiáftico.
amplia. 1 ciudad capital de Holanda, donzclla conpromefa de cafamien- s'eft pafle c h a q u é a n n é e , Anna- «J» A n a t o m i f t c , m . q u i eft f a v a n t e n -fr A n c r a g e , m . l ' a í l i o n d ' a n c r e r , ote.
U n a m p i e d'incr , Comida muy ef- * ^ AMSTERDAM , l i é d'Afie dans la m e r * to. les, m. las hiftorias que fe eferi-^ l'art d ' A n a t o m i e . Anatomifta, m. le lieu o ü l ' o n a u c r e , Ancorage, m.
plendida. *í de la C h i n e . Amfterdam , Ifta de j j f A m u f e r q u e l q u ' u n p a r des belles p a - ven cada año guardando el orden ^í* A N A T O R I A , petite ville de la G r e - ? A n c r é , f. g r o f l e piece de fer cour-
U u habit a m p i e , 1 7 » beftido amplio. ? l& China en la mar de la China. X roles , Embabucar a alguno con. Chronologico. y c e . Lat. T a n a g r a . Anatoria ,^ bée p a r u n b o u t & d o n t les deux
U n mantean, a m p i e , Vna capa am- JT AMSTERDAM , lie de la m e r G l a c i a - X buenas palabras. Analifte , m . celui q u i écrit les A n a - * » * villa de la Grecia. p o i n t e s a b o u t i í l e n t en are de cha-
plia. Y l e . Amfterdam, Iftladel marGla- ^ S ' a n i u f a n t , Entreteniendo fe. l e s , Analifta, m. hiftoriadorque*** A N B -if- q u e cóté , leur u f a g e eft p o u r a r -
U n e hiftoire fort a m p i e , Vna hi- X ""^ ^ S ' a m u f e r , perdre le t e m s , Gaftar eferive los Anuales. *** ANDAR , ville de Perfe. Lat. A m - réter les vaiífeaux , Ancora , f.
ftória muy amplia. % AMSTERDAM , lie de la g r a n d e m e r £ el tiempo en balde. A n a l o g i e , f. r a p o r t , reftemblan-*5* b a r a . Anbar, villa de Perfila. Maítrefle a n c r e , Ancora mayor , f.
A m p l e m e n t , d'une m a n i e r e a m p i e , ¿ ¥ des Indes , vers la terre Auftrale S'amufer , ou s ' o c u p e r a q u e l q u e ce , c o n f o r m i t c , Analogía , f. *»* A N C ^ J c t t e r ou laiflér toniber Tañere , E-
Ampliamente. ¿% i n c o n n u c . Amfterdam, Ifta del J¡ ¥ c h o f e , Pajj'ar el tiempo en alguna A n a l o g i q u c , q u i a de l ' a n a l o g i c ' ** ANCARANO , petite ville de l ' E t a t ^ . cher an ceras.
J e Ini a i écrit a m p l e m e n t , Le eferi-S h gran mar de las Indias, hada la cofa. Analógico. X de l'Eglife dans la M a r c h e d ' A n - ^ Etre a 1"ancre , Eftar a la ancora.
vt ampliamente. Jfv tierra Auftral aun no conocida. ^ Il s'eft a m u f é á j o u é r , Papo el tiem- A n a l o g i q u e m c n t , Analógicamente. X c o n e . Lat. A n c a r a n u m . Aneara- - ¿ - L c v c r l ' a n c r e , Levantar ancoras.
í l leur d o n n a a m p l e m e n t a dincr , AMSTERDAM , petite l i e d e r i n d e po jugando. A n a l o ^ u e , Análogo. X n o
> villa del Eftado Eclefiáftico , -if A n c r e q u ' o n m e t aux murailles d ' u n
Los regalo muy bien. #¥ deca le G a n g e . Amfterdam , pe- ^ Amiiíettc , f. Entretenimiento, m. A N A N , riviere d'Ecofle. Lat. A n - X en la Marcha de Ancona. "j¡J" b á t i m e n t , f. Ancla, ó abracar
A m p l i f i a n t , Amplificando. «t* quena Ifta. de la India a éftaparte ^ A m u f c t t e s , o n dit p r o v e r b i a l e m e n t n a n d u s . Anan , rio de Efcocia. ^ ANCENIS , petite vii.'e de F r a n c e * dera, f.
A m p l i f i c a t i o n , f. figure d e R h e t o r i - d e l rio Gange. ce font des a m u f e t t e s , lors q u ' o n ANAPODARI , riviere de l'Ilc de C a n - ^ d a n s la B r e t a g n e . Lat. A n c c n i - ^ . A n c r e p o u r écrire , f. Tinta, f.
q u e , p a r laquelle l'Orateur a m - **t AMSTERDAM , lie de la m a r P a c i f i - ^ fuppofe étre t r o m p é par d e s d e - d i c . Lat. C a t a r a f l u s . Anapodari , i fium. Ancenis, villa de Francia j>¿. Ancrer , jetter l ' a n c r e , Ancorar ¡
plifie , Amplificación , f. •»** que- Amfterdam , Ifta del mar ^ lais , les E f p a g n o l s difent , Dar rio de la Ifta de Candía. £ en Bretaña. echar ancoras.
A m p l i f i c r , étendre , a u g m e n t e r u n * ^ Pacifico. con la entretenida , o dar con la A N A P U I A , P r o v i n c e d e l ' A m e r i q u e ^ A n c é t r c s , m . Antepaffados , m. Ancré , Ancorado.
difcours , Amplificar. •»*» AMSTRUTER , petite ville d'Ecofle. <S>* del martes. M e r i d i o n a l e . Lat. A n a p u i a . Ana- ^ A n c h e , f. p a r t i e d u c o r p s h u m a i n , A n c r i e r , m . Tintero , m.
A m p l i f i é , Amplificado. A m í l r u t c r a . Amftruter, vil- *jk A m u f e u r , m . celui q u i a m u f e , puia , Provincia de la América ^ Cadera , f. parte del cuerpo hu- " ? ANCUD , P r o v i n c e de l ' A m e r i q u e
11 eft a m p l i f i é , Efta amplificado. *** / * d e Efcecia. Engnñ.-.dur , m. Meridional. ^ mano. M e r i d i o n a l . Lat. A n c u d i a . An-
A m p o u l l e , f. enflure p k i n e de v e n t •»?«• A MU •>$• C ' c l i u n a m u f e u r , Es un engañador. Anarchie.f. Etat fans G o u v c r n c m c n t , 4 * ¡ . A n c h e , f. petit t u y a u p!at p a r le- ^ cudia , Provincia de la América
q u i fe fait fur i'cau lors qu'ellc efl ^ » An-.nktte , ni. forte de med''camcnt <$• 'A N Anarchia , f. Govierno fin ca- ^ quel o n fouífle d a n s certains i n - -tjt- Meridional,
b a t u é de la pluic , Campanilla q u i p a r u n e vettu cculrc a Je «ve- «$• A n , m . a n n é e , le t e m s q u e le So- beca. jfy. í l r u m e n s de m u f i q u e a vent , Tu- -ó- ANCZAKRICH , riviere de P o l o g n e .
que fe forma en el agua q u a n d e • J * v o i r de p u c u r piul-IUR; R.¡..'.: ¡ : leu m e t a p a r c o u r i r le Z o d i a q u e , ANASTASR, n o m p r o p r c d ' h o m n i e , del, m. b Caña de meneftrtl. Lat. A n c z a c r i c u s . Anczakrieo ,
llueve , f. q u a n d on ie p o n e lur íoi ." ' :p t i n o , m. Anaftáfio. • ^ A n c h e , t e r m e de M c u n i e r , c o n d u i t 'f' rio de Polonia.
A m p o u l l e , petite cnfíurc q u i fe fait Icio, m. remedí» f u j p e r f ú e i - . f o , •>!* -Ñouvcl a n , Año nuevo. S a i n t A n a f t a f e , San Anaftáfio. «J» de b o i s p a r oíi la farine t o i n b c A N D
fur la p e a n , & q u i eft pleine d'eau, *t* para curar , ó prejervar de aig; - ^ * D e deux en deux a n s , Cada dos años, ANATAGAN , lie de l ' O c e a n O r i e n - * * » dans la b u c h e , Citóla de molino ,f. ^ ANDAIOUSIE , P r o v i n c e d ' E f p a g n e
Ampolla, /. **«• ñas enfermedades. *%* A N A tal. Lat. A n a t a g a n a . Anatagana, ANCHEDIVE , petite lie d'Afie. Lar. ff- avec titre de R o i a u m e . Lat. A n -
A m p o u l e , fióle, petite bouteille , * » * A m u f a n t , t r o m p a n t , Engañando, Anabatifte , m . forte d'héretiquc , Ifta del Océano Oriental. A n g a d i v a . Anchcdiva , Ifta de-i/e dalufia. Andaluz!'a, Provincia de
Redoma , ampolla , f. *** A n i u i a n t f o n a m i , Engañando a fu *»* Anabatifta , m. A n a t e , f. d r o i t q u e le P a p e prend *Jt Afia. Efpaña con titulo de Réyno.
L a fainte A m p o u l l e , la fióle q u ' o n *t ¥ amigo. * » * L e s A n a b a t i í l e s batifent deux f o i s , fur t o u s les G r a n d s Beneficcs C o n - *ík ANCHIAEE , ville de T u r q u i e dans A n d a l o u í i e n , n é en A n d a l o u f i e ,
d i t q u ' u n e c o l o m b e a p o r t a d u * * * L ' a m u f a n t , Engañándole, engañan- *»* Los Anabatiftas bautizan dos ve- í i f t o r i a u x , q u i eft le r e v e n u d'une la R o m a n i e . Lat. A n c l i i a l o s . An- Andaluz.
C k i avec d e l'huile p o u r o i n d r e dola. jí* zes. a n n é e d u Bcncfice , Annate , f-fy chiale , viüa de Turquía en la ^ . A n d a l o u f i e n n e , Andaluza.
C l o v i s R o i de F r a n c e ; Ampolla * » * A m u f é , r e t e n u , a m u f é e , retenué , * » * A n a c a r d e , m . fruit des Indes f e m - Derecho que toma el Papa, fobreilf Romanía. -rj-Les A n d a l o i i f i e i i s , Los Andaluzes,
que dizen que una paloma truxo** Detenido , detenida. *** blable a l a C h á t a g n c , Anacardo, todos los Grandes Beneficios Co:ofl- i*f- A n c h o i s , m . petit poiíTon de m e r , - ó L e s A n d a l o u f i e n n e s , Las
-
Andaluzas.
del Cielo con olio para ungir a ¿ Qui v o u s a a m u f é ? Jghiien a deteni- * m .fruta de las Indias femejante k Jloriales, que es la renta que pro-<í* Anchova , f. *jj¡" ANDANCE , petite vilie d e F r a n c e cti
Clodcveo Rey de Francia. • do a ufted ? quien detuvo a ufted ? la Caftaña duce un año el Beneficio. Ancien , q u i eft depnis l o n g - t c m s , I . a n g u e d o c . Lat. A n d a i a . An-
,11'URIES , autrefois u n e gc r a n d e ^
AMI'URIES X A m u f é , ttr©mpé r e m p é , Engañado, em- Yí A n a c o r e t e , m . H c r m l t e , Anaco- A n a t h e m a t i f é , Anatheviatizado , *t? Anciano , antiguo. dance , villa de Francia en Len-
ville de C a t a l o g u e , m a i s d e f o l é e í babucado. ^ rita, Hermitaño , m. as [comulgado. *tt II eft ancien , elle eft a n c í e n n e , Es gua-de oca.
p a r les g u e r r e s des M o r e s . Lat. 1¡£ A m u f é e , t r o m p e e , Engañada, em- ^ A n a c r o n i m e , m . faute c o n t t e l a A n a t h e m a t i f r , fraper d ' a n a t h c m e , * * * anciano , es anciana. -fr ANDELLE , riviere de F r a n c e en N o r -
A m p u r i s c . Ampurias, ciudad en ^ balacada. ^ Chronologic , Térro contra la, e x c o m m u n i e r , Anathematizar ,*#* L e s anciens , Los ancianos. m a n d i e . Lat. A n d c l c i u s . Ándela ,
tiempo paffado de Cataluña , muy I II a a m u f é u n e filie avec proineffe de 1 Cronología. defcomulgar. *3*Une ancienne c o u t u m e , Coflumbre^" rio de Eran cia en Norman día.
nombrada, pero alprefente no ay¿£ m a r i a g e , Ha engañado a una X ANAGARSKAYE , ville des M o f c o v í - A n a d í e m e , m . e x c o m m u n i c n t i o n , *íf antigua. ^ ANDELOT , petite ville de F r a n c e
della fino las ruinas. mnchacha con promefa de cafa- ^ tes d a n s la g r a n d e T a r ' t a r i e . Lat. r e t r a n c h e m e n t h o r s de l a C o r a - A n c i e n , m . p e r f o n n e a v a n c é e en ^ j . en C h a m p a g n e . Lat. A n d e l o u s .
« A m p u t a t i o n , f. t e r m e d e C h í r u r - A miento. ¿¿ AnagMíkaya. Anagarskaya, villa m u n i o n de l ' E g l i f e , Analhcma ,*£ a g e , Anciano. Andeloto , villa de Francia en
g i e , Arrancamiento, m. Ampie- ^ A m u f e m e n t , n i . r e t a r d e m e n t , D e - d e los Mofcovitas en la grande excomunión, f. * * * L e s a n c i e n s , ceux q u i o n t v é c u dans -íV- Champaña.
tacion, f. tención , Tardanza, f. ^j. Tartaria. Fraper quelqu'un d'anathcme , lan- les fiéclcs p a f l e z , Los ancianos. ANDELY , ville de F r a n c e e n N o r -
Ajripiuer, Cortar, arrancar. j£ Amufement , ocupation yaine Sí A N A G N I , yiHc d'Italie dans l'Etat ccr , fulminer a n a t h e m e c o n t r e ' * * * A n c i e n n e m e n t , a u t r e f o i s , Ar,ti-'& m a n d i e . Lat. A n d e l i a c u m . An-
lui, Defcomulgar a alguno. guárneme. * E z
j¿ A N D AN E A N G A N G ^ ' A N G AN I 57
A n g l e , m. d e u x l i g n e s q u i aboutif- ANGRA , ville capitale d e T i l e T e r - ñ u p i d e , Animal, fe llama por
dely , villa de Francia en Ñor- A n é a n t i , Aniquilado. ANGELES , ou LA PUEBLA D É LOS
f e n t a u n m é m e p o i n t , Ángulo ,m. V cere , d a n s T O c c c a n A t l a n t i q u e . fy injuria, aun hombre grofifsro »
mandia, fy A n é a n t i r , reduire a u n é a n t , Ani-fy ANGELES , ville de T A m e r i q u e
A n g l e d r o i t , a i g u , o b t u s , Angu- V Lat. A n g r a . Angra , villa princi- *P tofo , torpe , é incapaz.
ANDEMAN , l i e d e Tliide d a n s le fy quitar. fy S e p t c n t r i o n a l e d a n s la n o u v e l l e
lo recio , agudo, obtufib. fy pal de la IflaTercera, en el Cecea-*** Petit a n i m a l , Anim alejo , m.
G o l f c de B c n g a l c . Lat. A n d a m a - • S ' a n é a n t i r , fe diííiper , d e v e n i r • E f p a g n e . Lat. A n g e l o p o l i s . An-
A n g l e , c o i n , e n c o i g n e m e n t , Rin- fy no Atlántico. V A n i m a u x f a u v a g e s , Animales Jil~
n i a . Andeman, Jfta de la India*** prefquc rien , Aniquilarfe. fy gelcs, ó la Puebla de los Angeles,
con, m. • ANGUIEN , petite ville d u Pa'fs-bas * + * vefires.
en el Golfo de Bengala. *** Anéantiflcnient, m . r e d u d i o n a u fy villa de la América Septentrional
ANGLE , petite ville d e F r a n c e d a n s *í* a u C o m t é d e H a i n a u t . Lat. A n - fy L a Belette , La Comadreja.
A N D E N E S , petite l i e de N o r w e g u c . fy n é a n t , Aniquilamiento , m. • en nueva Efp aña.
la P r o v i n c e de P o i t o u . Lat. A n - 4 * * gh.Anguien, villa delPays-baxo^ L a B i c h e , La Cierva.
Lat. A n d e n c í i a . Andenes , ¡fia fy ANEGADA , 11c d e T A m e r i q u e d a n s V A n g c l i q u e , q u i a p a r t i e n t a T A n g e ,
g l e . Angla, villa de Francia en*^ en el Condado de Henao. fy L e Blaircau , El Texon.
de Norvega. • la m e r d u N o r d . Lat. A n e g a d a . fy Angélico.
la Provincia de Poeta. A n g u i l l a d e s , f. c o u p s q u ' o n d o n n e • L e C e r f , El Ciervo.
ANDERNACH , ville d ' A l l e m a g n e * | * Anegada, Ifla de la Afnérica en **' Efprit a n g t i i q u c , Entendimiento
ANGLESEY , lie d A n g l e t e r r e d a n s l a 1 * * avec u n e p e a u d ' a n g u i l l e , ou en • L e C h a m o i s , La Camuca.
d a n s le D i o c é f e de C o l o g n e . Lat. ** el mar del Norte. ** angélico.
P r i n c i p a n t e d e G a l l e s . Lat. M a n a * f g e n e r a l t o u t e forte de c o u p s de * * * L e C h e v r e u i l , El Cabrito montes.
A n d e n a c u m . Andera aque , villa*f A n e m o n e , f. fleur, Anémon, m. flor. ^ M e n e r u n e v i e a n g c l i q u e . Vivir
í n f u l a . Anglefey, Ifla de Ingala-*Z f o u e t , Anguilazo , m. L a C i v e t t e , El Gato de algalia.
de Alemania en el Areobifpado de * | * ANEMORA , ville de T u r q u i c ' d a n s como un ángel.
tena en el Principado de Gales, *f D o n n e r des a n g u i l l a d e s , Dar cule- f L e D a i m , El Gamo.
Colonia. *J la N a t o l i e . Lat. A n e m u r i u m . A- £ A n g c l i q u e , f. forte d e p l a n t e , Án-
ANGLETERRE , R o i a u m e q u i o c u p e ¿ bra. *f L ' E c u r e u i l , La Hardílla.
A n d o u i l l e , f. b o i a u de P o r c farei ^ nemora , villa de Turquía en la I gelica, f. planta.
t o u t e la partie M e r i d i o n a l e de Tile ANGUILLARA , petite ville d'Italie £ L ' E l e p h a n t , El Elephante.
d ' a u t r t s b o i a u x , o u d e la c h a i r 2^ Natalia. ^ A N G E L I Q _ U E , n o m propre de f e m -
de la g r a n d e B r e t a g n c , d o n t l a ^ d a n s TEtat de T E g l i í é . Lat. A n - *f L e F a o n , El Cachorro de un cierva^
d u m é m e a n i m a l , Bandujo, ó A n e r i e , f. g r a n d e i g n o r a n c e , Eor- m e , Angela, nombre de bautifimo.
ville de L o n d r e s eft la c a p i t a l e . Lat.l? g u i l i a r a . Anguillara, villa de z L a F o u i n e , La Faina.
Relleno, m. J ricada , burrada, afuedad , f. í A n g e Ü q u e , i n f t r u m e n t de m u f i q u e
A n g l i a . In gal aterra , uno de los J f Italia en el Eftado Eclefiáftico. X L e G r i f ó n , El Grife.
A n d o u i l l e r s , m . chcvilles cu petitcs £ A n t f l e , f. la femelle d e Tañe , Bar- £ á íeize cordes , q u i s'acorde a v e c
Réynos de Europa , que ocupa to- ^ ANGUILLARA , petite ville d e la R e - f L e Heriffbn , El Erizo.
c o m e s q u i fortent d u m a r r e i n ^ rica, afina, f. ^ le c l a v e í l í n , Angélica , fi. inftrtt-
da la parte Meridional de la Ifla fy p u b l i q u e d e V e n i f e . Lat. A n g u i l - X L a H e r m i n e , El Armiño.
d ' u n C c r f , Cercetas de citrvo, f. ^ C'eft u n e áncíle , Es una borrica. ^ mentó de múfica de diez, y fiéis cuer-
de la gran Bretaña. fy lar a. Anguillara , villa de la Re- ^ L e L i e v r e , La Liebre.
A n d o u i l l e t t c , f. chair de v e a u h a - ^ Petite ánetle , Borricpuilla, fi. pollina. ^ das , femejanie a, un clavicordio.
L ' E g l i f e A n g l i c a n e , La Iglefia An-fy pública de Venccia. ¿ L e L o i r , R a t des A l p e s , El Lirón.
chéc & ramafíée en f o r m e de p e - ^ Aneth , m . herbé o d o r i f e r a n t e , E- ^ ANGERBOURG , petite ville de l a
glicana, fy ANGUILLE , l i e de T A m e r i q u e S e p - L e R e n a r d , La Zorra.
tite b o u l c , Albóndiga, f. fy neldo, m. yerva olor ofia. fy Prufle D u c a l e . Lat. Angerbur-
A n g l o i s , n é en A n g l e t e r r e , Ingles, fy t e n t r i o n a l e . Lat. A n g u i s . Anguil- fy L e T a u p e , El Topo.
ANDRAGIRI , R o i a u m e de T I n d e ^ ANEWOLONDANE , petite l i e de la ¿ ^ g u m . Angerburgo , villa de la
L e s A n g l o i s , Los Ingle fes. fy la, Ifia de la América Septen-fy Animaux fiarouches , Animales
O r i é n t a l e . Lat. A n d r a g i r a . An-^ m e r des I n d c s . Lat. A n c v o l o n d a - fy Pruffta Ducal,
A n g l o i f e , Ingle fa. fy trienal. ^ feroces.
dragiri , Réyno de la India O - ^ n a . Anevolondana , Ifla del mar fy ANGERMAMIE , P r o v i n c e d u R o i a u -
ANGLURE , petite ville d e F r a n c e fy A n g u i l l e , f. poiffon d ' c a u d o u c e , fy L a H i c n n c , La Hiena.
riental. fy de las Indias. fy m e de S u e d e . Lat. A n g e r m a n n i a ,
en C h a m p a g n e . Lat. A n g l u r a . fy Anguila , f. fy L e L e o p a r d , El Leopardo.
ANDRAGIRI , ville d ' A f i e , capita- fy A N F fy Angermania, Provincia delRéy-
Anglura , villa de Francia en fy II y a A n g u i l l e f o u s R o c h e , Hay fy L e L i o n , El León.
le d u R o i a u m e d u m é m e n o m , fy ANEE , ville d ' A f r i q u e d a n s le R o i a u - fy no de Suecia.
Champaña. fy ?nifterio en efto. fy L e L o u p , El Lobo.
d a n s Tile de S u m a t r a . Lat. A n - fy m e de F e z . Lat. A n f a . Anfia , fy A N G E U M A N L A N D . P r o v i n c e d u R o i a u -
A n g o i f f e , f. g r a n d e a f f l i d i o n , An- fy E c o r c h e r i'Anguiile p a r la q u e u e , fy L e L o u p g a r o u , LaTaráfica,,
d r a g i r u m . Andragiri , villa de fy villa de África en el Réyno de fy m e d e S u e d e . Lat. A n g e r m a n n i a .
fia, óanguftia, fi. fy l ' E f p a g n o l d i t , Tomar el Rábano fy L a L o u v e , La Loba.
Apa , capital del Réyno del mi fimo fy Fez. fy Angermanlanda , Provincia del
L e s angoifics de la m o r t , Las anfiasfy por las hojas. Hazer una cofia al fy L ' O u r s , El O fio.
nombre , en la Ifia de Sumatra, fy ANHLOGA , petite ville de T u r q u i c fy Réyno de Suecia.
de la muerte. fy rebes. fy L ' O u r f e , La O fifia.
ANDRAMÍTE , ville d ' A f i e d a n s \afy en G r e c e . Lat. A m p h i l o c h i a . An- fy AMGERMUND , petite ville d e P o l o -
ANCOLA , R o i a u m e d ' A f r i q u e . Lat. fy A N H .. fy L a Pr.nthcre , La Pantera,
N a t o l i e . Lat. A n d i a m i t t u m . An- fy filoca, villa de Turquía en Grecia, fy g n e dans la L i v o n i e & d a n s le
A n g o l a . Angola, Réyno de África, fy ANHALT , P r i n c i p a n t e d ' A l l e m a g n c fy L e R i n o c e r o t , La Abada.
dramili, itda de Afta en la Na- fy A N G fy D u c h é d e C u r l a n d e . Lat. A n g e r -
A N G O M A N E , riviere d ' A f r i q u e . ^ L ü í . fy en S a x e . Lat. P r i n c i p a t u s Anhal- fy L e S a n g l i e r , El]avali.
tólí.%. fy ANGAMALE , ville d ' A f i e . Lat. A n - m u n d a . Angermunda , villa de
A n g o m a n u s . Angomana , rio de fy t i n u s . Anhalte , Principado de fy L e T i g r e , El Tigre.
A N D R E ' , n o m p r o p r e d ' h o m m e , fy g a ñ í a l a . Angamala,villade Afa. fy Polonia en la Livónia , y en el
África. fy Alemania en Saxonia. fy L e T o r e a n , El Toro.
Andrés. «$* A MGASMAIO , r i v i e r e de l ' A m c r i - fy Ducado de Citrtanda.
ANGOT , ou ANGOTE , R o i a u m e fy ANHOLT , petite ville des F r o v i n c e s fy Animaux amphibies , A n i m a l e s -
A N D R I A , ville d u R o i a u m e de N a - fy q u e M e r i d i o n a l e . Lat. A n g a f - fy ANGERMUND , petite ville d e TEle-
d ' A f r i q u e . Lat. A n g o t i n u m . An- U n i e s d u P a i s - b a s , dans le D u - V amphibios.
plcs. Lat. A n d r i a , Andria , villa fy m a i u s . Angafimaio, rio déla A-fy d o r a t de B r a n d t b o u r g . Lat. An-
gota , Réyno de África. V che de G u e l d r e . Lat. A n h o l t i u m . fy O n apelle aiuíi certains a n i m a u x ;
del Réyno de Ñapóles. fy mérica Meridional. fy g e r m u n d a n o v a . Angermunda ,
ANGOTINA , petite lie de la m e r V Anhoho , villa de las Provincias %* q u i vivent qtielquefois liir la tcr>
ANDRINOPLE , ville de la T u r q u i c fy A n g e , m . crcature p u r c m e n t fpiri- *$•• villa del Electorado de Brande-
r o u g e . Lat. O p h i a d e s . Angotina , V Vnidas del Pays-baxo, en el Du- V re & ahíli d a n s Teau , ce f o n t le
en E u r o p e . Lat. Andrinopolis. * * * tticlle , Ángel, m. burgo.
Ifia del mar bermejo. *»* cado de Gueldres. *** C a f t o r eu B i e v r e , le L o u t r e , Se
Andrinopla , ciudad de Turquía V * Petit A n g e , Angélico , ó Angelito, m. ** ¥ ANGERS , ville. d e F r a n c e d a n s le
ANGOULF.ME, ville d e F r a n c e , c a - V A N I "y l a T o r t u e . Llaman fe afii ciertos a-
en Europa. • L e s A u g e s , Los Angeles. • D u c h é d ' A n j o u . Lat. A n d c g a v a .
pitale de T A n g o u m o i s . Angtde- fy ANILCO , P r o v i n c e de la F l o r i d c en fy nimales que viven fobre la tierra y.
A N D R Ó , lie de la T u r q u i e en E u - fy L ' A n g e G a r d i e n , £ / Ángel Guardian. fy Angers, ciudad de Francia en el
ma , villa de Francia, capital de jf A m e r i q u e . Lat. A n i l c a . Anilco , fy también on el agua que fcnelCaflor
r o p e . Lat. A n d r o s . Andró , Ifia y C'eft u n a n g e , Es un ángel. • Ducado de Anju.
la Provincia de Angumoes. *f Provincia de la Florida en Amé- *** ¿ Bivaro , la Lodra ó Nutria , y,
de laTurqitia de Europa. ** V o i x d ' a n g e , Voz de ángel. • ANGERVILLE , petite ville de F r a n -
ANGOUMOIS , P r o v i n c e d e F r a n c e . I rica. el Galápago ó Tortuga.
ANDUSE , viilc d e F r a n c e d a n s le *^ L i t d ' a n g e , lit fans c o l o n n c s d o n t ce en B c a u í l é . Lat. Angervilla.
Lat. E n g o l i f m e n í l s . P r o v i n c i a , j A n i c r o c h c , f. Dificultad, eficapa- Animant, encourageant, Animando.
b a s L a n g u e d o c . Lat. Andufa. *^ les rideaux font fufpendus c n ^ Angervilla, villa de Francia en
Angumoes, Provincia de Francia, fy toria , fi. embarazo, m. J * L ' a n i m a n t , Animándole, animan*
Andufa , villa de Francia en la *^ l'air , Cama fin pilares , que en j£ la Provincia de Beofja.
ANGOURI , ville de la N a t o l i e , c a - * j ANIMACA , riviere d'Afie. Lat. A n i - " y dola.
Lengua-de-oca inferior. ^ Francia, enlosPayfes baxos, y en * ANGHIERA , petite ville de L o m -
pitale de la P r o v i n c e de C h i a n g a - m a c a . Animaca , rio de Afia. ^ A n i m a t i o n , f. t e m s oíi T a m e eft
A N D U X A R , ville d ' E f p a g n c en A n - * otra: partesjlaman cama de ángel. V l a r d i e d a n s le D u c h é d e M i l á n ,
r e . Lat. A n c i r a . Anguri, villa de A n i m a d v e r í i o n , f. Animadverfion, infufe d a n s le c o r p s , Animador^,
d a l o u f i e , avec u n b o n C h . í t e a u . ^ E.ui d ' a n g e , cr.u d ' u n e o d e u r tres- ^ 1 a-. . \ n g l e r a . Anghicra, villa de
la Natalia, capital de la Prcvin-^T f. reflexión , confideración. i fi. la infufiion del alma, en el
Lat. A n d u x a r a . Anduxar , villa ^ a g r é a b l c , faite de fleur d ' o r a n g e , ^ Lomb.irdia en el Ducado de Milán.
ciado Chiangara. ^ A n i m a l , m . corps animé q u i a c l u ^ cuerpo.
de Efpaña en Andaluzia. Agua de azahar. £ ANCITOLA , petite riviere du R o i a u -
A n g o u r i a , f. cfpcce d e m e l ó n d ' e a u , fy f e n t i m e n t &-c!u m o u v e m e n t , A- ^ A n i m e , certaine g o m m c o d o r i í e -
A N E ^ A n g e , r.-rme d'artillerie , botilet ^ nn- d e N a p l e s , d a n s la C á í a b r c
Sandta, f. fy nimal , m. fy rante q u i vient des ludes , b o n n e
A n e , m . Afino , Borrico, m. de c a n o n fendu en deux , d o n t les ^ ult.-riaire Lat. A n g i t u l a . Angi-
ANGOUS , P r o v i n c e d'Ecoflc. Lat. fy A n i m a l , t e r m e i n j u r i c u x q u ' o n dit fy á parfumer la t e t e , Anime, £.
C'eft u n á n c , Es un afino, es un borrico. . 1 .
r c t i t d n e , Borriqtiillo, afnillo,
m o i t i e z font j o i n t e s par u n e c h a i - fy. tula . Wo del R'yno de Ñapóles, en
m. fy ik , Bala de artillería enramada, fy la Calabria ulterior.
A n g u i l a . Angufia, Provincia, de aun homme lgurdaut, g r o í l i e r , fy « » género de goma olorofa qtte.vit-
Efcocia. ' E 3
? 8 AN I A N N A N O A N S _ A N T A N T
ne de las Indias, buena para- defa- p o u í a v o i r les Bulles de c e benefí- A n n o t a t í o n , f. n o t e , remarque fur
A N S E , ville d e F r a n c e d a n s le L i o n - A n t e r i e u r e m e n t , Anteriormente.'' c o r p s , Antimonio , f. cierto mi~
humar , ó perfumar la cabepa. *?* c e , Anata, f. «!• un e n d r o i t d o u t e u x d e quelque n o i s . Lat. A n f a . Anfa , villa de "fr A n t e r i o r i t é , f. Anterioridad , f. neral compuefto de acufrey de aco-
' A n i m é , v i v a n t , q u i a u n e a m e , A- • » * D c m i a n n a t e , d r o i t q u e l e s g e n s l i v r e , Anotación, f. Francia en el Lionoés. Anteftature , f. t e r m e de fortifica- * * * gue vivo ; mineral que preparan
nimado. de g u e r r e & d e p l u m e , p a i e n t L e s a n n o t a t i o n s d ' u n l i v r e , Las A n f e , f. partie d ' u n p o t , d ' u n p a - t i o n , traverfe , ou r e t r a n c h e m e n t para purgar el cuerpo.
A n i m é , excité , e n c o u r a g é , Ani- *í* p o u r leurs P a t e n t e s q u a n d ils o b - anotaciones de un libro. n i e r , & c . p a r o í i o n les prend p o u r * ^ fait avec des paliffades ou d e s facs * * * A n t i n o m i e , f. c o n t r a r í e t e de L o i x
mado. t i e n e n t q u e l q u e e m p l o i , Media * • * A n n o t e r " , t e r m e de p r a t i q u e , faire s'en fervir , Afa , f. y a terre d o n t o n fe c o u v r e a la h a - * • * d a n s le d r o i t écrit-, Antinomia ,
A n i m é contre quelqu'un, irrité, f á - * | * anata, derecho que la gente de'fy u n état des biens q u i í b n t faiíis , A n f e t t e , petite A n f e , f. Afilia, ó * t e , Cortadura entre un baluarte''? f. contrariedad de leyes en el de~
che , Animado contra alguno. *•* guerra y de pluma , pagan por fus V Anotar , notar. afita . f. ^gf y otra fortificación. 3* recho eferito.
I l eft a n i m é c o n t r e m o i , Efta ani- & Patentes quando configuen A nnuel, Anual. ANSEATIQUES , les villes A n f e a t i - * * * A N T I B E , ville de F r a n c e e n P r o - T ANTIOCHE, ville de la T u r q u i e e n
mado contra mi. ¿ empleo. * * Pcnfion annuellc , Penjion anual. ques ; c e font des villes q u i d a n s le *JT v e n c e . Lat. A n t i p o l i s . An tibia ,¿£ A l i e , fituée d a n s la S i r i e . Lat.
Elle eft a n i m e e contre l u i , EJla ani- *J* Paier la d e m i a n n a t e , Pagar la me- * A n n u c l l c m e n t , c h a q u é a n n é e , A- fícele pallé s'étoient sílices p a r le ^ villa de Francia en Frovenca. ^ A n t i o c h i a . Antioquia , ciudad de
mada contra el. *í* dia anata. jf nualmtnte , cada año. c o m m e r e c . Lat. U r b e s A n f e a t i - ^ A n t i c h a m b r e , f. piece d ' u n a p a r t e - ^1 Turquía en Siria.
A n i m e r , Animar , concitar , exci- *? A N N E , n o m p r o p r e de f e m m e , Ana. * * * A n n u l a i r e , m . n e fe d i t q u e du q u a - e x . Anfeáticas, villas Anfeáticas ^ m e n t q u i c f t i m m c d i a t e m e n t a v a n t X ANTIOPIA , vilic a n c i e n n e de l a
tar , incitar. S a i n t c A n n e , Santa Ana. *^ trieme d o i g t , o ü l'on met ordi- fon unas villas que en el figlopaf- ^ la c h a m b r e , Antecámara , f. Palefline. Lat. A n t i o p i a . Antio-
A n i m c r q u e l q u ' u n , l ' e n c o u r a g c r , * A n n c a u , m . petit cercle d'une m a - ^ n a i r e m e n t l ' a n n e a u , Dedo del fado eran confederadas entre fi^ A n t i c i p a n t , Anticipando. 4*t pía, antigua ciudad delaPale-
Animar a alguno, darle animo. \ ticrc d u r e , q u i fert á atacher q u e l - £ anillo. para el tráfico. ^ A n t i c i p a n t l'argent , Ansicifiando ^ ftina.
A n i m e r quelqu'un contre un autre , ^ q u e chofe , Argolla , f. £ Annullant , Anulando. ANSELME , n o m p r o p r e d ' h o m m e , ^ el dinero. ^ A N T I P A R E S , l i e d e la Grece d a n s
l'irriter ,' Animar a alguno contra J J ^ A n n e a u , , b a g u e , Anillo, m. ^ A n n u l l e r , abroger , cafler, rendre Anfelmo. ^ A n t i c i p a t i o n , f. a é l i o n p a r laquelle ^ l'Archipel. Lat. A n t i p a r o s . An-
otro. ^ U n a n n e a u d ' o r , Vn anillo de oro. ^ m i l , Anular, concelar. S a i n t A n f c l m e , San Anfelmo. ^ o n a n t i c i p e , Anticipación, f. ^ parís, Ifla de la Grecia en el
A n i m e r J c a n , Animar a Juan. 1 ANNECY , ville de S a v o y e . Lat. A tí- ^ A N O A N S I N A , ville d ' E g y p t e . Lat. A n f l - ^ A n t i c i p é , Anticipado. ^ Archipiélago.
A n i m e r F i e r r e , Animara-Pedro. ¿t n e c i u m . Annecy, •villa deSavoya. ^ Anobli , Ennoblecido. n a . Anfina , villa de Egypto. Connoifíance anticipée , Conocí- A n t i p a t h i e , f. averfion ou r e p u g n a n -
A n i m e r M a r i e , Animar a María. ^ A n n é e , f. le r e c o u r s , l'cfpace d ' u n j j ^ Il eft a n o b l i , Efta ennoblecido. ANSLO , ville de N o r w e g u e . Lat. «jjj. miento anticipado. ce naturellc entre certaines c r é a -
A n i m e r u n c a f : \ a t , A n i m a r aun niño, jt^ a n , Vn año , efpacio de un ar.o. A n o b l i r , faire u n h o m m c n o b l e , A n f l o g a . Anflo , villa de Norvega. ^ A n t i c i p e r , Anticipar. ^ tures a n i m é e s & i n a n i m é e s , An-
J e v o u s a i m e r a i , Animaré á ufted. ^ A n n c l c r , frifer les cheveux p a r a n - ^ Ennoblecer. ANSPACH , M a r q u i f a t d ' A l l e m a g n e A n t i c c e u r , Ante-coro, m. <|t tipathia , f.
j ' a r b e a u a 1'animer , Por mas que ¿+ n e a u x , Rizar los cabellos enforti- ¿± A n o b l i í i c m c n t , n i . conceíTion d u en F r a n c o n i e . Lat. M a r c h i o n a t u s ^ ANTICOSTI , lie de l ' A m e r i q u e S e p - U n e horrible a n t i p a t h i e , Vna horri-
le anime. jar , 6 encrefp.ir los cabellos. ^ P r i n c c p a r laquelle o n eft a n o b l i , O n o l d i n u s . Anfpach , Marquefa-tentrional. Lat. A n t i c o f t a . Anti- *|t ble antipathia.
O n a beau a l ' a n i m e r , Por mas que & A n n e l e u r e , f. Enfertijadura ,f. Rizo. Ennoblecimiento , m. do de Alemania en Francónia. Jfa cofti, Ifla de la América Septen- U n e furieufe a n t i p a t h i e , Vn furiofü:
le animen. A n n e x e , f. ce q u i eft a m i e x é , A- Lettres d'anobliíí'ement, Carta exe- A n t a g o n ü l e , m . q u i eft du parti trional. ifa- antipathia.
S ' a n i m e r , p r e n d r e c o u r a g e de plus ^í» nexo, m. v¡rt cutoria , f. o p p o f é ; fur q u e l q u e c o n t e f l a t i o n , A N T I C V R E , l i e de l'Archipel d a n s 4%, U n e i n c r o y a b l e a n t i p a t h i e , Vna in--
en p l u s , Animar fe , alentar fe. «Js. A n n e x é , Anexo. H |v A n o d i n , q u i a p p a i f e les d o u l c u r s , Antagonifta , m. el Emulo , con- <fc le G o l f e de Z e i t o n . Lat. A n t i c ) - <fy
r
creyble antipathia.
A n i m o f i t é , f. haine mclée de c o - *j¡» A n n e x e r , j o i n d r e , reunir u n e ter- -i^y Anodino, medicamento que miti- trario , ó opuefto, en contienda. r a . Anticyra , Ifla del Archipiéla- Il y a u n e antipathie naturelle entre le
l e r e , Animofidad , f. «J» r e , u n e P r o v i n c e a u n e a u t r e , •»*• gct- , y apacigua los dolores. A n t a n , m . l'année de d e v a n t cellc * ^ go en el Golfo de Zeiton. «J» L o u p Se l c s B r e b i s , Ay una an-
ANTOU , P r o v i n c e de F r a n c e a v e c * * * Anexar. •«jc.Anomal , irregulier , Anómalo , q u i c o u r t , Ant.*\.o , ?n. •••* A n t i d a t e , date plus vieille qu'il n e tipattiía natural entre el lobo y las
titre de D u c h é . Lat. A n d e g a v i a . ->|t- A n n i v e r f a i r c , m . fervicc q u e l ' o n •«**• irregular. Ant;irc~tique, m e r i d i o n a l , Antár- * » * f a u t , Antedata , f. ovejas.
Anju , Provincia de Francia con j¡y fait p o u r u n m o r t une ibis c h a q u é *J* A n o m a l i e , f. t e r m e d e G r a m á i r e , tico. * * * An<:datcr , m e t t r e u n e a n t i d a t e , A v o i r de l'antipathic p o u r q u e l q u ' u n
titulo de Ducado. •»*» a n n é e , Aniverfario , m. *J* Anomalía, f. termino de Grama- L e T o l e a n t a r í l i q u e , ou o p o í e .'ia- V .Antedatar una carta, b una ef-^ Tener antipathia contra alguno.
Anís , m . plante o d o r i f e r a n t c , A- ANNOBON , lie d ' A f r i q u e , fur les •>$»• tica. metra - m e n t á S'arf!:n»e ,
1
Po- * * * a hura. V A n t i p a t h i q u e , c . q u i v i e n t de l'anti-
nis , m. •?«• cotes d e la G u i ñ e e . Lat. A n n o - * J * A n o n y m e , Anónimo, que no tiene lo anir.rtho. Lettre aaúdatée.Carta antedatada. V p a t h i e , Antípathico ó antípathi-
A n i s , la g r a i n e de cette p l a n t e , ídem. •>?<• b a n i í n f u l a . Annobon , Ifla de A-4^ nombre, o fe ignora por oculto. A N T E , petite riviere de N o r m a n - * * * A n t i d o t e , m . c o n t r e p o i f o n , Anti-*& ca , lo que proviene de Antipa-
A N N *$* frica, en las cofias de Guinea. * J * A n o n , m . le petit d'une ánefle , dic. Lat. A n t a . Ante , rio de Ñor- *** doto, m. V thia.
A N N A , ville d ' A í i e d a n s l ' A r a b i e ANNONAY , ville de F r a n c e . Lat.^f Pollino, m. viandi*. A n t i c n n e , f. verfet q u e l ' o n c h a n t e V ANTIPATRIDE , ville d e T u r q u i e en.
defertc. Lat. A n n a . Anna , villa *Í* A n n o n i a c u m . Annonay , villa de *&• ANOPODARI , riviere de l'Ilc de C a n - A n t e c e d e n t , q u i precede en t e m s , *+* d a n s l'Oífice Ecclefiaftique , An- * * * A f i e . Lat. A n t i p a t r i d a . Antipa-
de Afta en la Arabia defería. *!* Francia. *** d i e . Lat. C a t a r a í l u s . Anopodari, Aniecedeme. ""j* tiphona , f. *•* trida, villa deTurquia en Afta.
A N N A B E R G , petite ville d ' A l l e m a - *t" A n n o n c e , c o m p l i m e n t q u e f i i t u n rio de la Ifla de Candía. Antechrift , m . e n n e m i de J e f u s - * j ANTIGOA , lie d e l ' A m e r i q u e S e p - *í* A n t i p o d e s , m . t e r m e de G e o g r a -
g n e e n S a x e . Lat. Annabcrga. des C o m é d i e n s p o u r averfir le * j * A N o s s r , P r o v i n c e d ' A f r i q u e . Lat. C h r i f t , Antechrifto, m. ^J* t e n t r i o n a l e . Lat. A n t i q u a . Anti-*? p h i e , ceux q u i habitcnt u n e n -
Atmaberga , villa de Alemania *** public q u ' u n tel j o u r o n j o u é r a V * A n o l l i a . Anojfia , Provincia de ANTEDONA , petite ville de G r e c e . ^ goa , Ifla de la América Septen- * * * ' d r o i t de la terre q u i eft d i a m e t r a -
en Saxonia. *** u n e tcllc piece , Anuncio, m. *|* África. Lat. A n t e d o n . Antedona , villa % trional. í lement opofé á n o s p i e s , Anu-
A n n a l , t e n u e de p r a t i q u e , q u i n c * | * A n n o n c é , Anunciado. A N O T , petite ville de F r a n c e d a n s de Grecia. I ANTIGOCA , l i e de la T u r q u i e en podas, f.
dure q u ' u n an , Annual. * « * A n n o n c c r , faire i a v o i r de fa p r o - * * * les m o n t a s n e s d e P r o v e n c e . Lat. A n t e n n e , f. m o t des L e v a n t i n s p o u r ; E u r o p e . Lat. A n t i g o n i a . Antigo- ^ A n t i q u a i l l c s , v i c u x m e u b l e s , An-
A n n a i c s , f. hiíloire q u i r a p o r t e les p r e boliche u n e nouvelle a q u e l - * * * A n n o t i a . Anotia , villa de Fran- fignifier u n e v e r g u e , Antena de*? ca , Ifla de la Turquía en Europa. j£ tiguallas, f.
c v e n e m e n s a n n é e p a r année , A- q u ' u n , Anunciar. ^ cía en las vior.tañas de Provenca. navio. j£ A N T I L L E S , c'eft u n g r a n d a m a s d ' I - Jt^ A n t i q u a i r e , m . favant d a n s la c o n -
nales, m. hiftoria de diverfos años. * J e v o u s a n n o n c e u n e b o n n e n o u v e i - * A N O T H , petite He d ' A n g l c t e r r e . A n t e p e n u l t i e m e , q u i precede i m - ^ | les de l ' A m e r i q u e . L¡?r. A n t i l l x . Í n o i f l a n c e des chofes a n t i q u e s , An-
Annalifte , m . H i i l o r i c n q u i écrit le , Doy a ufted una buena nueva. *£* Lat. A n o t h i a . Ainotia , ^pequeña m e d i a t e m e n t le p e n u l t i e m e , An- X Antillas, Iftas de la América poco j£ tiquário , m.
les a n u a l e s , Annalifta , ra. el * | , Il eft v e n u m ' a n n o n c e r le m a r i a g e * ^ Ifla de Ingalaterra. tepcnultimo. A diftantes unas de otras. ^ A n t i q u e , fortancien, Antiguo.
Hifloriador que eferive los annaics. ¿* d ' u n tel , Vine a darme parte del £ A N O U T , petite lie d u R o i a u m e d e
A n t e p e n u h i c m e , f. fillabe a n t e p e - ^ A N T I M I L O , petite l i e de la G r e c e ^1 Piece a n t i q u e , c o m m e ftatué , m c -
A N N A N , riviere d'Ecolfe. Lat. A n - Z. cafamientode
cafamiento de fulano. fulano. ^^ DTi-ni-m-n-. T.*f AAn n
a n c m a r c . Lat. o t»i n
a . Amito , nulticme , Antepenúltima filaba. d a n s l ' A r c h i p e l . Lat. T h e r a . An-^ daille , tkc. Pieza antigua.
n a i u l u s . Annan , no de Efcocia. ^ A n n o n c i a t e u r , m . Anunciador,m. 1 pequeña Ifla del Réyno de Dina- ANTEQUERA , petite ville d u R o í a n - ^ timilo , pequeña Ifla de Grecia en ^ a l ' a n t i q u e , a lo antiguo.
AKNANDALF. , petite P r o v i n c e d ' E - t A n n o n c i a t i o n , f. i l n c fe d i t g u e r c q u e I marca.
m e de G r e n a d e . Lat. A n t i c a r i a . ^ el Archipiélago. ^ A n t i q u i t é , f. ancienneté , Anti-
cofle. Lat. A n n a n d i a . Annanda- ^ du meflage q u e l'AngeGabriel'fít a * ^ A N S
Antequera , villa del Réyno de ^ A n t i m o i n e , m . m i n e r a l c o m p o f é ^ guedad , f.
la. Provincia de Efcocia. ^ la V i e r g c , Se d u j o u r a u q u e l o n c e - \ A N S A , petite r i v i e r e d'Italie d a n s Granada. ^ de foufre ¿k d e m e r c u r e , d o n t o n ^ j , L e s H e r o s de l ' a n t i q u i t é , "Los He^
Annate i . revenu a ' u n e a n n e e d ' u n ^ . lebre ce m y f t e r c , Anunciación,/. X. le F r i o u l . Lat. A l f a . Anh , rio A n t e r i e u r , Anterior. fe fert p o u r purifier l ' o r j m i n e - ^ roes de l'antigüedad.
.x-neficc q u e l ' o n p a i e a u P a p e A n n o t a t c u r , m . Annotador, m^.. de Italia en el Friul. J
11 eft anterieur , Es anterior' ^ ral qu'on prepare pour purger le A n t i f a l e , f. Antefdla, f.
4.0 A N T A OR APA
A N T I V A R I , ville de D a l m a t í e . Lat.ty A O R • í f r A p a r a t , m . preparation , 'Aparx*
APA APA A P E 41
A n t i p a r o s . Antivari, villa, de *** A o r t e , f. t e r m e d ' A n a í c m i e , groíTe fa to, m. preparación , f. ne s ' e m p l o i e j a m á i s f c u l , maís o n fa g n e u r s du R o i a u m e , Es pariente fa A peller F i e r r e , Llamar a Pedro.
Dahnatta. artere , Gruejfa arteria. 4* A p a r a u x , m . t e r m e de m a r i n e , l e s dit , bien a p a r e n t é , q u i a des & de los principales Seüorcs del Réyno. • Il a b e a u á apellcr , elle a beau a
parens n o b l e s , riches ou p u i f l a n s , 4* Il a p a r t i e n t a u x Peres de chátier4* a p e l l c r , Por mas que llame.
A N T O I N E , n o m p r o p r c d ' h o m m c , *%* A O S 4* a g r e t s d u v a i f l e a u , t o u t ce q u i eft"
• Bien emparentado. 1
4" leurs enfans , Toca a las Padres el *b Apcllcz m o i , Llámeme ufied.
Antonio. 4 AOS'TE , ville de S a v o y e . Lat. A u - V
>
necefláire p o u r le mettre a la v o i -
I I eft bien a p a r e n t é , Efia bien em- • caftigar a los hijos. 4» Apellez-le , Llámele ufied.
S a i n t A n t o i n e , San Antonio. g u l l u m . Aofia , villa de Savoya. ^ le ; I'artülerie y efl; c o m p r i f e ,
patentado. • A t o u s ceux qu'il a p a r t i e n d r a , t e r - 4 * Apellez-la , Llámela ufied.
A N T O I N L T T E , n o m p r o p r e de f e m - 4" 1
A O U * m a i s n o n p a s les vivres ni l ' c q u i -
Elle eft bien aparentéc , Efia bien 4* m e s de f o r m u l e , a todos los que 4* M'apellerez-vous? Me llamar a ufied?
n i c , Antonia. V " A o ü t , m . le huitiéme m o i s de l ' a n - • p a g e , Aparejos, 6 Pertrechos dt
emparentada. la prefintt vieren. 4* fe v o u s apellerai , Llamare a ufied.
A n t o i n i n s , m . forte d e l l c l i g i c u x J £ n é e , Agofto , m. el oüavo mes*^ un navio, m.
M a l aparenté , q u i a des parens p a u - 4* Ainfi qu'il a p a r t i e n d r a , termes d e N e l'apellez p a s , No le llame ufied ,
Antoninos , Religiofiss de la Or- • del ano. ^ ^ A p a r e i l , n i . a p r é t , p r e p a r a t i f , A~
vres ce de bafle naiflance , Mal 4» f o r m u l e , Como conviniere. no la llame ufied.
den de San Antón. V L e m o i s d ' A o ú t , El mes de Agofio. £ parejo, aparato, tn.
emparentado. 4 * A p a s , a u pluriel , fe dit particu- l apellcz p a s , No les llame
e s
ufied,
A n t o n o m a í é , ou A n t o n o m a í i c , f. *J A o í i t , la m o i f l b n , Ll agofto , el £ F a i r e des g r a n d s a p a r e i l s , Hazer
A P A R I A , P r o v i n c e du P e r o u d a n s • lierement en Poéfie , c t í i g n i f i c , ^ * no las llame ufied.
figure d e R h e t o r i q u e q u i m e t u n * | tiempo de la cofecha de los trigos. *^ grandes preparaciones.
l'Amerique Meridionale. Lat. charmes , Enfalmos , encantos , j £ C o m i r . c n t v o u s apclbez-voiis ? Como>
n o m apellatif au lieu d u n o m p r o - ^ F a i r e f o n A o ú t , g a i g n e r b e a u c o u p , I A v e c apareil , a v e c p o m p e , Con
A p a r i a . Aparia, Provincia del**' hechizos, m. » fe llama ufied !
pre , Antonomajia , f. £ Hazer fu slgofto, utilizarfe confi-¿^ grande pompa.
Perú, e» la América Meridional. * A p a t , m . p á t u r c , m a n g c a i l l e p o u r J ^ C o m m e n t s'apclle-t-e!le ? Como fe-
A n t o u f i a f m c , ou E n t o u í i a f m c , m . dcrablemente. A p a r e i l , fuite , é q u i p a g e , a c o m -
A p a r i é , Apareado , hermanado. ^ atirer des a n i m a u x , & fur t o u t Tj_ llama í
t e r m e de P o e t e s ; cfpccc d e furcur A P A JE» p a g n e m e n t , Séquito , acompaña-
A p a r i c r , aflbrtir , j o i n d r e deux c t q u ' o n m e t a u x h a m e c o n s p o u r T C o m m e n t s'apelle-t-il ? Como fit.
c k d ' e x t a f c , felón le diré des P o e - A p a i f é , Apaziguado , aplacado. ^ miento, m.
chofes q u i f o n t p a r d i l e s , Apa- • pécher , Cebo, ó Cevo , m. ^ llama!
tes , Antufiafmo , término de Pee- T o u t eft a p a i l é , Todo efia apazi- a fait f o n ontréc darts un m a g ü i -
rear , hermanar. T A p á t e r , atircr avec u n a p á t , Cebar, J : II s'apelle Cefar , Se llama Céfar.
ta;; fi /}/r¡>í-y ra-Jív guada, ^ fique a p a r e i l , Hizo fu entrada
A p a r i e r deux chevaux , Aparear 7 bCevar. 7 Apeiler q u e l q u ' u n devant le J u g e , Ic
belefamienio fegun dizen los Poetas A p a i f e m e n t , m . Apazigttamiento,m. J¡¿ con mucha pompa.
dcscavalios. ^ A p a u v r i , Empobrecido. 7 faire venir e n j u f t i c e , Emplazar,
A N T R A I N , petite ville de F r a n c e ^ A p a i l e r , a d o u c i r , calmer la c o l e r e , ^ Apareil de plaie , m e d i c a m e n s q u ' o n
Aparicr , mettre enfemble 1c m á l e 1 II s'eft a p a u v r i , il efl devenu p a u - ^ ó citar a alguno.
d a n s la haute B r e t a g n e . Lat. A n - l'émotion , l'agitation d'une per- aplique fur u n e plaie , Aparejo
avec la femelle , en parlant de cer- ^ vre , Ha empobrecido. Apeiler q u e l q u ' u n cn d u é l , Defafiar
t r i n u m . Antren , villa de Francia ' f o n n e , d'une chofe , Aplacar. ^ para curar una llaga,
tains o i f e a u x , Aparear macho con Elle s'eft a p a u v r i , elle eft d e v e n u e a alguno.
en la alta Bretaña. A p a i l e r u n h o m m c q u i eft en coie- ¿ ¿ A p a r a l , terme de m a c ó n , Efpe-
hembra, para la generación. ^ p a u v r e , ídem. ^ Apeiler de la fentence d ' u n J u g e
A n t r c , 111. c á v e m e , g r o t t e faite p a r • * » r e , Aplacar a un hombre que e f i a ^ fura de una piedra.
L e s chevaux f o n t a p a r i e z , Los ca- ^ A p a u v r i r , rendre p a u v r e , Empo- j± íubalterne a u n J u g e fupericur ,
la n a t u r e , Caverna, f. t*y enojado. ^ Apareillé , Aparejado, preparado.
vallas efian apareados. ^ brtcer. 4^ Apelar de una finteada.
ANTSIANACH , P r o v i n c e d e l'Ilc de •)$• A p a i l e r la d o u l c u r , 1'adoucir , A- t*¿. Apareiller , terme de m a r i n e , fe
L e s oifeaux f o n t a p a r i e z , Lospctxa- ^ . S ' a p a u v r i r , Empobrecerfe. ^ APENRADE petite ¡le de D a n e m a r c .
M a d a g a f c a r . Lat. A n t f i a n a c h i a . •«*«• placar, ó mitigar el dolor. preparer á mettre h la v o i l e , Difi-
ros efian apareados. 9% Ap.invriiíement , m . Empobrecí-jg, Lat. A p e n r o a . Apenrada , peque-
Antfían acá , Provincia de la Ifla * \ A p a i f c r u n enfant q u i crie , Acallar poner fe para hazer fe a la vela,
A p s r i t c u r , m . terme d'Univerfité , miento, m. ^» ña Ifla de Dinamarca.
de Madagafcar. 4* " n n,' ]0 1" e Hora. <$t S'apareiller , s'aparier , e n p a r l a n t
B e d e a u , H u i í l i c r , Bedel, m. ^ A PE ^ A p c n t i s , m . t o i t q u i eft a p p l i q u é
A N V ^ A p a i f c r une J e d i t i o n , Apaziguar de certains oifeaux , Aparear fe. A p a r i t i o n , f. Aparecimiento , rn. • * » A p e a n , m . fiflet avec lequel o n c o n - ^ » contre u n n m r , & q u i n'a de
A N V F . R S , M a r q u i f a t & ville E p i f - una fedicion, ó un alboroto. •<£ A p a r e i l l e u r , n i . o u v r i e r q u i trace
L ' a p a r i t i o n des cfprits , Aparecí-trefait la v o i x des oifeaux p o u r les *J» pente q u e d ' u n cóté , Cobertizo,
c ó p a l e d e C r a b a n t fur l a r i v i c - «j» A p a i f e r l a f o i f , Aplacar la fied, mi- 4* la c o u p e de la pierre p o u r celui
miento de algunos efipiritus. 4h, faire t o m b e r d a n s les filets , Re-4¡¡, ó Covertizo , m.
r e de l'Efcauc. Lat. A n t v c r p i a . *t* tigarlafed. c ¡ u \ la'taille, Aparejador, m.
A p a r i t i o n d'une C o m e t e , Aparecí- jj*. clamo, m.filvato con que llaman ^ APENZEILE , petite ville d e S u i f l e ,
Ambares, Marquefado y ciudad *%» S'apaifer , Aplacar fe , moderar fie , 4* A p a r e i l l e u r , m . A p a r e i l l e u f c , f. c e -
miento de un Cometa. «j* a los paxaros. 4* e
l ' l C c u U ! i c des treize C a n t o n í .
Epifcopal de Brabante. *%+ reportar fe. 4* lui q u i p r e p a r e ce q u i eft neceflai-
A p a r o i r , terme de p r a t i q u e , Confixr. 4» A p e l , n i . terme de p r a t i q u e , re-«f* I * / . A b b a t i s Cellenfis P a g u s . A-
A n u l é , ou A n n u l l é , aboli , m i s S a colere s'eft apaift ; e , Su colera fe *%* re p o u r q u e l q u e o u v r a g c q u e c e
Aparo'itre , fe m o n r r e r , fe rendre c o u r s á u n [ u g e fupericur , Ape-<fy penzila , ciudad en la Suiza , y
au n é a i i t , Anulado. *$+ ha aplacado. ^ *?* f o i t , Aparejador , m. Aparcja-
v i f i b l e , en p a r l a n t des elprits , 4* lacion , f. <*» una de los treze Cantones.
A n u l é e , ou A n n u l l é c , a b o ü e , A- *$* S a doulcur s'apaifc , Su dolor fie *%+ dora , f. el que prepara , ó difi-
Aparecerfe. 4* A p e l , action d'apeller a haute v o i x , 4* Apereevable , Perceptible.
nulada. *$* aplaca , fe mitiga, pone lo neceffario para qualquiera
II a p a r o i t , terme de p r a t i q u e , il *\+ Llamamiento, m. llamada , f. 4* S ' a p e r c e v a n t , Echando ver.
A n u l e r , ou Annullcr , a b o l i r , m e t - 4 * L e v e n t s'eft a p a i f é , El viento fe ha *%* obra.
p a r o i t , Confia. 4* A p e l , bruit de t a m b o u r p o u r aflem- 'fy Aperen , Defcubierto.
t r e a u n c a n t , Anular. 4* aplacado, ¡e ha echado. *fr A p a r e m m e n t , v r a i - f e m b l a b l c m e n t ,
L e s A m b a f l a d c u r s o n t fait a p a r o i t r e 4* blcr les f o l d a t s , Llamada , f. • Apcrccvoír, commencer a v o i r , dé-
A n v o i c , f. forte d'infeíte , Cule- > * L ' o r a g e s'eft apaifé , La tempefiad V- Aparentemente.
de leurs p o u v o i r s , Los Embaxado- T c u c h e r l ' a p c l , Tocar la llamada. 4* c o u v r i r , Defiatbrir.
brilla ciega. J S * fie ha aplacado. ^ jjj* A p a r e n c e , f. l ' e x t e r i c u r , ce q u i p a -
rts han manifefiado fus poderes. 4* Apel , defi p o u r fe battre en ducl , * * * S ' a p e r c c v o i r , c o n n o l t r e , r e m a r q u e r ,
A N W E L , petite ville d ' A l l e m a g n e * APAMATUCK , riviere de l ' A m c r i - j P roit a u d e h o r s , Apariencia , fi
A p a r t c m e n t , m . l o g e m e n t c o m p o - *** Defafio , tn. & Echar de ver, reparar.
d a n s la baffe Alinee. Lat. A n v e - j¡£ q u e S e p t c n t r i o n a l e . Lat. A p a - Belles aparences, Buenas apariencias.
fé de pluficurs chambres de fuite *t* A p e l l a n t , Llamando: *t* Il s'eft a p e r e n , elle s'eft apercúe ,
l i a . Anvela , villa de Alemania *^ m a t u c a . Apamatuco , rio de la V S a u v e r les a p a r e n c e s , faire en forte
d a n s u n e m a i f o n , Quarto de ca- 4* Apellant f o n a m i , Llamando a fu 4* La echo de ver.
en la baxa A 1 fiacia. * América Septentrional. * q u ' i l n e paroifle rien a u d e h o r s
ÁNX .X :
A p A M I S villc d t I a
q
T t l r u í c
^*
c n l a
q u i ptn'fle étre b l a m é , Evitar el
fia , m. amigo.
A p a r t c n a n c e , f. dependance en ter- y A p e l l a n t , q u i apelle d ' u n j u g e m e n t , 4*
^ Il s'ap'erccvra , elle s'apercevra , Le
echara de ver.
A n x i c t é , f. inquietude , t r a v a i l N a t o l i e . Lat. A p a m c a . Apamis ,*£ efchndale. m e s d e d r o i t , Pertenencia f. Apelante, m. ^ fe m e fuis a p e r a ! , Lo echo de ver.
e m b a r r a s d ' e f p r i t , Congoxa , f. villa de la Turquía en la Natolia. 1 Elle l'a t r o m p e fous a p a r e n c e d e A p a r t e n a n t , q u i apartient de d r o i t ; ^ Apellatif , m . t e r m e de G r a m m a i - ^ II s'apercút en t e m s , Lo eche de ver
A N Z _ ^ A p a n a g e , m . ce q u e les g r a n d s S e i - * d e v o t i o n , Ella le engaño con apa- ce t e r m e n'a g u e r e d ' u f a g e q u e * re , Apellativo , m. I con tiempo.
A N Z A T E , riviere d ' A f r i q u e . Lat.*? g n e u r s d o n n e n t á leurs p u í n e z , rienda-de devoción."
dans la p r a t i q u e , Perteneciente. j T N o m apellatif, Nombre apelativo. j P j e n e m e fuis p a s apercü , No le
A n z a t u s . Anzato, rio de África. Mayorazgo de hijos fegun dos, m. ^ H n : y a c n elle a u c u n e a p a r e n c e • au
A p a r t e n i r , Pertenecer. Apellé , Llamado. 7 eche de ver.
A N Z E R M A , petite ville de l ' A m c r i - A P A N T E , P r o v i n c e de l ' A m e r i q u e ^ m a r q u e d e v i e , No ay en ella nin-
C e c i m ' a p a r t i c n t , Efio me toca, efio 1 Apellcr , Llamar. 7 Aperitif, Aperitivo.
q u e Meridionale, Lat. A z c r m a . m e r i d i o n a l e dans la T e r r e - f e r m e guna feñal de vida.
me pertenece. 7 Apellcr q u e l q u ' u n , Llamar a « / - ^ i l a p t r t , t e r m e de p r a t i q u e , il pa-
Anzerma, villa de la América ^ vers la riviere des A m a z o n e s . Lat. A p a r e n t , q u i eft vifible , é v i d e n t ,
A p a r t c n i r , é t r e p a r e n t , Ser parlen-• 7 gune. 1 roit, Confia.
Meridional. ^ A p a n t e . Apanto , Provincia de la 1 Aparente, evidente.
te de alguno. 2 Apellcr u n h o m m c , Llamar a, un ^ A p c r t e n i c n t , Claramente , mani-
A O A ^ AméricaMeridienalen la Tierra- ^ 1 1 eft a p a r e n t , Es aparente, es evi- A p a r t e n i r de prés , Ser cercanopa-¿^ hombre. ^ fofamente, abiertamente.
AOAXE , riviere d ' A f r i q u e . Lat. firme , házia. el rio de las Ama- ^. dente. riente. Apeiler u n e femme , Llamar a una APERUACUE , riviere de l ' A m e r i -
A o a x u s . Aoaxo , rio de África, fa zonas. fa A p a r e n t é , Emparentado, Ce m o t
II a p a r t i e n t aux plus g r a n d s S e i - fa muger. fa q u e M e r i d i o n a l e . Lat. A p e r u a c a , .
n3 II. PARHE. F
4i APE APL APO APO APO APR 4 5

Aperuagtta , rio de la America A P L dé los mifterios que Je fu Chrift» ufted mucho dinero. g n e u r choiíit p o u r les e n v o í e f p a r j o u e r avec l u i , Sepa ufted que no
Meridional. fy A p l a n c r , t e r m e de C o u v e r t u r i e r , fy defcubrib a éfte Santo, en la ifttt Q u ' a p o r t e z - v o u s l '¿)ue trae ufted ?.fy t o u t e la terre précher T E v a n g i l e ; fy es bueno burlar fie con el.
A p c f a n t i , Agravado, mas pefado de fy Cardar. fy de Patmos. M ' a p o r t e z - v o u s r i e n T No trae ufted fy c'eft u n m o t Grec q u i fignifie, fy A p r c n t i f , ou A p r c n t i , m . q u i a p r e n d
lo que era. fy A p l a n c r une c o u v e r t u r e , y faire v e - fy A p o c r y p h e , d o n t P a u t o r i t é eft d o u > nadal fy E n v o i é ; Apóftol, m. nombre que fy un métier , Aprendiz , Bozal m.
A p e f a n t i r , rendre plus p e f a n t , fy n i r la laine avec des c h a r d o n s , fy t e u í e , Apócrifo , cuya autoridad J ' a p o r t e b e a u c o u p de f r u i t , Traygo^t fe dio a dozeDifcipulos que nueftrofy A p r e n t i f l a g e , m . Templen d'un a -
m o i n s p r o p r e p o u r T a c l i o n au • Cardar una manta. fy es dudofa. mucha fruta. T S e í e r e
fi col io P ari* embiarlos p°rfy p r e n t i f , ou le t e m s qu'il met a
p r o p r e & au figuré, Agravar, ¿ A p l a n e u r , m . Cardador, m. • A r o D O S i A , ou A p h r o d i f é e , ville d « A p o f e m e , ou A p o z c m e , m . t e r m e • todo la tierra a predicar el Evan- * a p r e n d r e u n metier , Aprendiz
hazer ¡ñas pefado. • A p l a n i , Allanado. fy T u r q u i e d a n s la N a t o l i e . Ape- d e Medecine , p o t i o n p o u r p r e - • gelio ; la palabra Apoftel viene de fy zazgo, m.
S'apefantir , Agravar fe , hazerfie j j * L e c h e m i n eft a p l a n i , 1.1 camino efta fy dofia, villa de Turquía en la Ña- p a r e r l a p u r g a t i o n , Apócima, ó * la lengua Griega, yfignifiea, Eíw-Jj'at fait m o n a p r e n t i f l a g e , He ech*
mas pefado. fyf allanado. fy tilia. Apozima,f. TA w , . . * "i aprendizazgo.
L a pareflé apefantit le c o r p s , Lape- • Aplanir , Allanar. fy APOGEE', m . t e r m e d ' A f t r o n o m i e , A p o f e r , a p l i q u e r , m e t t r e , Poner. * * [ A p o z e m e , m . t e r m e de M e d e c i n e , ^ Mettre q u e l q u u n en a p r e n t i f l a g e ,
A p o f c r le féel ou le (tzu.Poner el fiello. p o t i o n p o u r preparer la p u r g a t i o n , J Poner á. alguno en aprendizazgo.
reza k.izc el hombre mas) pefado J£ A p l a n i r un c h e m i n , Allanar un fy c'eft le p o i n t d u Ciel oír eft u n e
A o o f i t i o n , f. T a é t i o n d ' a p o f e r , i * T Apócima, f. T Etre en a p r e n t i f l a g e , Ser aprendiz.
de lo que era. 2 camino. » Planctte d a n s f o n plus g r a n d é l o i -
acción de poner. .í A
R
^ J V «
D i c u a apefanti fa m a i n fur cette n a - 1 ? A p l a n i f l é m e n t , n i . T a c t i o n d'apla- fy g n e m e n t de la t e r r e , Apogeo, m,
A p o f t a f i e , f. defertion de la v r a i e T A p r e , rude , Afipere. T A p r c s d i n e r , Defipues de comer > Á
tion, Dios ha agravado fu brazo^ nir, Allanadura, f. Allana- I termino de Aftronomia , es m¡*
Foi ou d ' u n O r d r c R c l i g i e u x , T U n e ápre : e p r i m a n d e , Afipera r e - X la tarde, por la tarde.
poderofio fiebre efia nación. ^ miento, m. X parte del Cielo, adonde efta un
Apoflafia, f. X fr*^nfi»«- t ^Apvh Dim, Defpues de Dios.
A p e t é , Apetecido, deffeado. * A p l a t i r , rendre p l a t , Aplanar. \ Planeta en fa mayor alojamiento A p o f t a f i e r , fe faire A p o f t a t , 'A- X A p r e c i a t c u r , m . Apreciador, m. - A p r e s c e a , Defipues de efto.
A p e t c r , deíirer par i n c l i n a t i o n n a - X A p l a r i , Aplanado. ^ de la tierra. pofiatar. fy A p r e c i a t i o n , c v a l u a t i o n , f. Apre- ^ A p r é s cela , Defipues de efio.
turelíe, Apetecer, deffear. F A p l a t i í l a n t , Allanando. 1 A p o i n t é , t e r m e de P r a t i q u e , De*
A p o f t a t , rn. A p o f t a t e , f. Apoftat a, m. fy ciamiento, m. Apreciadura, f. fy A p r é s a v o i r diñé , Defipues de have»
A p c t i í T a n t , q u i excite a p e t i t , Aj>e- fy A p l a u d i , Aplaudido. * cretado.
Apoftat', M o i n e q u i r en o n ce a fes fy A p r e c i é , Apreciado. _ ^ fy comido.
titofo , apetecible. fy U eft aplaudi de t o t a s , Es aplaudido ^ U n c R e q u é t e a p o i n t c e , Vna peti» v c e u x , ídem. fy A p r c c i e r , m e t t r e un p n x a q u e l q u e ^ A p r e s q u o i , Tras lo qual.
11 cft a p e t i f l a n t , Es apetitofo. fy de todos. ^ cion decretada.
C ' e f t u n ' a p o f t a t ' , Es un apoftata. fy c h o f e , Apreciar, poner el precio fy A p r é s v o u s , Defipues de ufted.
A p e t i f l c , Achicado, minorado, d ; ' - ^ E l l e c f t a p l a u d i e , Es aplaudida. fy A p o i n t e m c n t , m . Decreto, m.
Apofter , l u b o r n c r q u e l q u ' u n p o u r fy a, alguna cofia. fy A p r é s n o u s , Defipues de nofiotros.
minuido. fy Us font a p l a u d í s , Son aplaudidos. ^Apointemcnt, t e r m e de g u e r r e , s'en fervir d a n s u n e m e c h a n t e fy A p r e h e n d a n t , c r a i g n a n t , Temiendo, fy A p r é s t o u t , Tras todo, al.fin, al cabo.
ApetiíTement, m . Achicamiento , m. fy A p l a u d i r , Aplaudir. fy entretenement d ' u n Officicr ou
« ¿ t i o n , Subornar a alguno para fy A p r e h e n d e , p r i s , Agarrado, afiido. fy A p r é s m i d i , a. la tarde, por la tarde.
diminución, minoración, f. ^ A p l a u d i r u n e C o m e d i e , Aplaudir fy d'un foldat incapable de fervir , fiervirfie de el en alguna ocafion. fy A p r e h e n d é , c r a i n t , Temido. fy A p r é s d e m a i n , Paffado mañana.
A p c t i f l e r , rendre plus p e t i t , Achí-fy una Comedia. fy Entretenimiento de un Oficial de
A p o n e r , mettre du m o n d e en quei- fy A p r e h e n d e r , t e r m e de P r a t i q u e , fy i l paiera aprés P a q u e s , Pagara de fi-
car. fy A p l a u d i f t a n t , Aplaudiendo. fy guerra, 6 de un fioldado que no q u e lieu p o u r s'en fervir d a n s une fy p r e n d r e , faifir u n e p e r f o n n e , A- fy pues de Paficua.
•S'apctifler , Achicarfie, diminuirfie , A p l a u d i i í a n t fes a í t i o n s , Aplau-fy puede fiervir mas. ocafion pour une mechan' e a d i o n . ^ garrar, a afir a una per fona. fy A p r é s q u e , Defipues que, quando.
minorarfie. fy diendo fus acciones. fy A p o i n t e m e n t , g a g e s , Sueldo, m. Poftar, poner gente en algún lugar fy A p r e h e n d e r , c r a i n d r e , Temer. fy A p r é s qu'il e u t d m é , Defipues que hu-
A p e t i t , m . faculté de l ' a m e p a r la- fy A p l a u d i f l é m c n t , m . Taétion d'a- fy A p o i n r e r une c a u f e , Decretar uns parafervirfe della en una ocafion fy A p r e h e n í i f , c r a i n t i f , Ternero fo. fy vo comido, ó quando huvo comido.
quelle elle eft caoable de delirer , * | » p l a u d i r , d e m o n f t r a t i o n de j o i e & fy caufa.
para alguna mala acción. fy A p r c h e n f i o n , f. t e r m e de L o g i q u e , fy A p r é s q u e v o u s a u r e z f a i t , Jetando
Apetito, m. fy T a p r o b a t i o n , Aplaufio, m. • A P O L I N E , n o m p r o p r e de f e m m e , U n h o m m e a p o f t é , Vn echadizo, fy premiere o p e r a t i o n de Tentcnde- fy ufted huviere acabado.
A p e t i t r a i f o n n a b l e , fcníitif, c o n c u - fy A p l i c a b l e , Aplicable, loque puede fy Polonia, nombre de bautifimo. G e n s apoftez p o u r un m a u v a i s def- fy m e n t q u i c o n c o i t q u e l q u e chofe , fy C i - a p r é s , Defipues.
p i f c i b l e , irafcible, Apetito razo-fy convenir y apropriarfie á otra cofa, fy Sainte A p o l i n c , Santa Polonia, fein , Gente apoflada. fy Comprehcnfim, fi. V C o m m e nous dirons ci-aprés,
r.able , fenfitivo , concupificible , fy A p l i c a t i o n , f. a t l i o n d'apliquer , fy A p o l o g i e . f. d i í c o u r s p o u r la jufti- A p o f t i l l e , Auto, decreto, m. fy A p r e h e n f i o n , c r a i n t e , Temor, m. fy m» diremos defipues.
irafcible. fy Aplicación , f. fy flcation de q u e l q u ' u n , Apología, fi. Apoftiller u n é c r i t , Poner un auto fy A p r e n a n t , Aprendiendo. fy A p r e f e n t , Acra, agoró, alprefiente.
A p e t i t , e n v i é de m a n g e r m o i n s prcf- fy A p l i q u e , f. m a n i e r e d'enchafíer une fy F a i r e une A p o l o g i e , Hazer una -ri-
en una efioritura. fy A p r e n a n t fa lecon , Aprendiendo fu fy A p r c t , m . p r e p a r a t i o n , " a p a t c i l ,
fante q u e la f a i m , Apetito, m. fy chofe d a n s q u e l q u e a u t r e , Enea- fy pologia.
A p o f t o l a t , m . miniílerc 6c o í E c e * lección. ^ / fy Preparación, f. ^
A v o i r b o n a p e t i t , Tener buen apeti- fy xadura, fi. *9* A p o l o g i f t e , m . celui q u i fait TA •»
d ' A p ó t r e , Apoftolado, m. fy A p r e n a n t á l i r e , Aprendiendo a léer.^ fy F a i r e de g r a n d s apréts p o u r la g u c r -
to. 4 * A p l i c a n t , Aplicando. fy p o l o g i e , Apologifta, m. el que A p o f t o l i q u e , Apoftolico. fy A p r e n a n t á écrire , Aprendiendo afy ce , Hazer grandes prevenciones
A p e t i t de f e m m e cnecinte , Antojo fy S ' a p l i q u a n t , Aplicandofe. fy haze una Apología. A p o f t r o p h e , f. v i r g u l e q u i m a r q u e n eficrivir. ^ fy parala guara.
de una muger preñada. fy A p l i q u é , Aplicado. ^ A p o l o g u c , m . fable m o r a l e , Api" Télifion de q u e l q u e v o i e l l e , Apo- fy A p r e n d r e , s'inftruire de q u e i q u c * £ A p r é t , ce m o t cft en u f a g e p a r m i
A p e t i t i f , Apetitivo. fy A p l i q u e r , Aplicar. fy logo, ra. fábula tneral.
ftrophe, fi. ^ c h o f e , Aprender. X b e a u c o u p d'artifans ; m a i s il fe
A P H fy A p l i q u e r u n foufflet, Dar vna ¿ u - ^ " A p o l o n , m . Apolo, m.
A p o f l u m e , f. endure exterieure a v e c • J ' a i a p r í s c e l a p a r e x p e r i c n c e , H e
* £ d i t particulierement des G o r a m e s
A P H I O M CARASAR , ville de la T u r - • fetada a alguno. ¿ A p o p h t h e g m e , m . dit notable d e
p u t r e f a é i i o n , Pofiema , fi X fiavido efifo por experiencia. X & autres D r o g u e s q u i fervent Á
q u i e en Afie. Lat. H i e r a p o l i s . fy S'apliquer á q u e l q u e exercice , ou a fy q u e l q u e p e r f o n n e illuftrc , Apoth,
A p o t h e o f e , f. D é i f i c a t i o n , Taétion J** A p r e n d r e , entendre diré , Oir dezir. fy luftrer & á rendre plus ferme les
Aphiom Carafiar, villa de laTur-^ q u e l q u e f c i e n c e , Aplicar fe a al-fy tegma, dicho notable de una per-
de mettre a u n o m b r e des D i e u x , * A p r e n d r e des n o u v e l l e s , Oir'novc-^f D r a p s , l e s C h a p e a u x , & c . Apa-
tjuia en Afta. fy gun exercicio , b a. alguna ciencia, fy fona ilufire.
Deificacim, fi. T dades. X rejo, m.
A p h o r i í m e , m . ce m o t v i e n t du J £ S ' a p l i q u e r q u e l q u e c h o f e , s'atri- A p o p l e x i e , F. Apoplexia , f.
A p o t i c a i r e , m . Boticario, m. N
X o u s
a p r e n o n s par les lettres de P a - ¿. APRETÉ, Aparejado.
G r e c , & fignifie un g r a n d ícns o u 2* buer , s ' a p r o p r i c r , Apropriarfie T o m b e r en apoplexie , Caer en une. A p o t i c a i r e r i e , f. b o u t i q u e d ' A p o - T ris q u e , Tenemos noticia por las^ T o u t eft a p r e t é , Todo efta aparejado.
f e n t e n c e , en p e n d e mots,Apho-£ alguna cofia. * apoplexia.
t i c a i r e , Botica, f. 2 cartas de Paris que. ^ A p r é t e r , p r e p a r e r , m e t t r e en état ,
vifmo , m. éfia palabra viene de la A plus forte r a i f o n , J^uanto mas. X Aportant, Trayendo.
A p o t i c a i r e r i e p o r t a d l e , c'eft u n e X J e Tai apris de b o n n e p a r t , Lo he ^ Aparejar.
lengua Griega ,y fignifica un gran X A P O X A p o r t c r , Traer.
cahTe r em pl i e d e m e d i c a m e n s , T favido de buena parte. fy A p r e t e r le diner , Preparar la co-
fentido ó fientencia, en pocas pa- X A p o c a l i p f e d e S a i n t J e a n , F. livre ]T II m ' a a p o r t é b e a u c o u p de f r u i t , Me
Betiquin, m. • T Aprendre, montrer, enfeigner,Eff-^ mida.
¿abras. ^ C a n o n i q u e d e l a faintc B i b l e , q u i T traxo mucha fruta.
frpoticáirefTe , f. Religieufe q u i pre X fieñar. fy Apréter á m a n g e r , apreter les v i a n -
A P I II c o n t i e n t les revelations des myfte- X L a guerre a p o r t e de g r a n d s m a u x , p a r e les remedes d a n s u n C o u - fy A p r e n d r e , faire f a v o i r ,- Informar, fy d e s , les aflaifonner , Gnifiar de
Atice, petite ville d u R o y a u m e de \ res q u e J e f u s - C h r i f t a d é c o u v e r t Y La guerra caufa muchos males. v e n t , Boticaria, f. P.eligiefiaqut fy hazer fiaver. fy comer, cocinar.
N a p l e s , d a n s la Principauté U l - fy Á ce S a i n t , dans Tile de P a t m o s ; X II a p o r t e de b o n n e s nouvclles , Trae acomoda los medicamentos. fy L e s lettres de R o m c n o u s aprennent, fy A p r é t e r a rire a une C o m p a g i n e ,
terieurc. Lat. A p i c i u m . Ápice , fy Apocalypfic de San Juan, f. libro ^ buenas nuevas, A p o t r e , m . n o m q u i a été d o n n é a fy Las cartas de Roma dizen. fy Hazer reír a una Compañía.
d o u z e D i f c i p l e s q u e NOTRE SEI- -fa A p r c n e z qu'IL nc.FAIT p a s BON f e ^ - S ' a p r é t e r , Preparar fie, apare jar fe.
'villa del Réyno de Ñapóles, en el fy Canónico de la/agrada Eficritu- fy A p o r t e r á m a n g e r , Traer la comida.
Principado Ulterior. fy. ra, que contitne Jai revelaciones .¡¿-APORTEZ BIEN de l ' a r g c n t , Traygtt
44 APR A P R A P U APU - A Q_U A R A 4f
A l ' R i o , ville de la T u r q u i e en E u - -<f- cerque/nonos a la ventana. A P T
S'apuier d u credit de q u e l q u ' u n , f e n t i r a , dará fu conftnúmieM». S ' a q u i t c r de fií confcicnce ( Defcar-
r o p e . Lat. A p r o s . Aprio , villa • A p r o c h e z - v o u s d u f e u , Acerquefe • Avr , ville de F r a n c e e n P r o v e n e e ¿
Valer fe del crédito de aiguno. "J" A - t - i l a q u i e í c é / a-t-clle aquiefeé r gar la conciencia.
de la Turquía en Europa. • ufted a la lumbre. • Lat. A p t a J u l i a . y?/>í , villa dt
A v o i r un puilfant a p u i ( T í » e r brazos. • Ha conftntido T • S'aquiter d ' u n vexa.Cumplir un vott.
A p r i s , Enfeñado. • • A p r o c h e z - v o u s de n o u s , Acerquefe • Francia en Provencx.
A P U R I M A , riviere de l ' A m e r i q u e Jt A Q U I L A , ville d'Italie d a n s le R o i a u - • A R A
U n jc'unc h o m m e bien a p r i s , 1 > » • vm. hnofinros. • Apmude, f. difpofition natnrelle
d a n s I c P c r o u . Lat. A p u r i m a . Apu- * ^ m e de N a p l e s . Lat. A q u i l a . Aquí- * * * Á r a b e , m . u n a v a r e q u i rapiñe f u t
moco bien enfeñado. • A p r o c h o n s - n o u s les u n s des a u t r e s , • a q u e l q u e c h o f e , Aptitud, f. difi-
rima, rio de América en el Perú. *|* la, villa de Italia en el Réyno de *•£ tout, Rapiñador.
A p r i v o i f é , a p r i v o i f é e j Amanfado Acerquémonos los unos a les otros.*!? poficion natural para alguna cofa.
AFURWACA , riviere de l ' A m e r i q u e T Ñapóles. X Á r a b e , n é en A r a b i e , Árabe.
amanfada. • A p r o c h e z - v o u s d'clle , AcerquefeJ* A P U
M e r i d i o n a l e . Lat. A p u r v a c a . A- *? AQUILE'E , ville ruinéc d ' I t a l i e , d a n s ^ L e s Á r a b e s , Los Árabes,
J l e l t a p r i v o i f é , Efta amanfado. • ufted a ella. • A p u i , n i . foutien , f u p o r t , ce q u i
purvaca, rio de la América'Me-^T la P r o v i n c e d u F r i o u l . Lat. A q u i - Á r a b e , m . l a l a n g u e des Á r a b e s »
F i l e eft a p r i v o i f é e , Efta amanfada. • L ' h c u r e s ' a p r o c h e , La hora fe acerca. • fert á foutenir , Apoyo, m.
ridienal. *? l e i a . Aquilea, villa afolada dej? Arábigo, m. lenguage de hs d(
C e cheval eft a p r i v o i l é , Efte cavallo*^Le tems aprochc, El tiempo acerca. • H a u t c u r d ' a p u i , u n e hauteur q u i
A QJU Ji Italia, en la Provincia de Friul. jt Arabia.
eflá amanfado. • l i m e fit a p r o c h e r de lui , Me n
' c ^ élevée q u ' a u t a n t qu'il faut
AQUADOECE , riviere dé la T u r q u i e * ? A q u i l í n , c o u r b é en bec d ' a i g l e , JT A r a b e f q u c , ou A r a b i q u e , q u i eft
A p r i v o i í c r , rendre d o u x & m o i n s T acercar a el. _ .2 J ' 0 l , r *~c P o u v t " r a c o u d e r deííus »
en R o m a n i e . Lat. A t h y r a s . - ^ - A Aguileno. ^ d ' A r a b i e , ou q u i a p a r d e n t a u x
f a r o u c h e , Amanfar. * ? S o n ftile a p r o c h e de celui de C i c c - • Altura de media hombre.
quadolce , rio de la Turquía en jT U n n e z a q u i l í n , Nariz aguileña. ^ Á r a b e s , Arábigo, m.
S ' a p r i v o i f e r , quiter f o n naturel fa- T ron > S l i c s c
"fi c w w " d e
J ' & 1 1 1 1 h o m m e q u i a de l ' a p u i , Et.
C e

Romanía. Y A q u i l ó n , m . vent d u N o r d , Aqui- A R A B I E , P r o v i n c e d ' A f i e . Lat. A -


rouclie , Amanfar fe. *? Cicerón, ^ 7 un hombre que tiene buenos po-
AQUAPENDENTE , ville de l'Etat E c - j t Ion, m. viento del Norte. ^ r a b i a . Arabia, Provincia de Afta*
S ' a p r i v o i f e r , Familiarizare , Vo- í A p r o c h e r u n e f c m m e , la c o n n o i t r e * drinos.
clefiaftique. Lat. A c u l a . A qua- ^ AQUINO , ville d'Italie d a n s le R O Í - ^ ARABIE D E S E R T E , c'eft la plus p e -
mefticarfe. T c h a m e l l c n i e n t , Tener accejfo eft fans a p u i , No-tiene quien le
ptniente , ciudad de Italia en el ^ a u m e de N a p l e s . Lat. A q u i n u m . ^ tite partie de 1'Arabie. Arabia>
A p r o b a t c u r , m . celui q u i a p r o u v e 7 una muger. ^ favorezca.
EftadoEclefiáftico. <f, Aquino, ciudad de Italia en el ^ Defierta , es la menor parte de la,
q u e l q u e c h o f e , Aprovador , m. J A p r o f o n d i , Ahondado. _ ^ C h e v a l de b o n a p u i " , terme de M a *
A c u á t i l , q u i nait , & fe n o u r r i t ^ Réyno de Ñapóles. Arabia.
el que aprueva. X A j u o f o n d i r u n f o l i e , o h un p u i t , ^ n e g é , c'eft un cheval q u i a la
d a n s l'eau , Aquátil, lo que na- ^ A q u i s , en parlant des chofes d o n t ^ A,RABIE HEUREUSE , c'eft la p l u s
A p r o b a t i o n , f. Aprovacion , f. ¿» ' e rendre plus p r o l o n d , Ahon- ^ b o u . he fine & delieate & c a p a b l c
ce , y fe alimenta en el agua. «|t o n a la poífellion , Aquiftado , <J, g r a n d e partie de l ' A r a b i e . Arabia
A p r o c h a n t , q u i a q u e l q u e reflem- A dar un fofo , ó un pozo. ^ de bien obéir a la bride , Cavallf
A q u a t i q u e , plein d'can , Aquatico. grangtado. Dichofa, es la mayor parte de lá
blance, q u e l q u e r a p o r t , Semejante. ^ A p r o f o n d i i l a n t , Ahondando.^ ^ de buena boca.^
T c r r e s a q u a t i q u e s , lieux a q u a t i - ^ A q u i í T t i o n , l ' a f t i o n d ' a q u e r i r , Ad- «j> Arabia.
X e s fauíTétcz o n t q u e l q u e chofe d ' a - A p r o f b n d i f l é m c n t , n i . 1'acKon de ^ A p u i íignifie auíli p r o t e f l i o n , Apoyf
ques , Tierras aquaticas. quificion , f. <|» ARACENA , petite ville de l ' A n d a -
p r o c h a n t de la verité , Las falfe- ^ crcufer plus p r o f o n d é m e n t , A- «j, fignifica también protecion.
A q u a t i q u e , q u i croit & fe n o u r r i t ^ A q u i t de d o u a n e , m . Albaran , m. **f loufíe. Lat. Lcelia. Aracena , viütí
dades tienen alguna fimejanza a ^ hondamient» , m. _ ^Apuiant, Apoyando.
d a n s l'eau , Aquatil , que fe cria+\ balbala , f. *j» de Andaluzia.
la verdad. S'apropri.mt, Apropriandofe. ^Apuié, Apoyado.
en-el agua. i j » Par m a n i e r e d ' a q u i t , n e g l i g e n m e n t , «J» ARACLEA , ville de la T u r q u i e e n
11 eft a p r o c h a n t de luiit heures , il «*» A p r o p r i a t i o n , f. l'aclion de s ' a p r o - ^ II eft bien a p u i é , Efta- bien apoyad». Oifeaux a q u a t i q u e s , Paxares aqua- «9» Defcuydadamtnte. • R o m a n i e . Lat. Heraelea. Ara-
eft litiit licurcs o u a p r o c h a n t , Son <|» prier q u e l q u e chofe , Aprepria- ^ Elle eft bien a p u i é e , Efta bien a- tihs. A Q U I T A , ville du J a p ó n , dans l'Ilc • dea , villa de la Turquía en Re*
cerca de las ocho. *> cion/. _ «$• poyad*. A q u e d u c , m . canal p o u r c o n d u i r e <fy de N i p h o n . Lat. A q u i t a . Aqui-ty manía.
A p r o c h a n t , s ' a p r o c h a n t , Acercan- <J» A p r o p r i é , Apropñado. ^ ^ «j» lis f o n t bien a p u i e z , Eftan bien a-. de l'eau d'un lieu a un a u t r e , Ar-'fy ta, villa del Japón , en la Ifta de «J> ARAGÓN , R o i a u m e d ' E f p a g n e . Lat.
do fe. **f- H eft bien a p r o p r i é , Eftabicn apro-^ poyados. caduz, encañado , m. • Niphon. 'tf- A r a g o n i a . Aragón, Réyno de Ef-
A p r o c h a n t 1c f e u , s ' a p r o c h a n t . du 4» priado. ^ Elles f o n t bien a p u i é c s , Eftan bien A q u e r a n t , Adquiriendo, aquiftan-• AQUITA , P r i n c i p a n t e ou R o í a n m e • paña.
feu , Acsrcundofe a la lumbre. <|» Elle eft bien a p r o p r i c c , Efta bien <g» apoyadas. do. • d u ¡ a p o n . Aquita, Principado fi V A . r a g o n , m . fleuve d E f p a c n c q u i 3
A p r c e h c , f. mffluvcment par l c q u e l ^ » apropriada. ^ » A p u i e - m a i n , m . baguette d o n t le A q u e r c u r , ni. celui q u i aquiert , • Réyno del Japo». **• fa fource d a n s íes Pirenccs , p a r
une p e r f o n n e ou u n e chofe a p r o - • S ' a p r o p r i e r q u e l q u e c h o f e , en ufur- «J» Peintrc fe fert p o u r a p u i e r la m a i n Aqutftader , m. • A Q U I T A I N E , P r o v i n c e de F r a n c e , V c o u r t un c o i n de 1'Aragón , &
che d'une a u t r e , Acercamiento, m. • per la p r o p r i e t c , Apropriarfe al- • lors q u ' i l p e i n t , Palito fobre que A q u e r i r q u e l q u e c h o f e , Adquirir , • c'étoit u n e des q u a t r e parlics q u e V a p r é s il entre d a n s la N a v a r r e , .
I . c s a p r o c h e s d'un fiége , les t r a v a u x • gnna cofa. • el Pintor afuma la mane quand* ó aquí'fiar alguna cofa. • les R o m a i n s a v o i e n t faites des V 1 o u il fe j e t t e dans l ' E b r e . Aragón,
q n c l ' o n c o n d u i t par tranchéc j u f - • A p r o p r i c r , A g e n c c r , a c o m m o d e r , <$• efta pintando. S ' a q u e r i r , Grangear, • G a u l c s . Lat. A q u i t a n i a . Aquita- • m. Río dt Efpaña tiene fu origen-
q u ' a u c o r p s de la place q u ' o n a f - < * Apropriar , ó aproprtar. ^ • A p u i e r , foutenir, cíaicr, Apoyarj S ' a q u e r i r de l'Iionneur , Ganar • ni* , Provincia de Francia. *** en los Pireneos, corre por una par^
í i e g e , Las trincheras de un fitio ,f.*\* A p r o u v a n t , Apr ovando , ó afro- • foftentr. honra. • A q u i t e r q u e l q u ' u n , le rendre q u i t e * * * te del Réyno de Aragón , y entrai
L u n e t t e d ' a p r o c h e , Antojo de lar- • bando. • A p u i e r , proteger, aider, fivori- A q u é t , m . Aíquif.cion , /. • de fes dettes , Perdonar la deuda • en la Navarra adonde fe defearg*
ga vifta , m. • A p r o u v é , Aprovado. • f e r , Amparar, apadrinar. A q u e u x , tenant de la natnre de l'rau, • a alguno. enelEbro..
A p r o c h é , Acercado. • Il eft a p r o u v é , Efta aprovado. ^ • S u r q u o i a p u i e z - v o u s ce q u e v o u s o h qui a b e a u c o u p d ' c a u , Aquofo. • A q u i t e r des m a r c h a n d i í e s a la d o n a - X A r a g o n o i s , n é e n A r a g ó n , Ara.°.
A p r o c h e r , mettre p r o c h e , m e t t r e • L e üvre tft a p r o u v é , El libro ejla** dites : En que funda ufted le que A Q U Í , ville d'Italie d a n s le M o n - * T n e
> Declarar las mercancías e/i*£ gonés
prés , Acerrar. • apr ovad o. ^ • dize t ferrat. Lat. Aquaa S t a r i c ü x . Aqui, " y la aduana , y pagar los derechos. <* L e s A r a g o n o i s , Los Aragonefes.
A p r o c h c z la rabie du f e u , Acerque • A p r o u v e r , agréer une c h o f e , y d o n - * S a p r e t c n t i o n eft a p u i é e de bonnaí villa Ae Italia en el Monférrato. *? A q u i t e r fes d e t t e s , Pagar fus deudas. A r a i g n e , ou A r a i g n é e , f. infecté
ufted la mefa a la lumbre. • ncr fon c o n f e n t e m e n t , Aprovar.**' r a i f o n s , Su prcttnfton efta, fundas- A Q U Í , petite ville du j a p ó n . Lat. lT S ' a q u i t e r de fon d e v o i r , Cumplir con ¡ ' v e n i m e u x , Araña , f.
S ' a p r o c b e r ,, Acercarfe. • Jj ' .a .p r .o —
u v e| ,. tu
. « a.p.r ,o >
u v e, s ,. il
„ ja ,p r, ovu„v e, ; J . da juvit
fobre aucnas
buenas razones. A q n i a ; Aqui , villa del Japón. Y fu obligación. - Y A r a i g n é e , la toile q u e . f o n t les a r a i -

jF
.„ r J I w n n razones.
R E M A R Q_U E IIOMS a p r o u v o n s , v o u s a p r o u v e z * A p u i e z d a v a n t a g e fur le c a c h e t , A- A q u i e f c a n t , ConfiniisrJ.o. Y II s'eft a q u i t é de fon d e v o i r , Cum- ¿ * g n é e s , Tela de araña , f.
ranfois difent , s'aprocher ¿ *Te
i's a p r o u v e n t , Apruevo , aprue-• priete ufted mas el ftílo. A q u i e f c e m c n t , m . GOnfentimien-jE. plio con fit obligación. ARÁIS , g r a n d fleuve de r A r m c n i e . .
quelqu'un o u de quelque lieu j les * vas, aprueva ; aprovamos , apro- • Il lui a p u i a le piltolct d a n s le v e n t r e , to , m. Y S ' a q u i t a n t de fen d e v o i r , Cump'ien- £ Lut. A r a x e s . Aráis, ritcaudalofit
Zfpagnols itjent ,, A
difent c e r c a r l e aa aal-
Acercarle l - JTT vais
vais ,, apruevan.
apruevan. ]aT Le pufo la pifióla en la barriga. ' Aquicfccr , d o n n e r fi.i confente- ^ do con fu obligación. ^ di Armenia.
algún lugar. Y J ' a p r o u v e ce q u e v o u s a v e z d i t , A- *? S ' a p u i t r , s'aider de q u e l q u e c h o f e m e n t , Confinar , dar fu confien- ^ J e m e fuis a q u i t é de m o n d e v o i r , ^ ARANPA DE DUERO , ville de Ca<-
Excmples. jj* fruevo lo que ufted ha dicho. 7 q u i ferve d'altui , Arrimarfe <*. timiento. ^ CumpTi con mi obligación. ^ llüle la Vieille. Lat. R a u d a . A-
A p r o c h e z - v o u s de m o i , Acerquefe T A p r o u v e z ce q u i eft fait , Aprueve T alguna cofa. II aquiefea , eile a q u i e t a , Confín- ^ J e ni'aquiterai de m o n d e v o i r , Cum- ^ randa de Duero , villa de Caftilla
vm.ami,arerqucnfeuftedesami.¿ ufted lo hecho. A S ' a p u i e r fwr le conde , Acodarfe. tío, dio fu confmtimiento. ^ pitre con mi obligación. ^ la Vieja.
11 s ' a p r o c l i a d u C h a t e a u , elle s ' a - 7 L ' a p r o u v e z - v o u s ? Lo aprueva ufted ? ^ S'apuier contre un arbre , Arrimarfit. II a aquiefeé , elle a aquiefeé , Ha il s ' a q u i t e r a de f o n d e v o i r , Cum-^ A R A M O S , riviere de T r a n f i l v a n i e .
p r o c h a du C h a t e a u , Se acerco aljí]e ne l ' a p r o u v e p a s , No lo apruevo. ^ aun árbol. confentido , ha dado fu confien»• <fa pli-a con fu obligación. «j> Lat. A r a n u s . Arunios , ri» dé
Caftillo. ^- '1 f a u t q u e je l ' a p r o u v e , Es mene- jh. L'échelle s ' a p u i e c o n t r e le m u r , L$ miento. S ' a q u i t e r de fia promeflé > Cumplir ^ Tranfiylvánia.
^ p r o c h o u s nous de la fenctre, A-fy fter aue yo lo aprueve, fe efcalera fe arrima» la pared. .
í l a q u i e l e e r á , elle a q u i e f t e r a > Con- lo promttidot .-¿•Ararat, f. u n e des m o n t a g n e s d¿
46 A R B A R B A R C
Armeniie o í i repofa l ' A r c h e d efat e Franc « r b i t r e , le Libre arbitre,-^f- n o t r e Sdiiveur fut atache , El ar* ARC A R C A R D 47
N o é , Araratht, f. una de las& Libre albedrio. ^ fa bol de la Cruz.. A r c h e , f. arcade d ' u n p o n t , Ojo dt p e d a n t ,Archipobre,archipedmti,m. fa dit q u ' a u figure, Ardientemente
puente, m. X ARCHIPEL , A r c h i p c l a g u e , ou l a - ^ con mucho ardor. •
montañas de Armenia , adonde fa A r b i t r e , J u g e choiíí par le c o n f e n & Arbrfcs , Arboles.
L ' A r c h e cíe N o é , le vaifleau q u ' i l *+* m e r E g é e . Lat. A r c h i p e l a g u s . *)f T r e s ¿rdenment,Ardentifijfímamcnte
reposo el arca de Noé. "j" t e m e n t des p a r t i e s p o u r termine r T Arbres f r u i t i e r s , Arboles frutales.
conftruifit par o r d r e de D i e u , El Archipiélago , ó el mar Egeo. ARDENNE , g r a n d e & fameufe f o r c t
ARAW , petite viile de S u i f l e . d a n s * £ nn diíFerend, Arbitro,m. hombre ^ A r b r i e r d'une a r b a l e t e , m. c'eft o i
arca de Noé , f. " y A r c h i p o e t c , m . Archipoeta, m. y de l'ancienne G a u l e B e l g i q u c , en-
le C a n t ó n de B c r n e . Lat. A r o - 1 ^ P*
u t os
contrarias
rte$
efeogen fa o n m e t la fleche , Tabla de una
L ' A r c h e de l'alíiance , El arca de la * £ Archiprétre , m . C u r é q u i a q u c l - y tre la ville de N a m u r & L u x e m ^
v i u m . Arau , villa de Suiza, r»* para ajufiar una diferencia, fa ballefta , f.
alianca, f. * ^ preéminence fur les autres b o u r g . Lat. A r d u e n n a . Ardenas,
el Cantón de Berne. ]fk o u s " c s ' ' a r ^ r r e de 1 1 1 3 f o r t u n e ,faA r b r i f l e a u , m . p e t i t a r b r e , Arbe.
A r c h e r , ' ni', q u i tire des fleches avec X C u r c z
> Archiprefie ,m. • grandifimo bofique dt la antigua
A R A X A : , riviere de l ' A m e r i q u e M e - X Ufied es el arbitre de ¡mi fortuna. J Hilo , m.
u ñ a r e , Ballefiero, m. *? A r c h i p r é t é , m . la d i g n i t é , la cliar- *%* G aula Bélgica, en el Ducado de-
r i d i o n a l e . Lat. A r a x a i u s . Ara-J? A r b i t r é , Arbitrado. Y Arbufte , m. petit a r b r e , Arbolillo, A r c h e r , celui q u i execute q u e l q u e * g e & la j u r i f d i t t i o n d'un A r c h i - y Luxemburgo.
xai , rio de la América Merñiio-? Arbitrer , j u g e r , eílimer , o r d o n - fa arbufio , m. ordre de juftice & de p ó l i c e , Al- X p r é t r e , Archiprefiazgo, m. y A r d e n t , q u i eft en f e u , q u i eft a l l u ,
guaztl, tn. X A r c h i t e c l e , m . celui q u i fcait l ' a r t y ^mé, enflammé, Ardiente.
nal. 7 n e r , a d j u g e r plus o u m o i n s , fe- fa A R C « i , T, y r. , .,, *& i r . , A. 1
i l ' " - " " ' " ' « n e , ^trátente.
A r c h e r de P r e v o t , Cuadrillero, m. ^ de faire batir , Archittclo, m. V C h a r b o n ardent Brafa f.
A R B 7 I o n q u ' o n le t r o u v e á p r o p o s . ^ í r -faA R C , riviere de S a v o i e . Lat. Ar- A r c h e t , m . petit arc a v e c lequel o n ^ II eft b o n A r c h i t e c t e , Es buenArchi- *> A r d e n t , m e t a p h t o u t c'e o u ¡ fe f a i t
tire le fon des y i o l o n s , & c . Arco% teto. f í; ¿ _
A r b a l c t c , f. forte d'arc ou d ' a r m c X bttrar. fa c u s . Arco , rio de Savoya. . ¿ a v
.iiti. jjdinuii ix vencmence , cir-
c c p a f f i o & v e h c m c e A r

cón que tocan el violin, m. ^ A r c h i t c c t u r e , f. l'art d e batir , Ar- diente, todo lo quefiehaze con
de t r a i t , BttUefia. T ARBOGA , ville du C o m t é de B o u r - * A R C , petite riviere de P r o v e n c e .
A r c h e v é c h é , m . Arcobifpado, m. ^ chiteñura, f. ^ fervor y vehemencia.
U n c o u p d'arbalete , Vn baüefiazo. T g o g n e . Lat. A t b o g i a . Arboga , X Lat. A r c u s , L a r i s . Arco , rio de
II y a qulnze A r c h e \ échez cn F r a n - ^ A r c h i t r a v e , c. grofle piece de b o i s Zéle a r d e u t , Zelo ardiente.
Anbalete , fleche, báton de J a c o b , ^ villa del Condado de Borgoña. ^ Provenca.
c e , q u i font celui de P a r i s , de ^ a p u i é e fur deux c o l o n n e s , a u - Devotion atdente,Devocionfervorefií
o u r a i s n a f l r o n o m i q u e , i n f t r u - ^ ARBOIS , petite ville de F r a n c e dansfaA r c , m . a r m e de trait , avec Ia-
L i o n , de R h e i m s , de T o u l o u í e , ^ deíliis de laquelle efl la f r i f e , Ar- ^ T r e s a r d e n t , Ardientifijmo.
inenr d o n t o n fe fert fur m e r p o u r ^ le C o m t é de E o u r g o g n e . Lat. A r - fa quelle o n tire des fleches , Ar-
de V i e n n e , d'Atles , d e B o u r - ^ chitrave , m. grande viga que a- ^ Arélente chandeile , c'eft d a n s u n a
p r e n d r e les hautcurs des aftres , ^ b o r o f a . Arboes, villa de Francia fa co , m.
Baile ¡lilla, f. ,*» en el Condado de Borgoña, g Petit arc , Arquillo, tn. arco pe- d e a u x , d'Aufche , d ' A i x , de N a r - ^ traviefa un edificio. * p o m p e fúnebre le l u m í n a i r e q u i
Arbaletrier , ou arbaletier , h o m m e A r b o r a n t , Arbolando. X que»o. b o n n e , de T o u r s , de B o u r g e s , <J» A r c h i v e s , f. lieu oii l'on g a r d e desX brule a u t o u r de la biere ou déla
d e g u e r r e q u i tiroit de l'arbalete , «$, A r b o r a n t le d r a p e a u , Arbolando la ^ T i r c r de l'arc , Tirar con el arco. de R o ü e n , d e S e n s , & d ' E m b r u n . <j» t i t r e s , des c l i a r t r e s , &c. Archi-z r e p r e f e n t a t i o n , Hacha, f.
Ballefiero, m. <$• bandera. fa A v o i r pluíieurs c o r d e s , ou plus d ' u - C e s q u i n z e Archevéchez o n t í i x - v o s , m. *?? A R D E S , petite ville de F r a n c e e n
II n'eft p a s g r a n d a r b a l e t r i c r , No es <£• A r b o r é , a r b o r é e , Arbolado , ar- fa ne corde a fon arc , Tener muchos v i n g t s Evéchcz f u f f r a g a n s . Hay ^ A r c h i v e s , p a p i e r s , titres , c h a r t r e s , X. A u v c r g n e . Lat. A r d e f i a . Ardes ,
buen ballefiero. «{• bolada. fa medios para confeguir lo que fe quinze Arcobifpados en Francia , ídem. t villa de Francia en Auverña.
A R B E , lie d u G o l f e de V e n i f e . Lat. ^ L ' é t e n d a r t eft a r b o r é , El eftandarte fa pretende.
que fon, el de.Paris, de León , de i|» Archiviíle , m . celui q u i g a r d e les ^ A.RDESCHE , riviere de F r a n c e . Lat,
A r b a . Arbe , lfiadel Golfo de Ve-4ft efia arbolado. X A r e de cercle , t e r m e de G e o m e t r i e , • Rheims, de Tolofa, deViena, deip. A r c h i v e s , Archivero, ó Archivifta, ^ A r d e f c a . Arde fea, rio de Francia.
necia. 4» L e d r a p e a u eft a r b o r é , La bandera^ p a r t i e de la circonference , Cir- Arles, de Burdeos, de Aux, de •¡i? m. el que cuyda y tiene las llaves ^ A r d e u r , f. c h a l e u r v e h e m e n t e , c h a -
ARBELES , ville d ' A f i e , fameufe par *** efia arbolada. fa culo, m.
la g r a n d e bataillc q u ' A l e x a n d r e L a
c r o i x eft a r b o r é e , La cruz efikfaA r c de t r i o m p h e , ou arc t r i o m p h a l , Effe , de Narbona, de Turs, de 4fr de los Archivos. ^ leur e x t r e m e , Ardor, m. calor
Surges, de Rúan, de Sens, y de A R C I S , petite ville de F r a n c e c n ^ vehemente.
g a g n a c o n t r e D a r i u s , & q u i le m i t •»$• arbolada. fa Arco dt triumpho , m.
Ambrun. Efios quinze Arcobifpa-*t* C h a m p a g n e . Lat. Arciac?. Arcis, ^ A r d e u r , feu d'efprit , activité d e
e n poflcííion de l ' E m p i r e d'Afie. J¡p A r b o r e r , élever , plantcr q u e l q u e -í>- A r c - e n - c i e l , forte de M c t e o r e , Ar- des, tienen ciento y veynte übifp.t- villa de Francia en Champaña. ^ la paífion d a n s q u e l q u e chofe q u e
Arbela , villa de Afia, famofa*^ c h o f e h a u t 5c d r o i t , Arbolar. co en cielo. dos fufraganeos. <$• ARCLO , petite viile d'Irlande. Lnt. ^ ce [oh , Ardor, m. aíiividad , f.
por la memorable batalla que A- y " A r b o r e r le d r a p e a u , Arbolar la ban- *j£ A r c - b o u t a n t , m . pilier q u i -finit e n Archcvéque, m. Evcquc Metropo- ^ A r k e l o a . Arelo, villa de Irlanda. ^ A v e c b e a u c o u p d'ardeur , Con mu»
lexandrogano contra Daño, y que V dera. d e m i arc & q u i fert a f e u t e n i r une iitain qui a certain n o m b r e d'E- V A r c o n , m . partie de la filie d'un^*» cho ardor.
le pufo en pofeffien del Imperio de +t* A r b o r e r l ' é t e n d a r t , Arbolar el efian- fa v o u t e , Eftantal, eflrivo de pa- v c q u e s p o u r fufFragans , Arfí-*fc c h e v a l , Arzón de la fiila de un í<. A R D U A , petite riviere d ' A n d a l o u -
4

Afiia. *t* darte. fa red, m. bifpo, m. V" cavallo , ra. ***fie.Lat, A r d i l a . Ardila, rio do
ARBERG , ville de la Suifle. Lat. Ar-+t* A r b o r e r la C r o i x , Arbolar la Cruz, fa A r c a d e , f. v o u t e , o u v e r t u r e c i n - A r c h i d i a c o n a t , m . la d i g n i t é d'Ar- *t* ARCOS , ville de l ' A n d a l o u f i e . Lat. «J» Andaluzia.
b e r g a . Arberga, villa de Suiza. *i* A r b o r e r le p a v i l l o n , Arbolar el pa~& trée , Arco, m. chidiacre, Arcedianazgo ,m.d¡g- 4^' A r c u s . Arcos, villa de Andaluzia. ¿fa A r d i l l o n ,. m . petite p o i n t e a u m i -
A R B r A , riviere d'Italic e n T o f c a n e . y ' vellón. _ _ X ARCADIA , petite ville d e G r c c e . nidad del Arcediano. y ARCOS , petite viile de Caítille la lieu de la boucle , Clavo de unta
Lat. A r b i a . Arbia, rio de Italia *V ARBOURG , petite ville d é l a Suifle •• Lat. A r c a d i a . Arcadia , villa de A r c h i d i a c r c , m . celui q u i eft p o u r - y V i c i l l e . Lat. A r c u s . Arcos, villa *J» hcvilla , m.
enTofcana. fur la riviere d ' A a r . Lat. A r b u r - j|£ Gtecta. v ú d'une d i g n i t é Ecdefiaftique y de Cafiilla la Vieja. ARDMANOTH , P r o v i n c e d'Ecofle.
Arbitrage , m . j u g e m e n t d'un d i f - ^ g n m . Arburgo , villa dt la Suiza ^ A R C ADÍE , a n c i e n n e T r o v i n c c d u q u i lui d o n n e i n f p e f t i o n fur les * £ A R D «J* Lat. A r d a n o t h i a . Ardmanota ,
f e r e n d p a r des a r b i t r e s , Arbi- j £ ¡obre el rio de Aar. fa P e l o p o n e f e . Arcadia , antigua C u v e z de la c a m p a g n e , Arce- X ARDAGH , petite ville d'Irlande. Lat. *J» Provincia de Efcocia.
trio , tn. J £ A r b o u f e , f. f r u i t d e l ' a r b o u f i e r , fa Provincia del Peloponefe. diano , m. X A r d a c h a . Ardag,villa de Irlanda. ^ » A r d o i f e , f. efpece de pierre t e n d r e
M e t t r e q u e l q u e chofe en a r b i t r a g e , ^ * * Madroño, m. fruta. -fr ARCAN , ville d e la T a r t a r i e defer- A R C H I D O N E , petite ville d'Efpagne'*f' ARDASTAN , ville de Perfe. Arda-*$¡? & bleuatre, Pizarra,
Poner alguna cofia en arbitrio. X A r b o u f i e r , m . forte d'arbre , Ma-~Y te en Afie. Lat. A r c a n u m , Arcan, d a n s . l'Andaloufie. Archidona , * fian, villa de Perfila. J¡¡f Ardoifiere , f, carriere d'ou l'on tire-
A r b i t r a i r e , Arbitrario. J droño, m. árbol. ^ villa de la Tartaria defierta en villa de Efpaña en Andaluzia. X A R D A T , petite ville d'Irlande. Lat. de l'ardoife , Pizarral, m. lugar 1
A r b i t r a l e m c n t , Arbitrariamente. * ? A r b r e , n i . le plus g r a n d des V e g e - ^ Afia. Archiduc, m . celui q u i a q u e l q u e ^ * A r d a t u m . Ardato, villa de Ir-Jfr de donde facan las pizarras.
A r b i t r a l , fait par des a r b i t r e s , - ^ - ¿ T taux , Árbol, m. - ¿ - A r c e n a l , m . m a g a z í n d ' a r m e s 5c de preéminence par-deflus les autres £ ¡anda. "S* A R D R A , R o i a u m e d ' A f r i q u e en G u i -
bitral. ? C'eft un b o n a r b r e , Es buen árbol, fa toutes fortes d'apareils de c u e r r e , D u c s . Archiduque, tn. Tardzbil, ville de Perfe. Lat. Arde-néc. Lat. A r d r a . Ardra,%éyno de
A r c h i d u c h é , m . Archiducado , m. X bi la. Ardebilla, villa de Perfila. *fy África, en Guinea.
Sentence arbítrale, Sentencia arbi- X Petit a r b r e , Arbolillo, pequeño ar-Arfcnal, m. ataracana ,"f.
A r c h i d u c h e f l e , f. Archiduque fa, f. X-ARDE'E , petite riviere de la bafle ARDRES , petite ville de F r a n c e ert-
tral. A bol. X Archal , m . letón , il n'eft en u f a -
Archlépifcopal, apartcnant á l ' A r - ^ N o r m a n d i e . Lat. A r d u r u s . Árdea, ^ Picardie , a u C o m t é d e G u i ñ e s .
A r b i t r a t e u r , m . a m i a b k c o m p o f i - ^ A r b r e fruiticr , Árbol frutal. ^ g e q u e d a n s cette phrafc ,fild'ar- , '„ r i +¡p .,v...,... .i. u » , ..muí»..au»», i
u ± JCarene , a u ^omte a e uuines.
t e u r , Arbitrador, m. el Juez ar- ^ A r b r e de Prefíbir , Hufillo de pren-¿f. chai Alambre, ó arambre , m. • c h e y e q u e , Arcovtfpal. ^ rio de la Normandia inferior. *%* Lat. A d r a . Ardres, villa de Fran-
litro que compone amigablemente ^ fa , m. fa A r c h a n g e , m . A n g e d'un o r d r e fu- A r c m e p i l c o p a t , m . Arcobifpado, m. ARDENBOURG , petite ville de F l a n - • aa en el Condado de Guiñes.
las partes entre fi ¿ifiordes. ^ A r b r e G e n e a l o g i q u e , Árbol Genea-fa perieur , Archañgel , m. A r c h i m a n u n t e , m . Superieur de ¿ dre a trois lieués de B r u g e s . Lat. <P A R D S T I N , riviere d'Ecofle. Lat*
q u e l q u e M o n a í l e r e , Archim/in- ^ A r d e n b u r g u m . Ardenbmgo, villa *%* A r d f t i n u s . Ardfiin, rio de Efcocia^
A r b i t r a t i o n , f. Arbitramiento, m. jfc. lógico. ^ ARCHANGEL , ville confldcrable d e
frita, m. ^ dcFlandes a tres leguas de Bruja; fa A R E
A r b i t r e , ni. faculté de l'ame p o u r ^ A r b r e de n a v i r c , le m á t d'un n a - X la M o í c o v i e . Lat. Archangelo-
Archipcdant, va, qui eft tout-á-faitfaArdcnraent, avcc ardcur_, il ne f e * A R E , petite riviere d'Angleterrs a
f e d é t c r m ' n e r a u n e chofe p l u t ó t ^ vire, Miifiil de navio, m. ^. poli., Arcanjel , ciudad confide*
ciu'a un a u t r e , Albedri" ¡ tn, fa L ' a r b r e d é l a C r o i x , la C r o i x 0\xfa rabie de Mofcovta»
A R L A R M ARM 49

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¡art de c a l c u l c r , Artthmetlctl, f.ltQ Arme a feu Roca de fuego , f. ^ A r m e f , f o u r n i r d a r m e s , Armar ,
ciencia de contar. * A r m é , a r m é e , Armado i armada^ dar armas.
ARE ARG A R I A n t h m e t i q u e m e n t . y í r / í A ' w e í J M » ; » » - * A r m é de t o u t e s picces , Armado de * A r m e r , revétir d ' a r m c s défenfives ,
a » C o m t c d ' Y o r c k . Lat. A r u j . "fr Peint d ' a r g e n t p o i n t d e Suifle , 5 / » Argumenter, Argumentando. te. A R L * punta en blanco. * Poner las armas fuertes.
Are, rio de ¡ngalaterra , en el^ dinero no hay nada. *fr A r g u m e n t a n ! , m . q u i a r g u m e n t e JIRLANZA , riviere d e C a n i l l e la * Il cíl a r m é , Efta armado. * A r m e r , étant m i s a b f o l u m e n t , í i -
Condado de Torka. *** ARGENTAC , petite ville de F r a n c c * dans u n aéte public , Argumtn- V i e i l l e . Lat. A r l a n z a . Arlanza , * Elle eft a r m é e , Efta armada, * g n i ñ e , lever des forecs , Levan-
A R E , riviere d ' A l l e m a g n e . Lat. * d a n s la P r o v i n c e 'de L i m o u f m . Lat. * tador, m. rit de Citftilla la Vieja. * II eft bien a r m é , Eftk bien armado, * tar gente de guerra.
A b r i n c a . Are, rio de Alemania *? A r g e n t a c u m . Argentaca , villa * A r g u m e n t a t e u r , m . q u i a i m e a ar- ARLANZON , r i v i e r e d e Citílille la * Elle eft bien a r m é e , Eftk bien armada. 4^? S'armer , prendre fes a r m e s , Ar*
ABEBICO , petite ville de 1'Amcri- *f de Francia , en la Provincia de * gumenrer , ídem. Vieillc. Lat. A r l a n z o . Arlanzon , * Hs font a r m e z , Eftan armados. * marfe.
q u e S c p t e n t r i o n a l e . lat. Arebi- Z Limo fin. * A r g u m e n t a t i o n , f. a í t i o n & m a n i c - rio de Caftilla la Vieja. * E ü c s í o n t a r m é c s , Eftan armadas. *Armet, m . forte d e c a f q u e , AU
c a . Arebi co, villa de la América*? ARCENT AN , petite ville de F r a n c c * re de faire des a r g u m e n s , Argn- A r l e q u í n , b o u f f o n d ' u n e C o m e - * A r m e s , a u pluriel eft p l u s en u f a g e , * mete, yelmo, capacite, m.
Septentrional. ? en N o r m a n d i e . Lat. Argenta-* mentación, f. acción y modo dt d i e , Arliquin, bufón de una Co-£ Armas, f. * ARMINACHA , petite ville de N a t o -
ARENSBERG , ville d ' A l l e m a g n e en ? mim. Argentan, vida de ¿rancia'*' argumentar. médin. * A r m e s ofFenfives ck défenfives , Ar-£ lie. Lat. A r m i n a c h a . Arminaca ,
W c u p h a l i c . L»t. A r t n s V c r g a . A-\? en Kormandia. * Argumenté, Argumentado, A R L E S , ville d e F r a n c e en P r o v e n - T mas efenfivasy defenfivas. ? pequeña villa de Natalia.
rensbergue , villa de Alemania e?? 5,. A r g e n t é , Plateado, argentado. * A r g u m e n t e r , faire des a r g u m e n s , ce. Lat. A r e l a t u m . Arles , villa ? P r e n d r e les a r m e s , Tomar las armas.*? A R M I R O , petite riviere de i'He de
Vesfália. X II eft bien a r g e n t é , EJla bien platea - raifonner , Argumentar. de Francia en írovenca. T P o r t e r les a r m e s , Traer armas. *? C a n d i e . Lat. A r m i r u s . Armiro*
A r e o p a g c , m . tribunal des A t h é - 4 * , do, efta bien argentado. T A R H A R t E S , petite ville d u "Cornté d e ? I 3 e m e u r e r f o u s les a r m e s , Zftkr fo-*f rio de la Ifla de Candi*.
iiiens', Areoprga , m. tribunal de ^ Elle cíl bien a r g e n t é e , Efta bienpla-ARHUSEN , ville de D a n c m a r c . Lat. R o u í i l l l o n . Lat. Arulae. Arles , ? bre las armas. T A R M I R O , ville de la T u r q u i e d ' E u -
los Atbenienfcs. ^ teada, efta bien argentada. A r l u i l k . Arhuft» , villa de Dina- pequeña villa del Condado rfe R « / - X Pofer les a r m e s , m e t t r e bas les a r - T r o p e , en M a c e d o i n e . Lat. A r m i -
A r e o p a g i t e , m . S c n a t c u r , ] u g c de ^ Gris a r g e n t é , Blanquizco. 1 marca. filíon. A m e s
> Dexar las armas. - r u s . Armiro, villa de laTurquia
l ' A r c o p a g e , Arcopagita , m. Se- A r g c n t e r , c o u v r i r de fcuilles d'ar- * A R I A R L E S , bellc ville p r o c h e de la A A u x a r m e s , cri m i l i t a i r e , Tornen^ de Europa, en Mactdónia.
nader Juez del Arcopago. ^ g e n t , Platear, argentar. ^ A R I A N O , ville du R o y a u m e de N a - C r a u , a u n e lieu'é de L a n g u c d o c . ^ las armas, alas armas. ^ A r m i f t i c e , n i . Armifticio, m.
AREQUIPA , ville du P e r o u . Lat. ^ Argenteric , f. vaillclle é-c autres ^ pies d a n s la P r i n c i p a u t é U l t e r i c u - Arles, hermofaciudad cerca de la ^ Paíler p a r les a r m e s , Paffar por las^ ARMOA , petite r i v i e r e d e l ' A r c a -
A r c q u i p a . Arequipa , villa del,** s n e u b k s d ' a r g c n t , Plata ¡airada. ^ re. Lat. A r i a n u m . Ariano,villa Cran, a una legua de Lengua-de-^ armas, a alguno arcabucear k al-^ d i e . Lat. A r m o a . Armoa , rio de
Perú. «¡jj. A r g e n t i e r , Officier d a n s u n e g r a n - ^ del Réyno de Ñapóles en üPrinci- oca. guno. ^ la Arcadia.
ARESTINCA , lie ele la mer de Per- de m a i f o n q u i diítribué l ' a r g e n t ^ podo Ulterior. AJRLON , petite ville a u P a í s de ^ L e s a r m e s f o n t j o u r n a l i e r e s , J ü w ^ A r m o i r e , f. o u v r a g c de m e n u i f e r i e
fe. Lat. A r t í t i n g a . Areftinga , «$» p o u r la d é p e n f e , Defpenfero, m. ^ A R I C A , petite ville du P e r o u . Lat. Luxembourg. Lat. Arlaunum. ^ armas fon jornaleras. ^ p o u r mettre des habits tk d u l i n g e ,
Ifla de U mar de Per fia. «^'ARGENTII.RE , petite ville de L a n - ^ A r i c a . Arica , villa del Perú. Arlon , pequeña villa en la Pro- ^g» M a i t r e d ' a r m c s , m a í r r e en fait d'ar- Armario , m.
A r : t e , f. ce q u i fert d'olTcmens aux «$» g u e d o c . Lat. A r g e n t a r í a . Argén-^ A r i d e , fec , m a i g r e ou fteriic, a u p r o - viñeta de Lnxem burgo. ^J» m e s , Maefiro de efgrima , m. A r m o i r i e s , f. a r m e s e n t e r m e s d e
poifibns , Efpina de pefcado , / . «j» fiera, villa de Lengua-de-oca. «j, pre ¿Sean f i g u r é , Seco, flaco, árido. A R M 4}» F a i r e des a r m e s , Efgrimir. <fy b l a f o n , Armxs en un blafon , f.
A t e t e de lame d'épcc , partie é l c v é e « j i - A R G E N T I E R E , He de- l'Archipel. Lat. «g, A r i d i t é , fechercífe, fteribré, f. Ari- A R M A , P r o v i n c e d u R o i a u m e de Sale d ' a r m e s , Sala de efgrima , f. < j j » A r m o i f e , f. forte de plante , Arte-
q u i regne le l o n g de la lame , Lo- A r g e n t a r í a . Argenuera , ifla dei f/fr dez , fequedad , efterilidad, f. P o p a i a n en A m e r i q u e . Lat. A r - A r m é e , f. g r a n d n o m b r e de trou-<(¡» mifia , f. planta.
mo de la ola de una efpada. -»¡» Archipiélago U n e terre a r i d e , Vna tierra feca. m a . Arma, Provincia del Réyno <$» pes afí^mblées en u n c o r p s f o u s la <|» A r m o i í i n , m . forte de taffetas ,
AREVALO , viile de Canille la V i e i l - <J» A r g c n t i n , de coulcur blanche, Plan- ij, ARIEGE , riviere de L a n s u e d c c . Lat. de Popay/tn en América. ^ c o n d u i t e d ' u n G e n e r a l , Excrci-^ Tafetán doble.
le. Lat. A r c v a l u m . Arevalo , vil- * quizro. fijj* A r i e g a . Ariega , rio de Lengua- ARMADABATH , ville d ' A f í c . Lal.^ fo, m. armada, f. 4 A r n i o n i a c - m . fel volatile &; a r t i h -
>

la de Caftilla la Vieja. * A r g c n t i n , A r g e n t i n o , q u i a le f o n <fy de-oca. A n n a d a b a t h u m . Armad&batc , * A r m é e n a v a l e , Armad* naval , f.^ ciel , Armoniaco , m. fal volátil,
A R E Z Z O , ville E p i f c o p a l e ele T o f c a - * * • c l a i r & a i g u , Sonoro, Sonora, a- A r i g o t , otl I . a r i g o t , m . efpcce d e villa de Afia. « J f A r m e l i n e , f. p e a n tres-fine & tres- 4fr A r m o r i a l , m . livre c o n t c n a n t les
nc. Lat. A r e t i u m . Arezo, ciudad^ gudo , aguda. fifre , Pifan o , m. ARMAGH , ville d ' U l t o n i e en I r - * b l a n c h e , Armelina ,f. U piel dtl^p a r m o i r i e s d e pluíieurs íamilles
Epifcopal de Tofcana. * A r g t n t i n e , (brte d ' h e r b e , Agrimo-••$•> A R I M A , petite ville d u J a p ó n . Lat. l a n d e . Lat. A r m a d í a , Armago , * armiño. * n o b l e s , Libro adonde eftan pin-
A R G nía filvage. * A r i i n a . Arima, villa de! J apon. villa de Irlanda, * L ' a r m e l i n e eft la p c a u de l ' a r m i n e , * tadas las armas dt diverjas fami-
A R O , petite T¡vicrc d ' A l l e m a g n e en * ARGENTO , petite riviere d ' A l b a n i c . * $ * A R I M A T H I E , ville de J u d é e . Lat. ARMAGNAC , P r o v i n c e de F r a n c e * l ' o n s'en fert p o u r faire d ' a g r e a - * Has nobles.
S u a b c . Lat. A r g u s . Argo , rio de * Lat. U l u l e u s . Argento, rio de Al-Arimathia. Arimathia , villa de ' d a n s la liante G n f c o g n e . Lat. A r - * bles f o u r r u r e s . La armthna , • M * A R M O T , lie de la m e r de G a f c o g n e .
Alemania en Suebia. V bánia. * la Judea. m e n i a c e n f i s P r o v i n c i a . Armagna- * //* piel del Armiño que ts muy^t Ármala, Ifla déla mar de Gaf-
A R G A , riviere a u R o i a u m e de N a - * ARGENTON , ville de F r a n c e d a n s la * ARTCNA , petite ville d ' A n d a l o n f e . ta , Provincia de Francia en / * * buena para aforros. * tuna.
v a r r e . Lat. A r a g u s . Arga , rio'** P r o v i n c e de Iierry. Lat. A r g é n - * Lat. A r j o n i . Arjona, villa de Gafcuña fuptrior. * A r m e m e n t , m . aparcil de g u t r r e , * A r m u r c , f. a r m e s défenfives q u i
del Réyno de Navarra. * t o m a g u m . Argenten, villa de * Andaluzia. A r m a n d , m . terme de manc'ge , e f * Armamento , m. * c o u v r e n t & j o i g n e n t le c o r p s „
A r g a n e a u , m . t e r m e de* m e r , g r o s Francia en la Provincia de Btrry. * Ariflocratie , f. ^ o u v e r n t m e n t p o - pece de bouillie preparée p o u r u n * A r m e m e n t d ' u n VahTcau , eu d ' u n e * Armadura , f.
a n n e a u de fer q u i fe t r o u v e aux * ARGILP. , P r o v i n c e du R o y a u m e d ' E - * litique excrcé par un n o n ' b r c de chcval m a l a d e , Brtvagc que fe daj? G a k r e , t o u t ce q u ' o n e m p l o i c * A r m u r i e r , m . celui q u i fait & q u i
atieres d'un v a i l í c a u , & oii l'on * c o í l é . L*t. A r g a t h e l i a . Argila , * perfonnes les plus c o n f i d e r a b l e s , a un• cavallo. * p o u r les a r m e r , Pertreches de « » * v e n d des a r m u r e s & des a r m e s a
a m a r r e des c o r d a g e s , Aldavon,m. ? Provincia del Réyno de Efcocia. *** Ariftocracia, f. Govierno de Ne- A R M A N D , n o m propre d ' h o m m c , * navio, ó de una galera , m, * feu p o r t a t i v e ; , Armero, m.
ARGENSE, riviere ele P r o v e n c c . Lat. T A r g ü e , f. terre grafle d o n t o n f a i t * bles. le C a r d i n a l d e R i c h e l i e u s ' a p e l l o i t * A R M I N I E , P r o v i n c e d ' A f i c . Lat. * A R M U Y D E , petite ville des P r o v i n -
Arg-entcus fluvius. Argenfa , rio ? de la p o t e r i e , Arcilla, ó Argiila, j. * A r i l l o c r a t i q u e , q u i a p a r t i e n t a l'a-

7
A r m a n d d u Pleífis , Armando , A r m e n i a , Armenia, Trtvincia^? ees U n i e s en Z c l a n d e . Lat. Arne-
de Provtnca. * ? A r g i k i ! x , q u i tient de l ' a r g i l e , Ar- * rifiocratie, Ariftcozático. nombrt de bautifmo, ajfi fe llama-ft de Afia. j? m u d a . Armada , villa en Zelanda,
A r g c n t , m . metal blanc le plus par-"¿T cillofo. Arifiocratiqucment , Ariftocratica-
va el Cardenal dt Richelieu. T A r m é n i e n , n é en A r m c n i e , Ar-*? A R N
fait a p r é s l ' o r , Plata, f. ARGHISGH , petite ville de W a l a c h i e , T mente,
ARMANSON , riviere d u D u c h é d e ? menie , nacido en Armenia. J ARNAUD , n o m propre d'hommc ,
A r g c n t b a t u , Plata batida. A a u x frontieres d e T r a n í i l v a n i e . T A r i í í o l o c h i c , f. h e r b é farraíine,
P > o u r g o g n e . Lat. A r m c n t i o . Ar- T L e s A r m e n i e n s , Los Armenios. _ _T Arnaldt.
V i f - a r g e n t , M e r c u r e , Apegue, ó ^ Lat. A r g i d a . Argtfca , villx de + Artftelochia , f.ytrva.
tnanfon,rio del Ducado de Borgoña.^t A R M E N T I E R E S , ville de la P r o v i n c e A R N A Y LE D u c , ville du D u c h é
azogue, m. ^ Valáquia , en las fronteras de ^ Ariftote , m . f a m e u x P h i l o f o p h c ,
A r m a t e u r , m . le C o m m a n d a n t d'un 2[ de F l a n d r e , f u r i a riviere n o m A de B o u r g o g n e . Lat. A r n a : u m D u -
A r c e n t m o n n o i é , Dinero, m. ^ Tranfilvánia. ^ Ariftoteles, m. celebre Filofopbo.
vaiffeau C o r f a i r e , Armador, m. X m e e I a L i s - L " f - Armentariae. Ar- ^ c i u m . Árnay-el Duque , villa del
• A r g e n t , n i o n n o i e de q u e l q u e m e - ^ ARGUENON , riviere de F r a n c e en ^ A r i l l o t e l i c i t n , q u i fuit la d o c t r i n e
A r m e , f. i n f t r u m c n t de g u e r r e f a i t ^ , mentieres , villa di la Provincia^. Ducado de BorgoÜa,
tal q u e ce f o i t , ídem. ^ K r c t a g n e . Lat. A r g c n u s . Argüe- ^ d ' A r i f l o t e , Ariftoielico , el que fi-
p o u r a t t a q u e r ou p o u r fe d é f e n - ^ de Vlandes, fobre ti rio qui / / « - . • $ . A R N E , riviere de T o f c a n e . Lat. A r -
A r n e n t c o n t a n t , Dtnerode contado, « j ^ non, rio de Francia en-Bretaña. ^ gue la doctrina de Ariftoteles.
A r g e n t blanc , Moneda de pinta. «g, A r g u m e n t , m . r a i f o n n e m e n t , Ar-^ A r i t h m e t i c i e n , m . q u i ícait l'arith- d r e , Arma, f. <£• man la Lis. ¿f- ñ u s . Ame , rio de Tofcana.
A r g e n t , d a n s le blafon veut diré , « J , gumrnto , m. ^ m e t i q u e , Arithmético, m. I I . PARTÍS., G
blanc , Campo de plata, m. sermi-i¡r Argtimentant, Gcrondif du verbe ^ A r i t h m e t i q u e . , fcicnce des m e j n b r e s ,
no de blafon. art
\

fo AR N A R O A R R ARR A R R A R R f r

ARNEBOURO , petite ville d ' A l l e m a - Arondelle , f. a n n e a u r o n d d e fer , -if~ A r r a c a n u m R e g n u m . Arracan i nmúento , m. coordinación, f. * A r r é t e r l e c a q u e t de q u e l q u ' u n , Ha-ty m a m , Reavir un revés.
g n e fur la riviere Elbe. Lat. A r - • q u e T o n met a u b o u t de Teflleu , • Réyno de Afea. A r r a n g e r , m e t t r e e n o r d r e u n e nuil- zer callar á alguno. _ • Arriere-ncveu,_ m . Sobrino fiegundo,
n e b u r g u m . Ameburgo , pequeña^ entre la r o u c & Teílé , afín qu'el- • A R R A C A N , ville capitale d u R o i a u > t í t u d e de c h o f e s , Poner en orden, • Arréter les p r o g r é s d e T c n n e m i , fy m.hijo del fiobrine ó de lafiobrina.
villa de Alemania , en la orilla fy le ne t o m b e , Eficornija , o Rezo- fy m e de ce n o m e n A í i c . Lat. A r - Ó tn hilera , coordinar. T Atajar los pregrefies del enemigo, fy Arriere-petit-fils , m . le fils d u p e .
del rio Elba. • ?iera , f. anillo de yerro que fe po-fy r a c a n u m . Arracan, ciudad eapU A R R A S , ville d e s P á i s - b a s a u C o m - • Arréter u n e l'cdition , Apazigur.rfy tit-fils ou d e la pcti.e-fülc , Eifi-
té d ' Á r t o i s . Lat. A t r c b a t u m . Ar- ¿ una [edición , ó un alboroto. fy nieto , m.
ARNEDO , ville d u P c r o u . Lat. A r . fy ne en el exe de un carro,para que~& tal del Réyno del mifim» nombri,,
ras , ciudad del Paysbaxo en el * Arréter fes l a r m e s , Cefifar de llorar, fy A r r i c r e - p o i n t , m . r a n g de p o i n t s
n e d u m . Arnedo , villa del Pera. • la rueda no fe cáyga. fy en Afia.
Condado de Artois. * Arréter , c o n c l u r e , finir, í c r m i n c r ^ c o n t i n u s q u ' o n fait fur le p o i g n e t
A R N H E M , ville des P r o v i n c c s - U n i e s • ARONE , ville d u D u c h é d e M i l á n . • A r r a c h a n t , Arrancando.
A R R E N , ¡ l e d ' E c o f l é . Lat. A r a n i a T u n e aíi'aire, Concluyr un negocie, fy de la m a n c h e d ' u n e c h e m i f e , Vef-
a u P a í s de G u e l d r c . Lat. A r n h e i - • Lat. A r o n a . Arona , villa del fy A r r a c h a n t u n a r b r e , Arrancando
I n f u l á . Arren, Ifia de Eficacia. T Arréter u n c o m p t e , Ajuftar, óri-fy punte , m. punto atrás.
m i u m . Arnem , villa de Olanda^_ Ducado de Milán. fy un árbol.
A r r e n t é , Dado a. renta. fy matar una cuenta. fy Arriere-fiufon , í. Otoña , tn.
en la Provincia de Gueldres. T A R O N E , riviere d e TEtat de T E g l i f e , fy A r r a c h é , tiré a v e c effbrt , Arran-
A r r e n t e r , d o n n e r ou p r e n d r e a r e n - T Arrctcr u n m a r c h é , Concluyr una fy A r r i v a g e , n i . Arriba, m. llegada, f.
A R N H U S E N , ville d ' A l l e m a g n c , T d a n s le P a t r i m o i n c . " Lat. A r o n a , • cade.
t e , Dar b tomar a renta. X compra. • A r r i v a n t , en a r r i v a n t , Llegando
d a n s la P o m c r a n i e u l t c r i e u r c . I a f . T L a r o s . Arona , rio del Eftado fy L ' a r b r e eft a r r a c h é , El árbol eft»
A r r e r a " e s , n i . e e q u i refte a paier T Arréter u n valet , T e n g a g c r p o u r fy A r r i v a n t a P a r í s , Llegando a París.
A r n h u f i a . Arnufen , villa de Ale-T? Eclefiáftico , en el Patrimonio. X arrancado,
d ' u n e vieille d e t t e , Atrofiados de fy fervir , Recivir un criada. J A r r i vé , Llegado,
mánia , en la Pomerania ulterior. X AROOL , ville d e M o f c o v i e . Lat. X L a racine eft arrachée , La rayz efth
ARNOSBOCKE, petite ville d u D u c h é X A r ó l a . Aróla , villa de Mofcovia. X arrancada. una deuda , m. fy Arréter q u e l q u ' u n , le taire p n f o n - • A r r i v e e , t. \emic , le t e m s oíi u n e
Arrét", m . l u á c m e n t d ' u n e C o u r de fy nier , Prender a alguno. T p e r f o n n e , ou u n e c h o f e a r r i v e ,
de Elolílein , en A l l c m a g n c . Lat. X AROVARY , riviere d e T A m e r i q u e X Arrachemcnt, m . a a i o n d'arrachcr,
' S'ntenna
•* " f<• fy - S ' a r r é t e r , ceflir A '' iaWl lt e- rr , Pararfie.
«.ÍK™. d Vavarfe. fy
X, Llegada
Llenada ,. fi. f.
A r c n s b o c k a . Amesboca, villa del X M e r i d i o n a l e . Arovary, rio de la X Arrancadura , f. arrancamien- j u f t i c e , semencia , j • ^> - - .. _ _
O* * n í ñ é r f o n n e , Ar- S'arréter , t a r d e r , s ' a m u f e r , P í W - J A r r i v e r a quclq.
Ducfido de Holftein,tn Alemania. X América Meridional. ^ to , m.
a

A r r é t , f a i í x e n la p e r f o n n e , Ar- fy S'arréter , t a r d e r , s ' a m u f e r , Déte- J A r r i v e r a q u e l q u e l i e n , Llegar k


A R N S H E I M , petite ville d u P a l a t i - fy A R O Y , r i v i e r e d e T A m e r i q u e M e - ^ A r r a c h c r , ó t e r , tircr a v e c f o r c é refto , m. fy ner fe en algún lugar. X algún lugar.
n a t du R h i n . Lat. A r n s h e m i u m . fy r i d i o n a l e . Lat. A r o i f u s . Aroe , ce q u i ticnt a q u e l q u e c h o f e , Ar- F a i r e arrét fur la p e r f o n n e de quel- fy S ' a r r é t a n t , ceííant d'aller, Parandefie. T A r r i v e r ii P a r í s , a R o m e , & c . L!e-
Arnsheim , pequeña villa del Pa-fy rio de la América Meridional. fy ranear. q u ' u n , Arreftar á alguno. ^ S ' a r r é t a n t , s ' a m u í a n t , reftant e n ? gar á Varis, a Roma , &c,
latinado del Rhin. fy A R P fy A r r a c h e r les y c u x a q u e l q u ' u n , So.- A r r é t , fa'ií'e des b i c n s , Embarga, m. fy q u e l q u e lien , Dettniendtfit. ^ Arriver a un port de m e r , Arri-
A R N S T A D T , petite ville d ' A l l e m a - fy A r p e n t , m . é t e n d u e de terre c o n - ^ car los ojos a alguno. F a i r e arrét fur les biens de q u e l - fy S'arréter , fe c o n t c n i r , ccííér de f a i - ^ var a un puerto de mar.
g n e d a n s la T u r i n g e . Lat. A r - fy tenant cent perches de f u p e r f k i e , fy A r r a c h c r u n e d e n t , Sacar un diente. q u ' u n , Embargar la hazienda de fy re q u e l q u e c h o f e m a u v a i f e , Ir fe ^ A r r i v e r , p a r v e n i r á u n e c h o f e o í i
n o f t a d i u m . Arnftadio , villa de fy Anega de tierra, f. ^ . A r r a c h e r une grolfe dent , Sacar alguno. fy ala mano, reportar fie. fy T o n a f p i r e , Confieguir, o alean-
Alemania en la Turinga. fy A r p c n t a g c , m . m e f u r a g e de terre , fy una muela. A r r é t , en t e r m e s de chafle , a ñ i o n fy S'arréter a u m i l i e u de fa C o u r f e , fy car lo que fie pretende.
A R N S T E Y N , petite ville de T u r i n - ^ . Mcdtdura , f. ó Medimiento de fy O n lui a r r a c h a u n e d e n t , Le facarón d ' u n ciñen q u i arréte , Parada , fy Parar fie en medio de fin Carrera, fy A r r i v e r a fes fins, ou a f o n b u t , v e -
g e , d a n s le C o m t é de Mansfeld. fy tierras, m. fy un diente. la acción de parar , hablando de fy S'arréter a des íbtifes , ou a d e s b a - fy nir a b o u t d e e c q u ' o n s'étoit p r o -
Lat. A r n l l e i n u m . Arnf.eyn , pe- fy A r p e n t e r , mefurer des terres p a r ^ A r r a c h e r luí c o r s , Arrancar un callo, la caza. fy g a t e l l e s , Hazer cafo de necedades, fy p o f e , Lograr fu difinio.
quería villa de Turinga , en el Con- fy arpent ou a u t r e m e n t , Medir las fy A r r a c h e r u n a r b r e , Arrancar un A r r é t d e la lance , Riftre delalan fy ó de niñerías , tropezar en una fy A r r i v e r , furvenir , en p a r l a n t d e s
dado de Mansfeld. fy tierras. fy árbol. ca, m. fy china, phrafe. fy accidens , & c . Acontecer , acat-
A R O fy A r p e n t e u r , m . celui q u i fait p r o - fy J e lui ai a r r a c h é le livre de la m a i n , M c t t r c la lance en T a r r é t , Enriftrarfy A r r i e r e , Atrás. ^ fy cer ,fiucedtr.
A R o E R , ville de la J u d é c . Lat. A - fy feííion d'arpcnter , Medider de fy Le arrebate el libro de las manos. U lanca. fy Sautcr en arriere , Saltar házia fy C e q u i a r r i v e a t o u s , Lo que acón*
r o e r . Aroer , villa de la Jadea, fy tierras, m. fy A r r a c h c r la p c a u , De follar. A r r é t de lame d'épée , partie élevéc • atrás. fy tece á todos.
A r o m a t , m . D r o g u e odoriferante , fy ARQ_ fy A r r a c h e r u n e épée des m a i n s d e q u i eft le l o n g d e la l a m e , Reca- fy Etre en arriere , ou étre en d e m e u - fy Quoi q u ' i l a r r i v e , Acsntezca lo que
Aroma , f. fy A R Q U A T A , petite ville d e TEtat de fy q u e l q u ' u n , Sfuitar la efpada de zo , m:el recazo de la aja de una fy r e , en m a t i c r c de p a i e m e n t , Ef-fy aconteciere.
A r o m a t i q u e , q u i eft d e la n a t u r e , fy T E g l i f e , d a n s la M a r c h e d ' A n c o - fy la mano a alguno , ó arrancar la efpada, bel lomo. • tar ntrafiado , no haver pagado a fy S'il lui a r r i v o i t q u e l q u e m a l h e u r ,
01* q u i a Tocluir des a r o m a t c s > • n e en I t a l i e . Lat. A q n a t u m . A- fy efpada de la mano de alguno. A r r é t de c h c v a l , Taction d u cheval *#* fin tiempo. fy Si le aconíeeiejfe alguna defigra-
Aromático, olorofo. fy" anata , pequeña villa del Eftado fy II lui a r r a c h a Tépée des m a i n s , Lt q u a n d il s'arrétc , Parada de ca- C e Fcrniier eft en arrierc de trois • da, a !gima fatalidad.
A r o m a t i q u e , Aromático. • Eclefiáftico , en la Marcha de fy quito la efpada de la mano, lt vallo, quando el cavallo para. • q u a r t i e r s , Efie arrendador devt fy L a chofe cft arrivéc comnic je
le d e -
A r o m a t i f a t i o n , f. Aromatización, f. • Ancana en Italia. fy arranco la efpada de la mano. A r r é t é , faifi p a r j u f t i c e , Embargado, fy nueve me fies. fy firois, La cofia aconteció como yo
A r o m a t i f é , Aromatizado. • A r q u é , t e r m e de C h a r p c n t e r i c , de • A r r a c h e r les enfans d'cntre les b r a s A r a e n t arreté , Dinero embargado. • A r r i c r e - b a n , m . c o n v p c a t i o n des • defifieava.
A r o m a t i f c r , Aromatizar. • M a r i n e & d e M a n e g e , c o u r b é en • de leurs m e r e s , Arrebatar les ni- B i e ñ a r r é t é , Hazienda embargada. * "vaíTaux q u i tiennent les arrierc- fy S'il a r r i v e q u e v o u s aiez befoin de
AROMAYA , P r o v i n c e de T A m c r i - • a r e , Arqueado. . • ños de entre los brazos de las madret. T o u t eft arrété , Todo efta embargado. fiefs du Princc p o u r le fervir á la • moi , Si acafio ufted me huviére
q u e M e r i d i o n a l e , d a n s l a n o u v e l - X U n e p o u t r e a r q u e e , Vna viga M-V A r r a c h e r les b r a n c h e s d ' u n a r b r e , A r r e t é , Parado , quedo. I g u e r r e , Llamamiento de vaffallosfy menefter.
le A n d a l o u í i e . Lat. A r o m a i a . A- X futado. fy Defgxjar las ramas de un árbol, A r r é t é , m . r e f o l u t i o n prife d a n s X parala guerra, en cafo de necefi- fy U n m a l h e u r n ' a r r i v c g u e r e s f a n s
rom aya , Provincia de la América • A r q u e b u i a d e , f. c o u p d'ar.qucbufe , • A r r a c h e u r , m . o n d i t feulemcnt u n une c o m p a g i n e , Refuelto. T dad. • Tature , p r o v e r b e , T E Í p a g n o l d i t ,
Meridional, en la nueva Anda- X Arcaba zazo , m. fy a r r a c h e u r de dents, Sacamudas.m, Un arrét d ' u n c o m p t e , Remate de X A r r i c r e - b o u t i q u e , f. Trafiienda, f-fy En hora buena vengas mal, fi vie-
luzía. J^Arqucbufe, a r m e a
^ m > efpcce • ARRACIEES , u n e des lies d e S a l o - una cuenta. A r r i e r c - c h a m b r e , f. Recamara, fi. fy nes folo , proverbio.
•ARONCHES , petite ville de P o r t u g a l X de f u í i l , Arcabuz, m. fy m o n d a n s la m e r P a c i f i q u e . Lat, A r r é t e - b c c u f , m . f o r t e d'lierbc , * Arrierc-faix de la f e m m e , m . Las 4* A r r o c h e s , f. forte d'herbc q u i fícu-
d a n s la P r o v i n c e d ' A l e n t e j o . Lat. X A r q u c b u f e r i e , f. Arcabuzeria , f. í n f u l a R u p i u m . Arraafes, una Detiene-baey , m. yerva. X partes de una muger , fi. fy rit j a n n e , Armadlas , ó armnel-
A r u n c i . Aronches, villa de Por- X A r q u c b u f c r , tuer á c o u p s d ' a r q u c - fy de las Iftas de Salomón en el mar A r r é t c r , e m p é c h e r d ; allcr , faire c e f X A r r i c r c - f i e f , m . ficf d e p e n d a n t d ' u n • les , fi yerva. _
tugal, en la trovincia de Alen- X buíe , Arcabucear, pafifar por las j £ Pacifico. fer le m o u v e m e n t , Detener. X a n
^ • Feudo fiegundo, b Retro- fy A R R O E , petite ville de D a n c m a r c .
t r e

teja. X armas. 2 A r r a n g é , Puefto en orden , coordi- A r r é t e r l e f a n s , Atajar la fangre. X feudo , m. * Lat. Atoa. Arroe, pequeña villa,
A r o n d e , f. v i c u x m o t , H i r o n d e l l e . X A r q u e b u f i e r , m . q u i tire de T a r q u e - X nado. Arréter le m o u v e m e n t des afires , fy A r r i e r e - c h a n g e , ínteres de interefes fy de Dinamarca.
I I s'eft c o n f e r v é d a n s cette f a c ó n X b u f e , Arcabuzero, m. X U cft b i e n a r r a n g é , Efta puefto ea Detener el movimiento de los afiros.fyArrkrc-gsváe, f. les dernieres trou- *f A r r o g a n c e , f. fierté , o r g u c i l , p r e -
de p a r l e r d e s C h a r p c n t i c r s , Qucuó X A r q n e r , t e r m e de m e r , fe c o u r b e r ^ buena e¡rden. A r r é t e r les bruits q u i c o u r e n t , Im- fy p e s d'une a r m é e Retaguardia
de * f o m n ü o n , Arrogancia , f.
d ' a r o n d e , entaillure d a n s le bois fy en a r e u i parlant de la quilie d ' u n ^ Elle eft bien a r r a n g é e , Efta puefta poner Siendo. fy cercho , fi t Arroganmiení, a r r o g a n c . Ar- avtc
faite c o m n i c la q u c u é d ' u n e í l i -fy v a i l T c a u , Arquear. ^ en buena orden. A r r c t c r , r e p r i m e r Tinfolence ou la fy A r r l e r c - m a i n , m . revers de m a m , V roganlemente , cor. c.rrcgancia.
rondellc , Savina , f. fy A R R fy Arrangement , m . Taftion d'arran- t c m e r i t é de qurlqu'un , Reprimir fy Revés de la mano, m. V Arrogant, hautain, fier,
A r o n d e l a t , m . le petit de l ' h i r o n - -fr ARRACAN , R o i a i u n c d ' A f i e . Lat.fy g c r ' S t de m e t t r e e n o r d r e , Ordt- la infidencia de alguna. * R c c e y o i r t m foufflet d e T a r n e r c - fy Arrogante.

¿ellcj Golondrino,
G z
m.
A R R AR S A R T A R Z ASC A S M f?
fz
E t r e a r r o g a n t , étre a r r o g a n t e , Ser"*? t í u m . Arfcote , villa del tays fTncfTe, Artificio/amenté,
G e n u f u s fluvius. Arzenza , rio AseiNsroH, l i e d e l ' O c c e a n E t h i o - -ff' ASM
de Albania. • pien. Lat. A f c c n f i o . Afienjien , • A f m a t i q u e , m . q u i eft m a l a d c d ' u n
arrogante. • laxo en Brabante. • ^ " A r t i l l e r , m . o u v r i e r q u i travaiHe 2
ARZEO , petite ville d u R o i a u m e • Ifta del mar Ethiopio. • a f m e , Afmático, ti que tiene afma.
II cll a r r o g a n t , elle efl a r r o g a n t e , • Arfcnal , m. Arfenal, m. X l'Artillcrie , Artillero, m.obrert
d ' A l g e r . Lat. A r z e s . Arzeo , villa • ASCERADE , petite ville de L i v o n i c . • A f m e , m . Afina , f,
Es arrogante. • Arfenic , m . efpece d e m i n e r a l & d e que travaja en la artillería.
del Réyno de Argel. • Lat. A í c c r a d a . Afcerada , villa • ASMERE , ville des Indes d a n s l ' E m -
l i s font . . r r o g a n t s , clles font a r r o - • p o i f o n fort c o r r o f i f , Rejalgar, m. nje Artilleric , f. Artillería , f.
ARZES , ville E p i f c o p a l e d e l'Ile de • de Ltvénia. • pire d u g r a n d M o g o l . Lat. A f -
g a n t e s , Son arrogantes. • ARSICHAN , ville d e T u r q u i e e n U n e piece d'artillerie , Vna píezS
C h y p r e . Lat. A r z u s . Arzes, ciu- • ASCHAEEENEOURG , ville d e F r a n c o - • m e r a . Afmera, villa de las India!t
H o m m e a r r o g a n t , Hombre arre-*** N a t o l i e . Lat. A r f i n g a . Arfigan ,V de artillería.
dad Epifcopal de la Ifta de Cypre.**? n i e . Lat. A f c h a f f é n b u r g u m . Af-& en el Imperio del gran Mogol.
gante. • vtlla de Turquía en Natalia. "*£Artique, Artice.
¡&.RZIIXE , yule d u R o i a u m e de F e z ^ chafenburgo, villa de Francónia. • A SN
F c m m e a r r o g a n t e , Muger arro- • ARSINGAN , v ü l e d e la N a t o l i e . Lat. ]jí£ P o l e a r t i q u e , ou S e p t e n t r i o n a l , m , '
en A f r i q u e . Lat. A r z i l l a . Arzil- • ASCHBARAT , ville d e Perfe. Afch- • A S N A , v ü l e d ' E g i p t e . Lat. A f i l a .
gante. • A r f i n g a . Arfingan , villa de Na- ^jj. Folo ártico , ó Septentrional, m.
la, villa de África en el Réyno*z' barata, villa de Perfila. j * * Afina, villa de Egypto.
T r e s a r r o g a n t , tres h a u t a i n , t r e s * ? tilia. -q- Artifan , m . Obrero, artefano, m.
de Fez. jj~ ASCHERLEBEN , petite ville d ' A l l e - ^ A f h e , ou a n e , m . béte ftupide »
ficr. Arrogantijfimo , muy arro- * ? ARSUFEO , petite l i e d e la S o u r i c , - f r l l a été 1'artifan de fa fortune , Ha
A S A 7 m a g n e d a n s le cercle d e la baífe aftez c o n n u e , Afino, borrico, m.
gante. ' X d a n s la m e r M e d i t c r r a n é e . Lat.^ Jido el fabricador de fu fortuna.
As, n i . carte , o í i face d e d e z m a r - S a x e . Lat. Afclielcba. Afcherleben, £ C'eft u n afne , Es un afino.
S ' a r r o g e r , Arrogarfe , atribuirfe ,* ? P a r i a . Arfufo , lfla de la Surta , ^ A r t i f o n , m . petit ver q u i r o n g e l a
q u é e d ' u n fcul p o i n t , As , m. I ville de Alemania en el circulo de ¿Vi cherche f o n afne & il eft defíiis ,
apropriarfe. X en el mar Mediterráneo. ^ b o i s , Carcoma, f. gufanillo que
la uníilad en los puntos de los da- *¡" la Saxónia inferior. jT Bufica fin afino y efta encima de el.
A r r o n d i , Redondado , ó redon-¿£ A R T jj. roe la madera.
dos, y náypes. X ASCHERNE , ville d ' I r l a n d e . Lat. ? L ' a f n c d u c o m m u n , eft t o ú j o u r s l e
deado. XA r t ' m- Arte , c . fe Artille , n i . Artifta , m.
A s , m . u n p o i n t feul m a r q u é fur A A s k a r n a . Aficherne, villa de Ir- plus m a l b a t e . L ' E f p a g n o l d i t ,
11 eft bien a r r o n d i , Efta bien re- jT L e s a r t s liberaux , Las artes libe- fe A r t i f t e m e n t , Artiftamente , artift-
u n des c ó t e z d'un d é , ou fur u n e ^ landa. X Afino de muchos , lobos le comen.
dondado. A rales. difámente.
c a r t e , As, m. el punto fiólo en los ^ A f e i t e , m . terme d e M e d i c i n e , h y - ^ G r a n d A f n e , Borricón, borricote »
A r r o n d i r , r e n d r e r o n d , Redondat, ^ A R T A , ville d e la T u r q u i e e n E u - ] j A R T O I S , P r o v i n c e 5c C o m t é d e s
dados, 6 en los náypes. ¿¿ dropefie d u ventre , Afeites, m. ^ ignorante.
ó redondoar. ^ r o p e . Lat. A r t a . Arta, villa deTí T a i s - b a s . Lar. A r t e f i a . Artois ,
A r r o n d i f l a n t , Redondeando. ^ la Turquía en Europa. jj¡£ Provincia y Condado del Pays
A f a r u m ou C a b a r e t , n i . forte de ^
p l a n t e , Afarabacar , m. planta. ^
termino de Medicina
efpecie de hydropefia.
, fegunda
^
^ Afnerie . f. g r a n d e i g n o r a n c e , Bur-
rada , f. ó borricada.
A r r o n d i f f e m e n t , m . l ' a f t i o n d e ren- ^ ARTENAY , petite ville de F r a n c e a fe baxo.
A S B Jh, A s c o n , ville d u R o i a u m e d e N a - ^ A f n e f l e , f. la femelle d ' u n á n e ,
d r e r o n d , Redondeamiento , m. i f r fi* lieués d ' O r l e a n s . Lat. A r t h e - ^ A R U
la ación de redondar. *fy n a u m . Artenay , pequeña villa de fe A R U , R o i a u m e d e l'Ile d e S u m a t r a > ASBANIKEI , ville d ' A f i e . Asbani-pies. Lat. A f c u l u m . Arfcoli, villa ^ Borrica, f.
A r r o f a n t , Regando. ^ Francia áfieys leguas de Orleans. fe aux I n d e s . L a t . A m s R e g n u m . y í í ' « , keí, villa de Afila. del Réyno de Ñapóles. ^ A f h i e r , m . gardeur d'áncs , Afnt».
A r r o f a n t les plantes , Regando las <$t Artere , f. v a i í l e a u q u i c o n t i e n t l e " £ Réyno de la Ifta de Sumatra e» A S B I N , petit R o i a u m e d ' A f r i q u e . ^ A s c o n , ville de l'Etat d e l ' E g l i f e ^ » . ro , m. el que guarda los afinos.
plantas. f a n g d a n s le c o r p s des a n i m a u x , y? las Indias. Lat. A s b i n u m . Asbin , pequeño J^. d a n s la Marche d A n c o n e . Lat. jfr A í h o n • , m . le petit d ' u n e áneífe 3

A r r o f é , Regado. Arteria , f. X A R U , petit ville des l u d e s , c a p i - Réyno de África. ^ A f c u l u m . Aficoli, villa del Eftado jfi, Afinillo , borriquillo , m.
L c j a r d í n eft arrofé , El jardín efta <fy Arterial ou arterícl , q u i apartient tale d u R o i a u m e d e ce n o m d a n s A S C Eclefiáftico en la Marcha de An- <g» ASÓLA , petite ville d e L o m b a r d i c
regado. «)» á l'artere , Arterial. fe l'Ile d e S u m a t r a . Lat. A r u s . Aru , A S C A I O N , ville de la Paleftine , cena. 4¡£ Lat. A f o l a . Afola, pequeña villit
L e s fleurs f o n t arrofées , Las flores «$» A r t i c b a u t , m . Alcachofa, f. fe pequeñavilla de las Indias, capital en S y r i e . Lat. A f c a l o n . Afiealón , <$» A S E <j» de Lombardia.
eflan regadas. • Article , m . Articulo , m. "V" del Réyno del mifmo nombre en ¡a villa de la Paleftina, en Syria. < ^ > A S E M , R o i a u m e d e l ' I n d e déla le • A S O L Ó , ville d e L o m b a r d i e . Lat,
A r r o f e m e n t . m . l'aclion d'arrofer , «í» L ' a r t i c l e d e la m o r t , El articulo " J " Ifta de Sumatra. Aícendant , m . terme d'Aftrologie. • G a n g e . Lat. A f e m u m . Afiem , • A f i d u m . Afolo , villa de Lam~
Riego, m. Regadura , f. de la muerte. Y A R U , l i e d ' A f i e . Lat. A r u a . Aru , P o i n t du Ciel ou D e g r é de l ' E q u a - <$• Réyno de la India de la otra parte • bardia.
A r r o f c r , m o u i l l e r q u e l q u e chofe en • L e s - a r t i c l e s d e la F o i ehrétienne ,fe Ifta de Afta. teur q u i m o n t e fur l ' H o r i z o n , fur ^ de la Gange. ^ A S O N S A N , He d e l ' O c c e a n O r i e a »
y icttant d e l'eau defíiis , Regar. • Los artículos de la Fée. fe A R V A , petite ville de H o n g r i e . Lah t o u t p a r r a p o r t á la iiativicé des A S G 4* t a l . i * í . A f l u m p t i o . Afonfian, Ifta
A r r o f e ? * l e s p l a n t e s , Regar las plan- • L e s a n i e l e s d ' u n c o m p t e , Artictt-fe A r v a . Arva, pequeña villa de p e r f o n n e s ; Afcendiente, m. es el • ASGAR , P r o v i n c e d u R o i a u m e de • del Occeano Oriental.
tas. • los de una cuenta. fe Hungría. punto del Cielo que fitbe fiebre el • F e z . Lat. A f g a r a . Afgar , Pro- • A S P
A r r o f c r de l a r m e s , Regar, ó bañar • L e s a n i e l e s de P a i x , les c o n d i t i o n s , " J " A R V E , riviere d e S a v o i e . Lat. Ai» Orizente. • vincia del Réyno de Fez. • A S P E , petite ville d u R o i a u m e ¿é
con lágrimas. • Artículos de un Tratado de pax. X v a . Arve , rio de Savoya. Íl a u n g r a n d afcendant fur m o i , • A S I • V a l e n c e . Lat. A f p i c s , Afpc,villa
A r r o f c r du r ó t i , Reciar el affado. • A r t i c u l a c i ó n d e la v o i x , p r o n o n - A r u f p í c e , m . celui q u i p r e d i f o i í Puede mucho con migo. • A í i a t i q í i c , n é e n Afie , Afiatico , • del Réyno de Valencia.
A r r o i f o i t , m . v a f e á arrofcr , Rt-*»* c i a t i o n diftinéte des m o t s , Arti- fe l ' a v e n i r p a r l ' i n f p e f t i o n des e n » A f c e n d a n t , Afcendiente , predecefi- • nacido en Afila. • A f p e c l r , n i . vüe , prefence d e q u e l -
gadera , f. • culación de la voz., f. fe trailles des bétes i m m o l é e s . Ago- for , m. • L e s A í i a t i q u e s , Los Ajíáticos. • q u ' u n , ou d e q u e l q u e c h o f e , Af°
A R R O U X , riviere du D u c h é de B o u r - • Articulé , deduit p a r articles , Arti- "9* rere, m. en tiempo dt los Romano* A f c e n d a n t , h u i n e u r , pente , o h i n - • A S I E , u n e d e s q u a i r e parties d u • pecio, m.
g o g n e . Lat. A r r o f u s . Arruxo ,• culado. fe havia agoreros que agúeravan lo clination naturelle, Humor, in- • m o n d e . Lat. A f i a . Afta , una de • S o n afpecl n ' a v o i t ríen de firouthc ¿
rio del Ducado de Borgoña. • C e livre eft bien articulé , Efte libro X por venir defpues de haver viftc loí clinacion , b popenfion natural. • las quatro partes del mundo. - • Su afpecío no tenía nada de feroz,
A r r u m e r ou arruncr , terme de m e r , efta bien articulando. fe entrañas de una res immolada. V a i n c r e f o n A f c e n d a n t , Forzar fu • A f i l e , o h a z i l e , m . lieu d e fureté , • A f p e c l , fituation des planctces l e s
placer & a r r s n g c r avec f o i n la * * * Articuler , t e r m e d e P a l a i s , d i ñ i n - A . ARWANGEN , petite ville d e Suifle inclinación. • Afilo , m, lugar fajado. • u n e s á l'égard des autres , Af-
c a r g a i f o n d u vaifleru , Poner en*? g u e r p a r articles , Articular , po- fe d a n s le C a n t ó n d e Berne, Lat. A f c e n f i o n , f. é l e v a t i o n d e J e f u s - • ASINARA , lie d'Italie fur la cote • pecio , m.
Chrift a u C i e l , Afcenfion de nuefi- j £ O c c i d e n t a l e d e S a r d a i g n e . Lat. • ASPERE , petite ville d e H o l l a n J V
«rden la carga de un navio. ? ner por articules. fe A r w a n g a . Arvangue , villa d»
tro Señor , f. X A f i n a r a . Afinara, IjTa de Italia, *+f a u x c o n f u í s d e la G u c l d r e . Lat»
A R S X Artífice , m . a r t , induftríe , Arti- X Suiza en el Cantón de Berne.
Afcenfion , fete o i i l ' o n celebre ce * en l* cofia Ocidental de Cerdeña. j £ Afper.".. Afpera , villa de Olan^.
A R S , petite riviere d e G a l i c e . Lat. ficio , m. X A R W E I L E R , petite ville d e l ' E l e é t o -
m y f t e r e , La fie fia de la Afcenfion.*?! Afine , béte a f i n e , u n áne tu une ^ da en los confines déla Provincia
A r f a . Arfa, rio de Galicia. Y F e u d ' a r t i f i c e , Fuego de artificio. T. r a t d e C o l o g n e . Lat. A r w c i l e r a .
ASCENSIÓN , petite ville d e l ' A m c r i *F á n e f l e , Beftia afnal. *? Gueldres.
A r s , m . veines oii l ' o n f a i g n e les Y Artificiel , fait p a r a r t , p a r o p o f i - A
c h c v a u x , Venas de donde fangran^T t i o n á n a t u r e l , Artificial.
Arveilrr,
Colonia.
villa del Eletterado da
q u e M e r i d i o n a l e . Lat. A f c e n f i o . X A S K *íA^'er§<;, f - f o r t e de p l a n t e , Ef}ar»-
a los cavallos. ^ A r t i f i c i e l l e m e n t , avec a r t , Artifi- AR Z Afcenfion , villa de la América X ASKER , ville d e Perfe. Lat. A s k e - X rago , m.
Meridional. jT r a . Asker , villa de Perfila. XAfperger, i ! n ' a d ' n f i g e qu'en m a » .
A R S A , petite riviere d'Italie en ^
K i r i e . Lat. A r f a . Arfa, rio de
cialmente.
Artificier , m . q u i c o m p o f e des feux ^
^ A r z e l , m . cheval arzel , cheval q u i
a u n e m a r q u e blanche a u p i é d e ASCENSIÓN , lie d e l ' A m e r i q u e , 7 ASXESUND , petite ville de S u c d c . X t l ( : r e de Religión, arrofcr avec-
Italia en Iftria. d ' a r t i f i c e , Artificiario, m. quien derriere d u c ó í é d r o i t , Cavallt d a n s la m e r d u Brefil. Im. A f ^ Lat. A s k e z u n d a , Aíkefmda, villa ^ q u e l q u e iíqueur , Rociar.
(ARSCOT petite ville du B r a b a n t fur ^«J. compone fuegos de artificio, j¡¡. argel. cenfio. Afcenfion , lfla de la Amé- jty. de Sne;;,í, ¿q. A pc:gés, m . afperfoir cu g o u p i l l c n su
r

ia riviere de Demer. Lat, Arifco- Amficicufemcnt, avec t u f e , a y e c $ . A r z e n z a , rjyiere de l'Albanie. Lat^ rica, en la mar del Bráfil, fe fe jetter de l'eau b e n i t e , Htfepe,
0 3
ASS ASS A S S . J 7
f4 ASP ASS A S S Afléz d ' h o m m c s , Hartos hombres J u g e , Emplazo, m. -fr ayudar, [acorrer.
A í p c r f i o n , f. action ci'afperger e-u Aflaifonncrhent , m . m c l a n g c des \\>eflmiwfter. baftantes hombres. ^ j * A í l i g n é , Emplazado, citado ante "fr Aflifter q u e l q u ' u n de f o n confeil ,
il'arrofer p a r m c m í é s g o u t e s , Ro- * i n g r e d i c n s q u i fervent a a f l á i f o n - * $ * AíTcner bien f o n c o u p , Dar en el A í í e z de r é m m c s , Hartas mugéres ,* lajufticia. * Ayudar a alguno con [u con fe ja.
ciadura , afiperfim , fi *í* Jicr , dans le p r o p r e & d a n s le fi- *i* blanco. baftantes mugéres. * A í l i g n e r u n p a i e m e n t , Affignar « » * Aflifter les p a u v r e s , Ayudar a los
A f p c r f o i r ou a l p c r g é s , m . Hifopo , * g u r é , Razonamiento , m. • ASSENS , perite ville de D a n c m a r c , A f l e z de m o n d e , Harta gente, ba-/£ pagamento. * pobres.
m. ajperforio. ' *J* Afláiíbnner les v i a n d e s , les a c o m - * Lat. A i l é n u m . Affens , pequeña fiante gente. *f A l l i g n é , Afftgnado. * Aflifter u n m a l a d e a la m o r t , l'ex-
A f p h o d e l e , f. El Gr.mon , m. *** m o d t r avec les i n g r e d i e n s q u ' i l * * 1 , villa de Dinamarca. J ' e n a i a í l é z , Harto tengo, baftante T A f l i g n e r , citer q u e l q u ' u n a c o m p a - V horter , l ' a i d t r a bien m o u r i r ,
L i c u p l t i n d ' A f p h o d e l c s , OLÍ elles * $ * faut p o u r les rendre plus agréables * Afíéoir , p l a c e r , Poner, afrentar. tengo. J roítre d e v a n t le J u g e , Emplazar. • Ayudar a bien morir a alguno.
iílént , Gamonera , f. * a u g o u t , Sazonar. * A f l e i e z cet e n f a n t fur une chaife ,
C e l a eft aflez de m o n g o í i t , Effo me T A f l i g n e r , m a r q u e r , preferiré u n * D i e u v o u s afliíte, Di os ayude á ufted.
A f p i c , m . petit ferpenr d o n t la m o r - ^ ASSANCHIUP , ville d'A fie, Lat. Af- * Penga ufted efte niño en una filia. agrada baftantemente. TT certain j o u r potir faire q u e l q u e * Il é t o i t aflifté de fes p a r e n s , Sus
fine eft m o i telle , Afpid, ó Ef- *^ l a n c h i u f a . Aflknchiufa , villa de * Afteoir u n e p i e r r e , Pcne-r una piedra
E n v o ü a affez p o u r faire v o i r , & c . X c h o f e , Señalar un dia. j parientes le ayudavan.
corpion , rn. í. Afta. *j£ A í l c o i r le C a m p , Afemar el Real. Rafia para hazer , &c. T A S S I N , p e n t r m e r e d ' E c o f l e . Lat. J A f l b a a t . o n , f. f ó c e t e q u e q u e l q u e »
U n e lnngue d'afpic , u n m é d i f a n t , Aíi.iííin , m . m c u r t r i e r de g u e t - a - y S ' a í i é o i r , Sentarfe. Aífidu , q u i a de l ' a p l i e a t i o n „ A-% Aíbnus fluvms. Aftm , no de^f petfonnes font cnfemble , Afta.
Lengua de Efcorpion. 1 pent , Facinerofo , m.affafino. * * S ' a f t c o i r a rabie , Sentarfe a la tnefa. pilcado %. Lfcocia. X ctacton, fiociedad, /.
A f p i e , efpece de L a v a n d o d ' u n e ¿ C'eft un aíiaflm , Es un facinerofo , * J e m ' a í ü c d s , tu t ' a í ü e d s , il s ' a f l i c d . 11 eft fort aífidu a u t r a v a i l , Es mHy\ A S S I N I E , R o i a u m e : f i t u é f o u s la Z o - ^ Aflocié , Afectado _
' o d e u r t r e s - f o r t e , Efpliego , m. j£ A í i a í l i n a t , m . m e u r t r e , Affefinato, *% elle s'aílicd , Msfitnto, te ficn- aplicado al travajo. X n e
T o r r i d e . . Afftma , Reyno fi- ^ U n aífocre , Vn affociado.
yerva olorofa. 2^ muerte alevo fa , f. ,*? tas , fe [tenia. apucano ai. iraunjo. ^ v - , ^ ^
A f p i r a n t , gerondif du verbe Afpi- ^ Aíiaflmé , Afiefinado , muerto ale- ? N o u s n o u s a f í c i o n s , v o u s v o u s af- E t r e aífidu á faire fa c o u r , Ser muy ^ tuado debaxo de la Zona Tórrida. * S'aflbcicr a v e c q u e l q u ' u n , AJfoclm~
rer , Afpirando. X vofamente. ^ f e i e z , ils s ' a l l e j e n t , elles s ' a í i e i e n t , puntual en cortejar. ^ A S S I R I E , R e g i ó n en A f i e . Lat. Af- ^ fe con alguno.
A f p i r a n t , m . celui q u i defire , q u i ^ Il a été aíiaflmé , Le mataron alevo- y Nos fen'amos, esfientais.fi[untan. A í f i d u , ' f r e q u e n t , ou c o n t i n u e l , f y r i a . Afiria , Pxgion de Afia. ^ Afibmmé , Acogotado.
• p r e t e n d , Afpirante, afpirador, m. ^ (amenté. ' A Aítcions-nous , Sentémonos. Puntual. «J» A í l i r i c n , né en Aílirie , Afirio. ^ Aflbmméc , Acogotada.
A f p i r a n t c , f. t e r m e de R e l i g i ó n , ^ Elle a été affaílméc , La mataron ^ Oh. v o u l e z - v o ñ s v o u s afléoir ? A~ A í f i d i i m e n t , Continuamente. <fy. L e s A i l i r i c n s , Los Afirios. ^ Aflbmmez , Acogotados.
filie q u i afpire a étre recué & a ¿¿ alevosamente. ^ donde quiere ufted fenia-fi ? Ailiduité , f. a p l i c a t i o n continttelle , <£- A í í i s , d u v e r b e s'alíeoir , Sentado. ^ Aflbmmées , Acogotadas.
f a i r e les vceux de R e l i g i ó n , Af- ^ AííaíTiner , tucr e n t r a h i f o n , A/fe- ^ A l k i t z - v o u s , Sientefe ufted. Aplicación continua , f. E t r e aflis , étre afl.fe , Eftar finta- ^ A í f o m m e r , tuer avec q u e l q u e c h o ~
pirante., f. Donzella que afpira ^ finar, matar alevojamettte. ^ Aflciez-vous a u p r é s de m o i , Sien- C e t t e charge demande une grande ^ do, eftar fentada. ^ íe de p e f a n t , c o m m e u n e m a f l i i e ,
para entrar en Religión. «J» Aíláfíincr q u e l q u ' u n , Matar a al- ^ teje ufted junto a mi. a f l i d u i t é , Efte cargo requiere mu- Il eft a f l i s , elle eft aífife , Efta fin- <|» ou u n e pierre , & c . Acogotar.-
A f p t r a t i o n , terme de G r a m m a i r e , gano alevofamenté. ^ A í í e i e z - v o u s a t a b l e , Sienttfe ufted cha aplicación. ^ tado , efta fentada. A f l b m m e r u n bceuf avec u n maillet ,
p v o n o n c i a t i o n e n afpirant , _ < í / / > r - A f l a u t , m . a t t a q u e p o u r e m p o r t e r ^ álamefa. A í f i e g é , Sitiado. «j» l i s f o n t a f l i s , elles f o n t cílifes , Eftan «¿t Acogotar un buey con un m*f o.
ración, f. pronunciación adonde fe «gt. de v i v e f o r c é une place de g u e r r e , «J> le m'afíeierai i c i , Me femare aqui, U n e ville alfiegée , Vna ciudad fi- «¿* femados, eftan femadas. 4%. A f l b m m e r , tuer de q u e l q u e a r m e
afpira. <|t A/alto, avance, m: «g* ASSERA , ville de T u r q u i e en E u r o - tiada. «j» J e fuis bien a í í i s , Eftby bien fentado. ^ » q u e ce foit , Matar.
A f p i r é , Aff irado. E m p o r t e r u n e ville d ' a f i a u t , Ganar p e . Lat. A f l b r u s . Aflora, villa L e chateau eft aífiegé , El caflillo Elle n'eft p a s bien allife , No efta «j» A f l b m m e r , b a t r e , r o u c r de c o u p s »
A f p i r c r , Afpirar. *%* una ciudad por a/alto. «Jt de Turquía en Europa. efta filiado. «S1- bien fentada. 4f/> Moler á alguno a golpes.
A fpirer a q u e l q u e chofe , Afpirar á4* F a i r e aliaut c o n t i c q u e l q u ' u n , en A f l e r v i r , aflujetir , reduire f o u s fa L a ville eft aífiegée , La ciudad efta Il é t o i t aííis , E/lava [enfado. « { • A f l b m p t i o n , l ' e n l c v c m e n t de la S t e .
alguna cofa. «** t e r m e s de M a i t r e d ' a r m e s , Hazer puiflance , Sujetar , o fugetar. filiada. ^ • A í f i f e , f. t e r m e de MaíTon , r a n g de V i e r g e a u C i c l en c o r p s & e n a m e ,
A f p r e ou áprc , rucie, A,fpero. <$• una ida y venida con alguno, en i$» Aflervir le pcuple a u n e n o u v e l l e A f l i e g c z , m . ceux q u i font d a n s une * pierres d o n t les m u r s f o n t c o m - * $ • Affumpcion,6 Affuncion,f.quan-
U n afpre c o m b a t , Rudo combate. *J» la fala de Efgrima. «j», l o i , Sugetar el pueblo a una ley placc aífiegée , Sitiados. * ' p o f e z , Hilera de piedras , f. do la Virgen fubib al Cielo.
U n e afpre r e p r b n a n d e , Afpcra re- «t* A f i e i a n t , s ' a f l é i a n t , Sentando fe. nueva. Aífiegeant m . Sitiador , m. *t* ASSISF. , ville d'Italie d a n s l'Etat *í» ASSOMPTION , ville de l ' A m e r i q u e
prehenfion. * S'afléiant a table , Scntandofe a la 4» Afleífcur , m . O f F c l e r q u i eft a d - J ' a i m c m i c u x étre a í f i e g e a n t qtt'af-•*** Ecclefiaftiquc. Lat. Affifium. * M c r i d i o n a l e . Lat. A f l b m p t i o . Af-
A l p r e m c n t , avec afprcté , Afpcra-'fy m.-fa. <5» j o i n t a u n J u g e p r i n c i p a l , A[- fiegé , Mas quiero fitiar que eftar ^ Aflis , villa de Italia en üEftado*^ [umpcion , villa de la América
mente. * $ • A f l c m b l a g e , m . a m a s & u n i ó n de feffor , m. fitiado. * Eclefiáftico. * Meridional.
ASPRES , petite ville du haut Dau-*3* pluíieurs c h o f e s , Acumulación, f. 4*
A í í l u r a n c e , voiez Afliirance. L e s aífiegeans , Los fitittderos. * * * A í f i f t a n c e , f. prefence , Prefincia , ^ ASSOMPTION , 11c de la n o u v e l l e
p h i n é . Lat. A f p c r a . Afpres , villa*** acumulamiento , m. * J » A f l e u r c , voiez A f i u r é .
Alficger , faire le l i e g e d ' u n e place , * * * f. concurfo , m. *? ' P r a n c e - L í í t - A f l b m p t i o . Afttmp*
del Delfinado fuperior. *%* A f l c m b l a n t , Juntando. • } * A í f e u r e m e n t , A buen figuro , fegu- Sithr.. * * * L e R o i h o n o r a c e t t e c e r e m o n i c de V cion, Ifla de la nueva Francia.
IRfpreté , v i o l c n c c , rudefle , Afpe- *%* A f l l m b l é , Juntado. *3* ramente. L e s e a u x n o u s o n t aííiegez , Lai y f o n aífiftance , El Rey honro efta V A l í b n a n c e , f. t e r m e de m u f i q u e »
reza , f. rigor , m. * A í l t m b l é c , f. m u l t i t u d e de p c r f o n - * J e le ferai a f l e u r e m e n t , Lo b/rre a aguas nos han cercado. *J* ceremonia con fu prefincia. *** Afonancia , 6 Confonancia , /.
A S S *** nes q u i font c n f e m b l e , Concurfo *%* buen figuro. A í f i c t t e ; f. fituation , Situación , f. X Aífiftance , a i d e , f e c o u r s , Afiften- y AíTonance , t e r m e de R h e t o r i q u c 5 c
S ' a f l a b l e r , ou s'cníablcr , d e m c n r c r * | * de gente , m. * í * I I le fera a f l e u r e m e n t , elle le fera C e t t e ville eft f o r t e d'aííiete , J E y í ^ T cia, ayuda, f. focorro. *J* de Poéfíe , Afonancia , termino
arreté d a n s le fablc , civ parlant *J* AíTcmbiée , tercie , c o m p a g i n e , *fr a f l e u r e m e n t , A buen figuro que villa es muy fuerte por[u[tuacion.j. D e m a n d e r aífiftance , Pedir ayuda. *|* Rhe torteo , y Poético.
des v a i í l c a u x , Encallar fe en la^ Corrillo de gente, m. jjj* lo hará. A í í i e t t e , ftabiiité, f. Firmeza, efta- D o n n e r aífiftance , Dar ayuda. X Aflbnant , m . Afinante.
arena. *J* A f l c m b l é c ou r e n d e z - v o u s , junta ,f. * | * Il viendra afleurement , elle v i e n d r a bilidad , f. T Aífiftant , g e r o n d i f elu verbe Aífif- T Aílbrt?, q u i fe reífembte , Se me»
AíTaillant, m . a g r e f l e u r , Agrefor, m. * | * T o u c h c r l'aílcmblée , Tocara reco-**' a f l e u r e m e n t , A buen feguro que Aííiette des t?Á\\cs, Junta para reglar j£ » Afiftiendo. X jante.
Ailaill.nvt, t e r m e e l e T o u r n o i s , -rl-*^ ger. n ** vendrá. lüs impofiriones. jt. Aífiftant les p a u v r e s , Alfiftiendo á * Í A l l b r t i m e n t , m . a m a s , a i f e m b l a g e
cometedor, m. \ Aíléiv.bler, m e t t r e cnfemble , Jtcn- A.íléurcr , voiez Aflurcr. Aífictrc , f. forte de vaiííelle íur l a - los pobres. Y e o m p l e t de c e r t a i n e s c h o f e s , g a r -
A í l a i l l i , Acometido. j£ tar. ** A í l e t t e , ou H a c h e t t e , ou Aiílctte , quellc o n m a n g e a t a b l e , Pía- ^ Aífiftant , m . celui q u i eft prefent , TT n i t u r e s , Acompañamiento , m. te-
31 a été a í f a i l l i , Fue acometido. . ^ Aflémblcr des t r o u p e s , Juntar gente * f Azuela. tilla, m. ^ Afiftente , m. ^ do loque acompaña bien a un befti-
E l l e fera aílaillie , Será acometida. I de guerra. ? Aííeyeur de tailles , m . Juez que re- A í f i o t t e , ou c o n c h e , fur laquelle s'a- ^ Aífifté , fecouru , Aff.ftido , focor- ^ do , ó á un equipage.
Aífaillir , a t t a q u e r v i v e m e n t , A- X A f l é m b l e r , ou c o n v o q u e r u n Parle- T parte las alcavelas.
X •
p l i q u e l'or p o u r d o r e r , Sifa para ^ rido. ^ Aflortir des e o u l e u r s , Hazor que lai.
cometer.
nlcnt
Convocar un Parlamento. T Afiéz , fufíifanment , a u t a n t q u ' i l dornr, f. ^ Aífilíée , AJfiftida. ^ colores quadren.
A f f a i f o n n a n t , Sazonando. A S ' a í l i m b l e r , fe rendre en u n lien , ? f a u t , Harto, baftante. A í f i g n a t i o n , f. deftination de q u e l - ^ Aíliftées , Ajfiftidas. ^ C e t t e cou'.eur n'aílbrtit p a s a T a n -
A l f a i f o n n c , Sazonado. A Juntarfe en algún lugar. ~ AfTez de p a i n , Harto pan , baftan- q u e chofe p o u r le p a i e m e n t d'une ^ Aíí'.ftez , A/fiftidos. ^ tre , Efta color no quadra con la,
II eft bien a f l a i f o n n é , Efta bien fa- A L e P a r l c m e n t d ' A n g l e t e r r e s ' a í í i m - T te pan. f o m m c , Affignacion , /. Aflifter, erre prefent a q u e l q u e c h o - ^ otra.
zonado. ^ ble a W e f t m u n f t c r , El Parla-^ Aflcz d ' e a u , lima agua , baftante A í f i ' j n a r i o n , expíoit par lequel o n «J* f e , Affiftir , hallarle prefinte. ^ » Aflortir u n e b o u t i q u e , ProVCerHJlA
Elle eft bien níTaifonnéc , Efta bien minto de Ingalaterra fi junta en agua. a a í f i g n é á comparoítre devajit le Ailiftcr, a i d e r , f c c o i u i r , Affiftir , -t£ tienda.
[azonada.
A S T A T A A T A <¡
A S S A S S A S S
7

¡5 qui fe m e t a u x b a f e s , aux- c o r n i - fa A s u g a , petite ville d ' A f r i q u e . Lat. fa c o l l e , ou a v e c q u c ! q u \ ; u t r c m a -


AíToté , "Embobado , ó entumido , Q Afíujettír un peuple , ou u n e P r o - fa TI le elle le
ferfl a f l u r é m e n t , fcra af"- ches , & c . Aftragalo^, m. & A f u g a . Afiuga , villa de África. *%* tiere g l u a n t c , Pegar.
6 enloquecido. vince , Sugetar un pueble, óuna^ í l i r é m e n t , Lo hará a buen fiegu- A f t r a l , aftrale. AftraC, quedepen-*** AS Y *t* Atacher q u e l q u ' u n au g u b e t , Abor-
C c t h o m m c efl afloré ele fa f e m m e , ** Provincia. 4/ ro , ó a buen figuro que lo hará. de de los Afiros. • A f y l e cu azyle , m . r e f u g e , lien de *%+ cara alguno.
Efte lumbre efia encantado con / « J£ S'alíiíjcttir , fe f o ü m c t t r e , Sugt- • Il v i t n d r a a f l u r é m e n t , elle v i e n d r a Aftre , m. globe l u m i n c u x q u i fe 4* fureté , Afylo , refugio, m. lu- Atacher au c a r e a n , Poner a la ver-
mnger , ó efta loco por fu muger. *** tur fe. a f l u r é m e n t , A buen feguro que
m c u t dans le C i c l : il fe d i t des 4* gar fagrado. *** guenza.
C e Tere efl alióte de íes e n f a n s , j ? Afluiettíflcment , m . c o n t r a i n t e , vendrá.
étoiles fixes & des p l a n c t e s , A f - • A f y r i e , f.Afyria, f. j £ Atacher a une c r o i x , Crucificar.
Padre efta leco con fus hijos. X o b l i g a t i o n de faire q u e l q u e c h o - Aíliircr , affirmer UNE c h o f e , Afit-
tro, m. ""S* A f y r i e n , m . Afiyrio , m. Atacher a la c h a m e , Encadenar.
Aflbtcr , rendre fot , Enloquecer ,7 f e , Sugecion , f. gurar , afirmar.
embobar, ó encantar a alguno. X A S S U R , ville de la T e r r e fainte. Aíii;rcz-lc de m e s r e f p c é t s , Afegure» U n aftre b r i i l a n t , V» afir i brillan- j£ A T A il m ' a atache a lui par fa g e n e r o fi-
Aflbupi , endormi a demi,' p e f a n t , j f Lat. A p o l l o n i a . AJfur , villa de le ufted de mi obediencia. te, 4* A t á b a l e , m. tambour dont y t é , Me ha atraydo h fipor fugene-
Adormecido. T la Tierra fama. T Affiírer q u e l q u ' u n d ' u n e c h o f e , A/h I.es A f t r e ? , Les Afires. ? ' les M a u r e s fe fervent,- AtabalH-**' rofidad.
E r r e allbupi , Eftar adormecido. Y A f l u r a n c e , f. certitude , Seguridad , X gurar a alguno de alguna cofa. Aft.-cindrc n a q, uafTujettir
e l q u e c h o, f oe ,b lConfiriíir.
i g e r quel- •^ ' Atabler
lo , m. , verbe ncutre , q u í n e l e^' S ' a t aí ce h , ejigarrar¡e
r , fe prendre» «.¡¿nnn
a q u e l qicj*.
ue cho-
l i t r e afloupie , Eftar adormecido. A certeza , f. JTJE v o u s afluré q u e je le f e r a i , Afie- u t. " ,^ Confirinido.
A f tnr ut i' n c\\<\(t. ConlhiSir. T1 Atabler dit q u, ' a vverbe
c c le pncutre
r o n o m, pqe rufionn en e fe
l , ^ S'atach.er á une p ekr falguna
f e , Agarrarfie e n n e , s'en
cofa. d o n -
JE fuis a f l o u p i , Efioy adormecido. ^ A f l u r a n c e , Snreté q u ' o n d o n n e , X . guro a ufted que lo haré. A f t r i r i g e n t , q u i reflerre , ífiitico. . ' Sentar fie k la mefia. - ^ ner e n t i e r e m e n t , Inclinar fe a una
j e filis afloupie , Efioy adormecida. ^ j i a n t i í l c m e n t , Seguro, fianza. ¿ T c v o u s a l i a r e q u e le R o i v o u s p a r - A f t r i n g e n s , n i . r e m e d e s qui a r r e - ? Hs fe ( o n t a t a b l c z , Se han fentado a ^ perfona.
jl efl a f l b u p i , Eftk adormecido. ^ A í i u r a n c e , Confianza. - d o n n e r a , Afieguro a ufied que el tcnt toutes les e v a c u a t i o n s excefli- X - r r
- fi-
e
i II s'eft atache á une D a m e de la
Rile eft a f l o u p i e , Efia adormecida, «J» Met re fon aíTeurance en D i e u , Poner ^ Rey le pardenara. v e s , Remedios efiiticos. ? A t a c h e , f. lien , ce q u i fert a ata- Y C o u r , Se ha , inclinado k una
A l í b n p i , q u ' o n a fait c e d e r , Apa-^ fu confianza en Dios. ^ Aflurcr f o n a r g e n t , Poner fu. din** A f t r o l a b e , m . inftrument plat q u i f cher , Atadura , f. X Dama de Palacio.
aguado , ó apaziguado. t J¡» Met re q u e l q u ' u n c n l i e u d'aflcurance, ^ ro en lugar feguro, fert a faire des o b f e r v a t i o n s aftro- ^ Mettre un chien á 1'atache , Atar ^ Il s'atacha á une belle A n c l o i f c , Se
Aflbupir , endormir a demi , rcn-^J» Prender k alguno, ponerle* cu- ^ Afí'urer un vaifleau m a r c h a n d , A- n o m i a u c s , Afirc'.ñbio , ni. ^ un perrn. - ^ inclino k una hermofia. Ingle fa.
dre p c í s n t , Adormecer. «{• bierto , ponerle prefio, ^ ^ figurar un navio mercantil. A f t r o l o s í e , f. f c k n c e d u c o u r s & ^ Ataches , p.etits m o r e c a u x de p l o m b ^ A t a q u a n t , Agreffor, acometedor, m.
A f l b u p i r q u e l q u e chofe , n ' c n p a r - <§t E n a v e z - v o u s q u e l q u e aflurance ? ^ S'afliirer , Afiegurarfe. de la p o f i t i o n des afires , Afir o- ^ a v e c leíquels l ' o n atache les v e r - ^ A t a q u a u t , Acometiendo,
ler plus , No hablar mas de una ^ Tiene ufied alguna certeza de eüt! « j , A f f u r e z - v o u s q u e j e le f e r a l , Tenga
logia , f. ^ g e a de fer a u x p a n n e a u x des y i - ^ A t a q u a n t Pierre , Acometiendo a
cofia. «J» U n lieu d'aflurance , Un luger fe- ^ ufted par cierto que lo haré.
A f i r o l o g i c j u d i c i a i r e , arc par le quel ^ t r e s , Atadijos de plomo , m. ^ Pedro,
A f l b u p i r une querelle , Apaciguar *§» guro , tn. «J» S'aíiurer d'une chofe , en etre per- o n croit c o n n o í t r e l'avcnir p a r ^ A t a c h e , Atado, ^ A t a q u e , f. l'action d ' a t a q u c r , A-
una pendencia. «$• V i v r c en aíiurance , Vivir feguro. ^ f u a d é , Tener Una cofa por cierta. l'infpcction des allres , Afirologia <J» L e chien c ñ a t a c h e , El perro efik ^ cometimiento , m.
A f l b u p i r une guerre , Dar fin a una H¡$» Aflurance , hardiefíe , Atrevimien- ^ S'aíliircr en q u e l q u ' u n , fe confier judiciarta. & atado. ^ ^ ^ A t a q u e , t r a v a u x q u e l'oii fait p o u r
fiedicion. +t* to , m. ^» en lui , Piar fie en alguno. Á f r o l o g i q u c , q u i a p a r t i e n t a l'af- A t a c h e , a p l i q u e a q u e l q u e chofe , ^ s'aprocher d'une place aíliegéc ,
A f l b u p i f a n t , Lo que adormece. « j > I l a dit avec aflurance q u ' i l n ' é t o i t « * • S'airurer de q u e l q u ' u n , Afiegurarfe t r o l o g i é , Aftrológico. *J* Aplicado a alguna cofa. ^ Trinchera , fi.
X c s fumées de la hierre font plus af- 4* p a s v r a i , Dixo con atrevimiento «£. de alguno. A f i r o l o g i q u e m c n t , Aftrólogicemcn- A t a c h e a une o p i n i ó n , Tefiarudo. « ^ A t a q u e , paroles ditcs a d r o i t e m e n t
foupifantes q u e celles du v i n , Los que ne era verdad , dtxo con ahin- ifa. Aflureur , m . celui q u i g a r a n t i t les íe. " ^ A t a c h e á i o n f e n s , Porfiado. ^ pourconnoitre 1 intcntionticcuel-
vapores de la cerveza , adormecen 4^ co que no era verdad. «J» m a r c h a n d i f e s , Afigurador, tn. A f l r o l o g u c , m . ctlui q u i profeíle <j» Ataclié a fes interéts , cu á-íbn p r o - ^ q u ' u n , Toque, m. Tentativa , f.
mas que los del vino. & D i r é q u e l q u e chofe avec aflurance , el que afegura. l'aftrolonic j u d i c i a i r e , Afirolo- fit , Interefiado. <gt II m ' a d o n n e une a t a q u e fur un tel
A f l o u p i f l e m c n t , m . l'état d'une • Dezir alguna cofia con ahinco. *%* A S T go , mf <J» A t a c h e á q u e l q u ' u n , Inclinado a al-4£ f u j e t , Me dio un toque fiobre cier-
p e r f o n n e afloupie , Modorra, f. & A f l u r a n t , Afigurando. 4* ASTA , riviere du R o i a u m e de L e ó n ,
11 n'eft p a s g r a n d a f t r o l o g u c , il n ' e f u j 1 , guno. ta cofa.
o adormecimiento , m. * í * Afluré , fur , c e r t a i n ; Seguro, cierto. ^ Afta, rio del Réyno di León.
p a s f c r t ^ h a l ü e , No es grande 4f Atache au j e u , Dado k juego. A t a q u é , b a t u le p r e m i e r ,Acome~
A f l b u p i r un cheval , t e r m e de m a - T r e s afluré , Segtcrifimo , ciertifil- ASTACHAR , ville de Perfe. Lat.
Aftrólogo. 4» A t a c h c n i í n t , m . l i a i f o n , tnga::.c- •%% iido.
n e g é , lui rendre les parties c l u ^ mo , ajfeguradijjimo. *t* A f t a c h a r a . Aftachar , viüa de
A f t r o n o m e , m . celui q u i fait l'af- m e n t d'afíeclion ou d ' i n t e i c t , Em- Ar.-q:icr q u e l q u ' u n , -étre le p r e m i e r
•corps plus f o u p l c s , Ablandar un J e fuis aflliré , Eftoy feguro. ^ Perfila.
t r o n o m i c , Aftronómo , m. ^* peño, m. a le b a t r e , Acometer h alguno.
cavado. V E t e s - v o u s afiüré : Eftk ufied feguro '. A S T E , ville d u P i é m o n t . Lat. A f t a .
. A f t r o n o m i e , f. fcience du c o u r s & <5» Il y a g r a n d a r a c h e m e n t p o u r cette S ' a t a q u e r , fe ¡-.rendre á q u e l q u ' u n ,
A f l b u p l i , D ablegue ado , encorvado.^ítes-yous afiiirée? Efia ufied figura? *Í? Afie, villa del Pinmonte.
d é l a p o f i t i o n des aftres , Aftre-*^ f e m m e , Es muy entregado k efta Tomar fe con alguno,
A f l b u p l i r , t e r m e de m a n e g e , Do- J e fuis afluré qu'il eft m o r t , Sé por 4* A f t e r i f m e , n i . t e r m e d ' A f t r o n o m i c ,
nomía , f. & muger. 4 * á t á i o n s , karatas, aliento.
bleguear , encorvar , termino de cierto que es muerto. *§* conftellation , aflemblagc de plu-
A f t r o n o m i q u c , q u i a p a r t i e n t a l'af- • A t a c h e m c n t , a p l i c a t i o n , Aplica- +%* M.-.rchcr a t á t o n s • Andar a tientas.
manejo. X J e n'en ai p o i n t des nouvclles a f l u - * ? íi'eurs étoiles , Conjunción de di- t r o n o m i c , Afironómico. cion , f. A T E
A f l o u r d i , r e n d u f o u r d , Enfordecide. Y rées , No tengo noticias ciertas^ ver fias efireilas. A f t r o n o m i q u c m e n t , Aftronomie a- *%* Il a nn g r a n d a t a c h e m c n t s u p r i s du • Atcdier , Vaftidiar , enfadar, cau-
Affburdir , rendre fourd , Enfiorde- TT de ello. *T ASTETLAN , P r o v i n c e de la N o u v e l - mente. 4* R o i , Eftk fiempre con el Rey. fiar tedio.
cer. *TEtre afluré d e f o n c o u p , Tener una le E f p a g n e en A m e r i q u e . Lat. A f - A f t u c c , f. m o t peu en u f a g e , m a u - 4 * Ataclier , j o i n d r e u n e c h o f e avec j>* A t e i n d r e , toucher a u n e chofe q u í
A í l b u v i r , foíiler , rafíafier une faim ? cofia por hecha. ? tetlania. Afietlan , Provincia de v a i f e rufe , linclfe , Aftucia , f. £ une nutre en forte qu'clic y tien- J* eft á q u e l q u e dirtance de n o u s ,
v o r a c e , Hartarfie. * a n l
* a f l u r é , eu fidele , Amigo x la Nutva Efipaüa en América. Afturicn , n é d a n s les Afturics , X ' Ligar una cofa con otra.
n c
^ Alcanzar a alguna cofa.
S ' a f l b u v i r d e q u e l q u e chofe , llar-^í fiel. *? A f l h m a t i q u e , Afmátice. Afiuriano. J » Atacher q u e l q u e chofe a v e c un r u - * A.teindre u n e chofe q u i eft p e n d u e
tarfe de alguna cofa. IT Afluré , für , h o r s de d a n g e r , Se- **_ A f t h m e , eu a f m c , m. Afina-, f. A ftn r i en n e , Afturiana. X i>:m , Atar con una cinta. ^* a un c r o e , ídem. .
A f l o u v i f l e i n c n t , NI. l ' a í l i o n d ' a f - ^ guro , fuera de peligro. JF ASTORGA , ville du R o i a u m e dü L e s Afturiens , Los Afturianos. * Atacher un clon , Clavar un clavo. ^ je n e f a u r o i s y ateindre , Ne puede
fi)uvir»« l'état de ce q u i eft a f l b u - ^ U n e \-oie afTuréc , Via figura. L e ó n . Lat. Aftnrica. Afttrga , L e s Afturicnncs , Las Afiurianas. X A t a c h e r avec u n clou , Clavar con**' alcanzar alia.
v i : au p r o p r e & a u figuré , Har- ^ Afluré , h a r d i , Atrevido. ^ villa del Réyno de León, ASTURIES , Province d'Efpagne & X un clavo. ^ A f t i n d r e , fraper a v e c q u e l q u e c h o *
tura , f. Hartazgo , tn. ^ T r e s afliiré , tres h a r d i , Atrevidif- ^ ASTRACÁN , ville d'Afie d a n s la T a r - R o i a u m e au t e m s des R o i s " G o t s . X Atacher a v e c u n e é p i n g l c , Prender fe q u ' o n jet te , q u ' o n p o u f l e , & c .
Aflujetti , Sugctado. ^ fimo, muy atrevido. ^ t a r i a defertc. Lat. Aftracanum. Lat. A f l u r i x . Aftúrias , Provin-'T con un alfiler. £ Alcanzar.
11 s'eft aflüjetti , elle s'eft afTujettie , ^ Afluré , affirmé , Afegurado. ^ Aftracan , viüa de Afia en la cia de Éfpañ'a,fu'e Réyno en tiem- X A t a c h e r a v e c u n b o u t o n , Hazer te- ^ A t e i n d r e , j o i n d r e en c h e m i n , atra-
Se ha fiugetado. jfp A f l u r é m e n t , c e r t a i n e m e n t , fiire- ^ Tartaria defierta.
co de les Reyes Godos. X n e r c o n u n h o t m
- . & P.c'r » alcanzar , dur alcance.
l i s fe f o n t a.'Tiijettis , elles fe f o n t a f - ^ m e n t , a buen feguro, figura- ASTRACÁN , R o i a u m e d'Afie. Aftrit*
A SU Atacher u n m i n e u r , Poner un mi- Ateindre quelqu'un d'un crime
f u j e t t i e s , Se han fiugetado. mente. «J, can , Réyno de Afia.
:

AfTujettir , f o ü m c t t r e , r a n g e r fous J e le ferai a f l u r é m e n t , Lo haré a <£. A f l r a g a l e , m . t e r m e d'architectu- ' A s u a n , ville d ' E g y p t e . Lat. AfTua-^. naior. ^. Prevenir k alguno de un deíi-
£a d o m i n a t i c n , Sugetar. fa buen figure, fa r e , le t a l ó n , cfpecc d ' o r n c m e n t m.Afiuan, vília de Egypto, ^.Atacher q u e l q u e chofe avec de hfa to.

qui ll. Partís. h


ATE A T H . , A T I
j-8 A T E A T E A T E
( f í >

refpondido a la efperanfa que fe fe A t e n e r , a ü u r e r , certifier , t é m o i - fe A t i r c r , faire v e n i r fTnemcnt l ' c n n e -


11 c l l a t e i n t , d ' u n c r i m e , Efta pre-fe Lat. A b i f u s . Atellari, rio de Si- fe Eftamos aguardando la bueha del tenia de el. • g n e r
quelque chofe , Ateftar ,• m i dans une embufeade , Atraer
venido de un delito. • cuta. "r" Rey. Mettre I o n a t e n t e e n D i e u , Poner fu • certificar. ^ • con aftucia al enemigo.
II eft a t e i n t , & c o n v a i n c u , Efta • A t e l o i r e , f. chcvillc qu'on m e t d a n s • J ' a t e n s la re'ponfe de M r . , Eftoy a» efperancaen Dios. • A t e f t e r q u e l q u ' u n , l e p r e n d r e a t é - ^ Atirer , g a g n e r quelqu'un par des
prevenido , y convicio. • les t i m ó n p o u r y arréter les traits • guardando la refpuefta del Señor. T o i l e d'atente , toile p r e p a r é c p o u r • m o i n .Tornar a- alguno por tefiigo.V carefles , Atraer a alguno con
11 c o u r t íi vite q u ' i l eft impoíTible • des c h e v a u x des c h a r r o t , Clavija • N o u s l'atendons á tout m o m e n t ,
y faire u n t á b l e a u , Tela prepara- • J ' c n ateftc l e c i e l , Tomo al cielo por • alagas.
de l'ateindrc , Corre tanto que es • quefiepone en el timón de un carro, Le aguardamos por momentos.
impofible alcanzarle. • A t e n a n t , tout p r o c h e , contre , j o i - j A t e n d r é " , ou efpercr q u e l q u e chofe da para pintar. teftigo. • A t i r e r les c a r u r s , Atraer los coracones.
A t c i n d r e u n certain a g e , Llegar < * • g n a n t , Junto. d e q u e l q u ' u n , Efperar algo de al- Atenter, cntreprendre de faire q u e l - • A T H , A U
" M A L ¡ 1 T L 1 1
' C N A T I R C U N Í L L , T R E
• v
n a
cierta edad. • II l o g e t o u t a t e n a n t de la m a i f b n d e , gano. q u e chofe , Intentar. • A T H , ville d e s P a í s b a s a u C o m t é *> defdicha atrae otra defdicha.
II a ateint l'age de f o i x a n t e ans , Ha • Vive junto a la cafa de. *5 A t e n d e z un peu , Aguarde ufted un A t e n t e r a la v i e d e q u e l q u ' u n , I » - Y d ' H a i n a u . Lat. A t h u m . Ata , • S ' a t i r c r , atirer fur f o i , Atraer fe.
llegado ala edad de fefenta años, j * A t e n d a n t , Aguardando , efperando,*? rato. tentar contra la vida de alguno. *+ villa des Pays-baxo en el Condado • S'atirer q u e l q u e m a l h e u r , Atraer fe
Elle a a t e i n t l ' á g e d e q u a t r e v i n t s * * * E n a t e n d a n t , m a n i e r e de parler a d - 7 II s'eft laílé d ' a t e n d r e , Se causo de . . „ „ - f a,,„,„ T deHenao. * alguna defgracia.
zns¡Ha llegado a la edad de ochen-verbiale , c e p e n d a n t , Entretanto. J? aguardar. A t c n t i t , Atento. A *S»c . i i • < , ,.
Soiezatentif Efte ufted atento. ^ A T H A N A S E , n o m p r o p r c d h o m - ^ S atirer le h a i n c d u public , Hazer fe
ta años. T P r o i n c n e z - v o u s en a t e n d a n t , Pafi-^í Atendré a p r é s u n e p e r f o n n e , A- E t r e a t e n t i f a u n difcours , T-fi*r\ m e , Atar.áfio. ^ _ • odtofio al pueblo
• A t e i n t , a t r a p é , Alean fado, cogido. Y féeffe ufted entretanto. JT guardar a alguno. atento a lo que fe dize. * A t h e e , m . q i u nc c o n n o i t p o i n t d e • S a t i r e r , g a g n e r 1 afTccfion d e t o u s
A t e i n t , o h ataqué d'une maladie , 7 E n atendant q u ' i l v i e n n e , Entre- ^ P o u r q u o i f a i t e s - v o u s atendré fi l o n g - A t c n t i o n , f. a p l i c a t i o n d'efprit a ^ D i e u , Atheifta , ó atheo , m. * les g e n s de bien , Grangear las vo-
Cogido de una enfermedad. 7 tanto que viene. ^ tems a p r é s - v o u s ? Por que haze q u e l q u e c h o f e , Atención , api i- j ^ U n h o m m e athée-, Vn- hombre atheo. £ l¡ U de toda la gente de bien.mí(U s

Lr;}„ f ' í A t h é i f m e , m . i m p i e t é q u i coníifte ^ A t i f a n t le feu , Atizando la lumbre,


A t e i n t de pelle, Infectado de la pefte. 7 A t e n d r é , Aguardar, ^ ufted aguardar tanto ?
cacton , j. , ¿gt s . • r / O* . • c * • i
A t e i n t e , f. c o u p ou bleftiire q u e le 7 Atendré quelqu'un , Aguardar a ^ J e n'atens q u ' a p r é s m o n a r g e n t , A- Cela demande beaucoup d'atention , £ a n e point reconnoitre aucune Atiie, Atizado.
cheval fe d o n n e lui-mcme en 7 alguno. ^ guardo mi dinero. Effo requiere mucha atenúen. X D m n i t é , Atheifmo , m. * A t i l e r le feu , a p r o c h e r les t i f o n s
m a r c h a n t , í « qu'il recoit a u x pies ^ Atendré J c a n , Aguardar a Juan. ^ S ' a t e n d r e a q u e l q u e chofe , l'efpe- F a i r e une chofe avec a t e n t i o n , Ha- T Athéiftc ou A t h é e , ni. Atheifta , m. A l'un d e l ' a u t r e p o u r les f i i r e m i e u x
d e derriere p a r u n a u t r e cheval ^ A t e n d r é F r a n c o i s , Aguardar a «j^ r e r , Efperar alguna cofa. zer alguna cofa con atención. X Athenes
> v i l l e d c T u r c l t l i c c n T- a'4* b r , ;
' lcr ' A t U a r l a ln
™ bYC-
q u i le fuit de t r o p p r é s , Alean- ^ Erancifto. ^ J e ne m ' a t e n d o i s p a s á cela , No ef- F a i r e a t e n t i o n , Confiderar. & r o p e , d a n s la G r c c e . Lat. A t h e - ^ A t i f e z le f e u - s i l v o u s p l a í t , Atize
cadura de cavallo , f. ^ A t e n d r é u n a m i , Aguardar a un ^ perava yo tal cofa. R e « a r d c r avec a t e n t i o n , Mirar con Jf,, n s . Atenas , ciudad de Turquía, ^ ^ ufted la lumbre fi gufia.
L e s r u d e s ateintes d e la g o u t e , Los ^ amigo. ^ . 1 1 e n n u i e a q u i atend , P r o v e r b e ; 'atención , mirar atentamente. X en Grecia. A J ' a u f e r a i le f e u , Atizare la lumbre.
dures alcances de la gota. A t e n d r é J c a n n e , Aguardar a Juana, jfc Quien efptra dcfefpera, proverbio. A t c n t i v e m e n t , a v e c a t e n t i o n , A- ATHENRY , ville d ' I r l a n d c . Lat. ^ . V o u l e z - v o u s q u e j'atife le f e u >
C e t Edit d o n n e ateinte aux franchi- A t e n d e z - m o i , Aguárdeme ufted. Atendez-vous y , atendez-moy fous tentamente , con atención. A t h c n r i a , Athenry , villa de Ir- .Quiere ufted r/ue atize la lumbre?
fes de la P r o v i n c e , Efta Pragmati- J e v o u s a t e n d r a i , Aguardaré a ufted. <fy l'Orine , Aguardefe en pie. A t c n u a t i f , t e r m e de M e d i c i n e , A - ^ lauda. _ jfr A n f e r , a u figure , Atizar , exci-
ca es contra las prehemimneias de « J , A t e n d e z - m o i i c i , Aguárdeme ufted <fy A t e n d r i , Enternecido. tenuativo , termino de Medicina. A A tíllete , m . celui q u i p a r m i les £ tar , mover.
la Provincia. ^» aqui. ij» A t é n d r i r , Enternecer. A t e n u a t i o n , f. a í i b i b l i l l é m e n t , d i - A C r e e s f e les R o m a i n s c o m b a t b i t A U n m e c h a n t h o m m e , atife le feu „
D o n n e r a.einte a la r e p u t a t i o n d e A v c z - v o u s a t e n d u l o n g - t e m s ? Ha ^ S ' a t e n d r i r , fe L.ilfer toucher de c o r n - m i n u t i o n d e f o r e c s , Elaquezad c «í» d a n s les j e u x publics p o u r reni- A d ' u n e g u e r r e civile , Vn mal
q u e l q u ' u n , Tirar a la reputación 4¡¡> aguardado ufted mucho tiempo t <|» paflion , Enternecerfe. fuerzas. **f p o r t e r le prix , Athleta, m. com-<fy hombre atiza el fuego de una
de alguno. tj» N e m ' a t c n d e z p a s , No me aguarde **p J e m ' a t e n d r i s , Me enternece. A t e n u é " , Atenuado. • batidor público entte les Griegos y vj» guerra civil. _
J e fuis liors de fes a t e i n t e s , Eftby l i - u f t e d . ' • II s'atcndrit , elle s'atcndrit , Se en- II eft atenué , Efta A t e n u a d o , ¿fr los Romanos. **«- J e n'atiferai p o i n t p a r m e s d i f c o u r s "
bre de fus acometimientos. • Q u i a t e n d e z - v o u s ! A quien aguar- • tercio.. Elle eft atenuée , Efta atenuada. A ATHLONE , ville d ' I r l a n d e . Lat.^t le f e u de v o t r e colere , No exei-
L e s ateintes d u f r o i d 6c d u c h a u d , • da ufted ? • j e m e fuis a t e n d r i , Me he enterne- A t e n u e r , affbib'.ir , d i m i n u c r . les A A t h l o n a . Athalena , villa de Ir- • tare con mis difeurfios el fuego de
Los acometimientos del frió y del• J e n ' a t e n s p e r f o n n e , No aguardo**? cido. forecs & 1 e m b e a ú p o i n t , Enfta- * lauda. . • tu colera.
calor. • á nadie. • l i s fe f o n t a t e n d r i s , elles fe f o n » nttecer lat fuerzas. •ATHYNA, petite ville d e H o n g r i e . A A u f e u r , celui q m a ti fe, Atizador, m.
A t e l a g e de c h e v a u x , m , Tiro de ca- • N o u s v o u s a i e n d r o n s , Aguardare-**? atendries , Se han enternecido,
vatios , m. • mos a ufted. A t c r m o i e r j ternié de P r a t i q u e & de yji* Lat. A t h y n a . Athyna , pequeña • ^ A T O
c o u t u m e : nuiw.jii
~ iloncjer les t- e n u e s • villa de Hungría. • A t o l l e n , m . a m a s d e pluficurs p e -
• d ' u n paiemerit, Prolongar el plazo. •^ A T I
A • tires
mu lies
J ^ ^q
.u. i, ,f o
.n, .t p— r c f q. u, c_ s j_o i n t c s F R T

Atcndriflemcnt , m . fentiment p a r A * e r m o i e r u n e lettre d e c h a n g é , • A t i e d i , r e n d u tiede » Entibiado. • cnfemble , Montón de muchas


A t c l a n t les c h e v a u x , Poniendo los • J e v o u s atens , Aguardo a ufted. • lequel o n s'atcndrit , Enterneci- Prolongar el plazo de una letra de • A t i e d i r , rendre tiede , Entibiar. • iftas muy cercanas unas de o-
cavallos. • Il atend fon frere , elle atend fon • miento , m. cámbio. • S'atiedir , d e v e n i r t i e d e , Entibiar fe. • tras.
Á t e l e , f. petit ais f o r t m i n e e que les • frere, Aguarda a fu hermano , • A t e n d u , Aguardado , efperado. S ' a t t r m o i e r avec fes crcancícrs , s'a- • A t i e d i f l é m e n t , tiedeur, m . Tibieza.f. • A t ó m e , m . c o r p s indivifiblé a c a u -
c o m m o d e r avec c u x a c e r t a i n s • ATIENCA , petite ville d e C a n i l l e la • fe d e f i p c t i t e l f c , Átomo, m,
C h i r u r g i e n s licnt a u t o u r d'un • efta aguardando a fu hermano. • A t e n d u que , Atento que.
termes d e p a i e m e n t p a r déla ¡es • -Vieille. Lat. A t i e n t i a . Aticnza, • A t o u c h e m e n t , m . l'aftion de t o t t -
m e m b r e o í i il y a q u e l q u e fraéhi- • O i i v o u l e z - v o u s que j e v o u s atende 5 • A T E N E , petite ville d u R o i a u m e d»
t e r m e r q u i f o n t é c h u s , Ajuftarfe*** villa de Caftilla la Vieja. - • c h e r , Tocamiento , contacto, m.
re, Tablilla que los Cirujanos po- *** Adonde quiere ufted que le aguar- * + * Naples.. Lat. A t h e n u m . Atena ,
con fus acreedores. • A t i r a i l , m . t o u t ce q u i fert a la c o n - • A t o u c h e m e n t d e s h o n é t e , Tocamicn-
nen en un miembro roto. • de ? adonde quiere ufted que la**£ villa del Réyns de Ñapóles.
* Aterraflement, m . amas de t e t r c ^ d u i t c & a u fervice de l'artillerie , j £ _ to , ó contaño deshonefto.
A t e l e r , a t a c h e r des c h e v a u x ou a u - • aguarde? ' YAtentat , m . Atentado , m.
tres a n i m a u x a une m a c h i n e qui • O ü m ' a t c n d r e z - y o u s : Adonde aguar-Atcntat, m . entreprife c o n t r e les q u i fe f o r m e d e ce q u e le c o u r s • Afufiles , carretones , y otros per- * A t o u c h e m e n t , u n des c i n q fens ,
fe t r a i n c , Poner los cavallos. • dará ufted ? Y l o i x , Delito cometido contra las d e s fleuves p o r t e le l o n g d u r i v a - • treches para la artillería. laclo , m.
Ateler les c h e v a u x a u c a r o f l é , ou au • N ' a t e n d o n s p l u s , No aguardemos 7. leyes. ' ' g e p a r fucceflion d e t e m s , Mon- *t A t i r a i l , é q u i p a g e ou b a g a g e q u e des * ^ A t o u t , m . t e r m e d e c e r t a i n s j c u s
c h a r i o t , Poner los cavallos, • mas. 7 II eft c o u p a b l e d'un atentat horrí- ton de
ton de tierra
tierra ,, m.
m. 7I gbe^n "s "m e n c n t ' a v e c cux e n v o i a g e , de c a n e s . C a r t e q u i l'cmporte
A t e l é , Puefto. • A t e n d e z , Aguarde ufted, aguar-'Y ble fur la vie d u C o n f u í , Es cul- m. par-dtfius Triutnfar
* A t e n e r , abatre , renverfer p a r t c r - T Aparato, aparejo , m. 2
1 p ar-dtüus u unnee aa u
u tt rr ee ,, irmmjar
Lcs c h e v a u x f o n t a t e l e z , Los cavallos • den uftedes. ^ Y pado de una confpiracion contra Itt
re c n parlant des h o m m e s & de Y A t i r a n t , q u i atire : o n n c s c n fert ¿ con un gran triumjo , lrmmfar dt
eftan pueflos. • V o u s a v e z b e a u a atendré, Por mas Y vida del Confuí.
certains a n i m a u x , Aterrar, der- Y g u c r c q u ' a u f i g u r é , Atraliive. 2 mayor.
U n caro ¡Te atelé de fix chevaux, 17» • que ufted aguarde. _ ^ Atentat fur le droit d'un autre, Em*
ribar , echar por tierra. T II eft a t i r a n t , elle eft a t i r a n t e , £ < . r , J •
coche con féys cavallos. • II a beau a a t e n d r é , fon ami ne vien- X prefa fobre el derecho ageno.
Atelicr , m . le lieu oii certains o u - V dra pas , Por mas que aguarde , ^ Atente , f. aftion d'atendre , étai A t e f t a t i o n , f. c e r t i f i c a t , t é m o i g n a - Y atraBivo, es atraBiva. *** k«f hf V >. f- t c r
" i c ñ c
Mcdecme.
v r i e r s travaillent c n f e m b l e , c o m - • fu amigo no vendrá. ^ de celui qui atend , Efpera,f. g e p a r é c r i t , Atefiación , certi- Y Atirer , tircr a f o i , Atraer. A b i l e n o i r c , Caranegra fi
n i e M a c o n s , C h a r p e n t i e r s , M e - • Elle a b e a u á atendré , Por mas que ^ A t e n t e , efperance , Efperanpa , f. ficacion,f. fe L ' a i m a n t a t i r e le f e r , La p iedra tm nn ^ Atrañif, q u i a l a ¡ o r c e d atirer ,
nuiliers , & c . Officina, f. fe aguarde. ^ C e P r i n c e a r é p o n d u a l'atente qu'on A t e f t é , certifié , Ateftado, certifi-fe atrae el azero, fe Atraílivo.
f^ÍUAJU, petite riyiere de §jdle. V Kous atendons l e retour d« Roí ,fet ayoitdelui, EJl« Principe bu car» ead». " 2
AVA A V A A V A 61
tfo ATR A T R A U . A Y A L O N ' , ville d u D u c h é d e E o u r - afifomo al coche. ' • - f r A v a n t , adverbe d e lieu , Adelante.
L ' a i m a n t a u n e vcrtu a t r a c l i v c , La a que atribuyrio. _ Baifer la m a i n a u R o í , a u Prince > g o g n e . Lat. A b a l l o . Avalan, vil-"fr A v a n c e z U m a i n , Alargue ufted la fy il ne fiíuroit aller ni a v a n t ni a r r i e -
piedra imán tiene una virtud a- S'arriluier , Atribuyrfe.